O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
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James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
Após uma derrota esmagadora em Dark Crisis #2, Superman Jon Kent e a nova geração da Liga da Justiça conseguem um líder inesperado para enfrentar o Exterminador.
O início de Dark Crisis apresenta uma nova equipe montada pelo jovem Superman com a esperança de preencher o vazio deixado pela morte da Liga da Justiça. Depois de revelar sua nova Liga da Justiça e membros como Arlequina para Adão Negro, o vilão da DC que virou herói zomba do grupo e da ideia de Jon liderá-los, sentindo que apenas Asa Noturna / Dick Grayson tem o que é preciso. No entanto, depois de testemunhar a queda da Academia Jovens Titãs sob a supervisão de Asa Noturna em Dark Crisis # 2, Adão Negro se afirma como o líder da próxima Liga da Justiça, acreditando que nem Dick nem Jon estão aptos para o trabalho.
Escrito por Joshua Williamson com arte de Daniel Sampere, a segunda edição do evento mostra a escola ensinando a próxima geração de heróis da Terra atacada mais uma vez (algo que já aconteceu mais de uma vez em Academia Jovens Titãs). Em vez do Esquadrão Suicida, Gorilla Grodd ou Red X, porém, desta vez a academia é invadida porExterminador / Slade Wilson e sua Sociedade Secreta de Super-Vilões, que entregam uma violenta surra em Asa Noturna, Jon e seus aliados. Antes que os vilões saiam, Slade diz a Dick: “Espalhe a notícia. O legado está morto. É a temporada de caça aos super-heróis”.
Adão Negro e Jon Kent em Dark Crisis #2 (DC Comics)
Pouco depois, Adão Negro chega em cena para dizer que ele estava certo sobre Jon, mas errado sobre Asa Noturna, o que atrai críticas de Jon sendo que Adão Negro nem os ajuda durante a luta. “Se você é tão bom, por que não lidera uma nova Liga da Justiça e vai atrás do Exterminador?” Jon grita para o novo herói, ao que ele responde: “Essa é exatamente minha intenção”, informando aos heróis que sua casa, Kahndaq, também enfrentou um cerco pelas forças de Slade. Adão Negro continua: “É meu fardo liderar esta equipe… mas vou transformá-los nos protetores que sempre deveriam ter sido… o tipo de força que este mundo precisa.”
Adão Negro agora pode adicionar “Líder da Liga da Justiça” ao seu currículo da DC, que vem sendo desenvolvido nos últimos tempos. Desde 2021, o vilão do Shazam ingressou na Liga da Justiça, viu o time morrer e se tornar seu único sobrevivente, recebeu uma série de quadrinhos solo escrita por Christopher Priest e ilustrada por Rafa Sandoval, e em breve terá sua estreia nos cinemas com Dwayne “The Rock” Johnson retratando o anti-herói no filme Adão Negro do Universo Estendido da DC em outubro de 2022. Quanto ao futuro de Dark Crisis, a solicitação para a terceira edição a seguir provoca que os jovens heróis da DC vão aprender “táticas brutais” de Adão Negro enquanto ele está no comando.
Superman & Lois chegou ao fim de sua segunda temporada recentemente e seu showrunner, Todd Helbing, comentou em recente entrevista as conexões da série com as outras produções do Arrowverso, especialmente sobre a possibilidade de futuros crossovers. Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch, antes de protagonizarem Superman & Lois, já eram conhecidos dos fãs como de Clark Kent/ Superman e Lois Lane.
Superman & Lois surgiu após o sucesso de outras séries de televisão, como Arrow, The Flash e Supergirl, o herói foi introduzido na franquia Arrowverso da CW em 2016. Depois de várias referências na primeira temporada de Supergirl, Tyler Hoechlin foi escalado como o personagem em um papel recorrente na segunda temporada da série de Kara Danvers/ Supergirl.
Aos poucos outros personagens da mitologia do Superman foram sendo introduzidos no universo compartilhado das séries da DC, como Lois Lane no crossover de 2018 Elseworlds. Porém, as conexões entre os personagens de Tyler e Elizabeth e os outros heróis do Arrowverso pararam por aí, já que recentemente foi confirmado que sua série está situada em outra Terra, ao invés da Terra-Prime, ou seja, não se insere na continuidade principal do Arrowverso (LEIA MAIS AQUI).
Em uma entrevista sobre o lugar de Superman & Lois no Arrowverso com a Entertainment Weekly , o showrunner Helbing abordou se futuros crossovers poderiam ocorrer com Superman & Lois. Quando perguntado se a história isolada da série restringiria os crossovers com outras séries do Arrowverso nas próximas temporadas, o showrunner disse que esse pode não ser o caso, citando como a exibição inicial de Supergirl na CBS e a história isolada não impediram futuros crossovers do Arrowverso. Confira a resposta de Helbing abaixo:
Não, não necessariamente. Quero dizer, Supergirl estava na CBS e veio para o Flash, e vice-versa. Estamos fazendo um show de quadrinhos, então isso não significa necessariamente que isso nunca vai acontecer. Eu acho que as chances se parecendo exatamente do jeito que era no passado são pequenas. Mas se houver uma oportunidade, e se houver um desejo, tenho certeza de que há versões que podemos fazer.
Superman & Lois foi recentemente renovada para sua terceira temporada.
Justiça Jovem Espectros chegou ao seu fim, e por isso chegou o momento de relembrar alguns pontos importantes!
A quarta temporada da animação da DC encerrou o seu melhor ano até então, contornando as adversidades e entregando um produto final digno da jornada trilhada por todos aqueles que fizeram parte, de alguma forma, deste projeto.
E tendo isso em mente, assim como aconteceu em sua primeira parte, reunimos os principais acontecimentos da segunda, e última, metade de Justiça Jovem: Espectros.
Atenção! A lista abaixo contém spoilers da segunda metade da quarta temporada de Justiça Jovem!
1. Um pedido de desculpas para Violet
A terceira temporada de Justiça Jovem é considerada por muitos como o ponto mais irregular da animação até o presente momento. Contudo, ainda existe pontos positivos no terceiro ano, e o de maior destaque está Violet, um indivíduo talentoso criado como resultado da fusão de Gabrielle Daou, uma meta-humana falecida do país fictício Quraci, com o espírito de uma Caixa Materna.
Violet foi um dos pontos chaves da temporada anterior, tendo sua trama ligada ao entendimento de sua própria natureza e a reafirmação da nova identidade. Todavia, apesar de bela, sua trajetória foi marcada por inúmeros episódios de violências desnecessárias contra seu corpo, algo agravado pela sua etnia.
Como forma de se desculpar com Violet e o público, nessa segunda metade da temporada elu se torna um dos coadjuvantes de luxo, cercando a narrativa com uma nova jornada de reaproximação com as religião mulçumana e sua identificação como um indivíduo não binárie.
Vale destacar sua conversa com Madia Dou, a mãe de Gabrielle, sobre o uso do hijab e a importância da religião islâmica em sua vida, querendo assim entender se tal conexão poderia um dia ter um significado para si também.
Conner descobrindo que aquela dimensão é na realidade a Zona Fantasma
2. Desventuras na Zona Fantasma
Um dos principais enigmas deixados para os fãs na primeira metade da temporada diz respeito do real paradeiro de Conner, após sua suposta morte ao final do primeiro arco do novo ano, sendo revelado que na realidade o jovem herói havia sido levado por acidente para Zona Fantasma pela legionária Etérea.
A dimensão se encontra em um vácuo fora do tempo e espaço, possuindo uma espécie singular de consciência que afeta aqueles presentes em suas extensões. Com seus habitantes não sendo afetados por qualquer passagem temporal, estando eternamente presos no estado em que foram enviados para a dimensão, além de estarem reféns de alucinações e distorções de memorias causadas por um tipo de doença que afeta todos que entram na Zona.
Entretanto, tal condição pode ser superada através da força de vontade, ferramenta essa vital para a sobrevivência no exótico reino. Podendo os seres que ali habitam manifestarem habilidades como comunicação telepática, super força e uma espécie de levitação.
A Zona Fantasma era usada como uma prisão extradimensional para criminosos kryptonianos. Contudo, após a destruição deKrypton, os prisioneiros ficaram trancados na dimensão sem a possibilidade de voltarem ao plano material.
Por conta da doença da Zona, Conner começou a regredir à sua programação primaria de Cadmus, acreditando ter matado Superman e completado os planos originais de Lex Luthor, sendo encontrado à deriva por Dru-Zod, que amparou e levou o herói para seu acampamento, onde mais tarde se ajoelhou e jurou lealdade a Casa Zod.
Mera, Orm e Arion impedindo a destruição de Poseidonis
3. A Profecia do único Rei
O primeiro dos três arcos dessa segunda metade da temporada tem como foco no atual Aquaman, Kaldur’ahm, durante a conferência anual entre representantes das oito cidades-estados de Atlântida, reunião essa feita para debater os efeitos das mudanças climáticas nas cadeias alimentares oceânicas e os conflitos políticos e ideológicos latentes entre os distintos governos.
A conferência é então interrompida pelo vilão Mestre dos Oceanos, em posse do Tridente de Netuno, que após se mostrar superior a todos presentes no local, é facilmente vencido por uma figura encapuzada. Esse evento logo levanta rumores sobre a concretização de uma antiga profecia do Único Verdadeiro Rei.
Algo que ganha mais repercussão após o surgimento de um grande pilar de fogo apareceu nos arredores da cidade, tornando a região inóspita para seres vivos. Só havendo um fim após a união entre a Rainha Mera, Mestres dos Oceanos e pelo estranho embutido de habilidades místicas. O estranho veio a se revelar como Arion, o primeiro governante de Atlântida, que foi recebido com clamor pelo população e desconfiança por Arthur, que iniciou uma investigação para realmente comprovar se o que ele estava dizendo era verdade.
Kaldur’ahm liderou um time composto por La’gaan, Delphis e seu namorado Wyynde, para encontrar o ultimo item restante da profecia, a coroa de Arion. Enquanto isso, Arthur recebia M’gann para interrogar Orm, descobrindo que todos esses acontecimentos foram predeterminados por VandalSavage, que matou o Mestres dos Oceanos original fazendo um substituto com falsas memórias e colocou a consciência de Orm em um clone de Arion.
Todavia, já era tarde demais. Toda a população das cidades-estados de Atlântida cantavam em uníssono o nome de Arion, não existindo mais possibilidade de expor a farsa. Nesse meio tempo, a equipe de busca de Kaldu’ahm já havia interceptado a coroa de Arion nas cavernas subterrâneas do Tumulo das Lendas e já estavam a caminho da capital Poseidonis, tendo que entregá-la nas mãos do falso rei. Contudo, a magia dos Lordes da Ordem não o aceitam como verdadeiro regente de Atlantis, o desintegrando na frente de todos, com Arthur pegando a coroa e proclamando que Annax Mera Nereus, Princesa de Xebel e diretora do Conservatório da Feitiçaria, é agora o Alto Rei de Atlântida, noticia essa ovacionada através de todos os reinos.
Roquete representando a Liga nunca conferência entre a Terra, os Novos Deuses e a Tropa dos Lanternas Verdes
4. Uma aliança para todos proteger
Durante os eventos do arco de Roquete, a jovem heroína precisa partir em uma missão da Liga da Justiça, onde ela lideraria negociações em nome da Liga com o Nova Gênesis juntamente com Tomar-Re e Kilowog, representando a Tropa dos Lanternas Verdes. Tendo como finalidade firmar uma aliança entre os agrupamentos para minar os planos da Luz, que vem contrabandeando meta-humanos para experimentos secretos em Apokolips, conduzidas por Desaad com o aval de Darkside.
As negociações são interrompidas inicialmente pela visita de um velho amigo de Kilowog, e logo depois por ataques coordenados do grupo de vilões formados pelo marciano branco Ma’alefa’ak, pelo “inseto” Mantis e o misterioso kryptoniano Lor-Zod, na tentativa de roubar o projetor da Zona Fantasma guardado no cofre interdimensional deMetron. Tarefa essa que acabam tendo êxito, e utilizando o artefato para abrir um portal para a dimensão carcerária.
Para isso, o grupo de vilões precisou energizar o projetor com a energia natural da Fonte presente na Cratera do Lago Borbulhante, que logo se revelou como sendo resquícios do corpo de um Deus Antigo. E, por conta das atividades no local, a divindade emitisse uma poderosa rajada de energia que iria inflamar toda a atmosfera de Nova Gênesis, o Lanterna Tomar-Re conseguiu desviar o feixe de energia para o espaço, mas a distração permitiu que Lor o matasse, com Forragedora recebendo seu anel.
Raquel tem dificuldade em entender o mundo através dos olhos de seu filho
5. Roquete e a Maternidade atípica
Raquel Ervin, ou simplesmente Roquete para os íntimos, foi o ultimo membra a si juntar na formação original da Justiça Jovem, nunca tendo tanto destaque nas telas como seus respectivos colegas de equipe, até agora.
Tendo finalmente ganhando o protagonismo merecido, o maior destaque em seu arco solo se encontra na sua relação com o seu filho Amistad, uma criança dentro do espectro autista. Algo que, inicialmente, ela se recusa a verdadeiramente entender, se preocupando mais com as missões da Liga e com o talvez estigma que seu filho possa receber caso tenha uma atenção a mais que outras crianças. Tal dificuldade a leva a estranhar a principio as atitudes de Orion, que a animação deixa a entender que possui similaridades com Amistad.
Depois de salvarem o Nova Genesis juntos, Roquete começa a entender melhor a forma como ambos reagem o mundo ao seu redor. Desenvolvendo uma amizade sincera com o Deus, e voltando a Terra para reencontrar seu filho com um abraço apertado.
Razer, portador dos anéis vermelho e azul
6. Conexões com os amigos de uma galáxia muito distante
Uma das maiores surpresas do novo ano de Justiça Jovem está na confirmação que a antiga animação dos Lanternas Verdes fazem parte da cronologia oficial da animação, como uma produção agregada desse universo.
A confirmação veio através da aparição de Razer, antigo membro da Tropa dos Lanternas de Vermelhos e agora detentor do anel de espectro azul. Nos acontecimentos da animação, o amigo de longa data de Kilowog parte ao encontro de Metron em Nova Genesis para pedir a a devolução do seu anel vermelho, que o mesmo pretende usar para alimentar com ódio a suas busca pela sua querida Aya, que até então se mostraram infrutíferas.
Legião dos Super-Heróis aprisionando Dru-Zod e suas aliados no século 31
7. De volta ao século 31
A presença da Legião dos Heróis e da misteriosa criatura responsável pela dita morte de Conner foi um dos maiores mistérios da primeira metade da temporada, e finalmente houveram respostas.
Cerca de de mil anos após os eventos da série, no século 31, todos os prisioneiros da Zona Fantasma foram libertados pela organização dos Planetas Unidos depois que o último Projetor da Zona Fantasma foi descoberto em Nova Genesis, sendo enviados para viver no planeta Daxam, uma colônia kryptoniana sob um sol vermelho. No entanto, Dru-Zod conseguiu realocar seu povo para um planeta de sol amarelo, e liderou uma revolta com o objetivo de conquistar a galáxia.
Seus planos foram acabaram sendo impedidos pela Legião dos Super-Heróis, que novamente os enviou para Zona Fantasma, com exceção de seu filho, Lor-Zod. Que tentou por as mãos no projetor, sem muito excito. Então, como forma de se vingar, Lor roubou uma das bolhas temporais dos legionários e voltou no tempo para matar o Superboy, a pessoa que inspirou a criação da Legião, impedindo-a assim de ser formada.
Agora no século 21, Lor foi o responsável pelas sabotagens na comunicação entre Marte e a Terra, bem como na alteração da bomba genética com a intenção de assassinar Conner, plano esse frustrado por Etérea. Pensando ter completado sua missão, Lor faz um pacto com Darkside para tentar por as mãos no projetor da Zona Fantasma juntamente de novos aliados, plano esse também impedido pelos heróis.
Sem muitas opções e se aproveitando da distração dos heróis, Lor rouba a caixa materna de Orion e utiliza as habilidades de Danny Chase/Kaizer-Thrall, um meta-humano traficado para Apokolips que teve seu cérebro extraído e colocado em uma caixa, para finalmente abrir um portal para Zona Fantasma e liberta seu pai.
Brion e a Corporação Infinito
8. Markovia e a Corporação Infinito
Um dos acontecimentos mais marcantes do final da temporada passada foi a inesperada saída de Geo-Força do time dos Outsiders, após matar ao vivo seu tio e deposto seu irmão da linhagem de sucessão, em um ato que ganhou a aclamação de seu povo e resultou em sua investidura como rei.
Agora, o novo regente de Markovia transformou a nação em um refúgio para meta-humanos de todo o mundo, fundando o Centro de Jovens Meta-Humanos da Família Markov e o super-grupo Corporação Infinito, com o objetivo de auxiliar e proteger a população meta-humana de seu reino. A iniciativa acabou gerando uma crise de refugiados e pânico entre a população “não poderosa”, com uma grande leva de pessoas fugindo para países vizinhos, como o reino de Vlatava, governado por Perdita.
Todo esse cenário vem sendo orquestrado pela Luz, através do conselheiro real e embaixador Zviad Baazovi, que vem monitorando o programa de meta-humanos a mando de Vandal Savage. Utilizando de suas habilidades de sugestão psiônica para influência nas decisões de Brion, que já começou a desconfiar das tramóias que rondam o palácio.
Investigação sobre o real paradeiro de Conner começa
9. Operação Resgate Fantasma
Após descobrir que Conner na realidade poderia estar vivo, Zatanna uni forças com Dick Grayson para investigar as inconsistências no caso, reunindo Artemis, Kaldur’ahm e Raquel no processo e descobrindo a estranha presença dos legionários na equação, bem como conexão com Bart Allen e o próprio Superman.
Depois de muitas deduções e pistas, a equipe utiliza o ônibuspossuído por Klarion para adentrar por conta própria na Zona Fantasma para realmente ter a certeza de que Conner está vivo. Ao chegar na dimensão carcerária, o grupo localiza o Superboy no acampamento de Dru-Zod, porém acabam sendo descobertos e por não conhecerem as leis da física do local, são facilmente derrotados. Entretanto, um Tubo de Explosão aparece, precisando a equipe impedir que os aliados de Zod cruzem o portal.
Enquanto isso, uma outra equipe liderada por: Raio-Negro, Superman eMiss Marte, se dirigem ao planeta Trombus, que orbita um sol vermelho, para abrir um portal para a Zona. O grupo acaba sendo nocauteado por Lor e seus aliados, roubam a caixa materna de Orion e usam Danny Chase para abrir um portal para libertar o seu pai, que ultrapassa a barreira dos heróis e finalmente consegue a liberdade, ao lado de Conner e sua esposa Ursa.
A família Zod se estabelecem na Fortaleza da Solidão, onde usa das câmaras solares do Superman para recarregar sua força. Nesse meio tempo os heróis em Trombus se reúnem com Bart e o restante dos legionários e partem para Terra mas acabam sendo interceptados por Ursa agora em posse do Olho de Ekron, que foi roubado por Lor no cofre de Metron, com parte da equipe ficando inconsciente e a outra se fingindo de morta, com Superman se erguendo para enfrentar a ameaça, mas acaba sendo nocauteado com um pedaço de kryptonita que estava em posse dos vilões.
Dru-Zod e sua família são transportados para o centro de Metrópoles, onde ameaçam o povo da Terra, afirmando que ali agora era Nova Krypton. Os heróis das diferentes equipes unem forças indo em direção a batalha e, graças ao auxílio de uma raivosa Miss Marte, o grupo se vê vitorioso, exilando mais uma vez Zod e seus aliados na Zona Fantasma.
Com exceção de Ursa, que foi levada pelo Olho de Ekron, e mais tarde revela estar grávida, e Lor, que foge na bolha temporal, mas acaba sendo pego no esquema de Metron e é morto durante a explosão da bomba genética do final do primeiro arco.
M’gann e Conner finalmente oficializam sua união
10. Casamento e a criação do Santuário
Ao final do último episódio, vemos a concretização do casamento entre M’gann e Conner, agora com a mente no lugar. O casal decide fazer uma cerimonia íntima na Terra, convidando a todos com “trajes opcionais“.
Antes da cerimônia da início, a Legião é resgatada por Braniac-5, que revela que a linha temporal foi 99.84% restaurada, sendo agora seguro eles voltarem a seu tempo.
Observando a distância, um pequeno grupo dos membros da Liga esperam quando Canário Negro começa a argumentar sobre a criação de um Santuário para o tratamento e acolhimento de super-heróis, apontando os caos de Mutano, Zatara e outros demais personagens que passaram por momentos complicados e precisariam não só de ajuda especializada, como também de tempo para se curar.
A ideia da existência de um Santuário para o tratamento de super seres foi apresentada nos quadrinhos na polêmica minissérie Heróis em Crise, escrita por Tom King e com artes de Clay Mann e Mitch Gerads.
Grande Brada, Mary Batson de Kara Zor-El como as novas Fúrias
11. Uma nova e mais letal geração de Fúrias
O casamento finalmente é oficializado e, a Liga, juntamente dos Novos Deuses decidem que irão libertar os kriptonianos da Zona em um planeta sem tecnologia orbitando um sol vermelho, pois todos ali já cumpriram suas devidas sentenças.
Contudo, Vandal Savage, com a ajuda de Klarion, já havia ido na frente e roubado todos os kryptonianos presentes na dimensão e adicionados em sua coleção particular no Mundo Bélico, precisando somente entregar uma espécime a pedido do próprio Darkseid.
Em Apokolips, Vovó Bondade apresenta ao seu mestre a nova geração de Fúrias composta por Grande Barda, Mary Batson, agora corrompida pela raiva contra seus irmãos e sua antiga mentora, Zatanna, e a filha perdida de Zor-El enviada para a Zona Fantasma, Kara, a Supergirl.
Super Choque da Milestone Media e DC Comics assumiram o Chevrolet Camaro nº 48 do piloto da NASCAR Alex Bowman em uma nova pintura elétrica e impressionante.
Ally Financial, Milestone Media, DC e Warner Bros. Discovery revelaram o novo design de pintura para o Chevrolet Camaro ZL1 1LE nº 48 de Bowman da Hendrick Motorsports, que Bowman competirá no Quaker State 400 de 10 de julho no Atlanta Motor Speedway. O novo visual mostra o Super Choque do Universo Milestone colocado no capô do veículo, enquanto outros componentes elétricos são ainda incorporados ao projeto. O personagem foi criado pelos fundadores da Milestone Comics Dwayne McDuffie, Denys Cowan, Michael Davis e Derek T. Dingle, que apareceu pela primeira vez em Super Choque # 1 de 1993.
Bowman também usará um traje de fogo feito sob medida e um capacete Milestone Universepintado à mão durante a próxima corrida. “Ally faz um trabalho muito bom em reunir a comunidade da NASCAR e ter Super Choque no carro é outra maneira de Ally estar fazendo o certo”, disse Bowman em comunicado. “Acho muito legal ter um super-herói no 48º Ally Chevy em Atlanta e poder ajudar no objetivo de Ally de tornar a NASCAR mais inclusiva é uma oportunidade única da qual tenho orgulho de fazer parte”.
O novo trabalho de pintura é um apoio à Milestone Initiative, um programa colaborativo entre Ally, DC, Milestone Media e Warner Bros. Discovery anunciado em 2021. A Milestone Initiative visa orientar e treinar a próxima geração de contadores de histórias em quadrinhos que vêm de Fundos negros e diversos. “Desde seus primeiros dias, a Milestone sempre foi sobre orientação, narrativa e mudança de paradigma quando se trata de quadrinhos e entretenimento por meio de nossos personagens”, disse Reggie Hudlin, parceiro da Milestone Media e premiado produtor. “Ter a The Milestone Initiative e nosso super-herói mais popular representados no palco da NASCAR é uma oportunidade incrível de compartilhar nossa visão e expor nossa missão a um público novo e em evolução”.
A diretora de marketing e relações públicas da Ally, Andrea Brimmer, acrescentou: “A Ally acredita que a representação é importante e é por isso que nos unimos à Milestone Media, DC e Warner Bros. Discovery para compartilhar as histórias e a história da Milestone Comics com uma nova geração. Estamos comprometidos para ser um catalisador para a mudança e celebrar a diversidade em tudo o que fazemos. Nossa esperança é que este incrível esquema de pintura, com um icônico super-herói negro, ajude a tornar o esporte que amamos um espaço mais inclusivo para todos.”
A Milestone Media foi fundada no início da década de 1990 com a intenção de fornecer representação para minorias que, de outra forma, estavam ausentes nos quadrinhos americanos. Publicada pela DC Comics, a Milestone Media é conhecida por criar títulos como Super Choque, Hardware, Blood Syndicate e muito mais. A DC e a Milestone Media relançaram recentemente uma nova linha de propriedades do Milestone Universe começando com o Milestone Returns #0 de 2020.
A gangue do Triângulo Vermelho estreou em Batman: O Retorno, e eles finalmente estão fazendo palhaçadas nos quadrinhos 30 anos após o lançamento do filme.
Batman era originalmente uma série de quadrinhos, mas o personagem-título decolou e teve inúmeros filmes e outras adaptações de suas aventuras. Muitas dessas adaptações adicionaram personagens recém-criados aos mitos do Cavaleiro das Trevas, alguns dos quais chegaram aos quadrinhos. O exemplo mais conhecido é Arlequina, mas um grupo completamente inesperado de vilões no cinema acabou de lutar contra Batman e sua família de vigilantes em uma história em quadrinhos.
A gangue do Circo do Triângulo Vermelho apareceu pela primeira vez em Batman: O Retorno, em 1992. Um grupo amorfo de criminosos que eram aliados do Pinguim. A turma faz sua estreia nos quadrinhos tentando preencher o vazio deixado pela ausência do Coringa. Em tempo para o 30º aniversário do filme, eis como o grupo de bobos do tribunal criminal saltou da tela do cinema para as páginas dos quadrinhos.
Em Robin #15 (de Joshua Williamson, Roger Cruz, Norm Rapmund e Luis Guerrero), o Menino Maravilha enfrenta a Gangue do Circo do Triângulo Vermelho sozinho. Esses palhaços não são tão góticos quanto no filme de Tim Burton, mas poucas coisas neste mundo são. Eles ainda são reconhecíveis, no entanto, sendo enfeitados em carmesim de palhaço com pintura corporal branca. Robin observa como eles se sentem como imitações baratas do Coringa, homenageando sua inspiração no filme.
Robin enfrenta a gangue do Triângulo Vermelho (DC Comics)
Ofendidos com a afirmação de Robin, a alega que o Príncipe Palhaço não é realmente um palhaço. No entanto, dado que ele está desaparecido, a turma vê isso como a principal oportunidade de fazer palhaçadas em Gotham e fazer um nome para si. Eles rapidamente superam Robin devido ao número de pessoas em seu grupo, mas Robin logo se junta a Batman e companhia.
Não houve muitas gangues, muito menos temáticas nos quadrinhos atuais do Batman. Em vez disso, os vilões ficaram mais estranhos e indiscutivelmente inadequados para o mundo do crime noir do maior detetive do mundo. Ter uma gangue de criminosos relativamente normais enfrentando Batman poderia fazer maravilhas para fundamentar seu universo. Seu truque ainda lhes permitiria um pouco de cor e sabor, evitando que fossem muito mundanos.
O escritor da DC, Joshua Williamson, compartilha um design de personagem, criado por Dan Mora, para um novo personagem legado, Red Canary, que aparecerá em Dark Crisis #3.
O escritor de Dark Crisis, Joshua Williamson, postou o anúncio e um design de personagem para Red Canary (Canário Vermelho em tradução litelral) em sua conta no Twitter. “Introduzindo em DARK CRISIS… um personagem legado novíssimo… RED CANARY”, ele postou. O design da personagem foi feito pelo artista Dan Mora, responsável por capas de Batgirl e Jovens Titãs.
Introducing to DARK CRISIS…a brand new legacy character…
First appearance in DARK CRISIS #3 out in August! @thedcnation!
The Final Order Cut-Off for this issue (and this cover) is July 10th! Pre-order this week! pic.twitter.com/lVAmY9jxxk
— Joshua Williamson (@Williamson_Josh) June 29, 2022
O design de personagem Red Canary a mostra vestida com uma roupa um pouco semelhante a Dinah Lance / Canário Negro, embora seu traje venha equipado com uma jaqueta vermelha, meias e tênis. Apesar de saber pouca coisa sobre Red Canary neste momento, os fãs on-line apontaram que ela compartilha uma semelhança com Emiko Queen, uma ajudante de Oliver Queen / Arqueiro Verde introduzido em Arqueiro Verde # 18 de 2013, que se torna o segundo Arqueiro Vermelho seguindo Roy Harper.
Design da personagem Red Canary (DC Comics)
Tanto Canário Negro quanto Arqueiro Verde foram aparentemente mortos por Pária e o Exército das Trevas em Liga da Justiça #75, que foi escrito por Williamson e apresenta arte de Rafa Sandoval. Desde então, a DC revelou que a Liga da Justiça – além de Adão Negro, que foi o único sobrevivente do ataque – pode não estar realmente morta, mas, em vez disso, está presa em mundos separados que atendem a todos os seus sonhos e desejos.
Dark Crisis segue os eventos de Liga da Justiça #75 e mostra Jonathan Kent tentando criar uma nova Liga da Justiça para proteger o planeta de uma série de ameaças que se aproximam. Dark Crisis #1 vê o Exterminador e a Sociedade Secreta dos Super Vilões lançarem um ataque à Torre dos Titãs dos Jovens Titãs depois que Slade Wilson mata Mutano a sangue frio.
A DC revelou anteriormente que Dark Crisis #3se concentrará em Hal Jordan / Lanterna Verde liderando um ataque a Pária e ao Exército das Trevas. A sinopse da edição diz: “A BATALHA DO EXÉRCITO ESMERALDA COMEÇOU! Hal Jordan lançou uma guerra total contra Pária e o Exército das Trevas para vingar seus companheiros de equipe caídos da Liga da Justiça – mas como um homem pode ficar no caminho da Grande Escuridão? Enquanto isso, de volta a Terra, a Torre dos Titãs queimou e o exército do Exterminador continuou sua marcha pelo planeta. Para parar Slade Wilson, os jovens heróis da DCU podem não ter outra escolha a não ser recorrer às táticas brutais de Adão Negro…”
Desde que Superman & Lois foi lançado pela CW, os fãs frequentemente questionam por que personagens de outras séries do Arrowverse – especialmente Supergirl – não apareceram na série. E finalmente os fãs tiveram uma resposta: Superman & Lois se passa em um mundo que não é a Terra-Prime do Arrowverse.
Além disso, Superman é o único super-herói do universo da série, o que significa que a maioria dos personagens do Arrowverse não fazem parte desse mundo. O Homem de Aço apresentado em seu show solo, não compartilha memórias com o Superman que apareceu pela primeira vez na série Supergirl, apesar de ambos ter o mesmo ator Tyle Hoechlin, como interprete.
O showrunner da série, Todd Helbing, falou a CoomicBook que a série Superman & Lois é semelhante como às primeiras temporadas de Supergirl.
“Eu acho que é uma boa analogia. Quando Supergirl estava na CBS, eles estavam em seu próprio mundo, certo? Se você pensar sobre isso, John Henry começou em um planeta separado, eles tinham sua própria versão de Kal-El. Então o Arrowverse está na Terra-Prime, e estamos em uma Terra diferente. Não tenho certeza de que número é ainda. Então, a história de Diggle… ele é John Diggle, mas sua história não é exatamente a história de John Diggle que estava em Arrow, e isso vale para todos os personagens”.
John Diggle, interpretado por David Ramsey, é um dos personagens mais queridos do Arrowverse. Ele apareceu pela primeira vez em Arrow, e foi um personagem regular durante as sete temporadas do show, antes de aparecer em The Flash e Superman & Lois. O personagem foi confirmado para fazer uma aparição no final da temporada de Superman & Lois este ano, mas essa versão aparentemente será uma versão de um universo alternativo.
A revelação veio no episódio final da segunda temporada, exibido na ultima terça-feira, nos EUA. Onde o General Lane diz aos netos, Jonathan e Jordan:
“Eu trabalho para o DOD há muito tempo. Eu vi coisas que você não acreditaria: vislumbres de outros mundos e as Ligas de super-heróis que eles têm. E mesmo que só tenhamos seu pai neste planeta, graças a Deus que temos, porque ele é o melhor de qualquer Terra”.
O showrunner Todd Helbing também falou a TVLine que desde o início do roteiro haviam dúvidas em como a série estaria, ou não, conectada ao Arrowverse. E porquê isso não foi dito antes.
“Desde o primeiro dia, havia dúvidas sobre como estávamos conectados ao Arrowverse. Se você voltar ao primeiro roteiro que foi enviado para a Warner Brothers e DC, ele tinha muitas referências a outros heróis, como The Flash. Houve momentos em que estávamos filmando e havia uma foto da Kara na mesa de Lois, no Planeta Diário. Todas essas coisas foram lentamente retiradas. […] A DC e eu tivemos uma conversa durante a primeira temporada, e a decisão [de manter Superman e Lois separados] foi tomada, mas não pude tornar isso público até o final desta temporada. Então, quando recebia todas essas perguntas [em entrevistas anteriores], eu sabia o que estávamos fazendo, mas nunca consegui falar sobre isso. Ficou um pouco frustrante do meu lado, mas eu entendo totalmente a posição da DC. Eu disse desde o início que queremos colocar nossa própria marca na propriedade do Superman. Isso não foi feito para nos alienar do Arrowverse, mas como muitos dos outros programas infelizmente não estarão mais no ar, parecia a coisa certa a fazer. Embora esse Superman esteja ciente do multiverso, conforme estabelecido no episódio 7 da 1ª temporada, temos que pensar nisso como um Superman separado, um doppelganger daquele que estava no Arrowverse. Eu entendo porque todo mundo está querendo as referências, mas teria parecido errado”.
Com o fim de Batwoman e Lendas do Amanhã, The Flash agora se destaca como a única série da CW ambientada na Terra-Prime. Enquanto Superman & Lois e Stargirl existem dentro do multiverso do Arrowverse, atualmente participam de um crossover de quadrinhos com os outros programas.
O universo iniciado em 2012, com Arrow, está bem sub-representado na rede agora. Isso também pode explicar a decisão de apresentar todos shows, exceto Superman & Lois, no crossover “Armageddon” de The Flash, no início deste ano.
O último episódio da segunda temporada de Superman & Lois chega na HBO Max, sexta-feira (01). A série retornará para sua terceira temporada, pela CW, no início de 2023.
Musicais e DC tem um histórico vasto, com muita de suas produções incorporando tal gênero em suas narrativas e diversas vezes e há um certo tempo, não sendo novidade a sua união, apesar das mais recentes repercussões.
Em uma reviravolta digna de aplausos, foi anunciado que a enigmática sequência do bilionário filme Coringa, estrelado por Joaquim Phoenix, poderá ser um musical. Informação essa que, como já esperado, causou um grande alvoroço na barulhenta rede mundial de computadores, dividindo o público entre aqueles empolgados com a possível nova empreitada do universo DC, os receosos com o resultado final que essa mistura química pode gerar e, é claro, uma parcela completamente descontentes a direção que o projeto decidiu trilhar.
Tendo isso mente, nada mais digno do que relembrar alguns dos melhores momentos musicais que já marcaram a historia das produções originais da DC. Confira:
Conheça o Music Meister!
Batman: Os Bravos e Destemidos é uma das animações mais singulares já lançadas pela DC, prestando uma homenagem a conhecida “Era de Prata” da editora e se permitindo brincar com os mais diversos modelos e arquétipos, entregando um produto final metalinguístico e ousado, narrado pelo ponto de vista do Batman. E é claro que em meio as suas 3 temporadas, a animação contou com um episódio musical.
Em Mayhem of The Music Meister, os fãs são apresentados ao vilão Music Meister, um personagem criado para produção e dublado originalmente por Neil Patrick Harris. Possuindo a habilidade de “encantar” suas vítimas por meio do canto, as fazendo entrar em uma espécie de transe onde, além de obedecerem aos seus comandos, também começam a cantar e dançar, como num verdadeiro musical.
Entre os destaques do episódio, temos a batalha final entre Canário Negro e Batman, que batalham em um duelo de canto para impedir que o ardiloso vilão mantenha Gotham, e o restante do mundo, em suas mãos.
Ninguém faz melhor que as Aves de Rapina!
E para os amantes de um bom Jazz, Bravos e Destemidos tem algo especial para vocês.
Durante os eventos do episódio The Mask of Matches Malone, as heroínas Caçadora e Canário Negro precisam unir forças a sensual Mulher-Gato para trazer um desmemoriado, e agora mafioso, Bruce Wayne de volta a razão.
Em dado momento, quando se encontram encurraladas em meio aos chefões do crime organizado de Gotham, o trio improvável de femme fatales decidem solta a voz em uma apresentação recheada de comentários de duplo sentido envolvendo os másculos heróis do universo DC. Algo que certamente passou despercebido pelos ouvidos de seu público mais… inocente.
A matadora voz de Dinah Lance…
Falando em Canário Negro, a heroína mais recentemente também foi o foco de um curto, mas marcante momento musical, dessa vez em carne, osso e muito neon.
Mostrando ter uma “voz de matar“, Dinah Lance fazia sua estreia nas grandes telas no filme Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa, pegando emprestado os vocais poderosos da atriz Jurnee Smollett, com o cover da canção It’s Man’s Man’s World, de James Brown.
Inclusive com essa nova versão sendo lançada juntamente com o restante da trilha sonora oficial do filme, que conta com faixas originais cantadas por grandes nomes da música como: Normani, Doja Cat e Megan Thee Stalion. [Ouça aqui].
Canário Negro – A Banda!
Durante a reformulação editorial conhecida como DC You, Dinah foi a estrela de um título solo escrito por Brenden Fletcher e com desenhos de Annie Wu, mostrando a vigilante combatendo vilões enquanto parte em um turnê ao lado de sua banda, a Canário Negro.
E, como forma de celebrar o lançamento do primeiro volume da HQ, a DC lançou em 2016 um Extended Play (EP) com três faixas, Fish Out of Water, Old World e uma cover de The Man With The X-Ray Eyes, da banda Bauhaus.
As canções foram escritas por Fletcher, que também toca as faixas em parceria com o produtor Joseph Donovan e a guitarrista e vocalista da banda Caveboy, Michelle Bensimon.
O projeto foi um tamanho sucesso, e acabou levando ao lançamento de um novo álbum em 2017 em comemoração aos 70 anos da personagem, intitulado Black Canary EP 2. Contendo as três faixas inéditas: Get In The Car, Lost Art e Last Days.
Lego Batman – O Musical
Muito se discute sobre qual seria o melhor filme do Batman, e apesar de extensa a lista, pouco se fala da genialidade que existe em Lego Batman – O Filme. E, uma das maiores provas disso está no número musical que não só apresenta essa nova versão do homem-morcego, como também explica o porque ele é a definitiva.
Em mais um dia comum em Gotham City, Batman precisa frustrar mais um plano diabólico do Coringa, que desta vez está acompanhado de toda a extensa, e colorida, galeria de vilões do herói encapuzado.
Com tremenda facilidade, o Batman vai derrotando um por um enquanto reforça a arrogância que o filme irá em seu decorrer desarmar. Tendo como destaque a afirmação inesperada de que, apesar da fortuna, o herói não paga imposto.
Legends of Bollywood
Legends of Tomorrow é conhecida por sua peculiaridade, e em meio a todas as loucuras que já aconteceu em suas 7 temporadas, um musical na realidade parece algo até natural de se acontecer.
Durante os eventos de Séance and Sensibility, o Deus do Amor Hindu Kamadeva usa de seu poderes divinos para mudar o amor, algo que acaba afetando a autora Jane Austen, que acabou nunca escrevendo seus livros, precisando as lendas partirem para o ano de 1809 para resolverem o epicentro de um alerta mágico.
O grande destaque do episódio fica a cargo de Zari (Tala Ashe), que se abre sobre o do por que ela ser tão resistente à ideia do amor, através de uma dançante, colorido e Bollywoodiano número musical.
Delírios de pessoas como nós…
Quando o assunto é surto, a DC parece ter uma grande propensão ao caos quando se trata de suas adaptações, ao ponto que musicais são apenas uma consequência inevitável desses universos. Tendo Patrulha do Destino abraçado essa característica e feito dela uma cartada obrigatória de todas as suas temporadas.
Contudo, a de maior destaque não poderia ser outra além do cover de People like Us, da cantora Kelly Clarkson, performado pela dupla Matt Bomer e Alan Mingo Jr., em uma falso momento catártico de Larry Trainor, juntamente de Maura Lee, na boate de Danny – A Rua.
A cena em questão mostra Larry finalmente se aceitando em um ambiente seguro para pessoas como ele. Em uma apresentação que o livra de suas ataduras e expôs ao mundo um sentimento genuíno de felicidade, que contrapõe o clima melancólico natural do personagem. Todavia, ao final, tudo não passava de uma pensamento que nunca foi realmente posto em prática.
Super-Amigos
Durante os primórdios do que um dia seria o hoje conhecido como Arrowverse, uma divertida coincidência pairava esse universo. Grant Gustin e Melissa Benoist, dóis dos nomes de maior peso desse universo já fizeram parte do elenco da série Glee, sendo apenas uma questão de tempo até que tal passado musical fosse devidamente explorado nas telas.
Intitulado Dueto, o episódio musical foi um dos primeiros crossovers entre as produções heróicas da CW. Transportando os trajados Flash e Supergirl para dentro de uma narrativa melódica, ao estilo dos grandes clássicos Hollywoodianos. Tal façanha foi resultado da intervenção do vilão Music Meister, interpretado desta vez pelo outro ator emprestado de Glee, Darren Criss.
Sendo a canção conjunta Super-Friends composta pela dupla Rachel Bloom e Tom Root, da também série musical Crazy Ex-Girlfriend.
Pedido de casamento de Iris West!
Entretanto, apesar de divertido, o ponto alto do crossover na realidade fica nas mãos apenas do velocista escarlate.
Ao final do episódio da temporada 03 EP-17, com a ameaça vencida e Kara voltando para sua Terra natal, temos o tão aguardado pedido de casamento do casal Barry Allen e Iris West.
Com o herói declarando seu amor e afirmando que apesar das adversidades que o casal possa enfrentar, ele sempre voltará para os seus braços.
A canção Running Home To You, foi escrita para a série pelos compositores premiados Benj Pasek e Justin Paul, responsáveis canção City of Stars, do filme La La Land.
Batman apresenta: Solidão…
Para finalizar, não poderia faltar aquele que é o momento musical mais memorável da história de todo o universo DC.
Obviamente, estou me referindo ao solo do Batman na animação da Liga da Justiça Sem Limites. Onde para livrar a Mulher-Maravilha do encantamento da Bruxa-Deusa Circe, o Cavaleiro das Trevas mostra que além do seu cinto de utilidades, também é armado com uma potente voz.
Solidão acabou se tornando um clássico das animações da DC, sendo constantemente relembrando pela quebra de expectativas. Além de tocar o coração dos telespectadores.
E você? Se lembra de mais algum momento musical das produções da DC que acabou ficando de fora?
Em Arlequina #22, da escritora Stephanie Phillips e do artista Matteo Lolli, inicia um novo arco em que a personagem precisa resolver seu próprio assassinato.
A DC Comics divulgou suas solicitações para setembro de 2022, incluindo detalhes e uma sinopse para Arlequina #22. A sinopse (escrita no estilo da própria) promete que Arlequina é “morta neste… de verdade” e que, como detetives fictícios como Sherlock Holmes e Hercule Poirot não estão disponíveis, ela precisará resolver o crime de sua própria morte. Ainda não se sabe como Arlequina morrerá, mas o título promete um arco selvagem para os leitores mergulharem.
Arlequina tem lidado com um inimigo assassino, “The Verdict”, nas edições recentes do título. Esta vigilante armada tem como alvo os funcionários corruptos de Gotham City, criminosos que trapaceiam o sistema e pior, não apenas matando seus alvos, mas removendo um de seus globos oculares como cartão de visita. Devido a uma conexão pessoal com a princesa palhaço, Veredicto incriminou Arlequina por assassinato, mas ela ainda não chegou a matá-la como todas as suas outras vítimas.
Se Verdict estará em Arlequina #22 é desconhecido até o momento, mas a edição marca outro marco para a série. A solicitação rotula Lolli como a nova artista do solo da personagem, um papel que foi ocupado pelo artista Riley Rossmo desde o início da última edição de quadrinhos do personagem, lançada com a era Infinite Frontier da DC Comics. Rossmo ainda contribuirá para o one-shotHarley Quinn 30th Anniversary Special #1, que será lançado em setembro também com o retorno de criadores anteriores de Arlequina, como Amanda Conner, Jimmy Palmiotti, Paul Dini, Chad Hardin e muito mais.
Quanto à arte da capa, a edição continuará a homenagear algumas das capas icônicas de Batman ao longo da história, como o trabalho do artista Brian Bolland em Batman: A Piada Mortal #1. A próxima edição contará com uma capa variante de Ryan Sook que adiciona a silhueta de Arlequina ao lado do Caped Crusader em uma homenagem ao Batman: O Cavaleiro das Trevas # 1 do escritor-artista Frank Miller.
Confira a sinopse:
A Quinn está morta! Vida longa à Quinzinha! Estou morta neste… de verdade! Morta. Falecida. Finada. Defunto. Empurrando margaridas. Alguém precisa resolver meu assassinato e, como não vejo Sherlock Holmes ou Hercule Poirot por perto, acho que terei que ser eu. No entanto, já que estou morta… existem certos obstáculos a serem superados. O arco mais selvagem da Arlequina começa aqui… prepare-se para assassinato, travessuras multiversais e mais participações especiais, com Stephanie Phillips e o novo artista Matteo Lolli!
Fronteira Infinita é um novo jeito de abordar o multiverso que sempre foi a base editorial da história DC desde 1961 com a edição Flash #123. Desde então, o conceito foi explorado a cada vez que se necessitava revitalizar as histórias da revista, apresentando as famosas crises que remodelavam o universo DC.
Em 2020 chega a primeira anti-crise com Noites de Trevas: Death Metal, tornando todos os eventos ocorridos na grande história da editora uma linha contínua nas lembranças de seus personagens e um novo multiverso, uma fronteira sem fim e desconhecida tanto para heróis quanto vilões.
A minissérie Fronteira Infinita, lançada entre março e junho de 2021 foi escrita por Joshua Williamson, equipe artística composta por Xermanico, Paul Pelletier, Norm Rapmund, Jesús Merino, Tom Derenick, Raúl Fernández e Romulo Fajardo Jr, chegando no Brasil em fevereiro de 2022., lançada pela editora Panini. Na trama, vemos as consequências do conhecimento de tantos mundos e o medo de ser ameaçado por algum deles.
Além das 6 edições da minissérie, entre abril e junho, foi lançado de forma digital Fronteira Infinita: Arquivos Secretos; uma série de títulos individuais escrito por Dan Walters, Joshua Williamson, Stephanie Phillips e Brandon Walters explorando personagens que estarão na história principal como Calvin Ellis da Terra 23, Roy Harper, Jade, o Diretor Bones e o Pirata Psíquico que até antes de Fronteira Infinita, era o único personagem que lembrava de todas as mudanças de realidade no universo DC.
Capa alternativa de Fronteira Infinita.
Um novo multiverso e uma grande ameaça ao futuro…
A história conecta com a última edição de Noites de Trevas: Death Metal e a exploração de diversos mundos que surgiram e a não centralização da Terra 1 como a principal do universo DC. Além destes fatos, o surgimento de uma Elseworld, (em que todas as pessoas tem consciência que o multiverso é real), Diana Prince é convocada a fazer parte da quintessência e a versão mais poderosa de Darkseid que já existiu tornam este novo universo mais amplo a cada página.
Dentre estas narrativas da minissérie, temos pequenos arcos como Roy Harper ter se tornado um usuário do anel de Lanterna Negro, o diretor Bones recrutando um grupo para defender a sua versão da Terra, Barry Allen que não é mais o Flash principal passando este título para Wally West e partindo para mapear o novo Multiverso, além do Presidente Superman ao lado do Batman Thomas Wayne enfrentando a nova ameaça que surge com a Liga da Justiça Encarnada e o retorno do primeiro Lanterna Verde Alan Scott e seu filho Manto Negro em busca de Jade que desaparece no começo da história.
Capa de Fronteira Infinita Vol.02 pela editora Panini.
Outro ponto interessante, ainda parte da consciência de todos sobre multiverso, pessoas estão temendo que seu mundo seja atacado e outras sonhando com as possibilidades e novas realidades. O mais curioso que existe os negacionistas de multiverso, sendo um grupo de pessoas que espalham a notícia que isso tudo que eles estão falando uma mentira (um paralelo bem curioso com o nossa realidade não?).
Mulher-Maravilha ao lado da quintessência.
Ainda nessa pluralidade de arcos, a minissérie não se perde em sua proposta inicial de nos mostrar que realmente a DC se tornou uma fronteira infinita em que tudo realmente está se tornando parte da grande divina continuidade deste universo. A história também nos prepara para uma nova grande ameaça que surge no horizonte, ao encontrarmos um segundo multiverso, aquele que se destruiu em Crise nas Infinitas Terras e que o personagem Pária retornou ainda com sua punição de ver mundos sendo destruídos. Ali, ocorre um breve encontro com Barry Allen que, ao confronta-lo, é preso em um outro multiverso denominado de Multiverso Flash Terra 1.
Fronteira Infinita é uma história que abre as possibilidades para o conceito de omniverso DC, uma grande vastidão de universos que estarão todos funcionando na mesma continuidade, além de nos preparar para a terrível ameaça que vai além dos anseios de Darkseid e a sua jornada pela equação anti-vida, que agora busca algo muito maior e ainda nos pega pela nostalgia com os retornos de personagens antigos que eram queridos do universo DC.