Início Site Página 43

    Confira a gameplay de MultiVersus na fase de teste Alfa fechado

    0

    A fase de teste do MultiVersus está acontecendo neste momento! O jogo liberou o acesso para alguns usuários que se cadastraram para esse evento que irá do dia 19 a 27 de maio.

    O primeiro teste do MultiVersus realizado este ano, em fevereiro, foi liberado apenas para usuários do PC. Desta vez, todas as plataformas tem acesso ao jogo. Dentro dele o usuário pode escolher se quer jogar no modo crossplay.

    Jogo Multiversus

    O usuário escolhido para participar desse evento teste é convidado à participar da comunidade Discord para relatar quaisquer problemas, ou enviar sugestões, que possam agilizar a finalização do jogo.

    Entretanto, o jogo ainda não está totalmente finalizado. Alguns atributos como o modo Competitivo e a Loja do jogo não estão habilitadas durante o teste Alfa. Aqueles que não conseguiram acesso ao Alfa, poderão jogar em julho quando o teste Beta aberto estará disponível.

    Confira uma partida 2v2:

    MultiVersus será lançado ainda em 2022.

    Confira os indicados ao Prêmio Will Eisner 2022, o Oscar dos Quadrinhos

    0

    Finalmente temos os indicados ao Will Eisner Comic Industry Awards 2022, também conhecido como o Oscar dos quadrinhos!

    E para a surpresa de ninguém, a DC Comics domina e segue sendo a editora com mais indicações, com 15 no total em obras originais e 7 em obras compartilhadas.

    Indicado ao Will Eisner 2022.
    Indicado ao Will Eisner 2022.

    Asa Noturna de Tom Taylor domina a edição da premiação sendo a obra com mais indicações do ano, garantindo 5 chances de levar um prêmio para casa. Outras produções da DC também figuram entre os indicados, com destaque para Supergirl Woman of Tomorrow e Superman Red & Blue em demais categorias, confira:

    • Best Short Story

      “Funeral in Foam,” by Casey Gilly and Raina Telgemeier, in You Died: An Anthology of the Afterlife (Iron Circus)
      “Generations,” by Daniel Warren Johnson, in Superman: Red & Blue #5 (DC)
      “I Wanna Be a Slob,” by Michael Kamison and Steven Arnold, in Too Tough to Die (Birdcage Bottom Books)
      “Tap, Tap, Tap,” by Larry O’Neil and Jorge Fornés, in Green Arrow 80th Anniversary (DC)
      “Trickster, Traitor, Dummy, Doll,” by Triple Dream (Mel Hilario, Katie Longua, and Lauren Davis), in The Nib Vol 9: Secrets (The Nib)

    • Best Single Issue/One-Shot (must be able to stand alone)

      Marvel’s Voices: Identity #1, edited by Darren Shan (Marvel)
      Mouse Guard: The Owlhen Caregiver and Other Tales, by David Petersen (BOOM!/Archaia)
      Nightwing #87: “Get Grayson,” by Tom Taylor and Bruno Redondo (DC)
      Wolvendaughter, by Ver (Quindrie Press)
      Wonder Woman Historia: The Amazons, by Kelly Sue DeConnick and Phil Jimenez (DC)

    • Best Continuing Series

      Bitter Root, by David F. Walker, Chuck Brown, and Sanford Greene (Image)
      The Department of Truth, by James Tynion IV and Martin Simmonds (Image)
      Immortal Hulk, by Al Ewing, Joe Bennett, et al. (Marvel)
      Nightwing, by Tom Taylor and Bruno Redondo (DC)
      Something Is Killing the Children, by James Tynion IV and Werther Dell’Edera (BOOM! Studios)

    • Best Limited Series

      Beta Ray Bill: Argent Star, by Daniel Warren Johnson (Marvel)
      The Good Asian, by Pornsak Pichetshote and Alexandre Tefenkgi (Image)
      Hocus Pocus, by Rik Worth and Jordan Collver
      The Many Deaths of Laila Starr, by Ram V and Filipe Andrade (BOOM! Studios)
      Stray Dogs, by Tony Fleecs and Trish Forstner (Image)
      Supergirl: Woman of Tomorrow, by Tom King and Bilquis Evely (DC)

    • Best New Series

    • The Human Target, by Tom King and Greg Smallwood (DC)
      The Nice House on the Lake, by James Tynion IV and Álvaro Martínez Bueno (DC Black Label)
      Not All Robots, by Mark Russell and Mike Deodato Jr. (AWA Upshot)
      Radiant Black, by Kyle Higgins and Marcelo Costa (Image)
      Ultramega, by James Harren (Image Skybound)
    • Best Anthology

      Flash Forward: An Illustrated Guide to Possible (And Not So Possible) Tomorrows, by Rose Eveleth and various, edited by Laura Dozier (Abrams ComicArts)
      My Only Child, by Wang Ning and various, edited by Wang Saili, translation by Emma Massara (LICAF/Fanfare Presents)
      The Silver Coin, by Michael Walsh and various (Image)
      Superman: Red & Blue, edited by Jamie S. Rich, Brittany Holzherr, and Diegs Lopez (DC)
      You Died: An Anthology of the Afterlife, edited by Kel McDonald and Andrea Purcell (Iron Circus)

    • Best Writer

      Ed Brubaker, Destroy All Monsters, Friend of the Devil (Image)
      Kelly Sue DeConnick, Wonder Woman Historia: The Amazons Book One (DC)
      Filipe Melo, Ballad for Sophie (Top Shelf)
      Ram V, The Many Deaths of Laila Starr (BOOM! Studios); The Swamp Thing (DC); Carnage: Black, White & Blood, Venom (Marvel)
      James Tynion IV, House of Slaughter, Something Is Killing the Children, Wynd (BOOM! Studios); The Nice House on the Lake, The Joker, Batman, DC Pride 2021 (DC); The Department of Truth (Image); Blue Book, Razorblades (Tiny Onion Studios)

    • Best Writer/Artist

      Alison Bechdel, The Secret to Superhuman Strength (Mariner Books)
      Junji Ito, Deserter: Junji Ito Story Collection, Lovesickness: Junji Ito Story Collection, Sensor (VIZ Media)
      Daniel Warren Johnson, Superman: Red & Blue (DC); Beta Ray Bill (Marvel)
      Will McPhail, In: A Graphic Novel (Mariner Books)
      Barry Windsor-Smith, Monsters (Fantagraphics)

    • Best Penciller/Inker or Penciller/Inker Team

      Filipe Andrade, The Many Deaths of Laila Starr (BOOM! Studios)
      Phil Jimenez, Wonder Woman Historia: The Amazons (DC)
      Bruno Redondo, Nightwing (DC)
      Esad Ribic, Eternals (Marvel)
      Craig Russell, Norse Mythology (Dark Horse)

    • Best Cover Artist

      Jen Bartel, Future State Immortal Wonder Woman #1 & 2, Wonder Woman Black & Gold #1, Wonder Woman 80th Anniversary (DC); Women’s History Month variant covers (Marvel)
      David Mack, Norse Mythology (Dark Horse)
      Bruno Redondo, Nightwing (DC)
      Alex Ross, Black Panther, Captain America, Captain America/Iron Man #2, Immortal Hulk, Iron Man, The U.S. of The Marvels (Marvel)
      Julian Totino Tedesco, Just Beyond: Monstrosity (BOOM!/KaBoom!); Dune: House Atreides (BOOM! Studios); Action Comics (DC); The Walking Dead Deluxe (Image Skybound)
      Yoshi Yoshitani, I Am Not Starfire (DC); The Blue Flame, Giga, Witchblood (Vault)

    • Best Lettering

      Wes Abbott, Future State, Nightwing, Suicide Squad, Wonder Woman Black & Gold (DC)
      Clayton Cowles, The Amazons, Batman, Batman/Catwoman, Strange Adventures, Wonder Woman Historia (DC); Adventureman (Image); Daredevil, Eternals, King in Black, Strange Academy, Venom, X-Men Hickman, X-Men Duggan (Marvel)
      Crank!, Jonna and the Unpossible Monsters, The Tea Dragon Tapestry (Oni); Money Shot (Vault)
      Ed Dukeshire, Once & Future, Seven Secrets (BOOM Studios)
      Barry Windsor-Smith, Monsters (Fantagraphics)

    A premiação e a revelação dos vencedores acontece durante a edição de 2022 da Comic Con, em San Diego, no dia 22 de julho.

    Via: [ComicBook].

    MultiVersus da Warner! Confira detalhes dos personagens da DC no jogo

    0

    Em MultiVersus, o Multiverso está ao seu alcance enquanto você luta em intensas partidas 2 contra 2.

    Desenvolvido pela Player First Games e Warner Bros., o jogo MultiVersus será distribuído gratuitamente e terá partidas multiplataformas. Descrito como uma versão Smash Bros. da Warner, o jogo de luta 2D conta as classes: Assassino, Brutamontes, Mago / À Distância, Suporte e Tanque. Cada lutador possui habilidades únicas, liberadas com o progresso individual, que podem combinar com outros personagens, podendo aumentar o desempenho da dupla.

    É possível jogar outros modos. Além do modo cooperativo 2 contra 2 (2v2), também é possível jogar 1v1 ou jogar sozinho em uma partida com até 4 jogadores. Sem falar no modo Competitivo para testar suas habilidades no MultiVersus. Os locais do combate são mapas de tirar o fôlego! As lutas podem acontecer na Casa da Árvore de Jake e Finn, ou na Batcaverna e até mesmo na Mansão Mal-Assombrada do Scooby-Doo.

    Confira os detalhes dos personagens da DC Comics disponíveis no lançamento do MultiVersus:

    Superman do Multiversus

    Mulher-Maravilha do Multiversus

    Batman do Multiversus

    Alerquina do Multiversus

    MultiVersus será lançado ainda em 2022. Um teste alfa fechado do jogo estará disponível em 19 de maio para quem receber o convite ao se inscrever no site oficial do jogo. Em julho, o jogo terá um teste beta aberto.

    Via: [multiversus]

    Uma inimiga da Mulher-Maravilha recebe uma modernização mortal

    0

    Em uma prévia de Mulher-Maravilha Evolutions #7, da escritora Stephanie Phillips, é revelada que uma grande vilã recebe um upgrade tecnológico que certamente causará problemas para a Mulher-Maravilha.

    Na prévia, o misterioso Dr. Hill continua realizando experimentos científicos — só que desta vez, em vez de mexer com a mente de Diana, ele está realizando testes em uma de suas inimigas de longa data, a Cisne de Prata.

    Os testes envolvem uma injeção de tecnologia de nanite na corrente sanguínea de Cisne de Prata, o que aumenta os poderes da vilã e dá um novo visual para ela. “Apesar do quanto eles podem querer tecnologia de nanite … eles são todos incapazes de realmente imaginar as possibilidades“, diz o monólogo interno de Hill enquanto ele injeta a tecnologia em Cisne de Prata. “O M.I.T. está programando nanobots para realizar cirurgias. Stanford está usando-os para algum tipo de tratamento de câncer e medições biométricas. Tecnologia médica que, embora inovadora, com certeza, mal raspa a superfície do que podemos alcançar com essa tecnologia.”

    Cisne Prateada - Vilã de Mulher-MaravilhaHill começa a mostrar sua nova versão da Cisne de Prata para alguns funcionários do governo dos Estados Unidos, que estavam verificando o progresso de seu trabalho. Os funcionários estão menos do que impressionados — notando que Hill acabou de tornar “uma das criminosas mais perigosas sob nossa custódia AINDA MAIS perigosa” —, mas eles não têm tempo para encerrar o programa antes que a Cisne de Prata os atacassem, aparentemente mortalmente.

    “Eles pensaram que minha tecnologia era apenas uma arma”, diz Hill enquanto o ataque está acontecendo. “Uma arma é uma ferramenta… um instrumento contundente usado para destruição, mas o que eu criei é uma maneira de ajudar a humanidade a dar o próximo grande passo na evolução… Uma chance de salvação.” Com a Mulher-Maravilha sendo essencialmente refém de Hill ao longo da série e forçada a passar por quaisquer simulações que ele possa projetar em seu cérebro, a nova atualização de Cisne de Prata pode dificultar ainda mais sua luta para se libertar.

    Nova visual da vilã de Mulher-Maravilha

    A sinopse de Mulher-Maravilha Evolution #7 diz: “Em julgamento pelo destino da humanidade, a Mulher-Maravilha lutou para provar a si mesma aos deuses cósmicos. Mas com o veredicto próximo, este julgamento é tudo o que Diana acreditava, ou ainda existe algo mais em jogo do que ela poderia imaginar? Enquanto os deuses revelam sua verdadeira natureza, a Diana descobre que a maior ameaça à humanidade pode ser apenas… Mulher-Maravilha? A verdade é descoberta nesta penúltima edição, mas já é tarde demais?”

    Via: [CBR]

    Donna Troy possui um laço mais perigoso que o da Mulher-Maravilha

    0

    Donna Troy, também conhecida como Moça-Maravilha, assim como Diana Prince, a Mulher-Maravilha, usa um laço mágico semelhante ao da heroína, embora recentemnete ele tenha se revelado muito mais perigoso. Arrisco dizer ainda que que o laço é uma das armas mais conhecidas e icônicas da Mulher-Maravilha, ou até mesmo da DC Comics.

    Laço da Verdade

    O Laço da Verdade, como é chamado, tem uma variedade de usos, além de um encantamento que torna a mentira impossível para aqueles que são entrelaçados por ele. Porém, Donna Troy apareceu nas páginas das HQs com um novo artefato, o Laço da Persuasão, que tem um encantamento muito mais perigoso e o torna mais poderoso que o de Diana.

    O icônico Laço da Verdade da Mulher-Maravilha foi criado pelas Amazonas ou pelos Olimpianos (ou ambos), dependendo da história que esteja sendo contada, e embora seu uso mais famoso seja convencer os seres a dizerem apenas toda a verdade, também é um artefato multifuncional indestrutível, aparecendo em diversas mídias, como HQs, animações, filmes e séries. De forma semelhante, o primeiro laço sem nome de Donna Troy tinha o mesmo uso, só que ele não possuía o encantamento da verdade. Apesar disso, ainda era uma arma defensiva e ofensiva que também poderia ser usada para transporte (se usada como uma ferramenta de luta).

    Na 44ª edição do volume 2 da Liga da Justiça da América, de James Robinson e Mark Bagley, Donna Troy revela sua nova arma principal: O Laço da Persuasão. O laço prateado, que brilha em azul quando em uso, não obriga aqueles que o enredam a dizer a verdade, mas obriga a obedecer aos comandos de Donna Troy, desde que sua força de vontade seja mais fraca que a da heroína. A criação do Laço da Persuasão ainda não foi explorada nos quadrinhos, mas seu encantamento o torna uma arma muito mais controversa que do que o Laço da Verdade da Mulher-Maravilha, visto que pode ser usado tanto para o bem, quanto para o mal.

    Donna Troy com o laço da persuasão

    Nas primeiras aparições da Mulher Maravilha, seu laço encantado poderia ser usado para obrigar suas vítimas a fazer qualquer coisa, tornando-o semelhante ao Laço da Persuasão de Donna Troy antes que seu encantamento gradualmente se tornasse exclusivamente o de honestidade convincente. Em ambos os casos, anular o livre arbítrio de alguém é uma ação altamente questionável, especialmente para um super-herói, mas heróis como Donna Troy e a Mulher-Maravilha usam essa habilidade com responsabilidade. Na primeira vez que vimos o Laço da Persuasão, Donna Troy o usa no demônio Etrigan, obrigando-o a se transformar novamente em Jason Blood.

    Uma possível explicação para a nova arma, é a de que o Laço da Persuasão é simplesmente o laço original de Donna Troy, que se tornou prata e azul ao receber seu encantamento de persuasão. Seja como for, o Laço da Persuasão da Moça-Maravilha é, para o bem ou para o mal, mais perigoso do que o icônico Laço da Verdade da Mulher-Maravilha.

    Donna Troy na série Titans

    Além das HQs, Donna Troy pode ser vista na série Titans, interpretada pela atriz Conor Leslie, como ilustrado na imagem acima.

    [Via: Screenrant]

    Criador de Sandman comenta detalhes da produção do seriado da Netflix

    0

    A mais intrigante pergunta a respeito do seriado The Sandman, produzido pela Netflix, era: quem interpretará Morpheus?

    “Acho que vi pessoalmente 1.500 audições de Morpheus“, disse Neil Gaiman, criador do quadrinho, em uma entrevista para a EW. “Eu hesito em imaginar quantos Lucinda Syson [diretora de elenco] e sua equipe viram.”

    Esse processo foi prolongado ainda mais pelo surto da pandemia de COVID-19, que deu à Netflix e à Warner Bros tempo extra para escalar seu protagonista. No entanto, o tempo todo, Gaiman se sentiu extremamente confiante em um dos primeiros testes que ele viu: o duas vezes indicado ao Tony, Tom Sturridge, que realmente interpretará Morpheus em The Sandman quando chegar à Netflix este ano.

    “Tendo assistido a todas as outras audições, fomos capazes de ir à Netflix e dizer ‘é o Tom'”, diz Gaiman. “Nós sabemos que é Tom.

    De sua parte, Sturridge não tem muitas reclamações sobre o processo demorado. “Era totalmente necessário, porque este é um personagem que é tão amado – por mim mais do que qualquer um”, diz Sturridge. “Isso requer que você passe um tempo com um ser humano para descobrir se ele pode viver de acordo com o sonho que você tem de quem ele é.” Sturridge acrescenta: “Acho que The Sandman permeia a cultura. Até o nome Morpheus, Senhor dos Sonhos, meio que me assombrou na minha juventude”.

    A primeira vez que os espectadores verão Sturridge no papel, ele estará principalmente nu. A história de The Sandman começa na Primeira Guerra Mundial, quando alguns humanos ambiciosos com pretensões de misticismo procuram capturar a Morte para reviver os entes queridos que perderam para a grande guerra. Em vez disso, eles capturam seu irmão Sonho – e o mantêm preso em seu porão por mais de um século.

    Morpheus de The Sandman“Foi definitivamente um batismo de fogo ser apresentado nu para as pessoas com quem eu passaria nove meses junto, subindo em uma caixa de vidro – que, por causa da forma como foi construída, não poderia ser quebrada facilmente. Genuinamente ficaria nela por horas a fio, o que era muito seguro para COVID!” Sturridge diz com uma risada.

    “Eu me importava muito com a fisicalidade e a imagem de Morpheus“, diz ele. “Todos nós vimos essas fotos, sabemos sobre seu físico esquelético, de outro mundo. Algo muito empolgante sobre o aspecto físico das coisas é que você pode resolver esse problema. Eu posso fazer meu corpo parecer assim – requer A, B, C e D – de uma forma que não consigo entrar facilmente na alma de um dos Perpétuos. Havia algo bastante satisfatório em começar com uma tarefa que era alcançável, e trabalhei duro para criar essa fisicalidade que senti que foi incomum.”

    Além de sua fisicalidade etérea, Morpheus também é verbalmente distinto. Seus balões de fala nos quadrinhos são pretos com letras brancas, e as palavras ditas nesses balões são uma grande parte do que dá ao Sandman seu sabor literário. Tanto Gaiman quanto Sturridge trabalharam à sua maneira para traduzir essa qualidade para a tela.

    “O diálogo de Morpheus é incrivelmente específico”, diz Gaiman. “Provavelmente era a coisa pela qual eu era mais obcecado. Alguém teria escrito um roteiro fabuloso, Allan Heinberg [showrunner] teria reescrito um roteiro fabuloso, e eu o teria visto em cada revisão, mas sempre haveria um momento em que eu ainda estaria rabiscando o diálogo de Morpheus: Certificando-se de que as palavras estavam certas, que os ritmos estavam certos.”

    Sturridge acrescenta: “Lembro que você me disse que tudo o que ele diz tem que parecer gravado em pedra. Ele nunca está improvisando. Ele experimentou e percebeu cada pensamento, sonho e momento, e, portanto, ele sabe o que você está indo dizer. Isso foi muito útil.”

    Gaiman deu a Sturridge outro conselho importante desde o início, para ajudar a distinguir seu desempenho de outro ícone dos quadrinhos. “Eu rosnei para ele uma vez e disse: ‘pare de ser o Batman’“, diz Gaiman. “Ele estava tentando ficar um pouco sussurrante.”

    Foi literalmente meu primeiro dia!” Sturridge diz em sua defesa. “Mas foi incrivelmente útil.”

    The Sandman está previsto para estreiar em 2022, confira o trailer:

    Via: [EW]

    Exterminador pode estar prestes a roubar um Poço de Lázaro

    0

    A morte de Respawn pode motivar o Exterminador a travar uma guerra contra Talia al Ghul pelo Poço de Lázaro.

    Exterminador agora tem um motivo real para lutar contra Talia al Ghul: vingar a morte de seu filho, Respawn. Em Batman #123, enquanto tentava explicar que ele não era responsável pelo assassinato de Ra’s al Ghul, Respawn pulou no caminho para proteger seu pai de tiros.

    Com a aparente morte de Respawn, mais uma vez privando o Exterminador de um filho, e provavelmente o enfurecendo o suficiente para ir atrás de Talia. Embora a vingança possa ser um fator em seu contra-ataque, pode haver outro objetivo. A maneira como ele disse “de novo não” parecia implicar que o Exterminador não está disposto a deixar a morte reivindicar seu filho mais novo. Isso pode significar apenas uma coisa: Exterminador pretende roubar o controle do poço de Lázaro de Talia.

    exterminador poço de lázaro

    Já foi mostrado que a fortaleza no Nepal de onde Talia está dirigindo as operações tem acesso a um poço de Lázaro. Ela evitou usá-lo, mas ainda está lá, e inteiramente capaz de trazer os mortos de volta. O Exterminador deve saber disso, ou pelo menos está fazendo um palpite razoável de que Talia tem acesso ou sabe da localização de um poço de Lázaro.

    Então, seu objetivo seria simples: vencer a guerra e forçar Talia a dar-lhe acesso ao poço de Lázaro. Isso não vai ser nada fácil. Exterminador precisaria passar por um exército dos maiores assassinos do mundo com seus seguidores, ao qual ele chamou ativamente de perdedores no passado. Não é um objetivo impossível, mas certamente é difícil de alcançar. No entanto, se é para onde ele está indo, isso dá ao Exterminador uma razão surpreendentemente nobre para lutar nesta guerra além da vingança mesquinha.

    Claro, existem alguns buracos nessa lógica. Respawn também é filho de Talia, embora ela não saiba disso. Se Deathstroke conseguiu entrar em contato com ela e explicar, ela pode dar a ele acesso para restaurar seu filho. No entanto, isso é extremamente improvável. Embora Talia tenha mudado ao longo dos anos e possa querer reviver seu filho há muito perdido, ela ainda não tem motivos para confiar no Exterminador. Se alguma coisa, saber que ele manteve um de seus filhos dela pode motivá-la a tentar destruí-lo ainda mais.

    Essa possibilidade também pode explicar por que o Exterminador nunca revelou a identidade de seu filho a Talia. Ele suspeitava que ela pudesse querer reivindicá-lo para si mesma. Os dois têm uma história tênue na melhor das hipóteses e nenhum dos dois foram pais ideais, mas ambos são possessivos com seus filhos. O Exterminador também pode estar considerando os desejos de Respawn, suspeitando que seu filho não desejaria voltar para os al Ghuls depois do que Ra’s o fez passar.

    Agora são as necessidades de Respawn que estão tendo precedência. Se o Exterminador quiser reviver seu filho utilizando o poço de Lázaro, a verdade sobre sua identidade, sem dúvida, será revelada. Mesmo que ele consiga provar sua inocência até lá, a verdade de seu filho pode começar a guerra novamente. Tudo o que é certo agora é que o Exterminador está determinado a não perder outro de seus filhos, mesmo que isso signifique que ele tenha que lutar contra um exército inteiro para salvá-lo.

    Via: [CBR].

    Uma 7ª temporada de Supergirl sem Melissa Benoist foi sugerida para a CW

    Uma sétima temporada para a série Supergirl da DC foi apresentada aos executivos da CW, mas foi rejeitada, pois não apresentaria a titular Garota de Aço.

    Na convenção Ultimates Crisis, da Starfury Conventions em Londres, foi revelado algo curioso sobre a temporada final de Supergirl. Originalmente, a série do Arrowverso estava programada para terminar com a 7ª temporada. No entanto, como “o elenco estava cansado, eles a fundiram com a sexta“. Jessica Queller, que foi escritora e produtora de Supergirl, supostamente apresentou uma 7ª temporada sem Kara para a CW, mas a emissora recusou a ideia. Nenhum detalhe adicional foi revelado sobre como seria a 7ª temporada de Supergirl sem Kara Danvers, de Melissa Benoist.

    Supergirl estreou na CBS em 2015, mas mudou-se para a CW após a primeira temporada. A série da DC teve 126 episódios em seis temporadas, com o final da série sendo lançado em novembro de 2021. O final da série em duas partes, intitulado “Kara”, terminou com Kara Danvers se tornando a nova editora-chefe da CatCo e revelando sua identidade como Supergirl para o mundo através de uma entrevista televisiva exclusiva com Cat Grant. Benoist interpretou Kara Danvers/Supergirl em todas as seis temporadas de Supergirl, bem como várias aparições de crossover em The Flash e outras séries do Arrowverso.

    Enquanto o final da série concluiu a maioria da trama, “Kara” deixou a porta aberta para alguns personagens retornarem em uma futura aparição no Arrowverso. Jon Cryer, que interpretou Lex Luthor na série, revelou interesse em retornar ao Arrowverso. “Certamente, eu não ficaria surpreso que isso acontecesse”, disse Cryer em novembro de 2021. “Todo mundo fez questão de deixar a porta aberta para isso. A coisa mais difícil no ano passado foi que as regras de quarentena tornaram as filmagens dos episódios muito mais árduos que o normal. Antes de eles abandonarem a quarentena, era muito improvável que Lex voltasse, mas agora que eles abandonaram a quarentena, é possível.”

    Supergirl bastidoresChyler Leigh, que interpretou Alex Danvers em Supergirl e reprisou o papel no crossover “Armageddon” do Flash, também lançou seu retorno ao Arrowverso na forma de uma série spin-off com a esposa de Alex na tela, Kelly Olsen (Azie Tesfai).

    “Eu faria tudo de novo e ainda estou torcendo por um spin-off de Kelly e Alex. Eu não sei, só estou torcendo por isso… Você não viu elas cavalgando para o pôr do sol, mas subindo em suas motos para salvar pessoas”, explicou Leigh. “Honestamente faria isso em um piscar de olhos. Eu amo Alex e tudo que construí e como cresci como pessoa e o amor que tenho pela minha família é o amor que pude incorporar através dela. Eu absolutamente adoraria colocar esse traje de volta.”

    Elenco de Supergirl
    Elenco de Supergirl na convenção Ultimates Crisis / foto: @NicoleAMaines

    Atualmente, não existem planos para Supergirl, Lex Luthor ou qualquer outro personagem da série aparecerem em Superman & Lois, que atualmente está transmitindo sua segunda temporada na The CW.

    Via: [CBR].

    Nubia presta homenagem a uma estrela do Arrowverso

    Algumas das versões do Arrowverso dos principais personagens da DC simplesmente não se encaixam nos quadrinhos convencionais, mas isso não impediu uma participação perfeita na Núbia.

    Embora seja um dos maiores sucessos multimídia da DC nos últimos anos, apenas alguns personagens e iterações do Arrowverso chegaram aos quadrinhos. Embora alguns, como o Sonhadora da Supergirl, tenham feito essa jornada recentemente, outros não têm tanta sorte. Ou eles são esquecidos ou a versão vista no programa não se encaixa na história já estabelecida na continuidade atual do DCU.

    Esse foi o caso da versão de Supergirl de Caçador de Marte, interpretada na tela por David Harewood. J’onn J’onzz do Arrowverso era o chefe do D.E.O. no show e assumiu a identidade do ex-agente Hank Henshaw. Essa forma não estaria disponível para ele no Universo DC, já que Henshaw já está firmemente estabelecido como um supervilão e nunca trabalhou agente do D.E.O. Além disso, a versão em quadrinhos de Henshaw está visualmente alinhada com o Superman e a versão para TV interpretada por Harewood decididamente não.

    A história de Nubia: Coronation Special #1 encontrou uma maneira de contornar essa situação e prestou homenagem à interpretação famoso herói marciano por Harewood dentro do Arrowverso. A história em quadrinhos explorou o passado de Núbia antes de ela ascender ao trono amazônico. Isso incluiu seu tempo como super-heroína no Mundo dos Homens, onde enfrentou uma oposição cruel à sua identidade racial.

    Núbia foi trazida por dois policiais racistas, que acreditavam no álibi de um criminoso preso. Foi a palavra dela contra a dele que a levou a ser interrogada por um oficial mais graduado. Alguns leitores podem ter olhado para o oficial em questão e notado uma semelhança impressionante com o ator de Supergirl do Arrowverso, David Harewood. Embora parecesse improvável, acabou sendo confirmado quando ele se revelou ser o Caçador de Marte disfarçado.

    Caçador de Marte do Arrowverso

    Esta é uma maneira interessante de homenagear a interpretação do ator de Supergirl do personagem no Arrowverso. Embora J’onn não seja um agente do D.E.O. aqui, ele faz parte da aplicação da lei. Isso sempre foi uma grande parte do personagem do Caçador de Marte e seu principal pseudônimo como detetive. No entanto, J’onn usou muitos rostos ao longo dos anos, então faz sentido que ele tenha sido mais de um membro da força policial em sua longa vida. É uma ótima maneira de trazer o personagem de Harewood para os quadrinhos sem ter que lidar com o componente Hank Henshaw.

    Como o Caçador de Marte de Supergirl assumiu a forma de um homem negro, este quadrinho aproveita a oportunidade para usar a interpretação do personagem do seriado para mergulhar no racismo e como o mundo está menos disposto a aceitar heróis negros. Foi um ponto de discórdia para Núbia aqui, e colocou-a em desacordo com o J’onn menos conflituoso.

    Embora o personagem tenha sido retratado por vários homens negros ao longo dos anos, como em Smallville e Liga da Justiça de Zack Snyder, muitas vezes o Caçador de Marte assume a forma de um homem branco em muitas representações. Este foi o caso da série animada da Liga da Justiça, apesar de o dublador Carl Lumbly ser negro. Ao modelar o personagem a partir da versão de Harewood aqui, dá à J’onn dos quadrihos a oportunidade de refletir sobre as lutas de ser um homem negro na aplicação da lei. Isso lhe dá um ponto de empatia com Núbia nesta história e o torna uma fonte ideal de apoio.

    Dadas as origens únicas do Caçador de Marte de Supergirl, parecia que a introdução dessa história nos quadrinhos exigiria uma grande mudança no personagem. No entanto, Nubia: Coronation Special #1 forneceu uma solução simplificada. Embora a profundidade total do personagem do Arrowverso não chegue ao universo principal da DC, os elementos essenciais são mantidos. Os fãs podem ler as falas de J’onn na voz de Harewood e imaginar completamente um crossover de Núbia com Supergirl. Ao mesmo tempo, presta a homenagem perfeita ao desempenho de Harewood e nos lembra de sua interpretação bem recebida no programa de TV.

    Via: [CBR].

    Especial de Dark Crisis revela história atualizada da origem do Multiverso

    0

    Um conto em Dark Crisis – Special Edition #0 conecta eventos que vão desde a Crise nas Infinitas Terras de 1985 até a Morte da Liga da Justiça #75.

    Escrito por Joshua Williamson e Dennis Culver com arte de Chris Burnham e Rafa Sandoval, “The History of the DC Multiverse” é uma das histórias incluídas no Free Comic Book Day 2022: Dark Crisis – Special Edition #0, outro precursor do próximo evento Dark Crisis. O conto reconta a história do Multiverso da DC enquanto relembra a famosa introdução de Crise nas Infinitas Terras escrita por Marv Wolfman e desenhada pelo falecido ícone dos quadrinhos George Perez. Depois que a primeira página presta homenagem ao trabalho de Pérez, a história a seguir faz referência a todos os principais eventos de crise da DC, levando todos de volta à Grande Escuridão.

    O escopo completo da história atualizada do Multiverso se estende desde o evento de 1985 até a recente Liga da Justiça #75, intitulada A Morte da Liga da Justiça. Ele marca a Crise Final de 2008 como o ponto de virada para a Grande Escuridão, servindo como o evento que fez a Escuridão perceber que os super-heróis eram seu “verdadeiro inimigo”.

    A história é na verdade uma versão resumida contada pela Doutora Multiverso em Liga da Justiça Encarnada # 4, embora acrescente à linha do tempo revelando que Pária – a pessoa forçada a assistir todos os universos morrerem em Crise nas Infinitas Terras – é o “avatar definitivo” da Grande Escuridão. Doutora Multiverso, Liga da Justiça Encarnada e a principal Liga da Justiça foram mortos por Pária em Liga da Justiça #75, exceto por um membro (e possivelmente outro).

    edição especial dark crisis

    A edição única do Free Comic Book Day também inclui as várias versões da formação da Liga da Justiça ao longo dos anos, como a batalha da equipe contra Starro, o Conquistador em Batman: Bravos e Destemidos #28 de 1960 e sua origem nos Novos 52 lutando contra Darkseid. Esses momentos-chave da DC Comics são mostrados em exposições no Salão da Justiça, e um Cara-de-Barro disfarçado observa que “as primeiras reuniões [da Liga da Justiça] são frequentemente debatidas”.

    A edição também fornece uma prévia de Dark Crisis #1, com um elogio à Liga da Justiça entregue por Asa Noturna/Dick Grayson. O próximo evento forçará os heróis legados do Universo DC – como Asa Noturna, Wally West/The Flash e outros – a lidar com um evento de nível de crise próprio sem a ajuda da Liga da Justiça. A lista completa de Dark Crisis foi revelada, e o evento está programado para apresentar sete edições principais e várias ligações até dezembro de 2022.

    Via: [CBR].