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Arlequina ganhou um evento semanal com capas variantes homenageando o Batman

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Arlequina explora os cofres da história da DC Comics com o mais recente conjunto de capas variantes para sua série solo, que homenageia uma grande variedade de momentos importantes da história do Batman.

As variantes vão de Arlequina #18 a #21 e também incluem a Arlequina 2022 Annual #1. Todos foram desenhados por Ryan Sook (Legião dos Super-Heróis, Azul & Dourado) e fazem um trabalho impressionante de imitar o estilo dos artistas originais.

A capa da Arlequina #18 tira o chapéu para a ilustração atemporal de Bob Kane e Jerry Robinson para o Batman #1 de 1940, trocando Robin pela Harleen vermelha, preta e branca e provocando “todas as novas aventuras de Harley, a Garota Maravilha!”

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Capa variante Harley Quinn #18

Arlequina #19 continua essa tendência de referenciar as primeiras capas de Batman de Kane e Robinson com outra variante de Sook que homenageia Detective Comics #38, a primeira aparição de Robin. Mais uma vez, o Garoto Maravilha é substituído por ela, que sai de um aro de circo imitando a pose de marca registrada de Dick Grayson. O texto acima dela também faz referência a 1992, ano em que ela surgiu no episódio Joker’s Favor de Batman: The Animated Series.

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Capa variante Harley Quinn #19

A capa variante de Arlequina #20 salta ainda mais na história do Batman para imitar a capa de Detective Comics #359, que introduziu Barbara Gordon como Batgirl e foi originalmente composta por Carmine Infantino, Murphy Anderson e Ira Schnapp.

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Capa variante Harley Quinn #20

Arlequina #21 continua homenageando Batman: A Piada Mortal – o one-shot ilustrado por Brian Bolland, onde Barbara Gordon foi baleada e aleijada pelo Coringa – com uma capa misteriosa de Harley segurando uma câmera e pedindo ao espectador para sorrir da mesma forma que seu ex-namorado, Coringa.

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Capa variante Harley Quinn #21

Finalmente, Arlequina 2022 Annual # 1 apresenta Batman e Harley juntos em uma gárgula em uma referência à arte de Jim Lee para Batman # 608, que deu início ao arco da história “Silêncio”. De todas as histórias homenageadas, o arco “Silêncio” é o único que realmente apresenta a personagem. Ainda mais vilã do que anti-herói neste ponto de sua carreira, Arlequina apareceu ao lado do Coringa e lutou contra Batman em um palco de ópera no meio da história.

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Capa variante Harley Quinn 2022 Annual #1

O evento semanal começará em 2 de agosto e vai até dia 30 do mesmo mês, encerrando a homenagem ao Cavaleiro das Trevas.

Via: [CBR].

Adão Negro vai morrer

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Prestes a estrear nos cinemas, o personagem Adão Negro está morrendo em sua história solo nos quadrinhos.

Em 2022, o vilão de Shazam se juntou à Liga da Justiça e, antes de sua estreia nos cinemas, Adão Negro estrelará sua própria série solo. Escrito por Christopher Priest com arte de Rafa Sandoval, o título explorará a imortalidade do personagem desaparecendo, forçando-o a escolher um sucessor digno. A DC comics revelou as publicações para agosto de 2022, e em Adão Negro #3 o personagem estará morto, embora seu descendente, Malik, tente trazê-lo de volta à vida.

A série chegará em junho de 2022, meses antes do ator Dwayne “The Rock” Johnson dar a Teth-Adam sua primeira aparição em live-action no filme Adão Negro. O filme foi originalmente programado para ser lançado nos cinemas em 29 de julho, mas foi adiado para 20 de outubro. Enquanto a série solo de Adão Negro será ambientada no universo principal da DC, a DC Comics também lançará uma série de one-shots que servirão como prequelas do próximo filme, com uma destacando Gavião Negro.

Adão Negro

Aparecendo pela primeira vez em The Marvel Family #1 em 1945, na DC Comics, Adão Negro serviu predominantemente como um dos maiores inimigos de Shazam. Em 2021, esse status quo mudou quando o escritor Brian Michael Bendis e o artista David Marquez o adicionaram à Liga da Justiça em Liga da Justiça #59. Ele continuou a lutar ao lado da Liga até o final do título em Liga da Justiça #75, “A Morte da Liga da Justiça“.

Apesar do fato de que ele está prestes a morrer, Adão Negro foi o único sobrevivente da Liga da Justiça #75, e assistiu Pária e a Grande Escuridão dizimar os maiores heróis do universo. Ele também sofreu ferimentos e queimaduras de Pária no quadrinho, antes de sua série solo começar a tirar sua imortalidade. O escritor da Liga da Justiça #75, Joshua Williamson, deu a entender que essa experiência pode influenciar como ele reage à próxima geração de heróis, como Superman Jon Kent, no próximo evento Dark Crisis da DC.

“[Adão Negro] os vê como crianças”, disse Williamson. “Ele não acredita que mesmo os membros que têm experiência tenham o que é preciso para serem considerados a Liga da Justiça. Existe uma cena mais tarde em que ele diz a eles que estão perdidos na sombra da Liga. Ele não acredita neles. Ele não tem fé em suas habilidades e sente que eles são incapazes de avançar”.

Via: [CBR]

Grant Morrison comenta que nunca assistiu o seriado Patrulha do Destino

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Grant Morrison confirma que ele não assistiu Patrulha do Destino, apesar da série HBO Max ser baseada em seu lendário quadrinho original da DC Comics/Vertigo.

Morrison revelou que não viu nenhum dos filmes ou seriados recentes inspirados em seu trabalho. “Eu não vi a Patrulha do Destino e não vi o Batman”, ele disse. “Uma vez que parei [de escrever quadrinhos de super-heróis da DC] regularmente, meio que perdi a maior parte do meu interesse. É difícil para mim falar sobre essas coisas com qualquer domínio. Eu escuto coisas muito boas. Escuto coisas ruins. Ouço principalmente coisas boas. Então, eu realmente não sei.”

Personagens criados por Morrison e pelo artista Richard Case que apareceram em Patrulha do Destino desde que foi ao ar em fevereiro de 2019 incluem Crazy Jane/Kay Challis, Flex Mentallo, Willoughby Kipling, Candelabro, Red Jack, Danny a rua e a encarnação de Sr. Ninguém de Eric Morden. A série também apresenta uma versão reimaginada da Irmandade de Dada, que (como nos quadrinhos da Patrulha do Destino) é uma ramificação da Irmandade do Mal.

Grant Morisson Patrulha do Destino

Embora a Patrulha do Destino se baseie fortemente nos personagens e enredos apresentados por Morrison, ela também se inspira no trabalho de outros criadores. Além da óbvia influência dos criadores da Patrulha do Destino, Arnold Drake, Bob Haney e Bruno Premiani, o programa também apresentou os solucionadores de crimes juniores The Dead Boy Detectives de Sandman #25 por Neil Gaiman, Matt Wagner e Malcolm Jones III. A HBO Max anunciou recentemente que um spinoff de Dead Boy Detectives está em andamento, com Jayden Rebri e George Rexstrew escalados como protagonistas Edwin Payne e Charles Rowland, respectivamente.

Personagens de Patrulha do Destino

A plataforma de streaming também renovou oficialmente Patrulha do Destino para uma quarta temporada. Embora a data de lançamento da quarta temporada ainda não seja conhecida, a estrela April Bowlby brincou anteriormente que os personagens desajustados do seriado poderiam finalmente fazer a transição para super-heróis de pleno direito quando a Patrulha do Destino retornar. “Eu sei que Rita vai abraçar seu super-herói interior. Eu digo, ‘Sim!’ Eu quero nossas fantasias de super-herói“, disse ela.

As três temporadas de Patrulha do Destino estão disponíveis na HBO Max.

Via: [CBR]

DC Comics anuncia 3 novos graphic novels para jovens adultos

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A DC Comics continua expandindo seu catalogo de graphic novels para jovens adultos com três novos títulos em 2023.

As graphic novels para o público mais jovem foram lançadas em 2020 e, desde então, a DC Comics adicionou mais de duas dúzias de títulos à sua lista. Como títulos anteriores da linha YA da DC (Jovens Adultos), estes apresentarão novas perspectivas sobre personagens clássicos da DC Comics – e desta vez, Lois Lane, Harleen Quinzel e Super Choque estarão no centro dos holofotes.

Girl Taking Over: A Lois Story, escrito por Sarah Kuhn com arte de Arielle Jovellanos, segue a adolescente Lois enquanto ela faz um estágio de verão na cidade grande. Então ela descobre um grande escândalo e tem que se unir a alguém que ela nunca esperava, o que a envia em uma jornada de autodescoberta que pode significar que ela acaba sendo o foco de um escândalo próprio. Lois trabalhou duro para chegar onde está, mas não há garantia de que sua vida não vai explodir a qualquer momento, o que é assustador.

DC Comics graphic novels Lois
Capa da graphic novel Girl Taking Over: A Lois Story (DC Comics)

Em seguida, a escritora Melissa Marr e a artista Jenn St-Onge se unirão para The Strange Case of Harleen and Harley, que segue uma jovem Harleen Quinzel enquanto ela e sua namorada, Pamela Isley, se inscrevem para uma pesquisa clínica. Harleen tem dois objetivos: conseguir algum dinheiro extra e controlar sua ansiedade. Infelizmente, o que ela acaba tendo é uma memória cada vez mais irregular e lembranças de alguém que ela nunca conheceu chamado Jack.

Em um conto no estilo O médico e O monstro, Harleen descobre que está compartilhando sua vida com Harley, que é seu oposto absoluto. Mas talvez ela não precise ser. Talvez Harleen possa incorporar as qualidades anárquicas de Harley e simplesmente não ser pego no processo.

DC Comics graphic novels Harley
Capa da graphic novel The Strange Case of Harleen and Harley (DC Comics)

Seguindo os passos de Lois e Harley, o super-herói mais popular de Milestone, Super Choque, fará sua estreia em graphic novel em Static: Up All Night. O escritor Lamar Giles e a artista Paris Alleyne se unem para seguir o jovem Virgil Hawkins depois que ele passa por um terrível término. Seu melhor amigo Richie sugere que eles vão a um festival de música em Dakota para tirar a mente de Virgil de sua ex, mas eis que a ex está no festival, então o plano sai pela culatra.

A partir daí, as coisas ficam cada vez mais selvagens. Static: Up All Night acontece em uma única noite – daí o título – e apresenta todos os tipos de travessuras, incluindo supervilões e um cleptomaníaco que muda de tamanho. Personagens familiares das séries animadas Dakotaverse e Super Choque farão participações especiais.

DC Comics graphic novels Super Choque
Capa da graphic novel Static: Up All Night (DC Comics)

Os lançamentos devem ocorrer nos meses de abril a junho de 2023!

Via: [Newsrama]

Versão feminina do Duas-Caras é introduzida em Flashpoint Beyond

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Duas-Caras está chegando ao Flashpoint Universe da DC, só que, desta vez, quem assume o papel é a viúva de Harvey Dent.

Revelando as publicações de agosto, a DC Comics lançou uma nova capa para Flashpoint Beyond #4. Uma das capas variantes mostra a esposa de Harvey Dent, Gilda Dent, sentada em uma cama no que parece ser Asilo Arkham. Na cama também tem uma pilha de bandagens ensanguentadas, enquanto ela joga um objeto circular – não uma moeda, mas o que parece ser uma ficha de pôquer – em sua mão esquerda. Metade do rosto de Gilda está marcado de uma forma que se parece com a realidade alternativa de seu marido, o vilão Duas-Caras.

Gilda Dent como Duas-Caras

No Flashpoint Universe, Harvey Dent nunca se torna Duas-Caras. Em vez disso, ele é um juiz respeitado em Gotham City. A saúde mental de Gilda piora após os eventos do spin-off Flashpoint: Batman Knight of Vengeance, que levou à morte da filha de Harvey e Gilda. Em Flashpoint Beyond #0, Harvey é assassinado por um assassino desconhecido. Thomas Wayne/Batman então opta por acolher o outro filho de Harvey e Gilda, Dexter Dent, enquanto Gilda permanece no Asilo Arkham. Um dos epílogos de Flashpoint Beyond #0 mostra Gilda pedindo para conhecer Thomas, mas ainda não vimos o Cavaleiro das Trevas fazer isso até agora na série.

Via: [CBR]

Confira a gameplay de MultiVersus na fase de teste Alfa fechado

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A fase de teste do MultiVersus está acontecendo neste momento! O jogo liberou o acesso para alguns usuários que se cadastraram para esse evento que irá do dia 19 a 27 de maio.

O primeiro teste do MultiVersus realizado este ano, em fevereiro, foi liberado apenas para usuários do PC. Desta vez, todas as plataformas tem acesso ao jogo. Dentro dele o usuário pode escolher se quer jogar no modo crossplay.

Jogo Multiversus

O usuário escolhido para participar desse evento teste é convidado à participar da comunidade Discord para relatar quaisquer problemas, ou enviar sugestões, que possam agilizar a finalização do jogo.

Entretanto, o jogo ainda não está totalmente finalizado. Alguns atributos como o modo Competitivo e a Loja do jogo não estão habilitadas durante o teste Alfa. Aqueles que não conseguiram acesso ao Alfa, poderão jogar em julho quando o teste Beta aberto estará disponível.

Confira uma partida 2v2:

MultiVersus será lançado ainda em 2022.

Confira os indicados ao Prêmio Will Eisner 2022, o Oscar dos Quadrinhos

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Finalmente temos os indicados ao Will Eisner Comic Industry Awards 2022, também conhecido como o Oscar dos quadrinhos!

E para a surpresa de ninguém, a DC Comics domina e segue sendo a editora com mais indicações, com 15 no total em obras originais e 7 em obras compartilhadas.

Indicado ao Will Eisner 2022.
Indicado ao Will Eisner 2022.

Asa Noturna de Tom Taylor domina a edição da premiação sendo a obra com mais indicações do ano, garantindo 5 chances de levar um prêmio para casa. Outras produções da DC também figuram entre os indicados, com destaque para Supergirl Woman of Tomorrow e Superman Red & Blue em demais categorias, confira:

  • Best Short Story

    “Funeral in Foam,” by Casey Gilly and Raina Telgemeier, in You Died: An Anthology of the Afterlife (Iron Circus)
    “Generations,” by Daniel Warren Johnson, in Superman: Red & Blue #5 (DC)
    “I Wanna Be a Slob,” by Michael Kamison and Steven Arnold, in Too Tough to Die (Birdcage Bottom Books)
    “Tap, Tap, Tap,” by Larry O’Neil and Jorge Fornés, in Green Arrow 80th Anniversary (DC)
    “Trickster, Traitor, Dummy, Doll,” by Triple Dream (Mel Hilario, Katie Longua, and Lauren Davis), in The Nib Vol 9: Secrets (The Nib)

  • Best Single Issue/One-Shot (must be able to stand alone)

    Marvel’s Voices: Identity #1, edited by Darren Shan (Marvel)
    Mouse Guard: The Owlhen Caregiver and Other Tales, by David Petersen (BOOM!/Archaia)
    Nightwing #87: “Get Grayson,” by Tom Taylor and Bruno Redondo (DC)
    Wolvendaughter, by Ver (Quindrie Press)
    Wonder Woman Historia: The Amazons, by Kelly Sue DeConnick and Phil Jimenez (DC)

  • Best Continuing Series

    Bitter Root, by David F. Walker, Chuck Brown, and Sanford Greene (Image)
    The Department of Truth, by James Tynion IV and Martin Simmonds (Image)
    Immortal Hulk, by Al Ewing, Joe Bennett, et al. (Marvel)
    Nightwing, by Tom Taylor and Bruno Redondo (DC)
    Something Is Killing the Children, by James Tynion IV and Werther Dell’Edera (BOOM! Studios)

  • Best Limited Series

    Beta Ray Bill: Argent Star, by Daniel Warren Johnson (Marvel)
    The Good Asian, by Pornsak Pichetshote and Alexandre Tefenkgi (Image)
    Hocus Pocus, by Rik Worth and Jordan Collver
    The Many Deaths of Laila Starr, by Ram V and Filipe Andrade (BOOM! Studios)
    Stray Dogs, by Tony Fleecs and Trish Forstner (Image)
    Supergirl: Woman of Tomorrow, by Tom King and Bilquis Evely (DC)

  • Best New Series

  • The Human Target, by Tom King and Greg Smallwood (DC)
    The Nice House on the Lake, by James Tynion IV and Álvaro Martínez Bueno (DC Black Label)
    Not All Robots, by Mark Russell and Mike Deodato Jr. (AWA Upshot)
    Radiant Black, by Kyle Higgins and Marcelo Costa (Image)
    Ultramega, by James Harren (Image Skybound)
  • Best Anthology

    Flash Forward: An Illustrated Guide to Possible (And Not So Possible) Tomorrows, by Rose Eveleth and various, edited by Laura Dozier (Abrams ComicArts)
    My Only Child, by Wang Ning and various, edited by Wang Saili, translation by Emma Massara (LICAF/Fanfare Presents)
    The Silver Coin, by Michael Walsh and various (Image)
    Superman: Red & Blue, edited by Jamie S. Rich, Brittany Holzherr, and Diegs Lopez (DC)
    You Died: An Anthology of the Afterlife, edited by Kel McDonald and Andrea Purcell (Iron Circus)

  • Best Writer

    Ed Brubaker, Destroy All Monsters, Friend of the Devil (Image)
    Kelly Sue DeConnick, Wonder Woman Historia: The Amazons Book One (DC)
    Filipe Melo, Ballad for Sophie (Top Shelf)
    Ram V, The Many Deaths of Laila Starr (BOOM! Studios); The Swamp Thing (DC); Carnage: Black, White & Blood, Venom (Marvel)
    James Tynion IV, House of Slaughter, Something Is Killing the Children, Wynd (BOOM! Studios); The Nice House on the Lake, The Joker, Batman, DC Pride 2021 (DC); The Department of Truth (Image); Blue Book, Razorblades (Tiny Onion Studios)

  • Best Writer/Artist

    Alison Bechdel, The Secret to Superhuman Strength (Mariner Books)
    Junji Ito, Deserter: Junji Ito Story Collection, Lovesickness: Junji Ito Story Collection, Sensor (VIZ Media)
    Daniel Warren Johnson, Superman: Red & Blue (DC); Beta Ray Bill (Marvel)
    Will McPhail, In: A Graphic Novel (Mariner Books)
    Barry Windsor-Smith, Monsters (Fantagraphics)

  • Best Penciller/Inker or Penciller/Inker Team

    Filipe Andrade, The Many Deaths of Laila Starr (BOOM! Studios)
    Phil Jimenez, Wonder Woman Historia: The Amazons (DC)
    Bruno Redondo, Nightwing (DC)
    Esad Ribic, Eternals (Marvel)
    Craig Russell, Norse Mythology (Dark Horse)

  • Best Cover Artist

    Jen Bartel, Future State Immortal Wonder Woman #1 & 2, Wonder Woman Black & Gold #1, Wonder Woman 80th Anniversary (DC); Women’s History Month variant covers (Marvel)
    David Mack, Norse Mythology (Dark Horse)
    Bruno Redondo, Nightwing (DC)
    Alex Ross, Black Panther, Captain America, Captain America/Iron Man #2, Immortal Hulk, Iron Man, The U.S. of The Marvels (Marvel)
    Julian Totino Tedesco, Just Beyond: Monstrosity (BOOM!/KaBoom!); Dune: House Atreides (BOOM! Studios); Action Comics (DC); The Walking Dead Deluxe (Image Skybound)
    Yoshi Yoshitani, I Am Not Starfire (DC); The Blue Flame, Giga, Witchblood (Vault)

  • Best Lettering

    Wes Abbott, Future State, Nightwing, Suicide Squad, Wonder Woman Black & Gold (DC)
    Clayton Cowles, The Amazons, Batman, Batman/Catwoman, Strange Adventures, Wonder Woman Historia (DC); Adventureman (Image); Daredevil, Eternals, King in Black, Strange Academy, Venom, X-Men Hickman, X-Men Duggan (Marvel)
    Crank!, Jonna and the Unpossible Monsters, The Tea Dragon Tapestry (Oni); Money Shot (Vault)
    Ed Dukeshire, Once & Future, Seven Secrets (BOOM Studios)
    Barry Windsor-Smith, Monsters (Fantagraphics)

A premiação e a revelação dos vencedores acontece durante a edição de 2022 da Comic Con, em San Diego, no dia 22 de julho.

Via: [ComicBook].

MultiVersus da Warner! Confira detalhes dos personagens da DC no jogo

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Em MultiVersus, o Multiverso está ao seu alcance enquanto você luta em intensas partidas 2 contra 2.

Desenvolvido pela Player First Games e Warner Bros., o jogo MultiVersus será distribuído gratuitamente e terá partidas multiplataformas. Descrito como uma versão Smash Bros. da Warner, o jogo de luta 2D conta as classes: Assassino, Brutamontes, Mago / À Distância, Suporte e Tanque. Cada lutador possui habilidades únicas, liberadas com o progresso individual, que podem combinar com outros personagens, podendo aumentar o desempenho da dupla.

É possível jogar outros modos. Além do modo cooperativo 2 contra 2 (2v2), também é possível jogar 1v1 ou jogar sozinho em uma partida com até 4 jogadores. Sem falar no modo Competitivo para testar suas habilidades no MultiVersus. Os locais do combate são mapas de tirar o fôlego! As lutas podem acontecer na Casa da Árvore de Jake e Finn, ou na Batcaverna e até mesmo na Mansão Mal-Assombrada do Scooby-Doo.

Confira os detalhes dos personagens da DC Comics disponíveis no lançamento do MultiVersus:

Superman do Multiversus

Mulher-Maravilha do Multiversus

Batman do Multiversus

Alerquina do Multiversus

MultiVersus será lançado ainda em 2022. Um teste alfa fechado do jogo estará disponível em 19 de maio para quem receber o convite ao se inscrever no site oficial do jogo. Em julho, o jogo terá um teste beta aberto.

Via: [multiversus]

Uma inimiga da Mulher-Maravilha recebe uma modernização mortal

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Em uma prévia de Mulher-Maravilha Evolutions #7, da escritora Stephanie Phillips, é revelada que uma grande vilã recebe um upgrade tecnológico que certamente causará problemas para a Mulher-Maravilha.

Na prévia, o misterioso Dr. Hill continua realizando experimentos científicos — só que desta vez, em vez de mexer com a mente de Diana, ele está realizando testes em uma de suas inimigas de longa data, a Cisne de Prata.

Os testes envolvem uma injeção de tecnologia de nanite na corrente sanguínea de Cisne de Prata, o que aumenta os poderes da vilã e dá um novo visual para ela. “Apesar do quanto eles podem querer tecnologia de nanite … eles são todos incapazes de realmente imaginar as possibilidades“, diz o monólogo interno de Hill enquanto ele injeta a tecnologia em Cisne de Prata. “O M.I.T. está programando nanobots para realizar cirurgias. Stanford está usando-os para algum tipo de tratamento de câncer e medições biométricas. Tecnologia médica que, embora inovadora, com certeza, mal raspa a superfície do que podemos alcançar com essa tecnologia.”

Cisne Prateada - Vilã de Mulher-MaravilhaHill começa a mostrar sua nova versão da Cisne de Prata para alguns funcionários do governo dos Estados Unidos, que estavam verificando o progresso de seu trabalho. Os funcionários estão menos do que impressionados — notando que Hill acabou de tornar “uma das criminosas mais perigosas sob nossa custódia AINDA MAIS perigosa” —, mas eles não têm tempo para encerrar o programa antes que a Cisne de Prata os atacassem, aparentemente mortalmente.

“Eles pensaram que minha tecnologia era apenas uma arma”, diz Hill enquanto o ataque está acontecendo. “Uma arma é uma ferramenta… um instrumento contundente usado para destruição, mas o que eu criei é uma maneira de ajudar a humanidade a dar o próximo grande passo na evolução… Uma chance de salvação.” Com a Mulher-Maravilha sendo essencialmente refém de Hill ao longo da série e forçada a passar por quaisquer simulações que ele possa projetar em seu cérebro, a nova atualização de Cisne de Prata pode dificultar ainda mais sua luta para se libertar.

Nova visual da vilã de Mulher-Maravilha

A sinopse de Mulher-Maravilha Evolution #7 diz: “Em julgamento pelo destino da humanidade, a Mulher-Maravilha lutou para provar a si mesma aos deuses cósmicos. Mas com o veredicto próximo, este julgamento é tudo o que Diana acreditava, ou ainda existe algo mais em jogo do que ela poderia imaginar? Enquanto os deuses revelam sua verdadeira natureza, a Diana descobre que a maior ameaça à humanidade pode ser apenas… Mulher-Maravilha? A verdade é descoberta nesta penúltima edição, mas já é tarde demais?”

Via: [CBR]

Donna Troy possui um laço mais perigoso que o da Mulher-Maravilha

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Donna Troy, também conhecida como Moça-Maravilha, assim como Diana Prince, a Mulher-Maravilha, usa um laço mágico semelhante ao da heroína, embora recentemnete ele tenha se revelado muito mais perigoso. Arrisco dizer ainda que que o laço é uma das armas mais conhecidas e icônicas da Mulher-Maravilha, ou até mesmo da DC Comics.

Laço da Verdade

O Laço da Verdade, como é chamado, tem uma variedade de usos, além de um encantamento que torna a mentira impossível para aqueles que são entrelaçados por ele. Porém, Donna Troy apareceu nas páginas das HQs com um novo artefato, o Laço da Persuasão, que tem um encantamento muito mais perigoso e o torna mais poderoso que o de Diana.

O icônico Laço da Verdade da Mulher-Maravilha foi criado pelas Amazonas ou pelos Olimpianos (ou ambos), dependendo da história que esteja sendo contada, e embora seu uso mais famoso seja convencer os seres a dizerem apenas toda a verdade, também é um artefato multifuncional indestrutível, aparecendo em diversas mídias, como HQs, animações, filmes e séries. De forma semelhante, o primeiro laço sem nome de Donna Troy tinha o mesmo uso, só que ele não possuía o encantamento da verdade. Apesar disso, ainda era uma arma defensiva e ofensiva que também poderia ser usada para transporte (se usada como uma ferramenta de luta).

Na 44ª edição do volume 2 da Liga da Justiça da América, de James Robinson e Mark Bagley, Donna Troy revela sua nova arma principal: O Laço da Persuasão. O laço prateado, que brilha em azul quando em uso, não obriga aqueles que o enredam a dizer a verdade, mas obriga a obedecer aos comandos de Donna Troy, desde que sua força de vontade seja mais fraca que a da heroína. A criação do Laço da Persuasão ainda não foi explorada nos quadrinhos, mas seu encantamento o torna uma arma muito mais controversa que do que o Laço da Verdade da Mulher-Maravilha, visto que pode ser usado tanto para o bem, quanto para o mal.

Donna Troy com o laço da persuasão

Nas primeiras aparições da Mulher Maravilha, seu laço encantado poderia ser usado para obrigar suas vítimas a fazer qualquer coisa, tornando-o semelhante ao Laço da Persuasão de Donna Troy antes que seu encantamento gradualmente se tornasse exclusivamente o de honestidade convincente. Em ambos os casos, anular o livre arbítrio de alguém é uma ação altamente questionável, especialmente para um super-herói, mas heróis como Donna Troy e a Mulher-Maravilha usam essa habilidade com responsabilidade. Na primeira vez que vimos o Laço da Persuasão, Donna Troy o usa no demônio Etrigan, obrigando-o a se transformar novamente em Jason Blood.

Uma possível explicação para a nova arma, é a de que o Laço da Persuasão é simplesmente o laço original de Donna Troy, que se tornou prata e azul ao receber seu encantamento de persuasão. Seja como for, o Laço da Persuasão da Moça-Maravilha é, para o bem ou para o mal, mais perigoso do que o icônico Laço da Verdade da Mulher-Maravilha.

Donna Troy na série Titans

Além das HQs, Donna Troy pode ser vista na série Titans, interpretada pela atriz Conor Leslie, como ilustrado na imagem acima.

[Via: Screenrant]