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    Ex-executivo da Warner Bros. defende visão de Zack Snyder para os filmes da DC: “Subestimado pela crítica”

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    A relação entre a Warner Bros. e Zack Snyder vem se deteriorando com o tempo. O cineasta foi escolhido pelo tradicional estúdio para “arquitetar” o universo de super-heróis do conglomerado nos cinemas e bater de frente com a Marvel. E diferentemente do que a concorrente apresentava nas telonas, Snyder trouxe aos filmes da DC Comics um olhar mais pessimista, sombrio e menos divertido. Responsável por dirigir O Homem de Aço (2013) e Batman vs. Superman: A Origem da Justiça (2016), os dois primeiros filmes do DCEU, Zack Snyder foi extremamente criticado pelos especialistas por sua visão particular para personagens tão queridos. Mas nesta quinta-feira (06), um ex-executivo da Warner Bros. respondeu um comentário no Twitter defendendo a visão de Snyder e afirmando que a personalidade do diretor fez com que suas produções fossem subestimadas pela crítica.

    Eu não poderia concordar mais. Minha suspeita sempre foi de que a gentileza, abertura e entusiasmo de Zack criaram um ambiente para os críticos subestimarem seu trabalho. Por ser um humano humilde, acessível e decente, ele não se encaixava no molde de um autor. M****. Deve ser o oposto.

    Escreveu o ex-executivo do estúdio, Greg Silverman, ao concordar com a opinião de um outro usuário da rede social, que também defendia Zack Snyder (via ScreenRant).

    As versões teatrais, ou seja, exibidas nos cinemas, de O Homem de Aço e Batman vs. Superman sofreram com as baixas avaliações dos especialistas. Por outro lado, assim que BvS ganhou uma versão definitiva com toda a visão de Snyder, muitos críticos, que antes detestaram o filme, passaram a reconhecer o olhar do diretor para aquelas histórias. Mas essas avaliações negativas tiveram um peso muito grande para a Warner Bros. que, desde então, vem tentando, de todos os jeitos, se desvencilhar da visão marcante do cineasta.

    Liga da Justiça (2017) foi a pá de cal na relação entre Warner Bros. e Zack Snyder. Isso porque, de certa forma, o estúdio usou de um momento pessoal delicado do diretor (suicídio da filha, Autumn, de 21 anos) para tentar reverter a visão mais séria de Snyder e seguir uma linha cômica com os personagens. Tanto é que para isso, a WB chamou Joss Whedon para refilmar um filme praticamente pronto. A produção lançada, às pressas, em 2017, se mostrou um fracasso retumbante. Mas mesmo com a disponibilidade do filme original, o Snyder Cut ou, se preferir, a Liga da Justiça de Zack Snyder no ano passado e o ótimo recebimento por parte da crítica e, principalmente, dos fãs, a relação de parceria entre estúdio e cineasta parece ter chegado em um divórcio sem qualquer chance de retomada.

    O Homem de Aço, Batman vs Superman: A Origem da Justiça e Liga da Justiça de Zack Snyder estão disponíveis na plataforma HBO Max. Rumores recentes afirmam que estes filmes podem até ser apagados do cânone do DCEU com o lançamento do filme solo do Flash, que vai explorar o conceito de multiverso. Recentemente, Zack Snyder assinou um contrato milionário de exclusividade com a Netflix. Além de comandar um novo universo de zumbis (Army Of The Dead) na poderosa do streaming, o diretor vai começar a gravar, em breve, Rebel Moon, longa de ação e ficção científica com Sofia Boutella, que também será distribuído pelo famoso serviço de assinatura. A produção ainda não conta com uma data oficial de lançamento.

    Passado e poderes de Jay Nakamura são revelados pela DC

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    Jay Nakamura, o namorado do Superman, também tem poderes e em “Son of Kal-El #6” sua origem foi explorada. Ele conta ao Superman o modo como o vilão Henry Bendix fez experiências com ele e contextualizou seu namorado e aos leitores sobre seu passado trágico. Mais tarde na edição, ele também mostrou uma nova fantasia de super-herói ao lado de Jon.

    Henry Bendix, que apareceu originalmente no Universo WildStorm em 1993, é o atual presidente da Ilha Gamorra, que costumava ser um paraíso, mas se tornou um regime autoritário sob seu governo. Jay Nakamura, que dirige o site de jornalismo underground, o “The Truth”, e atualmente é o parceiro de confiança do novo Superman, revelou seus laços com a Ilha Gamorra e como Bendix literalmente tirou tudo dele quando ele assumiu o controle do país.

    Enquanto Jay e Jon conversam, o jovem conta que sua mãe Sara Nakamura foi presidente da ilha antes de Henry Bendix assumir, usando falsas promessas para vencer a última eleição realizada no país. Sua mãe foi violentamente levada por Bendix, deixando Jay sem saber se ela ainda estaria viva. Nakamura diz ao Superman que Bendix privou as pessoas de seus direitos e transformou Gamorra em uma fábrica de super-humanos. Jay diz que ganhou suas habilidades de transformação após ser experimentado e desmontado e remontado várias vezes. Ele ainda diz que usou seus poderes para escapar de Gamorra.

    Superman então concorda em ajudar Jay a parar Bendix enquanto a dupla vai disfarçada para Metrópolis. Eles encontram Damian Wayne e Lois Lane na missão, que estão fazendo sua própria vigilância sobre Bendix. Nakamura usa um novo traje na edição, mas não deixa claro se é apenas um disfarce temporário ou é algo que ele pretende fazer seu traje permanente de super-herói.

    Nenhum outro personagem tem mais em jogo do que Jay Nakamura em derrubar Bendix, já que sua origem como super-herói foi um resultado direto de suas ações. O vilão sequestrou (e possivelmente matou) sua mãe, fez experiências horríveis com ele e transformou sua casa em um país governado pelo autoritarismo. Portanto, é fácil ver por que Jay se tornou jornalista para expor as maiores injustiças do mundo. Felizmente, com o Superman ao seu lado , suas chances de parar o ditador nunca foram melhores.”

    Superman: Son of Kal-El #6″, de Tom Taylor, John Timms, Hi-Fi e Dave Sharpe, já está nas bancas dos EUA.

    Via: [Screen Rant]

    Sem Batman e sem Superman, qual será o futuro do DCEU? É simples, ‘We Can Do it’!

    O ano de 2022 começou quente para os DCnautas. Com rumores de que o vindouro filme ‘The Flash’ irá apagar todo o trabalho feito por Zack Snyder no Universo Extendido DC, lê-se o “Snyderverso”, que conta com O Homem de Aço, Batman vs. Superman e Liga da Justiça de Zack Snyder, assistimos o fandom DCnauta pegar fogo e se dividir em grupos pró e contra a continuação do universo estabelecido por Snyder.

    Mas essa não é a questão em destaque aqui. Suponhamos que, de fato, tudo que já foi estabelecido no DCEU seja apagado, a pergunta que paira é: Sem Batman e sem Superman, o que será dos filmes da DC? O que dará dinheiro? O que atrairá o público? A resposta é simples. Chegou a vez da teoria base que Mrs. Marston utilizou para criar a Mulher-Maravilha, de que as mulheres são o futuro, ser posta em prática.

    Novo ano, novos tempos, nova realidade e nova direção, chegou a vez das mulheres. O DCEU pode até ficar sem um Bruce Wayne atuando como o Cavaleiro das Trevas ou sem Clark Kent cruzando os céus como um pássaro (ou um avião) azul, mas o DCEU com certeza não estará em falta de Morcegos para trazer justiça e de Supers pra trazer esperança.

    Sim, sim, o Batman saiu, o Cavill não voltou, o Keaton já tem 70, ó meu Deus, estão destruindo minha infância!!!

    Eu entendo o desagrado, e falando parcialmente, gostaria da continuação do Snyderverso, e não acho que este deveria ser apagado. Mas também não acho que a saída de Ben Affleck ou Henry Cavill de seus respectivos papéis seja o fim da DC nos cinemas e que essa estaria abrindo mão de explorar seus maiores personagens. Até porque o Batman e o Superman permanecem em destaque, vide The Batman, Superman & Lois, o projeto do Superman Negro, a vindoura animação do Superman e do Batman, etc…

    Agora, fica o questionamento: O que importa é mesmo um Batman e um Superman no “universo principal” da DC, ou que se tenha um Morcego e um Kryptoniano homens? Para essa escritora que vos fala, a substituição já parecia a solução mais plausível desde o anúncio de Sasha Calle, como Supergirl, e de Leslie Grace, com o filme solo da Batgirl, a substituição não parece apenas plausível, como também óbvia.

    Vejamos, o sucesso do primeiro filme da Mulher-Maravilha abriu portas para que mais heroínas ganhassem destaque nos cinemas, provando que um filme de herói com protagonismo feminino pode ser tão rentável quanto um filme de herói com protagonismo masculino. Além disso, o grande apelo das personagens de Gal Gadot (Mulher-Maravilha) e Margot Robbie (Arlequina) nos mostram que, com o roteiro certo, os filmes de heroína passam muito bem, obrigada!

    Nesta lógica, conclui-se que, para que Sasha Calle e Leslie Grace caiam nas graças do público, basta um bom filme, ou às vezes nem isso, exemplo da Margot Robbie, que caiu nas graças do público porque, não apenas interpretou, mas deu vida à personagem Arlequina.

    Uma outra questão que pode ser usada de argumento contra a posse de Batgirl e Supergirl, como o carro-chefe de suas “casas” é que “não é fiel aos quadrinhos, nunca foi assim, sempre teve um Batman e um Superman”. Quanto a isso, caro leitor, tenho uma notícia não muito agradável para te dar, a fidelidade aos quadrinhos foi abandonada há muito, e não apenas no DCEU, ou você acha que o MCU é puro suco de fidelidade as HQ’s?

    E a mesma fidelidade não foi usada de argumento em outras questões, mas é sempre usada quando tocante em alguma questão envolvendo personagens femininas (um beijo especial para a Capitã Marvel, de Brie Larson e para a Canário Negro de Jurnee Smollett). E já que estamos falando de quadrinhos, é sempre bom lembrar que a DC, recentemente, reinventou todos os seus personagens principais na saga Estado Futuro, então qual é o problema do mesmo acontecer no DCEU?

    Expostas as questões acima, fica claro que a Batgirl e a Supergirl são mais do que capazes de comandarem o DCEU e atuarem ao lado da Mulher-Maravilha, como a nova trindade da DC nos cinemas. Isto posto, é hora de acalmarmos nossos corações de fãs e seguirmos na melhor vibe de “deixa a vida me levar, vida leva eu”, por que, independente da credibilidade dos últimos rumores, e das discussões levantadas, uma coisa é certa: o DCEU está bem longe de morrer!

    A WarnerMedia e a ViacomCBS estão explorando a possibilidade de venda da Rede CW

    A WarnerMedia e a ViacomCBS estão explorando uma possível venda de uma participação significativa ou da totalidade da Rede CW.

    Segundo o The Wall Street Journal, um dos principais compradores em potencial é o grupo da Nexstar Media, a maior emissora dos EUA e grande proprietária de afiliadas da rede, bem como a posse de 199 estações de TV locais.

    Segundo fontes das negociações, a CBS e a WarnerMedia vêm explorando opções estratégicas para a Rede CW há vários meses, não estando claro se as empresas planejam vender toda a rede ou reter participações minoritárias. A rede não é lucrativa como entidade de transmissão autônoma desde sua formação em 2006, quando houve a junção dos antigos canais da UPN e a The WB Network. Mas, o conteúdo produzido por ela é um ativo valioso para outras plataformas nas empresas-mãe.

    A Warner Bros. gerou uma receita significativa vendendo os programas para plataformas de streaming e distribuições internacionais, como foi o caso da Netflix com Riverdale e All American. Esse pacto terminou em 2019, quando a Warner Bros. TV e a CBS Studios mudaram os acordos de acervo para suas respectivas plataformas, a HBO Max e o Paramount+, impactando nas margens de lucro da receita das vendas internacionais das produções originais da rede.

    Para a Nexstar, o controle acionário da CW representaria um passo significativo em suas aspirações de conteúdo. Que vem investindo pesadamente em um serviço de notícias a cabo intitulado NewsNation.

    A rede CW, atualmente, é responsável pela produção de um série de produções da DC, encabeçadas por Greg Berlanti, conhecido como Arrowverse, que abrange séries como The Flash, Superman & Lois, Batwoman, Legends of Tomorrow, entre outros. Existindo a possibilidade das mesmas migrarem de vez para a HBO Max.

    Gal Gadot fala sobre escalação como Mulher-Maravilha, parceria com Patty Jenkins e previsão para o 3º filme

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    A atriz israelense de 36 anos, Gal Gadot, se tornou um dos talentos mais queridos e requisitados, nos últimos anos, em Hollywood. Depois de ter sido escolhida como a Mulher-Maravilha do DCEU, pelo diretor Zack Snyder, a artista, mãe de três meninas, se estabeleceu como uma das grandes forças femininas no meio do entretenimento. Em recente entrevista para a revista InStyle, Gadot falou sobre ser escalada como a poderosa guerreira amazona e a parceria bem sucedida com a cineasta Patty Jenkins, na franquia da super-heroína.

    Depois do sucesso de ‘Mulher Maravilha’ [me senti poderosa]. Eu não podia acreditar que isso aconteceu comigo. Quando me disseram que faria meu próprio filme solo, pensei: “P*** m****. Eles vão descobrir que não sou uma atriz de verdade’. Você conhece a síndrome do impostor? Eu estava tipo: ‘Finja até conseguir’. Contou a atriz durante a conversa.

    Então, fui abençoada por trabalhar com uma parceira incrível, [a diretora] Patty Jenkins. Estávamos, literalmente, braço com braço e ombro com ombro. Fizemos isso juntas. Depois de provarmos ao estúdio que podíamos levar pessoas aos cinemas e fazer acontecer, tudo realmente mudou. (Continuou Gal Gadot na conversa).

    A jornalista da revista InStyle, Laura Brown, aproveitou a oportunidade e questionou a atriz sobre o terceiro filme da franquia. Na resposta, Gadot garantiu que a história do próximo longa está sendo preparada e que daqui algum tempo, as filmagens vão se iniciar: “Estamos desenvolvendo o roteiro agora. Provavelmente, começaremos [a gravar] em um ano e meio ou mais”.

    A última aparição de Gal Gadot como Mulher-Maravilha aconteceu no lançamento da Liga da Justiça de Zack Snyder, em março deste ano. Antes disso, ela tinha protagonizado a segunda aventura solo da personagem em Mulher-Maravilha 1984. Apesar de não ter agradado tanto a crítica especializada e boa parcela dos fãs, os resultados obtidos com a produção foram o suficiente para a Warner Bros. dar o sinal verde para um terceiro filme dirigido por Patty Jenkins e estrelado por Gal Gadot.

    Liga da Justiça de Zack Snyder e Mulher-Maravilha 1984 estão disponíveis na plataforma HBO Max.

    Mulher-Maravilha 1984 se torna um dos títulos mais alugados de 2021, no Reino Unido

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    Segundo a Variety, a Warner Bros. Home Entertainment Group emergiu como o maior distribuidor do Reino Unido com o filme Mulher-Maravilha 1984, liderando o total de 27,5 milhões de locações de Vídeo On Demand (VOD) do país.

    Outros títulos do grupo Warner que estão listados entre os Blu-Rays mais populares de varejo são: Tenet (2020), Godzilla Vs Kong (2021); e as produções da DC, Liga da Justiça de Zack Snyder (2021) e O Esquadrão Suicida (2021).

    Recentemente também foi divulgado que a produção, dirigida por Patty Jenkins e estrelada por Gal Gadot, se tornou o filme mais vendido do ano de 2021 nos EUA, faturando cerca de US$ 34 milhões de dólares. (Leia mais)

    Mulher-Maravilha 1984 foi a primeira produção da Warner com lançamento híbrido, chegando simultaneamente nos cinemas e no serviço de streaming da HBO Max, no dia 17 de dezembro de 2020.

    Divulgado um novo vídeo de bastidores da série Naomi, da CW

    Naomi, a mais nova série da DC, em parceria com o canal CW, ganhou um vídeo de bastidores, destacando a personalidade da protagonista e contextualizando o universo a sua volta, onde super-heróis são vistos apenas como ficção. Confira:

    Naomi McDuffie foi criada em 2019 por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell, sendo uma das novas heroínas mais recentes e populares dos últimos anos da editora. Nas HQs, Naomi é filha de dois super-heróis de um universo paralelo devastado por uma batalha entre humanos e meta-humanos, sendo enviada a terra primordial da DC pelos seus pais para escapar das garras do vilão Zumbado.

    A jovem cresceu sem nenhum conhecido de seu passado, morando em uma cidade pacata dos EUA com seus pais adotivos, a humana Jen McDuffie e Greg McDuffie, um antigo soldado do planeta Rann. Começando a manifestar suas habilidades após testemunhar uma batalha entre Superman contra Mongul, tendo capacidade de voar, super-força e projeção de energia.

    Na série, a personagem será vivida por Kaci Walfall, devendo receber alterações em sua história de origem e em suas habilidades. Ava DuVernay e Jill Blankenship são as responsáveis pelo roteiro e produção executiva da série, que também conta com Sarah Bremner e Paul Garnes como produtores.

    A série estreia, com episódios semanais, no dia 11 de Janeiro de 2022, no canal estadunidense The CW.

    Batman Eternamente | Michael Keaton revela motivo de ter recusado seguir no filme de Joel Schumacher

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    O ator, Michael Keaton, ficou marcado por ter interpretado uma das melhores versões do Batman, nos cinemas, no final dos anos oitenta e começo dos anos noventa, em Batman (1989) e Batman – O Retorno (1992). E como já é de conhecimento geral, Keaton vai voltar a vestir o icônico traje no filme solo do Flash. Mas como sabemos também, inicialmente, o ator voltaria para a franquia do Cavaleiro das Trevas bem antes do retorno inusitado na nova produção do DCEU. Isso porque Michael Keaton poderia ter estrelado Batman Eternamente (1995), que teve Joel Schumacher na direção do conturbado projeto. O artista, hoje com 70 anos, acabou sendo substituído por Val Kilmer na época. Em recente participação no In the Envelope: The Actor’s Podcast (via CBR), Keaton revelou o que ele considerou importante para deixar o filme.

    Sempre foi [sobre] Bruce Wayne. Nunca foi o Batman. Eu sei que o nome do filme é ‘Batman’ e é extremamente icônico, muito legal e cultural por causa de Tim Burton. Mas eu sabia desde o início que era [sobre] Bruce Wayne. O segredo. Eu nunca falei sobre isso. [Todo mundo dizia] Batman, Batman, Batman, e eu ficava pensando comigo mesmo: ‘Vocês estão pensando errado’. [É tudo sobre] Bruce Wayne. Que tipo de pessoa faz isso? Quem se torna isso? (Começou falando o ator sobre o tema).

    E então quando o diretor que assumiu o terceiro filme [entrou], pensei: ‘Eu, simplesmente, não consigo fazer isso’. E uma das razões pelas quais eu não pude fazer – e você sabe, ele foi um homem bom o suficiente, ele faleceu, então eu não falaria mal dele mesmo se ele estivesse vivo – foi que ele, em um ponto, depois de mais do que apenas algumas reuniões em que continuei tentando racionalizar e, com sorte, convencê-lo de que não deveríamos ir naquela direção, optou por não ceder.

    Esclareceu Michael Keaton.

    Me lembro de uma das coisas que disse: ‘Eu não posso fazer isso’. E ele respondeu: ‘Não entendo o motivo de tudo ser tão escuro e tão triste’. E, então, eu falei: ‘Espere um minuto, você sabe como esse cara se tornou o Batman? Você leu… quero dizer, é muito simples’. Finalizou o ator sobre o assunto.

    Michael Keaton vai retornar como Bruce Wayne/Batman no filme ‘The Flash’. Estrelado pelo jovem e talentoso Ezra Miller no papel de Barry Allen/Flash, a produção terá ainda, além de Keaton, Ben Affleck também como Bruce Wayne/Batman, Ron Livingston como Henry Allen, Kiersey Clemons como Iris West, Maribel Verdú como Nora Allen e Sasha Calle como Supergirl. ‘The Flash’, com direção de Andy Muschietti, tem o lançamento marcado para o dia 04 de novembro de 2022.

    Se os fãs não são os “donos” da DC, então quem é?

    Desculpe o transtorno, mas eu precisava fazer isso. Agora já pode relaxar o ombro, alongar o pescoço e retirar o tom de afronte que, possivelmente, isso causou, pois a intenção não é dividir e, sim, equilibrar. Afinal, parcialidade é a alma do negócio.

    Logo no primeiro dia do ano, o DCnauta já teve de lidar com aquilo que mais está acostumado: Rumores. Caiu como uma bomba a notícia que o filme The Flash apagará todos os filmes do Universo Cinematográfico da DC, que tiveram a direção do cineasta Zack Snyder. E por que digo que caiu como uma bomba? Pois espalhou os fãs para cada lado, parecendo a cena do cabo de guerra da série Round 6 (façam suas próprias interpretações).

    Round 6 (Reprodução Netflix)

    De um lado, fãs que anseiam por essa nova fase da DC nos cinemas e que querem se distanciar cada vez mais da visão sombria – e épica – que os primeiros filmes traziam. De outro, fãs que acham injusto não terem recebido a proposta inicial apresentada pelo estúdio. Mas, antes de nos aprofundarmos nisso, a situação toda teria sido resolvida se os fãs, ao lerem o tal boato, que dizia: “tenho um amigo que viu o filme Flash e ele apagará todos os filmes que Snyder fez”, tivessem feito uma pausa, respirado, inspirado e pensado:

    • Um insider.
    • Tem um amigo.
    • Que viu o filme.

    O filme nem pronto está. Ok, a pontuação exagerada, para reflexão, bastaria para o fandom todo cair na risada, subir os créditos com a música “Now, the world don’t move…”, e todos voltarem para suas comemorações de Ano Novo. Mas não foi o que aconteceu.

    Mesmo sendo um rumor antigo, e já desmentido em partes, muito acredita-se que Superman (Henry Cavill) e Batman (Ben Affleck) serão definitivamente substituídos pelas heroínas Supergirl (Sasha Calle) e Batgirl (Leslie Grace), na nova formação da Liga da Justiça, que possivelmente será apresentada no filme do Velocista Escarlate. Tirando todo histórico problemático nos bastidores que a Warner possui, uma Trindade Feminina seria interessante pra caramba, não podemos negar. Afinal, se a Beyoncé disse que “quem comanda o mundo são as garotas”, a gente nem questiona.

    A grande realidade é que ninguém sabe o que acontecerá nesse filme do Flash, uma vez que o próprio diretor Andy Muschietti confirmou, durante o painel chinês da DC FanDome, que o longa terá muitas surpresas.

    Podemos dizer que há surpresas, não podemos revelar quais são. Mas provavelmente vai te surpreender. Quanto menos falarmos sobre isso, melhor. Há entusiasmo por trás das câmeras sobre essas surpresas. É melhor você não as conhecer até vê-las na telona.

    E apesar de sabermos quase nada da trama, a produção abordará, finalmente, o multiverso da DC nos cinemas, explorando realidades alternativas. E justamente aí que entra o grande cabo de guerra entre os fãs. Enquanto uns querem a nova DCEU, outros querem mais do Universo criado por Zack Snyder. E cria-se, o então famigerado “nós vs. eles”, que vemos pelas redes sociais.

    Eu concordo que existe um lado bem complicado dos fãs que, ao defenderem aquilo que querem, passam do ponto, chegando a desrespeitar (e isso rola muito, em ambos os lados), mas generalizar e dar voz como se estes fossem a maioria, é marginalizar pessoas que só querem ter sua parte do bolo servida, pela sua editora preferida. Logo, todos nós, enquanto fãs, não só podemos, como devemos pedir por aquilo que queremos. Afinal, o fã pode não ser dono, mas com certeza o material gerado pela editora/estúdio é para ele.

    Um dos melhores exemplos disso, foi o visual do querido personagem de videogame, Sonic. Quando apresentado ao público, houve uma massiva reclamação sobre sua aparência. O estúdio escutou os fãs e repaginou o personagem. A Paramount errou ao escutar os fãs? Creio que não, o filme foi um sucesso.

    Sonic: O Filme (Reprodução Paramount Pictures)

    Não estou dizendo que a Warner precisa reger suas decisões totalmente pautadas naquilo que o fã quer, mas justamente por ser detentora da DC Comics, uma editora que possui a pluralidade como uma de suas principais características, não custa agradar uma parte do fandom, que realmente é forte e deixou o nome da DC em evidência durante os últimos anos. E, sim, daremos nomes. Estou falando dos fãs da DC que apreciam a visão do diretor Zack Snyder.

    Jogar contra um fandom que levanta US$ 500 mil em arrecadações para a Fundação de Prevenção do Suicídio; que tornou Liga da Justiça de Zack Snyder o filme mais comentado de 2021, no Twitter (deixando para trás Homem-Aranha: Sem Volta para Casa); que quebrou recordes de vendas de Blu-ray e aluguéis pelo mundo inteiro, tornando-se assim um declarado fenômeno global, não seria a melhor estratégia a ser adotada.

    E, veja bem, não estou aqui dizendo para a Warner trazer o Zack Snyder de volta ao DCEU. É nítido que não existe mais espaço para Snyder dentro desse novo planejamento da DC nos cinemas. Mas é justamente esse novo planejamento que dá abertura a recebermos ambos os materiais e satisfazer todos consumidores.

    O filme The Flash abrirá as portas do multiverso e não há razões para que não seja criada uma linha do tempo no estilo Elseworld (muito conhecida nas animações da DC), onde possamos ver o Snyderverse em desenvolvimento. Uma decisão que pode ser tomada como carro-chefe, no streaming HBO Max. Assim, o novo DCEU continua, o SnyderVerse continua, sem um interferir no outro. Assiste quem quer, cada um no seu espaço. Há de convir, seria uma bela maneira da DC dar uma ótima volta por cima, tantos nos cinemas, como no streaming.

    E pouco me importa se o DCEU nunca será como a outra editora concorrente, o que importa, como consumidor, é que tenhamos pluralidade na hora da escolha do que queremos consumir e a DC Comics é a única, no momento, capaz de nos dar esse leque de possibilidades. Mas, para isso acontecer, precisará ouvir os fãs.

    O futuro CEO, David Zaslav, que assumirá o posto na fusão entre Warner e Discovery, parece ser o tipo de liderança que pensa assim. Zaslav disse que é preciso “lutar todos os dias para criar produtos que os consumidores queiram e nutram, mas que permaneçam relevantes”. E fazendo as contas aqui:

    Consumidores que queiram algo e que consumirão? Temos!
    Produto que permaneça em relevância? Temos!

    Durante o ano inteiro de 2021 e na virada para 2022, foi provado que relevância é sinônimo de Liga da Justiça de Zack Snyder e seu universo. Se David Zaslav aplicará isso dentro da Warner quando assumir o cargo de CEO, só o tempo dirá.

    É óbvio que o futuro da DC Comics pode ser promissor. Com uma carta aberta de opções para atender toda a sua gama de fãs, não é difícil obter um resultado positivo. Uma nova DCEU à caminho; um universo à parte de Batman, produzido por Matt Reeves; e um Elseworld para o Snydeverse, parece ser o mapa perfeito para trilhar um novo caminho. Um caminho onde escutam os fãs, sem abrir mão de uma nova estratégia, agradando ao máximo o seu público e colocando, em destaque, como potência plural que a DC Comics sempre foi. Afinal, nunca foi característico da editora ser uma marca de decisões unilaterais e me surpreende quem torce para isso.

    Adão Negro | Produtor fala sobre possível sequência e estágio atual do filme: “Vimos a versão do diretor e estamos animados”

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    Depois de ficar muito tempo no limbo, Adão Negro, projeto com o super astro de Hollywood, Dwayne ‘The Rock’ Johnson, finalmente saiu do papel e em breve chegará às telonas de todo o mundo. O aguardado filme do DCEU, o universo estendido da DC Comics nos cinemas, promete mudar, de uma vez por todas, a hierarquia dos personagens e estabelecer o anti-herói como a grande força de uma nova era. Recentemente, o produtor do longa, Hiram Garcia, deu uma entrevista para um dos mais tradicionais veículos especializados em entretenimento e falou sobre a possibilidade de uma sequência e qual é o estágio atual do filme.

    Acabamos de ver a versão do diretor e ficamos muito animados. Quando você vê aquele corte inicial, ele estabelece uma mesa onde você percebe: ‘Ok, agora entendemos quanto trabalho temos que fazer’. O filme está em um estágio em que nenhum efeito foi finalizado. Mas o filme é tão divertido e bom em sua forma crua, ficamos muito confiantes e empolgados. Jaume [Collet-Serra] fez um ótimo trabalho. O filme é grande. É divertido. DJ nasceu para interpretar o Adão Negro. Eu tenho que te dizer, se existe alguém que é perfeito para esse papel, é ele. Então vê-lo com a Sociedade da Justiça e todos aqueles personagens é um grande momento. Foi um dos filmes mais divertidos que nós já fizemos. Tem sido realmente incrível, e eu acho que você realmente vai curtir.

    Disse Hiram Garcia em conversa com o Collider (via ComicBook).

    Sempre tivemos uma visão de onde queríamos chegar. Nunca vimos como um filme único. Sou um nerd e fã de quadrinhos. Amo tanto esse universo e você pode perceber pela minha empolgação em falar sobre todas essas coisas. Entrei nisso com a visão de: ‘Esta é a história que queremos contar. Adoraríamos ver as histórias se desenrolarem, possivelmente, incluindo derivados de personagens individuais’. Mas sempre houve um esboço áspero e solto em nossa cabeça em um quadro branco imaginário de como gostaríamos de fazer isso. À medida que estamos fazendo, começamos a olhar para isso [sequências e derivados] um pouco mais. Mas, novamente, em última análise, precisamos que o filme seja bem recebido e queremos que os fãs gostem.

    Finalizou o produtor em entrevista ao Collider (via ComicBook).

    Além de Dwayne Johnson como Adão Negro, o elenco do filme conta ainda com Sarah Sahi como Adrianna Tomaz, Noah Centineo como Esmaga-Átomo, Aldis Hodge como Gavião Negro, Quintessa Swindell como Ciclone, Pierce Brosnan como Senhor Destino e Djimon Hounsou como Mago Shazam.

    A adaptação está com o lançamento marcado para o dia 29 de julho de 2022.