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MultiVersus não será afetado pela fusão da Warner Bros. com a Discovery

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MultiVersus, o jogo de luta com personagens da Warner Bros., promete aos jogadores que a fusão da empresa com o Discovery não afetará o jogo.

Os temores de que a transição das empresas afetasse o desenvolvimento do jogo de luta de sucesso foram afastados pelo diretor do jogo Tony Huynh, que respondeu ao clamor nas mídias sociais. “Para aqueles que se perguntam, não somos afetados pela fusão Discovery/Warner Bros.”, escreveu Huynh, abordando os fãs preocupados após o anúncio de que a primeira temporada do jogo foi adiada para uma data não especificada. Os jogadores estavam preocupados que a produção estivesse sendo interrompida, com muitos expressando medo de que o jogo não saísse de sua versão beta aberto.

A fusão da Warner Bros. com a Discovery derrubou alguns projetos importantes, lançando dúvidas sobre o futuro de várias franquias. Indiscutivelmente, o anúncio mais chocante foi o cancelamento abrupto de Batgirl, um filme do Universo Estendido da DC que supostamente estava perto de ser concluído. Embora os relatórios originalmente sugerissem que o filme foi arquivado devido ao público de teste responder negativamente aos cortes iniciais, a Warner Bros. anunciou que o filme foi encerrado para que a empresa pudesse reavaliar suas estratégias de longo prazo. “A decisão de não lançar Batgirl reflete a mudança estratégica de nossa liderança no que se refere ao universo DC e HBO Max”, diz o comunicado oficial da empresa.

MultiVersus

Quanto ao MultiVersus, o jogo está provando ser um sucesso surpresa para o desenvolvedor Player First Games. Projetado como uma versão da luta em plataforma de Super Smash Bros., os jogadores podem lutar como uma grande variedade de personagens retirados do acervo da Warner Bros. Estes incluem heróis de quadrinhos como Batman, Mulher Maravilha e Superman, bem como desenhos animados como Pernalonga, Salsicha e Steven Universo. O MultiVersus confirmou que mais personagens serão adicionados em futuras atualizações, com Morty de Rick e Morty se juntando ao lançamento da 1ª temporada.

MultiVersus é gratuito para jogar no PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox One, Xbox Series X|S e PC.

Via: [CBR]

Lady Gaga é confirmada em Coringa 2: confira o teaser!

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Lady Gaga confirmou nesta semana seu envolvimento no filme “Joker 2: Folie a Deux“ , de Todd Phillips.

Com um pequeno teaser animado, o título é uma referência a uma condição psicológica na qual duas pessoas que estão próximas compartilham uma ilusão comum, geralmente provocada pela mais dominante das duas personalidades e sangrando na psique da outra pessoa. Confira o vídeo:

A Warner Bros. lançará  Joker: Folie à Deux nos cinemas no dia 4 de outubro de 2024. Os próximos filmes da DC são “Adão Negro” (21 de outubro de 2022),  Shazam! Fúria dos Deuses (21 de dezembro de 2022), Aquaman e o Reino Perdido  (17 de março de 2023), The Flash  (23 de junho de 2023) e Besouro Azul  (18 de agosto de 2023). 

Via: [ComicBook].

The Sandman chega a Netflix como uma das melhores séries do Ano!

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Baseada nos quadrinhos premiados da DC Comics, escritos por Neil Gaiman, The Sandman é uma obra de literatura fantástica, cheia de fantasia, mistérios e magia. Na série Tom Sturridge é Morpheus, o mestre moldador, Sonho dos Perpétuos, a personificação antropomórfica dos sonhos, e é ele quem dá forma aos nossos medos e fantasias mais profundos. Mas quando Sonho é capturado de forma inesperada e feito prisioneiro por um século, sua ausência desencadeia uma série de incidentes que mudarão para sempre o Sonhar e o mundo desperto. Para restabelecer a ordem, Sonho precisa encarar uma jornada por diferentes mundos e tempos e reparar os erros que cometeu durante sua vasta existência, revisitando velhos amigos e inimigos, e conhecendo novas entidades cósmicas e humanas.

The Sandman
The Sandman. Tom Sturridge as Dream in episode 101 of The Sandman. Cr. Courtesy Of Netflix © 2022

O que esperar de The Sandman uma adaptação Netflix.

Compreender e aceitar uma adaptação parece ser uma tarefa muito difícil para alguém que respira os quadrinhos, a primeiro momento pode causar um leve desconforto, por ver algumas coisas fora do que consideramos “certo” como por exemplo o personagem que é apresentado como o grande antagonista da série que aparece fora do tempo esperado. Mas logo nos deixamos levar pela narrativa que nos abraça e vemos a influência do próprio autor em cada momento que se desdobra.

A imersão na narrativa pode ser creditada em grande parte a escolha de elenco. Todos os atores escolhidos passam a essência dos personagens, não se trata de maquiagem, figurino, ou características físicas, mas sim de postura, trejeitos, olhar, mesmo que de soslaio que personifica o que estava nos quadrinhos e finalmente vemos as histórias que tanto lemos ganharem vida. E uma surpresa muito boa é a adaptação Johanna Constantine, interpretada por Jenna Coleman, que ao mesmo tempo que se distancia do que conhecemos, entrega um personagem original mantendo o que é necessário para vermos nela os problemas do Constantine que já conhecemos e proporcionar um dos grandes momentos da série.

The Sandman. Jenna Coleman as Johanna Constantine in episode 103 of The Sandman. Cr. Courtesy Of Netflix © 2022

A introdução da série é muito bonita, e o CGI foi bem aplicado, por se tratar de história fantástica o recurso se faz muito necessário, e abusar dele normalmente deixa o expectador saturado, porem os efeitos foram bem dosados, nos dá a sensação de peso e profundidade. O Sonhar, reino/domínio de Sonho dos Perpétuos não teria como não ser adaptado em CGI, afinal, é um reino feito de sonhos, com paisagem, personagens, criaturas que só existem na imaginação, e as constantes mudanças de paisagem tornariam impraticáveis construção de um cenário tão rico. Ainda assim é utilizada a visão do artista, que une outras técnicas de animação e efeitos para tornar a experiência ainda mais insana e divertida.

Merv, o zelador de cabeça de abóbora é animado com uma técnica que lembra stop motion e a voz do personagem é do ator Mark Hamill, que além de ter sido consagrado como Luke Skywalker é um grande dublador, em sua carreira dublou personagens como o Coringa (DC) , Duende Verde (Marvel) e Senhor do Fogo Ozai (Avatar: A lenda de Aang).

 

Toda adaptação pode e deve sofrer mudanças na história original, tanto por se preocupar em agradar um público que pode não ser consumidor de quadrinhos, como também por não ficar tão bem em tela o que vemos nas páginas. E esse é um dos pontos levantados pelo próprio Gaiman, que em entrevista declarou que a aparência do Sandman está mais humana para que não parecesse com um cosplay, “[…]nos quadrinhos ele é um desenho composto por linhas e nós queríamos fugir de alguém que estivesse fazendo cosplay de Morpheus na San Diego Comic Com, queríamos alguém que parecesse o mestre dos Sonhos”.

Ainda assim podemos ver o Mestre do Sonhar em determinados momentos com características própria dos quadrinhos, e isso se estende ao demais personagens, que beira a um “fanservice” e muito bem servido. E um dos pontos que tornam as histórias do Gaiman tão ricas, que é utilizar personagens de segundo plano ou que caíram no ostracismo se virou contra a adaptação para série, e alguns desses personagens que aparecem na história original infelizmente não são usados, seja por questões legais ou por não ter se encaixado devido algumas mudanças da história.

The Sandman. (L to R) Tom Sturridge as Dream, Kirby Howell-Baptiste as Death in episode 106 of The Sandman. Cr. Courtesy Of Netflix © 2022

É inegável o carinho que foi colocado na produção da série. Cenários, a caracterização dos Perpétuos e os demais personagens, história, foi todo pensado em quem conhece e quem ainda vai conhecer respeitando pontos cruciais. A série começa como nos quadrinhos, com Sonho sendo aprisionado pela “Ordem dos Mistérios Antigos”. Quando lemos a história e vemos Sonho ser aprisionado não entendemos bem como aquilo foi possível, afinal, ele é um ser tão poderoso, o que o deixou tão fraco para que um feitiço, que se quer era destinado a ele, pudesse aprisiona-lo? Não incomoda tanto quando lemos porque é algo que vamos colhendo informações durante a leitura, e esse fato em especifico só foi explicado totalmente dezessete anos depois do final dos quadrinhos regulares em “Sandman – Overture”.

A série seguiu um caminho diferente dando um outro rumo que provavelmente não abordará futuramente os acontecimentos de Overture, o que acaba não convencendo muito os mais aficionados e presos a praticidade, mas logo deixamos de lado essas convenções e imergimos na história e somos levados do inferno a reinos de fantasia e tantos outros destinos que somente poderiam ter saído de sonhos.

The Sandman. (L to R) Tom Sturridge as Dream, Martyn Ford as Squatterbloat in episode 104 of The Sandman. Cr. Courtesy Of Netflix © 2022

É um prazer redescobrir Sandman através da série. Pode ser um Delírio meu, mas se Desejo pudesse me conceder uma pequena graça, desejaria esquecer que li, e ter o prazer de conhecer novamente e ler como se fosse a primeira vez após assisti-la.

The Sandman já está disponível na Netflix. Com desenvolvimento e produção executiva do autor Neil Gaiman, do showrunner Allan Heinberg e de David S. Goyer, Sandman também conta um elenco de peso: Boyd Holbrook, Patton Oswalt, Vivienne Acheampong, Gwendoline Christie, Charles Dance, Jenna Coleman, David Thewlis, Stephen Fry, Kirby Howell-Baptiste, Mason Alexander Park, Donna Preston, Vanesu Samunyai (anteriormente conhecida como Kyo Ra), John Cameron Mitchell, Asim Chaudhry, Sanjeev Bhaskar, Joely Richardson, Niamh Walsh, Sandra James-Young e Razane Jammal.

Charada terá sua versão de A Piada Mortal em Batman: One Bad Day

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Com seu one-shot One Bad Day, Tom King e Mitch Gerads esperam criar um conto arrepiante para o Charada semelhante à história do Coringa de Alan Moore.

O Charada pode já ser um dos principais inimigos do Batman, mas a equipe criativa do escritor Tom King e do ilustrador Mitch Gerads espera trazer uma nova vantagem ao personagem com Batman: One Bad Day – Charada.

“Faz 35, 40 anos desde A Piada Mortal — podemos fazer isso de novo?” Tom King disse durante uma entrevista com a CBR na San Diego Comic-Con. “Podemos encontrar uma Piada Mortal para o Charada? Antes disso, o Coringa era um personagem divertido. Ele era engraçado. Neal Adams o havia refeito muito bem, Marshall Rogers o havia refeito muito bem. Mas ele não era o que ele se tornou depois, um assassino do DCU… Podemos fazer isso com ele? Podemos torná-lo tão importante, tão grande, tão assustador quanto o Coringa é?”

A série One Bad Day de 64 páginas é inspirada em uma frase em A Piada Mortal, de Alan Moore e Brian Bolland, onde o Coringa diz que é preciso apenas “um dia ruim” para destruir a sanidade de uma pessoa. Cada livro se concentra em um vilão diferente do Batman, iniciando a linha em agosto. Outros livros de One Bad Day se concentrarão em Duas-Caras, O Pinguim, Sr. Freeze, Mulher-Gato, Bane, Cara-de-Barro e Ra’s al Ghul.

O enredo da história de King e Gerad permanece em grande parte em segredo, mas uma sinopse revelada anteriormente diz: “As regras e sistemas meticulosos de Edward Nygma saem pela janela quando ele mata aparentemente aleatoriamente, mas Batman não está comprando! Batman se desvenda enquanto tenta decodificar a motivação do Charada!”

charada

King anteriormente pintou o Charada como uma presença mais sádica e perigosa em “The War of Jokes and Riddles”, um arco de história que se desenrolou em 2017 no título principal do Batman nas edições 25-32. A saga apresentou Charada e o Coringa se enfrentando, com a crueldade calculista do primeiro combinada uniformemente com as maquinações loucas do último. A recente série limitada de King, Batman: Killing Time, também apresentou o Charada como uma mente criminosa planejando roubar uma fortuna em massa com a ajuda da Mulher-Gato.

Esses retratos andam de mãos dadas com a presença do Charada em The Batman, do diretor Matt Reeves. Interpretado por Paul Dano, a versão cinematográfica mostrou um personagem com rancor pessoal contra Bruce Wayne e outras elites de Gotham City e se inspirou no enredo “Ano Zero” do escritor Scott Snyder, que viu Charada inundar Gotham e temporariamente transformar a cidade em uma ruína distópica.

Via: [CBR]

HBO Max cancela o lançamento de Batgirl

Em uma virada chocante, HBO Max, serviço de streaming da Warner Bros decide engavetar todo o projeto solo da Batgirl, decidindo não lançar o filme para nenhuma plataforma.

A notícia foi revelada pelo Deadline, gerando uma grande onda de choque pelas redes sociais.

O choque vem com o quão tarde o cancelamento chegou para o projeto, que já havia passado por grandes estágios de produção, concluído totalmente suas filmagens e estando em momentos finais de pós-produção. Não existem precedentes para um cancelamento de um projeto nesse estágio tão avançado, e a repercussão gerou comentários de executivos chocados por toda Hollywood.

O projeto foi aprovado por um regime anterior, quando o estúdio era comandado por outras pessoas no poder. Em certo momento, o polêmico diretor Joss Whedon estava cotado para dirigir o longa, mas acabou abandonando o projeto afirmando diferenças criativas. E é dessa desistência que chegamos ao duo Adil El Arbi e Bilall Fallah, dupla de diretores entusiasmada por trabalhar no universo de Gotham, onde ambos afirmam ser fãs desde infância. Frescos de grandes projetos como “Bad Boys for Life” e a série “Ms. Marvel”, o projeto tomou forma rapidamente e suas filmagens correram tranquilas.

Estrelado por Leslie Grace no papel titular, o filme também contava com grandes estrelas em papéis secundários, tento o grande retorno de Michael Keaton como o  Batman, J.K. Simmons como o comissário  Gordon, e o retorno de Brendan Fraser aos filmes de ação, como o vilão incendiário, Vagalume.

Uma razão clara sobre o seu cancelamento não foi oficialmente informada pela Warner ou HBO Max, com alguns rumores afirmando que o filme não teria recebido uma boa resposta às suas exibições teste, e a nova leva de executivos da Warner exigir que  futuras produções da DC sejam “Filmes Evento” – e Batgirl não cumprindo esse requisito.

Os diretores de Batgirl, Adil El Arbi e Bilall Fallah, emitiram uma declaração bastante emocionada sobre o cancelamento do filme via Instagram.

Chocados e tristes com a situação, Adil El Arbi e Bilall Fallah agradecem ao fãs, seu elenco e produção.

Após 9 temporadas, The Flash da CW chegará ao fim em 2023

Chegou a hora de dar adeus a Grant Gustin e seu elenco de ‘The Flash’ no Arrowverso. 

A CW, canal que produz e exibe a série desde 2014, confirma ao Deadline que The Flash está chegando ao fim.

Rumores sobre sua temporada final começaram há meses, quando sua estrela, Gustin, fechou um novo contrato para reprisar seu papel como Barry Allen por apenas mais um ano, em uma temporada reduzida para 15 episódios.

The Flash.
The Flash.

O canal oficializa a temporada final, com 13 episódios encomendados, para o início de 2023, colocando o episódio final próximo a estreia nos cinemas do primeiro filme solo do herói, que dessa vez será interpretado por Ezra Miller, que já deu vida ao Flash nos cinemas anteriormente.

Uma data de lançamento oficial ainda deve ser divulgada, mas o Deadline confirma o retorno de todo o elenco principal da série.

Com a confirmação de Superman & Lois não se passar no Arrowverso, e o recente cancelamento de Batwoman e Legends of Tomorrow, The Flash fica responsável por encerrar o mini universo criado por Arrow, lá em 2012.

Será que podemos esperar por algumas aparições surpresas nesse final?!

DC Liga dos Superpets: a animação para se divertir e conhecer os heróis peludos da DC!

Em meio a necessidade de alguns fãs de ver apenas filmes de super-heróis dramáticos, intensos e pesados, surge DC Liga dos Superpets para trazer cor, diversão, leveza e nada mais que o bom e velho “filme de cachorro para divertir e emocionar”.

Mas dessa vez, o cachorro em questão tem poderes e ninguém menos que o Superman como seu dono….

Krypto é o grande protagonista da história e acompanhamos o super-cão em uma jornada de entender o que é ser o melhor amigo do homem. Além de, é claro, enfrentar uma porquinha-da-índia com super-poderes que quer destruir o Super-Homem e a Liga da Justiça. Só mais um dia em Metrópolis, né.

A animação, como diz o título, é sobre a Liga dos Superpets, então vemos Krypto conhecendo os outros animais que vão ajudá-lo a enfrentar a vilã e seu exército de porquinhos-da-índia com poderes. Ou seja, essa é a história de origem desse grupo, que é formado por Krypto o super-cão, Ace o Bat-cão, PB uma porquinha, Chip um esquilo, e Merton uma tartaruga bem velha. Todos eles (menos Krypto) ganham seus poderes nesse filme e precisam aprender a controlá-los, assim como trabalhar em equipe.

A história é simples e direta ao ponto: existe uma nova ameaça e novos heróis terão que aprender como se unir para enfrentá-la enquanto lutam para salvar quem amam. Mas temos boas construções de personagens, cada pet tem uma personalidade diferente que ajuda a compor o enredo, a vilã tem uma boa apresentação e motivação (deixar seu dono orgulhoso, como acreditamos que os bichinhos de estimação agem), e a grande luta final é digna de uma história de super-heróis. Com direito a um momento emocionante que apenas filmes de cachorro podem proporcionar.

DC Superpets.

Vale lembrar que Superpets é voltado para o público infantil. Apesar de ter uma boa mensagem por trás, de ficar feliz pela felicidade e conquistas daqueles que você ama e aprender que você vai precisar de ajuda, que os outros sempre têm algo de bom a acrescentar na sua vida, a animação não deixa de ser um filme para crianças se divertirem. Essa pode ser a porta de entrada para novos fãs de filmes de herói.

A DC mais uma vez provou que sabe trabalhar muito bem suas animações, trazendo uma boa história a ser contada, com bons personagens, uma trilha sonora que combina (e desculpa ser um pouco tendenciosa por dizer que gostei das músicas por ter duas da Taylor Swift, mas não é só por isso, eu juro!).

Enfim, quando forem assistir DC Liga dos Superpets lembrem-se de se divertir e apreciar a origem desse grupo de super divertidos e fofos.

Nota: 40/52.

MultiVersus se torna o jogo de luta mais popular na Steam

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Mesmo com o acesso limitado de jogadores, o jogo de luta MultiVersus se tornou mais jogado na plataforma Steam.

De acordo com a GameSpot, o MultiVersus acumulou uma média de 36.394 jogadores online na plataforma. Esse número atingiu um pico sólido de 61.964 jogadores, superando o total combinado de jogadores em outros jogos de luta como Brawlhalla, Tekken 7 e Street Fighter 5. MultiVersus também registrou o maior pico de todos os tempos em números de jogadores para um jogo de luta, superando o título anterior de Dragon Ball FighterZ, que atingiu o pico de 44.234 jogadores após seu lançamento em 2018. Desde então, nenhum outro jogo chegou perto desses números até agora.

multiversus
Estatística do número de jogadores (STEAMCHARTS )

O jogo alcançou esse feito apesar de estar disponível apenas para jogadores selecionados por meio de um teste beta fechado. Os jogadores poderiam obter acesso se tivessem participado anteriormente do alfa fechado de maio, ganhado um código por meio de um drop do Twitch ou comprado o Founder’s Pack do jogo. No entanto, a versão beta será aberta para todos os jogadores a partir de 26 de julho, o que significa que o MultiVersus pode acabar quebrando seu próprio recorde de jogadores à medida que mais fãs baixam e o jogo na plataforma desejada.

MultiVersus, um jogo de luta gratuito publicado pela Warner Bros., permite que os jogadores coloquem personagens como Salsicha de Scooby Doo contra Arya Stark de Game of Thrones, dando-lhe um amplo apelo e levando a algumas interações no jogo bastante incompreensíveis. O MultiVersus também adicionará novos personagens no futuro, com planos confirmados para apresentar LeBron James de Space Jam: A New Legacy e os personagens titulares de Rick and Morty.

A fase de testes aberto do MultiVersus está disponível gratuitamente em 26 de julho de 2022, para PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X/S, Xbox One e PC.

Via: [CBR]

DC revela especial de 30º aniversário de morte do Superman e apresentará um novo vilão; Doombreaker!

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Já se passaram 30 anos desde que ‘A Morte do Superman’ abalou o cenário dos quadrinhos, e agora, a DC está comemorando a história lendária com uma edição especial de 80 páginas com novas narrativas e com novas equipes criativas que deram vida a essa história icônica.

“Death of Superman 30th Anniversary Special #1″ celebrará a lendária batalha entre Superman e  Apocalypse com quatro novas histórias das equipes de Dan Jurgens e Brett Breeding, Roger Stern e Butch Guice, Louise Simonson e Jon Bogdanove e Jerry Ordway e Tom Grummett. A edição também apresentará ao Universo DC, um novo vilão chamado Doombreaker. Confira a prévia:

 

A edição chegará às lojas de quadrinhos dos EUA no dia 8 de novembro. Mais detalhes no site do ComicBook.

San Diego Comic-Con, um fenômeno cultural

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San Diego Comic-Con, certamente você ouviu falar dela nos últimos dias, o tão aguardado evento contou com diversos painéis, mobilizou editoras, estúdios, fãs, portais especializados…

Sempre que faço algum texto de cunho pessoal aqui no Terraverso, utilizo a mesma frase “nunca é só entretenimento”, sem medo de ser repetitivo, reitero a informação, porém acrescentando alguns fatores históricos e culturais (uma cultura que aliás faz parte de minha vida pessoal e acadêmica, então desculpem o uso de termos e conceitos).

Hoje, a indústria dos super-heróis movimenta investimentos e lucros extremamente altos, porém além do econômico, há um fator essencial para o seu sucesso, o fator cultural e identitário. Se hoje em dia vibramos com as postagens da San Diego Comic-Con, em especial com o The Rock vestindo o traje de Adão Negro, devemos ter em mente que o fator cultura está por trás disso.

San Diego The Rock

A cultura é um processo social que compreende todo o conjunto de modos de vida, sendo constantemente gerada configurada pelos próprios seres humanos. Ela é produzida por meio de significados, sendo estes influenciados pelo papel dos meios de comunicação, já que eles fazem com que eles circulem de forma rápida e abrangente, gerando visibilidade. Estas trocas são capazes de gerarem mudanças ao longo do tempo, como exemplo no próprio termo NERD.

Se hoje um evento voltado aos nerds é capaz de mobilizar tantos sujeitos, devemos voltar a algumas décadas atrás, quando o termo NERD era utilizado de modo pejorativo e carregava diversos estereótipos negativos: em síntese alguém extremamente interessado por algum assunto, com vida social restrita e extremamente conectado com os estudos. Com o passar dos anos, o nerd virou “pop” e os mercados, principalmente o do entretenimento, passaram a produzir cada vez mais conteúdos destinados a estas pessoas. Devemos lembrar que tais mudanças não acontecem por acaso e sim são o resultado de vários movimentos que acabaram mudando os significados existentes sobre este grupo social, exaltando suas identidades, tornando-as motivo de orgulho e um grande fenômeno midiático e econômico.

Atribuir o status de fenômeno cultural à San Diego Comic-Con é justificado porque a cultura pode ser entendida como uma série de rituais e padrões compartilhados – neste caso, os gostos e expectativas de nós, nerds, são encarados como aspectos culturais. Quanto maior for o grau de compartilhamento, maior será o público impactado por ela, possibilitando assim que mais pessoas conheçam este tipo de conteúdo e ainda tenham interesse por estes filmes, aumentando o número de nerds.

Simplificando conceitos acadêmicos, posso dizer que a identidade pode ser definida como algo que nos identificamos e afirmamos ser, neste caso, quem é nerd levanta a mão. Tendo em mente que o processo de formação de identidades se dá através do conjunto de informações partilhadas entre os indivíduos, sejam elas genéticas, regionais e midiáticas, elas são capazes de estabelecer pontos de identificações entre os indivíduos e nos dão a possibilidade de sermos reconhecidos como integrantes de um grupo social.

A San Diego Comic-Con atua como uma forma de gerar vínculos entre os fãs, onde todos, mesmo que não se conheçam ou estejam em locais diferentes do planeta, conectam-se em torno de um mesmo assunto. O evento é capaz de colocar os produtos destinados aos nerds entre os assuntos mais comentados das redes sociais, gerando incontáveis compartilhamentos e atingindo não somente seu público-alvo, mas outras áreas.

Em síntese, arrisco dizer que o evento, assim como outros, além de gerar uma maior visibilidade para esta identidade e esta cultura, ainda contribui para a atração de um novo público e acaba construindo uma sensação de conexão entre seus fãs. Se a cultura e principalmente os significados que ela carrega são constantemente reformulados, acontecimentos como este auxiliam para que haja uma nova configuração sobre a imagem que temos sobre o público da San Diego Comic-Con, inserindo aspectos positivos na cultura vigente.

Se desejar mais informações sobre como este tipo de conteúdo se configura como cultura, pelo viés acadêmico, pode clicar NESTE ARTIGO.