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    Terraverso: Quem são, o que comem, onde vivem?

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    Estamos completando seis anos de existência. Seis anos de um portal feito por fãs dedicado a falar da maior editora de quadrinhos, a DC Comics.

    Sim, estamos mais felizes que o Coringa.

    Foram anos se aperfeiçoando, melhorando e aprendendo. Ainda queremos evoluir e reconhecemos que precisamos. Mas, não podemos falar do Terraverso sem esclarecer algumas coisas. Nos últimos anos, nas redes, alguns supostos fãs da DC, páginas de Facebook e Twitter, nos acusaram de algumas coisas. Precisamente:

    Fazer muito mimimi. (escrevi aqui Editorial | O “mimimi” do Terraverso)

    Bipolares. (graças a esses textos “Acalmem-se fãs, vocês não são os donos da DC” e “Se os fãs não são os “donos” da DC, então quem é?”)

    Ser de esquerda.

    Moleques. (Por um “Macho”)

    Lacraverso. (Esse é fofo)

    A verdade é que a maior parte dessas acusações estão certas. Nós fazemos muito “mimimi”, ou seja, falamos de pautas raciais, feminismo, preconceitos, machismo e todo esse lado podre que sempre esteve presente nesse meio e por muito tempo foi escondido. Hoje em dia, falar sobre essas coisas é fazer mimimi e consequentemente lacrar.

    Sendo assim, lacramos e muito.

    Somos também bipolares e não teria como não ser. Não somos bipolares por ficar mudando de opinião, mas porque temos muitas opiniões diferentes, afinal, somos diferentes. Ao todo, temos 21 redatores no portal. 21 pessoas que pensam diferente, concordam em partes e discordam em outras.

    Se na redação perguntarmos quem quer o Snyderverso de volta e quem quer que seja só uma coisa do passado, teremos opiniões diversas. Discordamos, argumentamos e no final, toda opinião será respeitada igualmente. Basicamente, é o que gente grande deveria fazer naturalmente.

    Sobre esquerdistas, longe disso. Somos 21 pessoas que diferem em suas opiniões políticas e visão de mundo. Faz parte, é algo natural e tá tudo bem.

    No Terraverso, diversidade não é uma palavra para caçar likes como alguns alegam. Escrevemos sobre diversidade porque somos diversos e nos orgulhamos. Não só falamos de pautas LGBTQIA+ no mês do orgulho, somos LGBTQIA+. Não falamos de pautas raciais quando chega novembro, somos totalmente anti-racistas. Gritamos contra o machismo porque odiamos isso.

    Quando fazemos aniversário temos uns instantes de reflexão sobre a nossa vida e no Terraverso não é diferente. A nossa reflexão é sobre como devemos lutar pelo o que acreditamos enquanto escrevemos sobre o que amamos. Amamos a DC assim como você que está lendo esse texto neste momento. Falar de diversidade não diminui nosso amor, na realidade só aumenta. Não vamos deixar de falar sobre esses assuntos só porque tem um monte de macho chorando nas redes sociais.

    Não queremos o amor de quem tem ódio e não multiplicaremos ódio para agradar moleques que não saíram das fraldas mentais.

    Se você ama a DC fique com a gente. Queremos comemorar mais aniversários escrevendo, fazendo podcasts, lives e muito mais. Agora, se você ama a DC e odeia quem é diferente de você, não nos acompanhe. Sério mesmo, o Terraverso é para todos, mas não para quem só tem ódio a distribuir.

    O Terraverso é preto, é LGBTQIA+, é mulher e muito mais. E olha, a gente se orgulha demais disso.

    Felicidades para nós e para quem nos ama, pelo amor do Superman bi, nunca deixaremos de fazer mimimi. Parabéns Terraverso!

    Imagem de capa: DC Pride #1 (2021)

    The Batman | CEO da WarnerMedia comenta possibilidade de novo adiamento do filme

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    Um dos filmes mais esperados de 2022, com toda certeza, é The Batman. O aguardado novo projeto com o Cavaleiro das Trevas, nos cinemas, já indica, pelos trailers, que trará uma jornada profunda pela psicologia da dupla identidade do personagem. Mas o aumento de casos do Coronavírus, por conta da variante Ômicron, no mundo todo, preocupa os fãs, que já se perguntam sobre a chance do longa ser, mais uma vez, adiado. Por enquanto, o filme segue marcado para chegar, nas telonas, em março, de acordo com o CEO da WarnerMedia, Jason Kilar.

    Estamos, certamente, prestando atenção a tudo o que acontece com [a variante] Ômicron. Nós nos sentimos bem com a data agora. Vamos acompanhar [os desdobramentos da pandemia] dia a dia.

    Disse Jason Kilar em entrevista ao Puck News (via ComicBook). Vale lembrar que, por conta da pandemia, The Batman já passou por três adiamentos. Inicialmente, o filme seria lançado no dia 25 de junho de 2021. Depois passou para primeiro de outubro do ano passado, sendo logo depois datado para estrear no primeiro trimestre deste ano.

    Jason Kilar (foto) é o atual CEO da WarnerMedia. Executivo descarta adiamento de ‘The Batman’

    Além de Robert Pattinson no papel de Bruce Wayne/Batman, o elenco tem Zoë Kravitz como a Selina Kyle/Mulher-Gato, Jeffrey Wright como o Comissário James Gordon, Andy Serkis como Alfred Pennyworth, Colin Farrell como o Pinguim, Paul Dano como o Charada e John Turturro como Carmine Falcone.

    O longa vai mostrar um jovem Bruce Wayne em seu segundo ano como o vigilante mascarado de Gotham City. O lado detetivesco do personagem será bastante abordado no novo arco. Com roteiro e direção de Matt Reeves, The Batman tem o lançamento marcado para o dia 04 de março de 2022.

    James Gunn diz que não pretende ser o Kevin Feige da DC Comics

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    O cineasta, James Gunn, tem carta branca para fazer (quase) tudo o que quiser na DC Comics. Depois de escrever e dirigir O Esquadrão Suicida, que teve uma ótima recepção da crítica e da audiência, o diretor ganhou também a oportunidade de expandir seu “Gunnverso”, com a série solo do Pacificador. Isso poderia significar que Gunn seria um bom nome para comandar o DCEU depois da saída de Zack Snyder como o principal “arquiteto” das produções. Mas James Gunn, em interação no Twitter, disse que não pretende ser um “salvador” e atuar como o “Kevin Feige (presidente da Marvel Studios) da DC”.

    Obrigado por esse elogio… mas eu nunca iria querer o trabalho de Walt [Walter Hamada, presidente da DC Films] (na DC) ou Kevin (na Marvel).

    Respondeu o cineasta ao crítico, Drew Dietsch, que na rede social, onde pedia que Gunn tivesse total controle sobre as produções do universo estendido nos cinemas, depois de elogiar a série do anti-herói criada para a televisão justamente por Gunn.

    Além de roteirizar e também dirigir O Esquadrão Suicida, James Gunn é o principal nome por trás da série original da plataforma HBO Max, Pacificador, que será estrelada por John Cena. Criada por Gunn, que dirigiu cinco episódios da primeira temporada, a produção vai servir como uma história que vai continuar a narrativa trazida pelo longa lançado em agosto deste ano.

    Pacificador terá oito episódios no total, sendo que os três primeiros já estarão disponíveis no serviço de streaming logo no dia da estreia. Os outros cinco episódios serão lançados semanalmente dentro da plataforma. Mesmo que a série se passe logo após os acontecimentos de ‘O Esquadrão Suicida’, sendo praticamente uma continuação direta, a produção ainda promete mostrar detalhes do passado de Christopher Smith, nome civil do anti-herói.

    Pacificador estreia no próximo dia 13 de janeiro, na HBO Max.

    Vilões que poderiam dar as caras nos futuros filmes da DC

    A DC vem trazendo uma gama muito única de vilões em suas ultimas adaptações. Indo além do clássico “lado obscuro do herói” e não tendo medo de trazer figuras cartunesca dos gibis. Com isso em mente, separamos alguns vilões que poderiam dá as caras nos futuros filmes da DC nos cinemas, ou até na HBO Max. Confiram:

    Com a chegada de mais herois urbanos ao DCEU, a Roleta parece se encaixar como uma luva

    Roleta 

    Aves de Rapina serviu de porta de entrada para uma gama de produções focadas em heroínas urbanas, como é o caso dos filmes solos da Batgirl e da Canario Negro. Tendo isso em mente, uma vilã que casaria com essa abordagem e ainda traria um certo senso de nostalgia, é a Roleta. 

    Nas HQs: Veronica Sinclair é uma grande adversaria de equipes como a Sociedade da Justiça e as Aves de Rapine, organizando jogos de azar e competições mortais entre super-heróis em cativeiro, para o entretenimento de supervilões. Sendo uma antagonista perfeita para uma futura reunião das passarinhas futuramente, estando por trás de rinhas clandestinas de personagens menores do DCEU. Algo similar com a participação da vilã na animação Liga da Justiça Sem Limites. 

    Poderes: Roleta não possui nenhuma habilidade sobre humana, sendo uma excelente gestora de negócios e conhecimento de artes marciais diversas. 

    Medusa é uma das figuras mais aguardadas dos fãs no terceiro filme da Mulher-Maravilha

    Medusa 

    A Mulher-Maravilha está próxima de completa sua trilogia, já enfrentando o próprio Deus da Guerra e a dupla Mulher-Leopardo e Maxwell Lord, figuras clássicas de sua galeria de vilões. Para o encerramento de sua jornada, muito se teoriza quais seriam os novos adversários da princesa de Themysica, e um dos nomes mais cotados é da monstruosa Medusa. 

    Na mitologia, Medusa é conhecida como a vilanesca górgona com cabelos de serpente e olhar petrificador decapitada pelo herói Perseu. Contudo, sua origem é vista de duas maneiras. A primeira como sendo uma sacerdotisa de Atena que dormiu consensualmente com seu tio e rival, Poseidon, no templo da Deusa, cometendo o crime de Hybris (onde um mortal se põe como superior a uma certa divindade) e sendo castigada com sua forma monstruosa. 

    A segunda, retirada da obra do poeta latino chamado Ovídio, mostra Medusa como uma vítima de abuso sexual cometido por Netuno (como Poseidon era conhecido pelos romanos) no templo de Minerva (Atenas para os romanos), e por conta disso amaldiçoada pela Deusa. 

    Nas HQs: Na continuidade Pré-Novos 52, a personagem é mostrada como tendo uma origem similar ao dos mitos, sendo ressuscitada por suas irmãs, Euryale Stheno, com a ajuda da Deusa da Magia, Circe. Atacando a Casa Branca e enfrentando a Mulher-Maravilha durante uma missão diplomática, desafiando a heroína em um combate em nome de Ares. 

    A batalha, que estava sendo transmitida para o mundo inteiro, teve fim após Diana se cegar com o veneno de Medusa, e a decapita-la. Entregando sua cabeça a Atenas no Monte Olimpo.  

    A personagem pode ser uma grande presença do terceiro filme da heroína, podendo ser mais um dos segredos guardados pela Rainha Hipólita em Themysira. Tendo um final diferente de sua contraparte das HQs, algo que casaria mais com a visão idealista anti-punitivista dos cinemas, semelhante ao que aconteceu na adaptação de Maxwell Lord em WW84. 

    Poderes: Longevidade; Olhar Petrificante; Voo; Veneno ácido; Hipnose; Durabilidade e força sobre humana. 

    Banshee Prateada é a escolha perfeita para o primeiro filme solo da Supergirl

    Banshee Prateada 

    Quando se comenta da galeria de vilões do Superman, é comum a associação com o combo Lex Luthor/General Zod/Apokalipse/Braniac. Porém, o Homem de Aço possui uma gama bastante variada de antagonista e, talvez uma das mais promissoras, é a Banshee Prateada. 

    Nas HQs: Siobhan era a primogênita da família McDougal, um clã irlandês que possui uma forte ligação com o misticismo. Quando seu pai morreu e ela foi a próxima na fila de sucessão, pelo desgosto de seu tio e irmão, que não queriam que uma mulher liderasse o clã. Enquanto realizava o ritual para tomar seu lugar como líder da família, ele foi interrompido por seu tio, que a aprisionou no submundo, onde ficou lá por séculos e recebeu as habilidades da Banshee Prateada da entidade conhecida como Crone. 

    Nos Novos 52, Siobhan Smythe é mostrada como uma amiga e colega de quarto da Supergirl, sendo amaldiçoada como Banshee Prateada e fugindo de sua casa na Irlanda, para morar em Nova Iorque. Precisando revelar sua real identidade após a aparição de seu pai, Garrett Smythe, o Banshee negro. Que desejava forçar sua filha a honrar a herança da família. Com um possível filme solo da Supergirl a caminho, abraçar o lado do misticismo da “vilã” seria uma boa saída para distanciar a heroína de seu primo. 

    Poderes: Voo; Superforça; Projeção de Medo; Possessão; Pirocnese; teletransporte; Grito sônico mortal. 

    Depois do multiverso, a dimensão espelhada pode ser um bom caminho para o Flash

    Mestre dos Espelhos 

    O primeiro filme solo do Velocista Escarlate vai usar como base a ideia do multiverso, conceito esse que parece ter caído na graça dos Blockbuster de Hollywood. Porém, caso tenhamos uma sequência para essa história, seria interessante continuar investindo na temática de ficção cientifica e explorando outros conceitos dimensionais, algo que pode abri portas para o surgimento de um dos vilões mais clássicos do herói, o Mestre dos Espelhos. 

    Nas HQs: Nos Novos 52, Samuel “Sam” Scudder é um dos membros fundadores da Galeria de Vilões do Flash, onde, cansados da dependência de seus dispositivos, decidem reescrever os poderes de suas armas em seu próprio DNA. No entanto, o experimento dá errado e Sam fica preso permanentemente na dimensão espelhada. Bolando um plano, ao lado de sua namorada Patinadora Dourada, agora presa em uma espécie de forma astral, para tirá-lo da dimensão reunindo novamente a Galeria de Vilões. 

    Poderes: Sam não possui nenhuma habilidade sobre humana, apenas possuindo um intelecto avançado que o possibilitou criar equipamentos como sua arma de espelhos. 

    A chegada de Trigon precisará de arauto

    Irmão Sangue 

    Zatanna, Constantine e Madame Xanadu já possuem projetos confirmados, fazendo parte de uma nova investida da DC pelo seu universo sobrenatural. Um braço bastante rico de seu universo, contando com diversas figuras interessantes para se ver nas telas e entre elas temos Sebastian Blood, o temível Irmão Sangue. 

    Nas HQs: Sendo um vilão dos Jovens Titãs, sendo o oitavo de uma longa linhagem de indivíduos a assumir a alcunha de Irmão Sangue. Detendo título de Sumo Sacerdote da Igreja do Sangue e um emissário da entidade demoníaca conhecida como Trigon. 

    Com que tudo indica, J.J. Abrams parece está construindo uma sub franquia de heróis místicos, intercalando entre os cinemas e produções originais para a HBO Max e, a chegada de Trigon pode ser uma boa desculpa para reunir todos esses seres em um único lugar. Além de deixar pistas para futuros projetos envolvendo uma próxima geração de heróis. 

    Poderes: Sebastian tem um extenso conhecimento místico, sendo um exímio feiticeiro e possuindo habilidades de absorção de energia e longevidade. 

    Sr. Frio é perfeito para quebra a maldição do realismo do Batman

    Senhor Frio 

    O Batman possui um extenso número de produções no cinema, com cada encarnação abraçando características mais sombrias do herói. Tendo poucas exceções de adaptações que exploram o lado cartunesco do Cavaleiro das Trevas. Este ano Matt Reeves vem trazendo uma nova versão do personagem, incorporando elementos góticos de seu universo, mas ainda mantendo o pé no chão. Um vilão que poderia fazer uma quebra nesse realismo, mas sem destoar da proposta do universo, é o Senhor Frio. 

    Nas mídias: Durante décadas, Victor Fries foi retratado como um mero ladrão cartunesco do Batman, que roubava joias usando uma arma congelante e um traje pra lá de cômico. Porém, com a chegada da série animada do Batman nos anos 90, sua história foi recontada e se tornado algo trágico. Algo que, por conta do grande sucesso, acabou migrando para os quadrinhos. 

    Agora, Victor se tornou o temível Senhor Frio após um terrível acidente de laboratório, que o deixou dependente de temperaturas abaixo de zero para sobreviver. Passando a usar suas invenções experimentais para cometer crimes na tentativa de financiar sua pesquisa de encontrar uma cura para a doença terminal de sua esposa, Nora Fries. 

    O personagem já havia aparecido anteriormente nos cinemas, no colorido Batman & Robin, onde foi interpretado por Arnold Schwarzenegger. Ficando refém da TV por conta do realismo adotado depois da trilogia dos Nolan. Entretanto, o atual cenário das adaptações de HQs parece perfeito para o grande retorno do vilão.

    Poderes: Victor não possui nenhuma habilidade sobre-humana, tendo um traje e arma congelante que o auxilia em seus crimes. Além de ser um verdadeiro gênio.

    E você? Qual vilão, ou vilã, você gostaria que aparecesse no futuro da DC nos cinemas?

    “Foi a pior experiência”, diz Ben Affleck sobre Liga da Justiça; Astro fala também da saída de The Batman

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    Todos os holofotes se viraram para Ben Affleck. O ator passou por uma agenda cheia e, nas várias entrevistas que participou, ele falou sobre a experiência com os filmes da DC Comics. Depois de ter revelado que ficou magoado com as várias críticas negativas iniciais assim que foi escalado como o Batman do DCEU e, praticamente, ter se despedido do personagem após participar das filmagens do Snyder Cut e do filme solo do Flash, Affleck voltou a ser assunto no jornal Los Angeles Times. E em conversa com o jornalista, Josh Rottenberg, Ben Affleck falou sobre a decisão de sair de The Batman, projeto que, inicialmente, seria escrito, produzido, dirigido e estrelado por ele mesmo, além de revelar que a experiência em Liga da Justiça foi uma das piores possíveis.

    Liga da Justiça foi o ponto para mim. Foi uma experiência ruim por causa de uma confluência de coisas: minha própria vida, meu divórcio, estar longe demais, as agendas concorrentes e depois a tragédia pessoal do [diretor] Zack [Snyder – a filha do cineasta, Autumn, morreu, por suicídio, em 2017] e a refilmagem [de ‘Liga da Justiça’]. Foi, simplesmente, a pior experiência. Foi terrível. Foi tudo o que eu não gostei [na vida e na carreira]. Esse foi o momento em que eu disse:’Não estou mais fazendo isso’. Não é nem sobre, tipo, ‘Liga da Justiça’ ter ido tão mal. Poderia ter sido qualquer coisa.

    Falou o astro de 49 anos ao LA Times.

    Em 2016, a Warner Bros. divulgou que Ben Affleck iria escrever, produzir, dirigir e estrelar seu próprio filme do Batman. E mesmo após algumas entrevistas em que falou sobre o longa e pareceu animado, o ator decidiu, pouco tempo depois, que ia sair definitivamente do projeto.

    Dirigir Batman é um bom exemplo. Olhei para ele e pensei: ‘Não vou ficar feliz fazendo isso. A pessoa que faz isso deve adorar’. Você deve sempre querer essas coisas, e eu, provavelmente, teria adorado fazer isso aos 32 anos ou algo assim. Mas foi aí que comecei a perceber que não valia a pena. É um benefício maravilhoso reorientar e recalibrar suas prioridades. Uma vez que comecei a ser mais sobre a experiência, eu me senti mais à vontade.

    Em 2020, Ben Affleck voltou a vestir o traje para as novas filmagens da Liga da Justiça de Zack Snyder, versão lançada na plataforma HBO Max em março do ano passado. E essa não foi a última vez do ator como Batman. Affleck deve marcar sua despedida do DCEU no filme solo do Flash. Com Ezra Miller no papel de Barry Allen/Flash, a produção terá ainda, além de Ben Affleck como Bruce Wayne/Batman, Michael Keaton também como Bruce Wayne/Batman, Ron Livingston como Henry Allen, Kiersey Clemons como Iris West, Maribel Verdú como Nora Allen e Sasha Calle como Supergirl. ‘The Flash’, com direção de Andy Muschietti, tem o lançamento marcado para o dia 04 de novembro de 2022.

    Dos fãs e para os fãs: os heróis são de todos nós

    Olá, meus caros amigos. Dou início a mais uma jornada neste portal tão democrático que orgulhosamente carrego o estandarte por todos os lugares que passo. Enquanto aproveitava as minhas merecidas férias da redação, acompanhei sobre a recente polêmica (mais uma para variar) sobre o DCU, o filme do Flash e o medo de calorosos fãs da não existência de um Batman e um Superman, na sequência do universo de filmes que estão por vir.

    Como um grande fã e apoiador de diversidade em qualquer obra, encaro a possibilidade de termos uma trindade feminina como uma proposta muito agradável e precisamos disso. Assim como também adoraria a sequência da  história do Snyder Cut, que do meu ponto de vista quebrou a internet, além da chegada de um novo Batman (olha só não diziam que ele iria ficar de fora?) e o projeto da versão negra do Superman, mas não irei aproveitar deste espaço sagrado para dialogar sobre a minha perspectiva, mas convidá-los a refletir sobre esta relação conflituosa entre os grupos de fãs que geram estas reações tão bipolares na internet.

    Primeiramente vamos começar pensando sobre a nossa relação como fãs e as obras que consumimos a partir do aspecto de experiência ou vivência. O psicanalista Donald Woods Winnicott, realizou o seu trabalho no campo da relações objetais, desenvolvimento psicológico e pretendo conversar sobre a relação fãs como indivíduo com este objeto cultural que são os personagens de histórias em quadrinhos.

    Wiinnicott diz que a experiência é tudo o que podemos considerar como uma vivência, assim podemos ter o contato com determinado objeto ou situação, mas se de fato não vivenciamos aquela relação. Segundo ele não temos de fato uma experiência e podemos pensar desta forma em relação ao nosso contato com os personagens em obras ficcionais.

    Quando estamos acompanhando a jornada de nossos heróis, nos emocionamos, rimos, choramos, ficamos com medo ou apreensivos com o seu desfecho e, podemos dizer que houve uma vivência a partir disto e contribui na nossa evolução psicológica. Afinal, quem nunca se sentiu inspirado com a esperança do Homem de Aço, a resiliência em lidar com seu sofrimento do Cavaleiro das Trevas ou o compromisso com a verdade da princesa de Themiscera? Apesar de ser parte de um coletivo o consumo do material, a vivência ela individual e muito intima.

    Agora que refletimos que a experiência é uma vivência, podemos falar mais abertamente sobre a relação dos fãs com seus personagens e sobre esta ambivalente questão entre quem cria/produz o conteúdo.

    Através desta experiência tão orgânica que os fãs tem com seus personagens, existe esta ideia massificada de que temos propriedade sobre as obras, fato que foi muito bem explicado pelo nosso querido redator Marcos Vinicius e que as coisas não funcionam desta forma. Ao mesmo tempo também temos consciência que podemos mudar o rumo que eles tomam como dito pelo nosso colega Andre ao citar o fenômeno cultural Snyder Cut. E concomitante a esse conflito de forças também podemos abrir nossas mentes e corações para novas narrativas e perspectivas como dito por Luara sobre a chegada da trindade feminina.

    Soa redundante dizer isso, mas existe espaço para todo mundo, principalmente por causa dessa relação objeta tão única que temos com as obras que consumimos. Assim como amo o Lanterna Verde John Stewart, o Superman Calvin Ellis e o Monstro do Pântano, me permito ter a vivência de uma nova liga liderada por uma Supergirl, Batgirl e Mulher-Maravilha, sem o sentimento de que isso tira a essência da trindade que conhecemos. Eles estão lá e esta vivência não vai desaparecer se houver uma mudança em outra mídia. Assim como a chegada do Besouro Azul, mais filmes da família Shazam, Aquaman e até mesmo se surgir do nada um filme do Gladiador Dourado também é algo que vai ser uma experiência única para alguém que ama o personagem. Há espaço para todo mundo.

    Acrescento que eles não vão simplesmente desaparecer e isso não vai estragar a sua infância. Aliás, se você como um adulto ainda diz isso é um sinal bem patológico de que você não evoluiu psicologicamente, portanto procure terapia!

    Por fim eu quero deixar uma última reflexão para vocês, meus queridos leitores. Vivam novas experiências, abracem novas perspectivas porque assim como este redator, que em algum momento da infância se inspirou em um Lanterna Verde por ele ser igual ele, em algum momento brincou com a sua capa por aí acreditando que voava pelo mundo, trazendo esperança a todos, pensem que existirão por aí muitas garotas que poderão se inspirar nessas novas histórias que podem ser contadas. Afinal, a experiência como vivência também pode ser feita através da ficção.

    Ben Affleck revela mágoa com reação negativa inicial ao ser escolhido como Batman e, aparentemente, se despede do personagem

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    Ser escolhido para um papel de destaque em uma franquia, nos cinemas, não é fácil nem mesmo para os grandes astros de Hollywood. E Ben Affleck sabe muito bem disso. Mesmo já tendo uma carreira consolidada dentro da indústria do entretenimento, o ator revelou, em entrevista recente, que foi difícil lidar com as críticas assim que foi escolhido, por Zack Snyder, para ser o Batman do universo estendido da DC Comics nas telonas, com sua estreia em Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016). Em conversa com o The Howard Stern Show (via ScreenRant), Affleck contou que lidar com as críticas iniciais pela escalação como o Cavaleiro das Trevas foi algo bastante doloroso na época.

    Eu estava ferido. Estava menos ferido do que 10 anos antes, mas fiquei magoado porque me senti como: ‘Espere um minuto, vamos lá. O que eu tenho que fazer para você… sabe o que quero dizer?’ Achei que era uma ideia interessante, mas quer saber? Eu também percebi naquele ponto: ‘Será que agora isso se transforma em uma petição?’ Agora todo mundo vai fazer uma petição [protestando contra minha escolha como Batman]. ‘Será que você não tem algo melhor para fazer com o seu dia do que assinar petições?’ Mas, ironicamente, o motivo pelo qual fiz isso é que queria fazer um filme para meus filhos, principalmente, meu filho, que eles veriam e se orgulhariam. (disse o ator na entrevista).

    Eu nunca disse isso. É algo quente para a imprensa, mas talvez minhas cenas favoritas em termos de Batman e [minha] interpretação [favorita] de Batman estão no filme do Flash. Espero que mantenham a integridade do que fizemos porque achei ótimo e realmente interessante. Diferente, mas não de uma forma que seja incongruente com o personagem. Quem sabe? Talvez eles decidam que não funciona, mas quando fui e fiz, foi muito divertido, satisfatório e encorajador. Eu pensei: ‘Uau, acho que finalmente descobri.

    Falou o astro ao Herald Sun (via Comic Book) sobre sua participação em ‘The Flash’. Quando questionado de como foi retornar para as filmagens adicionais do Snyder Cut, além da experiência no longa estrelado por Ezra Miller, Affleck, praticamente, se despediu do Batman: “Um final muito bom em minha experiência com o personagem”.

    Vale lembrar que, recentemente, Ben Affleck afirmou não ter mais interesse em participar de projetos que envolvam propriedades intelectuais, como é o caso do personagem Batman.

    Depois que isso aconteceu com ‘O Último Duelo’ [fracasso de bilheteria], pensei: ‘Bem, esse é, provavelmente, o último lançamento teatral que terei’. Não quero fazer filmes de propriedade intelectual, onde você tem esse tipo de público embutido. Isso é algo que eu estava interessado e não gosto mais. Gosto de outras pessoas que fazem isso. E se você vai fazer isso, você deve adorar. E eu amo algo diferente. Realmente, o que é importante para mim é que as pessoas vejam. Quer dizer, este é um lançamento teatral limitado e isso é ótimo. Eu sei que 90% das pessoas irão vê-lo em plataformas. Eu quero que eles vejam o filme. Isso é o mais importante para mim.

    Contou o astro de 49 anos há pouco tempo para o The Playlist (via ScreenRant).

    Em 2020, Ben Affleck voltou a vestir o traje para as novas filmagens da Liga da Justiça de Zack Snyder, versão lançada na plataforma HBO Max em março do ano passado. E essa não foi a última vez do ator como Batman. Affleck deve marcar sua despedida do DCEU no filme solo do Flash. Com Ezra Miller no papel de Barry Allen/Flash, a produção terá ainda, além de Ben Affleck como Bruce Wayne/Batman, Michael Keaton também como Bruce Wayne/Batman, Ron Livingston como Henry Allen, Kiersey Clemons como Iris West, Maribel Verdú como Nora Allen e Sasha Calle como Supergirl.

    The Flash, com direção de Andy Muschietti, tem o lançamento marcado para o dia04 de novembro de 2022.

    Ex-executivo da Warner Bros. defende visão de Zack Snyder para os filmes da DC: “Subestimado pela crítica”

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    A relação entre a Warner Bros. e Zack Snyder vem se deteriorando com o tempo. O cineasta foi escolhido pelo tradicional estúdio para “arquitetar” o universo de super-heróis do conglomerado nos cinemas e bater de frente com a Marvel. E diferentemente do que a concorrente apresentava nas telonas, Snyder trouxe aos filmes da DC Comics um olhar mais pessimista, sombrio e menos divertido. Responsável por dirigir O Homem de Aço (2013) e Batman vs. Superman: A Origem da Justiça (2016), os dois primeiros filmes do DCEU, Zack Snyder foi extremamente criticado pelos especialistas por sua visão particular para personagens tão queridos. Mas nesta quinta-feira (06), um ex-executivo da Warner Bros. respondeu um comentário no Twitter defendendo a visão de Snyder e afirmando que a personalidade do diretor fez com que suas produções fossem subestimadas pela crítica.

    Eu não poderia concordar mais. Minha suspeita sempre foi de que a gentileza, abertura e entusiasmo de Zack criaram um ambiente para os críticos subestimarem seu trabalho. Por ser um humano humilde, acessível e decente, ele não se encaixava no molde de um autor. M****. Deve ser o oposto.

    Escreveu o ex-executivo do estúdio, Greg Silverman, ao concordar com a opinião de um outro usuário da rede social, que também defendia Zack Snyder (via ScreenRant).

    As versões teatrais, ou seja, exibidas nos cinemas, de O Homem de Aço e Batman vs. Superman sofreram com as baixas avaliações dos especialistas. Por outro lado, assim que BvS ganhou uma versão definitiva com toda a visão de Snyder, muitos críticos, que antes detestaram o filme, passaram a reconhecer o olhar do diretor para aquelas histórias. Mas essas avaliações negativas tiveram um peso muito grande para a Warner Bros. que, desde então, vem tentando, de todos os jeitos, se desvencilhar da visão marcante do cineasta.

    Liga da Justiça (2017) foi a pá de cal na relação entre Warner Bros. e Zack Snyder. Isso porque, de certa forma, o estúdio usou de um momento pessoal delicado do diretor (suicídio da filha, Autumn, de 21 anos) para tentar reverter a visão mais séria de Snyder e seguir uma linha cômica com os personagens. Tanto é que para isso, a WB chamou Joss Whedon para refilmar um filme praticamente pronto. A produção lançada, às pressas, em 2017, se mostrou um fracasso retumbante. Mas mesmo com a disponibilidade do filme original, o Snyder Cut ou, se preferir, a Liga da Justiça de Zack Snyder no ano passado e o ótimo recebimento por parte da crítica e, principalmente, dos fãs, a relação de parceria entre estúdio e cineasta parece ter chegado em um divórcio sem qualquer chance de retomada.

    O Homem de Aço, Batman vs Superman: A Origem da Justiça e Liga da Justiça de Zack Snyder estão disponíveis na plataforma HBO Max. Rumores recentes afirmam que estes filmes podem até ser apagados do cânone do DCEU com o lançamento do filme solo do Flash, que vai explorar o conceito de multiverso. Recentemente, Zack Snyder assinou um contrato milionário de exclusividade com a Netflix. Além de comandar um novo universo de zumbis (Army Of The Dead) na poderosa do streaming, o diretor vai começar a gravar, em breve, Rebel Moon, longa de ação e ficção científica com Sofia Boutella, que também será distribuído pelo famoso serviço de assinatura. A produção ainda não conta com uma data oficial de lançamento.

    Passado e poderes de Jay Nakamura são revelados pela DC

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    Jay Nakamura, o namorado do Superman, também tem poderes e em “Son of Kal-El #6” sua origem foi explorada. Ele conta ao Superman o modo como o vilão Henry Bendix fez experiências com ele e contextualizou seu namorado e aos leitores sobre seu passado trágico. Mais tarde na edição, ele também mostrou uma nova fantasia de super-herói ao lado de Jon.

    Henry Bendix, que apareceu originalmente no Universo WildStorm em 1993, é o atual presidente da Ilha Gamorra, que costumava ser um paraíso, mas se tornou um regime autoritário sob seu governo. Jay Nakamura, que dirige o site de jornalismo underground, o “The Truth”, e atualmente é o parceiro de confiança do novo Superman, revelou seus laços com a Ilha Gamorra e como Bendix literalmente tirou tudo dele quando ele assumiu o controle do país.

    Enquanto Jay e Jon conversam, o jovem conta que sua mãe Sara Nakamura foi presidente da ilha antes de Henry Bendix assumir, usando falsas promessas para vencer a última eleição realizada no país. Sua mãe foi violentamente levada por Bendix, deixando Jay sem saber se ela ainda estaria viva. Nakamura diz ao Superman que Bendix privou as pessoas de seus direitos e transformou Gamorra em uma fábrica de super-humanos. Jay diz que ganhou suas habilidades de transformação após ser experimentado e desmontado e remontado várias vezes. Ele ainda diz que usou seus poderes para escapar de Gamorra.

    Superman então concorda em ajudar Jay a parar Bendix enquanto a dupla vai disfarçada para Metrópolis. Eles encontram Damian Wayne e Lois Lane na missão, que estão fazendo sua própria vigilância sobre Bendix. Nakamura usa um novo traje na edição, mas não deixa claro se é apenas um disfarce temporário ou é algo que ele pretende fazer seu traje permanente de super-herói.

    Nenhum outro personagem tem mais em jogo do que Jay Nakamura em derrubar Bendix, já que sua origem como super-herói foi um resultado direto de suas ações. O vilão sequestrou (e possivelmente matou) sua mãe, fez experiências horríveis com ele e transformou sua casa em um país governado pelo autoritarismo. Portanto, é fácil ver por que Jay se tornou jornalista para expor as maiores injustiças do mundo. Felizmente, com o Superman ao seu lado , suas chances de parar o ditador nunca foram melhores.”

    Superman: Son of Kal-El #6″, de Tom Taylor, John Timms, Hi-Fi e Dave Sharpe, já está nas bancas dos EUA.

    Via: [Screen Rant]

    Sem Batman e sem Superman, qual será o futuro do DCEU? É simples, ‘We Can Do it’!

    O ano de 2022 começou quente para os DCnautas. Com rumores de que o vindouro filme ‘The Flash’ irá apagar todo o trabalho feito por Zack Snyder no Universo Extendido DC, lê-se o “Snyderverso”, que conta com O Homem de Aço, Batman vs. Superman e Liga da Justiça de Zack Snyder, assistimos o fandom DCnauta pegar fogo e se dividir em grupos pró e contra a continuação do universo estabelecido por Snyder.

    Mas essa não é a questão em destaque aqui. Suponhamos que, de fato, tudo que já foi estabelecido no DCEU seja apagado, a pergunta que paira é: Sem Batman e sem Superman, o que será dos filmes da DC? O que dará dinheiro? O que atrairá o público? A resposta é simples. Chegou a vez da teoria base que Mrs. Marston utilizou para criar a Mulher-Maravilha, de que as mulheres são o futuro, ser posta em prática.

    Novo ano, novos tempos, nova realidade e nova direção, chegou a vez das mulheres. O DCEU pode até ficar sem um Bruce Wayne atuando como o Cavaleiro das Trevas ou sem Clark Kent cruzando os céus como um pássaro (ou um avião) azul, mas o DCEU com certeza não estará em falta de Morcegos para trazer justiça e de Supers pra trazer esperança.

    Sim, sim, o Batman saiu, o Cavill não voltou, o Keaton já tem 70, ó meu Deus, estão destruindo minha infância!!!

    Eu entendo o desagrado, e falando parcialmente, gostaria da continuação do Snyderverso, e não acho que este deveria ser apagado. Mas também não acho que a saída de Ben Affleck ou Henry Cavill de seus respectivos papéis seja o fim da DC nos cinemas e que essa estaria abrindo mão de explorar seus maiores personagens. Até porque o Batman e o Superman permanecem em destaque, vide The Batman, Superman & Lois, o projeto do Superman Negro, a vindoura animação do Superman e do Batman, etc…

    Agora, fica o questionamento: O que importa é mesmo um Batman e um Superman no “universo principal” da DC, ou que se tenha um Morcego e um Kryptoniano homens? Para essa escritora que vos fala, a substituição já parecia a solução mais plausível desde o anúncio de Sasha Calle, como Supergirl, e de Leslie Grace, com o filme solo da Batgirl, a substituição não parece apenas plausível, como também óbvia.

    Vejamos, o sucesso do primeiro filme da Mulher-Maravilha abriu portas para que mais heroínas ganhassem destaque nos cinemas, provando que um filme de herói com protagonismo feminino pode ser tão rentável quanto um filme de herói com protagonismo masculino. Além disso, o grande apelo das personagens de Gal Gadot (Mulher-Maravilha) e Margot Robbie (Arlequina) nos mostram que, com o roteiro certo, os filmes de heroína passam muito bem, obrigada!

    Nesta lógica, conclui-se que, para que Sasha Calle e Leslie Grace caiam nas graças do público, basta um bom filme, ou às vezes nem isso, exemplo da Margot Robbie, que caiu nas graças do público porque, não apenas interpretou, mas deu vida à personagem Arlequina.

    Uma outra questão que pode ser usada de argumento contra a posse de Batgirl e Supergirl, como o carro-chefe de suas “casas” é que “não é fiel aos quadrinhos, nunca foi assim, sempre teve um Batman e um Superman”. Quanto a isso, caro leitor, tenho uma notícia não muito agradável para te dar, a fidelidade aos quadrinhos foi abandonada há muito, e não apenas no DCEU, ou você acha que o MCU é puro suco de fidelidade as HQ’s?

    E a mesma fidelidade não foi usada de argumento em outras questões, mas é sempre usada quando tocante em alguma questão envolvendo personagens femininas (um beijo especial para a Capitã Marvel, de Brie Larson e para a Canário Negro de Jurnee Smollett). E já que estamos falando de quadrinhos, é sempre bom lembrar que a DC, recentemente, reinventou todos os seus personagens principais na saga Estado Futuro, então qual é o problema do mesmo acontecer no DCEU?

    Expostas as questões acima, fica claro que a Batgirl e a Supergirl são mais do que capazes de comandarem o DCEU e atuarem ao lado da Mulher-Maravilha, como a nova trindade da DC nos cinemas. Isto posto, é hora de acalmarmos nossos corações de fãs e seguirmos na melhor vibe de “deixa a vida me levar, vida leva eu”, por que, independente da credibilidade dos últimos rumores, e das discussões levantadas, uma coisa é certa: o DCEU está bem longe de morrer!