O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
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James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
Lady Gaga confirmou nesta semana seu envolvimento no filme “Joker 2: Folie a Deux“ , de Todd Phillips.
Com um pequeno teaser animado, o título é uma referência a uma condição psicológica na qual duas pessoas que estão próximas compartilham uma ilusão comum, geralmente provocada pela mais dominante das duas personalidades e sangrando na psique da outra pessoa. Confira o vídeo:
A Warner Bros. lançará Joker: Folie à Deux nos cinemas no dia 4 de outubro de 2024. Os próximos filmes da DC são “Adão Negro” (21 de outubro de 2022), Shazam! Fúria dos Deuses (21 de dezembro de 2022), Aquaman e o Reino Perdido (17 de março de 2023), The Flash (23 de junho de 2023) e Besouro Azul (18 de agosto de 2023).
Baseada nos quadrinhos premiados da DC Comics, escritos por Neil Gaiman, The Sandman é uma obra de literatura fantástica, cheia de fantasia, mistérios e magia. Na série Tom Sturridge é Morpheus, o mestre moldador, Sonho dos Perpétuos, a personificação antropomórfica dos sonhos, e é ele quem dá forma aos nossos medos e fantasias mais profundos. Mas quando Sonho é capturado de forma inesperada e feito prisioneiro por um século, sua ausência desencadeia uma série de incidentes que mudarão para sempre o Sonhar e o mundo desperto. Para restabelecer a ordem, Sonho precisa encarar uma jornada por diferentes mundos e tempos e reparar os erros que cometeu durante sua vasta existência, revisitando velhos amigos e inimigos, e conhecendo novas entidades cósmicas e humanas.
O que esperar de The Sandman uma adaptação Netflix.
Compreender e aceitar uma adaptação parece ser uma tarefa muito difícil para alguém que respira os quadrinhos, a primeiro momento pode causar um leve desconforto, por ver algumas coisas fora do que consideramos “certo” como por exemplo o personagem que é apresentado como o grande antagonista da série que aparece fora do tempo esperado. Mas logo nos deixamos levar pela narrativa que nos abraça e vemos a influência do próprio autor em cada momento que se desdobra.
A imersão na narrativa pode ser creditada em grande parte a escolha de elenco. Todos os atores escolhidos passam a essência dos personagens, não se trata de maquiagem, figurino, ou características físicas, mas sim de postura, trejeitos, olhar, mesmo que de soslaio que personifica o que estava nos quadrinhos e finalmente vemos as histórias que tanto lemos ganharem vida. E uma surpresa muito boa é a adaptação Johanna Constantine, interpretada por Jenna Coleman, que ao mesmo tempo que se distancia do que conhecemos, entrega um personagem original mantendo o que é necessário para vermos nela os problemas do Constantine que já conhecemos e proporcionar um dos grandes momentos da série.
A introdução da série é muito bonita, e o CGI foi bem aplicado, por se tratar de história fantástica o recurso se faz muito necessário, e abusar dele normalmente deixa o expectador saturado, porem os efeitos foram bem dosados, nos dá a sensação de peso e profundidade. O Sonhar, reino/domínio de Sonho dos Perpétuos não teria como não ser adaptado em CGI, afinal, é um reino feito de sonhos, com paisagem, personagens, criaturas que só existem na imaginação, e as constantes mudanças de paisagem tornariam impraticáveis construção de um cenário tão rico. Ainda assim é utilizada a visão do artista, que une outras técnicas de animação e efeitos para tornar a experiência ainda mais insana e divertida.
Merv, o zelador de cabeça de abóbora é animado com uma técnica que lembra stop motion e a voz do personagem é do ator Mark Hamill, que além de ter sido consagrado como Luke Skywalker é um grande dublador, em sua carreira dublou personagens como o Coringa (DC) , Duende Verde (Marvel) e Senhor do Fogo Ozai (Avatar: A lenda de Aang).
Toda adaptação pode e deve sofrer mudanças na história original, tanto por se preocupar em agradar um público que pode não ser consumidor de quadrinhos, como também por não ficar tão bem em tela o que vemos nas páginas. E esse é um dos pontos levantados pelo próprio Gaiman, que em entrevista declarou que a aparência do Sandman está mais humana para que não parecesse com um cosplay, “[…]nos quadrinhos ele é um desenho composto por linhas e nós queríamos fugir de alguém que estivesse fazendo cosplay de Morpheus na San Diego Comic Com, queríamos alguém que parecesse o mestre dos Sonhos”.
Ainda assim podemos ver o Mestre do Sonhar em determinados momentos com características própria dos quadrinhos, e isso se estende ao demais personagens, que beira a um “fanservice” e muito bem servido. E um dos pontos que tornam as histórias do Gaiman tão ricas, que é utilizar personagens de segundo plano ou que caíram no ostracismo se virou contra a adaptação para série, e alguns desses personagens que aparecem na história original infelizmente não são usados, seja por questões legais ou por não ter se encaixado devido algumas mudanças da história.
É inegável o carinho que foi colocado na produção da série. Cenários, a caracterização dos Perpétuos e os demais personagens, história, foi todo pensado em quem conhece e quem ainda vai conhecer respeitando pontos cruciais. A série começa como nos quadrinhos, com Sonho sendo aprisionado pela “Ordem dos Mistérios Antigos”. Quando lemos a história e vemos Sonho ser aprisionado não entendemos bem como aquilo foi possível, afinal, ele é um ser tão poderoso, o que o deixou tão fraco para que um feitiço, que se quer era destinado a ele, pudesse aprisiona-lo? Não incomoda tanto quando lemos porque é algo que vamos colhendo informações durante a leitura, e esse fato em especifico só foi explicado totalmente dezessete anos depois do final dos quadrinhos regulares em “Sandman – Overture”.
A série seguiu um caminho diferente dando um outro rumo que provavelmente não abordará futuramente os acontecimentos de Overture, o que acaba não convencendo muito os mais aficionados e presos a praticidade, mas logo deixamos de lado essas convenções e imergimos na história e somos levados do inferno a reinos de fantasia e tantos outros destinos que somente poderiam ter saído de sonhos.
É um prazer redescobrir Sandman através da série. Pode ser um Delírio meu, mas se Desejo pudesse me conceder uma pequena graça, desejaria esquecer que li, e ter o prazer de conhecer novamente e ler como se fosse a primeira vez após assisti-la.
The Sandman já está disponível na Netflix. Com desenvolvimento e produção executiva do autor Neil Gaiman, do showrunner Allan Heinberg e de David S. Goyer, Sandman também conta um elenco de peso: Boyd Holbrook, Patton Oswalt, Vivienne Acheampong, Gwendoline Christie, Charles Dance, Jenna Coleman, David Thewlis, Stephen Fry, Kirby Howell-Baptiste, Mason Alexander Park, Donna Preston, Vanesu Samunyai (anteriormente conhecida como Kyo Ra), John Cameron Mitchell, Asim Chaudhry, Sanjeev Bhaskar, Joely Richardson, Niamh Walsh, Sandra James-Young e Razane Jammal.
Com seu one-shot One Bad Day, Tom King e Mitch Gerads esperam criar um conto arrepiante para o Charada semelhante à história do Coringa de Alan Moore.
O Charada pode já ser um dos principais inimigos do Batman, mas a equipe criativa do escritor Tom King e do ilustrador Mitch Gerads espera trazer uma nova vantagem ao personagem com Batman: One Bad Day – Charada.
“Faz 35, 40 anos desde A Piada Mortal — podemos fazer isso de novo?” Tom King disse durante uma entrevista com a CBR na San Diego Comic-Con. “Podemos encontrar uma Piada Mortal para o Charada? Antes disso, o Coringa era um personagem divertido. Ele era engraçado. Neal Adams o havia refeito muito bem, Marshall Rogers o havia refeito muito bem. Mas ele não era o que ele se tornou depois, um assassino do DCU… Podemos fazer isso com ele? Podemos torná-lo tão importante, tão grande, tão assustador quanto o Coringa é?”
A série One Bad Day de 64 páginas é inspirada em uma frase em A Piada Mortal, de Alan Moore e Brian Bolland, onde o Coringa diz que é preciso apenas “um dia ruim” para destruir a sanidade de uma pessoa. Cada livro se concentra em um vilão diferente do Batman, iniciando a linha em agosto. Outros livros de One Bad Day se concentrarão em Duas-Caras, O Pinguim, Sr. Freeze, Mulher-Gato, Bane, Cara-de-Barro e Ra’s al Ghul.
O enredo da história de King e Gerad permanece em grande parte em segredo, mas uma sinopse revelada anteriormente diz: “As regras e sistemas meticulosos de Edward Nygma saem pela janela quando ele mata aparentemente aleatoriamente, mas Batman não está comprando! Batman se desvenda enquanto tenta decodificar a motivação do Charada!”
King anteriormente pintou o Charada como uma presença mais sádica e perigosa em “The War of Jokes and Riddles”, um arco de história que se desenrolou em 2017 no título principal do Batman nas edições 25-32. A saga apresentou Charada e o Coringa se enfrentando, com a crueldade calculista do primeiro combinada uniformemente com as maquinações loucas do último. A recente série limitada de King, Batman: Killing Time, também apresentou o Charada como uma mente criminosa planejando roubar uma fortuna em massa com a ajuda da Mulher-Gato.
Esses retratos andam de mãos dadas com a presença do Charada em The Batman, do diretor Matt Reeves. Interpretado por Paul Dano, a versão cinematográfica mostrou um personagem com rancor pessoal contra Bruce Wayne e outras elites de Gotham City e se inspirou no enredo “Ano Zero” do escritor Scott Snyder, que viu Charada inundar Gotham e temporariamente transformar a cidade em uma ruína distópica.
Em uma virada chocante, HBO Max, serviço de streaming da WarnerBros decide engavetar todo o projeto solo da Batgirl, decidindo não lançar o filme para nenhuma plataforma.
A notícia foi revelada pelo Deadline, gerando uma grande onda de choque pelas redes sociais.
O choque vem com o quão tarde o cancelamento chegou para o projeto, que já havia passado por grandes estágios de produção, concluído totalmente suas filmagens e estando em momentos finais de pós-produção. Não existem precedentes para um cancelamento de um projeto nesse estágio tão avançado, e a repercussão gerou comentários de executivos chocados por toda Hollywood.
O projeto foi aprovado por um regime anterior, quando o estúdio era comandado por outras pessoas no poder. Em certo momento, o polêmico diretor JossWhedon estava cotado para dirigir o longa, mas acabou abandonando o projeto afirmando diferenças criativas. E é dessa desistência que chegamos ao duo AdilElArbi e BilallFallah, dupla de diretores entusiasmada por trabalhar no universo de Gotham, onde ambos afirmam ser fãs desde infância. Frescos de grandes projetos como “Bad Boys for Life” e a série “Ms. Marvel”, o projeto tomou forma rapidamente e suas filmagens correram tranquilas.
Estrelado por Leslie Grace no papel titular, o filme também contava com grandes estrelas em papéis secundários, tento o grande retorno de Michael Keaton como o Batman,J.K. Simmons como o comissário Gordon, e o retorno de BrendanFraser aos filmes de ação, como o vilão incendiário, Vagalume.
Uma razão clara sobre o seu cancelamento não foi oficialmente informada pela Warner ou HBO Max, com alguns rumores afirmando que o filme não teria recebido uma boa resposta às suas exibições teste, e a nova leva de executivos da Warner exigir que futuras produções da DC sejam “FilmesEvento” – e Batgirl não cumprindo esse requisito.
Os diretores de Batgirl, AdilElArbi e BilallFallah, emitiram uma declaração bastante emocionada sobre o cancelamento do filme via Instagram.
Chocados e tristes com a situação, Adil El Arbi e Bilall Fallah agradecem ao fãs, seu elenco e produção.
Chegou a hora de dar adeus a Grant Gustin e seu elenco de ‘The Flash’ no Arrowverso.
A CW, canal que produz e exibe a série desde 2014, confirma ao Deadline que The Flash está chegando ao fim.
Rumores sobre sua temporada final começaram há meses, quando sua estrela, Gustin, fechou um novo contrato para reprisar seu papel como Barry Allen por apenas mais um ano, em uma temporada reduzida para 15 episódios.
The Flash.
O canal oficializa a temporada final, com 13 episódios encomendados, para o início de 2023, colocando o episódio final próximo a estreia nos cinemas do primeiro filme solo do herói, que dessa vez será interpretado por Ezra Miller, que já deu vida ao Flash nos cinemas anteriormente.
Uma data de lançamento oficial ainda deve ser divulgada, mas o Deadline confirma o retorno de todo o elenco principal da série.
Com a confirmação de Superman & Lois não se passar no Arrowverso, e o recente cancelamento de Batwoman e LegendsofTomorrow, The Flash fica responsável por encerrar o mini universo criado por Arrow, lá em 2012.
Será que podemos esperar por algumas aparições surpresas nesse final?!
Em meio a necessidade de alguns fãs de ver apenas filmes de super-heróis dramáticos, intensos e pesados, surge DC Liga dos Superpets para trazer cor, diversão, leveza e nada mais que o bom e velho “filme de cachorro para divertir e emocionar”.
Mas dessa vez, o cachorro em questão tem poderes e ninguém menos que o Superman como seu dono….
Krypto é o grande protagonista da história e acompanhamos o super-cão em uma jornada de entender o que é ser o melhor amigo do homem. Além de, é claro, enfrentar uma porquinha-da-índia com super-poderes que quer destruir o Super-Homem e a Liga da Justiça. Só mais um dia em Metrópolis, né.
A animação, como diz o título, é sobre a Liga dos Superpets, então vemos Krypto conhecendo os outros animais que vão ajudá-lo a enfrentar a vilã e seu exército de porquinhos-da-índia com poderes. Ou seja, essa é a história de origem desse grupo, que é formado por Krypto o super-cão, Ace o Bat-cão, PB uma porquinha, Chip um esquilo, e Merton uma tartaruga bem velha. Todos eles (menos Krypto) ganham seus poderes nesse filme e precisam aprender a controlá-los, assim como trabalhar em equipe.
A história é simples e direta ao ponto: existe uma nova ameaça e novos heróis terão que aprender como se unir para enfrentá-la enquanto lutam para salvar quem amam. Mas temos boas construções de personagens, cada pet tem uma personalidade diferente que ajuda a compor o enredo, a vilã tem uma boa apresentação e motivação (deixar seu dono orgulhoso, como acreditamos que os bichinhos de estimação agem), e a grande luta final é digna de uma história de super-heróis. Com direito a um momento emocionante que apenas filmes de cachorro podem proporcionar.
Vale lembrar que Superpets é voltado para o público infantil. Apesar de ter uma boa mensagem por trás, de ficar feliz pela felicidade e conquistas daqueles que você ama e aprender que você vai precisar de ajuda, que os outros sempre têm algo de bom a acrescentar na sua vida, a animação não deixa de ser um filme para crianças se divertirem. Essa pode ser a porta de entrada para novos fãs de filmes de herói.
A DC mais uma vez provou que sabe trabalhar muito bem suas animações, trazendo uma boa história a ser contada, com bons personagens, uma trilha sonora que combina (e desculpa ser um pouco tendenciosa por dizer que gostei das músicas por ter duas da Taylor Swift, mas não é só por isso, eu juro!).
Enfim, quando forem assistir DC Liga dos Superpets lembrem-se de se divertir e apreciar a origem desse grupo de super divertidos e fofos.
Mesmo com o acesso limitado de jogadores, o jogo de luta MultiVersus se tornou mais jogado na plataforma Steam.
De acordo com a GameSpot, o MultiVersus acumulou uma média de 36.394 jogadores online na plataforma. Esse número atingiu um pico sólido de 61.964 jogadores, superando o total combinado de jogadores em outros jogos de luta como Brawlhalla, Tekken 7 e Street Fighter 5. MultiVersus também registrou o maior pico de todos os tempos em números de jogadores para um jogo de luta, superando o título anterior de Dragon Ball FighterZ, que atingiu o pico de 44.234 jogadores após seu lançamento em 2018. Desde então, nenhum outro jogo chegou perto desses números até agora.
Estatística do número de jogadores (STEAMCHARTS )
O jogo alcançou esse feito apesar de estar disponível apenas para jogadores selecionados por meio de um teste beta fechado. Os jogadores poderiam obter acesso se tivessem participado anteriormente do alfa fechado de maio, ganhado um código por meio de um drop do Twitch ou comprado o Founder’s Pack do jogo. No entanto, a versão beta será aberta para todos os jogadores a partir de 26 de julho, o que significa que o MultiVersus pode acabar quebrando seu próprio recorde de jogadores à medida que mais fãs baixam e o jogo na plataforma desejada.
MultiVersus, um jogo de luta gratuito publicado pela Warner Bros., permite que os jogadores coloquem personagens como Salsicha de Scooby Doo contra Arya Stark de Game of Thrones, dando-lhe um amplo apelo e levando a algumas interações no jogo bastante incompreensíveis. O MultiVersus também adicionará novos personagens no futuro, com planos confirmados para apresentar LeBron James de Space Jam: A New Legacy e os personagens titulares de Rick and Morty.
A fase de testes aberto do MultiVersus está disponível gratuitamente em 26 de julho de 2022, para PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X/S, Xbox One e PC.
Já se passaram 30 anos desde que ‘A Morte do Superman’ abalou o cenário dos quadrinhos, e agora, a DC está comemorando a história lendária com uma edição especial de 80 páginas com novas narrativas e com novas equipes criativas que deram vida a essa história icônica.
“Death of Superman 30th Anniversary Special #1″ celebrará a lendária batalha entre Superman e Apocalypse com quatro novas histórias das equipes de Dan Jurgens e Brett Breeding, Roger Stern e Butch Guice, Louise Simonson e Jon Bogdanove e Jerry Ordway e Tom Grummett. A edição também apresentará ao Universo DC, um novo vilão chamado Doombreaker. Confira a prévia:
A edição chegará às lojas de quadrinhos dos EUA no dia 8 de novembro. Mais detalhes no site do ComicBook.
San Diego Comic-Con, certamente você ouviu falar dela nos últimos dias, o tão aguardado evento contou com diversos painéis, mobilizou editoras, estúdios, fãs, portais especializados…
Sempre que faço algum texto de cunho pessoal aqui no Terraverso, utilizo a mesma frase “nunca é só entretenimento”, sem medo de ser repetitivo, reitero a informação, porém acrescentando alguns fatores históricos e culturais (uma cultura que aliás faz parte de minha vida pessoal e acadêmica, então desculpem o uso de termos e conceitos).
Hoje, a indústria dos super-heróis movimenta investimentos e lucros extremamente altos, porém além do econômico, há um fator essencial para o seu sucesso, o fator cultural e identitário. Se hoje em dia vibramos com as postagens da San Diego Comic-Con, em especial com o The Rock vestindo o traje de Adão Negro, devemos ter em mente que o fator cultura está por trás disso.
A cultura é um processo social que compreende todo o conjunto de modos de vida, sendo constantemente gerada configurada pelos próprios seres humanos. Ela é produzida por meio de significados, sendo estes influenciados pelo papel dos meios de comunicação, já que eles fazem com que eles circulem de forma rápida e abrangente, gerando visibilidade. Estas trocas são capazes de gerarem mudanças ao longo do tempo, como exemplo no próprio termo NERD.
Se hoje um evento voltado aos nerds é capaz de mobilizar tantos sujeitos, devemos voltar a algumas décadas atrás, quando o termo NERD era utilizado de modo pejorativo e carregava diversos estereótipos negativos: em síntese alguém extremamente interessado por algum assunto, com vida social restrita e extremamente conectado com os estudos. Com o passar dos anos, o nerd virou “pop” e os mercados, principalmente o do entretenimento, passaram a produzir cada vez mais conteúdos destinados a estas pessoas. Devemos lembrar que tais mudanças não acontecem por acaso e sim são o resultado de vários movimentos que acabaram mudando os significados existentes sobre este grupo social, exaltando suas identidades, tornando-as motivo de orgulho e um grande fenômeno midiático e econômico.
Atribuir o status de fenômeno cultural à San Diego Comic-Con é justificado porque a cultura pode ser entendida como uma série de rituais e padrões compartilhados – neste caso, os gostos e expectativas de nós, nerds, são encarados como aspectos culturais. Quanto maior for o grau de compartilhamento, maior será o público impactado por ela, possibilitando assim que mais pessoas conheçam este tipo de conteúdo e ainda tenham interesse por estes filmes, aumentando o número de nerds.
Simplificando conceitos acadêmicos, posso dizer que a identidade pode ser definida como algo que nos identificamos e afirmamos ser, neste caso, quem é nerd levanta a mão. Tendo em mente que o processo de formação de identidades se dá através do conjunto de informações partilhadas entre os indivíduos, sejam elas genéticas, regionais e midiáticas, elas são capazes de estabelecer pontos de identificações entre os indivíduos e nos dão a possibilidade de sermos reconhecidos como integrantes de um grupo social.
A San Diego Comic-Con atua como uma forma de gerar vínculos entre os fãs, onde todos, mesmo que não se conheçam ou estejam em locais diferentes do planeta, conectam-se em torno de um mesmo assunto. O evento é capaz de colocar os produtos destinados aos nerds entre os assuntos mais comentados das redes sociais, gerando incontáveis compartilhamentos e atingindo não somente seu público-alvo, mas outras áreas.
Em síntese, arrisco dizer que o evento, assim como outros, além de gerar uma maior visibilidade para esta identidade e esta cultura, ainda contribui para a atração de um novo público e acaba construindo uma sensação de conexão entre seus fãs. Se a cultura e principalmente os significados que ela carrega são constantemente reformulados, acontecimentos como este auxiliam para que haja uma nova configuração sobre a imagem que temos sobre o público da San Diego Comic-Con, inserindo aspectos positivos na cultura vigente.
Se desejar mais informações sobre como este tipo de conteúdo se configura como cultura, pelo viés acadêmico, pode clicar NESTE ARTIGO.
The Sandman, a nova série da Netflix, está cada vez mais próxima de sua estreia, e como já sabemos o Mr. Sandman tem família, mas quem são seus irmãos, e mais, o que são eles? Para responder a essas perguntas, precisamos conhecer os Perpétuos, e seus respectivos domínios!
Os Perpétuos são 7 entidades, existentes em todo Universo DC, que representam aspectos inerentes a existência, eles surgiram com o primeiro ser e estarão presentes até o ultímo. Cada Perpétuo tem seu próprio reino, e nele, seu domínio é absoluto, e também um símbolo que os representam, e através deste símbolo eles podem ser invocados, basta segurar o símbolo do Perpétuo que você quer invocar e chamar o seu nome. As 7 entidades são irmãs, e é dessa família que vem o Sandman, personagem que dá o nome à próxima grande aposta da Netflix! Agora, vamos conhecer cada um deles?
Destino
O mais velho dos Perpétuos é o Destino, representado por um homem encapuzado e cego, que está acorrentado a um grande livro, o Livro do Destino, e este livro é o seu símbolo. Destino sabe de tudo a respeito de todos, já que em seu livro contém a descrição de todos os acontecimentos do universo, passado, presente e futuro, e seus domínios são os Jardins do Destino.
Morte
A Morte vem em seguida, é representada por uma mulher jovem de cabelos rebeldes, com um visual gótico, usa sempre um colar com o símbolo Ankh e frequentemente é representada com uma tatuagem do Olho de Hórus embaixo do olho direito. Morte é responsável por dar a vida a cada ser e por levar aqueles que morrem para as Terras sem Luz, seu domínio. A Morte, ao contrário do que todos imaginam, é bem-humorada e otimista, e inspira alegria por onde passa. Morte dá tanto valor ao seu trabalho que a cada 100 anos, ela opta por passar um dia como mortal e morrer ao fim desse dia, para compreender melhor as dores e sensações daqueles que ela leva. Seu símbolo é o Ankh, que curiosamente, também representa a vida. Recentemente foi divulgada uma cena da série focada na personagem, assista AQUI.
Sonho
Este Perpétuo é o protagonista da nossa série. Representado por um homem alto e pálido, que frequentemente está trajando preto, o Sandman é carrancudo e realista, podendo por vezes ser considerado insensível. Seu domínio é o Sonhar, onde estão todos os sonhos e pesadelos por ele criado. Seu símbolo é um elmo feito por ele com os ossos de um deus morto.
Destruição
É um homem alto e forte, com uma aparência rústica, lembrando um viking. Destuição é extrovertido e alegre, apaixonado por arte e coisa criativas, carrega em seu coração sempre um desejo de que o bem prevaleça. Destruição, no entanto, abandonou seus domínios e suas funções há muitos séculos atrás, o que causou enorme conflito entre seus irmãos, desde então ele passou a ser conhecido como O Pródigo, ou apenas Irmão. Seu símbolo é uma espada.
Desejo
Desejo é um personagem não-binário, representado sempre de maneira bela e bem vestida, é soberano em seus domínios, O Limiar. Desejo é egocêntrico, egoísta e por muitas vezes cruel, suas ações são para atender suas próprias vontades, e por vezes é posto como antagonista de seu irmão Sonho/Sandman. Seu símbolo é um coração de vidro.
Desespero
Desespero é a irmã gêmea de Desejo, e é representada por uma mulher baixa, com um corpo de aparência doente, e expressões de angústia, fisicamente, é o oposto de seu gêmeo(a). Seu domínio é descrito como um lugar repleto de espelhos e névoa, e Desespero anda constantemente com um anel com um gancho na ponta, que ela usa para se ferir, este anel é o seu símbolo.
Delírio
Delírio é a mais nova dos Perpétuos. Representada por uma jovem menina, de roupas e cabelos coloridos, um olho verde e outro azul e com um temperamento volátil, ela enxerga o mundo da sua própria maneira. Delírio um dia já foi Deleite, porém após um evento traumático, passou por mudanças e se estabeleceu como Delírio. Seu domínio é descrito como um lugar colorido e cheio de coisas que não fazem sentido, como peixes voadores, e seu símbolo é uma bolha abstrata e colorida.
E estes são os Perpétuos, a disfuncional família do personagem Sandman, e tenho certeza que você, assim como eu, já esteve pelo menos uma vez em seus domínios. The Sandman é baseada na obra homônima de Neil Gaiman, publicada originalmente pelo selo Vertigo da DC, e tem estreia marcada para o dia 05 de Agosto na Netflix.