A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
52 é considerada a HQ mais ambiciosa da DC Comics por sua publicação semanal, foco em personagens secundários e uma narrativa que redefiniu o conceito de universo compartilhado.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
52 é considerada a HQ mais ambiciosa da DC Comics por sua publicação semanal, foco em personagens secundários e uma narrativa que redefiniu o conceito de universo compartilhado.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
Justiça Jovem chegou ao fim de sua quarta temporada provando que crescer é um processo natural da vida. Nossas escolhas, amores e perdas fazem parte de um caminho que nós mesmos trilhamos, da melhor forma que podemos fazer. Por mais que uma parte de quem somos seja imutável, é impossível permanecer sendo a mesma pessoa que deu seus primeiros passos nessa turbulenta jornada que nomeamos de vida. Intitulada “Espectros”, o quarto ano da série repõe os holofotes naqueles que um dia foram seus primeiros rebeldes sem causa, mostrando o peso do tempo em suas vidas e na produção como um todo, ressoando a maturidade adquirida pelos seus realizadores.
Mais de uma década separa “espectros” de sua primeira temporada e, entre cancelamentos, retornos e a fervorosa febre midiática do gênero de super-heróis, Justiça Jovem sempre soube ser única em meio a tantas outras produções similares por nunca ter medo de experimentar, trazendo a cada nova temporada uma nova ferramenta que lhe dava um frescor genuíno, mesmo em seus momentos mais baixos. Sendo o grande diferencial desse novo ano a atenção aos detalhes, em especial para toda a trajetória do mundo ao qual deu à luz.
Tal revisionismo traz consigo o protagonismo dos sete heróis originais (restantes) da primeira temporada, que ganham para si seus próprios arcos individuais e interconectados. Em um formato que permite uma melhor administração de seu orçamento não mais tão grandioso através de mudanças fluidas entre os seus mais distintos núcleos, juntamente com uma sagacidade pontual adquirida pela junção de seus erros e acertos. Aproveitando por completo todo seu potencial narrativo sem nunca se apoiar fortemente em atalhos baratos de nostalgia, ainda que não deixe de presentear os corações dos mais atentos. Trazendo um sentimento aconchegante de familiaridade semelhante ao de reencontra um querido amigo de longa data.
Em novo ano, Justiça Jovem mostra todo potencial de seu universo
Como resultado, “Espectros” evidência a importância transformadora do processo na vida dos personagens para além de suas máscaras. Havendo um fechamento de ciclos sem a necessidade de pontos finais, na mesma medida em que abre espaço para propor conversas nunca antes tão bem postas em obras do gênero, dando voz para uma pluralidade de vivências que fogem da normatividade de forma natural, assim como o mundo que decide espelhar, mas sem cair na graça de respostas vazias. Algo encontrado em todos os arcos, mas em especial nos de Mutanoe Violet Harper, que rondam a temporada lidando com questões envolvendo saúde mental e a busca pela própria identidade como uma pessoa queer e mulçumana, respectivamente.
Mesmo em meio a um encerramento, os olhares de Justiça Jovem permanecem no horizonte
Durante anos a primeira temporada de Justiça Jovem permaneceu imbatível como o melhor ano da série, mas temo noticiar que sua coroa agora está nas mãos de “Espectros”, que surge como uma dedicatória destinada a todos que trilharam essa jornada e, assim como ela, floresceram pelo caminho. Mas não se enganem, os pontos usados aqui estão longes de indicar um final, pois enquanto por um lado a produção encerra antigos ciclos, seus olhares já se encontram no horizonte ansiando pelas novas histórias que estão só esperando o momento em que finalmente são contadas.
Apesar de terem deixado alguns pontos em aberto, principalmente em seus minutos finais, uma nova temporada da série animada ainda não foi anunciada (LEIA MAIS AQUI).
O lendário dublador do Batman, Kevin Conroy, em parceria com a DC está contando uma história pessoal sobre ser um homem gay em DC Pride 2022 #1, lançada nesta semana.
O ator é conhecido por dublar o Batman em Batman: The Animated Series e em vários outros filmes de animação, além de videogames e séries de televisão da DC.
O ator nasceu em Nova York se tornou a voz principal de Batman: The Batman Animated Series no início dos anos 90, continuando a dublar o personagem em Batman Beyond, Liga da Justiça, Liga da Justiça: Sem Limites e filmes animados da DC. Kevin Conroy também apareceu como Bruce Wayne da Terra-99 durante o crossover Crise nas Infinitas Terras do Arrowverso.
Como parte da antologia DC Pride 2022 o ator escreveu uma história sobre sua autodescoberta, chamada “Finding Batman” ao lado dos artistas J. Bone e Aditya Bidikar. Ele revelou como o Batman foi um ponto de virada em sua vida e em sua identidade. Kevin Conroy afirmou ter colocado sua própria máscara ao longo de sua vida, pois como narra ele, cresceu em uma família devotamente cristã e problemática, escondendo que era gay em sua vida pública por décadas. Ele ainda contou como viveu a epidemia de HIV/Aids nos anos 80, e como foi ver seus amigos próximos morrerem e o modo que foi xingado por colegas atores e produtores. Conroy disse ainda que lutou com dúvidas sobre si mesmo e sua carreira por décadas até receber uma ligação sobre um papel de voz para Batman: The Animated Series.
Kevin Conroy escreveu como ele se relacionou com o Batman e se perguntou se ele fez muitos compromissos em sua personalidade pública versus a vida privada como um homem gay, o que ele comparou com as lutas do Batman com sua própria vida de duelo. O ator descreveu a situação como “trinta anos de frustração, confusão, negação, amor anseio por uma sensação de segurança” e ainda disse que identidade era algo com o qual ele se relacionava, pois a situação o ajudou a formar a voz que se tornaria o Batman. Ele sentiu “Batman subindo de dentro para fora”.
Sobre a história escrita por ele, é correto afirmar que os fãs estão conhecendo um lado totalmente diferente e mais pessoal de Kevin Conroy graças à sua contribuição para a publicação, uma história que explica como dar voz ao Batman e aprender a encarnar um super-herói o ajudou a viver como um homem gay, depois de enfrentar escrutínio e abuso por sua sexualidade no início de sua carreira.
Kevin Conroy expressou publicamente sua sexualidade pela primeira vez em uma entrevista de 2016, embora a revelação tenha passado despercebida. Agora, com o lançamento de sua história DC Pride 2022, ele está se abrindo mais do que nunca sobre como ser o Batman o ajudou.
Ele ainda agradeceu aos fãs sobre a receptividade de “Finding Batman” em um vídeo publicado no twitter:
“Olá, aqui é o Kevin Conroy. Eu gostaria de separar um momento para a agradecer a todos vocês pelas reações que estou recebendo por conta da história que escrevi para o DC Pride. Tem sido uma resposta incrível. Sabe, é um risco compartilhar algo tão pessoal. Mas vocês fizeram esse risco valer a pena, porque o apoio tem sido extraordinário. Só queria ter certeza que vocês sabem disso. Também gostaria de separar um momento para agradecer à equipe da DC, que trabalhou comigo nisso: J. Bone, Arianna Turturro, Jessica Chen e Aditya Bidikar. Todos foram muito solidários e prestativos. Mas, novamente, nunca subestimem o quanto eu valorizo cada um de vocês e o que vocês me deram de volta, pelas minhas performances. Significa o mundo para mim. Se cuidem.”
A história de Kevin Conroy relata seus primeiros dias como ator, lutando com sua sexualidade em meio ao assédio de seus colegas e outros na indústria do entretenimento, bem como sua própria educação, culminando em seu papel de voz de Batman para o agora lendário Batman: The Animated Series . A história continua comparando a ideia de Batman e sua identidade secreta como Bruce Wayne para viver uma vida dupla como um homem gay não assumido- uma vida que Kevin Conroy agora leva abertamente.
Mulher-Maravilha ganhará um novo traje dourado em novo one-shot Worlds Without a Justice League: Wonder Woman.
Na plataforma Substack, a escritora Tini Howard compartilhou a arte da capa da artista Leila Del Duca para a edição Worlds Without a Justice League: Wonder Woman, que vê a super-heroína titular ostentando sua nova roupa dourada, espada e escudo. Esteticamente, o novo traje da Mulher-Maravilha certamente lembra de sua clássica armadura de ouro que apareceu pela primeira vez em O Reino do Amanhã, embora existam algumas diferenças de design.
Capa de Worlds Without a Justice League: Wonder Woman (artista Leila Del Duca)
“Em setembro, dou as mãos à irmã temisciriana Leila Del Duca para trazer a vocês minha primeira história da Mulher-Maravilha, completa com lindas flores de cerejeira e uma homenagem de capa à minha cidade natal de Washington, DC”, escreveu Howard. “Eu amo o trabalho de Leila desde que eu era uma funcionária de uma loja de quadrinhos, estocando prateleiras com Shutter, um favorito dos clientes da minha loja. Ela também desenhou uma das minhas edições favoritas de Wicked + Divine, uma edição super gótica sobre a Morrigan que francamente estava maravilhosa. Trabalhar com ela parece um emocionante ponto alto para a Tini de 2015. Obrigado Leila!”
A escritora continuou: “Eu não quero estragar muito – então eu mantive as coisas vagas, mas uma das minhas coisas favoritas sobre escrever esta história foi mergulhar no incrível mito das Amazonas que foi estabelecido recentemente pelos escritores Stephanie Williams e Vita Ayala. Entre as incríveis histórias de apoio da Mulher Maravilha que levaram ao Julgamento das Amazonas ao trabalho conjunto em quadrinhos como Núbia e as Amazonas, estou mais no mundo deles agora mais do que nunca. Ambos fazendo coisas incríveis por lá, eu realmente estava muito empolgada para construir aquele mito nesta história.”
Capa variante de Worlds Without a Justice League: Wonder Woman (Al Barrionuevo)
Worlds Without a Justice League: Wonder Woman está programado para o mês de setembro. Além da história principal escrita por Howard e ilustrada por Del Duca, a história em quadrinhos apresenta uma história de apoio do escritor Dan Watters e do artista Brandon Peterson. Além da capa principal de Del Duca, também apresenta uma capa variante 1:25 de Al Barrionuevo, além de uma variante de folha 1:50 de De Duca (a última ainda não foi revelada).
O novo quadrinho da Hera Venenosa mostrou que a vilã é extremamente perigosa mesmo sem poderes.
A vilã, ou eco terrorista, Hera Venenosa já provou inúmeras vezes que ela é uma ameaça de alto nível. Em um arco de Batman (#41 a 43) chamado “Todo mundo ama Ivy”, ela foi capaz de controlar mais de 7 bilhões de habitantes da Terra ao mesmo tempo, incluindo os membros da Liga da Justiça. Não seria surpresa se a vilã tivesse a habilidade de criar umevento de extinção em massa no planeta. Em seu quadrinho solo, é exatamente isso que Hera Venenosa pretende fazer.
Hera Venenosa #1 (DC Comics)
O caminho dessa decisão radical começou quando ela se tornou Queen Ivy durante Batman: The Joker War Zone. Essa nova forma da Hera tem uma personalidade mais brutal, disposta a destruir Gotham para criar um novo paraíso. Mais tarde, durante os eventos de Batman Fear State (Batman #117), Arlequina aparece para impedir Queen Ivy e a avisa de que ela vai morrer se continuar nessa forma por causa da conexão com O Verde. Graças a Jardineira (Batman Secret Files: The Gardener), existe uma outra versão de Hera Venenosa, contento a parte mais pura da personalidade de Pamela Isley. Por fim, as duas versões se fundiram e voltaram a ser Hera Venenosa.
A nova-antiga Hera Venenosa ainda é muita poderosa e tem receio que acabe perdendo a cabeça em algum momento. Então, ela utiliza seus poderes para impedir a destruição de Gotham, causada por ela mesma, e ajuda a salvar a vida de uma criança. Ao fazer isso, ela acabou perdendo a conexão com O Verde (Batman #124) e acaba culpando a Jardineira e Arlequina. Ela decide procurar o homem que a transformou em Hera Venenosa da primeira vez para tentar recuperar seus poderes, mas não funcionou como antes. Com resquícios de seu poder, ela inala o fungo Ophiocordyceps lamia se tornando uma arma biológica ambulante.
Hera Venenosa #1 (DC Comics)
Em sua história solo escrita por G. Willow Wilson e com a arte de Marcio Takara, Hera já colocou seu plano em prática para saciar o desejo d’O Verde. Admitindo que não gosta de matar animais, ela explica como a humanidade destruiu a harmonia entre animais e plantas, introduzindo outras espécies onde não deveria, criando uma espécie de câncer ecológico. A vilã está percorrendo o país de forma discreta, para evitar a interferência da Bat-Família, espalhando o fungo por fazendas de gados causando a morte dos rebanhos.
Apesar de não gostar de matar animais, está claro que ela sente prazer em ver humanos morrendo pela ação do fungo. O desprezo por humanos está tão grande que ela não hesita em tirar a vida de quem entrar em seu caminho. Apesar disso, Hera Venenosa ainda preserva parte da humanidade ao se sentir arrependida em culpar e deixar Arlequina para trás. Afinal, em todos os anos da existência da vilã, a única pessoa com quem ela se relacionou da maneira mais humana possível (da amizade ao romance) foi com Harleen Quinzel/Arlequina.
Hera Venenosa #1 (DC Comics)
Porém, esse desejo de ter Arlequina ao lado dela durante essa jornada não é o suficiente para parar seu plano: levar o fungo mortal para o porto de Seatle, onde ela pretende entrar em um container rumo a Taipei. Os esporos dos fungos são estrutura bem pequenas e leves, capazes de ficarem suspensos no ar e percorrerem centenas de quilômetros com o vento. É uma arma poderosa e difícil de ser combatida por ser quase impossível de serem notados. Considerando como ela foi capaz de controlar o mundo uma vez, Hera Venenosa pode causar um massacre de proporções surreais dessa vez se não for parada a tempo.
Coringa 2 está acontecendo oficialmente. Na tarde da última terça-feira (7/06), o cineasta Todd Phillips compartilhou duas fotos em sua conta do Instagram.
A primeira foi uma capa do roteiro da sequência, que revelou o título chamado de “Joker: Folie à Deux” (Coringa: Loucura a dois). A segunda imagem mostrou a estrela de Coringa, Joaquin Phoenix, lendo o roteiro. Confira:
Com um orçamento de produção de apenas US$ 55 milhões, o filme de Phillips acabou arrecadando mais de US$ 1,074 bilhão nas bilheterias globais, se tornando a produção baseada em quadrinhos mais lucrativa até hoje.
Projeto que é a paixão de Dwayne Johnson por mais de uma década, finalmente chegou a hora de presenciar o Adão Negro em ação!
Confira o primeiro trailer para o próximo filme da DC que promete mudar a hierarquia de poder dentro do nosso Multiverso favorito:
Acompanhado do trailer, The Rock confirmou o fim das gravações adicionais para o filme na última terça-feira (8), com a produção em curso firme para sua estreia em outubro.
The Rock tem se dedicado bastante a DC esse ano, com 3 dos 4 projetos de cinema em 2022 sendo produzidos pelo ator.
DC Super Pets, a animação focada nos animais de estimação dos heróis, e Shazam: Fúria dos Deuses, a aguardada sequência ao filme do nêmesis de Adão Negro, chegam nos cinemas de todo mundo antes e depois do filme solo de Johnson, além de ambos serem produzidos pelo ator.
Adão Negro.
Adão Negro chegará aos cinemas brasileiros no dia 20 de outubro de 2022.
Muito além do que se possa imaginar, a DC é um compilado de décadas das mais singulares histórias, sejam elas impressas nas páginas dos gibis ou visualizada em suas inúmeras adaptações, na maioria protagonizada por um grande ator ou atriz. Todavia, existe uma parcela escondida dos olhos famintos do público por estarem fascinados demais com o espetáculo de capas ao vento para olharem com atenção para aqueles que deram vida a um mundo que antes só habitava os sonhos febris da imaginação…
E, nesse caminhar pelo sonhar, uma figura chama a atenção por marcar a editora com somente a sua presença e um segredo guardado a sete chaves. Sem mais delongas, contemplem hoje a história de Aleshia Brevard, a primeira atriz transsexual a interpretar uma personagem da DC Comics.
Origem Secreta de Aleshia Brevard
Aleshia Brevard nasceu em 9 de dezembro de 1937, crescendo em uma família religiosa em uma parte rural do Condado de Trousdale no estado estadunidense do Tennesse. “Buddy”, como era conhecida entre seus familiares, sempre se sentiu diferente das outras crianças pela sua forte insatisfação com o garoto que presumia ser, desenvolvendo disforia de gênero e orando todas as noites para acordar como uma garota.
Sempre almejando os cintilantes holofotes dos cinemas, Brevard se mudou para oeste da Califórnia logo após a sua formatura, aos 15 anos, onde começou a se apresentar como drag no Finocchio’s Club em São Francisco sob o nome artístico de Lee Shaw no início dos anos 1960, fazendo impressões de Marilyn Monroe, eventualmente alcançando renome o suficiente para que a própria Marilyn fosse em uma de suas performances, se tornando a atração principal do clube.
Foi nessa época em que a atriz conheceu o especialista em gênero Harry Benjamin para ajudá-la com sua transição. Juntando dinheiro o bastante para viajar para Los Angeles para se encontrar com o urologista Dr. Elmer Belt, por recomendação de Benjamin, ela daria lá início a sua transição. E, após uma série de consultas, Aleshia Brevard dava início a sua nova vida ao se tornar uma das primeiras pessoas a se submeter a uma cirurgia transgênero, em 1962, numa época em que o termo “transgênero” ainda não existia.
Atriz Aleshia Brevard em ensaio fotográfico para a Playboy.
Após a cirurgia, Brevard voltou ao Tennesse para se recuperar junto de sua família, que colocaram o amor pela sua filha acima de qualquer desconforto que sentissem. Seu avô, por exemplo, recebeu sua neta com um forte abraço, começando a chamar Brevard de “Rosy“, um apelido carinhoso dado por ele a ela na infância.
Depois de um ano de recuperação, Brevard se matriculou como estudante na Middle Tennessee State University para sua graduação, que ocorreu em 1965. Após uma temporada como coelhinha da Playboy, ela estudou atuação, fazendo sua estreia na televisão no The Red Skelton Show e depois nos cinemas com o filme Um Homem Irresistível (1969).
Para se manter em pé de igualdade com outras atrizes, Brevard manteve o segredo sobre suas origens. Vindo a se casar quatro vezes, embora dois de seus maridos nunca souberam de seu passado. No final da década de 1970, ela havia obtido um mestrado na Universidade Marshall e complementado sua renda como professora de cinema e teatro.
Legends of the Superheroes foi um especial para televisão de 60 minutos dividido em duas partes produzidos pela Hanna-Barbera Productions que foi ao ar na NBC entre os dias 18 e 25 de janeiro de 1979. Baseando-se vagamente na série animada do Super-Amigos, e contando com as participações de Adam West e Burt Wars reprisando seus papéis da série do Batman dos anos 1960.
No primeiro episódio acompanhamos a Liga da Justiça da América se unem no Hall dos Heróis para celebrar o aniversário do super-herói aposentado Scarlet Cyclone (William Schallert). A festa é interrompida pela Legião da Mal que anunciam ter escondido uma bomba mortal em um local secreto, e os heróis devem seguir pistas para encontrá-la. É tudo um ardil para enganar os heróis para beber a poção maléfica do Dr. Sivana (Howard Morris).
No episódio seguinte há uma mudança de formato e vemos uma espécie de game show apresentado pelo comediante estadunidense Ed McMahon. O programa conta com diversos seguimentos que trazem de volta todos os personagens visto no episódio anterior e apresenta alguns novos. Entre eles vemos uma entrevista exclusiva entre a vilã Giganta (Aleshia Brevard) e o herói Átomo (Alfie Wise), onde eles contam sobre o seu inusitado casamento.
Vida Posterior
Aleshia Brevard viveu sua vida como uma mulher fora da comunidade transgênero até publicar seu livro de memórias best-seller, The Woman I Was Not Born to Be: A Transsexual Journey (2001). Na obra, ela revela sua dificuldade em se identificar como uma pessoa trans no início, desviando de perguntas muita das vezes, algo que ela veio a trabalhar quando se sentiu mais a vontade com sua feminilidade e percebendo que estava negando sua própria história. Entretanto, tempos mais tarde, a artista mostrou sua insatisfação ao ser rotulada como um “molde transexual” pela mídia.
Ao todo, ela apareceu em novefilmes, e fez 36 aparições na televisão, produzindo mais de 20 peças, com nove escritas por ela, tendo também publicando um romance e seu livro de memórias.
A atriz, modelo, escritora e pioneira Aleshia Brevard morreu em 1º de julho de 2017, vítima de fibrose pulmonar, em seu apartamento na cidade de Scotts Valley, no condado de Santa Cruz, aos 79 anos.
Fontes:
Aleshia Brevard, transgender model, actress and writer. The Sydney Morning Herald. 2017.
Brevard, Aleshia (2001). The Woman I Was Not Born To Be: A Transsexual Journey.
Brevard, Aleshia (2015). Bilbo’s Bend.
Shepard, Nikita (2017). A Tennessee Trans Icon Comes Home: Remembering Aleshia Brevard.
Quando a Netflix anunciou a produção da série live action de The Sandman, mesmo com imagens dos bastidores, com o próprio criador da série de quadrinhos, Neil Gaiman, comunicando e comentando, com atores escalados… ainda parecia um sonho tão distante. Sim, parecia um sonho. E esse sonho agora tem uma data para se tornar real para todos os fãs. 5 DE AGOSTO! Este é o nosso momento.
Desculpe o devaneio, sim estou escrevendo de fã para fã nesse momento. Este, meus amigos, é o nosso momento. Esperamos tanto por ele. Neil Gaiman tem tanto apreço por essa obra que temos a certeza, temos a fé, e todas as sensações que ecoam nos túneis de nossos corações que fazemos deles templo de Desejo. E por muito tempo desejamos, desejamos que houvesse uma adaptação, tivemos receio, sim. Duvidamos, que um dia se concretizaria, que faria jus aos nossos mais profundos anseios. Então sonhamos, e sonhamos. “Os sonhos moldam o mundo. Os sonhos recriam o mundo, noite após noite.”
E nós sonhamos. Mil sonharam.
E The Sandman se realizou, ele está as portas do Sonhar.
Confira o Trailer de The Sandman
Existe um outro mundo esperando por nós quando fechamos os olhos e dormimos. Um lugar chamado O Sonhar, onde Sandman, o Senhor dos Sonhos (Tom Sturridge), dá vida aos nossos medos e fantasias mais profundos. Mas quando Sonho é capturado inesperadamente e mantido como prisioneiro por um século, sua ausência dá início a uma série de eventos que mudarão o mundo dos sonhos e o mundo desperto para sempre. Para restabelecer a ordem e consertar os erros que cometeu durante sua longa existência, Sonho precisa se aventurar por diferentes mundos e linhas do tempo, revendo velhos amigos e inimigos, e encontrando novas entidades, tanto cósmicas quanto humanas. Baseada na série de graphic novels premiadas da DC escritas por Neil Gaiman, Sandman é uma mistura rica e sombria de mito e fantasia, com grande foco nos personagens. A série conta com dez episódios épicos que seguem as diversas aventuras de Sonho. Com desenvolvimento e produção executiva de Gaiman, do showrunner Allan Heinberg e de David S. Goyer.
A primeira temporada irá adaptar os dois primeiros arcos do personagem, Prelúdios e Noturnos e A Casa de Bonecas, trazendo uma adaptação mais moderna dos personagens do quadrinho. No trailer como pudemos notar, o destaque para a versão feminina do John Constantine, Johanna Constantine, que por sua vez não será a antepassada de John que também tem participação no passado de Morpheus. Tivemos o deslumbre, um olhar sobre desejo, que transpira androgenia e sedução com uma camada vintage como se fosse tirada das paginas dos quadrinhos ou de um clipe da Lady Gaga. Todas as caracterizações tem o olhar minucioso do criador, como se tivessem sido moldados e pintado a mão, um por um, até mesmo a Hettie Maluquete, um personagem que acredito que poucos tenham dado importância a primeiro momento, brilha nestes poucos segundos que a vemos.
The Sandman
Caso ainda não conheçam a história de Sonho, Morpheus, Sandman, Oneiros, Oniromante, Lorde Moldador, Kai’ckul entre tantos outros de seus nomes, acompanhem o Clube de Leitura da Vovó Bondade especial: The Sandman. Nossas lives no youtube estão recapitulando as histórias de The Sandman e fazendo paralelos com a série. O Próximo episódio irá recapitular “A Casa de Bonecas”. Confira os capítulos abaixo.
Capítulos The Sandman: A Casa de Bonecas
9 – Contos na Areia
10 – Casa de Bonecas
11 – Mudança
12 – Brincando de Casinha
14 – Os Colecionadores
15 – Noite Adentro
16 – Corações Partidos
17 – Calíope
O Capitulo 13 é um conto “Homens de boa fortuna” que iremos discutir em outro episódio.
Inúmeros são os projetos já anunciados da DC, para todos os formatos de telas que puder conceber. Contudo, ainda pouco se sabe sobre o que esperar de tais produções, existindo um misto agridoce de curiosidade e receio na boca de uma parcela até que considerável dos fãs…
E, no centro desse amálgama de dúvidas, encontra-se The Flash, que ultrapassa todas as barreiras da ansiedade coletiva por unir um elevado grau de expectativas com uma subseção de informações vagas, principalmente sobre a sua ligação com o Multiverso.
Ao que sabemos, oficialmente, o longa terá como base a ideia original que levou aos acontecimentos da HQ Ponto de Ignição. “E se, Barry Allen voltasse no tempo para salvar a sua mãe?”. Decisão essa que desencadeia uma série de mudanças na linha cronológica do universo DC, de forma que, apesar de haver semelhanças, nada é mais como deveria ser.
O clássico anel do herói, mostrado no trailer de The Flash.
Todavia, perguntas ainda pairam no ar, algo que sempre resulta em uma avalanche de teorias e informações errôneas transmitidas por meio de “telefones sem fio”. Isso acaba criando no imaginário popular suposições que, em muito dos casos, estão longes de representar a realidade, sendo talvez, uma delas a certeza de que neste filme Bartholomew Henry Allen irá percorrer o multiverso DC.
Mas antes de qualquer coisa é necessário entender certos conceitos…
O que é o Multiverso?
De tempos em tempos, uma nova moda se estaura nos cinemas, resultando em um número sempre vasto de produções que desejam seguir essa nova tendência. Do couro ao hiper realismo, quem agora está nos holofotes é o conceito de Multiverso. Uma teoria vinda direto da ficção cientifica que afirma a existência de inúmeros universos onde todas as probabilidades podem ser possíveis.
“O conceito de Multiverso tem suas raízes em extrapolações, até o momento não científicas, da moderna Cosmologia e na Teoria Quântica, e engloba também várias ideias oriundas da Teoria da Relatividade de modo a configurar um cenário em que pode ser possível a existência de inúmeros Universos onde, em escala global, todas as probabilidades e combinações ocorrem em algum dos universos. Simplesmente por haver espaço suficiente para acoplar outros universos numa estrutura dimensional maior: o chamado Multiverso.
Os universos seriam, em uma analogia, semelhantes a bolhas de sabão flutuando num espaço maior capaz de abrigá-las. Alguns seriam até mesmo interconectados entre si por buracos negros ou de buracos de minhoca.”
Apesar de amplamente comentada, a teoria do multiverso continua sendo apenas isso, uma teoria e não existindo nenhuma evidência científica que comprove a sua veracidade, com sua extrapolação sendo mais o fruto do fascínio da imaginação humana por essa hipótese, do que ela em si.
Mapa oficial do Multiverso DC.
Todavia, nada impediu que essa ideia fosse usada sem freios em diversos campos da cultura pop. Tendo como um dos mais notórios exemplos dentro do selo DC, o crossover da Crise nas Infinitas Terras, de 1986, que deu um ponto final ao universo da editora conhecido até então.
E agora, com tudo isso em mente, chegou a hora de ir a fundo em mais um conceito antes de chegarmos em The Flash.
Qual o conceito de viagem do tempo?
A ideia de se deslocar pelo tempo e espaço é o sonho molhado de qualquer fã de ficção científica e por isso, muitas são as obras que exploram o imaginário por trás dessa possibilidade teórica. Havendo exemplos marcantes como a série Dark, da Netflix, a trilogia de De Volta Para o Futuro e até mesmo o clássico romance A Máquina do Tempo, de H. G. Wells, cada obra transpondo diferentes correntes de pensamentos quanto o que poderia acontecer numa viagem ao passado.
“A hipótese da viagem no tempo se refere ao conceito de mover-se para trás e/ou para frente através de pontos diferentes no tempo em um modo análogo à mobilidade pelo espaço-tempo. Algumas interpretações de viagem no tempo sugerem a possibilidade de viajar através de realidades paralelas.”
A primeira tese afirma que a história não pode ser alterada, mesmo que ações sejam feitas, elas jamais alterariam o curso natural dos acontecimentos pois tudo sempre aconteceu assim e sempre irá acontecer. Então, a viagem no tempo que tornou tal fato possível, logo não existe interferências sendo que tal ato já era predestinado, revelando que na realidade o livre arbítrio não passa de uma ilusão.
Outra teoria mais popularmente difundida é que a história pode sim ser alterada, com a linha do tempo podendo se mostrar resistente a tais alterações e tentando a todo custo voltar ao seu curso, ou se mostrando maleável e sensível a ideia de causa e efeito. Isso geraria um efeito borboleta, resultando em um presente completamente diferente do que era conhecido antes.
Por fim, uma ideia complementar a ambas as teorias é a possibilidade que tais viagens temporais não alterem a linha cronológica em si, mas criem uma nova realidade paralela separada do universo original. E é aqui onde ambas as teorias de viagem no tempo e Multiverso se encontram.
Nessa hipótese, a alteração temporal criaria uma nova linha temporal, com a anterior permanecendo intacta, e o viajante cruzando as fronteiras que separam ambos os universos em que poderá dar de cara com sua versão alternativa, ou substituí-lo sem as memorias desta nova realidade.
O que acontece em Ponto de Ignição?
Lançada em 2011, escrita por Geoff Johns e desenhada por Andy Kubert, a minissérie intitulada Ponto de Ignição, colocou Barry Allen no centro de um evento cataclísmico que mudou por completo o universo DC como era conhecido até então. A trama, tinha a real função de apagar tudo aquilo que era estabelecido para que a editora pudesse recomeçar do zero.
Confiram a sinopse oficial:
Barry Allen acorda em seu escritório e descobre que as coisas estão diferentes: ele se vê sem seus poderes, descobre que sua mãe ainda está viva, e que o mundo está em guerra. Desnorteado, vai em busca da Liga da Justiça, mas fica surpreso ao descobrir que eles não existem.
O escoteiro agora não mais atravessa os céus. Sangue e sal fazem as filhas da terra enfrentam os nascidos do mar. A morte de um inocente dá origem a um novo morcego. Uma espiral de tragédia paira o mundo, de tal forma que o odor da morte impregna a Terra como um sinal de que a esperança agora não passa de um conto passado por aqueles que ainda conseguem lembrar, contudo, o vazio da perda agora transborda, mas, a que custo?
A trama usa da viagem temporal, elemento recorrente nas histórias do herói, para brincar com as possibilidades por meio de um efeito borboleta com caráter cínico que se expande para não só ao seu núcleo individual, mas também para tudo o que ronda e além, mostrando Barry salvando sua mãe de seu assassinato, mas não reconhecendo mais o mundo a sua volta.
Com Barry precisando encarar essa nova trágica realidade apoteótica, sem qualquer resquício de suas habilidades, ele forma uma aliança com rostos vagamente similares para impedir uma grande catástrofe e, de alguma forma, consertar sua própria bagunça, com o bônus de ter seu arquirrival, o Flash Reverso, na sua cola.
E, mesmo quando o personagem consegue desfazer suas ações, a realidade que encontra não é a mesma que o herói vislumbrou em seu ponto de partida.
E nos cinemas? O que realmente pode acontecer?
Como já dito anteriormente, nada muito extenso sobre o vindouro filme solo do Flash foi divulgado. Grande parte das informações advém de fotos de set e informações divulgadas em eventos da, agora, Warner Bros. Discovery. Porém, talvez já existam peças o bastante para ao menos imaginar um panorama geral da trama.
Segundo Andy Muschietti, o diretor do longa, a história será totalmente centrada na jornada que Barry Allen, que voltará no tempo para impedir o assassinato de sua mãe, assim como na HQ base do filme, Ponto de Ignição. A produção não será uma adaptação fiel ao gibi, mas utiliza de sua premissa para criar algo original por cima.
Tal efeito desencadeará uma série de alterações temporais que mudará por completo a linha cronológica principal, trazendo General Zod de volta dos mortos, apresentando uma Supergirl ao mundo, e contando com a presença de dois Batmans, um na linha do tempo original, interpretado por Ben Affleck, e outro na alterada, onde teremos o retorno de Michael Keaton ao manto.
Seguindo com suas filmagens externas, podemos ver dois Barrys juntos nos bastidores de #TheFlash 👀
Curiosamente, Ezra e seu dublê estão usando roupas diferentes, além do cabelo curto em um deles.
Pelas imagens vazadas do set, muito provavelmente veremos Barry adentrar em uma nova realidade criada a partir de sua alteração temporal. Existindo uma versão paralela sua, que inclusive utilizar o famoso anel clássico do personagem. O que encaixa a trama do filme na terceira hipótese de viagem temporal, contudo, existe um porém.
Como já antes especulado, Michael Keaton irá substituir Ben Affleck como o Batman oficial na continuidade do DCEU, o que cria um paradoxo na teoria. Se Barry realmente for para uma outra realidade temporal, significa que a original em tese deveria permanecer intacta, contudo, a mudança de Bruce Wayne’s mostra que, de alguma forma, esse não será o caso, devendo existir algum elemento externo que altere os resultados da viagem, sendo muito provavelmente a interferência da Força de Aceleração.
Segundo os quadrinhos, a Força de Aceleração faz parte d’As Sete Forças do Universo, sendo a representação da realidade em movimento, como uma força cósmica que empurra o espaço e o tempo para a frente, energizando as dezenas de Velocistas apresentados nas continuidades da DC. Essa pode ser a variante que irá alterar os componentes chaves dessa equação.
Seja qual for o resultado final, isso certamente irá refletir no restante do universo de forma que permita uma pluralidade maior de produções que não mais deverão se limitar a uma continuidade restrita. Haverá então uma liberdade um pouco maior para exploração, e certamente uma desculpa perfeita para qualquer tipo de teorização sobre erros de continuidade.
The Flash tem previsão de estreia para 23 de junho de 2023.
A DC anunciou duas novas graphic novels novas versões do icônico Batman ambientadas no ensino médio.
Uma história será através dos olhos de um jovem Bruce Wayne, apenas descobrindo como ele pode ser um super-herói, e outra através dos olhos de um jovem super fã do Batman, que está aprendendo como ele pode ser como seu herói.
Bruce Wayne: Not Super representa uma história de origem alternativa para Batman e vários outros personagens icônicos da DC, imaginando-os como crianças em idade escolar e com Bruce como o desajustado. Cheio de muito humor, esta é uma versão alegre de um personagem conhecido e amado.
A história segue um Bruce Wayne de 13 anos enquanto ele frequenta uma escola preparatória exclusiva para superdotados. Mas, neste livro escrito por Stuart Gibbs (SpySchool) com arte de Berat Peckmezci (Flash), esta escola é para superdotados. Bruce não tem chance de ganhar uma corrida contra o futuro Flash, ou uma competição de natação contra o futuro Aquaman, e ele sempre é escolhido por último para queimada.
Bruce Wayne: Not Super (DC Comics)
Já é difícil estar no ensino médio, mas é ainda pior quando você é a única criança na escola que não tem superpoderes. Bruce tem um objetivo: ele quer fazer a diferença no mundo. Mas como ele pode fazer isso quando ele não tem nenhum poder? Enquanto os futuros Supers estão atualmente contentes em simplesmente usar seus dons na escola e ganhar popularidade, Bruce luta para descobrir se ele tem algum dom – e se sim, como usá-lo. Seu desafio vem quando ele descobre o colega Jack Napier e Bane, seu valentão contratado, extorquindo estudantes menos poderosos por dinheiro, incluindo aquele garoto infeliz Dick Grayson. Alguém deve enfrentá-los e, de alguma forma, será Bruce!
Fann Club: The Batman Squad assume o bairro. Escrito e desenhado pelo satirista Jim Benton (Querido Diário Otário), o livro segue as aventuras e desventuras de Ernest Fann, um menino que idolatra o Batman.
Sem treinamento ou superpoderes específicos, Ernest decide montar uma unidade de combate ao crime composta por seus amigos imediatos e seu cachorro. Ernest assume o nome de Gerbilwing, seu melhor amigo Jack se torna Nightstand, sua babá Harriet é apelidada de Nightshadow e seu cachorro Westy assume o pseudônimo de Night Terrier.
Fann Club: The Batman Squad (DC Comics)
Seus exercícios de treinamento muito importantes – todos planejados por Ernest, é claro, consistem em Fazer Carranca, Ficar Misteriosamente em Um Telhado e patrulhar a vizinhança. Mas as coisas ficam complicadas quando Ernest e Jack – também conhecido como Gerbilwing e Nightstand – visitam um banco que está no meio de um assalto. E não um roubo qualquer, mas um que está sendo cometido por um lobisomem! Qual é a sua conexão com uma série de “desastres” que estão acontecendo no bairro de Ernest? O Esquadrão do Batman sentirá o sabor da derrota em seu primeiro dia de combate ao crime?
Fann Club: The Batman Squad é uma ótima referência aos mitos do Batman, bem como uma série de aventuras bobas cheias de ótimas sátiras irônicas para leitores de todas as idades.
Bruce Wayne: Not Super tem lançamento previsto para fevereiro de 2023 enquanto Fann Club: The Batman Squad será lançado em junho do mesmo ano.