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Vice-presidente sênior e gerente geral da DC Comics deixa o cargo após dois anos

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Apesar da pouca repercussão nesta semana, o vice-presidente sênior e gerente geral da DC Comics, Daniel Cherry III, deixou o cargo pouco menos de dois anos depois de ter assumido a função. A informação foi trazida por diversos veículos especializados no segmento de entretenimento, dentre eles, o The Hollywood Reporter. Ainda segundo o THR, as motivações para a saída repentina de Daniel ainda são desconhecidas, mas o movimento foi visto como abrupto e, de certa forma, como uma “desistência”.

Daniel Cherry III foi anunciado no cargo em setembro de 2020, logo após uma demissão em massa na DC Comics. Por volta da mesma época, o co-editor, Dan DiDio, também tinha deixado a empresa. Aliás, a função que Daniel Cherry exerceu até recentemente foi criada justamente para a chegada dele na companhia subsidiária da WarnerMedia.

Jim Lee e Daniel Cherry III desenvolveram alguns projetos em conjunto na DC Comics.

Antes da curta passagem pela DC Comics, Daniel Cherry III atuava como diretor de marketing da Activision Blizzard Esports. Enquanto ainda trabalhava na DC, Daniel chefiava a parte editorial de negócios, serviços de talentos, marketing e vendas direta ao consumidor. Ele respondia diretamente para a presidente de marcas e experiências globais da Warner Bros., Pam Lifford.

Ao lado de Jim Lee, atual CCO (Chief Creative Officer) da DC Comics, Daniel Cherry III foi um dos responsáveis pelo desenvolvimento da linha Future State nas histórias em quadrinhos, além de atuar também como um dos criadores do DC FanDome, evento digital dedicado aos fãs. Ele expandiu o universo DC para o game Fortnite. Ainda segundo o THR, Daniel teria tido envolvimento nas produções do filme ‘O Esquadrão Suicida’, da série ‘Sweet Tooth’ e no audiobook de ‘Sandman’. Em sua reportagem, o The Hollywood Reporter aponta que Daniel Cherry III vai trabalhar em parceria com o produtor musical, compositor e rapper, Kanye West.

Willem Dafoe abre possibilidade para filme do Coringa ao lado de Joaquin Phoenix: “Fantasiei sobre isso”

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Imagem de capa: The Direct.

Em uma Era onde os grandes astros são marcados por interpretarem os maiores super-heróis, nem sempre é fácil ser lembrado também quando se está no papel de um vilão. Porém, para o ator norte-americano, Willem Dafoe, foi justamente como o antagonista de uma história que ele conseguiu cravar seu nome em meio a tantas adaptações cinematográficas baseadas nas histórias em quadrinhos. Conhecido mundialmente por viver o Duende Verde nos filmes do Homem-Aranha, o artista, que é o nome dos sonhos para muitos fãs da DC Comics para interpretar o icônico vilão do Batman, o Coringa, falou abertamente, em entrevista para a GQ Magazine (via The Direct), sobre a possibilidade de se apresentar como uma versão do Príncipe Palhaço do Crime ao lado de ninguém menos do que Joaquin Phoenix.

“Há algo interessante sobre como se houvesse um impostor do Coringa. Portanto, seria possível ter não apenas Coringas em duelo, mas alguém que diz ser o Coringa, mas que não é o Coringa. E isso meio que abre a possibilidade de uma história interessante, especialmente se você tivesse o Coringa de Joaquin Phoenix e, então, você tivesse alguém que estivesse imitando ou zombando daquilo que ele fez. Eu fantasiei sobre isso. Mas fora isso eu não estou falando com ninguém [sobre esse assunto]. Você é o primeiro.”, disse Willem Dafoe ao jornalista do portal.

Nessa mesma entrevista, o ator também foi questionado pela GQ Magazine sobre uma possível predileção por viver vilões nas produções em que participa. De forma provocativa, Willem Dafoe preferiu deixar a resposta no ar: “Eu não sei o que é isso. Eu vou bancar o burro. Você interpreta personagens. Eu poderia dizer: ‘Ah, sim, é divertido interpretar vilões porque você pode fazer coisas que não pode fazer na vida ou porque é divertido brincar com seu lado sombrio’. Mas eu não sei. Não estou pensando nessas coisas”.

Lançado em 2019, ‘Coringa’ teve no elenco, além de Joaquin Phoenix como Arthur Fleck/Coringa, Robert De Niro como Murray Franklin, Zazie Beetz como Sophie Dumond, Frances Conroy como Penny Fleck,  Brett Cullen como Thomas Wayne, Douglas Hodge como Alfred Pennyworth, Marc Maron como Gene Ufland, Dante Pereira-Olson como Bruce Wayne ainda criança e Carrie Louise Putrello como Martha Wayne. Dirigido por Todd Phillips, o longa teve um baixo orçamento de aproximadamente US$ 70 milhões. Mesmo com classificação indicativa alta, o filme faturou mais de US$ 1 bilhão em bilheteria ao redor do mundo. Joaquin Phoenix foi eleito o Melhor Ator, na edição do Oscar de 2020, pela atuação no longa.

DC inicia planos para matar a Liga da Justiça nos quadrinhos

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Há 30 anos, a DC Comics matou o Superman. Após esse acontecimento, sabemos que o Homem de Aço retornou…e ainda melhor. Mas, na época, depois de ser espancado até a morte pelo Apocalypse nas páginas de Superman #75, Clark Kent saiu dos quadrinhos da DC por quase um ano inteiro. Sua ausência parecia real para os fãs.

E desta vez, mais de um herói morrerá. A atual HQ regular da Liga da Justiça chegará ao fim com a edição #75 (reconhece esse número?), uma história que verá os maiores super-heróis da DC mortos em batalha contra um inimigo imparável. Sim, é sério – a Liga da Justiça vai morrer. 

“É muito sério.”, disse o escritor Joshua Williamson à EW.É uma oportunidade interessante de fazer isso no 30º aniversário de ‘A Morte do Superman’, que aconteceu em Superman #75. Nós pegamos Liga da Justiça #75 e fazemos ‘A Morte da Liga da Justiça’. Queremos que as pessoas entendam, isso é sério e terá um grande impacto no DCU daqui para frente”.

Williamson continua: “Lembro-me da experiência de ler a preparação para ‘A Morte do Superman’ e depois esperar na chuva pela minha cópia da edição #75. Acho que uma razão pela qual a história foi tão poderosa foi que depois da trama do Funeral, não houve quadrinhos do Superman por três meses. Isso é parte do que nos levou a tomar a decisão de que esta é a última edição da Liga da Justiça. Mas, três meses depois, ainda não haverá um quadrinho da Liga da Justiça… vai demorar um pouco e isso será uma parte importante de como o DCU ficará depois dessa história: não haverá Liga da Justiça.”

Justice League Comic Cover.
CR: DANIEL SAMPERE and ALEJANDRO SÁNCHEZ for DC.

Liga da Justiça #75 se concentrará na batalha apocalíptica entre a Liga da Justiça e o Exército das Trevas em um Multiverso morto. Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde (John Stewart), Caçador de Marte, Mulher-Gavião, Aquaman, Arqueiro Verde, Canário Negro e Zatanna embarcarão nesta missão – e apenas um retornará para contar ao resto do universo o que aconteceu.

Liga da Justiça #75 chega às lojas de quadrinhos dos EUA no dia 19 de abril.

HQ que serve como prelúdio para o filme do Flash é anunciada

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Um dos filmes mais aguardados de 2022 começa a ganhar forma, dessa vez nas folhas dos quadrinhos que originou o personagem.

The Flash, filme estrelado por Ezra Miller como Barry Allen, marca o retorno do ator como o personagem após sua estreia em ‘Liga da Justiça’ (2017). Entretanto, os fãs do velocista escarlate não terão que esperar muito para ter um gostinho do que está por vir em sua primeira aventura solo nos cinemas. A DC Comics se prepara para lançar uma história em quadrinhos que irá servir de prelúdio para ‘The Flash’, seguindo o homem mais rápido vivo antes dos eventos do filme!

Kenny Porter escreve, enquanto o artista Ricardo López Ortiz ilustra uma história de 3 edições para a DC, intitulada ‘The Flash: The Fastest Man Alive’.

A primeira edição, que terá 48 páginas, sairá na terça-feira, dia 25 de abril, tanto em lojas físicas de quadrinhos quanto nas plataformas digitais. Infelizmente, a disponibilidade em território nacional ainda não foi divulgada.

A edição #2 chega em maio, seguido pela #3 em julho. Juan Ferreyra será o artista responsável pela arte de capa da edição #2, enquanto Jason Howard está fazendo a do terceiro título.

“Em The Flash: The Fastest Man Alive, a aventura salvadora do mundo de Barry Allen com a Liga da Justiça levou o filho favorito de Central City a se tornar um super-herói verdadeiramente habilidoso e inspirador. Mas quando uma nova ameaça com o nome de Girler surge em Central City, Barry se volta para Batman em busca de conselhos sobre treinamento para dominar seus poderes. Sob a tutela do Cavaleiro das Trevas, O Homem mais Rápido do Mundo terá que encontrar uma maneira de derrotar essa ameaça metálica ou ser esmagado pela força de Girder!” – Sinopse fornecida pela DC.

Capa variante.

A capa variante da primeira edição fica a cargo do próprio diretor do filme, Andy Muschietti, enquanto Max Fiumara fará a capa principal. A DC também confirmou que todas as três edições serão relançadas em outubro como uma edição única.

The Flash, o filme, chegará em novembro nos cinemas de todo o mundo.

Em entrevista, Joss Whedon se manifesta sobre críticas do elenco de ‘Liga da Justiça’ pela primeira vez

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Desde o lançamento da versão de Liga da Justiça que chegou aos cinemas o filme tem recebido muitas críticas por conta nível das alterações que foram realizadas pelo diretor Joss Whedon em relação ao trabalho de seu antecessor, Zack Snyder, quando substituiu este a mando do estúdio. Com o tempo, porém, as críticas à qualidade do corte final do filme foram perdendo espaço para críticas e acusações muito mais graves, desta vez de estrelas do próprio elenco, em relatos que iam de comportamento abusivo à racismo. Agora, em entrevista à NY Magazine (via ComicBook), o diretor falou pela primeira vez de maneira pública sobre o assunto.

Ele respondeu diretamente à Gal Gadot (Mulher Maravilha), que chegou a afirmar que o diretor ameaçou acabar com sua carreira. “Eu não ameaço as pessoas, quem faz isso?”, disse Whedon, que atribuiu o ‘desentendimento’ a questões linguísticas. “O inglês não é sua língua materna e eu tenho uma tendência de ser irritantemente florido nas minhas falas”, afirmou sobre uma discussão que teve com a atriz israelense e que, segundo ele, foi compreendida de forma equivocada. Por e-mail, Gal Gadot respondeu à revista: “eu entendi perfeitamente bem”.

Intérprete do Ciborgue, o ator Ray Fisher foi uma das vozes que se levantou de forma mais veemente sobre o comportamento do diretor nos sets de Liga da Justiça, chegando a acusá-lo diretamente de possuir uma presença abusiva nos bastidores e até mesmo de clarear seu tom de pele na pós-produção. Sobre essas acusações, Whedon afirma que não era o único a não gostar do desempenho do ator no papel, e que trabalhou em conjunto com o ator em todas as modificações que foram realizadas em seu arco (leia-se a redução drástica do tempo de tela e de importância do personagem na trama do filme). Sobre Fisher, Whedon afirmou que ele “é uma força maligna… Estamos falando de um mau ator em ambos os sentidos”.

Por fim, Whedon não chega a culpar Zack Snyder diretamente pela enxurrada de críticas que recebeu sobre Liga da Justiça, embora afirme que o “culto dos fãs” o perseguiu em seu nome, mesmo após o estúdio ter lançado a versão de Snyder de Liga da Justiça. “Não sei quem começou [a campanha de ódio na internet], mas sei no nome de quem foi feita”. Whedon afirma que o timing do lançamento de Liga da Justiça e a publicação de uma carta contundente de sua ex-esposa a seu respeito criou a tempestade perfeita para vingança na internet. “O começo da internet me criou e a internet moderna me arrastou para baixo. A simetria perfeita”.

Fonte: NY Magazine via ComicBook.

Em tempo, preciso dizer que o diretor sequer se preocupou em demonstrar algum esforço para se defender das gravíssimas e bem corroboradas acusações que vem recebendo. Enquanto isso, a Warner Bros. parece continuar torcendo para que o assunto caia no esquecimento.

Não esqueceremos.

Afinal, o que foi a fase da Batgirl Burnside?

Na última sexta-feira, dia 14, foi divulgada a primeira imagem oficial da atriz Leslie Grace trajada como Batgirl, revelando que a produção usará como base uma das fases mais recentes e populares da heroína de Gotham, a intitulada Batgirl Burnside.

Após o final da mega saga Convergência, em 2015, a DC Comics deu início a uma mudança editorial em suas histórias. A campanha foi denominada como DC You e trazia uma série de escritores e artistas consagrados ou em ascensão a frente de quadrinhos de diferentes estilos e gêneros para alcançar uma audiência mais ampla de fãs. Para isso, a iniciativa decidiu diminuir a importância da cronologia, mas ainda levando em consideração o que havia sido anteriormente estabelecido durante as histórias dos Novos 52.

“Esse anúncio trata de uma nova era para o Universo DC, que nos permitirá publicar de tudo para todas as pessoas, sermos mais expansivos e modernos no nosso enfoque, e permitirá contar histórias que melhor refletem a sociedade ao nosso redor”, comentou o copublisher da DC Entertainment na época, Dan DiDio.

Batgirl se tornou um símbolo para toda uma geração de novas leitoras

E, foi em meio a essa nova investida criativa que surgiu a fase hipster da Batgirl, encabeçada pelos roteiristas Cameron Stewart e Brenden Fletcher em colaboração com o desenhista Babs Tarr. Mostrando Barbara Gordon recomeçando sua vida em um bairro boêmio de Gotham Ctity, chamado Burnside, modernizando a personagem para um público jovem adulto e incorporando elementos da geração dos millenials. Trazendo histórias carregadas de leveza e pós-modernidade. Possuindo traços estilizados e uma estrutura narrativa episódica, conectadas por um arco de história mais longo. Tendo como referência as séries Veronica Mars e Sherlock.

Aqui há um distanciamento das figuras de Bruce Wayne ou do Comissário Gordon em sua vida, com a jovem heroína tendo que lidar com suas fragilidades e cultivar a própria individualidade através de um processo de auto aceitação. Não se permitindo ser vista como uma vítima e abraçando por completo todas as suas facetas (Barbara Gordon, Oraculo e Batgirl) e utilizando o melhor que cada uma delas tem a oferecer. Tanto em suas aventuras encapuzadas, como seus momentos civis, seja em uma investigação por meio de aplicativos de relacionamentos ou precisando entregar seus trabalhos da faculdade.

Barbara Gordon criando seu novo, e moderno, traje de Batgirl

O maior símbolo dessa mudança de ares na vida de Barbara é o traje Burnside, que, diferente dos outros membros da Batfamilia, renega as sombras e abraça de vez os holofotes. Nascido através da necessidade, após seu antigo uniforme ter sido destruído em um incêndio, Babs monta sua nova identidade com peças compradas nas butiques e lojas vintage de seu bairro. Um conceito simples, mas ideal para a nova direção que sua vida se encaminha. Algo leve, confortável e fruto de suas próprias mãos, respeitando suas origens e legado, em especial ao deixado por Yvonne Craig, não sendo uma surpresa o visual ter caído nas graças dos fãs, em especial os cosplayers.

“Batgirlizar” foi um verbo utilizado pela diretoria da DC comics nos momentos finais do DC You para se referir a histórias que fogem do padrão conhecido das histórias comuns de super-heróis, mostrando o impacto da fase para a personagem e a editora como um todo. Tendo sido um grande sucesso de público e crítica, Batgirl Burnside foi um exímio exercício criativo de reflexão geracional, usando a inovação como uma ferramenta para além da contextualização e valorizando a inclusão de minorias em diferentes espaços sociais. Trazendo consigo uma nova leva de fãs apaixonados por Barbara Gordon.

Heróis salvam!

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Quando falamos sobre algumas pautas minoritárias, é inegável que uma parcela do público acabe utilizando a infame palavra “mimimi”, como disse nosso redator Lucas Pimentel neste texto. Eu poderia tecer uma série de comentários sobre, porém este parágrafo introdutório se faz necessário para explicar o motivo pelo qual os heróis salvam. Somos um público formado por inúmeras pessoas, de diferentes etnias, classes, credos…enfim, somos plurais, mas e o que isso tem a ver com o título? Bom, por estar falando de super-heróis, o termo “salvamento” pode aceitar uma conotação literal, salvar a cidade, salvar quem está em perigo, salvar o universo… a linha do tempo, etc. Mas neste caso irei por um outro viés, talvez até mais poético, o de nos dar um referencial.

Como disse o ator Xolo Maridueña, ao destacar a importância do filme do Besouro Azul, precisamos de histórias nunca vistas antes, ou seja, precisamos ver nossas histórias:

 Eu estou nervoso, mas eu estou animado. Vai ser importante, não apenas para os latinos e para ver pessoas não-brancas, pessoas marrons, sendo representadas nas telas, mas também para mostrar uma história que nós não chegamos a ver antes.- Disse o ator

Acredito que as palavras de Xolo, que interpretará Jaime Reyes/ Besouro Azul nos cinemas, resumem o que quero dizer ao longo desta postagem, trata-se de se ver em tela. Imagine a infância de uma criança não-branca, durante todos os seus dias vendo personagens que não se parecem com ela salvando o dia e ganhando o apoio da população, um cenário bem comum há alguns anos, mas isso vem mudando. Nos dias de hoje inúmeras produções vem incluindo personagens diversos e dando a eles o protagonismo que merecem.

Utilizo o bat-sinal como imagem deste post, pois acredito que ele seja um dos maiores símbolos da DC Comics e sirva para avisar Gotham que ela tem alguém que olha por ela, assim como na cidade fictícia, a representatividade colocada em tela também é nosso Bat-Sinal, é uma maneira de nos falar que existe alguém pensando em nós, para nos lembrar que todos somos super-heróis e super-heroínas.

Heróis nos salvam quando permitem que nos imaginemos naquelas situações (não no sentido de pensar em ter poderes, pular pelos prédios, bater em bandidos e salvar a cidade, apesar de eu sonhar com isso…). O ponto que quero chegar é que ao vermos pessoas como nós nas telas ou nas páginas das HQs, significa que aquilo está nos dizendo “sim, eu também posso fazer coisas incríveis.

2022 começou de um modo espetacular, com a volta de algumas séries, como ‘Batwoman’ e estreia de outras, como ‘Naomi’ e todas elas trazendo personagens diversos em seu elenco e realizando coisas fantásticas. Imagino que elas estejam nos dando o seguinte recado:

Estes são vocês, vocês são importantes e podem fazer coisas igualmente grandiosas.

Retomando as palavras de Xolo Maridueña é necessário para pessoas não-brancas se verem nas telas, por que OS HERÓIS NOS SALVAM AO NOS LEMBRAREM QUE TODOS SOMOS CAPAZES DE COISAS EXTRAORDINÁRIAS.

The Batman | Robert Pattinson confirma que natureza do herói será questionada no filme

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Produção extremamente aguardada para este ano, The Batman promete se aprofundar na psicologia do Cavaleiro das Trevas em um nível jamais visto nas telas. Com um tom bastante sombrio, o filme vai colocar o maior vigilante de Gotham City em uma jornada de auto-descoberta pelas ruas e becos. O jovem astro, Robert Pattinson, é quem assume a capa e o capuz nesta nova jornada do personagem. E se depender do ator, vertentes jamais exploradas devem surpreender os fãs com a sua atuação.

Eu precisava saber o máximo possível da história do personagem para ver o que realmente não havia sido feito. As pessoas veem o Batman como um personagem heróico, mas, em nossa história, ele realmente questiona qual é a natureza de um herói e dá muitos ângulos diferentes para isso. Foi uma experiência muito divertida. É um dos grandes personagens da ficção do século XXI. É uma grande honra interpretá-lo.

Contou Robert Pattinson ao Daily Record.

Houve momentos nas filmagens que eu peguei vislumbres de mim mesmo no reflexo de algo e foi um lembrete de: ‘Uau, isso é loucura. Eu sou realmente o Batman’. Qualquer um que interpretou um personagem tão icônico se lembra da primeira vez que vestiu o traje e, sim, foi muito especial. O traje dá muito trabalho para você nas cenas de luta e nem sempre é a coisa mais fácil de usar.

Continuou o ator de 35 anos, ao veículo britânico.

Robert Pattinson é o próximo ator a vestir do traje do Batman nos cinemas

Além de Robert Pattinson no papel de Bruce Wayne/Batman, o elenco tem Zoë Kravitz como Selina Kyle/Mulher-Gato, Jeffrey Wright como o Comissário James Gordon, Andy Serkis como Alfred Pennyworth, Colin Farrell como o Pinguim, Paul Dano como o Charada e John Turturro como Carmine Falcone.

O longa vai mostrar um jovem Bruce Wayne em seu segundo ano como o vigilante mascarado de Gotham City. O lado detetivesco do personagem será bastante abordado no novo arco. Com roteiro e direção de Matt Reeves, The Batman tem o lançamento marcado para o dia 04 de março de 2022.

Michael Keaton fala sobre retorno como Batman, em The Flash: “Tinha que ser um bom filme”

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Datado para o segundo semestre deste ano, The Flash vai abrir a porteira para o multiverso da DC Comics nas telas. Além de apresentar a Supergirl ao DCEU, o filme vai contar também com a participação de dois Batmen: Ben Affleck e Michael Keaton. E para muita gente, o retorno de Keaton depois de 30 anos da última vez que vestiu o icônico traje em Batman: O Retorno, foi surpreendente. Durante participação no The Jess Cagle Podcast With Julia Cunningham (via ComicBook), Michael Keaton falou sobre sua volta como o Cavaleiro das Trevas, além de também comentar sobre a recusa ao papel em Batman Eternamente.

[‘Batman’, 1989] foi um trabalho. E então o próximo [‘Batman: O Retorno’, 1992] foi um trabalho, e eu gostei. Mas com o tempo, e depois [da possibilidade do] terceiro, eu simplesmente não consegui fazer. Eu apenas pensei: ‘Bem, isso não é bom… isso não é bom. Eu, simplesmente, não posso fazer isso. Vou estourar meus miolos. Só não posso viver comigo mesmo’. E assim eu fui embora.

Disse o ator, hoje, com 70 anos.

Michael Keaton vai retornar como Batman em ‘The Flash’ depois de 30 anos

Quando surgiu de novo [a possibilidade], fiquei curioso sobre isso. Pensei: ‘Cara, como seria?’ E então, coincidentemente, recebi uma ligação da Warner Bros. Eles queriam falar comigo sobre algo e havia indícios de Batman: ‘Queremos que você leia alguma coisa’. Eu apenas pensei: ‘Claro que você tem que fazer isso’. Tinha que ser bom [para retornar como Batman]. Não há razão para fazer isso se não fosse bom. Não vai realmente mudar nada. E eu apenas entrei e me diverti. Você sabe, quero dizer, o diretor, Andy Muschietti, é fantástico e é muito criativo. Eu não sei. É divertido.

Michael Keaton vai retornar como Bruce Wayne/Batman no filme The Flash. Estrelado pelo jovem e talentoso Ezra Miller no papel de Barry Allen/Flash, a produção terá ainda, além de Keaton, Ben Affleck também como Bruce Wayne/Batman, Ron Livingston como Henry Allen, Kiersey Clemons como Iris West, Maribel Verdú como Nora Allen e Sasha Calle como Supergirl. ‘The Flash’, com direção de Andy Muschietti, tem o lançamento marcado para o dia 04 de novembro de 2022.

James Gunn diz que jamais aceitaria qualquer interferência da DC em seus projetos

Depois de ter sido cancelado por conta de publicações polêmicas em suas redes sociais, o cineasta, James Gunn, voltou a se estabelecer como um dos grandes criadores de Hollywood. O diretor, que já havia feito muito sucesso na Marvel com os dois primeiros Guardiões da Galáxia, deu a volta por cima na DC Comics com o lançamento do extremamente elogiado O Esquadrão Suicida e, agora, já colhe os frutos de seu segundo sucesso na DC: a série solo do Pacificador. Em recente entrevista para o The Hollywood Reporter, Gunn deixou muito claro que jamais teve qualquer interferência da DC ou da Marvel em seus projetos.

Em dois filmes dos Guardiões [da Galáxia] nunca me pediram para me conectar com algo maior. O mesmo com os projetos da DC. Não tenho muito interesse em fazer isso. Eu nunca quero que minha história sofra por causa de uma narrativa maior. Eu quero que minha história seja a coisa principal. De qualquer forma, se uma história maior ajuda a melhorar a minha história, então ótimo. Mas se tivesse chegado alguma orientação, eu iria ignorar.

Contou o diretor de 55 anos ao THR.

Além de roteirizar e também dirigir O Esquadrão Suicida, James Gunn é o principal nome por trás da série original da plataforma HBO Max, Pacificador, produção estrelada por John Cena. Criada por Gunn, que dirigiu cinco episódios da primeira temporada, a produção serve como uma história que continua a narrativa trazida pelo longa lançado em agosto do ano passado.

Pacificador tem oito episódios no total, sendo que os três primeiros já estão disponíveis no serviço de streaming. Os outros cinco episódios serão lançados semanalmente dentro da plataforma. Mesmo que a série se passe logo após os acontecimentos de O Esquadrão Suicida, sendo praticamente uma continuação direta, a produção ainda promete mostrar detalhes do passado de Christopher Smith, nome civil do anti-herói. Pacificador já pode ser assistida através da plataforma HBO Max.