A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
Em entrevista ao site USA Today, o ator Xolo Maridueña (Cobra Kai) falou sobre o filme do Besouro Azul, em como está empolgado e um pouco nervoso, em estrelar o projeto, que será seu primeiro longa.
Honestamente, parece que saltei alguns degraus. ‘Cobra Kai’ tem sido uma oportunidade maravilhosa, (e) parece um pouco intimidante ser este é meu primeiro filme e está em um reino totalmente diferente de tudo em que já trabalhei. Estou nervoso, mas animado. Vai ser importante, não só para os latinos e ver pessoas negras, pardas, representadas na tela, mas também mostrar uma história que nunca vimos antes.
Xolo ainda comentou rapidamente sobre o traje do Besouro Azul, revelando já ter visto o seu resultado final.
Fizemos dois ajustes de traje. Eles esperam que eu fique mais forte quando começarmos a filmar. Mas eu vi o uniforme e parece incrível. (O ator ainda acrescentou brincando) Nada de biscoitos de Natal e leite para mim.
Maridueña irá interpretar Jaime Reyes, o terceiro personagem a assumir o manto do Besouro Azul, sendo um jovem de descendência mexicana que encontrou em El Paso, no Texas, o Escaravelho do Besouro Azul, vindo da raça Reach, que acaba se fundindo na base da sua espinha, lhe fornecendo uma armadura extraterrestre que pode ser modificada para aumentar sua velocidade e força, bem como para criar armas, asas e escudos.
Besouro Azul é o primeiro filme da DC centrado em um super-herói latino, contando com a direção do porto-riquenho Angel Manuel Soto e roteiro do mexicano Gareth Dunnet-Alcocer. A produção será lançada exclusivamente nos cinemas, tendo previsão de estreia para 18 de agosto de 2023.
Segundo informações divulgadas pelo site The Numbers, Mulher-Maravilha 1984 foi o filme mais vendido do ano de 2021 nos EUA, vendendo mais de 1.423.588 de unidades e faturando cerca de US$ 34 milhões.
A produção, estrelada por Gal Gadot e dirigida por Patty Jenkins, conta com o retorno da maior heroína da DC, após o estrondoso sucesso do primeiro filme de 2017, em uma aventura romântica, ambientada no ápice dos anos oitenta. Onde Diana precisará impedir os planos maléficos do ganancioso Maxwell Lord (Pedro Pascal), ao lado de sua nova amiga, Barbara Minerva (Kristen Wiig), e lidar com o retorno de seu amado, Steve Trevor (Chris Pine).
Mulher-Maravilha 1984 foi a primeira produção da Warner a conta com lançamento hibrido, chegando simultaneamente nos cinemas e no serviço de streaming da HBO Max no dia 17 de dezembro de 2020.
Em um recente post em seu Instagram, a modelo Madison Hauck revelou que é a responsável por emprestar seu rosto para Diana Prince no jogo solo da Mulher-Maravilha.
Madison Hauck emprestará seu rosto para a princesa de Themysira em seu jogo solo
O projeto havia sido anunciado de surpresa durante o evento da TGA 2021, e está sendo será produzido pela desenvolvedora Monolith Productions, responsável pelos jogos da franquia Terra-média e F.E.A.R.. Confira abaixo a sinopse oficial do jogo:
O jogo de ação em terceira pessoa de mundo aberto introduzirá uma história original ambientada no Universo DC, e permitirá que os jogadores se tornem Diana de Themyscira na luta para unir sua família e os humanos do mundo moderno.
Segundo informações divulgadas, o jogo contará o com o Sistema de Nêmesis (ou Nemesis System), uma técnica onde os vilões do jogo se adaptam conforme são vencidos ou derrotados pelo protagonista. Com isso, os inimigos evoluem junto com os jogadores, tornando esse mundo “mais vivo”.
A série The Boys trouxe uma visão caótica e satirizada para as produções inspiradas nas histórias em quadrinhos. Funcionando, principalmente, como uma espécie de paródia dos personagens da Liga da Justiça, o seriado conquistou tanto a crítica especializada quanto os fãs. Por conta desse sucesso estrondoso, o Capitão Pátria, o super-herói mais poderoso daquele universo e líder dos Sete, se equiparou ao Superman, apesar de diferenças significativas em termos de personalidade. Quando questionado sobre quem venceria em um possível confronto entre o Capitão Pátria e o Superman, o showrunner de The Boys, Eric Kripke, apostou alto no sociopata e assassino.
Quero dizer, definitivamente, o Capitão Pátria [venceria] porque o Superman tem moral e o Capitão Pátria é como um sociopata hardcore. Então, é como se o Capitão Pátria não tivesse nenhum problema em arrancar os testículos do Superman. Tipo zero. E o Superman vai ser como socar acima da cintura. Então, meio que não é um concurso.
Disse Eric Kripke em entrevista ao The Illuminerdi (via ScreenRant).
The Boys é uma produção original da plataforma Amazon Prime Vídeo. Inspirada na saga de histórias em quadrinhos criada por Garth Ennis e Darick Robertson, em 2006. As primeiras edições em quadrinhos foram publicadas pela DC Comics, através de sua linha editorial WildStorm, e o restante foi publicado pela Dynamite Entertainment.
A série tem as duas primeiras temporadas já disponíveis no catálogo do serviço de streaming. Uma terceira temporada do seriado está garantida e tem previsão de estrear ainda neste ano.
A série tem no elenco Karl Urban como William “Billy” Bruto, Jack Quaid como Hughie Campbell, Antony Starr como John/Capitão Pátria, Erin Moriarty como Annie January/Luz-Estrela, Dominique McElligott como Maggie Shaw/Rainha Maeve, Jessie Usher como Reggie Franklin/Trem-Bala, Laz Alonso como Marvin T. Milk/Leitinho da Mamãe, Chace Crawford como Kevin Moskowitz/Profundo, Nathan Mitchell como Black Noir, Karen Fukuhara como Kimiko Miyashiro/A Fêmea, Tomer Kapon como Serge/Francês, Aya Cash como Klara Risinger/Tempesta, Simon Pegg como Hugh Campbell Sr, Giancarlo Esposito como Stan Edgar e Jensen Ackles como Soldier Boy.
Com o final da primeira metade da nova temporada de Justiça Jovem, reunimos os principais acontecimentos da nova temporada, que trouxe novos formatos para a série e aprofundou ainda mais os conceitos desse universo.
Atenção! A lista abaixo contém spoilers da primeira metade de Justiça Jovem: Espectros.
1. Cena durante créditos
Entre uma das grandes novidades de Justiça Jovem: Espectros diz respeito ao formato. Diferente das temporadas anteriores, a produção decide por dividir sua trama em pequenos arcos, estrelados por membros da formação original da equipe mostrada no final da primeira temporada (que incluía as adições de Zatanna e Roquete). Cada um contando com 4 a/ou 5 episódios e focando em diferentes núcleos do universo, passeando por diferentes gêneros, como ficção científica, espionagem e fantasia.
Outra nova mudança feita pela produção são as adições de cenas durante os créditos que servem para dar mais profundidade aos personagens, mostrando suas incertezas, angustias, seus momentos de descontração ou, a repercussão dos acontecimentos da série de forma mais intimista. Uma evolução a brincadeira de mostra o Lobo dormindo em diferentes espaços, da terceira temporada.
Dentre as cenas de maior destaque temos uma conversa entre Violet e Canário Negro, onde a renegada fala abertamente sobre suas decisões após os acontecimentos da temporada passada e a sua relação com a religião muçulmana. Mais pra frente, vemos uma conversa casual entre Superman e Lois, onde ouvimos relatos das as primeiras manifestações das habilidades do pequeno Jon Kent e, uma grande revelação: cocô kryptoniano não é anti-gravitacional!
M’egann, Garfiel e Conner passeando pelas ruas de Marte
2. Preparativos para o casamento
O primeiro arco da temporada foca em M’egann e Conner, que partem para Marte para realizar as cerimônias matrimoniais do planeta vermelho.
Usando isso como base, a produção aproveita para ir a fundo na cultura do planeta, algo somente mencionado nas temporadas anteriores ou nos quadrinhos oficiais desse universo. Apresentando suas estruturas básicas sociais, como a forma de governo, arquitetura, comunicação e os conflitos internos originados por conta do preconceito e xenofobia de seus habitantes.
Os jovens heróis investigando a morte do rei S’turnn J’axx.
3. Um assassinato em Marte resulta num sacrifício heroico
Apesar de ter o casamento dos jovens heróis como o centro da história, a trama é acompanhada do mistério por trás do assassinato do antigo regente de Marte, S’turnn J’axx. Um mistério que é usado como desculpa pelos extremistas da corte para reprimir ainda mais a população minoritária de marcianos brancos, que são vistos como os reais responsáveis pelo crime.
Com a ajuda do príncipe J’emm J’axx, Superboy e Mutano auxiliam nas investigações enquanto Miss Marte entra em conflito com seu irmão Ma’alefa’ak e sua organização terrorista, que deseja pôr um fim na separação de casta explodindo uma bomba genética, cortesia de sua aliança com Apokolipse, durante o aniversário do príncipe herdeiro.
É descoberto que a sacerdotisa S’yraa S’mitt e antiga amante do príncipe J’emm foi a real responsável pelo assassinato, por conta de um descontrole de suas habilidades mágicas após uma discussão com o rei, que não aceitava seu relacionamento inter-racial de seu filho.
Ao final do arco, Ma’alefa’ak implanta a bomba durante a cerimônia, que é alterada com kryptonita por uma figura ainda misteriosa. Connor, já fraco por falta de exposição solar, impedi que a detonação atinja os cíveis, mas acaba falecendo no processo.
Artemis se vê em meio a uma complexa investigação
4. Tigresa no país das maravilhas
Depois dos acontecimentos em Marte, vemos Artêmis investigando o aparecimento de duas agentes foragidas da Liga da Sombras, Ônix e Cassandra Savage, que apontam uma à outra como sendo espiãs enviadas por Lady Shiva. Ao mesmo tempo em que lida com o de sua irmã, a Lince.
Em meio a trama de investigação, que resulta no envolvimento de heróis suburbanos como Órfã e Oráculo, os roteiristas exploram uma característica não muito desenvolvida da atual Tigresa, sua paixão por literatura. Sendo um arco repleto de referências bibliográficas, tanto visuais como através de narrações em off, de autores como Vũ Trọng Phụng, Charles Dickens e, principalmente, Lewis Carroll.
Barbara se sacrifica para salvar a vida de Cassandra
5. Não é mais uma piada mortal
A trama do segundo arco consiste na revelação que Cassandra Cain, a Órfã, é a filha da, agora, líder da Liga dos Assassinos, Lady Shiva. Que manda uma força tarefa de seus melhores assassinos e uma espiã, que revela ser a filha de Vandel Savage, para trazê-la de volta.
Durante a passagem dos episódios vemos a nova origem da personagem e como ela acabou se tornando uma das protegidas do Batman, sendo enviada por sua mãe para assassinar o Coringa, finalizando seu treinamento na ordem de assassinos. Porém, é revelado que, quando estava prestes de dá o golpe final, ela é impedida por Barbara Gordon, ainda no manto de Batgirl, que acaba recebendo o golpe e perdendo o movimento das pernas, mas acaba salvando Cassandra de sucumbi as vontades de Shiva, salvando a garota e formando um forte laço de irmandade.
O sacrifício de Barbara acaba por subverter o papel da personagem durante o arco A Piada Mortal, escrita por Alan Moore em 1988, onde Barbara é baleada, e supostamente estuprada, pelo Coringa com a intenção de enlouquecer a mente de seu pai, o Comissário Gordon. Aqui, Barbara possui completo controle da situação, sendo uma ação consciente em uma história onde o Coringa é só um mero coadjuvante.
Vandal Savage é mostrado como o mantedor da ordem na terra.
6. A criança, o imortal e o elmo
O terceiro arco, que encerra a primeira parte da quarta temporada, tendo Zatanna e o núcleo mágico da DC como protagonistas.
Insatisfeitos com o trabalho de Klaryon na terra, os Lordes do Caos enviam um novo arauto, que se auto intitulou a Criança, com a intenção de pôr um fim definitivo ao planeta. Sentindo o desequilíbrio das forças sagrado, Vingador Fantasma entra em contato com Zatanna e seus novos protegidos para se unirem contra esse grande mal. Mas, para isso, eles terão que se unir a outros rostos sobrenaturais, como o demônio Etrigan, a vidente Madame Xanadu e o arauto da Ordem, Senhor Destino.
Com o passar da trama, é mostrado o histórico dos Lorde na terra, revelando Vandel Savage como peça central na manutenção do equilíbrio de ambas as forças e responsável pelo surgimento do Reino de Atlântida, o surgimento dos Homo Magi e a criação do Elmo do Destino.
Zatanna finalmente conseguirá aproveitar um tempo ao lado de seu pai.
7. A cartada final de Zatanna
Após derrotarem a Criança, graças ao intermédio de Vandel Savage aos Lordes da Ordem e do Caos, Zatanna propõe uma divisão de fardo do elmo entre ela, seu pai, Zatara, e seus estudantes Khalid, o sobrinho de Kent Nelson, e Traci. Com cada um deles revezando a posse do elmo por uma semana, e permitindo que os demais possam aproveitar suas vidas no meio tempo.
Entretanto, nos minutos finais é revelado que todo o caos do arco foi orquestrado por Zatanna para diminuir o tempo de custódia de seu pai pelo elmo, que servia como ancora ao mago há cerca de dez anos. Escolhendo a dedo seus pupilos e ficando de lado em meio ao conflito para mostrar o valor de seus estudantes e assim convencer Nabu na divisão de posse. Permitindo um tempo de liberdade ao seu pai e a si mesmo para assim poderem usufruir de um tempo em conjunto, como pai e filha.
Mary sucumbindo a influência de Vovó Bondade
8. A corrupção da inocência
Mary Bromfield aparece na série como uma ex-heroína e atual protegida de Zatanna, que abandonou a capa após ficar obcecada com o poder e desistir de sua vida civil até ser confrontada por seus irmãos, Billy Batson e Freddy Freeman. Não mais se transformando na campeã do mago Shazam, e somente usando seus poderes através de uma técnica de invocação conhecida como “Earth’s ley lines”.
Durante o último arco, Mary se alia a Zatanna, Destino e os Sentinelas da Magia para tenta derrotar a ameaça da Criança. Contudo, durante a batalha, a feiticeira não vê problema em drenar as habilidades de seus colegas de equipe para se fortalecer. Ao final do combate, mesmo sendo uma peça importante para a vitória, Zatanna decide ainda precisa de mais disciplina com suas habilidades e a deixa de fora de seus planos com o elmo. Algo que enfurece a jovem, que decide saí da equipe e voltar para Fawcett City que, em seu momento de fragilidade, é encontrada por Vovó Bondade, que a persuade a assumir a forma da campeã do Mago mais uma vez, e se unir à ela.
A série parece estar usando como base um dos arcos mais polêmicos da heroína nas HQs, onde, durante os eventos da Crise Final, Mary é corrompida, após a morte do Mago Shazam, por Espectro e receber novas habilidades de Adão Negro. Tudo isso como uma tramóia de Eclipso para torna-la a noiva perfeita para Darkside.
O espirito de Conner preso no que parece ser a Zona Fantasma
9. Legião em meio a fantasmas
Um dos maiores ganchos ao final da temporada diz a respeito do papel da Legião do Heróis na trama da série. A equipe vem fazendo breves aparições durante toda a temporada, se mantendo distante e quase que nunca interferindo diretamente no desenrolar da história.
Muitos fãs suspeitam que sua presença na temporada tenha a ver com o Superboy, que é revelado no final do episódio como estando com seu espírito preso em uma dimensão desconhecida. Que muitos teorizam como sendo a Zona Fantasma, até por conta do subtítulo Espectros (ou Phantoms, em inglês) que o novo ano recebeu.
A reais intenções dos legionários ainda está muito vaga, mas é certo que uma aproximação é eminente, visto que a equipe parece está enfrentando uma figura misteriosa, que foi responsável pela morte do Superboy. Podendo o herói, mesmo que morto, receber um arco próprio, visto que ele ainda está presente na introdução da temporada.
Garfield é um dos grandes destaques da temporada com um arco envolvendo luto e depressão
10. Precisamos falar sobre Mutano
Durante toda a primeira parte da temporada, acompanhamos Garfield sucumbi cada vez mais e mais a depressão. Inicialmente não lidando com a traição de Bryon na temporada anterior e seu relacionamento a distância com a rainha Perdita, e só vindo a piorar depois da morte de Conner em Marte.
Aos poucos o estado de Garfield vai se degradando, com a série mostrando de perto todo esse processo. Desde de seus ataques de raiva, seu afastamento de amigos, familiares e colegas, e sua dependência química para conseguir dormir. O ápice dessa subtrama acontece no último episódio, onde ao ser confrontado por Perdita a cerca de seu estado, o renegado termina seu relacionamento com a jovem regente de maneira ríspida e direta.
Ainda não se sabe quais são as intenções dos roteiristas e qual será o papel do jovem herói. Mas, pelo nível de atenção que o mesmo vem recebendo, muito provável que ele será uma peça chave para a próxima metade da temporada.
Bônus: Apertem os cintos, o ônibus foi possuído
A quarta temporada está recheada de momentos dramáticos e melancólicos, com os protagonistas precisando lidar com questões muito mais complexas que não podem ser resolvidas apenas com um mero soco. Porém, um momento de descontração acabou caindo na graça dos fãs e envolve uma piada muito bem construída envolvendo um ônibus escolar.
Após um confronto com a Criança, o gato de Klarion, é morto e com isso a entidade perde sua âncora no mundo mortal e é jogado em meio ao tempo e espaço. Voltando ao ano de 2010 onde possui um ônibus escolar lotado de estudantes salvo por Superman e Superboy durante o quinto episódio da primeira temporada, intitulado “A Escola”.
Tentando voltar ao presente, a entidade viaja por décadas, estando presente em momentos cruciais durante toda a história da série mostrada até então e, meio a diferentes realidades. O que acabou possibilitando Zatanna de ver o atual paradeiro do Superboy.
Após achar uma nova ancora no mundo metafísico, Klarion liberta o ônibus e seus tripulantes, que são levados ao momento em que desapareceram, recebendo o número pessoal daCanário Negro para poderem processarem o que passaram.
A segunda metade da temporada será lançada durante outono de 2022 e encerrará ainda em novembro, segundo o co-showrunner Greg Weisman.
A primeira metade do novo ano, junto de todas as temporadas anteriores, estão disponíveis na HBO Max.
Com o início de um novo ano é comum revisitarmos os eventos do ano anterior e tirar algum tipo de conclusão que definirá se ele foi bom ou não. No micro cosmo da DC, o ano de 2021 foi muito benéfico em diferentes frontes, com uma diversidade de produções que exploraram a fundo o potencial dos personagens e universo da editora.
Contudo, apesar do futuro parecer bastante promissor, especialmente no que diz respeito ao cinema. Muitos são os exemplos dos fãs que não só escolhem achar que tudo está perdido, como também passam de todos os limites ao esquecer de olhar de maneira não passional para aquilo que eles afirmam tanto amar.
Fãs, onde vivem??
A palavra Fandom é originaria da língua inglesa, usada para se referir a um grupo de indivíduos unidos por um gosto em comum. Normalmente encontrados aos montes em redes sociais, como o Twitter, debatendo ou comentando sobre produções referentes a esse assunto em comum. Existindo uma certa identificação por conta de gostos em comum e, com isso, causando um determinado grau de aproximação.
Contudo, apesar de no papel esse grupo de indivíduos parecer inofensivo e harmonioso, um olhar mais aproximado revela uma massa generalizada caótica e prepotente de vozes desconexas movidas pelo desejo do querer. Sendo verdadeiramente impossível identificar uma bússola que encaminhe qualquer obra para “a direção correta”. Até porque, tal concepção nunca será uníssona entre os próprios membros.
Outro fator alarmante na relação entre “fã X obra”, é a ideia prepotente de posse. Muitos são aqueles que acreditam ser donos de determinadas histórias ou personagem. Sendo os únicos detentores do que é melhor para o lore dos mesmos. Qualquer ideia que fuja dessa concepção, mesmo que respeitosa com a jornada apresentada até aquele momento, é imediatamente posta como inválida.
Um exemplo fora do núcleo DC, aconteceu na recente trilogia de Star Wars, quando uma massa ativa de “fãs” se revoltou com as escolhas do diretor Rian Johnson para com esse universo e, especialmente, com o encerramento da jornada de Luke Skywalker. No fim, essa revolta gerou uma série de reformulações, usando como base os desejos e clamores dos “fãs”, resultando em Ascenção Skywalker e o amargor de uma trilogia tão promissora.
O Mandaloriano trouxe de volta o amor dos fãs de Star Wars
Atualmente a franquia se mantém firme e forte através de produções originais para o serviço de streaming da Disney+. A série O Mandaloriano, a grande precursora dessa nova investida, que usa da estética dos filmes originais e conceitos apresentados em derivados da franquia, como as séries animadas. Fazendo o público voltar a ter bons olhos para as novas produções do universo, entretanto, não é preciso de muita pesquisa para encontrar comentários de grupos que desprezam esse cânone criado por Dave Filoni, e só considerando aquilo produzido por George Lucas.
Escutar os fãs pode parecer uma solução, mas, como em muitos casos, pode ser exatamente o contrário.
Rumores e o status do DCEU
O DCEU (DC Extended Universe) surgiu em 2013 com a estreia de O Homem de Aço, dirigido por Zack Snyder (300) e estrelado por Henry Cavill (The Tudors), reapresentando o mais icônico herói da editora, em uma nova roupagem. Mesclando elementos messiânicos e de tragédia grega para moldar uma versão mais melodramática do personagem. A proposta não foi bem aceita pela crítica e pelo público, gerando uma série de mudanças e conflitos internos que, resultaram no lançamento de Liga da Justiça de 2017, dirigido por Joss Whedon, um filme desconjuntado e apático. Uma clara intervenção do estúdio moldada pelo clamor indecifrável dos fãs.
Com o fim dessa “primeira fase” espiritual, a franquia voltou a ter fôlego após a estreia de Aquaman (2018), filme bilionário estrelado por Jason Momoa (Game of Thrones) e dirigido por James Wan (Invocação do Mal), que estabeleceu um ponto de partida que seria presente nesse novo recomeço. Produções distintas que explorariam a fundo os conceitos mais fantásticos de seus personagens em histórias contidas e sem a obrigatoriedade de grandes conexões. Se reaproximando com o público e permitindo a solidificação de uma nova e firme base para esse universo, tendo retornos positivos mesmo em meio a pandemia.
Amber Heard, James Wan, Jason Momoa e Willem DeFoe no set de Aquaman (2018)
Em 2021 houve o encerramento dessa “segunda fase” através do lançamento de O Esquadrão Suicida (2021), que abriu portas para o aprofundamento desse universo através de derivados, com a série do Pacificador (2022) sendo a primeira investida do DCEU na plataforma da HBO Max, e permitindo o cruzamento dos personagens através das sub franquias apresentadas até então. Agora, o caminho deverá ser de aprofundamento de temas e determinar uma linha cronológica oficial, podendo essas franquias se conversarem ou até contarem uma história própria, sem precisar envolver todo o universo.
No centro dessa reafirmação está o filme The Flash (2022), estrelado por Ezra Miller e dirigido por Andy Muschietti (It), que deverá misturar elementos de viagem no tempo e o conceito de multiverso, tal qual a animação da Sociedade da Justiça (2021), para dá desculpa necessária para tais mudanças cronológicas.
E, o grande exemplo de mudança está na presença de Michael Keaton como o Bruce Wayne regular desse universo, uma homenagem ao seu legado na pele do herói. Entretanto, uma discussão se iniciou com tal especulação, mostrando mais uma vez a prepotência e desrespeito dos “fãs”.
O desrespeito com o legado
O ator Michael Keaton ficou eternizado na pele do cruzado encapuzado após protagonizar dois dos filmes mais aclamados do herói, em meados da década de 90, ajudando a distanciar a imagem considerada “infantil” da encarnação de Adam West. Em 2022, o ator retornará ao papel no filme The Flash e, segundo especulações, deve ser colocado como o Batman definitivo do DCEU.
Essa decisão desagradou uma parcela consideravelmente ativa dos “fãs”, que responderam a esses rumores de forma desrespeitosa. Fazendo comentários preconceituosos com o ator por conta de sua idade (70 anos), constantemente reafirmando que não querem um “Batman que usa fraldas geriátricas” como o titular do universo.
Não é a primeira vez que um artista é alvo de comentários ageísmo, Rosie Perez também passou por algo semelhante na época de Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa) por não se encaixar na figura “jovial” que o público esperava da detetive Renée Montoya.
Preferir uma versão mais jovem de determinado herói é compreensível, a própria indústria fomenta tal pensamento enaltecendo o corpo esbelto de atores na “flor da idade”. Porém, existem limites. A partir do momento em que tais comentários se tornam agressões a imagem de um indivíduo, seja ele famoso ou não, esse limite é ultrapassado e só demonstra a infantilidade e desrespeito daquele que o faz.
Michael Keaton merece ser respeitado
Outro ponto apresentado, contra a presença de Keaton no DCEU, diz respeito do conhecimento do público mais jovem quanto ao trabalho do ator. Uma desculpa vazia que subestima uma geração formada através da nostalgia que, mesmo não tendo determinado conhecimento, encontrará um meio de entender todas as referências de um episódio de Stranger Things, por exemplo.
A ideia de ter um Batman experiente não é algo sem precedentes e pode vir a permitir que o cinema explore outras facetas do personagem, como a mentoria. A Batfamilia é um dos elementos mais cruciais da mitologia do personagem, mas nunca foi devidamente explorado por sempre termos um Batman “início de carreira” nas telas. Com a chegada de Robert Pattinson e coexistência de dois Batmen nos cinemas, qual o problema de um deles abraçar uma das melhores qualidades do herói, a de ser um pai.
E o Superman, hein??
Talvez uma das grandes incógnitas a respeito do DCEU diz respeito ao Superman. O herói foi deixado de lado desde a repercussão negativa de seus filmes e o futuro de sua franquia ainda parece incerto, especialmente se o ator Henry Cavill voltará a usar a capa novamente.
A questão envolvendo o Superman é ainda mais complicada do que aparento, pois envolve um longo e complicado histórico de problemas de bastidores, projetos engavetados e produções que foram aquém das expectativas do estúdio. Todo esse transtorno em volta do herói é somente o resultado de uma grande bola de neve que vem se formando desde a saída de Richard Donner da direção de Superman II – A Aventura Continua (1980).
Existe um medo do fracasso que paira sobre essa franquia, que vem se alimentando das incertezas da própria Warner e a dificuldade dos realizadores em trabalhar com o personagem. Diferentemente da televisão, que sempre soube explorar e desenvolver bem o Superman e sua mitologia, vide a Smallville e, mais recentemente, Superman & Lois.
Querendo ou não, o que pode ser a grande mudança de paradigma para o herói, é a sua prima, a Supergirl. A personagem, que será apresentada nos cinemas em The Flash (2022) vivida por Sasha Calle, poderá ser o diferencial que possibilitará o retorno do herói, usando de sua mais recente ascensão no gosto do grande público, que veio acompanhando sua jornada em produções como na sua série solo na CW e na animação DC Super Hero Girls.
Vale lembrar que, diferente do que muitos possam imaginar, uma nova adaptação do personagem está em desenvolvimento. O projeto ficou conhecido como o filme do “Superman Negro”, onde deve trazer o que muitos suspeitam como a versão da Terra-23 do herói, conhecido como Presidente Superman, ou simplesmente, Calvin Ellis. O filme contará com produção de J.J.Abrams (Super 8) e roteiro do premiado escritor e jornalista estadunidense, Ta-Nehisi Coates. Produção essa que parece caminhar nos mesmos moldes de The Batman e ser algo a parte do DCEU.
Arte do “Superman Negro” feita por Clayton Henry
Apesar de ainda parecer incerto a direção que a Warner levará o personagem, é incorreto dizer que não existe uma preocupação e vontade de desenvolver o maior herói da editora. A grande questão aqui é o tempo.
A pressa é a maior inimiga da perfeição
É importante entender que muito provavelmente o DCEU nunca será o MCU (Marvel Cinematic Universe), pois, mesmo que a DC tenha planos que construir uma mega saga nos cinemas, os objetivos e, principalmente, o histórico de ambas as empresas são diferentes. Universos demoram anos, talvez décadas, para serem formados. Precisando se adaptar as mudanças e percalços que sofrem ao longo do caminho. Uma mudança, mesmo que pequena, pode desencadear toda uma nova visão de mercado.
Ambas as empresas estão atualmente precisando se reinventar na própria maneira e focar em manter a atenção do público, se distanciando da massa uniforme que se tornou o gênero de super-heróis, há alguns bons anos.
Por fim, é certo dizer que o ano de 2022 parece bastante promissor para os fãs não só da DC, mas de quadrinhos em geral. A quantidade de produções diversas mostram um novo caminho para o gênero. Algo que não é visto por aqueles presos no discurso de que “deve seguir aquilo que os fãs querem”.
Escrito e dirigido por James Gunn, ‘O Esquadrão Suicida’, definitivamente, se tornou um dos melhores filmes da DC Comics. Apesar da baixa arrecadação com a bilheteria (cerca de US$ 167 milhões globalmente), o longa conquistou críticos e fãs, principalmente, pela visão caótica trazida pelo cineasta já conhecido por seu trabalho na concorrente Marvel (Guardiões da Galáxia e Guardiões da Galáxia Vol. 2). E mesmo longe do barulho causado por ‘Eternos’ e, mais recentemente, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’, a nova versão do time suicida da DC foi eleito o melhor filme do gênero de histórias em quadrinhos de 2021 pelo The Hollywood Reporter, um dos principais veículos especializados em entretenimento no mundo.
“James Gunn salta de paraquedas nas armas do universo DC com um remake de reinicialização centrado em vilões perdedores (ou como o filme os chama, “idiotas de m****”) forçados a assumir missões condenadas. O cineasta explode expectativas e regras no processo. Gunn equilibra humor profano, ação de salpicar sangue com drama humano e momentos emocionantes, puxando o tapete debaixo do espectador em qualquer cena. ‘O Esquadrão Suicida’ oferece imagens indeléveis, transições de cena imaginativas, nos traz a melhor [versão da] Arlequina (Margot Robbie) até agora, e nos dá a terrível e triste tragédia do Homem das Bolinhas (David Dastmalchian). O filme de quadrinhos do ano!” – The Hollywood Reporter
O elenco de ‘O Esquadrão Suicida’ traz Margot Robbie como Arlequina, Idris Elba como Sanguinário, John Cena como Pacificador, Joel Kinnaman como Rick Flag, Viola Davis como Amanda Waller, Jai Courtney como Capitão Bumerangue, Peter Capaldi como Pensador, Daniela Melchior como Caça-Ratos II, Alice Braga como Sol Soria, Pete Davidson como Blackguard, Sean Gunn como Doninha e Homem-Calendário, Nathan Fillion como T.D.K, Mayling Ng como Mongal, Flula Borg como Dardo, Michael Rooker como Sábio, David Dastmalchian como Homem das Bolinhas e Sylvester Stallone como a voz do Tubarão-Rei.
O diretor dos filmes ‘Thor: Ragnarok’ e ‘Thor: Amor e Trovão’, Taika Waititi, também integra essa extensa lista e interpreta o pai de Cleo Cazo e, portanto, foi o Caça-Ratos original. O criador do Esquadrão Suicida, nas histórias em quadrinhos, John Ostrander, interpreta o Dr. Fitzgibbon no longa. ‘O Esquadrão Suicida’ já está disponível na HBO Max tanto no idioma original quanto em versão dublada.
Criada, roteirizada e também dirigida por James Gunn, a série ‘Pacificador’ é a próxima produção da DC Comics a estrear. O anti-herói interpretado pelo astro da WWE, John Cena, foi um dos grandes destaques da nova versão do ‘Esquadrão Suicida’, que chegou aos cinemas em agosto de 2021, e tem tudo para ganhar os holofotes com mais tempo de tela para o desenvolvimento do personagem em um seriado solo. Quando questionado no Twitter sobre a possibilidade de cenas pós-créditos, Gunn garantiu que todos os episódios vão contar com um “gancho”.
“Cada episódio [contará com cenas pós-créditos]. É minha maneira de dar a vocês algo especial para assistir junto com os créditos de nossa equipe trabalhadora”, respondeu o cineasta quando questionado na rede social. James Gunn, também pelo Twitter, escreveu que os bastidores da série serão disponibilizados na própria plataforma: “Você poderá assistir aos bastidores/recursos especiais na HBO Max”.
Every episode. It’s my way to give you guys a little something special for watching the credits of our hardworking crew. #Peacemakerhttps://t.co/tQZcl23z8w
‘Pacificador’ terá oito episódios no total, sendo que os três primeiros já estarão disponíveis no serviço de streaming logo no dia da estreia. Os outros cinco episódios serão lançados semanalmente dentro da plataforma. Mesmo que a série se passe logo após os acontecimentos de ‘O Esquadrão Suicida’, sendo praticamente uma continuação direta, a produção ainda promete mostrar detalhes do passado de Christopher Smith, nome civil do anti-herói.
Além de John Cena como Christopher Smith/Pacificador, estão na série também Steve Agee como John Economos, Danielle Brooks como Leota Adebayo, Robert Patrick como Auggie Smith, Jennifer Holland como Emilia Harcourt, Freddie Stroma como Adrian Chase/Vigilante e Chukwudi Iwuji como Clemson Murn. James Gunn escreveu os oito episódios e dirigiu cinco deles. ‘Pacificador’ estreia no próximo dia 13 de janeiro na HBO Max.
O TEXTO A SEGUIR CONTÉM SPOILERS DAS ATUAIS TEMPORADAS DE “THE FLASH”, “BATWOMAN” E “LEGENDS OF TOMORROW”.
2021 não foi um ano fácil e quem acompanha as atuais séries da The CW deve ter notado um padrão acontecendo com seus protagonistas, devido à diversas situações diferentes, seus heróis perderam seus Quartéis-Generais. A primeira equipe a ficar sem um lugar para acomodar sua base de operações foram as Lendas do Amanhã no final da sexta temporada da série, quando a Waverider foi destruída, deixando a equipe presa em 1925.
Ryan Wilder e a bat-equipe também não terminaram 2021 em uma situação favorável quando o assunto é o acesso à Batcaverna. Ryan teve que abdicar de seu posto como CEO das Industrias Wayne e com isso não teve mais como entrar em sua base de operações. Ela foi obrigada a assinar um documento passando o controle de tudo para seu irmão Marquis Jet, na esperança de conseguir salvar Mary Hamilton de se tornar uma versão da Hera Venenosa permanentemente. Com isso a Batwoman ficou literalmente “só com a roupa do corpo” e o batmóvel.
Barry Allen e o time Flash também teve seu acesso ao seu quartel-general negado durante os primeiros episódios do crossover “Armageddon”, com isso Barry teve uma única alternativa, destruir inúmeros arquivos, incluindo sua versão da Gideon, e bloquear algumas passagens secretas. Assim como Ryan e as Lendas, lhe restando apenas seu traje e alguns apetrechos improvisados.
Diante destas situações, devemos nos perguntar o que torna uma pessoa um herói ou heroína e debater a real importância de uma base de operações para ele ou ela, já que nos últimos meses do ano estes personagens acabaram perdendo quase toda sua tecnologia.
Em um texto publicado aqui no Terraverso, falei sobre o conceito de super-herói ou super-heroína, onde para o pesquisador Peter Cogan:
Super-herói, ou super-heroína trata-se de um personagem heroico, altruísta e que realiza missões a favor da sociedade. Ela, ou ele, possui poderes e habilidades extraordinárias, utiliza de uma tecnologia avançada e/ou é altamente desenvolvida fisicamente ou mentalmente, ou possui habilidades místicas. Além disso, ele ou ela tem uma identidade secreta e um codinome E, NA maioria das vezes, pode ser definido por três características básicas: missão, poderes e identidade. Porém, existem personagens que não possuem algum desses elementos e nem por isso são menos heroicos.
De acordo com a citação, percebemos que para ser um herói, ele ou ela deve agir em prol da sociedade como sua missão. Acredito que este altruísmo seja a característica mais importante de qualquer um deles, pois vemos estes personagens protegendo a cidade onde vivem, o universo e a linha do tempo.
Claro, não podemos deixar de mencionar os laboratórios tecnológicos, apetrechos, trajes praticamente indestrutíveis e naves espaciais, elementos que certamente fazem parte do universo de qualquer personagem que se dedique a “salvar o dia”. O mesmo pesquisador citado diz que os heróis tem poderes, mas como podemos observar, Ryan não possui habilidades super-humanas, mas nem por isso deixa de ser uma heroína, pois usa sua motivação e sua vontade de fazer justiça para proteger Gotham.
Entrando na segunda parte deste texto, o Quartel-General é um elemento muito trabalhado e mencionado em histórias em quadrinhos, livros, séries e filmes. Eles podem ser simplesmente uma garagem, um porão ou possuírem localizações, modelos e dimensões mirabolantes. Eles são um elemento à parte e que ajudam a construir a história do personagem, funcionando como local para que eles possam se agrupar e se preparar para os desafios que os aguardam. O chamado “QG” nada mais é do que um local secreto que guarda trajes, apetrechos, tecnologias, entre tantas outras coisas úteis aos heróis, mas voltando à principal motivação e título deste texto, 2021 não foi um ano fácil para eles, mas mesmo prejudicados, eles ainda podem atuar da mesma forma? Eu diria que SIM.
Ryan, Barry e as Lendas tiveram um enorme desafio pela frente, proteger o local onde vivem e a Linha do tempo sem suas bases de operações, mas mesmo sem elas, provaram que para ser um herói não é necessário possuir uma enorme quantidade de satélites de vigilância ou um sistema capaz de hackear qualquer computador (mesmo isso sendo de enorme ajuda contra os criminosos). Tomamos como exemplo Ryan, mesmo sabendo que perderia seu posto nas industrias Wayne, ela não pensou duas vezes antes de aceitar o acordo com seu irmão, pois estava movida pela vontade de salvar Mary; Barry Allen também não ficou completamente sem ação quando perdeu seu laboratório, ele continuou a enfrentar os desafios propostos pelo crossover “Armageddon” e arriscou sua vida para ter todos que amava de volta; já as Lendas, mesmo presas em 1925, com poucos recursos e sem a menor possibilidade de reconstruírem a Waverider, arquitetaram um plano para voltarem a viajar no tempo.
Com este texto, quero dizer que uma atitude heroica não nasce de um computador futurista, mas da vontade de ajudar o próximo.É com a força de vontade destes heróis que eu, Lucas, olho para 2022.
Neste último dia do ano, desejo a todos leitores e todas leitoras do Terraverso um próspero Ano Novo e que todos e todas nós, assim como Ryan, as Lendas e Barry, deixemos as dificuldades no ano que se encerra. Neste novo ciclo que se inicia, tomemos como exemplo atitudes que mudam o mundo, mesmo em meio à adversidades.
O diretor, roteirista e ator, Kevin Smith, voltou a falar sobre as participações dos Batmen nos próximos filmes da DC Comics. O cineasta, mais uma vez, defendeu o retorno de Michael Keaton, que além de ‘The Flash’, vai participar também do longa solo da Batgirl. Smith, grande amigo pessoal de Ben Affleck, deixou claro que com a decisão do astro em deixar papéis em projetos de propriedades intelectuais, ficou impossível para a Warner Bros. tentar manter Affleck onde ele não deseja mais estar. Apesar disso, tudo indica que o ator de 49 anos vai se despedir do Cavaleiro das Trevas na produção solo do Velocista Escarlate.
“Sou um grande fã de Michael Keaton como Batman. Também era um grande fã de Ben Affleck como Batman, mas como acabamos de ver em uma entrevista, Ben estava tipo: ‘Não vou mais fazer filmes de propriedade intelectual’. Então, Ben deixou claro que não é mais o Batman. Não que a Warner Bros. tenha acabado com ele, mas ele decidiu ir por esse caminho.”, disse Kevin Smith (via ComicBook).
“Eles não poderiam usar Ben como o Batman neste novo filme da Batgirl e neste ponto já estão trazendo Michael Keaton como Batman em ‘The Flash’. Parece fazer sentido. Presumi que Michael Keaton era tão amado por todas as gerações quanto ele é pela minha, mas algumas pessoas no Twitter ficaram muito bravas com isso. A pessoa que os fãs gostariam que continuasse sendo o personagem, simplesmente, não parece interessada em ser o Batman e deixou isso muito claro.”, reforçou o cineasta de 51 anos.
Kevin Smith, um grande fanático pelo universo do Batman, ainda sugeriu (via ComicBook) que a DC Comics poderia fazer seu próprio ‘Sem Volta Para Casa’, uma alusão, claro, ao mais novo filme do Homem-Aranha, que reúne Tom Holland, Andrew Garfield e Tobey Maguire. Para isso, Smith pensaria em oferecer uma fortuna para Christian Bale voltar a vestir o icônico traje: “Se eles querem fazer um ‘Sem Volta Para Casa’ é melhor que tragam Christian Bale também. Se eu fosse da Warner Bros., teria mandado um caminhão de dinheiro para Bale e iria implorar para tê-lo por dois minutos para conseguir o nosso próprio ‘No Way Home’”.
‘The Flash’, dirigido por Andy Muschietti e estrelado por Ezra Miller, contará com as participações de Ben Affleck e Michael Keaton. O filme chegará aos cinemas no dia quatro de novembro de 2022. Já ‘Batgirl’ conta com direção da dupla, Adil El Arbi e Bilall Fallah, e terá Leslie Grace no papel principal ao lado de Michael Keaton. A produção é tratada como um conteúdo exclusivo da plataforma HBO Max e deve estrear no serviço de streaming entre 2022 e 2023.