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Dos fãs e para os fãs: os heróis são de todos nós

Olá, meus caros amigos. Dou início a mais uma jornada neste portal tão democrático que orgulhosamente carrego o estandarte por todos os lugares que passo. Enquanto aproveitava as minhas merecidas férias da redação, acompanhei sobre a recente polêmica (mais uma para variar) sobre o DCU, o filme do Flash e o medo de calorosos fãs da não existência de um Batman e um Superman, na sequência do universo de filmes que estão por vir.

Como um grande fã e apoiador de diversidade em qualquer obra, encaro a possibilidade de termos uma trindade feminina como uma proposta muito agradável e precisamos disso. Assim como também adoraria a sequência da  história do Snyder Cut, que do meu ponto de vista quebrou a internet, além da chegada de um novo Batman (olha só não diziam que ele iria ficar de fora?) e o projeto da versão negra do Superman, mas não irei aproveitar deste espaço sagrado para dialogar sobre a minha perspectiva, mas convidá-los a refletir sobre esta relação conflituosa entre os grupos de fãs que geram estas reações tão bipolares na internet.

Primeiramente vamos começar pensando sobre a nossa relação como fãs e as obras que consumimos a partir do aspecto de experiência ou vivência. O psicanalista Donald Woods Winnicott, realizou o seu trabalho no campo da relações objetais, desenvolvimento psicológico e pretendo conversar sobre a relação fãs como indivíduo com este objeto cultural que são os personagens de histórias em quadrinhos.

Wiinnicott diz que a experiência é tudo o que podemos considerar como uma vivência, assim podemos ter o contato com determinado objeto ou situação, mas se de fato não vivenciamos aquela relação. Segundo ele não temos de fato uma experiência e podemos pensar desta forma em relação ao nosso contato com os personagens em obras ficcionais.

Quando estamos acompanhando a jornada de nossos heróis, nos emocionamos, rimos, choramos, ficamos com medo ou apreensivos com o seu desfecho e, podemos dizer que houve uma vivência a partir disto e contribui na nossa evolução psicológica. Afinal, quem nunca se sentiu inspirado com a esperança do Homem de Aço, a resiliência em lidar com seu sofrimento do Cavaleiro das Trevas ou o compromisso com a verdade da princesa de Themiscera? Apesar de ser parte de um coletivo o consumo do material, a vivência ela individual e muito intima.

Agora que refletimos que a experiência é uma vivência, podemos falar mais abertamente sobre a relação dos fãs com seus personagens e sobre esta ambivalente questão entre quem cria/produz o conteúdo.

Através desta experiência tão orgânica que os fãs tem com seus personagens, existe esta ideia massificada de que temos propriedade sobre as obras, fato que foi muito bem explicado pelo nosso querido redator Marcos Vinicius e que as coisas não funcionam desta forma. Ao mesmo tempo também temos consciência que podemos mudar o rumo que eles tomam como dito pelo nosso colega Andre ao citar o fenômeno cultural Snyder Cut. E concomitante a esse conflito de forças também podemos abrir nossas mentes e corações para novas narrativas e perspectivas como dito por Luara sobre a chegada da trindade feminina.

Soa redundante dizer isso, mas existe espaço para todo mundo, principalmente por causa dessa relação objeta tão única que temos com as obras que consumimos. Assim como amo o Lanterna Verde John Stewart, o Superman Calvin Ellis e o Monstro do Pântano, me permito ter a vivência de uma nova liga liderada por uma Supergirl, Batgirl e Mulher-Maravilha, sem o sentimento de que isso tira a essência da trindade que conhecemos. Eles estão lá e esta vivência não vai desaparecer se houver uma mudança em outra mídia. Assim como a chegada do Besouro Azul, mais filmes da família Shazam, Aquaman e até mesmo se surgir do nada um filme do Gladiador Dourado também é algo que vai ser uma experiência única para alguém que ama o personagem. Há espaço para todo mundo.

Acrescento que eles não vão simplesmente desaparecer e isso não vai estragar a sua infância. Aliás, se você como um adulto ainda diz isso é um sinal bem patológico de que você não evoluiu psicologicamente, portanto procure terapia!

Por fim eu quero deixar uma última reflexão para vocês, meus queridos leitores. Vivam novas experiências, abracem novas perspectivas porque assim como este redator, que em algum momento da infância se inspirou em um Lanterna Verde por ele ser igual ele, em algum momento brincou com a sua capa por aí acreditando que voava pelo mundo, trazendo esperança a todos, pensem que existirão por aí muitas garotas que poderão se inspirar nessas novas histórias que podem ser contadas. Afinal, a experiência como vivência também pode ser feita através da ficção.

Ben Affleck revela mágoa com reação negativa inicial ao ser escolhido como Batman e, aparentemente, se despede do personagem

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Ser escolhido para um papel de destaque em uma franquia, nos cinemas, não é fácil nem mesmo para os grandes astros de Hollywood. E Ben Affleck sabe muito bem disso. Mesmo já tendo uma carreira consolidada dentro da indústria do entretenimento, o ator revelou, em entrevista recente, que foi difícil lidar com as críticas assim que foi escolhido, por Zack Snyder, para ser o Batman do universo estendido da DC Comics nas telonas, com sua estreia em Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016). Em conversa com o The Howard Stern Show (via ScreenRant), Affleck contou que lidar com as críticas iniciais pela escalação como o Cavaleiro das Trevas foi algo bastante doloroso na época.

Eu estava ferido. Estava menos ferido do que 10 anos antes, mas fiquei magoado porque me senti como: ‘Espere um minuto, vamos lá. O que eu tenho que fazer para você… sabe o que quero dizer?’ Achei que era uma ideia interessante, mas quer saber? Eu também percebi naquele ponto: ‘Será que agora isso se transforma em uma petição?’ Agora todo mundo vai fazer uma petição [protestando contra minha escolha como Batman]. ‘Será que você não tem algo melhor para fazer com o seu dia do que assinar petições?’ Mas, ironicamente, o motivo pelo qual fiz isso é que queria fazer um filme para meus filhos, principalmente, meu filho, que eles veriam e se orgulhariam. (disse o ator na entrevista).

Eu nunca disse isso. É algo quente para a imprensa, mas talvez minhas cenas favoritas em termos de Batman e [minha] interpretação [favorita] de Batman estão no filme do Flash. Espero que mantenham a integridade do que fizemos porque achei ótimo e realmente interessante. Diferente, mas não de uma forma que seja incongruente com o personagem. Quem sabe? Talvez eles decidam que não funciona, mas quando fui e fiz, foi muito divertido, satisfatório e encorajador. Eu pensei: ‘Uau, acho que finalmente descobri.

Falou o astro ao Herald Sun (via Comic Book) sobre sua participação em ‘The Flash’. Quando questionado de como foi retornar para as filmagens adicionais do Snyder Cut, além da experiência no longa estrelado por Ezra Miller, Affleck, praticamente, se despediu do Batman: “Um final muito bom em minha experiência com o personagem”.

Vale lembrar que, recentemente, Ben Affleck afirmou não ter mais interesse em participar de projetos que envolvam propriedades intelectuais, como é o caso do personagem Batman.

Depois que isso aconteceu com ‘O Último Duelo’ [fracasso de bilheteria], pensei: ‘Bem, esse é, provavelmente, o último lançamento teatral que terei’. Não quero fazer filmes de propriedade intelectual, onde você tem esse tipo de público embutido. Isso é algo que eu estava interessado e não gosto mais. Gosto de outras pessoas que fazem isso. E se você vai fazer isso, você deve adorar. E eu amo algo diferente. Realmente, o que é importante para mim é que as pessoas vejam. Quer dizer, este é um lançamento teatral limitado e isso é ótimo. Eu sei que 90% das pessoas irão vê-lo em plataformas. Eu quero que eles vejam o filme. Isso é o mais importante para mim.

Contou o astro de 49 anos há pouco tempo para o The Playlist (via ScreenRant).

Em 2020, Ben Affleck voltou a vestir o traje para as novas filmagens da Liga da Justiça de Zack Snyder, versão lançada na plataforma HBO Max em março do ano passado. E essa não foi a última vez do ator como Batman. Affleck deve marcar sua despedida do DCEU no filme solo do Flash. Com Ezra Miller no papel de Barry Allen/Flash, a produção terá ainda, além de Ben Affleck como Bruce Wayne/Batman, Michael Keaton também como Bruce Wayne/Batman, Ron Livingston como Henry Allen, Kiersey Clemons como Iris West, Maribel Verdú como Nora Allen e Sasha Calle como Supergirl.

The Flash, com direção de Andy Muschietti, tem o lançamento marcado para o dia04 de novembro de 2022.

Ex-executivo da Warner Bros. defende visão de Zack Snyder para os filmes da DC: “Subestimado pela crítica”

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A relação entre a Warner Bros. e Zack Snyder vem se deteriorando com o tempo. O cineasta foi escolhido pelo tradicional estúdio para “arquitetar” o universo de super-heróis do conglomerado nos cinemas e bater de frente com a Marvel. E diferentemente do que a concorrente apresentava nas telonas, Snyder trouxe aos filmes da DC Comics um olhar mais pessimista, sombrio e menos divertido. Responsável por dirigir O Homem de Aço (2013) e Batman vs. Superman: A Origem da Justiça (2016), os dois primeiros filmes do DCEU, Zack Snyder foi extremamente criticado pelos especialistas por sua visão particular para personagens tão queridos. Mas nesta quinta-feira (06), um ex-executivo da Warner Bros. respondeu um comentário no Twitter defendendo a visão de Snyder e afirmando que a personalidade do diretor fez com que suas produções fossem subestimadas pela crítica.

Eu não poderia concordar mais. Minha suspeita sempre foi de que a gentileza, abertura e entusiasmo de Zack criaram um ambiente para os críticos subestimarem seu trabalho. Por ser um humano humilde, acessível e decente, ele não se encaixava no molde de um autor. M****. Deve ser o oposto.

Escreveu o ex-executivo do estúdio, Greg Silverman, ao concordar com a opinião de um outro usuário da rede social, que também defendia Zack Snyder (via ScreenRant).

As versões teatrais, ou seja, exibidas nos cinemas, de O Homem de Aço e Batman vs. Superman sofreram com as baixas avaliações dos especialistas. Por outro lado, assim que BvS ganhou uma versão definitiva com toda a visão de Snyder, muitos críticos, que antes detestaram o filme, passaram a reconhecer o olhar do diretor para aquelas histórias. Mas essas avaliações negativas tiveram um peso muito grande para a Warner Bros. que, desde então, vem tentando, de todos os jeitos, se desvencilhar da visão marcante do cineasta.

Liga da Justiça (2017) foi a pá de cal na relação entre Warner Bros. e Zack Snyder. Isso porque, de certa forma, o estúdio usou de um momento pessoal delicado do diretor (suicídio da filha, Autumn, de 21 anos) para tentar reverter a visão mais séria de Snyder e seguir uma linha cômica com os personagens. Tanto é que para isso, a WB chamou Joss Whedon para refilmar um filme praticamente pronto. A produção lançada, às pressas, em 2017, se mostrou um fracasso retumbante. Mas mesmo com a disponibilidade do filme original, o Snyder Cut ou, se preferir, a Liga da Justiça de Zack Snyder no ano passado e o ótimo recebimento por parte da crítica e, principalmente, dos fãs, a relação de parceria entre estúdio e cineasta parece ter chegado em um divórcio sem qualquer chance de retomada.

O Homem de Aço, Batman vs Superman: A Origem da Justiça e Liga da Justiça de Zack Snyder estão disponíveis na plataforma HBO Max. Rumores recentes afirmam que estes filmes podem até ser apagados do cânone do DCEU com o lançamento do filme solo do Flash, que vai explorar o conceito de multiverso. Recentemente, Zack Snyder assinou um contrato milionário de exclusividade com a Netflix. Além de comandar um novo universo de zumbis (Army Of The Dead) na poderosa do streaming, o diretor vai começar a gravar, em breve, Rebel Moon, longa de ação e ficção científica com Sofia Boutella, que também será distribuído pelo famoso serviço de assinatura. A produção ainda não conta com uma data oficial de lançamento.

Passado e poderes de Jay Nakamura são revelados pela DC

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Jay Nakamura, o namorado do Superman, também tem poderes e em “Son of Kal-El #6” sua origem foi explorada. Ele conta ao Superman o modo como o vilão Henry Bendix fez experiências com ele e contextualizou seu namorado e aos leitores sobre seu passado trágico. Mais tarde na edição, ele também mostrou uma nova fantasia de super-herói ao lado de Jon.

Henry Bendix, que apareceu originalmente no Universo WildStorm em 1993, é o atual presidente da Ilha Gamorra, que costumava ser um paraíso, mas se tornou um regime autoritário sob seu governo. Jay Nakamura, que dirige o site de jornalismo underground, o “The Truth”, e atualmente é o parceiro de confiança do novo Superman, revelou seus laços com a Ilha Gamorra e como Bendix literalmente tirou tudo dele quando ele assumiu o controle do país.

Enquanto Jay e Jon conversam, o jovem conta que sua mãe Sara Nakamura foi presidente da ilha antes de Henry Bendix assumir, usando falsas promessas para vencer a última eleição realizada no país. Sua mãe foi violentamente levada por Bendix, deixando Jay sem saber se ela ainda estaria viva. Nakamura diz ao Superman que Bendix privou as pessoas de seus direitos e transformou Gamorra em uma fábrica de super-humanos. Jay diz que ganhou suas habilidades de transformação após ser experimentado e desmontado e remontado várias vezes. Ele ainda diz que usou seus poderes para escapar de Gamorra.

Superman então concorda em ajudar Jay a parar Bendix enquanto a dupla vai disfarçada para Metrópolis. Eles encontram Damian Wayne e Lois Lane na missão, que estão fazendo sua própria vigilância sobre Bendix. Nakamura usa um novo traje na edição, mas não deixa claro se é apenas um disfarce temporário ou é algo que ele pretende fazer seu traje permanente de super-herói.

Nenhum outro personagem tem mais em jogo do que Jay Nakamura em derrubar Bendix, já que sua origem como super-herói foi um resultado direto de suas ações. O vilão sequestrou (e possivelmente matou) sua mãe, fez experiências horríveis com ele e transformou sua casa em um país governado pelo autoritarismo. Portanto, é fácil ver por que Jay se tornou jornalista para expor as maiores injustiças do mundo. Felizmente, com o Superman ao seu lado , suas chances de parar o ditador nunca foram melhores.”

Superman: Son of Kal-El #6″, de Tom Taylor, John Timms, Hi-Fi e Dave Sharpe, já está nas bancas dos EUA.

Via: [Screen Rant]

Sem Batman e sem Superman, qual será o futuro do DCEU? É simples, ‘We Can Do it’!

O ano de 2022 começou quente para os DCnautas. Com rumores de que o vindouro filme ‘The Flash’ irá apagar todo o trabalho feito por Zack Snyder no Universo Extendido DC, lê-se o “Snyderverso”, que conta com O Homem de Aço, Batman vs. Superman e Liga da Justiça de Zack Snyder, assistimos o fandom DCnauta pegar fogo e se dividir em grupos pró e contra a continuação do universo estabelecido por Snyder.

Mas essa não é a questão em destaque aqui. Suponhamos que, de fato, tudo que já foi estabelecido no DCEU seja apagado, a pergunta que paira é: Sem Batman e sem Superman, o que será dos filmes da DC? O que dará dinheiro? O que atrairá o público? A resposta é simples. Chegou a vez da teoria base que Mrs. Marston utilizou para criar a Mulher-Maravilha, de que as mulheres são o futuro, ser posta em prática.

Novo ano, novos tempos, nova realidade e nova direção, chegou a vez das mulheres. O DCEU pode até ficar sem um Bruce Wayne atuando como o Cavaleiro das Trevas ou sem Clark Kent cruzando os céus como um pássaro (ou um avião) azul, mas o DCEU com certeza não estará em falta de Morcegos para trazer justiça e de Supers pra trazer esperança.

Sim, sim, o Batman saiu, o Cavill não voltou, o Keaton já tem 70, ó meu Deus, estão destruindo minha infância!!!

Eu entendo o desagrado, e falando parcialmente, gostaria da continuação do Snyderverso, e não acho que este deveria ser apagado. Mas também não acho que a saída de Ben Affleck ou Henry Cavill de seus respectivos papéis seja o fim da DC nos cinemas e que essa estaria abrindo mão de explorar seus maiores personagens. Até porque o Batman e o Superman permanecem em destaque, vide The Batman, Superman & Lois, o projeto do Superman Negro, a vindoura animação do Superman e do Batman, etc…

Agora, fica o questionamento: O que importa é mesmo um Batman e um Superman no “universo principal” da DC, ou que se tenha um Morcego e um Kryptoniano homens? Para essa escritora que vos fala, a substituição já parecia a solução mais plausível desde o anúncio de Sasha Calle, como Supergirl, e de Leslie Grace, com o filme solo da Batgirl, a substituição não parece apenas plausível, como também óbvia.

Vejamos, o sucesso do primeiro filme da Mulher-Maravilha abriu portas para que mais heroínas ganhassem destaque nos cinemas, provando que um filme de herói com protagonismo feminino pode ser tão rentável quanto um filme de herói com protagonismo masculino. Além disso, o grande apelo das personagens de Gal Gadot (Mulher-Maravilha) e Margot Robbie (Arlequina) nos mostram que, com o roteiro certo, os filmes de heroína passam muito bem, obrigada!

Nesta lógica, conclui-se que, para que Sasha Calle e Leslie Grace caiam nas graças do público, basta um bom filme, ou às vezes nem isso, exemplo da Margot Robbie, que caiu nas graças do público porque, não apenas interpretou, mas deu vida à personagem Arlequina.

Uma outra questão que pode ser usada de argumento contra a posse de Batgirl e Supergirl, como o carro-chefe de suas “casas” é que “não é fiel aos quadrinhos, nunca foi assim, sempre teve um Batman e um Superman”. Quanto a isso, caro leitor, tenho uma notícia não muito agradável para te dar, a fidelidade aos quadrinhos foi abandonada há muito, e não apenas no DCEU, ou você acha que o MCU é puro suco de fidelidade as HQ’s?

E a mesma fidelidade não foi usada de argumento em outras questões, mas é sempre usada quando tocante em alguma questão envolvendo personagens femininas (um beijo especial para a Capitã Marvel, de Brie Larson e para a Canário Negro de Jurnee Smollett). E já que estamos falando de quadrinhos, é sempre bom lembrar que a DC, recentemente, reinventou todos os seus personagens principais na saga Estado Futuro, então qual é o problema do mesmo acontecer no DCEU?

Expostas as questões acima, fica claro que a Batgirl e a Supergirl são mais do que capazes de comandarem o DCEU e atuarem ao lado da Mulher-Maravilha, como a nova trindade da DC nos cinemas. Isto posto, é hora de acalmarmos nossos corações de fãs e seguirmos na melhor vibe de “deixa a vida me levar, vida leva eu”, por que, independente da credibilidade dos últimos rumores, e das discussões levantadas, uma coisa é certa: o DCEU está bem longe de morrer!

A WarnerMedia e a ViacomCBS estão explorando a possibilidade de venda da Rede CW

A WarnerMedia e a ViacomCBS estão explorando uma possível venda de uma participação significativa ou da totalidade da Rede CW.

Segundo o The Wall Street Journal, um dos principais compradores em potencial é o grupo da Nexstar Media, a maior emissora dos EUA e grande proprietária de afiliadas da rede, bem como a posse de 199 estações de TV locais.

Segundo fontes das negociações, a CBS e a WarnerMedia vêm explorando opções estratégicas para a Rede CW há vários meses, não estando claro se as empresas planejam vender toda a rede ou reter participações minoritárias. A rede não é lucrativa como entidade de transmissão autônoma desde sua formação em 2006, quando houve a junção dos antigos canais da UPN e a The WB Network. Mas, o conteúdo produzido por ela é um ativo valioso para outras plataformas nas empresas-mãe.

A Warner Bros. gerou uma receita significativa vendendo os programas para plataformas de streaming e distribuições internacionais, como foi o caso da Netflix com Riverdale e All American. Esse pacto terminou em 2019, quando a Warner Bros. TV e a CBS Studios mudaram os acordos de acervo para suas respectivas plataformas, a HBO Max e o Paramount+, impactando nas margens de lucro da receita das vendas internacionais das produções originais da rede.

Para a Nexstar, o controle acionário da CW representaria um passo significativo em suas aspirações de conteúdo. Que vem investindo pesadamente em um serviço de notícias a cabo intitulado NewsNation.

A rede CW, atualmente, é responsável pela produção de um série de produções da DC, encabeçadas por Greg Berlanti, conhecido como Arrowverse, que abrange séries como The Flash, Superman & Lois, Batwoman, Legends of Tomorrow, entre outros. Existindo a possibilidade das mesmas migrarem de vez para a HBO Max.

Gal Gadot fala sobre escalação como Mulher-Maravilha, parceria com Patty Jenkins e previsão para o 3º filme

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A atriz israelense de 36 anos, Gal Gadot, se tornou um dos talentos mais queridos e requisitados, nos últimos anos, em Hollywood. Depois de ter sido escolhida como a Mulher-Maravilha do DCEU, pelo diretor Zack Snyder, a artista, mãe de três meninas, se estabeleceu como uma das grandes forças femininas no meio do entretenimento. Em recente entrevista para a revista InStyle, Gadot falou sobre ser escalada como a poderosa guerreira amazona e a parceria bem sucedida com a cineasta Patty Jenkins, na franquia da super-heroína.

Depois do sucesso de ‘Mulher Maravilha’ [me senti poderosa]. Eu não podia acreditar que isso aconteceu comigo. Quando me disseram que faria meu próprio filme solo, pensei: “P*** m****. Eles vão descobrir que não sou uma atriz de verdade’. Você conhece a síndrome do impostor? Eu estava tipo: ‘Finja até conseguir’. Contou a atriz durante a conversa.

Então, fui abençoada por trabalhar com uma parceira incrível, [a diretora] Patty Jenkins. Estávamos, literalmente, braço com braço e ombro com ombro. Fizemos isso juntas. Depois de provarmos ao estúdio que podíamos levar pessoas aos cinemas e fazer acontecer, tudo realmente mudou. (Continuou Gal Gadot na conversa).

A jornalista da revista InStyle, Laura Brown, aproveitou a oportunidade e questionou a atriz sobre o terceiro filme da franquia. Na resposta, Gadot garantiu que a história do próximo longa está sendo preparada e que daqui algum tempo, as filmagens vão se iniciar: “Estamos desenvolvendo o roteiro agora. Provavelmente, começaremos [a gravar] em um ano e meio ou mais”.

A última aparição de Gal Gadot como Mulher-Maravilha aconteceu no lançamento da Liga da Justiça de Zack Snyder, em março deste ano. Antes disso, ela tinha protagonizado a segunda aventura solo da personagem em Mulher-Maravilha 1984. Apesar de não ter agradado tanto a crítica especializada e boa parcela dos fãs, os resultados obtidos com a produção foram o suficiente para a Warner Bros. dar o sinal verde para um terceiro filme dirigido por Patty Jenkins e estrelado por Gal Gadot.

Liga da Justiça de Zack Snyder e Mulher-Maravilha 1984 estão disponíveis na plataforma HBO Max.

Mulher-Maravilha 1984 se torna um dos títulos mais alugados de 2021, no Reino Unido

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Segundo a Variety, a Warner Bros. Home Entertainment Group emergiu como o maior distribuidor do Reino Unido com o filme Mulher-Maravilha 1984, liderando o total de 27,5 milhões de locações de Vídeo On Demand (VOD) do país.

Outros títulos do grupo Warner que estão listados entre os Blu-Rays mais populares de varejo são: Tenet (2020), Godzilla Vs Kong (2021); e as produções da DC, Liga da Justiça de Zack Snyder (2021) e O Esquadrão Suicida (2021).

Recentemente também foi divulgado que a produção, dirigida por Patty Jenkins e estrelada por Gal Gadot, se tornou o filme mais vendido do ano de 2021 nos EUA, faturando cerca de US$ 34 milhões de dólares. (Leia mais)

Mulher-Maravilha 1984 foi a primeira produção da Warner com lançamento híbrido, chegando simultaneamente nos cinemas e no serviço de streaming da HBO Max, no dia 17 de dezembro de 2020.

Divulgado um novo vídeo de bastidores da série Naomi, da CW

Naomi, a mais nova série da DC, em parceria com o canal CW, ganhou um vídeo de bastidores, destacando a personalidade da protagonista e contextualizando o universo a sua volta, onde super-heróis são vistos apenas como ficção. Confira:

Naomi McDuffie foi criada em 2019 por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell, sendo uma das novas heroínas mais recentes e populares dos últimos anos da editora. Nas HQs, Naomi é filha de dois super-heróis de um universo paralelo devastado por uma batalha entre humanos e meta-humanos, sendo enviada a terra primordial da DC pelos seus pais para escapar das garras do vilão Zumbado.

A jovem cresceu sem nenhum conhecido de seu passado, morando em uma cidade pacata dos EUA com seus pais adotivos, a humana Jen McDuffie e Greg McDuffie, um antigo soldado do planeta Rann. Começando a manifestar suas habilidades após testemunhar uma batalha entre Superman contra Mongul, tendo capacidade de voar, super-força e projeção de energia.

Na série, a personagem será vivida por Kaci Walfall, devendo receber alterações em sua história de origem e em suas habilidades. Ava DuVernay e Jill Blankenship são as responsáveis pelo roteiro e produção executiva da série, que também conta com Sarah Bremner e Paul Garnes como produtores.

A série estreia, com episódios semanais, no dia 11 de Janeiro de 2022, no canal estadunidense The CW.

Batman Eternamente | Michael Keaton revela motivo de ter recusado seguir no filme de Joel Schumacher

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O ator, Michael Keaton, ficou marcado por ter interpretado uma das melhores versões do Batman, nos cinemas, no final dos anos oitenta e começo dos anos noventa, em Batman (1989) e Batman – O Retorno (1992). E como já é de conhecimento geral, Keaton vai voltar a vestir o icônico traje no filme solo do Flash. Mas como sabemos também, inicialmente, o ator voltaria para a franquia do Cavaleiro das Trevas bem antes do retorno inusitado na nova produção do DCEU. Isso porque Michael Keaton poderia ter estrelado Batman Eternamente (1995), que teve Joel Schumacher na direção do conturbado projeto. O artista, hoje com 70 anos, acabou sendo substituído por Val Kilmer na época. Em recente participação no In the Envelope: The Actor’s Podcast (via CBR), Keaton revelou o que ele considerou importante para deixar o filme.

Sempre foi [sobre] Bruce Wayne. Nunca foi o Batman. Eu sei que o nome do filme é ‘Batman’ e é extremamente icônico, muito legal e cultural por causa de Tim Burton. Mas eu sabia desde o início que era [sobre] Bruce Wayne. O segredo. Eu nunca falei sobre isso. [Todo mundo dizia] Batman, Batman, Batman, e eu ficava pensando comigo mesmo: ‘Vocês estão pensando errado’. [É tudo sobre] Bruce Wayne. Que tipo de pessoa faz isso? Quem se torna isso? (Começou falando o ator sobre o tema).

E então quando o diretor que assumiu o terceiro filme [entrou], pensei: ‘Eu, simplesmente, não consigo fazer isso’. E uma das razões pelas quais eu não pude fazer – e você sabe, ele foi um homem bom o suficiente, ele faleceu, então eu não falaria mal dele mesmo se ele estivesse vivo – foi que ele, em um ponto, depois de mais do que apenas algumas reuniões em que continuei tentando racionalizar e, com sorte, convencê-lo de que não deveríamos ir naquela direção, optou por não ceder.

Esclareceu Michael Keaton.

Me lembro de uma das coisas que disse: ‘Eu não posso fazer isso’. E ele respondeu: ‘Não entendo o motivo de tudo ser tão escuro e tão triste’. E, então, eu falei: ‘Espere um minuto, você sabe como esse cara se tornou o Batman? Você leu… quero dizer, é muito simples’. Finalizou o ator sobre o assunto.

Michael Keaton vai retornar como Bruce Wayne/Batman no filme ‘The Flash’. Estrelado pelo jovem e talentoso Ezra Miller no papel de Barry Allen/Flash, a produção terá ainda, além de Keaton, Ben Affleck também como Bruce Wayne/Batman, Ron Livingston como Henry Allen, Kiersey Clemons como Iris West, Maribel Verdú como Nora Allen e Sasha Calle como Supergirl. ‘The Flash’, com direção de Andy Muschietti, tem o lançamento marcado para o dia 04 de novembro de 2022.