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    Robins | Cinco Robins se unem em um novo título para caçar o primeiro ajudante secreto do Batman

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    Batman sempre teve um Robin ao seu lado praticamente por toda a história, desde que Dick Grayson estreou no título “Detective Comics #38” de 1940. Agora, cinco desses ajudantes – o já mencionado Dick Grayson, Jason Todd, Tim Drake, Damian Wayne e Stephanie Brown – se reunirão em uma nova série limitada de seis edições chamada “Robins” que apresentará um novo vilão que afirma ser o original e esquecido Robin.

    Escrito por Tim Seeley  e com arte de Baldemar Rivas, Robins foi inicialmente incluído no projeto Round Robin da DC, no qual a editora pediu aos fãs que votassem através das redes sociais sobre uma variedade de projetos possíveis.

    Ao longo das décadas, o Batman teve vários ajudantes assumindo o manto de menino prodígio, mas parece que Robins vai lançar alguma luz sobre um capítulo obscuro do passado do Batman, e que pode mudar toda a história e legado do Robin como o conhecemos, introduzindo um personagem que pode anteceder Dick Grayson no papel.

    A introdução de um possível Robin original, que antecede Dick Grayson, não é a única grande revelação recente no mundo dos Robins. Em ‘Batman: Urban Legends #6’, Tim Drake – o terceiro Robin – concorda em sair com seu amigo Bernard, abrindo espaço para Tim questionar e explorar sua sexualidade além de seus relacionamentos românticos anteriores, mostrados com Stephanie Brown e outras mulheres.

    “Robins #1” será lançada nos EUA no dia 16 de novembro.

    Via: [Newsarama].

    Robin | Tim Drake é bissexual, e agora?

    O terceiro personagem a assumir o manto de Robin, Tim Drake, pode ter sido confirmado como bissexual na recente edição do arco “The Sum Of Its Parts”, da HQ Batman: Urban Legends, escrita por Megahn Fitzmartin e com artes de Belén Ortega. 

    Na trama, Tim resgata o seu velho amigo de infância Bernard, que estava à mercê dos vilões Monstros do Caos e, no dia seguinte, marca um encontro com o garoto. A história já havia plantado certos indícios da sexualidade do personagem, mostrando o jovem Robin inseguro e com medo de seus sentimentos, e aos poucos criando coragem e ouvindo conselhos de Conner Kent, o Superboy, e  Stephanie Brown, a Spoiler, com quem já teve um relacionamento repleto de altos e baixos e que acabou chegando ao seu fim.

    Se tudo der certo, a DC pode apresentar uma representação positiva da bissexualidade através de Tim, que muitas das vezes é retratada de forma estereotipada na mídia, isso quando ela é mostrada. 

    O “B” da sigla LGBT não é só um mero enfeite, se referindo a pessoas que sentem atração por pessoas do seu próprio gênero e de outros, incluindo pessoas não-binárias, não necessariamente existindo uma regra clara e variando de um indivíduo para outro. Quando falamos de representação dessa comunidade, é possível ver inúmeros problemas em suas retratações que acabam se apoiando em estereótipos e ajudam a construir uma imagem negativa para o grupo. 

    Um dos principais que podemos citar é o do “bi de balada”, que normalmente são colocados como pessoas confusas e curiosas, que só querem saciar essa vontade e não tem um verdadeiro interesse pela pessoa. Muitas das vezes isso é colocado como um método de invalidação da sexualidade do personagem ou usado como um recurso cômico para a trama. 

    Outro bastante comum é o do bissexual infiel, um exemplo desse estereótipo acontece na série animada da Arlequina, onde a Hera Venenosa trai o Homem-Pipa com a Harley na véspera do seu casamento, que é visto por toda a Nova-Gotham. 

    E isso não é nem a ponta do iceberg.  É comum vermos bissexuais sendo colocados como pessoas não confiáveis, promíscuos e de índole questionável, sendo comum em vilões e anti-heróis e não tanto em heróis. A DC, por exemplo, possui um caso bastante latente com a Mulher-Maravilha, que nunca teve a sua bissexualidade devidamente explorada nos seus 80 anos de história. Muitas das vezes aparecendo de forma subliminar nas entre linhas e tendo relacionamentos com pessoas alinhadas ao feminino em histórias paralelas, como na HQ “Mulher-Maravilha: Ano Um”, escrita por Grant Morrison. 

    Infelizmente, esse caso não é único e outros personagens como a Mulher-Gato, Constantine e Mera acabam não tendo suas sexualidades devidamente representadas, muito por conta de maioria possuírem pares românticos bastante emblemáticos. Sem contar que, a representatividade de homens bissexuais ainda é bastante precária, não possuindo muitos exemplos como modelos de identificação. 

    Nas séries de TV as coisas estão um pouco melhores, em especial na The CW. O canal possui exemplos como Sara Lance, que apareceu inicialmente na série Arrow, se relacionando com Oliver Queen e Nyssa Al Ghul, e logo depois migrando para Legends of Tomorrow, onde se tornou um dos principais rostos da produção. 

    É sempre bom deixar claro que, uma boa representação desse grupo implica que esses personagens não sejam definidos por sua sexualidade. Ela pode e deve ser explorada, mas não de forma a reduzir a pessoa unicamente a esse aspecto. 

    A descoberta de Tim Drake marca um ponto importante para a editora. Muitos fãs ficaram bastante felizes com a descoberta de Drake e esperam que a DC não venha a invalidá-la mais para frente, inclusive querendo que a sua bissexualidade seja incorporada na série Titãs – onde ele será interpretado pelo ator Jay Lycurgo – representando uma comunidade que continua sendo bastante ignorada e possui um dos maiores números de depressão, transtorno de ansiedade e comportamento suicida dentro da comunidade LGBTQIA+. 

    The Flash | Michael Keaton fala sobre como foi voltar a interpretar o Batman

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    Em entrevista ao Collider, o ator Michael Keaton falou sobre como foi vestir novamente o manto do Cavaleiro das Trevas no filme The Flash após três décadas.

    “[Foi] estranhamente e ironicamente fácil. Um pouco emocional. Apenas uma onda de memórias. Sem revelar nada, o que eu não posso, basicamente a primeira cena, não do filme inteiro mas digamos a introdução [de Batman], é tão bom que quando nós caminhamos e começamos a falar sobre algumas tomadas e os ângulos, eu disse ‘uau, isso é grande. Isso é ótimo.’ Nem me refiro a mim. Apenas as imagens, é ótimo. E lembra até certo ponto, Tim Burton. “

    Sobre a atmosfera do filme, Keaton revelou que a produção contará com uma história mais leve, carregada de emoções humanas, não devendo ter nenhum elemento de horror, mesmo com o histórico do diretor Andy Muschietti, que já trabalhou em filmes como It – A Coisa (2017) e Mama (2013).

    “Um elemento de terror? Acho que não. O que me cativou em The Flash é o drama humano nele. Os sentimentos e emoções humanos que atuam no drama. Também vai ser divertido. Não posso prometer que haverá qualquer horror [elementos nele], realmente, mas é uma bela história humana.”

    The Flash irá adaptar o arco Flashpoint, de 2011, onde vemos Barry Allen voltando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe e acaba alterando toda a linha do tempo. A produção terá o retorno de Ezra Miller como o Flash, Michael Keaton e Ben Affleck como versões alternativas do Batman e a atriz Sasha Calle como Supergirl.

    O filme “The Flash” está previsto para estrear nos cinemas no dia 4 de novembro de 2022.

    Robin & Batman | DC anuncia nova HQ contando os primeiros passos do Robin Dick Grayson ao lado do Batman!

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    Dick Grayson começou sua carreira de combate ao crime como parceiro do Batman, no papel de Robin. Então, ele se aposentou do posto para começar um novo legado como o Asa Noturna. Agora, a DC está apresentando uma história de Dick Grayson ao estilo “Ano Um” como o Robin, em uma nova minissérie.

    Robin & Batman será uma minissérie de três edições do vencedor do Prêmio Eisner, o escritor Jeff Lemire (Sweet Tooth) e do artista Dustin Nguyen (Batman). Confira a prévia abaixo:

    Sinopse:

    O primeiro ajudante do mundo está apenas começando ao lado do Batman, lutando para encontrar seu próprio caminho desde sua tragédia pessoal até ser um super-herói. É um olhar íntimo sobre as primeiras dores crescentes de uma das lendas de Gotham City, neste lindo título de formato de prestígio de 40 páginas.

    O título contará ainda com uma capa variante do brasileiro Rafael Albuquerque. “Robin & Batman #1” de 3, estará a venda nos EUA no dia 9 de novembro.

    Via: [CBR].

    Stargirl | Primeiras impressões da segunda temporada

    Courtney Whitmore e a juvenil Sociedade da Justiça dão início ao seu segundo ano com uma atmosfera mais obscura e lidando com as consequências e traumas da temporada passada. Tudo isso enquanto vemos o despertar do aterrorizante vilão “Eclipso” e os primeiros passos da criação de uma nova Sociedade da Injustiça, comandada por Cindy Burman, uma possível aliada. 

    Os minutos iniciais do primeiro episódio, intitulado “Summer School: Chapter One”, já começam construindo a ameaça que representa Eclipso, em uma sequência que se destoa do habitual da série, com uma fotografia voltada para cores frias e usando de elementos de horror para criar uma sensação de desconforto e medo, mostrando uma das vítimas do terrível vilão. 

    Nas HQ’s, Eclipso é a encarnação da Ira de Deus e do Anjo da Vingança, sendo capaz de possuir indivíduos que entram em contato com fragmentos de seu diamante negro, se alimentando dos pecados da humanidade, sendo a personificação absoluta das sombras e da corrupção. A presença do vilão nessa temporada, deve apresentar conflitos mais íntimos, com os protagonistas sendo obrigados a enfrentar os seus próprios demônios, algo que já está sendo plantado aos poucos. 

    Apesar da grande vitória, muitas pontas soltas foram deixadas em aberto após a derrota da antiga Sociedade da Injustiça, muito disso pelo forte protagonismo da Courtney no primeiro ano, que não permitiu um aprofundamento no arco dos coadjuvantes. E, pelo primeiro episódio, percebesse um cuidado maior dos roteiristas nesse aspecto. Cada um dos membros da SJA tem seu momento de destaque e podemos ver que as coisas estão longe de estarem bem. 

    Yolanda Montez (Yvette Monreal) está sendo assombrada pela culpa de ter matado Brainwave durante o confronto final e busca refúgio em sua religião. Beth Chapel (Anjelika Washington) vê de longe fim de sua família perfeita, enquanto se sente abandonada por todos a sua volta. E por fim, Rick Tyler (Cameron Gellman) se mostra frustrado com a sua vida como super-herói e começa a ter um tipo de “amizade” com Solomon Grundy, o gigantesco zumbi responsável pela morte de seus pais.  

    Enquanto isso, Courtney se mostra resiliente em dar um tempo de sua vida como heroína e começa a caçar os perigos em todos os lugares, o que acaba causando atritos entre ela e os seus pais. Algo que se intensifica após a mesma descobrir que precisará fazer aulas de verão para compensar as notas baixas que recebeu durante o ano, e isso acaba estragando a road trip familiar. 

    Ao final do episódio, algumas surpresas e dúvidas são apresentadas. Temos um pequeno vislumbre de Sylvester Pemberton, o antigo Starman, a procura de Pat Dugan (Luke Wilson), a apresentação de Jade (Ysa Penarejo), filha do Lanterna Verde Alan Scott, que se apossa da antiga lanterna e anel de seu pai, e vemos também Cindy Burman (Meg DeLacy) voltando a cidade com planos de recrutar novos membros para a sua Sociedade da Injustiça, que incluem Cameron Mahkent, o filho do Geada, Artemis Crock, filha da Tigresa e do Mestre dos Esportes e, para a grande supressa dos fãs, Mike Dugan, o meio irmão de Court. Além de estar na posse do Diamante Negro. 

    O episódio serviu para dar o novo clima da temporada, que deve ter arcos com mais espaços e intimistas, dando foco para um número maior de personagens. A mudança da série para a The CW não causou nenhum prejuízo aparente na qualidade visual, mas é notável que as cenas de ação não estão tão presentes quanto no ano anterior, o que pode acabar sendo benéfico no fim das contas, precisando a produção ter um cuidado ainda maior com os diálogos e as interações entre os personagens. 

    No geral, foi um ótimo começo de temporada, que ainda irá apresentar uma gama de novos personagens, incluindo o vilão Sombra e o jovem herói Jakeem Thunder, o novo portador da caneta com o Thunderbolt. 

    Lucifer | Trailer da sexta e última temporada é revelado

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    A Netflix lançou o trailer oficial da sexta e última temporada da série LuciferConfira abaixo:

    A Netflix descreve a última temporada de Lucifer da seguinte forma:

    “É isso, a temporada final de Lucifer. De verdade desta vez. O próprio diabo se tornou Deus … ou quase. Por que ele está hesitando? E conforme o mundo começa a se desfazer sem um Deus, o que ele fará em resposta? Junte-se a nós enquanto dizemos um adeus agridoce a Lucifer, Chloe, Amenadiel, Maze, Linda, Ella e Dan. Traga lenços.”

    A última temporada de Lucifer estreia no dia 10 de setembro na, Netflix.

    O Esquadrão Suicida | Artes conceituais do filme revelam que o Exterminador estaria no lugar do Sanguinário

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    Novas artes conceituais de “O Esquadrão Suicida” revelam que o Exterminador estaria no lugar do Sanguinário de Idris Elba. Confira:

    Não está claro por que James Gunn ou a DC decidiram remover o Exterminado de “O Esquadrão Suicida”. Gunn mencionou anteriormente que ele gosta de trabalhar com personagens que nunca foram retratados antes. Além disso, o relacionamento de Sanguinário com sua filha serviu como um componente emocional chave que beneficiou o filme. 

    Também não há certeza sobre essa versão do Exterminador. É possível que seja a versão do DCEU, do ator Joe Manganiello ou não. Outra possibilidade é que o estúdio tenha outros planos para esse vilão e por isso não foi utilizado no filme.

    Escrito e dirigido por James Gunn,  “O Esquadrão Suicida” é  estrelado por Margot Robbie, Idris Elba, John Cena, Joel Kinnaman, Sylvester Stallone, Viola Davis, Jai Courtney, Peter Capaldi, David Dastmalchian, Daniela Melchior, Michael Rooker, Pete Davidson, Nathan Fillion, Sean Gunn, Flula Borg, Mayling Ng, Tinashe Kajese, Steve Agee, Jennifer Holland, Alice Braga, Juan Diego Botto, Joaquin Cosio, Storm Reid e Taika Waititi.

    Filme está em exibição nos cinemas.

    Batman Urban Legends 6 | DC Comics indica que o Robin de Tim Drake é bissexual nos quadrinhos

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    Através do título lançado recentemente nos EUA, ‘Batman: Urban Legends #6‘ de Chip Zdarsky e Joshua Williamson, a DC pode ter confirmado que o Robin ‎Tim Drake é bissexual.

    Há dois meses, ‘Batman: Urban Legends #4′ apresentou Tim Drake, o Robin, na história “The Sum Of Its Parts” de Meghan Fitzmartin, Belen Ortega e Alejandro Sanchez. Com Tim Drake olhando para seus planos futuros, reavaliando sua vida, com Barbara Gordon dizendo a ele que “o que você descobrir vai te mudar.” Ele estava se encontrando com um velho amigo, Bernard, que apareceu pela última vez há muito tempo. Houve alguns comentários excitantes nas redes sociais entre os fãs, mas parecia muito inocente, mesmo com calças tão justas. Seriam apenas dois velhos amigos se encontrando novamente depois de anos.

    Tim e Bernard se encontram, se abraçam e conversam … mas as elipses ficam suspensas no ar. Claro, naquele momento, Bernard é sequestrado pelo bandido com quem Drake poderia estar lidando, mas não estava. Mas em “Batman: Urban Legends #5″ lançado no mês passado nos EUA, há um pouco menos de texto e um controle mais óbvio sobre o que estava acontecendo. Com a Spoiler enfatizando seu antigo relacionamento…

    No contexto do título, os pais de Bernard nunca gostaram de Tim Drake e queriam uma vida “perfeita” para seu filho. Tim liga para Conner Kent para pedir conselhos e descreve Bernard como “um … amigo” –pesando nas reticências novamente. A parte final da história foi publicada hoje nos EUA. Exceto que não será nem de longe o final definitivo quanto alguns gostariam e pode muito bem sublinhar o conceito de “queerbait”. Primeiro, como Robin, Tim Drake resgata Bernard, embora ele não precise de muitos resgates, ao que parece, mesmo que ele admita ser obcecado pelo Robin (o que é uma informação a se ressaltar nesse contexto).

    E embora Bernard indica não saber que Tim Drake é o Robin, ele claramente sabe. Então ele usa uma linguagem muito específica. Mesmo em Gotham, um encontro é um encontro. E na conclusão, Tim Drake fica feliz em devolver a palavra escolhida. Tim Drake tem um encontro oficial com Bernard. Não há nenhuma certeza do que está acontecendo. Tim Drake será retratado como um jovem bissexual? O público terá que esperar uma resposta definitiva no lançamento do título “Batman: Urban Legends #10″ – que a DC Comics publicará em dezembro de 2021, nos EUA.

    Via: [Bleeding Cool].

    Patrulha do Destino | Teaser e data de estreia da terceira temporada são revelados!

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    O streaming HBO Max lançou o primeiro teaser da terceira temporada de ‘Patrulha do Destino’. Confira:

    O vídeo também revela a data de estréia da 3ª temporada da série. A nova temporada chegará no dia 23 de setembro, com os três primeiros episódios sendo lançados de uma só vez na HBO Max. Posteriormente, episódios semanais no streaming. O destaque do trailer é a presença do Cérebro e Monsieur Mallah.

    Confira a sinopse:

    “A terceira temporada começa no culminar do confronto de Dorothy (Abi Monterey) com o Candlemaker, que a leva a uma perda devastadora. A Patrulha do Destino está em uma encruzilhada difícil e cada membro luta para enfrentar quem eles são e quem eles querem ser. E outras coisas ficam muito mais complicadas quando Madame Rouge (Michelle Gomez) chega em uma máquina do tempo com uma missão muito específica, se ela pudesse se lembrar dela.”

    A terceira temporada de ‘Patrulha do Destino’ estreia na HBO Max no dia 23 de setembro.

    Especial Esquadrão | De estrela do filme ‘O Esquadrão Suicida’ a um futuro cheio de surpresas, saiba o que esperar da Arlequina a seguir!

    Quando falamos em adaptações, sabemos que é quase impossível agradar todos os fãs de certa obra ou personagem, ainda mais quando estamos falando de uma adaptação de quadrinhos, mas podemos afirmar sem dúvidas, que a personagem que mais chega perto desse feito hoje em dia é a Arlequina, interpretada pela atriz Margot Robbie. “O Esquadrão Suicida” é o terceiro filme da atriz vivendo a personagem, o que de certa forma completa um ciclo e nos faz refletir sobre toda a sua jornada até aqui e especular o que o futuro guarda para a anti-heroína mais amada dos cinemas.

    Como a própria intérprete da personagem disse em entrevistas, os filmes da DC não são necessariamente conectados de forma linear, assistir a eles é como ler um quadrinho, você pode se lembrar das aventuras e acontecimentos da última vez que leu uma história com certo personagem, mas quando você abre outra HQ ele pode estar completamente diferente ou em outra fase de sua vida. Sendo assim, podemos supor que a Harley desse filme já passou pelos acontecimentos de Esquadrão Suicida (2016) e Aves de Rapina (2020), e agora está vivendo uma fase totalmente nova onde ela se vê longe de vez da influência do Coringa– e até debocha dele com sua nova jaqueta- porém volta a responder à impiedosa Amanda Waller.

    “Viva rápido morra palhaço.”

    Falando no visual da personagem, nesse filme Harley usará pela primeira vez nas telonas roupas com suas cores clássicas, vermelho e preto, além de ter um uniforme mais fiel aos quadrinhos do que nunca, mas que também é fortemente inspirado nos visuais da personagem nos jogos da franquia Batman Arkham e Injustice. Além disso, ela não terá mais a tatuagem escrito “rotten” (podre) no rosto, decisão conjunta do diretor e da atriz, o que pode significar que a fase mais gângster e vilanesca da personagem vista no filme de 2016 ficou para trás.

    Mas não foram só as cores da personagem que James Gunn pegou da Arlequina clássica de Batman: A Série Animada, sempre que surge oportunidade o diretor comenta como os trabalhos de Paul Dini com a personagem o guiaram na hora de escrever a personalidade dela nesse filme. Ao The New York Times, Gunn disse que a Arlequina merece tanto destaque quanto a trindade da DC -Batman, Superman e Mulher-Maravilha- o que reforça seu amor pela personagem que segundo ele, é de suma importância no filme. Além de amar Harleen Quinzel, o diretor vive rasgando elogios a Margot Robbie, chegando a afirmar em diversas ocasiões e entrevistas que ela é a melhor atriz com que ele já trabalhou.

    Sabemos que a Arlequina estará mais fiel do que nunca a sua versão original e que ela terá grande importância no longa, mas afinal, o que será que podemos esperar dela nessa história? Bom, em entrevista ao AP News, James Gunn revelou que a maior cena de ação que ele escreveu em sua carreira está nesse filme e que ela pertence a Harley. Segundo o diretor, as habilidades atléticas de Margot- que faz a maioria de suas cenas de ação sem a ajuda de dublês- ajudaram muito nesses momentos.

    Levando em conta o que já foi revelado nos trailers e vídeos de divulgação, podemos teorizar que veremos duas equipes da Força Tarefa X em ação no filme e que nossa anti-heroína estará nas duas. Provavelmente a primeira será composta por Capitão Bumerangue, Rick Flag, Mongal, Savant, Weasel, Blackguard, Javelin, TDK e Arlequina, e eles fracassarão em sua missão em Corto Maltese, levando Amanda Waller a ativar uma outra equipe- provavelmente integrada pelo Pacificador, Sanguinário, Caça-Ratos 2, Homem das Bolinhas e o Tubarão-Rei- para completar a missão. A grande cena de ação de Harley tem grande chances de acontecer antes dela se juntar à segunda equipe, provavelmente no momento em que a personagem arquiteta sua fuga de onde seus inimigos a prenderam.

    De acordo com James Gunn, a Warner deu permissão para ele matar qualquer personagem que quisesse no filme, o que deixou muitos fãs da Arlequina preocupados imaginando se esse seria o fim da palhacinha. Porém, dado o amor de Gunn pela personagem e o fato de que ele fez questão de tê-la no filme, mesmo a Warner o deixando completamente livre para escolher seu elenco, é pouco provável que isso irá acontecer, mas nunca se sabe…

    Outra peculiaridade de Harley no filme, dessa vez destacada pelo produtor Peter Safran e pela designer de produção Beth Mickle, é que a personagem terá uma visão especialmente sua do mundo e que teremos a oportunidade de desfrutar um pouco dela. Podemos perceber isso nos vídeos divulgados quando a anti-heroína atinge um de seus inimigos com uma lança e uma porção de flores sai dele ao invés de sangue, além de ver por toda sua volta essas mesmas flores com inscrições e desenhos pelas paredes.

    Agora chegamos no momento de especular sobre o futuro, após “O Esquadrão Suicida”…

    Em entrevista para a Entertainment Weekly, Margot disse que espera dar uma pausa nas interpretações da Arlequina por hora e que não tem nada certo de quando irá retornar a interpretar a personagem. Porém, em um momento de perguntas e respostas com fãs em seu Instagram, James Gunn revelou já ter discutido ideias de um novo projeto envolvendo a Harley com a atriz. Ela mesma também já chegou a comentar que está a todo momento falando para a Warner Bros que quer ver sua versão da Arlequina encontrando com a Hera Venenosa e que quer desenvolver a relação das duas personagens nas telas dos cinemas.

    As críticas especializada em geral rasgou elogios tanto a personagem quanto a atriz em “O Esquadrão Suicida”, então, só o que nos resta é esperar para que as negociações ocorram e que a Warner dê sinal verde o mais rápido possível para um novo projeto envolvendo a personagem vivida por Margot, quem sabe até mesmo com James Gunn na cadeira da direção ou envolvido na produção.

    E com esse texto, encerramos o Especial Esquadrão do Terraverso, falando sobre todos os personagens. Confira nossa crítica sobre “O Esquadrão Suicida” -neste link-. Filme está em exibição nos cinemas.