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Teaser imagina Adam West em The Batman

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Um teaser editado feito pelo canal Corridor, imagina o lendário Batman de Adam West na Gotham City criada por Matt Reeves para o filme ‘The Batman’. Confira:

Adam West, da série de TV e do filme Batman de 1966, é brilhante e exagerado ao mesmo tempo. Vendo os personagens clássicos nas sombras da Gotham City de Matt Reeves, a diferença não poderia ser mais clara. Essa grande divisão de estilo é exatamente o motivo do vídeo ser tão engraçado quando você vê os dois mundos juntos.

Adam West como o Batman da classíca série dos anos 60.

The Batman está disponível no streaming HBO Max.

Via:[ComicBook].

Prévia mostra momentos finais antes da morte da Liga da Justiça

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Esta semana marca o lançamento do título Liga da Justiça #75, que a DC promete matar a equipe de super-heróis. A edição tem o subtítulo “Morte da Liga da Justiça”.

A morte da principal equipe de super-heróis da DC leva diretamente a Dark Crisis, uma série de eventos que segue como o Universo DC continua na ausência da Liga da Justiça. A prévia mostra a Liga da Justiça nos momentos antes de sua morte. Confira:

A arte prévia do título por Joshua Williamson, Rafa Sandoval, Jordie Tarragona, Matt Herms e Josh Reed mostra Adão Negro, Batman, Mulher Maravilha, Lanterna Verde John Stewart, Mulher-Gavião, Superman, Zatanna, Aquaman, Caçador de Marte, Canário Negro e Arqueiro Verde teletransportados para a Casa dos Heróis, lar da equipe multiversal de super-heróis chamada Liga da Justiça Encarnada. Depois que os heróis trocam gentilezas, o Presidente Superman informa a seus convidados que a razão pela qual ele os reuniu é para salvar o Multiverso da destruição total. Um mal chamado The Great Darkness tomou posse de vilões como Darkseid e prendeu o Flash (Barry Allen) em um mundo distorcido. 

A edição estará à venda nos EUA a partir de amanhã, 26 de abril.

Via: [ComicBook].

Warner considera lançar filme da Batgirl nos cinemas

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O executivo de longa data da Warner Bros, Toby Emmerich, está considerando um lançamento nos cinemas para Batgirl. 

A mudança, que seria uma mudança estratégica da visão apresentada pelo ex-CEO da WarnerMedia, Jason Kilar, está sendo ponderada em um contexto mais amplo depois da fusão da Warner Bros. e Discovery . Kilar está fora, e o novo CEO David Zaslav pode ser mais receptivo a essa mudança, já que a HBO Max era a principal prioridade de Kilar.

O site Puck relata que a Warner Bros. e outros estúdios também podem estar reexaminando suas estratégias de streaming de produções maiores após as enormes perdas de ações da Netflix, que teve uma queda relativamente pequena no número de assinantes no último trimestre.

Batgirl de Leslie Grace.
Batgirl de Leslie Grace.

Os estúdios têm demorado a adotar totalmente o streaming. A ideia de que eles se agarrariam ao argumento de “correção de mercado” da Netflix como justificativa para reverter o caminho de alguns dos principais produtos exclusivos de streaming, está alinhado com suas atitudes já tradicionais.

Ainda assim, no caso de Batgirl, há mais do que um pequeno raciocínio por trás disso. Batman faturou US$ 750 milhões nas bilheterias antes de ir para a HBO Max e entregou grandes números no streaming. Trazendo Batgirl aos cinemas também pode ajudar a reprimir as críticas de que a Warner tem planos de enviar personagens como Batgirl e Besouro Azul para a HBO Max, enquanto The Flash e Batman recebem grandes lançamentos nos cinemas.

Atualmente, espera-se que Batgirl chegue a HBO Max no final de 2022 (ou, devido aos muitos atrasos do conteúdo da DC recentemente, em 2023, após o lançamento de The Flash).

Via: [ComicBook].

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Justiça Jovem torna canônicos eventos de série cancelada dos Lanternas Verdes

A série Justiça Jovem  adotou uma abordagem mais focada nos personagens de seus arcos, com os episódios voltando sua atenção para heróis protagonistas de cada um dos arcos da temporada.

Um exemplo é o quinto arco, centrado em Raquel Ervin/Rocket, agora membro da Liga da Justiça, tentando conseguir o apoio dos Novos Deuses de Nova Gênese contra Apokolips. Neste meio tempo, o episódio 4×19 , intitulado “Encounter Upon the Razer’s Edge!”, ainda trouxe um personagem de uma série animada da DC, que até então não fazia parte do universo de Justiça Jovem.

Enquanto Rocket (Foguete) se prepara para negociar, dois membros da Tropa dos Lanternas Verdes estão a caminho de Nova Gênese para servir como mediadores: Tomar-Re e Kilowog, ambos membros de longa data da corporação. No caminho, os dois são surpreendidos por um sinal de socorro e encontram um Lanterna Azul vagando pelo espaço e quase sem energia. Ao ajudá-lo, eles reconhecem que se trata de um velho amigo chamado Razer.

A revelação foi um choque para muitos fãs, já que Razer foi um personagem criado para  “Lanterna Verde : A Série Animada“. A série dos Lanternas estreou em 2011, mas infelizmente, devido às baixas vendas de mercadorias e talvez devido à reação negativa ao filme live-action do Lanterna Verde, foi cancelada após sua primeira temporada.

Em 2011, Razer é apresentado como membro da Tropa dos Lanternas Vermelhos, uma célula terrorista movida a raiva que buscava vingança contra os Lanternas Verdes e seus líderes, os Guardiões do Universo. No entanto, depois de se aventurar com Hal Jordan, Kilowog e Aya (por quem ele se apaixonou), Razer vê a loucura de suas ações e se torna amigo dos Verdes. A série animada terminou com Aya parecendo morrer, mas também com Razer acreditando que ela ainda estava em algum lugar do universo e partindo para encontrá-la – sem saber que um Anel do Lanterna Azul, atraído por sua esperança, o estava seguindo.

No momento em que ele retorna no recente episódio de “Justiça Jovem”, quatro anos se passaram e Razer aceitou sua nova posição como Lanterna Azul, tendo entregue seu anel vermelho ao Novo Deus Metron por segurança. No entanto, sua busca para encontrar Aya acabou infrutífera, com todas as pistas potenciais levando a um beco sem saída. Assim, com suas esperanças frustradas, Razer foi a Nova Gênese para recuperar seu anel vermelho e usar sua raiva para alimentar sua busca.

Razer se encontra com Metron e pede a devolução do anel. Metron concorda, mas apenas em troca do anel azul. Eles trocam, e quando a Razer coloca o anel vermelho de volta depois de tantos anos… nada acontece. A raiva que ele precisa para alimentar não está mais dentro dele. Isso muda quando Metron explica que seu verdadeiro propósito era apenas estudar os anéis das lanternas – um plano que inclui não apenas manipular Razer para entregar o anel vermelho, mas também fornecer pistas falsas sobre a localização de Aya, matando a esperança de Razer. Irritado por ser manipulado, Razer se torna um Lanterna Vermelho e ataca Metron em um momento de fúria.

Isso é, naturalmente, parte do plano de Metron, pois ele deseja estudar os poderes do anel vermelho pessoalmente. Ele é capaz de resistir aos ataques de Razer com facilidade, mas isso não impede que sua luta coloque em perigo os civis. Quando Razer vê o dano que causou, ele interrompe seu ataque e exige que Metron devolva o anel azul. Metron se recusa, mas o anel retorna para Razer por conta própria, permitindo que ele use os anéis azul e vermelho simultaneamente.

Justiça Jovem.

No final do episódio, Razer chega à conclusão de que ele é o único ser que pode usar os dois anéis, já que sua raiva e esperança são partes essenciais de quem ele é. Ele se despede de Kilowog e parte de Nova Gênese, continuando sua busca para encontrar Aya em algum lugar da galáxia.

Via: [CBR.]

Tanto “Justiça Jovem” quando “Lanterna Verde: A Série Animada” estão disponíveis no streaming HBO Max.

DC comemora o aniversário de George Pérez com um grande tributo nos quadrinhos

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O lendário quadrinista George Pérez fará 68 anos no dia 9/06 e a DC celebrará a data com uma página dupla especial, incluída em todos os títulos da DC em junho. O layout do tributo foi desenhado por Dan Jurgens, com diversos artistas contribuindo para os traços dos personagens. Confira:

A arte apresenta personagens com os quais representam melhor a figura do Pérez, incluindo Os Novos Jovens Titãs, Supergirl, Liga da Justiça, Trigon, Espectro, Darkseid, Nuclear, Cheetah e as Amazonas, Vigilante, Poderosa, a Legião dos Super-Heróis entre outros.

O tributo especial também será apresentado como uma capa variante no título “Dark Crisis #7”, e cada capa dessa série destacará um dos eventos do passado da história da DC, começando com a original ‘Crise nas Infinitas Terras’ de Wolfman e Pérez.

“George Pérez é um dos meus contadores de histórias em quadrinhos favoritos de todos os tempos. Dizer que ele é um ‘grande artista’ é um grande eufemismo.”, disse o escritor de Dark Crisis, Joshua Williamson. “Seu trabalho em Crise das Infinitas Terras original inspirou muito do meu amor pela DC Comics. Agora é uma honra ter esse tributo como uma capa de Dark Crisis.” 

Via: [ComicBook].

Conheça a vez em que o Superman derrotou a Klan, na vida real!

Superman deu as caras pela primeira vez na revista Action Comics #1, de 1938, sendo uma criação do americano Jerry Siegel, filho de imigrantes lituanos judeus, e do canadense Joe Shuster, filho de imigrantes holandeses e ucranianos judeus. O título marca o início da chamada Era de Ouro nos quadrinhos, e abriu as portas para todo o vasto conceito de super-heróis conhecido desde então.

Diferente de muitos outros, o personagem resistiu ao teste do tempo e não demorando muito para alcançar o status de modelo, que mantém até os dias atuais. Ele migrou rapidamente para outras mídias, onde enriqueceu ainda mais sua mitologia e fortaleceu o significado do S em seu peito. Antes como o campeão dos oprimidos, e hoje presando por um amanhã melhor.

Inúmeros são seus feitos, dentro e fora dos quadrinhos, contudo um em especial salta aos olhos por, infelizmente, permanecer tão próximo da realidade em que vivemos. Estamos falando da vez em que, o Superman derrotou o grupo supremacista da Ku Klux Klan, não nas páginas em quadrinhos ou nas animações, mas sim na vida real.

Antes do cinema ou da TV, houve o rádio!

The Adventures of Superman foi um programa de rádio e uma grande febre com o público infantil. O show era a extensão das páginas dos quadrinhos e o local onde elementos icônicos da mitologia do herói viram a luz pela primeira vez, como o melhor amigo do azulão e fotógrafo do Planeta Diário, Jimmy Olsen e a Kryptonita, a perigosa e radioativa pedra verde do espaço.

Aliás, a kryptonita foi criada no programa de rádio do Superman, em 1943, como um elemento de roteiro e para permitir que o ator que interpretava o Superman, Bud Collyer, pudesse ocasionalmente descansar, assim, outro ator poderia assumir a sua voz. Demorou até 1949 para que as histórias em quadrinhos incorporassem o conceito da pedra em suas narrativas.

O programa foi transmitido entre os anos de 1940 até 1951, com exibição aos finais da tarde em horários distintos e adotando diferentes formatos ao longo dos anos. Entre 1940 e 1942, com episódios de 15 minutos durante três vezes por semana, ele foi ao ar pela primeira vez por meio de discos de transcrição pré-gravados em 11 estações, com uma história original, “The Baby from Krypton“, transmitido originalmente no dia 12 de fevereiro de 1940.

Logo depois, o programa adotou formatos variados de até meia hora e três vezes por semana. A série mudou para ABC no sábado à noite em 29 de outubro de 1949, e então fez uma pausa por cinco meses, retornando como uma série duas vezes por semana até o dia 1º de março de 1951. Ao todo, o programa de rádio teve 2.088 episódios originais.

Quem era a voz por trás dos óculos?

A voz por trás do Homem de Aço ficou a cargo do locutor Clayton “Bud” Collyer, que ficou bastante conhecido pela notável transformação de voz para diferenciar o Superman, e seu alter ego Clark Kent, de tal forma que passou a dublar o personagem na série de curtas-metragens animados da Fleischer Studios na década de 1940, e nos desenhos animados do Superman produzido pela Filmation, na década de 1960.

Bud Collyer, a primeira voz do Superman.

Curiosamente, como forma de manter intacto o imaginário fantástico em volta do personagem, a real identidade por trás da voz do Superman foi escondida do público até o ano de 1946, quando Collyer precisou fazer uma série de entrevistas após o herói ser usado em uma campanha contra a intolerância racial.

Como surgiu a ideia de derrotar a Klan?

Stetson Kennedy era um jornalista e ativista de direitos humanos nascido no sul dos EUA e começou a sua cruzada contra os grupos de terroristas raciais por acreditar que lutar contra tais organizações era uma contribuição valiosa para a democracia. Ele se estabeleceu em Atlanta, capital do estado da Geórgia, conhecida na época como um porto seguro para outros grupos extremistas, e vazando informações para a polícia local e a imprensa, tendo como principal alvo a Ku Klux Klan.

Em 1944, Kennedy trabalhou juntamente a organizações que buscavam expor e minar grupos de ódio organizado. Ele utilizou identidades secretas para adentrar nos cultos e relatar suas atividades e tinha como principal cliente, a filial em Atlanta da Anti-Defamation League (ADL), uma organização não governamental judaica internacional criada para combater todas as formas de intolerância e antissemitismo.

Tempos depois, com um plano de se infiltrar na KKK, Kennedy usou um disfarce um tanto quanto simples. Fazendo-se passar por um vendedor de enciclopédia e adotando o nome de um tio falecido que havia sido membro da Klan e contando com a ajuda dos membros da ADL. Após um tempo frequentando um bar e fazendo amizades com alguns dos membros, ele foi convidado para uma fraternidade da Geórgia chefiada pelo ex-Mago Imperial da Ku Klux Klan, Dr. Samuel Green.

Lá, ele começou a frequentar reuniões semanais e aprendeu todas as senhas e nomes secretos, fazendo extensas anotações de seus rituais e dos seus atentados, porém, como a organização possuía conexões com o governo e agências policiais, foi necessário adotar métodos não convencionais para desmascarar a organização supremacista.

Kennedy infiltrado no grupo supremacista da Ku Klux Klan.

No mesmo período, os roteiristas de The Adventure of Superman estavam a procura de novas ideais para vilões, algo que trouxesse um ar original ao show, que já havia utilizado cientistas alemães, ditadores estrangeiros e agentes nazistas. Foi então que os produtores pensaram em abordar questões sociais contemporâneas como o racismo e antissemitismo no programa. Um assunto bastante intensificado na época, por conta do recente fim da Segunda Guerra e as muitas histórias sobre organizações racistas e incitadoras de ódio na imprensa de Nova York.

A ideia foi rapidamente aprovada, com os produtores visando estabelecer um novo padrão de programação educacional, algo que geraria uma estrondosa publicidade positiva para o programa e seus patrocinadores, podendo até mesmo receber o apoio do crescente movimento de pais, professores e psicólogos que protestavam contra a violência em programas de rádio infantil na época.

E foi nessa busca por novas historias que surgiu Kennedy. Ele abordou os produtores com a ideia, defendendo que o programa infantil de rádio poderia mostrar a uma geração de jovens os perigos do preconceito. Os escritores acharam a história sensacional e transformaram ela em uma minissérie de 16 partes intitulada Clan of the Fiery Cross (ou “O Clã da Cruz Ardente”, em livre tradução), que foi transmitida entre os dias 10 de junho de 1946 a 01 de julho de 1946.

Na história, Superman precisa proteger o jovem Tommy Lee, amigo de Jimmy Olsen e novo membro do time de basebol Unity House, e seu pai doutor Wan Lee, dois sino-americanos, do ódio da Clã da Cruz Ardente e do eu temido líder Grand Scorpion, que tinha como objetivo limpar o país daqueles que não são “Verdadeiros Americanos“.

O que aconteceu depois?

Com cerca de 4,5 milhões de ouvintes, os líderes da Klan denunciaram o show e pediram um boicote aos produtos da Kellogg (principal patrocinadora do programa). No entanto, o arco da história ganhou avaliações espetaculares, tornando o programa de rádio infantil mais bem avaliado e com a empresa de alimentos mantendo o seu apoio. Duas semanas depois da transmissão, o recrutamento da KKK caiu a zero.

Kennedy se tornou o inimigo nº 1, com o líder da Klan oferecendo uma recompensa de US $1.000 o quilo pela sua captura. Ele conseguiu escapar até o ano de 1951, quando foi testemunhar contra a Klan diante de um grande júri federal que investigava ataques a bomba contra centros negros, católicos e judeus. Ele é autor de 10 livros, se casou sete vezes e foi um escritor ativo até a sua morte, em 27 de agosto de 2011, aos 94 anos.

Superman Esmaga a Klan

Baseando-se nessa história, em 2019, a dupla Gene Luen Yang e Gurihiru foi responsável pela criação da HQ ‘Superman Esmaga a Klan’, que reimagina a trama original do programa de rádio incorporando novos elementos a história, principalmente quanto ao papel do Superman e sua relação com o preconceito racial.

A HQ foi lançada por meio do selo DC Teen, em 2019, vencendo o prêmio de Melhor Livro Infantil no Harvey Awards 2020.

Detalhes da tecnologia de cenários usada em ‘The Batman’ são revelados

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Com a chegada de The Batman nas plataformas de digitais, também foi divulgado um vídeo de bastidores, que relata minuciosamente o trabalho não só do diretor Matt Reeves, mas também de toda a equipe para entregar um filme de alta qualidade, que muitos viram nas telas de cinema.

E, falando em telas, um dos grandes destaques notado nos bastidores é a nova tecnologia usada pela produção para substituir a clássica tela verde na construção dos cenários góticos e vivos da icônica cidade de Gotham.

Conheçam o Volume

Em 2019, a Industrial Light & Magic (ILM), empresa de efeitos visuais criada pelo diretor George Lucas, em 1975, apresentou uma ferramenta revolucionária, chamada O Volume, uma espécie de arena formada por monitores de LED que renderiza as paisagens e cenários fictícios em tempo real e permite uma interação mais natural dos atores com o ambiente. Atualmente, o uso da famosa tela verde chroma key é popular, mas nem sempre consegue passar o realismo para as telas.

Como ele funciona?

A tecnologia foi desenvolvida especificamente para a série O Mandaloriano, derivado da franquia Star Wars para o serviço de streaming do Disney+. Funcionando como um palco circular de 6 metros de altura e 23 metros de diâmetro que, em parceria com a EpicGames, utilizou o software do programa Unreal Engine, que facilita o design de jogos e virou uma peça importante para a criação de conteúdo 3D em várias plataformas. Essa tecnologia já foi usada anteriormente na criação de cenários de jogos como Street Fighter V, Kingdom Hearts 3 e Days Gone.

Segundo Richard Bluff, o supervisor de efeitos visuais da série, a ideia era filmar em um pequeno palco com pequenos conjuntos físicos que pudessem ser colocados e retirados com bastante rapidez e, em seguida, estender esses conjuntos na parede de LED.

A inovação da tecnologia não se limita em apenas criar imagens geradas ao vivo em 3D fotorrealista por GPUs (Graphics Processing Units, ou unidades de processamento gráfico) potentes, mas em fazer ambientes que são diretamente afetados pelos movimentos de câmera. Se a câmera se mover para a direita, a imagem se altera como se fosse uma cena real.

O uso do Volume nos bastidores de The Batman

A renderização e manipulação em tempo real dos ambientes em tela são feitas por uma equipe de elite de artistas de efeitos visuais e engenheiros da ILM (Industrial Light & Magic), conhecida como Brain Bar. Com isso, a equipe de filmagem não se torna refém de fatores climáticos das locações, alterando a iluminação e elementos do cenário com completa liberdade, facilitando, e muito o trabalho dos diretores de fotografia.

Futuro da tecnologia

Apesar de revolucionária, a tecnologia do Volume ainda é pouco utilizada em Hollywood. Alguns projetos como os futuros filmes do MCU, Thor: Amor e Trovão e Homem-Formiga e Vespa: Quantumania, além da adaptação da saga Percy Jackson, para o Disney+ fazem uso da tecnologia.

Ainda é bastante cedo para especular o verdadeiro potencial da nova ferramenta. Já existindo interesse em evoluir ela para a criação de personagens e não somente de cenários.

The Batman, e seu conteúdo adicional, já estão disponíveis no serviço de streaming da HBO Max.

Connor Hawke será confirmado como assexual, no título DC Pride 2022

Para a felicidade dos fãs que vibraram com a chegada de cada vez mais heróis abertamente queer na editora, mais um personagem irá se juntar comunidade LGBTQIA+. Connor Hawke, o filho e sucessor do Arqueiro Verde, se assumirá oficialmente como assexual, no título DC Pride 2022. (via: THEM.)

A oficialização do personagem acontecerá em Think of Me, uma história de oito páginas do trio Ro Stein, Ted Brandt e o letrista Frank Cvetkovic, que fará parte da antologia DC Pride 2022, que mostrará Connor tentando frustrar os planos do nefasto esquema de controle mental do vilão Music Meister, enquanto compõe uma carta de despedida para sua mãe.

Criado em 1994, por Kelley Puckett e Jim Aparo, Connor é filho de Oliver Queen e Sandra Hawke, vivendo desde pequeno em um monastério e se tornando um exímio especialista em artes marciais, já tomando para si o manto de Arqueiro Verde quando seu pai foi dado como morto.

A assexualidade do personagem já era uma interpretação feita por muitos fãs do herói, devido ao seu supremo desinteresse em qualquer contato sexual e confusão total pelo comportamento alossexual, algo que por muitos anos foi justificado por sua criação como um monge.

Na história, Connor usa tampões de ouvido de alta tecnologia, fornecidos pelo seu mais novo grande amigo Damian Wayne, para bloquear o canto hipnótico de Meister, que está controlando o elenco e o público em uma ópera. Servindo como uma metáfora para a sua desconexão com os alossexuais, isso acaba formando o núcleo emocional de sua carta, que é escrita em painéis enquanto ele luta contra o vilão.

Além de Connor, outros grandes destaques já confirmados na antologia são a história escrita pela atriz Nicole Maines (Supergirl), sobre a heroína trans, Sonhadora, e um ensaio pessoal do lendário dublador do Batman, Kevin Conroy, que se assumiu gay em 2016.

DC Pride 2022 tem previsão de lançamento para o dia 31 de maio, nos EUA.

Leslie Grace descreve “Batgirl” como uma história de investigação

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Em recente entrevista, a atriz Leslie Grace, Barbara Gordon/ Batgirl, deu alguns detalhes sobre a produção da HBO Max, principalmente sobre o personagem do ator Jacob Scipio e sobre o que os fãs podem esperar de seu papel.

Jacob Scipio

Leslie confirmou que Scipio interpretará o chefe da máfia Anthony Bressi. Criado por Chuck Dixon e Graham Nolan, Anthony “Tough Tony” Bressi apareceu pela primeira vez na DC Comics em Robin III: Cry of the Huntress #1 de 1992.

Anthony Bressi

No início de março de 2022, Scipio deu mais detalhes sobre seu papel que, na época, ainda era um mistério desde sua escalação em outubro de 2021. O ator de “Bad Boys For Life” declarou o seguinte: “Posso dizer que meu personagem está nos quadrinhos. Ele quer fazer de Gotham um lugar melhor. E ele está em uma situação com a Batgirl. Vamos apenas dizer isso.”

A atriz também falou sobre a jornada de sua personagem. Mesmo sem revelar muito, ela provocou o que os fãs podem esperar de sua iteração de Barbara Gordon, também conhecida como “Babs”, em um filme que ela descreve como como uma história de investigação.

“Vou dizer que uma das minhas coisas favoritas sobre nosso roteiro e o coração do nosso filme é que você consegue ver Babs e esse alter-ego que ela convoca, Batgirl, vacilar entre as nuances da vida e o bom e o ruim e que há muito no meio. No final das contas, em Gotham, então sempre tem um caso, certo? É como uma história investigativa, é uma história de detetive, então ela tem um caso que a leva a essas situações malucas.”

“Não há muitas nuances em seu pensamento no início da história e ela se envolve em muitas dessas situações complicadas e tem que descobrir muito sobre partes de si mesma para sair delas. Então, você a verá crescer a partir desse tipo de perspectiva do mundo e eu realmente amo isso. É como todos os seus super-heróis favoritos, você pode ver sua história de origem. Você consegue vê-los amadurecer.”

“Batgirl” contará com direção de Adil El Arbi e Bilall Fallah (Bad Boys for Life) e roteiro de Christina Hodson, responsável por “Aves de Rapina” e “The Flash”, com Kristin Burr como produtora.

[Via: CBR e ScreenRant].

Revelada a dupla de atores que irão estrelar o filme dos Super-Gêmeos, para a HBO Max

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Os atores KJ Apa (Riverdale) e Isabel May (1883) foram escalados como os protagonistas do filme em live-action dos Super-Gêmeos, para a HBO Max. (Via: DEADLINE)

A dupla de atores irão interpretar Zan (KJ Apa) e Jayna (Isabel May), irmãos polimorfos vindos do planeta Exxor que tem suas habilidades ativadas após entrarem em contato e dizerem a frase “Super Gêmeos: Ativar!”. Com Jayna podendo se transforma em qualquer ser do reino animal e Zan transmutando seu corpo para a forma d’água em seus diversos estados.

Super-Gêmeos contará com direção e roteiro de Adam Sztykiel (SCOOBY! e Adão Negro) e produção de Marty Bowen e Wyck Godfrey (Love, Simon).

A produção ainda não possui previsão de estreia, tendo suas filmagens programadas para começar ainda neste inverno, na cidade de Atlanta.