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    Afinal, o que foi a fase da Batgirl Burnside?

    Na última sexta-feira, dia 14, foi divulgada a primeira imagem oficial da atriz Leslie Grace trajada como Batgirl, revelando que a produção usará como base uma das fases mais recentes e populares da heroína de Gotham, a intitulada Batgirl Burnside.

    Após o final da mega saga Convergência, em 2015, a DC Comics deu início a uma mudança editorial em suas histórias. A campanha foi denominada como DC You e trazia uma série de escritores e artistas consagrados ou em ascensão a frente de quadrinhos de diferentes estilos e gêneros para alcançar uma audiência mais ampla de fãs. Para isso, a iniciativa decidiu diminuir a importância da cronologia, mas ainda levando em consideração o que havia sido anteriormente estabelecido durante as histórias dos Novos 52.

    “Esse anúncio trata de uma nova era para o Universo DC, que nos permitirá publicar de tudo para todas as pessoas, sermos mais expansivos e modernos no nosso enfoque, e permitirá contar histórias que melhor refletem a sociedade ao nosso redor”, comentou o copublisher da DC Entertainment na época, Dan DiDio.

    Batgirl se tornou um símbolo para toda uma geração de novas leitoras

    E, foi em meio a essa nova investida criativa que surgiu a fase hipster da Batgirl, encabeçada pelos roteiristas Cameron Stewart e Brenden Fletcher em colaboração com o desenhista Babs Tarr. Mostrando Barbara Gordon recomeçando sua vida em um bairro boêmio de Gotham Ctity, chamado Burnside, modernizando a personagem para um público jovem adulto e incorporando elementos da geração dos millenials. Trazendo histórias carregadas de leveza e pós-modernidade. Possuindo traços estilizados e uma estrutura narrativa episódica, conectadas por um arco de história mais longo. Tendo como referência as séries Veronica Mars e Sherlock.

    Aqui há um distanciamento das figuras de Bruce Wayne ou do Comissário Gordon em sua vida, com a jovem heroína tendo que lidar com suas fragilidades e cultivar a própria individualidade através de um processo de auto aceitação. Não se permitindo ser vista como uma vítima e abraçando por completo todas as suas facetas (Barbara Gordon, Oraculo e Batgirl) e utilizando o melhor que cada uma delas tem a oferecer. Tanto em suas aventuras encapuzadas, como seus momentos civis, seja em uma investigação por meio de aplicativos de relacionamentos ou precisando entregar seus trabalhos da faculdade.

    Barbara Gordon criando seu novo, e moderno, traje de Batgirl

    O maior símbolo dessa mudança de ares na vida de Barbara é o traje Burnside, que, diferente dos outros membros da Batfamilia, renega as sombras e abraça de vez os holofotes. Nascido através da necessidade, após seu antigo uniforme ter sido destruído em um incêndio, Babs monta sua nova identidade com peças compradas nas butiques e lojas vintage de seu bairro. Um conceito simples, mas ideal para a nova direção que sua vida se encaminha. Algo leve, confortável e fruto de suas próprias mãos, respeitando suas origens e legado, em especial ao deixado por Yvonne Craig, não sendo uma surpresa o visual ter caído nas graças dos fãs, em especial os cosplayers.

    “Batgirlizar” foi um verbo utilizado pela diretoria da DC comics nos momentos finais do DC You para se referir a histórias que fogem do padrão conhecido das histórias comuns de super-heróis, mostrando o impacto da fase para a personagem e a editora como um todo. Tendo sido um grande sucesso de público e crítica, Batgirl Burnside foi um exímio exercício criativo de reflexão geracional, usando a inovação como uma ferramenta para além da contextualização e valorizando a inclusão de minorias em diferentes espaços sociais. Trazendo consigo uma nova leva de fãs apaixonados por Barbara Gordon.

    Heróis salvam!

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    Quando falamos sobre algumas pautas minoritárias, é inegável que uma parcela do público acabe utilizando a infame palavra “mimimi”, como disse nosso redator Lucas Pimentel neste texto. Eu poderia tecer uma série de comentários sobre, porém este parágrafo introdutório se faz necessário para explicar o motivo pelo qual os heróis salvam. Somos um público formado por inúmeras pessoas, de diferentes etnias, classes, credos…enfim, somos plurais, mas e o que isso tem a ver com o título? Bom, por estar falando de super-heróis, o termo “salvamento” pode aceitar uma conotação literal, salvar a cidade, salvar quem está em perigo, salvar o universo… a linha do tempo, etc. Mas neste caso irei por um outro viés, talvez até mais poético, o de nos dar um referencial.

    Como disse o ator Xolo Maridueña, ao destacar a importância do filme do Besouro Azul, precisamos de histórias nunca vistas antes, ou seja, precisamos ver nossas histórias:

     Eu estou nervoso, mas eu estou animado. Vai ser importante, não apenas para os latinos e para ver pessoas não-brancas, pessoas marrons, sendo representadas nas telas, mas também para mostrar uma história que nós não chegamos a ver antes.- Disse o ator

    Acredito que as palavras de Xolo, que interpretará Jaime Reyes/ Besouro Azul nos cinemas, resumem o que quero dizer ao longo desta postagem, trata-se de se ver em tela. Imagine a infância de uma criança não-branca, durante todos os seus dias vendo personagens que não se parecem com ela salvando o dia e ganhando o apoio da população, um cenário bem comum há alguns anos, mas isso vem mudando. Nos dias de hoje inúmeras produções vem incluindo personagens diversos e dando a eles o protagonismo que merecem.

    Utilizo o bat-sinal como imagem deste post, pois acredito que ele seja um dos maiores símbolos da DC Comics e sirva para avisar Gotham que ela tem alguém que olha por ela, assim como na cidade fictícia, a representatividade colocada em tela também é nosso Bat-Sinal, é uma maneira de nos falar que existe alguém pensando em nós, para nos lembrar que todos somos super-heróis e super-heroínas.

    Heróis nos salvam quando permitem que nos imaginemos naquelas situações (não no sentido de pensar em ter poderes, pular pelos prédios, bater em bandidos e salvar a cidade, apesar de eu sonhar com isso…). O ponto que quero chegar é que ao vermos pessoas como nós nas telas ou nas páginas das HQs, significa que aquilo está nos dizendo “sim, eu também posso fazer coisas incríveis.

    2022 começou de um modo espetacular, com a volta de algumas séries, como ‘Batwoman’ e estreia de outras, como ‘Naomi’ e todas elas trazendo personagens diversos em seu elenco e realizando coisas fantásticas. Imagino que elas estejam nos dando o seguinte recado:

    Estes são vocês, vocês são importantes e podem fazer coisas igualmente grandiosas.

    Retomando as palavras de Xolo Maridueña é necessário para pessoas não-brancas se verem nas telas, por que OS HERÓIS NOS SALVAM AO NOS LEMBRAREM QUE TODOS SOMOS CAPAZES DE COISAS EXTRAORDINÁRIAS.

    The Batman | Robert Pattinson confirma que natureza do herói será questionada no filme

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    Produção extremamente aguardada para este ano, The Batman promete se aprofundar na psicologia do Cavaleiro das Trevas em um nível jamais visto nas telas. Com um tom bastante sombrio, o filme vai colocar o maior vigilante de Gotham City em uma jornada de auto-descoberta pelas ruas e becos. O jovem astro, Robert Pattinson, é quem assume a capa e o capuz nesta nova jornada do personagem. E se depender do ator, vertentes jamais exploradas devem surpreender os fãs com a sua atuação.

    Eu precisava saber o máximo possível da história do personagem para ver o que realmente não havia sido feito. As pessoas veem o Batman como um personagem heróico, mas, em nossa história, ele realmente questiona qual é a natureza de um herói e dá muitos ângulos diferentes para isso. Foi uma experiência muito divertida. É um dos grandes personagens da ficção do século XXI. É uma grande honra interpretá-lo.

    Contou Robert Pattinson ao Daily Record.

    Houve momentos nas filmagens que eu peguei vislumbres de mim mesmo no reflexo de algo e foi um lembrete de: ‘Uau, isso é loucura. Eu sou realmente o Batman’. Qualquer um que interpretou um personagem tão icônico se lembra da primeira vez que vestiu o traje e, sim, foi muito especial. O traje dá muito trabalho para você nas cenas de luta e nem sempre é a coisa mais fácil de usar.

    Continuou o ator de 35 anos, ao veículo britânico.

    Robert Pattinson é o próximo ator a vestir do traje do Batman nos cinemas

    Além de Robert Pattinson no papel de Bruce Wayne/Batman, o elenco tem Zoë Kravitz como Selina Kyle/Mulher-Gato, Jeffrey Wright como o Comissário James Gordon, Andy Serkis como Alfred Pennyworth, Colin Farrell como o Pinguim, Paul Dano como o Charada e John Turturro como Carmine Falcone.

    O longa vai mostrar um jovem Bruce Wayne em seu segundo ano como o vigilante mascarado de Gotham City. O lado detetivesco do personagem será bastante abordado no novo arco. Com roteiro e direção de Matt Reeves, The Batman tem o lançamento marcado para o dia 04 de março de 2022.

    Michael Keaton fala sobre retorno como Batman, em The Flash: “Tinha que ser um bom filme”

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    Datado para o segundo semestre deste ano, The Flash vai abrir a porteira para o multiverso da DC Comics nas telas. Além de apresentar a Supergirl ao DCEU, o filme vai contar também com a participação de dois Batmen: Ben Affleck e Michael Keaton. E para muita gente, o retorno de Keaton depois de 30 anos da última vez que vestiu o icônico traje em Batman: O Retorno, foi surpreendente. Durante participação no The Jess Cagle Podcast With Julia Cunningham (via ComicBook), Michael Keaton falou sobre sua volta como o Cavaleiro das Trevas, além de também comentar sobre a recusa ao papel em Batman Eternamente.

    [‘Batman’, 1989] foi um trabalho. E então o próximo [‘Batman: O Retorno’, 1992] foi um trabalho, e eu gostei. Mas com o tempo, e depois [da possibilidade do] terceiro, eu simplesmente não consegui fazer. Eu apenas pensei: ‘Bem, isso não é bom… isso não é bom. Eu, simplesmente, não posso fazer isso. Vou estourar meus miolos. Só não posso viver comigo mesmo’. E assim eu fui embora.

    Disse o ator, hoje, com 70 anos.

    Michael Keaton vai retornar como Batman em ‘The Flash’ depois de 30 anos

    Quando surgiu de novo [a possibilidade], fiquei curioso sobre isso. Pensei: ‘Cara, como seria?’ E então, coincidentemente, recebi uma ligação da Warner Bros. Eles queriam falar comigo sobre algo e havia indícios de Batman: ‘Queremos que você leia alguma coisa’. Eu apenas pensei: ‘Claro que você tem que fazer isso’. Tinha que ser bom [para retornar como Batman]. Não há razão para fazer isso se não fosse bom. Não vai realmente mudar nada. E eu apenas entrei e me diverti. Você sabe, quero dizer, o diretor, Andy Muschietti, é fantástico e é muito criativo. Eu não sei. É divertido.

    Michael Keaton vai retornar como Bruce Wayne/Batman no filme The Flash. Estrelado pelo jovem e talentoso Ezra Miller no papel de Barry Allen/Flash, a produção terá ainda, além de Keaton, Ben Affleck também como Bruce Wayne/Batman, Ron Livingston como Henry Allen, Kiersey Clemons como Iris West, Maribel Verdú como Nora Allen e Sasha Calle como Supergirl. ‘The Flash’, com direção de Andy Muschietti, tem o lançamento marcado para o dia 04 de novembro de 2022.

    James Gunn diz que jamais aceitaria qualquer interferência da DC em seus projetos

    Depois de ter sido cancelado por conta de publicações polêmicas em suas redes sociais, o cineasta, James Gunn, voltou a se estabelecer como um dos grandes criadores de Hollywood. O diretor, que já havia feito muito sucesso na Marvel com os dois primeiros Guardiões da Galáxia, deu a volta por cima na DC Comics com o lançamento do extremamente elogiado O Esquadrão Suicida e, agora, já colhe os frutos de seu segundo sucesso na DC: a série solo do Pacificador. Em recente entrevista para o The Hollywood Reporter, Gunn deixou muito claro que jamais teve qualquer interferência da DC ou da Marvel em seus projetos.

    Em dois filmes dos Guardiões [da Galáxia] nunca me pediram para me conectar com algo maior. O mesmo com os projetos da DC. Não tenho muito interesse em fazer isso. Eu nunca quero que minha história sofra por causa de uma narrativa maior. Eu quero que minha história seja a coisa principal. De qualquer forma, se uma história maior ajuda a melhorar a minha história, então ótimo. Mas se tivesse chegado alguma orientação, eu iria ignorar.

    Contou o diretor de 55 anos ao THR.

    Além de roteirizar e também dirigir O Esquadrão Suicida, James Gunn é o principal nome por trás da série original da plataforma HBO Max, Pacificador, produção estrelada por John Cena. Criada por Gunn, que dirigiu cinco episódios da primeira temporada, a produção serve como uma história que continua a narrativa trazida pelo longa lançado em agosto do ano passado.

    Pacificador tem oito episódios no total, sendo que os três primeiros já estão disponíveis no serviço de streaming. Os outros cinco episódios serão lançados semanalmente dentro da plataforma. Mesmo que a série se passe logo após os acontecimentos de O Esquadrão Suicida, sendo praticamente uma continuação direta, a produção ainda promete mostrar detalhes do passado de Christopher Smith, nome civil do anti-herói. Pacificador já pode ser assistida através da plataforma HBO Max.

    Pacificador | James Gunn revela que insulto ao Batman quase foi cortado da série por executivos da DC

    Nova série original do DCEU, Pacificador chegou com tudo. Apesar dos ótimos reviews por parte da crítica especializada e da boa aceitação da audiência, o seriado solo do anti-herói chegou a incomodar os executivos da DC Comics antes mesmo do show estrear. Isso porque, de acordo com o criador da série, James Gunn, um insulto do personagem interpretado por John Cena ao Batman quase foi cortado do quarto episódio da produção. Em conversa com o podcast do The Hollywood Reporter (via TVLine), Gunn se surpreendeu quando soube que os executivos não curtiram nem um pouco o Pacificador insultando o Batman.

    Fiquei muito surpreso porque eles não gostavam muito do Pacificador chamando o Batman de b***a. Eu estava, tipo: ‘Mas ele fala coisas terríveis sobre todos esses outros super-heróis que são muito piores do que chamar o Batman de b***a’. Não só isso, Batman é o único sobre o qual ele faz uma observação justa. Todo mundo que ele critica é baseado no que ele lê na Internet. Tudo o que ele acredita é meio sem sentido e o Batman é o único que ele tem um ponto de vista que faz algum sentido [na cabeça dele].

    Disse o diretor.

    Eu não sei [o motivo de preocupação por parte da DC]. Você teria que perguntar a eles. Eu não sei porque ele [Pacificador] chamando o Batman assim é potencialmente mais ofensivo do que ele dizendo que o Superman [tem fetiche por cocô]. Eu não entendo a preocupação com um e com outro não. A única outra coisa que a HBO Max me disse foi: ‘Nós somos a HBO e vocês estão dizendo a palavra com “F” muitas vezes”.

    continuou James Gunn na conversa ao podcast. Além dos insultos ao Batman e ao Superman, a série aborda ainda a ideia sem noção do Aquaman fazer sexo com peixes.

    Quanto ao Batman, para melhor contextualizar o que James Gunn disse no podcast e o que vai acontecer no seriado, o anti-herói questiona a sexualidade do Cavaleiro das Trevas durante uma discussão na qual o Pacificador não é considerado, por uma vizinha de seu pai, um herói de verdade por matar as pessoas e ele responde insultando o Batman, que conhecidamente, não mata nenhum de seus vilões. Esse momento polêmico estará presente no quarto episódio da série, que estreia na próxima quinta-feira, dia 20 de janeiro, na plataforma de streaming.

    Além de roteirizar e também dirigir O Esquadrão Suicida, James Gunn é o principal nome por trás da série original da plataforma HBO Max, Pacificador, produção estrelada por John Cena. Criada por Gunn, que dirigiu cinco episódios da primeira temporada, a produção serve como uma história que continua a narrativa trazida pelo longa lançado em agosto do ano passado.

    Pacificador tem oito episódios no total, sendo que os três primeiros já estão disponíveis no serviço de streaming. Os outros cinco episódios serão lançados semanalmente dentro da plataforma. Mesmo que a série se passe logo após os acontecimentos de ‘O Esquadrão Suicida’, sendo praticamente uma continuação direta, a produção ainda promete mostrar detalhes do passado de Christopher Smith, nome civil do anti-herói. Pacificador já pode ser assistida através da plataforma HBO Max.

    Jeremy Irons detona versão de Liga da Justiça de Joss Whedon: “Não poderia ter sido pior”

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    A versão teatral de Liga da Justiça, lançada em 2017, até hoje causa controvérsia entre os críticos, fãs e os atores que participaram da conturbada produção. Mesmo com o crédito de direção dado a Zack Snyder, é de conhecimento geral que foi Joss Whedon (‘Vingadores’, 2012, e ‘Vingadores: Era de Ultron’, 2015) quem realmente finalizou o filme após a saída de Snyder por problemas pessoais e conflitos com a Warner Bros.

    Em entrevista à Variety para promover seu novo trabalho, o filme Munique: No Limite da Guerra, o ator, Jeremy Irons, que interpretou Alfred Pennyworth em Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016) e em Liga da Justiça, falou, brevemente, sobre a versão de Whedon e o Snyder Cut.

    Estranhamente, acho que tenho e não vi [ainda o Snyder Cut]. Vou ter que procurá-lo e ver se o tenho em algum lugar online ou em um DVD. Lembro-me de conversar com Zack [Snyder] antes dele fazer isso e estar muito interessado em ver o que ele inventou. Não poderia ter sido pior. (disse Jeremy Irons quando questionado sobre o assunto).

    O jornalista da Variety, Brent Lang, então, voltou a perguntar sobre o filme: “Você quer dizer que ‘Liga da Justiça’ não poderia ter sido pior?”. O ator de 73 anos respondeu da seguinte forma: “Eu não acho que poderia ter sido, poderia?”. Lang, na sequência, disse a Jeremy Irons, na conversa, que considerava a versão de 2017 como “horrível”, opinião compartilhada pelo artista: “Bom, eu também”.

    Liga da Justiça (2017) é estrelado por Ben Affleck (Bruce Wayne/Batman), Henry Cavill (Clark Kent/Superman), Gal Gadot (Diana Prince/Mulher-Maravilha), Jason Momoa (Arthur Curry/Aquaman), Ezra Miller (Barry Allen/Flash), Ray Fisher (Victor Stone/Ciborgue), Amy Adams (Lois Lane), Jeremy Irons (Alfred Pennyworth), Amber Heard (Mera), J. K. Simmons (Comissário Gordon), Diana Lane (Martha Kent), Connie Nielsen (Rainha Hipólita), Joe Morton (Silas Stone) e Ciarán Hinds (voz do Lobo da Estepe). O longa, que teve uma recepção extremamente negativa por parte dos fãs e da crítica especializada, faturou apenas US$ 657 milhões durante todo o tempo de exibição nos cinemas.

    Adão Negro | Dwayne Johnson compartilha bastidores dos efeitos visuais do filme

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    A entrada de Dwayne ‘The Rock’ Johnson tem tudo para ser triunfal no universo cinematográfico da DC Comics. Depois de vários anos de espera, finalmente, no segundo semestre deste ano, os fãs serão agraciados com o filme solo do Adão Negro, interpretado pelo grande astro de Hollywood. ‘The Rock’ foi escalado como o anti-herói em 2007 e, desde então, precisou ser paciente para ver o projeto realmente se transformar. Gravado em um curto espaço de tempo, o longa já está passando pela pós-produção depois do primeiro corte. Recentemente, Dwayne Johnson usou sua conta oficial no Instagram para compartilhar um pouco dos bastidores dos efeitos especiais.

    Dia longo de trabalho, mas muito produtivo para nossa produção de efeitos visuais. 10 horas sentado no “ovo” filmando sequências extremamente complicadas, onde eu só posso mover meus olhos, cabeça e ombros focado em marcas não maiores que um quarto. Tudo isso enquanto estou atuando como Adão Negro. Na mitologia, Teth Adam (seu nome original antes de sua alma ser dominada), começa como escravo em sua cidade natal de Kahndaq.

    Escreveu ‘The Rock’ em seu post na rede social.

    Essas sequências são super complexas. Requer um verdadeiro esforço de equipe. Um enorme obrigado ao nosso diretor, Jaume Collet-Serra, ao nosso supervisor de efeitos visuais e duas vezes vencedor do Oscar, Bill Westenhofer, a toda a nossa equipe de pós-produção e à brilhante equipe de efeitos visuais. Obrigado a todos pelo seu tempo e talentos incríveis e mal posso esperar para que o mundo finalmente veja o Homem de Preto.

    Além de Dwayne Johnson como Adão Negro, o elenco do filme conta ainda com Sarah Sahi como Adrianna Tomaz, Noah Centineo como Esmaga-Átomo, Aldis Hodge como Gavião Negro, Quintessa Swindell como Ciclone, Pierce Brosnan como Senhor Destino e Djimon Hounsou como Mago Shazam. A adaptação está com o lançamento marcado para o dia 29 de julho de 2022.

    Primeiras impressões da 2ª temporada de Superman & Lois

    O atual status do Superman nos cinemas é algo que preocupa muitos, em especial por sua importância para o universo DC como um todo. Porém, o azulão está longe de estar desvalorizado e, mais uma vez, a televisão se tornou um refúgio. Uma fortaleza. Mostrando para o mundo o potencial que se encontra não só na capa e na cueca por cima da calça, mas também naquele que as utiliza.

    A trama do novo ano dá o ponta pé inicial no exato momento em que a anterior havia se encerrado, com a chegada de Natalie (Tayler Buck), a filha de John Henry Iron (Wolé Parks) com a Lois Lane (Bitsie Tulloch) de outra terra. O conceito de multiverso acabou caindo na graça do grande público e das produções hollywoodianas nos últimos anos. Muitas das vezes assumindo o papel de ferramenta pela qual é saciada a nostalgia de um público embebedado pelo saudosismo, contudo, a série decide trilhar um caminho distinto do convencional, focando nos traumas que a viagem entre mundos pode causar nas vidas pessoais dos indivíduos em questão.

    Outra trama pincelada através em meio ao episódio, mas deve ganhar mais corpo com o passar da temporada, é a desvinculação do Superman (Tyler Hoechlin) como um símbolo do imperialismo estadunidense. Em especial, o desagrado das autoridades governamentais dos EUA com maior herói do planeta se manter afastado de seus interesses políticos, agindo como agente em prol do bem estar humanitário, não de uma nação em especifica, mas sim de todo o mundo. Um movimento de certa forma ousado para série, ainda mais por colocar os militares como um dos antagonistas da nova temporada.

    É notável o amadurecimento da série e como as novas aventuras da super família está sendo tratada com bons olhos. Algo que ressoa nos elementos da própria produção, existindo uma evolução linear da narrativa, existindo uma repercussão dos atos dos personagens que seguem uma ideia de causa e consequência sólida, presente nos momentos casuais e naqueles mais conflituosos. Sem contar os seus quesitos técnicos, como fotografia e efeitos visuais, que ganhou uma atenção ainda maior. Com sequências verdadeiramente impressionantes, ainda mais se comparado com outras produções feitas no canal.

    A série foi uma das mais gratas surpresas de 2021, trazendo o casal mais poderoso e icônico das histórias em quadrinhos para novas aventuras, dessa vez focando em um drama familiar, regado de referências a todas, ou a grande maioria, das encarnações pregressas do herói e da jornalista mais destemida que o mundo já conheceu.

    O resultado não poderia ter sido mais impecável, e após uma primeira temporada inteira falando sobre legado, a produção retorna mais refinada e segura de si mesma e do mundo que construiu. Amadurecendo temas já antes apresentados e abrindo o leque para outras novas oportunidades, deixando claro que, acima de qualquer coisa, o diálogo é o maior e mais poderoso poder da série.

    A segunda temporada de Superman & Lois estreou no dia 11 de janeiro de 2022 nos EUA no canal da CW, e chegará ao Brasil através da HBO Max, no dia 20 de janeiro de 2022.

    Ben Affleck abre o jogo para Matt Damon sobre Liga da Justiça: “Coisas horríveis aconteceram”

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    Bastante conhecido e já com carreira consolidada em Hollywood, Ben Affleck ainda pode ser considerado um grande astro. Com atuações marcantes e outras participações a quem da expectativa, o ator sempre se estabeleceu como um nome de peso nas produções em que esteve presente. A passagem pelo DCEU também foi marcada por altos e baixos. Fazendo sua estreia em Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016) e logo depois estando também em Liga da Justiça (2017 e 2021), o ator, mais uma vez, não passou despercebido. Considerado como o melhor Batman dos cinemas por uma parcela dos fãs, Affleck também é tido como um Cavaleiro das Trevas “sem graça” por outra metade da audiência. Em nova entrevista, desta vez ao amigo pessoal, Matt Damon, para a revista Entertainment Weekly, Ben Affleck voltou a falar sobre o período na DC e deixou claro que vários fatores prejudicaram seu tempo como Batman.

    Eu tive uma experiência realmente decisiva em torno de ‘Liga da Justiça’ por vários motivos diferentes. Sem culpar ninguém, muita coisa aconteceu. Mas não estava feliz. Eu não gostava de estar lá. Não achei interessante. E, então, algumas coisas realmente ruins, coisas horríveis aconteceram. Foi quando eu pensei: ‘Não vou mais fazer isso’.

    Ben Affleck é o destaque na capa da revista Entertainment Weekly na edição de fevereiro

    Na verdade, eu falei com você [Matt Damon] sobre isso e você foi a principal influência nessa decisão. Eu quero fazer as coisas que me trazem alegria. Então nós fomos e fizemos ‘O Último Duelo’ e eu me diverti todos os dias nesse filme. Eu não era a estrela, eu não era agradável. Eu era um vilão. Eu não era tudo o que pensava que deveria ser quando comecei e ainda assim foi uma experiência maravilhosa. E foram apenas coisas que vieram e que eu não estava perseguindo”, continuou Ben Affleck ao amigo.

    Em 2020, Ben Affleck voltou a vestir o traje para as novas filmagens da Liga da Justiça de Zack Snyder, versão lançada na plataforma HBO Max em março do ano passado. E essa não foi a última vez do ator como Batman. Affleck deve marcar sua despedida do DCEU no filme solo do Flash. Com Ezra Miller no papel de Barry Allen/Flash, a produção terá ainda, além de Ben Affleck como Bruce Wayne/Batman, Michael Keaton também como Bruce Wayne/Batman, Ron Livingston como Henry Allen, Kiersey Clemons como Iris West, Maribel Verdú como Nora Allen e Sasha Calle como Supergirl. The Flash, com direção de Andy Muschietti, tem o lançamento marcado para o dia 04 de novembro de 2022.