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    #EspecialCrises | Crise Final: O dia em que o mal venceu

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    E chegamos em mais um capítulo do nosso #EspecialCrises! Perdeu algum? Clique e leia as duas primeiras partes!

    #EspecialCrises | Crise nas Infinitas Terras: O primeiro fim do mundo

    #EspecialCrises | Crise Infinita: O Multiverso como ele existe

    Agora, os rumos não apenas mudam o Multiverso mas abordam questões mais etéreas do universo DC como conhecemos, abordando os mistérios dos seres superiores denominados de ‘Os Novos Deuses’.

    Havia se passado dois anos após ‘Crise Infinita’ e o roteirista Grant Morrison teve uma ideia para uma saga que ele denominou como ‘Hipercrise’ no ano de 2003, porém, o evento acabou não sendo realizado e seus conceitos foram espalhados em ‘Seven Soldiers’, ’52’, ‘All Star Superman’ e no evento que conhecemos como a terceira grande crise, a Crise Final.

    Crise Final em si é uma história que envolveu uma grande quantidade de títulos, e em certos pontos da história se torna muito difícil de entender tudo o que foi contado ou a sua sequência, mas, pelo menos para conhecimento, é interessante ler estas histórias preparatórias mesmo que em alguns pontos exista algumas contradições entre tudo o que foi lançado. Agora o foco dos acontecimentos é na própria crise, assim se tornando uma leitura menos densa e de possível entendimento.

    O roteirista é conhecido por trabalhar conceitos mais amplos tendo como sua principal caraterística a pegada psicodélica na construção de sua narrativa, elementos que eu considero necessários para que se possa criar um evento do tamanho de uma Crise. No ano de 2007, o roteirista iniciou os trabalhos para o evento que é considerado como “o dia em que mal venceu” e tudo começa com a história preparatória ‘A Morte dos Novos Deuses’, uma colaboração para o evento escrita por Jim Starlin, contando sobre a grande guerra do Quarto Mundo entre os deuses bons de Nova Genesis, liderados pelo Pai Celestial e os maus de Apokolips, do tirano Darkseid  e seus aliados que, apesar da vitória, precisaram se fundir a Equação Anti-vida e reencarnando na Terra em corpos humanos.

    Após ‘A Morte dos Novos Deuses’, foi lançado entre 2007 e 2008 a ‘Contagem Regressiva para a Crise Final’, com 51 edições lançadas de forma decrescente até a edição DC Universe #0 que faz uma recapitulação de todos os momentos até o inicio da Crise. Muitos consideram os preparativos para esta saga confusos por algumas inconstâncias no relato dos eventos, mas também possui elementos que chamam a atenção como a existência de diversos Monitores vigiando suas versões da Terra e consequentemente o Multiverso, com o retorno da ameaça do Superboy Primordial causando destruição por onde passa na busca de uma Terra perfeita.

    E com este cenário, entre julho de 2008 e janeiro de 2009  é lançada Crise Final, roteirizada por Grant Morrison e apresentando um novo tipo de fim de mundo para o universo DC, um apocalipse que acontece a partir dos Novos Deuses liderados por Darkseid e a conquista da sua grande obsessão, a Equação Anti-vida.

    Como falei anteriormente na celebração de 5 décadas do vilão Darkseid, a Equação Anti-vida é o domínio sobre a vontade de todo o ser consciente, ou seja, se você não tem livre arbítrio, está morto. E é com este sonho de se impor sobre todo um universo que o Novo Deus, Darkseid, busca a Equação Anti-vida. Nesta história pudemos conhecer o que acontece quando o vilão tem o poder sobre a liberdade.

    A narrativa que tem um tom de mistério começa com o corpo de Órion sendo encontrado na Terra pelo detetive Dan Turpin, personagem já conhecido do universo do Quarto Mundo pela sua primeira aparição em ‘Novos Deuses #5’, em novembro de 1971. O detetive foi chamado para investigar o desaparecimento de um grupo de crianças e acaba encontrando o corpo de Órion que havia sido alvejado por uma bala de radion, elemento que é altamente nocivo aos Novos Deuses e por não estar em sua jurisdição, entrega o caso a dupla de Lanternas Verdes John Stewart e Hal Jordan. Um detalhe interessante aqui sobre a presença do Lanterna Stewart é que o personagem esteve presente em todas as Crises que haviam sido publicadas até o momento.

    Enquanto na Terra há esse mistério, outro se revela no observatório do Multiverso quando se tem o conhecimento da presença de 52 versões de Monitores que cuidam de seus respectivos universos e o julgamento de Nix Uotan, o monitor da Terra-51 que foi destruída pelo liberto Superboy Primordial, sendo rebaixado a um mortal por não ter conseguido salvar o seu universo protetor.

    Em dado momento da história, o Planeta Diário é atacado e Lois Lane acaba em coma pelos ferimentos. Clark decide ficar ao seu lado enquanto ela passa por este momento difícil, assim tirando o Superman da batalha. A trajetória do Homem de Aço em Crise Final acontece em Legião dos Três Mundos, quando o Superman viaja ao futuro para encontrar uma solução ao controle mental de Darkseid e ainda precisa lidar com uma segunda ameaça na forma do Superboy Primordial.

    Um elemento que é interessante na saga do Morrison que já comentei anteriormente, é a presença dos Novos Deuses entre os humanos e agindo as escondidas para a ascensão de Darkseid que agora se esconde em um corpo mortal e cria uma sociedade secreta liderada pelo vilão Libra, que reúne vilões para aumentar os números de tirano de Apokolips. E para provar que estão do lado de alguém poderoso, utilizam a cadeira do Metron para trazer o Caçador de Marte e assassinar o herói. A queda de Dan Turpin, que acaba se tornando o hospedeiro do vilão é marcante por colocar o novo deus em um patamar de onipresença, deixando claro que Darkseid está em tudo e em todos.

    Em Crise Final também é revelado que existe uma forma de combater a Anti-vida, este poder de resistência está no símbolo do Metron, que significa a sabedoria. Isso faz com que a história não seja apenas uma luta entre o bem contra o mal, ou entre mortais e seres divinos, mas sim uma luta entre a liberdade e o desejo de submissão.

    Diferente da Crise anterior, não há um foco tão grande sobre a quantidade de mortes de personagens importantes, mas sim na luta dos próprios heróis contra o poder quase imparável de Darkseid e seu exército de justificadores, pessoas que foram controladas pela Equação Anti-vida através de um capacete, tendo entre os personagens importantes que acabam sucumbindo, a Mulher-Maravilha e a Mary Marvel.

    Duas mortes relevantes na história são do Caçador de Marte que foi derrotado quando explorada a sua fraqueza ao fogo e a outra foi a do Batman, que havia sido sequestrado para que seu corpo fosse clonado criando um receptáculo da alma do Darkseid. Entretanto, nenhuma cópia foi capaz de lidar com a escuridão que habita o Cavaleiro das Trevas e o deus sombrio também não seria capaz de dominar seu corpo, pois encontraria uma grande resistência.

    O confronto entre Darkseid e Batman é divido entre o momento que o herói acerta um disparo com a mesma bala de radion que matou Órion e, após isso, vemos a morte do Cruzado Encapuzado para a sanção ômega do Tirano, um poder do vilão definido por ele mesmo como “a morte que traz a vida” e assim temos o herói derrotado. Após isso temos a chegada do Superman enfrentando o vilão e o levando a morte.

    O encerramento de Crise Final narra os momentos após a morte de Darkseid. Nix Uotan retomou seus poderes e descobriu o verdadeiro responsável pelo caos, sendo Dax Novu que se autodenomina Mandrakk [que posteriormente também é derrotado]. O Monitor que havia sido exilado usa a sua Terra destruída para criar o Quinto Mundo, iniciando um novo ciclo dos Novos Deuses.

    Os eventos pós-Crise Final são ligados a um epílogo que revela que Bruce Wayne não foi morto pela sansão ômega, mas viajou no tempo para o passado, encontrando o primeiro homem que recebeu a dádiva do fogo e o símbolo de Metron. Este arco de histórias é contado em “O Retorno de Bruce Wayne” e “Batman e Robin”. Neste período quem assume o papel do Batman e protege Gotham é Dick Grayson, sendo ele o cruzado encapuzado no evento “A Noite Mais Densa.”

    Crise Final é uma das histórias mais carregadas no aspecto de informações, devido a grande quantidade de eventos que acontecem simultaneamente e em diversas revistas mas, para um evento de Crise, é uma história importante que deu origem para um novo conceito de universo cósmico, e que futuramente seria lembrado em outras histórias e eventos.

    Jovens Titãs: Beast Boy | Com história simples e fácil de ler, HQ conta origens do Mutano

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    A autora Kami Garcia e o ilustrador brasileiro Gabriel Picolo se juntaram mais uma vez para contar a história de origem do Mutano, como ele ganhou seus poderes e como vai lidar com essas transformações em sua vida tão normal.

    Em Teen Titans: Beast Boy conhecemos Gar, um jovem que tem objetivos simples para o novo ano letivo, como ficar mais forte e conquistar a garota popular do colégio. Mas quando ele decide parar de tomar uma vitamina que os pais o obrigavam a tomar todo dia, coisas estranhas começam a acontecer e ele começa a perceber mudanças em seu corpo.

    Junto com essas mudanças, ele vai ganhando confiança e participa de desafios que estão viralizando na internet, como comer a pimenta mais ardida do mundo. E conforme ele vai se dando bem nas ‘tarefas’, vai ganhando mais e mais popularidade. Até que as coisas estranhas vão tão longe que ele toma a decisão de descobrir o que está acontecendo com ele, independente de onde isso irá leva-lo ou em quem ele vai confiar.

    A história de Beast Boy é bem simples, é fácil de acompanhar e tem um ritmo gostoso, leve e engraçado, bem no estilo do nosso protagonista. Vemos a relação dele com a família, mas principalmente com os dois amigos, Stella e Tank, que são tanto a voz da razão de um Gar bobo com a súbita fama, como as pessoas que vão apoiá-lo independente da esquisitice que esteja acontecendo com ele.

    Diferente de Raven que tem poucas cores, dando um tom mais sombrio para a história, aqui Picolo optou por trazer mais cores para os quadrinhos, transparecendo o humor do protagonista na arte. Vai ser interessante quando na próxima HQ que ele e a Kami Garcia vão trabalhar juntos ver como o brasileiro vai misturar as duas ideias, já que a história é o encontro do Mutano com a Ravena em Teen Titans: Beast Boy Loves Raven.

    Teen Titans: Beast Boy é uma boa HQ para quem já conhece a história de Gar, mas principalmente para quem ainda não sabe das origens do herói. A leitura é bem fluída, com desenhos limpos que ajudam a passar os sentimentos e humores, ideal para novos fãs e leitores, e aqueles que desejam se iniciar no mundo dos quadrinhos.

    Titãs | Revelado o traje da Blackfire para a terceira temporada da série

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    A 2ª temporada de ‘Titãs’ terminou com uma provocação da grande vilã da 3ª temporada, já que a Blackfire foi capaz de assumir o controle de alguém na Terra e se manifestar de forma física.

    Blackfire (interpretada por Damaris Lewis) vai representar uma grande ameaça para os Titãs e todo o bem que eles conseguiram fazer. Recentemente, foi liberado o primeiro vislumbre de Lewis no traje completo da Blackfire, com muitos detalhes legais. Confira:

    A roupa foi desenhada por LJ Shannon, e a arte conceitual foi criada por Gina DeDomenico. A foto foi tirada por Ben Mark Holzberg.

    Animado para a 3ª temporada? Diga para a gente nos comentários!

    Krypton | Nyssa Vex seria a Mulher-Gavião na 3ª temporada, caso série tivesse prosseguido

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    Nyssa Vex, a nobre-revolucionária kryptoniana interpretada pela atriz Wallis Day na série Krypton, teria sido revelada como uma Thanagariana, mais precisamente a personagem Mulher-Gavião, para a terceira temporada planejada da série. A informação é de acordo com um novo documento divulgado nas redes sociais pelo cineasta Ryan Unicomb, o diretor de um documentário sobre o filme cancelado “Liga da Justiça Mortal” do criador de Mad Max, George Miller.

    Unicomb, que viu uma prévia do roteiro montado pela sala de escritores de Krypton para uma possível terceira temporada que nunca aconteceu, postou os pontos em sua conta do Instagram, onde ele frequentemente posta sobre projetos de mídia não realizados, abandonados ou engavetados. Confira:

    Dentre os principais pontos, estão:

    • No início da temporada, Brainiac vem criando Jor-El na Terra há anos, e o preparando como uma arma perfeita.
    • Zod, abalado pelos efeitos do Zero Negro, torna-se primeiro um apoio e mais tarde um inimigo novamente para Seg e companhia.
    • Val tenta alcançar o homem enterrado dentro do Apocalypse, a fim de domesticar um pouco a besta.
    • Nyssa é thanagariana, não kryptoniana, e seu pai matou o verdadeiro Daron Vex e tomou seu lugar. Isso é o que a destina a ser a Mulher-Gavião.
    • Há uma subtrama de guerra Rann-Thanagar, bem como um vírus mortal vermelho movido a kryptonita em Krypton.
    • A temporada termina quando Apocalypse arrasta um Erradicador renegado para a Zona Fantasma, mas Zod emerge com Ursa e Non juntos.

    A série Krypton apresenta o herói da Terra atual Adam Strange (Shaun Sipos) viajar de volta no tempo para o planeta Krypton, pouco antes do nascimento de Jor-El (o pai do Superman). Lá, ele rastreia Seg-El (Cameron Cuffe) e o alerta que Krypton está prestes a ser destruída prematuramente por um vilão viajante do tempo conhecido como Brainiac, e que eles têm que impedi-lo, porque o neto de Seg será o maior herói que o universo já conheceu.

    A série foi cancelada após duas temporadas no canal SyFy. Recentemente o canal The CW adquiriu os direitos de exibição. A produção está disponível agora no streaming da emissora, o CW Seed.

    Naomi | Criador da personagem comenta sobre a introdução da heroína na Liga da Justiça

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    Brian Michael Bendis, criador da personagem Naomi, concedeu uma entrevista ao portal Newsarama sobre sua visão de Liga da Justiça #59, que será publicada no dia 16 de março e contará com a adição de sua personagem à equipe.   

    O artista se disse extremamente feliz por poder incluir Naomi para a formação da Liga da Justiça, pois ele acredita que a novata traga consigo uma grande quantidade de ideias e inovações e claro, novas ameaças. Ele declarou que o ponto principal da inclusão da personagem em suas histórias se deve não apenas à sua origem, mas todo o novo mundo e novos conflitos para o universo da DC.  

    “A Liga da Justiça é uma grande oportunidade para pisarmos no acelerador em algumas dessas coisas. Como em nossa segunda edição, estamos encontrando o mundo natal de Naomi para confirmar algumas novas verdades no universo DC.”

    Ao ser perguntado sobre as origens da personagem, Bendis novamente frisou que as ameaças oriundas do mundo natal de Naomi são extremamente poderosas em um nível que a Liga da Justiça precise intervir, afinal não poderiam lidar com elas isoladamente, mas como um grupo.

    “Então, essa é a lógica do que está atrás da porta é tão grande que você vai precisar de todos. E assim que Superman, Batman e Aquaman descobrirem o que está acontecendo no mundo natal de Naomi, eles terão que se envolver. E porque há alguns novos membros da equipe, é também uma oportunidade para eles experimentarem algumas coisas novas, ver as coisas de uma perspectiva diferente e encorajar a equipe a seguir em frente, incluindo essas perspectivas e experiências.”

    Ele declarou que vê cada membro da liga como protagonista, por isso poderíamos esperar histórias solo de outros personagens, como acontece com Naomi. Ele disse entender cada membro como um líder e todos eles possuem muitas histórias individuais, outros personagens ligados a eles e propósitos, por este motivo, em seu ponto de vista todos mereceriam ser retratados individualmente em histórias futuras.

    Por fim ele acrescentou que tudo que acontecerá na história da Liga da Justiça afetará Naomi diretamente, pois sua vida sofrerá grandes mudanças e a Liga é apenas um exemplo de uma delas. 

    A personagem será adaptada em live action a CW, porém ainda não existe uma data definida de estreia. (leia aqui)

    Superman & Lois | Primeiras impressões da nova série da The CW

    A nova série do Homem de Aço busca recuperar suas raízes na TV americana e continuar com seu reinado fortificado por suas séries anteriores. Com fortes influências em ‘Smallville’ (2001-2011) e ‘Man of Steel’ (2013), Superman & Lois não entrega nada exatamente original, mas consegue saciar até os mais incrédulos com um conteúdo o mais fiel possível entre as limitações do canal que a produziu.

    Quando anunciada, ‘Superman & Lois’, a quinta produção centrada no Superman feita exclusivamente para a televisão, não foi recebida exatamente com boas intenções. São mais de 10 anos após o episódio final da última série do herói, Smallville, que manteve um bom público fiel por 10 temporadas, alavancando a carreira de inúmeros artistas que passaram pela produção. Mas o anúncio não foi exatamente uma surpresa. Debutando pela primeira vez em um episódio da segunda temporada de Supergirl, Tyler Hoechlin chamou atenção o suficiente para retornar por mais vezes no seriado, se tornando um dos personagens principais dos famosos crossovers entre séries do canal. Logo com a popularidade, um seriado próprio para o personagem não seria impossível.

    Superman & Lois termina uma seca de conteúdo próprio em live action do Homem de Aço de quase 8 anos. O último filme, dirigido por Zack Snyder, estreou em 2013 em meio a críticas mistas mas com um grande apoio de fãs. E graças a esses fiéis seguidores, a mais recente produção da The CW ganhou um visual completamente diferente do restante do Arrowverso, que chega a assustar em comparação. A fotografia da série é o primeiro elemento que espanta logo no trailer, espelhando os tons cinzas e uniformes da produção de Zack Snyder, Superman & Lois carrega nas costas a influência e desejo de muita gente que clamava por uma continuação ao filme ‘O Homem de Aço’. É isso que a gente ganhou, e honestamente, é uma bela vitória.

    Para um piloto de uma série de ação, a produção de Greg Berlanti apresenta poucos momentos de pancadaria, dando espaço para o drama familiar dos Kent. Introduzindo os irmãos Jordan e Jonathan Kent, os filhos adolescentes de Lois e Clark nesse universo, somos levados por uma introdução com flashbacks sobre como nossos heróis chegaram até ali, passagens triviais de acontecimentos que estamos cansados de assistir, e coisas novas como o nascimento dos gêmeos e o relacionamento complicado entre Jordan e seus pais.

    Caso você seja familiarizado com qualquer historia moderna do Superman, Jordan não é um personagem que existe fora desse universo. Com o pé atrás, a série trata de apresentar o personagem inédito com mais cuidado. Ele é o filho mais isolado e sensível dos Kent, com uma personalidade mais fechada e insegura, completamente diferente do cheio de vida Jonathan, que não só existe nos quadrinhos do herói, como já carrega uma legião de fãs próprios com suas revistas ao lado de Damian Wayne pelos títulos ‘Super SonsAs Aventuras dos Superfilhos’.

    Apesar de centrar sua trama no drama familiar, Elizabeth Tulloch, a nossa Lois Lane, recebe pouco para fazer. Servindo de suporte para os filhos e sendo a voz da razão do marido, Lois transmite uma mulher confiante e segura, mas infelizmente só é dado a ela a opção de reagir aos acontecimentos ao seu redor nos 60 minutos do episódio inicial. A performance de Elizabeth se manteve firme do que foi entregue nos episódios crossovers do canal, o que torna a sua Lois bem inacessível. Espaço para o afloramento existe e provavelmente será explorado no futuro.

    Tyler Hoechlin é outro que tenta manter sua persona agradável já vista pelo Arrowverso, mas agora ele carrega uma série toda atrás de seu nome, e com muito mais tempo de tela, um espaço maior para notar certas falhas na sua versão do Homem de Aço está ali. Mas posso afirmar que nada se destaca mais na performance do ator do que assistir Hoechlin em ação. Um avanço gigantesco em efeitos especiais abraçam esse Superman com facilidade, e em comparação a Supergirl, outra série que necessita dos mesmos truques em VFX, Superman & Lois se torna o mais próximo de uma produção cinematográfica possível. O traje oficial do herói em cena ainda precisa de certos ajustes para se tornar algo para brilhar os olhos, como a versão do traje de Brandon Routh em Crise das Infinitas Terras um ano antes, ou as inúmeras versões já suadas pelo Henry Cavill dentro do DCEU.

    As referências ao universo do Homem de Aço então por todo lado, seja de uma fala retirada diretamente das páginas das HQ’s, ou uma cena clássica reproduzida aqui frame por frame, Superman & Lois promete tirar pelo menos alguns sorrisos de emoção dos fãs mais apaixonados do herói. Fica evidente que tudo foi produzido com carinho e cuidado, além de respeito pela arte e artistas que vieram antes e influenciaram essa e outras inúmeras produções.

    Superman & Lois é uma produção não exatamente original, mas que consegue sugar tudo que já foi feito de bom com personagens tão famosos e importantes, dando um giro para se enquadrar dentro de uma nova narrativa que promete acalmar a fome de quem pede por mais conteúdo do herói, mais qualidade nas produções da CW e maior otimismo na vida pessoal de um personagem tão clássico e importante para a cultura pop.

    Nota: 50/52

    Stargirl | Novo teaser da segunda temporada da série é revelado

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    A série ‘Stargirl’ da DC está voltando para a The CW em breve. A série foi renovada para uma segunda temporada em julho de 2020, quando também foi anunciado que a emissora The CW seria a casa exclusiva da produção, saindo da plataforma de streaming DC Universe.

    A produção da 2ª temporada já está em andamento, e um novo vídeo promocional foi revelado durante a estreia de “Superman & Lois” na noite da última terça-feira, confirmando que a série voltará no verão dos EUA, entre os meses de junho e setembro. A data exata de retorno ainda não foi compartilhada.

     

    Na semana passada, foi anunciado que John Wesley Shipp fará uma aparição na 2ª temporada como o Flash/Jay Garrick da Terra-2, um movimento que parece estabelecer ainda mais o lugar da Stargirl no Arrowverso de forma mais ampla.

    Constantine | Guy Bolton escreverá série solo do personagem para a HBO Max

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    Conforme o Deadline, a produtora Bad Robot de JJ Abrams está desenvolvendo uma série do Constantine para o streaming HBO Max com Guy Bolton no roteiro.

    O personagem está definido para ser escalado como um protagonista diversificado, diferente daquele interpretado por Matt Ryan na série da NBC, que foi ao ar por uma temporada entre 2014-15. Essa série foi desenvolvida por David Goyer e Daniel Cerone baseada no personagem da DC Comics, John Constantine, um exorcista britânico e detetive do ocultismo que caça atividades sobrenaturais.

    Ryan também apareceu em Arrow da CW e como personagem regular em Legends of Tomorrow, tudo parte do Arrowverso.

    Bolton é um escritor do Reino Unido. Ele já escreveu dois livros, The Pictures, que foi vendido para a Hell or High Water e Outlaw King, do diretor David Mackenzie e sua produtora Sigma Films para uma adaptação em longa. Ele também está trabalhando em The Croupier, um roteiro piloto original que está em desenvolvimento com o produtor de Gentleman Jack, Lookout Point e Sky.

    Superwoman Renascimento | Escritor lamenta o cancelamento da edição na época e comenta nota de supervisores para “apelar mais aos eleitores de Trump”

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    O escritor da edição “Superwoman” na fase DC Renascimento, Phil Jimenez, foi até o Instagram para fazer um desabafo sobre a trama que estreou em outubro de 2016 e foi cancelada no dia 18 de janeiro de 2018, concluindo ao todo com 18 edições na época.

    No texto ele relembra com saudosismo a oportunidade mas lamenta questões criativas pessoais que não avançaram, além de um pedido “especial” dos seus superiores, para que apelasse mais aos eleitores do ex-presidente Donald Trump.

    Confira abaixo a publicação de Jimenez:

    “Ah, #Superwoman. Que aventura estranha você foi. Eu tinha grandes esperanças para este projeto – planejei cerca de dois anos de histórias com Lana, Lois, Steel, Natasha, Traci, Lex e o resto da gangue: triângulos amorosos e abuso de drogas; exploração de mulheres, amizade, aliados e suas interseções com raça e classe…” inicia Jimenez no texto

    “Infelizmente, minhas próprias questões criativas/pessoais, misturadas com convulsões/batalhas nos bastidores e um enorme patch de continuidade para o universo Superwoman que rendeu meu primeiro par de arcos não canônicos, antes mesmo de serem concluídos (além de uma nota dos superiores para em que nós deveríamos apelar mais aos eleitores do Trump) me aniquilou. Sei que o primeiro problema causou um grande rebuliço e gostaria de ter visto a história original até o fim (uma história comum em meus últimos anos na DC Comics, eu sei). Dito isso, eu nunca na minha vida pensei que poderia trabalhar com o Superman ou seu universo, e foi uma grande oportunidade e uma verdadeira honra.” disse o autor.

    Lembrando que na época, Jiménez, famoso por seu trabalho em títulos como Mulher-Maravilha e Crise Infinita, foi originalmente escolhido como escritor e artista não fixo da série, mas logo cedeu seu lugar ao escritor K. Perkins, enquanto os outros artistas na rotação assumiram mais trabalhos.

    Liga da Justiça Snyder Cut | Site indica quem será o personagem que ‘explodirá a mente dos fãs’ nas cenas finais do filme

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    Em uma recente entrevista, Snyder comentou que haverá uma participação em ‘Liga da Justiça Snyder Cut’ que “explodirá a mente dos fãs”, e não demorou muito para surgir as apostas pobre o nome desse personagem. As pessoas imediatamente pensaram que seria o Lanterna Verde, especialmente porque havia rumores de que ele fazia parte do filme original, mas uma fonte próxima ao projeto disse ao site Io9 quem será esse personagem misterioso.

    — Alerta para um possível spoiler abaixo. Leia e assuma o risco! —

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    De acordo com a fonte, o personagem será o Caçador de Marte. Algo que não é tão surpreendente, porque já sabíamos que ele estava no filme. O ator Harry Lennix revelou recentemente que reprisaria seu papel em “Liga da Justiça Snyder Cut”, e que deveria se transformar no Caçador de Marte. Agora, ele finalmente será capaz de fazer esse sonho acontecer, e parece que essa transformação ocorrerá na filmagem que ele fez para a sequência final da produção.

    O filme “Liga da Justiça Snyder Cut” será lançado no Brasil no formato PVOD, no dia 18 de março.