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WB Discovery está considerando “revisar” os rumos da DC Entertainment

Faz pouco mais de uma semana desde que a Discovery concluiu o negócio de US$ 43 bilhões pela aquisição da WarnerMedia, o que reuniu uma das maiores produtoras de conteúdo reality com uma das mais conhecidas marcas do entretenimento global sob o novo nome de Warner Bros. Discovery. David Zaslav será o CEO da companhia que surge dessa fusão e o novo mandatário tem considerado a ideia de transformar a DC em uma vertical de conteúdo, segundo apontaram diversas fontes à Variety.

Esse movimento tem o potencial de afetar o desenvolvimento de filmes da DC na WB Pictures, as séries produzidas pela WB Television e todo o braço criativo das propriedades envolvidas com as produções da DC, tudo com o objetivo de ter os diferentes departamentos mais alinhados para maximizar o valor dos seus super-heróis.

Antes mesmo da finalização do processo de fusão, Zaslav prospectou candidatos com experiência em criar e manter propriedades intelectuais que envolvessem megafilmes, com a meta de encontrar alguém para ser um líder criativo e estratégico na nova empreitada, em papel similar ao desempenhado por Kevin Feige na Marvel Studios. Uma dessas candidatas seria Emma Watts, ex-executiva da 20th Century Studios e da Paramount, mas não parece provável que seja ela a assumir esse papel. Uma das fontes afirmou à Variety que Zaslav estaria menos interessado em encontrar um líder criativo e mais envolvido na tarefa de contratar alguém com a experiência necessária para fazer todos os departamentos criativos da DC trabalharem de maneira mais harmoniosa.

Ainda segundo fontes, o novo CEO acredita que o sucesso da fusão, que deixou a nova companhia com larga vantagem competitiva, fará com que não meçam esforços para destravar o potencial do universo de personagens da DC. Acredita-se que embora os lançamentos recentes tenham alcançado sucesso, com filmes como Aquaman e The Batman, ainda falta uma estratégia de marca que seja coerente. A Discovery trabalha com a ideia de que personagens de primeira prateleira, como o Superman, têm sido deixados de lado e precisam ser revitalizados. Também consideram que projetos independentes, como Coringa, são um exemplo de como personagens considerados coadjuvantes no cânone da DC podem e devem ser explorados, citando como paralelo a Arlequina, de Margot Robbie.

A DC começou a explorar os caminhos para fazer com que seus grandes lançamentos do cinema impulsionem mais produção de conteúdo no streming, como o recente lançamento de Pacificador em um spin-off de Esquadrão Suicida, e a vindoura série inspirada no Pinguim de Colin Farrell e no departamento de polícia de Gotham. Ainda assim, a Discovery acredita que a DC deve fazer mais para aumentar o apelo de seus personagens, incluindo mais investimentos em games.

Após as saídas de Jon Berg e Geoff Johns em 2018, a DC Filmes ficou sob o comando de Walter Hamada, tendo a partir deste momento uma maior consistência na recepção tanto da crítica, quanto do público. Hamada tem contrato com a DC Filmes até o fim de 2023 e pode ser uma peça importante no tabuleiro que o novo CEO da WB Discovery está montando.

Por fim, uma das promessas de Zaslav para o conselho de administração e para os acionistas da empresa é encontrar, após o processo de fusão, US$3 bilhões em “sinergias”, o que indica a importância que a nova administração dará aos cortes de custos. Dessa forma, explorar o universo de personagens da DC pode ter papel importante no controle dos gastos, uma vez que a WB Discovery é a dona de toda sua propriedade intelectual.

Via: [Variety]

DMZ: Tão real quanto o que vivemos…

Minisséries são significado de qualidade na mais recente história de seriados da DC, como a premiada Watchmen que nos prendeu em seus episódios empolgantes. Agora, em 2022, os produtores Robert Patino, Ava DuVernay e Paul Garnes trazem para o live action ‘DMZ’ ( ZMD como foi lançado no Brasil, escrita por Brian Wood e com arte de Riccardo Burchielli  entre 2005 e 2012 na extinta editora Vertigo.)

Durante a produção, Ava dirigiu o primeiro episódio enquanto Ernest Dickerson os três seguintes. Temos no elenco Rosário Dawson que recentemente participou do seriado ‘O livro de Boba Fett’ além de Benjamin Bratt, Hoon Lee, Freddy Miyares, Jordan Preston Carter e Venus Ariel, ambientando uma história que traz além dos contextos políticos uma história sobre sobrevivência.

A minissérie adapta um futuro distópico de uma outra guerra civil nos Estados Unidos que separa o país em duas nações diferentes,  tornando Manhattan uma zona desmilitarizada (DMZ) dominada por facções que lutam pelo controle da região.

Em meio a tensão entre nações, está Alma Ortega, uma fugitiva dos dias de conflito que retorna a DMZ 8 anos após sua saída para encontrar o seu filho perdido. Lá, ela terá que enfrentar os perigos de andar pela região ao mesmo tempo que passa a conhecer mais do cenário político e social que se tornou o lugar. Concomitante a sua jornada, ela decide ajudar as pessoas.

A maior virtude de DMZ é ser um seriado que destaca as minorias diante de um universo que está completamente polarizado. As gangues representando minorias como latinos, negros e asiáticos além de uma região liderada apenas por mulheres é uma excelente metáfora utilizada para pensarmos em nossa realidade, como as minorias vivem em uma DMZ social, seja na internet ou no convívio diário. Além desta representação, posso destacar que até mesmo a solução sugerindo uma união para se construir uma sociedade sem conflitos pode-se trazer como uma reflexão diária para se trabalhar, assim como o exercício da empatia e o diálogo em momentos delicados.

A respeito das atuações, Rosário Dawson interpretando Alma “Zee” Ortega consegue entregar todas as questões que a sua personagem possui ao longo dos desdobramentos de sua jornada, assim como também o antagonista Paco, de Benjamin Bratt, que tem em seu discurso a não violência, mas utiliza da força para unificar as gangues sobre o seu domínio.

E não apenas contextos políticos aborda DMZ, mas pequenas narrativas como das crianças Odi e Nico, interpretados respectivamente por Jordan Preston Carter e Venus Ariel, mostrando a dificuldade de se crescer em um ambiente tão hostil como a zona desmilitarizada, e ainda sim, a possibilidade de viverem aventuras em coisas simples como encontrar uma máquina de refrigerante. Além desta relação de amizade, Odi tem a elaboração do luto de seu avô e a sua conexão com Alma, formando uma amizade improvável neste lugar.A minissérie também nos fala sobre a forma que a violência muda as pessoas, como o líder de Chinatown, Wilson Lin (Hoon Lee); ele era um enfermeiro e amigo de Alma antes de ser o líder da região e, neste mesmo contexto, Skel o filho perdido da protagonista que se tornou o assassino particular de seu pai, Paco Delgado.

A respeito dos pontos negativos, acredito que não ter abordado de forma mais ampla alguns pontos da narrativa, os apresentando de forma mais acelerada, cria pequenos furos no roteiro ou elementos sem explicação, pois indicam serem importantes como por exemplo a relação familiar de Alma, Paco e Skel ou Odi e seu avô, revelando assim mais da construção ou a deterioração destas relações, além de explorar mais o passado de Nico.

O encerramento da série apesar de ser esperado deixa algumas perguntas em aberto, mas se torna satisfatório pelo desfecho dos personagens principais e a união de toda DMZ como uma única população.

DMZ apesar de não ter sido tão bem divulgada como outras produções, ela esteve mesmo assim entre as 3 produções mais vistas do serviço HBO Max recentemente. Ela é uma minissérie que apresenta boas discussões a respeito de contextos atuais e uma ótima narrativa de um cenário pós apocalíptico.

Nota: 40/52.

Charlize Theron irá produzir uma série do Aqualad, para a HBO Max

Uma série solo focada no Aqualad Jackson Hyde está em desenvolvimento pela HBO Max. (Via: Variety)

O projeto usará como base o romance gráfico LGBTQIA+ You Brought Me the Ocean, escrita por Alex Sanchez e com artes da ilustradora francesa Julie Maroh. Na trama, Jackson é um “peixe fora d’água” no desértico Novo México, precisando lidar com sua estranha ligação com a água e uma forte atração pelo capitão de natação do ensino médio, Kenny Liu.

Arte de Julie Maroh

Jackson “Jake” Hyde apareceu pela primeira vez nos quadrinhos na edição número #4 da saga O Dia Mais Claro, sendo uma criação de Geoff Johns e do ilustrador brasileiro Ivan Reis. Sendo muito conhecido pela sua versão alternativa Kaldur’ahm, na animação Justiça Jovem.

Atualmente, o personagem ocupa o posto de Aquaman principal do universo DC, após os eventos da HQ Aquaman: The Becoming.

A atriz Charlize Theron (Atômica) será responsável pela produção executiva através de sua produtora, Denver and Delilah Films, em colaboração com AJ Dix, Beth Kono e Andrew Haas.

Por hora, a produção ainda não possui uma previsão de estreia.

Kelly Larson e Natalie Abrams comentam sobre HQ estrelada por Ryan Wilder. 

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A HQ “Terra-Prime: Batwoman” é estrelada por Ryan Wilder, a Batwoman do Arrowverso e além dela, traz outros personagens, como Luke Fox, Mary Hamilton, Renne Montoya e Lena Luthor.

A equipe responsável pela publicação é Kelly Larson, Natalie Abrams, Clayton Henry, Marcelo Maiolo, Tom Napolitano e Kim Jacinto. A história segue Ryan enquanto ela encontra o vilão Cara de Barro e traz Lena Luthor para as Gotham City

Em entrevista ao Screen Rant, as escritoras de “Earth-Prime: Batwoman”, Kelly Larson e Natalie Abrams, conversaram sobre os desafios de desenvolver a nova história.

Por que este foi o momento certo para introduzir a versão CW da Batwoman nos quadrinhos?

Kelly Larson: O momento foi perfeito para a série, porque não é apenas uma chance para Ryan Wilder como Batwoman aparecer como o foco de uma história em quadrinhos da DC, mas também para todo o nosso elenco fazer sua estreia em quadrinhos. Dado o quão duro Javicia, Meagan, Cam, Nicole, Rachel, Nick, Robin – todo o nosso elenco realmente – trabalharam para trazer suas iterações desses personagens para a tela, foi tão emocionante colocar suas versões em uma história em quadrinhos. É uma verdadeira homenagem a eles, e sou muito grato por fazer parte disso.

Natalie Abrams: Eu acho que a maioria dos escritores do Cwverso, em algum momento ou outro, quis ter a chance de escrever uma história em quadrinhos que existe na caixa de areia em que estamos jogando todos os dias. Esta foi uma oportunidade extremamente emocionante que Kelly e eu aproveitamos quando nossa incrível showrunner Caroline Dries veio até nós com os planos da DC. Eu cresci lendo obsessivamente histórias em quadrinhos de super-heróis, que ofereciam escapismo, mas também forneciam histórias relacionáveis ​​que estavam envolvidas no gênero. E a maior coisa que aprendi foi que todo mundo merece se ver representado – seja na tela ou nas páginas de uma história em quadrinhos.”

Como esse projeto surgiu e o que te levou a fazer uma história da Batwoman da Terra-Prime inicialmente? Quais foram as maiores diferenças entre escrever a série e escrever os quadrinhos?

Natalie: A DC procurou nossos vários showrunners sobre o desejo de fazer um evento de seis edições nos quadrinhos, onde cada série (Batwoman, Superman & Lois, Legends of Tomorrow, Stargirl e The Flash) teria uma história solo, como bem como uma pequena provocação para o que seria um grande crossover no quadrinho final. A partir daí, todos os escritores de cada programa entraram em uma ligação do zoom para discutir as possibilidades da história geral, além de lançar ideias de coisas que queríamos abordar em nossos próprios programas que talvez não tenhamos tempo de fazer em episódios de 42 minutos.

Kelly: Eu sempre quis fazer parte de escrever uma história em quadrinhos para a Batwoman da nossa série, então quando tudo começou e nos reunimos com as outras séries, eu era como uma criança em uma loja de doces.

Natalie: Esses enormes zooms com escritores de todos os programas envolvidos foram alguns dos mais divertidos que tive na minha carreira. Fiquei muito nerd, principalmente porque – devido à pandemia – muitos de nós não estamos nas salas dos escritores físicos há tanto tempo, o que significa que também não conseguimos nos encontrar nos corredores. Senti falta da camaradagem.

Kelly: Você quer dizer que sente falta das guerras nerds entre os shows? Porque eu sinto falta disso.

Natalie: E foi fascinante ouvir onde cada uma das séries estava no processo de terminar suas temporadas – sim, eu estava absolutamente lá pelos spoilers.

Kelly: Quanto às diferenças, escrever para tv é um meio muito diferente, mesmo usando software e formatação diferentes. Escrever histórias em quadrinhos é um músculo diferente que você usa, mas tão maravilhoso quanto a tv. Ele desafia você a colocar todas as intenções em uma linha, um quadro, em oposição à tv, onde você tem espaço para esticá-la. Então foi divertido pular nessas águas, e isso faz você apreciar aqueles que escreveram antes de nós, como Greg Rucka, Marguerite Bennett e James Tynion IV.”

O que está reservado para Ryan, Renee Montoya e Luke Fox nesta história?

“Kelly: Haverá muitos sentimentos.

Natalie: Prepare os lenços!

Kelly: Como isso acontece logo após Alice e Mary pularem da bat-equipe na metade da temporada, nossos heróis estão se sentindo crus. É um momento em que podemos ver como Ryan lidou com as emoções de Mary deixando-as para trás depois de ser infectada por Hera Venenosa, mas também como Luke está processando.

Natalie: Além disso, Ryan, Renee e Luke estão longe de ser os únicos personagens que aparecem na edição. Nós realmente queríamos dar amor a todo o nosso elenco, então você verá momentos com todos. E o que é divertido é que os fãs do programa já sabem como a temporada termina e onde alguns desses personagens acabam – Wildmoore. Estávamos desenvolvendo e escrevendo os quadrinhos enquanto a sala dos roteiristas estava terminando a temporada, e então definitivamente jogamos com algumas das emoções que viriam.”

Quão divertido foi trazer Lena Luthor de volta ao Arrowverso nesta história?

“Abrams: Quando Supergirl começou, eu era repórter da Entertainment Weekly e cobri a série desde o início. Então eu já tinha afinidade com o elenco e com o fandom da Supergirl. Tive a sorte de ter a chance de escrever um episódio de Supergirl na quarta temporada depois que me tornei uma escritora de tv. Na verdade, eu estava lutando um pouco na minha vida pessoal quando entrei na sala dos roteiristas, e escrever para personagens que eu amava e admirava tanto me deu uma saída criativa que acabou sendo realmente catártica. Esta é uma maneira muito longa de dizer que eu adoraria escrever para esses personagens novamente. Sério, a quantidade de vezes que eu lancei um crossover entre Batwoman e Supergirl na sala dos nossos roteiristas provavelmente poderia ser um jogo de bebida.

Kelly: E todos nós acabaríamos bêbados no final. Mas da melhor forma.

Abrams: Infelizmente, a pandemia tornou praticamente impossível qualquer crossover. Então, com Supergirl terminando e, portanto, não fazendo parte do evento de quadrinhos, tanto Kelly quanto eu sentimos que queríamos encontrar uma maneira de fazer esse crossover acontecer de alguma forma – e mostrar aos fãs de Supergirl um pouco de amor também. Lena parecia a personagem perfeita para trazer a este mundo. Ela sempre foi uma força a ser reconhecida, ela é extremamente brilhante e ela sabe como é lidar com um irmão megalomaníaco – algo que Ryan está lutando na 3ª temporada. Para ver um pouco de como é a vida dela depois que a série acabou.

Kelly: Eu amo Katie desde os dias de Merlin, Drácula, e até sim – aquele filme da princesa com Sam Heughan. Então, escrever para lena, alguém que Katie levou tanto tempo para aperfeiçoar ao longo dos anos, e participar de sua estreia nos quadrinhos, foi um sonho.

Como foi introduzir um grande vilão na história , como o Cara-de-Barro? Que papel ele desempenha?

Natalie: Ele é o nosso vilão do momento. No final da segunda temporada, os troféus que o Batman havia guardado de vários super-vilões infames da DC foram perdidos no rio e nossa terceira temporada foi sobre nosso “bat-equipe” tentando recuperar esses troféus. Claro, alguns deles caíram nas mãos erradas – o chapéu do Chapeleiro Maluco, a videira da Hera Venenosa e, neste caso, alguém está infectado pela lama do Cara-De-Barro.

Kelly: Foi um personagem que não conseguimos fazer na série devido a ele ser um personagem difícil de dar vida, mas é um que todo mundo ama – quero dizer, Harley Quinn nos fez amá-lo ainda mais, certo? Nossa pessoa que foi infectada por ele está lidando com a quantidade insana de poder que a argila traz. Isso pode mudar qualquer um – mas é como eles lidam com essa mudança que é importante dissecar.

Ao escrever essa história, como foi o processo de colaboração com a CW, já que essa história é canônica no universo Batwoman?

Kelly: Nossas interações foram mais com a DC, nosso showrunner e nossos artistas. Andrew Marino, nosso editor, é possivelmente um dos melhores seres humanos que nos guiou por isso.

Natalie: Além disso, nossos produtores executivos Chad Fiveash e James Stoteraux foram, como sempre, extremamente prestativos no processo de desenvolvimento da história.

Como foi trabalhar com os artistas Clayton Henry e Marcelo Maiolo neste projeto?

Kelly: Deus. Esses dois homens são ridiculamente talentosos e eu gostaria que o mundo os colocasse em um pedestal. As imagens, as cores, as poses, tudo foi feito de forma rápida e perfeita.

Natalie: Eu sinto que as pessoas lêem quadrinhos e às vezes pensam que são apenas os escritores que merecem crédito e isso é o mais distante da verdade. Podemos escrever as palavras e descrever as imagens de um painel, mas sem os artistas, os coloristas, os letristas, nada disso acontece. Eles são vitais e essenciais para este processo e realmente merecem tanto reconhecimento. Sou muito grato a todos que trabalharam nesta questão.

Para quem você diria que esta HQ é para leitores de quadrinhos que querem saber mais sobre a Batwoman da CW? Ou você vê isso como um caminho para os fãs da Batwoman aprenderem mais sobre os quadrinhos? Ou ambos?

Kelly: É um pouco dos dois. Como alguém que fica sobrecarregado tentando mergulhar um dedo do pé em uma série de quadrinhos, acho que é uma porta de entrada para os quadrinhos para alguns e, em seguida, uma visão do nosso programa para outros. Nosso show é tão único, mesmo em nossos fãs, que todos nós queremos que qualquer um seja capaz de pular em nosso mundo e ficar animado. Sinta-se ouvido e visto. Então, espero que esta história em quadrinhos seja uma maneira de mostrar aos outros que amamos o mundo da DC e amamos o mundo do nosso show. Nós amamos os dois e queremos que os fãs de ambos os lados encontrem um lugar em nossa mesa.

Natalie: Muito bem, Kelly! Eu estava em uma loja de quadrinhos aqui em Toronto e ouvi um cliente perguntando a seu amigo se ele pode começar com qualquer edição de um quadrinho. E o amigo dele disse: “bem, você pode não entender o que está acontecendo. Você tem que pular no início de uma corrida.” Embora isso possa ser verdade às vezes, também acho que se você pegasse qualquer edição de um quadrinho, obteria uma história completa – tanto que gostaria de comprar a edição anterior para descobrir mais e a próxima e a seguinte e assim por diante. Mas para aqueles que querem começar em uma nova corrida, adivinhem? Terra-Prime é o início de uma nova corrida! Venha se juntar a nós na caixa de areia!

O que você espera que os leitores obtenham da publicação?

Kelly: Eles ficam animados. Eles ficam ansiosos por mais. Eles querem rever a terceira temporada na HBO MAX para que possam reviver os momentos que referenciamos nos quadrinhos.

Natalie: Espero que eles vejam uma história que – apesar de ser sobre um super-herói – eles ainda possam se identificar. Javicia traz tanto coração para Ryan Wilder no programa, e acho que a Batwoman de Ryan Wilder também nos quadrinhos.

Kelly: Eu quero que os leitores também entendam que fazemos isso para todos: os fãs, a equipe, o elenco, os escritores. Não entramos em um meio criativo por motivos egoístas, ninguém o faz. E devemos muito não apenas às pessoas que fizeram o programa, mas às pessoas que assistem e nos mantêm no ar. Esta história em quadrinhos é uma carta de amor para eles.”

“Terra-Prime” contará histórias estreladas por diversos personagens da The CW, além da Batwoman, Superman & Lois, The Flash, Legends of Tomorrow e Stargirl também ganharão suas próprias HQs.

 

DC anuncia continuação da animação ‘Justiça Jovem: Espectros’ nos quadrinhos

A DC Comics anunciou uma continuação em 06 edições da série animada Justiça Jovem: Espectros, intitulado Young Justice: Targets” (Via: ComicBook)

A minissérie em quadrinhos contará com roteiro do produtor Greg Weisman, com artes de Christopher Jones, responsável pelos storyboards da última temporada da animação, e colorização de Jason Wright.

A trama de Targets (Alvos, em livre tradução) acompanhará os eventos que irão ocorrer ao final de Espectros e será uma produção canônica no universo da série, mostrando os jovens heróis precisando se unir para resgatar a Rainha Perdita. Confira a sinopse oficial:

Rainha Perdita foi sequestrada! Misteriosos assaltantes blindados arrebataram a realeza de Vlatavan por baixo da Segurança dos Caçadores de Arqueiros, deixando o Arqueiro Verde e a Canário Negro envenenados e em coma no processo! unam-se e salvem Perdita!

Confiram as capas variantes e as primeiras páginas da minissérie:

Arte de Meghan Hetrick
Arte de Travis Mercer

Young Justice: Targets tem previsão de lançamento para 14 de junho, no DC Universe Infinite, chegando nas lojas físicas somente no dia 26 de julho.

Saúde mental de Ezra Miller, o Flash, preocupa executivos da Warner

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Em resposta a recentes polêmicas envolvendo o intérprete do velocista escarlate, Warner e DC teriam realizado uma reunião de emergência para decidir os próximos passos em sua colaboração com o ator Ezra Miller.

A reunião teria acontecido no último 30 de março, de acordo com uma fonte a revista Rolling Stone. O discutido durante a conferência não foi apenas o futuro de Ezra Miller com o estúdio, mas também como reagir após a recente prisão da estrela de Flash por conduta desordeira.

A fonte afirma que o consenso na sala foi fazer uma pausa em quaisquer projetos futuros envolvendo Miller, incluindo possíveis aparições no Universo Cinematográfico da DC.

O estúdio tem mais de um ano antes de tomar decisões sobre a possível sequência de The Flash, filme que ainda está na grade para sair em 2023.

Apesar das acusações de violência em um bar que levaram à prisão preventiva do ator, a fonte afirma que Ezra nunca teve explosões violentas no set de The Flash ou Animais Fantásticos 3, mas que costumava ter colapsos nervosos. O ator teria momentos de nervosismo consigo mesmo e chegava a afirmar em cena “não sei o que estou fazendo.”

Ezra teria um ano para buscar ajuda necessária se quiser continuar trabalhando com o estúdio.

The Flash chegará aos cinemas dia 23 de junho de 2023.

Phil Lord e Chris Miller irão produzir a série animada do Taxista Espacial

Os diretores Phil Lord e Chris Miller (Lego – O Filme) irão produzir uma série animada do Taxista Espacial para a HBO Max. (Via: DEADLINE)

A série, estrelada por Nicolas Cage, acompanhará as aventuras inusitadas do taxista em meio a imensidão do universo DC, dando carona para as mais diversas figuras mais desconhecidas da editora.

O elenco, recheado de estrelas, ainda contará com: Lucy Liu como Doutora Luz, Jenna Ortega como Princesa Ametista, Ryan Gosling como Homem-Animal, Chris Pratt como Novo Lobo, Timothée Chalamet como Cometa – O SuperCavalo, John Boyega como Besouro Bisonho, Morena Baccarin como OMAC, Robert Downey Jr como o Lanterna Laranja Larfleeze e Sarah Michelle Gellar como a legionária Saturnia.

A primeira temporada da produção será uma antologia de 10 episódios, de cerca 20 minutos cada. Sendo descrita pela dupla de diretores como “uma viagem alucinante pelos confins do universo DC“.

Taxista Espacial apareceu pela primeira em 1954, na edição de número 21, da revista Mistery in Space. Sendo uma criação de Otto Binder e Howard Sherman, e considerado por muitos como um dos personagem mais inusitados da DC Comics.

Brad Bird (Os Incríveis) e o brasileiro Lázaro Ramos (Medida Provisória) serão responsáveis pela direção dos episódios, que tem previsão de estréia para o segundo semestre de 2023.

E para todos que chegaram até aqui, um FELIZ 1° DE ABRIL :D!

Relevado o ator que interpretará o Manto Negro, na terceira temporada de Stargirl

O ator Tim Gabriel (Why Women Kill) foi escalado para viver Todd Rice, o alter ego do herói Manto Negro, na terceira temporada de Stargirl. (Via: EW)

Segundo as descrições, Todd estará morando nas ruas e procurando por sua irmã gêmea Jade (Ysa Penarejo) mas acabará caindo nas mãos do vilão Senhor Bones, e internado na The Helix Institute for Youth Rehabilitation. E, assim como nas HQs, o personagem será abertamente LGBTQIA+.

Nas HQs, Manto Negro apareceu pela primeira vez em 1983, criado por Roy Thomas e Jerry Ordway. Sendo filho do Lanterna Verde Alan Scott e da vilã Thorn, tendo a habilidade de manipulação das sombras. E, juntamente de sua irmã, é um membros fundadores da equipe Infinity, Inc.

A terceira temporada de Stargirl tem previsão de estréia para 2022, recebendo o subtítulo de “Aminimigos“.

Serviço de assinatura do DC Universe Infinite ganha previsão de lançamento no Brasil

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O DC Universe Infinite, serviço de assinatura de quadrinhos digitais oficial da DC Comics, poderá ser acessado no Brasil a partir da metade de 2022.

Os assinantes do serviço contarão com um acervo de mais de 25.000 títulos, incluindo o acesso antecipado a novos quadrinhos da Digital First, que incluem títulos como o grande sucesso Harley Quinn: The Animated Series: The Eat. Bang! Kill. Tour.

Nos EUA, o serviço possuí planos de assinatura mensal de $7.99 (cerca de R$37,89 reais) ou anual de $74.99 (cerca de R$355,70 reais), não funcionando fora do território estadunidense.

O DC Universe foi anunciado em 2017 como streaming dedicado a produção e acesso a séries, animações e filmes do catálogo da DC. Contudo, em 2020, toda a sua programação original migrou para a HBO Max, com o serviço sofrendo uma reformulação, adotando o nome de DC Universe Infinite, e tendo agora foco exclusivo nos quadrinhos da DC.

Informações adicionais como data oficial e preço ainda serão anunciados.

Cena deletada do filme do Batman revela o visual do Coringa; confira!

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Uma cena deletada do filme “The Batman” revela o visual do Coringa interpretado pelo ator Barry Keoghan. Confira:

 

“Batman” está em exibição nos cinemas.