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Stargirl | Primeiras impressões da segunda temporada

Courtney Whitmore e a juvenil Sociedade da Justiça dão início ao seu segundo ano com uma atmosfera mais obscura e lidando com as consequências e traumas da temporada passada. Tudo isso enquanto vemos o despertar do aterrorizante vilão “Eclipso” e os primeiros passos da criação de uma nova Sociedade da Injustiça, comandada por Cindy Burman, uma possível aliada. 

Os minutos iniciais do primeiro episódio, intitulado “Summer School: Chapter One”, já começam construindo a ameaça que representa Eclipso, em uma sequência que se destoa do habitual da série, com uma fotografia voltada para cores frias e usando de elementos de horror para criar uma sensação de desconforto e medo, mostrando uma das vítimas do terrível vilão. 

Nas HQ’s, Eclipso é a encarnação da Ira de Deus e do Anjo da Vingança, sendo capaz de possuir indivíduos que entram em contato com fragmentos de seu diamante negro, se alimentando dos pecados da humanidade, sendo a personificação absoluta das sombras e da corrupção. A presença do vilão nessa temporada, deve apresentar conflitos mais íntimos, com os protagonistas sendo obrigados a enfrentar os seus próprios demônios, algo que já está sendo plantado aos poucos. 

Apesar da grande vitória, muitas pontas soltas foram deixadas em aberto após a derrota da antiga Sociedade da Injustiça, muito disso pelo forte protagonismo da Courtney no primeiro ano, que não permitiu um aprofundamento no arco dos coadjuvantes. E, pelo primeiro episódio, percebesse um cuidado maior dos roteiristas nesse aspecto. Cada um dos membros da SJA tem seu momento de destaque e podemos ver que as coisas estão longe de estarem bem. 

Yolanda Montez (Yvette Monreal) está sendo assombrada pela culpa de ter matado Brainwave durante o confronto final e busca refúgio em sua religião. Beth Chapel (Anjelika Washington) vê de longe fim de sua família perfeita, enquanto se sente abandonada por todos a sua volta. E por fim, Rick Tyler (Cameron Gellman) se mostra frustrado com a sua vida como super-herói e começa a ter um tipo de “amizade” com Solomon Grundy, o gigantesco zumbi responsável pela morte de seus pais.  

Enquanto isso, Courtney se mostra resiliente em dar um tempo de sua vida como heroína e começa a caçar os perigos em todos os lugares, o que acaba causando atritos entre ela e os seus pais. Algo que se intensifica após a mesma descobrir que precisará fazer aulas de verão para compensar as notas baixas que recebeu durante o ano, e isso acaba estragando a road trip familiar. 

Ao final do episódio, algumas surpresas e dúvidas são apresentadas. Temos um pequeno vislumbre de Sylvester Pemberton, o antigo Starman, a procura de Pat Dugan (Luke Wilson), a apresentação de Jade (Ysa Penarejo), filha do Lanterna Verde Alan Scott, que se apossa da antiga lanterna e anel de seu pai, e vemos também Cindy Burman (Meg DeLacy) voltando a cidade com planos de recrutar novos membros para a sua Sociedade da Injustiça, que incluem Cameron Mahkent, o filho do Geada, Artemis Crock, filha da Tigresa e do Mestre dos Esportes e, para a grande supressa dos fãs, Mike Dugan, o meio irmão de Court. Além de estar na posse do Diamante Negro. 

O episódio serviu para dar o novo clima da temporada, que deve ter arcos com mais espaços e intimistas, dando foco para um número maior de personagens. A mudança da série para a The CW não causou nenhum prejuízo aparente na qualidade visual, mas é notável que as cenas de ação não estão tão presentes quanto no ano anterior, o que pode acabar sendo benéfico no fim das contas, precisando a produção ter um cuidado ainda maior com os diálogos e as interações entre os personagens. 

No geral, foi um ótimo começo de temporada, que ainda irá apresentar uma gama de novos personagens, incluindo o vilão Sombra e o jovem herói Jakeem Thunder, o novo portador da caneta com o Thunderbolt. 

Lucifer | Trailer da sexta e última temporada é revelado

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A Netflix lançou o trailer oficial da sexta e última temporada da série LuciferConfira abaixo:

A Netflix descreve a última temporada de Lucifer da seguinte forma:

“É isso, a temporada final de Lucifer. De verdade desta vez. O próprio diabo se tornou Deus … ou quase. Por que ele está hesitando? E conforme o mundo começa a se desfazer sem um Deus, o que ele fará em resposta? Junte-se a nós enquanto dizemos um adeus agridoce a Lucifer, Chloe, Amenadiel, Maze, Linda, Ella e Dan. Traga lenços.”

A última temporada de Lucifer estreia no dia 10 de setembro na, Netflix.

O Esquadrão Suicida | Artes conceituais do filme revelam que o Exterminador estaria no lugar do Sanguinário

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Novas artes conceituais de “O Esquadrão Suicida” revelam que o Exterminador estaria no lugar do Sanguinário de Idris Elba. Confira:

Não está claro por que James Gunn ou a DC decidiram remover o Exterminado de “O Esquadrão Suicida”. Gunn mencionou anteriormente que ele gosta de trabalhar com personagens que nunca foram retratados antes. Além disso, o relacionamento de Sanguinário com sua filha serviu como um componente emocional chave que beneficiou o filme. 

Também não há certeza sobre essa versão do Exterminador. É possível que seja a versão do DCEU, do ator Joe Manganiello ou não. Outra possibilidade é que o estúdio tenha outros planos para esse vilão e por isso não foi utilizado no filme.

Escrito e dirigido por James Gunn,  “O Esquadrão Suicida” é  estrelado por Margot Robbie, Idris Elba, John Cena, Joel Kinnaman, Sylvester Stallone, Viola Davis, Jai Courtney, Peter Capaldi, David Dastmalchian, Daniela Melchior, Michael Rooker, Pete Davidson, Nathan Fillion, Sean Gunn, Flula Borg, Mayling Ng, Tinashe Kajese, Steve Agee, Jennifer Holland, Alice Braga, Juan Diego Botto, Joaquin Cosio, Storm Reid e Taika Waititi.

Filme está em exibição nos cinemas.

Batman Urban Legends 6 | DC Comics indica que o Robin de Tim Drake é bissexual nos quadrinhos

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Através do título lançado recentemente nos EUA, ‘Batman: Urban Legends #6‘ de Chip Zdarsky e Joshua Williamson, a DC pode ter confirmado que o Robin ‎Tim Drake é bissexual.

Há dois meses, ‘Batman: Urban Legends #4′ apresentou Tim Drake, o Robin, na história “The Sum Of Its Parts” de Meghan Fitzmartin, Belen Ortega e Alejandro Sanchez. Com Tim Drake olhando para seus planos futuros, reavaliando sua vida, com Barbara Gordon dizendo a ele que “o que você descobrir vai te mudar.” Ele estava se encontrando com um velho amigo, Bernard, que apareceu pela última vez há muito tempo. Houve alguns comentários excitantes nas redes sociais entre os fãs, mas parecia muito inocente, mesmo com calças tão justas. Seriam apenas dois velhos amigos se encontrando novamente depois de anos.

Tim e Bernard se encontram, se abraçam e conversam … mas as elipses ficam suspensas no ar. Claro, naquele momento, Bernard é sequestrado pelo bandido com quem Drake poderia estar lidando, mas não estava. Mas em “Batman: Urban Legends #5″ lançado no mês passado nos EUA, há um pouco menos de texto e um controle mais óbvio sobre o que estava acontecendo. Com a Spoiler enfatizando seu antigo relacionamento…

No contexto do título, os pais de Bernard nunca gostaram de Tim Drake e queriam uma vida “perfeita” para seu filho. Tim liga para Conner Kent para pedir conselhos e descreve Bernard como “um … amigo” –pesando nas reticências novamente. A parte final da história foi publicada hoje nos EUA. Exceto que não será nem de longe o final definitivo quanto alguns gostariam e pode muito bem sublinhar o conceito de “queerbait”. Primeiro, como Robin, Tim Drake resgata Bernard, embora ele não precise de muitos resgates, ao que parece, mesmo que ele admita ser obcecado pelo Robin (o que é uma informação a se ressaltar nesse contexto).

E embora Bernard indica não saber que Tim Drake é o Robin, ele claramente sabe. Então ele usa uma linguagem muito específica. Mesmo em Gotham, um encontro é um encontro. E na conclusão, Tim Drake fica feliz em devolver a palavra escolhida. Tim Drake tem um encontro oficial com Bernard. Não há nenhuma certeza do que está acontecendo. Tim Drake será retratado como um jovem bissexual? O público terá que esperar uma resposta definitiva no lançamento do título “Batman: Urban Legends #10″ – que a DC Comics publicará em dezembro de 2021, nos EUA.

Via: [Bleeding Cool].

Patrulha do Destino | Teaser e data de estreia da terceira temporada são revelados!

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O streaming HBO Max lançou o primeiro teaser da terceira temporada de ‘Patrulha do Destino’. Confira:

O vídeo também revela a data de estréia da 3ª temporada da série. A nova temporada chegará no dia 23 de setembro, com os três primeiros episódios sendo lançados de uma só vez na HBO Max. Posteriormente, episódios semanais no streaming. O destaque do trailer é a presença do Cérebro e Monsieur Mallah.

Confira a sinopse:

“A terceira temporada começa no culminar do confronto de Dorothy (Abi Monterey) com o Candlemaker, que a leva a uma perda devastadora. A Patrulha do Destino está em uma encruzilhada difícil e cada membro luta para enfrentar quem eles são e quem eles querem ser. E outras coisas ficam muito mais complicadas quando Madame Rouge (Michelle Gomez) chega em uma máquina do tempo com uma missão muito específica, se ela pudesse se lembrar dela.”

A terceira temporada de ‘Patrulha do Destino’ estreia na HBO Max no dia 23 de setembro.

Especial Esquadrão | De estrela do filme ‘O Esquadrão Suicida’ a um futuro cheio de surpresas, saiba o que esperar da Arlequina a seguir!

Quando falamos em adaptações, sabemos que é quase impossível agradar todos os fãs de certa obra ou personagem, ainda mais quando estamos falando de uma adaptação de quadrinhos, mas podemos afirmar sem dúvidas, que a personagem que mais chega perto desse feito hoje em dia é a Arlequina, interpretada pela atriz Margot Robbie. “O Esquadrão Suicida” é o terceiro filme da atriz vivendo a personagem, o que de certa forma completa um ciclo e nos faz refletir sobre toda a sua jornada até aqui e especular o que o futuro guarda para a anti-heroína mais amada dos cinemas.

Como a própria intérprete da personagem disse em entrevistas, os filmes da DC não são necessariamente conectados de forma linear, assistir a eles é como ler um quadrinho, você pode se lembrar das aventuras e acontecimentos da última vez que leu uma história com certo personagem, mas quando você abre outra HQ ele pode estar completamente diferente ou em outra fase de sua vida. Sendo assim, podemos supor que a Harley desse filme já passou pelos acontecimentos de Esquadrão Suicida (2016) e Aves de Rapina (2020), e agora está vivendo uma fase totalmente nova onde ela se vê longe de vez da influência do Coringa– e até debocha dele com sua nova jaqueta- porém volta a responder à impiedosa Amanda Waller.

“Viva rápido morra palhaço.”

Falando no visual da personagem, nesse filme Harley usará pela primeira vez nas telonas roupas com suas cores clássicas, vermelho e preto, além de ter um uniforme mais fiel aos quadrinhos do que nunca, mas que também é fortemente inspirado nos visuais da personagem nos jogos da franquia Batman Arkham e Injustice. Além disso, ela não terá mais a tatuagem escrito “rotten” (podre) no rosto, decisão conjunta do diretor e da atriz, o que pode significar que a fase mais gângster e vilanesca da personagem vista no filme de 2016 ficou para trás.

Mas não foram só as cores da personagem que James Gunn pegou da Arlequina clássica de Batman: A Série Animada, sempre que surge oportunidade o diretor comenta como os trabalhos de Paul Dini com a personagem o guiaram na hora de escrever a personalidade dela nesse filme. Ao The New York Times, Gunn disse que a Arlequina merece tanto destaque quanto a trindade da DC -Batman, Superman e Mulher-Maravilha- o que reforça seu amor pela personagem que segundo ele, é de suma importância no filme. Além de amar Harleen Quinzel, o diretor vive rasgando elogios a Margot Robbie, chegando a afirmar em diversas ocasiões e entrevistas que ela é a melhor atriz com que ele já trabalhou.

Sabemos que a Arlequina estará mais fiel do que nunca a sua versão original e que ela terá grande importância no longa, mas afinal, o que será que podemos esperar dela nessa história? Bom, em entrevista ao AP News, James Gunn revelou que a maior cena de ação que ele escreveu em sua carreira está nesse filme e que ela pertence a Harley. Segundo o diretor, as habilidades atléticas de Margot- que faz a maioria de suas cenas de ação sem a ajuda de dublês- ajudaram muito nesses momentos.

Levando em conta o que já foi revelado nos trailers e vídeos de divulgação, podemos teorizar que veremos duas equipes da Força Tarefa X em ação no filme e que nossa anti-heroína estará nas duas. Provavelmente a primeira será composta por Capitão Bumerangue, Rick Flag, Mongal, Savant, Weasel, Blackguard, Javelin, TDK e Arlequina, e eles fracassarão em sua missão em Corto Maltese, levando Amanda Waller a ativar uma outra equipe- provavelmente integrada pelo Pacificador, Sanguinário, Caça-Ratos 2, Homem das Bolinhas e o Tubarão-Rei- para completar a missão. A grande cena de ação de Harley tem grande chances de acontecer antes dela se juntar à segunda equipe, provavelmente no momento em que a personagem arquiteta sua fuga de onde seus inimigos a prenderam.

De acordo com James Gunn, a Warner deu permissão para ele matar qualquer personagem que quisesse no filme, o que deixou muitos fãs da Arlequina preocupados imaginando se esse seria o fim da palhacinha. Porém, dado o amor de Gunn pela personagem e o fato de que ele fez questão de tê-la no filme, mesmo a Warner o deixando completamente livre para escolher seu elenco, é pouco provável que isso irá acontecer, mas nunca se sabe…

Outra peculiaridade de Harley no filme, dessa vez destacada pelo produtor Peter Safran e pela designer de produção Beth Mickle, é que a personagem terá uma visão especialmente sua do mundo e que teremos a oportunidade de desfrutar um pouco dela. Podemos perceber isso nos vídeos divulgados quando a anti-heroína atinge um de seus inimigos com uma lança e uma porção de flores sai dele ao invés de sangue, além de ver por toda sua volta essas mesmas flores com inscrições e desenhos pelas paredes.

Agora chegamos no momento de especular sobre o futuro, após “O Esquadrão Suicida”…

Em entrevista para a Entertainment Weekly, Margot disse que espera dar uma pausa nas interpretações da Arlequina por hora e que não tem nada certo de quando irá retornar a interpretar a personagem. Porém, em um momento de perguntas e respostas com fãs em seu Instagram, James Gunn revelou já ter discutido ideias de um novo projeto envolvendo a Harley com a atriz. Ela mesma também já chegou a comentar que está a todo momento falando para a Warner Bros que quer ver sua versão da Arlequina encontrando com a Hera Venenosa e que quer desenvolver a relação das duas personagens nas telas dos cinemas.

As críticas especializada em geral rasgou elogios tanto a personagem quanto a atriz em “O Esquadrão Suicida”, então, só o que nos resta é esperar para que as negociações ocorram e que a Warner dê sinal verde o mais rápido possível para um novo projeto envolvendo a personagem vivida por Margot, quem sabe até mesmo com James Gunn na cadeira da direção ou envolvido na produção.

E com esse texto, encerramos o Especial Esquadrão do Terraverso, falando sobre todos os personagens. Confira nossa crítica sobre “O Esquadrão Suicida” -neste link-. Filme está em exibição nos cinemas.

O Esquadrão Suicida | James Gunn revela final alternativo com a morte de um dos personagens principais

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Atenção, o texto abaixo conterá spoilers de “O Esquadrão Suicida”. 

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A Warner Bros. deu carta branca ao diretor James Gunn para matar qualquer personagem que ele quisesse no filme “O Esquadrão Suicida”, mas, há um personagem que Gunn afirma que ele “simplesmente não conseguia matar” – então ele mudou o final do filme.

Quando a Amanda Waller (Viola Davis) recruta uma nova Força-Tarefa X para uma missão suicida, que deverá se infiltrar em Corto Maltese, um país controlado por um ditador, ela monta um esquadrão de supervilões dispensáveis, incluindo a Arlequina (Margot Robbie) e o assassino Sanguinário (Idris Elba). A missão leva então o Esquadrão Suicida contra o Starro – uma estrela do mar alienígena conquistadora de planetas – e a criatura esmaga o Homem das Bolinhas (David Dastmalchian) antes de ser derrubado pelos ratos controlados pela Caça-Ratos 2 (Daniela Melchior).

Gunn nunca planejou matar a Arlequina ou Sanguinário, mas na sua proposta original para o filme, terminariamos somente com duas baixas na equipe, durante o terceiro ato; Rick Flag (Joel Kinnaman) e Caça-Ratos 2.

“Houve uma mudança. O final original que eu lancei, um personagem principal morreria e outro personagem principal não morreu. E o personagem principal que morreu foi a Caça-Ratos 2.”, Gunn disse à Variety . “Ela foi tão doce e eu senti que seria algo muito pesado. Não que gostamos menos do Homem das Bolinhas. Amamos ele também, mas eu simplesmente não consegui [matar a Caça-Ratos 2. Então cedi.”

Depois de sobreviver ao “O Esquadrão Suicida , a atriz Daniela Melchior espera retornar ao DCEU como uma supervilã “de verdade”.

“Ela teve a oportunidade de falar sobre seu pai, então, eu adoraria ver um pouco mais sobre isso.”, disse Melchior ao Entertainment Tonight sobre o seu futuro na DC. “Mas eu adoraria também ver a Caça-Ratos 2 aprendendo com, não sei… por que não o Sanguinário? Como atirar com uma arma, como lutar com alguém, eu adoraria ver sua estreia como uma supervilã de verdade.”

“O Esquadrão Suicida” está em exibição nos cinemas.

Via: [ComicBook].

The Flash | Toda corrida tem uma linha de chegada: está na hora da série acabar

No ano de 2013, o perito forense Barry Allen apareceu pela primeira vez no universo televisivo da DC que o canal americano The CW começava a construir, com participações pontuais nos episódios 2×08, 2×09 e 2×20 de Arrow. Neste último, foi mostrado ao público como o personagem adquiriu seus poderes de super-velocidade, servindo como pontapé inicial para sua série solo, que estreou no ano seguinte.

Barry Allen fez sua estreia em Arrow antes de ter sua série solo.

Não demorou muito para que The Flash caísse no gosto do público do canal e logo se tornasse sua série de maior audiência, posto que manteve durante um bom tempo. Isso se deve em parte pelo tom jovial e descontraído que o show carregava, tendo um bom diálogo com a audiência mais jovem da The CW, em contraponto à perspectiva soturna e realista que Arrow possuía, muito ainda sob influência do recente sucesso da trilogia O Cavaleiro das Trevas, de Christopher Nolan.

Porém, apenas isso não explica o sucesso que The Flash teve em suas temporadas iniciais. O canal foi muito feliz na escolha de um protagonista extremamente carismático e um elenco que se enquadrava bem na proposta da série, além de uma equipe de produção que parecia saber o que queria fazer e como explorar, ao menos inicialmente, as potencialidades do personagem. Depois de anos de filmes e séries de super-heróis povoando o cinema e a TV, o público do canal estava pronto para uma série mais colorida, espalhafatosa e que não teria receio de abordar temas considerados nichados, como viagem no tempo e multiverso.

Não fugindo do estereótipo do herói clássico, Barry Allen possui uma infância trágica, tendo sua mãe sido assassinada quando ele ainda era criança e seu pai condenado pelo crime que não cometeu. Como não poderia ser diferente, em sua temporada de estreia a série teve como vilão principal o Flash Reverso, principal antagonista do velocista escarlate e verdadeiro responsável pelo assassinato de Nora Allen. Todo o desenvolvimento da primeira temporada se dá no entorno da verdadeira origem do personagem e pelo grande mistério que envolvia a real identidade do “homem do traje amarelo”, com episódios e ganchos que conseguiam manter a audiência interessada.

O homem do traje amarelo: Flash Reverso foi o vilão da primeira temporada da série.

É verdade que a série sempre teve seus problemas e limitações; uma delas é o próprio formato e seu contexto televisivo. The Flash é uma série de TV aberta nos Estados Unidos, o que significa que ela deve preencher o calendário de outono (Fall Season) do canal, com temporadas que possuem entre 20 e 23 episódios, em geral. Em termos práticos é quase impossível manter um fio narrativo único que se estenda ao longo de 20h de duração, o que acaba fazendo com que esses seriados apelem para um formato bastante tradicional, os episódios procedurais, que utilizam os “vilões da semana” para preencherem tempo de tela e desenvolvem o arco principal a conta-gotas, diluído ao longo da temporada.

Outro problema que a série enfrenta desde o início é a pobreza e a falta de criatividade do roteiro na construção e resolução dos conflitos dos personagens. Os tradicionais e frequentes discursos motivacionais para mobilizar o protagonista em um momento de dificuldade logo se tornaram piada na internet. As discussões mais acaloradas dos membros do “Time Flash”, que todas as vezes terminam com algum deles deixando a sala com os nervos à flor da pele, ao passo que alguém o segue para acalmar os ânimos, também. Esse tipo de ferramenta realmente passa a incomodar quando é consistentemente utilizada em todos os episódios ao longo de sete temporadas.
Nos três primeiros anos a equipe criativa da série utilizou outros velocistas como antagonistas principais, com Flash Reverso, Zoom e Savitar, fazendo as honras de grandes vilões. Este recurso, onde protagonista e antagonista possuem habilidades espelhadas facilita a criação de cenas de embates entre os personagens e também torna mais simples a transmissão da noção de bem contra o mal.

A partir da quarta temporada, a produção da série havia entendido que a fórmula velocista-contra-velocista tinha se esgotado e tentaram partir para antagonistas que possuíam habilidades diversas do Flash, utilizando vilões como Pensador e Cicada. Coincidência ou não, a série nunca mais conseguiu engajar seu público e produzir vilões tão carismáticos e ameaçadores quanto o Flash Reverso de Tom Cavanagh foi na primeira temporada do seriado, dada a excepcional performance do ator no papel e a íntima relação do seu personagem com o protagonista.

O ator sul-africano Neil Sandilands interpretou Clifford DeVoe, o Pensador, na quarta temporada de The Flash.

Há algumas temporadas, a The CW tem utilizado em The Flash uma alternativa que tem o potencial de reduzir os problemas das temporadas excessivamente longas, que consiste basicamente em sua subdivisão ao meio, em dois arcos distintos, separados pela pausa nas gravações que ocorrem entre o natal e o ano novo. Dessa forma, as partes A e B da temporada contam com aproximadamente 10 episódios para apresentação, desenvolvimento e conclusão de um arco específico, o que supostamente deveria facilitar a criação de uma narrativa mais coesa e interessante para o público. Digo supostamente pois nem assim a atual equipe de roteiristas e produtores de The Flash pareceu ser capaz de contar uma história cativante e, cada vez mais, demonstram não saber para onde querem levar o personagem.

Vou utilizar como exemplo o final da sexta temporada da série, onde um dos principais plots foi a destruição da Força de Aceleração e a progressiva degradação dos poderes de supervelocidade do Flash. Ao longo da temporada, uma ideia interessante foi apresentada: Barry Allen decidiu criar uma Força de Aceleração “artificial”, tal qual seu arquirrival Flash Reverso foi obrigado a fazer quando produziu a Força de Aceleração Negativa. A premissa, interessante por sinal, ditou o tom dos episódios enquanto os membros do Time Flash sempre esbarravam em obstáculos que impediam a criação de uma Força estável, e o drama da perda dos poderes pelo protagonista ficava cada vez mais evidente.

Quando finalmente foram bem sucedidos em produzir a tal Força de Aceleração Artificial, logo perceberam que Barry Allen havia sido “contaminado” por ela, se tornando excessivamente racional e perdendo sua essência passional; novamente uma boa premissa. Eis que os membros da equipe resolvem destruir a Força que haviam criado e, num passe de mágica, o casal Barry e Iris recriam uma Força de Aceleração orgânica a partir do, acreditem se quiserem, “amor que sentem um pelo outro”. Para fechar com chave de ouro, a temporada se encerra com uma grande redenção da vilã Eva McCulloch, uma versão feminina do Mestre dos Espelhos, que decide viver feliz para sempre no mundo espelhado.

A Força de Aceleração foi recriada a partir do “amor” entre Barry e Iris. Pois é.

Neste momento é normal que você esteja sentindo um pouco de vergonha alheia; você não está sozinho(a). Foi assim mesmo, em 5 (cinco) minutos, que o que poderia ter sido um arco de temporada minimamente intrigante foi jogado no lixo e o “problema” resolvido de forma simplista e profundamente embaraçosa, tirando completamente o peso de todas as decisões que haviam levado os personagens até ali. Sequer vou entrar no mérito de que essa recriação da Força de Aceleração plantou a semente para o arco das Forças da Natureza contado na primeira metade da sétima temporada, onde Barry e Iris foram retratados como “pais” das mesmas, no sentido literal da palavra, uma das coisas mais constrangedoras que assisti nos últimos tempos.

Assistir os episódios finais da sétima temporada foi um exercício desafiador. Em diversos momentos me peguei involuntariamente revirando os olhos para o nível raso dos diálogos, algumas atuações sofríveis e a péssima qualidade dos efeitos especiais. Estes últimos jamais foram um primor, porém, sempre entregaram um mínimo necessário para não serem o alvo principal de críticas. Parece-me claro que houve uma brusca redução de orçamento na série, possivelmente dado à perda de receita por conta da pandemia e às restrições de equipe nos sets de filmagem, mas também pela evidente concentração de esforços em novos títulos da The CW, como a bem-sucedida Superman & Lois.

Basta dizer que o embate final da temporada, que uniu os arquirrivais Flash e Flash Reverso contra uma ameaça em comum, que poderia ter nos oferecido excelentes cenas de briga em alta velocidade, acabou terminando em uma luta de “sabres-de-raio” bizarra demais para ter sido verdade.

Flash e Flash Reverso vs. Godspeed: um momento Star Wars sem apelo.

Na temporada de outono deste ano, The Flash entrará naquela que será sua oitava e, espero, última temporada. Não quero parecer ingrato com o legado da série, que nos entregou algumas boas temporadas iniciais, impulsionou a popularidade do protagonista e de suas habilidades e nos proporcionou versões em live action de vilões que imaginávamos talvez nunca ver, como Gorila Grodd. De toda forma, isso não apaga os péssimos anos recentes da série e tampouco os muitos erros, para não dizer desrespeitos, cometidos na adaptação de arcos clássicos, em especial Ponto de Ignição.

Inegavelmente The Flash está em sua fase de declínio e, embora isso seja apenas natural, insistir em postergar o inevitável fim só faz com que os bons momentos que ela nos proporcionou se tornem memórias cada vez mais distantes e os sucessivos erros que se acumulam comecem a manchar o próprio legado que o seriado produziu. O retorno do Flash Reverso no episódio final da recém-finalizada temporada entregou à atual equipe de produção um elemento essencial para dar à série o final que ela e os fãs merecem. Espero que possam fazer bom uso dessa oportunidade.

Especial Esquadrão | Conheça mais sobre a origem do Starro e vem ficar ‘Starrizado’ você também!

Darkseid? Legião do Mal? Sindicato do Crime? Não! O primeiro vilão da Liga da Justiça foi o Starro! Mais conhecido como Starro, O Conquistador, o grande vilão do filme “O Esquadrão Suicida” deu as caras pela primeira vez na HQ ‘The Brave and the Bold #28, lançada nos primeiros meses de 1960. A HQ contou com roteiro de Gardner Fox e arte de Mike Sekowsky, sendo marcada pela estreia da Liga da Justiça, que enfrentou seu primeiro vilão como equipe, o grande Starro, O Conquistador!

Starro é pertencente a uma raça alienígena conhecida como Conquistadores Estelares, onde todos tem o formato de uma gigante estrela do mar, com um enorme olho bem no centro de seu corpo. Em sua primeira aparição, Starro chega ao planeta Terra com o objetivo de dominá-lo, e acaba sendo impedido pela Liga da Justiça da América, então composta por Aquaman, Mulher-Maravilha, Flash, Caçador de Marte e Lanterna Verde. Desde então, as confusões de Starro no universo DC não foram poucas, o personagem já foi de vilão à herói no decorrer dos anos e agora fará sua grande estreia nos cinemas, como o vilão do filme O Esquadrão Suicida, de James Gunn!

Antes de conhecer um pouco mais da história de Starro, vamos descobrir do que ele é realmente capaz! Vamos ver quais cartas este grande vilão tem na manga, ou melhor, nos seus tentáculos!

Poderes e Habilidades

Starro não vem para brincadeira, sendo um alienígena poderoso, o mais famoso conquistador de sua raça, ele é super resistente e capaz de regenerar qualquer parte do seu corpo, além de ser capaz de se camuflar, ao fazer seu corpo mudar de cor! Starro também é capaz de voar e de terraformar um planeta, que nada mais é do que destruir o ambiente natural deste para transformá-lo em um ambiente ideal para si e seus aliados! Por último, e mais importante, Starro é capaz de soltar esporos de seu corpo, que aparentam a sua forma em miniatura, esses esporos grudam na face de seus adversários e permitem que o vilão os controle mentalmente!

Apesar de parecer invencível, Starro não é. O vilão possui fraquezas um tanto quanto peculiares, ele é extremamente vulnerável ao frio extremo, podendo facilmente ser derrotado ao ser congelado (a peculiaridade dessa fraqueza reside no fato de que Starro viaja pela espaço sideral, frequentemente desprotegido e sem nave, e mesmo assim não congela ao passar por pontos com temperaturas extremamente geladas), outra fraqueza bem estranha é que Starro é sensível à musgo de jardim, sim, vocês leram certo, o todo poderoso é vulnerável à musgo de jardim, mas quem nunca sofreu com alguma alergia “besta”, não é mesmo?

História do Starro na DC Comics!

Starro, O Conquistador já apareceu em diversos arcos e histórias dentro das HQ’s, e mesmo fora delas, aparecendo em animações e games, e agora fará sua estreia nos cinemas. Dentre as animações onde o vilão aparece, podemos citar DC SuperHero Girls, Justiça Jovem, Batman: Os Bravos e Destemidos e Superman: A Série Animada. Já nos games, ele já apareceu em Batman: The Brave and the Bold, DC Universe Online e MOBA Infinite Crisis. Na série de TV “Powerless” de 2017, Staro fez sua estreia em live action com uma pequena aparição.

Starro em Powerless (2017).

Nas HQ’s, o vilão conseguiu grandes feitos. Em uma história dos Jovens Titãs, é mostrado que em uma versão do futuro Starro pertence à Tropa Sinestro (energizados pela energia amarela do medo), e que usa cinco anéis, um em cada tentáculo, nesta mesma história é mostrado que ele conseguiu controlar mentalmente, através de seus esporos, os Guardiões de Oa (Guardiões do Universo). Mas nem só de vilania viverá a estrela do mar gigante, n’Os Novos 52, mais precisamente no arco Sem Justiça (série limitada de 2018), onde várias equipes distintas da Liga da Justiça são apresentadas, Starro é integrante de uma dessas, juntamente com Superman, Caçador de Marte, Estelar e Sinestro. Esse estranho grupo se une com o objetivo de defender a Terra dos Titãs Ômega, missão que acaba levando à morte de Starro, que perece em combate, mas este não é o fim do personagem. Após o seu sacrifício, um pedaço do Starro é preservado pelo Batman, para análises, motivado pela crença ao heroísmo do alienígena. Esse pedaço então se regenera, e dá origem a Jarro, uma criatura que se assemelha ao Starro, e que passa a ser criada por Bruce Wayne e eventualmente se transforma em um novo Robin (mas é claro que o Patrão Bruce não perderia a oportunidade de integrar mais um orfão a equipe)!

Agora vai um fato curioso e edificante sobre o Starro: na saga Noite de Trevas: Metal, o Lanterna Verde Hal Jordan e o Senhor Incrível são aprisionados por Starro, que estava no comando do planeta Thanagar Prime, no entanto, eles conseguem se libertar com a ajuda do Caçador de Marte, e Hal promete que vai “chutar a bunda” de Starro, mesmo sem saber se esse possuia uma. Pois bem, mais tarde na história nos é mostrado que Starro tinha não uma, mas cinco bundas e Hal Jordan chutou cada uma delas!

A escolha de Starro como o vilão de “O Esquadrão Suicida”

Já é do conhecimento de todos que Starro, O Conquistador será o grande vilão de ‘O Esquadrão Suicida’, no entanto, paira a questão do por que este foi escolhido para o papel. A resposta veio do própio diretor James Gunn que, durante uma entrevista, explicou que o Starro é o vilão perfeito para o filme justamente por se tratar de um personagem que mistura as sensações de ser algo ridículo mas ao mesmo tempo aterrorizante. Nas palavras de Gunn:

Starro é hilário. Ele é ridículo. Ele é uma estrela gigante e azul, mas ele também é muito aterrorizante. …Quando eu era criança, achava que Starro era a coisa mais assustadora de todos os tempos… e isso exemplifica o que este filme é: ridículo, aterrorizante e sério também. Então ele funciona muito bem como o vilão do filme. Como um dos vilões, na verdade.

E assim, chegamos ao fim do nosso breve resumo sobre a história de Starro, desde sua primeira aparição até sua chegada ao O Esquadrão Suicida! E aí, ja está se sentindo Starrizado? Ainda não? Então corre pros cinemas que O Esquadrão Suicida está em exibição, e o Starro pega um, pega geral, também vai pegar você!

Especial Esquadrão | Paz a todo custo; Conheça o Pacificador!

O Pacificador de John Cena é uma das estrelas do filme ‘O Esquadrão Suicida‘ de James Gunn, mas o personagem também vai ganhar uma série na HBO Max, com previsão de lançamento para janeiro de 2022. Definitivamente é um bom momento para ser fã do Pacificador, mas você conhece as origens desse personagem?

Christopher Smith (O Pacificador) não surgiu originalmente na DC Comics, o personagem foi criado pela Charlton Comics, uma pequena editora que surgiu nos anos 40, mas enfrentou diversos problemas financeiros ao longo dos anos, e em 1986 fechou as portas. Os seus personagens foram adquiridos pela DC. Os heróis Questão, Besouro Azul e Capitão Átomo são alguns dos principais personagens criados pela Charlton e que hoje são parte importante do universo DC.

Criado por Joe Gill e Pat Boyette , Smith, o Pacificador teve sua primeira aparição na edição 40 de Fightin’ 5 (1966), o quadrinho conta a história de uma equipe paramilitar das forças especiais, e ele fez parte desse time por 5 edições. Devido a sua popularidade no ano seguinte, ele ganhou a primeira história solo, essa HQ teve o título de ‘The Peacemaker’ e durou apenas apenas 5 edições.

O HERÓI

A primeira edição de ‘The Peacemaker’ (1967).

Em The Peacemaker (1967) conhecemos as origens de Christopher Smith, o personagem é filho de um oficial do exército e uma mãe cientista. Seus pais são importantes para sua vida, já que suas habilidades em pilotar aviões e seu interesse na ciência vieram diretamente deles.

Christopher é um homem que acreditava na diplomacia, até que percebe que isso não funcionava, e decide usar táticas mais extremas em busca da paz, que é o seu grande objetivo de vida. Usando seus conhecimentos, Smith criou um traje de super-herói e armas, criando assim a identidade do Pacificador.

Nessa primeira versão do personagem, ele era retratado como o herói que acredita que a violência apenas pode ser combatida com mais violência.

O ANTI-HERÓI

Pacificador e Comediante.

O personagem, que apesar de matar era considerado um herói na sua origem, se transforma em um anti-herói ao ganhar sua primeira história na DC.

A nova origem do Pacificador se cruza diretamente com a história do Comediante. O lendário roteirista Alan Moore tinha como ideia usar os personagens da Charlton Comics, mas a DC não liberou, pois tinha outros planos para eles, então Alan e o artista Dave Gibbons tiveram a ideia de usar os personagens da Charlton como base para criar o universo de Watchmen.

O Comediante foi uma versão muito mais agressiva do personagem, e o sucesso de Watchmen acabou influenciando uma nova versão do Pacificador, que é muito mais violenta e perturbada.

As 4 edições de ‘Peacemaker’ publicadas pela DC Comics em 1988.

Nessa nova origem do personagem publicada pela DC, ele nasceu com o nome de Christopher Schmidt, filho único do nazista austríaco fabricante de munições Wolfgang Schmidt, responsável pela morte de mais de 50 mil inocentes, e da autora de livros infantis Elizabeth Lewis. No seu aniversário de 5 anos Christopher viu seu pai se suicidar na sua frente, o que o traumatizou severamente. Sua mãe Elizabeth então decidiu mudar o sobrenome do seu filho para Smith, afastando assim qualquer ligação com o passado sombrio de seu falecido esposo.

Aos 18 anos, Christopher entrou no exército, e passou um bom tempo de sua vida sendo um soldado exemplar, até que um dia em uma missão matou diversos inocentes e foi condenado, depois de 2 anos preso foi lhe oferecido um acordo, Christopher entraria no Projeto: Peacemaker (Um esquadrão anti-terrorista ultra-secreto e de alta tecnologia.) o projeto acabou não durando muito tempo e foi encerrado.

Smith decidiu comandar os negócios de seu pai, o instituto PAX (Uma organização sem fins lucrativos dedicada ao interesse pela paz mundial e que oferece serviços sociais a vítimas do terrorismo em todo mundo). Os propósitos dessa organização definiram sua missão de vida, combater o terrorismo em busca da paz. Christopher então se tornou o Pacificador, o anti-herói que ama tanto a paz que está disposto a tudo, até matar.

O seu traje assim como na versão original tem um capacete bastante chamativo, nessa versão ele usa para afastar os fantasmas das pessoas que ele mata e o assombram, e o seu símbolo é uma pomba branca que representa a paz.

Arte de Suicide Squad #1 (2021).

Posteriormente, o personagem acaba falecendo pelas mãos do vilão Eclipso em uma missão do grupo Checkmate, e retornou apenas anos depois em um quadrinho do Besouro Azul de Jaime Reyes. Ele foi pouco utilizado ao longo dos anos, e voltou a receber destaque apenas em 2021 com a nova série de quadrinhos do Esquadrão Suicida, onde o Pacificador se tornou o líder da equipe de Amanda Waller.

Com forte presença nas HQ’s, cinema e streaming (estrelado pelo carismático John Cena), o Pacificador tem tudo para se tornar um dos principais personagens da DC nos próximos anos!

“O Esquadrão Suicida” está em exibição nos cinemas. Confira mais textos sobre os personagens do Esquadrão -neste link-.