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    DC inicia planos para matar a Liga da Justiça nos quadrinhos

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    Há 30 anos, a DC Comics matou o Superman. Após esse acontecimento, sabemos que o Homem de Aço retornou…e ainda melhor. Mas, na época, depois de ser espancado até a morte pelo Apocalypse nas páginas de Superman #75, Clark Kent saiu dos quadrinhos da DC por quase um ano inteiro. Sua ausência parecia real para os fãs.

    E desta vez, mais de um herói morrerá. A atual HQ regular da Liga da Justiça chegará ao fim com a edição #75 (reconhece esse número?), uma história que verá os maiores super-heróis da DC mortos em batalha contra um inimigo imparável. Sim, é sério – a Liga da Justiça vai morrer. 

    “É muito sério.”, disse o escritor Joshua Williamson à EW.É uma oportunidade interessante de fazer isso no 30º aniversário de ‘A Morte do Superman’, que aconteceu em Superman #75. Nós pegamos Liga da Justiça #75 e fazemos ‘A Morte da Liga da Justiça’. Queremos que as pessoas entendam, isso é sério e terá um grande impacto no DCU daqui para frente”.

    Williamson continua: “Lembro-me da experiência de ler a preparação para ‘A Morte do Superman’ e depois esperar na chuva pela minha cópia da edição #75. Acho que uma razão pela qual a história foi tão poderosa foi que depois da trama do Funeral, não houve quadrinhos do Superman por três meses. Isso é parte do que nos levou a tomar a decisão de que esta é a última edição da Liga da Justiça. Mas, três meses depois, ainda não haverá um quadrinho da Liga da Justiça… vai demorar um pouco e isso será uma parte importante de como o DCU ficará depois dessa história: não haverá Liga da Justiça.”

    Justice League Comic Cover.
    CR: DANIEL SAMPERE and ALEJANDRO SÁNCHEZ for DC.

    Liga da Justiça #75 se concentrará na batalha apocalíptica entre a Liga da Justiça e o Exército das Trevas em um Multiverso morto. Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde (John Stewart), Caçador de Marte, Mulher-Gavião, Aquaman, Arqueiro Verde, Canário Negro e Zatanna embarcarão nesta missão – e apenas um retornará para contar ao resto do universo o que aconteceu.

    Liga da Justiça #75 chega às lojas de quadrinhos dos EUA no dia 19 de abril.

    HQ que serve como prelúdio para o filme do Flash é anunciada

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    Um dos filmes mais aguardados de 2022 começa a ganhar forma, dessa vez nas folhas dos quadrinhos que originou o personagem.

    The Flash, filme estrelado por Ezra Miller como Barry Allen, marca o retorno do ator como o personagem após sua estreia em ‘Liga da Justiça’ (2017). Entretanto, os fãs do velocista escarlate não terão que esperar muito para ter um gostinho do que está por vir em sua primeira aventura solo nos cinemas. A DC Comics se prepara para lançar uma história em quadrinhos que irá servir de prelúdio para ‘The Flash’, seguindo o homem mais rápido vivo antes dos eventos do filme!

    Kenny Porter escreve, enquanto o artista Ricardo López Ortiz ilustra uma história de 3 edições para a DC, intitulada ‘The Flash: The Fastest Man Alive’.

    A primeira edição, que terá 48 páginas, sairá na terça-feira, dia 25 de abril, tanto em lojas físicas de quadrinhos quanto nas plataformas digitais. Infelizmente, a disponibilidade em território nacional ainda não foi divulgada.

    A edição #2 chega em maio, seguido pela #3 em julho. Juan Ferreyra será o artista responsável pela arte de capa da edição #2, enquanto Jason Howard está fazendo a do terceiro título.

    “Em The Flash: The Fastest Man Alive, a aventura salvadora do mundo de Barry Allen com a Liga da Justiça levou o filho favorito de Central City a se tornar um super-herói verdadeiramente habilidoso e inspirador. Mas quando uma nova ameaça com o nome de Girler surge em Central City, Barry se volta para Batman em busca de conselhos sobre treinamento para dominar seus poderes. Sob a tutela do Cavaleiro das Trevas, O Homem mais Rápido do Mundo terá que encontrar uma maneira de derrotar essa ameaça metálica ou ser esmagado pela força de Girder!” – Sinopse fornecida pela DC.

    Capa variante.

    A capa variante da primeira edição fica a cargo do próprio diretor do filme, Andy Muschietti, enquanto Max Fiumara fará a capa principal. A DC também confirmou que todas as três edições serão relançadas em outubro como uma edição única.

    The Flash, o filme, chegará em novembro nos cinemas de todo o mundo.

    Em entrevista, Joss Whedon se manifesta sobre críticas do elenco de ‘Liga da Justiça’ pela primeira vez

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    Desde o lançamento da versão de Liga da Justiça que chegou aos cinemas o filme tem recebido muitas críticas por conta nível das alterações que foram realizadas pelo diretor Joss Whedon em relação ao trabalho de seu antecessor, Zack Snyder, quando substituiu este a mando do estúdio. Com o tempo, porém, as críticas à qualidade do corte final do filme foram perdendo espaço para críticas e acusações muito mais graves, desta vez de estrelas do próprio elenco, em relatos que iam de comportamento abusivo à racismo. Agora, em entrevista à NY Magazine (via ComicBook), o diretor falou pela primeira vez de maneira pública sobre o assunto.

    Ele respondeu diretamente à Gal Gadot (Mulher Maravilha), que chegou a afirmar que o diretor ameaçou acabar com sua carreira. “Eu não ameaço as pessoas, quem faz isso?”, disse Whedon, que atribuiu o ‘desentendimento’ a questões linguísticas. “O inglês não é sua língua materna e eu tenho uma tendência de ser irritantemente florido nas minhas falas”, afirmou sobre uma discussão que teve com a atriz israelense e que, segundo ele, foi compreendida de forma equivocada. Por e-mail, Gal Gadot respondeu à revista: “eu entendi perfeitamente bem”.

    Intérprete do Ciborgue, o ator Ray Fisher foi uma das vozes que se levantou de forma mais veemente sobre o comportamento do diretor nos sets de Liga da Justiça, chegando a acusá-lo diretamente de possuir uma presença abusiva nos bastidores e até mesmo de clarear seu tom de pele na pós-produção. Sobre essas acusações, Whedon afirma que não era o único a não gostar do desempenho do ator no papel, e que trabalhou em conjunto com o ator em todas as modificações que foram realizadas em seu arco (leia-se a redução drástica do tempo de tela e de importância do personagem na trama do filme). Sobre Fisher, Whedon afirmou que ele “é uma força maligna… Estamos falando de um mau ator em ambos os sentidos”.

    Por fim, Whedon não chega a culpar Zack Snyder diretamente pela enxurrada de críticas que recebeu sobre Liga da Justiça, embora afirme que o “culto dos fãs” o perseguiu em seu nome, mesmo após o estúdio ter lançado a versão de Snyder de Liga da Justiça. “Não sei quem começou [a campanha de ódio na internet], mas sei no nome de quem foi feita”. Whedon afirma que o timing do lançamento de Liga da Justiça e a publicação de uma carta contundente de sua ex-esposa a seu respeito criou a tempestade perfeita para vingança na internet. “O começo da internet me criou e a internet moderna me arrastou para baixo. A simetria perfeita”.

    Fonte: NY Magazine via ComicBook.

    Em tempo, preciso dizer que o diretor sequer se preocupou em demonstrar algum esforço para se defender das gravíssimas e bem corroboradas acusações que vem recebendo. Enquanto isso, a Warner Bros. parece continuar torcendo para que o assunto caia no esquecimento.

    Não esqueceremos.

    Afinal, o que foi a fase da Batgirl Burnside?

    Na última sexta-feira, dia 14, foi divulgada a primeira imagem oficial da atriz Leslie Grace trajada como Batgirl, revelando que a produção usará como base uma das fases mais recentes e populares da heroína de Gotham, a intitulada Batgirl Burnside.

    Após o final da mega saga Convergência, em 2015, a DC Comics deu início a uma mudança editorial em suas histórias. A campanha foi denominada como DC You e trazia uma série de escritores e artistas consagrados ou em ascensão a frente de quadrinhos de diferentes estilos e gêneros para alcançar uma audiência mais ampla de fãs. Para isso, a iniciativa decidiu diminuir a importância da cronologia, mas ainda levando em consideração o que havia sido anteriormente estabelecido durante as histórias dos Novos 52.

    “Esse anúncio trata de uma nova era para o Universo DC, que nos permitirá publicar de tudo para todas as pessoas, sermos mais expansivos e modernos no nosso enfoque, e permitirá contar histórias que melhor refletem a sociedade ao nosso redor”, comentou o copublisher da DC Entertainment na época, Dan DiDio.

    Batgirl se tornou um símbolo para toda uma geração de novas leitoras

    E, foi em meio a essa nova investida criativa que surgiu a fase hipster da Batgirl, encabeçada pelos roteiristas Cameron Stewart e Brenden Fletcher em colaboração com o desenhista Babs Tarr. Mostrando Barbara Gordon recomeçando sua vida em um bairro boêmio de Gotham Ctity, chamado Burnside, modernizando a personagem para um público jovem adulto e incorporando elementos da geração dos millenials. Trazendo histórias carregadas de leveza e pós-modernidade. Possuindo traços estilizados e uma estrutura narrativa episódica, conectadas por um arco de história mais longo. Tendo como referência as séries Veronica Mars e Sherlock.

    Aqui há um distanciamento das figuras de Bruce Wayne ou do Comissário Gordon em sua vida, com a jovem heroína tendo que lidar com suas fragilidades e cultivar a própria individualidade através de um processo de auto aceitação. Não se permitindo ser vista como uma vítima e abraçando por completo todas as suas facetas (Barbara Gordon, Oraculo e Batgirl) e utilizando o melhor que cada uma delas tem a oferecer. Tanto em suas aventuras encapuzadas, como seus momentos civis, seja em uma investigação por meio de aplicativos de relacionamentos ou precisando entregar seus trabalhos da faculdade.

    Barbara Gordon criando seu novo, e moderno, traje de Batgirl

    O maior símbolo dessa mudança de ares na vida de Barbara é o traje Burnside, que, diferente dos outros membros da Batfamilia, renega as sombras e abraça de vez os holofotes. Nascido através da necessidade, após seu antigo uniforme ter sido destruído em um incêndio, Babs monta sua nova identidade com peças compradas nas butiques e lojas vintage de seu bairro. Um conceito simples, mas ideal para a nova direção que sua vida se encaminha. Algo leve, confortável e fruto de suas próprias mãos, respeitando suas origens e legado, em especial ao deixado por Yvonne Craig, não sendo uma surpresa o visual ter caído nas graças dos fãs, em especial os cosplayers.

    “Batgirlizar” foi um verbo utilizado pela diretoria da DC comics nos momentos finais do DC You para se referir a histórias que fogem do padrão conhecido das histórias comuns de super-heróis, mostrando o impacto da fase para a personagem e a editora como um todo. Tendo sido um grande sucesso de público e crítica, Batgirl Burnside foi um exímio exercício criativo de reflexão geracional, usando a inovação como uma ferramenta para além da contextualização e valorizando a inclusão de minorias em diferentes espaços sociais. Trazendo consigo uma nova leva de fãs apaixonados por Barbara Gordon.

    Heróis salvam!

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    Quando falamos sobre algumas pautas minoritárias, é inegável que uma parcela do público acabe utilizando a infame palavra “mimimi”, como disse nosso redator Lucas Pimentel neste texto. Eu poderia tecer uma série de comentários sobre, porém este parágrafo introdutório se faz necessário para explicar o motivo pelo qual os heróis salvam. Somos um público formado por inúmeras pessoas, de diferentes etnias, classes, credos…enfim, somos plurais, mas e o que isso tem a ver com o título? Bom, por estar falando de super-heróis, o termo “salvamento” pode aceitar uma conotação literal, salvar a cidade, salvar quem está em perigo, salvar o universo… a linha do tempo, etc. Mas neste caso irei por um outro viés, talvez até mais poético, o de nos dar um referencial.

    Como disse o ator Xolo Maridueña, ao destacar a importância do filme do Besouro Azul, precisamos de histórias nunca vistas antes, ou seja, precisamos ver nossas histórias:

     Eu estou nervoso, mas eu estou animado. Vai ser importante, não apenas para os latinos e para ver pessoas não-brancas, pessoas marrons, sendo representadas nas telas, mas também para mostrar uma história que nós não chegamos a ver antes.- Disse o ator

    Acredito que as palavras de Xolo, que interpretará Jaime Reyes/ Besouro Azul nos cinemas, resumem o que quero dizer ao longo desta postagem, trata-se de se ver em tela. Imagine a infância de uma criança não-branca, durante todos os seus dias vendo personagens que não se parecem com ela salvando o dia e ganhando o apoio da população, um cenário bem comum há alguns anos, mas isso vem mudando. Nos dias de hoje inúmeras produções vem incluindo personagens diversos e dando a eles o protagonismo que merecem.

    Utilizo o bat-sinal como imagem deste post, pois acredito que ele seja um dos maiores símbolos da DC Comics e sirva para avisar Gotham que ela tem alguém que olha por ela, assim como na cidade fictícia, a representatividade colocada em tela também é nosso Bat-Sinal, é uma maneira de nos falar que existe alguém pensando em nós, para nos lembrar que todos somos super-heróis e super-heroínas.

    Heróis nos salvam quando permitem que nos imaginemos naquelas situações (não no sentido de pensar em ter poderes, pular pelos prédios, bater em bandidos e salvar a cidade, apesar de eu sonhar com isso…). O ponto que quero chegar é que ao vermos pessoas como nós nas telas ou nas páginas das HQs, significa que aquilo está nos dizendo “sim, eu também posso fazer coisas incríveis.

    2022 começou de um modo espetacular, com a volta de algumas séries, como ‘Batwoman’ e estreia de outras, como ‘Naomi’ e todas elas trazendo personagens diversos em seu elenco e realizando coisas fantásticas. Imagino que elas estejam nos dando o seguinte recado:

    Estes são vocês, vocês são importantes e podem fazer coisas igualmente grandiosas.

    Retomando as palavras de Xolo Maridueña é necessário para pessoas não-brancas se verem nas telas, por que OS HERÓIS NOS SALVAM AO NOS LEMBRAREM QUE TODOS SOMOS CAPAZES DE COISAS EXTRAORDINÁRIAS.

    The Batman | Robert Pattinson confirma que natureza do herói será questionada no filme

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    Produção extremamente aguardada para este ano, The Batman promete se aprofundar na psicologia do Cavaleiro das Trevas em um nível jamais visto nas telas. Com um tom bastante sombrio, o filme vai colocar o maior vigilante de Gotham City em uma jornada de auto-descoberta pelas ruas e becos. O jovem astro, Robert Pattinson, é quem assume a capa e o capuz nesta nova jornada do personagem. E se depender do ator, vertentes jamais exploradas devem surpreender os fãs com a sua atuação.

    Eu precisava saber o máximo possível da história do personagem para ver o que realmente não havia sido feito. As pessoas veem o Batman como um personagem heróico, mas, em nossa história, ele realmente questiona qual é a natureza de um herói e dá muitos ângulos diferentes para isso. Foi uma experiência muito divertida. É um dos grandes personagens da ficção do século XXI. É uma grande honra interpretá-lo.

    Contou Robert Pattinson ao Daily Record.

    Houve momentos nas filmagens que eu peguei vislumbres de mim mesmo no reflexo de algo e foi um lembrete de: ‘Uau, isso é loucura. Eu sou realmente o Batman’. Qualquer um que interpretou um personagem tão icônico se lembra da primeira vez que vestiu o traje e, sim, foi muito especial. O traje dá muito trabalho para você nas cenas de luta e nem sempre é a coisa mais fácil de usar.

    Continuou o ator de 35 anos, ao veículo britânico.

    Robert Pattinson é o próximo ator a vestir do traje do Batman nos cinemas

    Além de Robert Pattinson no papel de Bruce Wayne/Batman, o elenco tem Zoë Kravitz como Selina Kyle/Mulher-Gato, Jeffrey Wright como o Comissário James Gordon, Andy Serkis como Alfred Pennyworth, Colin Farrell como o Pinguim, Paul Dano como o Charada e John Turturro como Carmine Falcone.

    O longa vai mostrar um jovem Bruce Wayne em seu segundo ano como o vigilante mascarado de Gotham City. O lado detetivesco do personagem será bastante abordado no novo arco. Com roteiro e direção de Matt Reeves, The Batman tem o lançamento marcado para o dia 04 de março de 2022.

    Michael Keaton fala sobre retorno como Batman, em The Flash: “Tinha que ser um bom filme”

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    Datado para o segundo semestre deste ano, The Flash vai abrir a porteira para o multiverso da DC Comics nas telas. Além de apresentar a Supergirl ao DCEU, o filme vai contar também com a participação de dois Batmen: Ben Affleck e Michael Keaton. E para muita gente, o retorno de Keaton depois de 30 anos da última vez que vestiu o icônico traje em Batman: O Retorno, foi surpreendente. Durante participação no The Jess Cagle Podcast With Julia Cunningham (via ComicBook), Michael Keaton falou sobre sua volta como o Cavaleiro das Trevas, além de também comentar sobre a recusa ao papel em Batman Eternamente.

    [‘Batman’, 1989] foi um trabalho. E então o próximo [‘Batman: O Retorno’, 1992] foi um trabalho, e eu gostei. Mas com o tempo, e depois [da possibilidade do] terceiro, eu simplesmente não consegui fazer. Eu apenas pensei: ‘Bem, isso não é bom… isso não é bom. Eu, simplesmente, não posso fazer isso. Vou estourar meus miolos. Só não posso viver comigo mesmo’. E assim eu fui embora.

    Disse o ator, hoje, com 70 anos.

    Michael Keaton vai retornar como Batman em ‘The Flash’ depois de 30 anos

    Quando surgiu de novo [a possibilidade], fiquei curioso sobre isso. Pensei: ‘Cara, como seria?’ E então, coincidentemente, recebi uma ligação da Warner Bros. Eles queriam falar comigo sobre algo e havia indícios de Batman: ‘Queremos que você leia alguma coisa’. Eu apenas pensei: ‘Claro que você tem que fazer isso’. Tinha que ser bom [para retornar como Batman]. Não há razão para fazer isso se não fosse bom. Não vai realmente mudar nada. E eu apenas entrei e me diverti. Você sabe, quero dizer, o diretor, Andy Muschietti, é fantástico e é muito criativo. Eu não sei. É divertido.

    Michael Keaton vai retornar como Bruce Wayne/Batman no filme The Flash. Estrelado pelo jovem e talentoso Ezra Miller no papel de Barry Allen/Flash, a produção terá ainda, além de Keaton, Ben Affleck também como Bruce Wayne/Batman, Ron Livingston como Henry Allen, Kiersey Clemons como Iris West, Maribel Verdú como Nora Allen e Sasha Calle como Supergirl. ‘The Flash’, com direção de Andy Muschietti, tem o lançamento marcado para o dia 04 de novembro de 2022.

    James Gunn diz que jamais aceitaria qualquer interferência da DC em seus projetos

    Depois de ter sido cancelado por conta de publicações polêmicas em suas redes sociais, o cineasta, James Gunn, voltou a se estabelecer como um dos grandes criadores de Hollywood. O diretor, que já havia feito muito sucesso na Marvel com os dois primeiros Guardiões da Galáxia, deu a volta por cima na DC Comics com o lançamento do extremamente elogiado O Esquadrão Suicida e, agora, já colhe os frutos de seu segundo sucesso na DC: a série solo do Pacificador. Em recente entrevista para o The Hollywood Reporter, Gunn deixou muito claro que jamais teve qualquer interferência da DC ou da Marvel em seus projetos.

    Em dois filmes dos Guardiões [da Galáxia] nunca me pediram para me conectar com algo maior. O mesmo com os projetos da DC. Não tenho muito interesse em fazer isso. Eu nunca quero que minha história sofra por causa de uma narrativa maior. Eu quero que minha história seja a coisa principal. De qualquer forma, se uma história maior ajuda a melhorar a minha história, então ótimo. Mas se tivesse chegado alguma orientação, eu iria ignorar.

    Contou o diretor de 55 anos ao THR.

    Além de roteirizar e também dirigir O Esquadrão Suicida, James Gunn é o principal nome por trás da série original da plataforma HBO Max, Pacificador, produção estrelada por John Cena. Criada por Gunn, que dirigiu cinco episódios da primeira temporada, a produção serve como uma história que continua a narrativa trazida pelo longa lançado em agosto do ano passado.

    Pacificador tem oito episódios no total, sendo que os três primeiros já estão disponíveis no serviço de streaming. Os outros cinco episódios serão lançados semanalmente dentro da plataforma. Mesmo que a série se passe logo após os acontecimentos de O Esquadrão Suicida, sendo praticamente uma continuação direta, a produção ainda promete mostrar detalhes do passado de Christopher Smith, nome civil do anti-herói. Pacificador já pode ser assistida através da plataforma HBO Max.

    Pacificador | James Gunn revela que insulto ao Batman quase foi cortado da série por executivos da DC

    Nova série original do DCEU, Pacificador chegou com tudo. Apesar dos ótimos reviews por parte da crítica especializada e da boa aceitação da audiência, o seriado solo do anti-herói chegou a incomodar os executivos da DC Comics antes mesmo do show estrear. Isso porque, de acordo com o criador da série, James Gunn, um insulto do personagem interpretado por John Cena ao Batman quase foi cortado do quarto episódio da produção. Em conversa com o podcast do The Hollywood Reporter (via TVLine), Gunn se surpreendeu quando soube que os executivos não curtiram nem um pouco o Pacificador insultando o Batman.

    Fiquei muito surpreso porque eles não gostavam muito do Pacificador chamando o Batman de b***a. Eu estava, tipo: ‘Mas ele fala coisas terríveis sobre todos esses outros super-heróis que são muito piores do que chamar o Batman de b***a’. Não só isso, Batman é o único sobre o qual ele faz uma observação justa. Todo mundo que ele critica é baseado no que ele lê na Internet. Tudo o que ele acredita é meio sem sentido e o Batman é o único que ele tem um ponto de vista que faz algum sentido [na cabeça dele].

    Disse o diretor.

    Eu não sei [o motivo de preocupação por parte da DC]. Você teria que perguntar a eles. Eu não sei porque ele [Pacificador] chamando o Batman assim é potencialmente mais ofensivo do que ele dizendo que o Superman [tem fetiche por cocô]. Eu não entendo a preocupação com um e com outro não. A única outra coisa que a HBO Max me disse foi: ‘Nós somos a HBO e vocês estão dizendo a palavra com “F” muitas vezes”.

    continuou James Gunn na conversa ao podcast. Além dos insultos ao Batman e ao Superman, a série aborda ainda a ideia sem noção do Aquaman fazer sexo com peixes.

    Quanto ao Batman, para melhor contextualizar o que James Gunn disse no podcast e o que vai acontecer no seriado, o anti-herói questiona a sexualidade do Cavaleiro das Trevas durante uma discussão na qual o Pacificador não é considerado, por uma vizinha de seu pai, um herói de verdade por matar as pessoas e ele responde insultando o Batman, que conhecidamente, não mata nenhum de seus vilões. Esse momento polêmico estará presente no quarto episódio da série, que estreia na próxima quinta-feira, dia 20 de janeiro, na plataforma de streaming.

    Além de roteirizar e também dirigir O Esquadrão Suicida, James Gunn é o principal nome por trás da série original da plataforma HBO Max, Pacificador, produção estrelada por John Cena. Criada por Gunn, que dirigiu cinco episódios da primeira temporada, a produção serve como uma história que continua a narrativa trazida pelo longa lançado em agosto do ano passado.

    Pacificador tem oito episódios no total, sendo que os três primeiros já estão disponíveis no serviço de streaming. Os outros cinco episódios serão lançados semanalmente dentro da plataforma. Mesmo que a série se passe logo após os acontecimentos de ‘O Esquadrão Suicida’, sendo praticamente uma continuação direta, a produção ainda promete mostrar detalhes do passado de Christopher Smith, nome civil do anti-herói. Pacificador já pode ser assistida através da plataforma HBO Max.

    Jeremy Irons detona versão de Liga da Justiça de Joss Whedon: “Não poderia ter sido pior”

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    A versão teatral de Liga da Justiça, lançada em 2017, até hoje causa controvérsia entre os críticos, fãs e os atores que participaram da conturbada produção. Mesmo com o crédito de direção dado a Zack Snyder, é de conhecimento geral que foi Joss Whedon (‘Vingadores’, 2012, e ‘Vingadores: Era de Ultron’, 2015) quem realmente finalizou o filme após a saída de Snyder por problemas pessoais e conflitos com a Warner Bros.

    Em entrevista à Variety para promover seu novo trabalho, o filme Munique: No Limite da Guerra, o ator, Jeremy Irons, que interpretou Alfred Pennyworth em Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016) e em Liga da Justiça, falou, brevemente, sobre a versão de Whedon e o Snyder Cut.

    Estranhamente, acho que tenho e não vi [ainda o Snyder Cut]. Vou ter que procurá-lo e ver se o tenho em algum lugar online ou em um DVD. Lembro-me de conversar com Zack [Snyder] antes dele fazer isso e estar muito interessado em ver o que ele inventou. Não poderia ter sido pior. (disse Jeremy Irons quando questionado sobre o assunto).

    O jornalista da Variety, Brent Lang, então, voltou a perguntar sobre o filme: “Você quer dizer que ‘Liga da Justiça’ não poderia ter sido pior?”. O ator de 73 anos respondeu da seguinte forma: “Eu não acho que poderia ter sido, poderia?”. Lang, na sequência, disse a Jeremy Irons, na conversa, que considerava a versão de 2017 como “horrível”, opinião compartilhada pelo artista: “Bom, eu também”.

    Liga da Justiça (2017) é estrelado por Ben Affleck (Bruce Wayne/Batman), Henry Cavill (Clark Kent/Superman), Gal Gadot (Diana Prince/Mulher-Maravilha), Jason Momoa (Arthur Curry/Aquaman), Ezra Miller (Barry Allen/Flash), Ray Fisher (Victor Stone/Ciborgue), Amy Adams (Lois Lane), Jeremy Irons (Alfred Pennyworth), Amber Heard (Mera), J. K. Simmons (Comissário Gordon), Diana Lane (Martha Kent), Connie Nielsen (Rainha Hipólita), Joe Morton (Silas Stone) e Ciarán Hinds (voz do Lobo da Estepe). O longa, que teve uma recepção extremamente negativa por parte dos fãs e da crítica especializada, faturou apenas US$ 657 milhões durante todo o tempo de exibição nos cinemas.