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    Batman do Futuro | Rumor indica que a Warner estaria interessada em Timothée Chalamet para o papel de Terris McGinnis

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    O site Geekosity afirma que a Warner Bros. Pictures está interessada no ator Timothée Chalamet para o papel de Terris McGinnis em uma série do Batman do Futuro no streaming HBO Max.

    O jornalista Mikey Sutton, da Geekosity, investigou algumas fontes ligadas ao estúdio questionando se o ator estava nos planos para o papel, então descobriram que a Warner realmente tem o desejo de contar com ele.

    As fontes indicam que gostariam de tê-lo em uma próxima possível série do Batman do Futuro, no entanto, sua agenda está ficando muito apertada. Também afirmam que a HBO Max e a Warner não estariam dispostas a investir muito com um ator para esse papel.

    Dada a crescente popularidade de Chalamet, tanto em Hollywood quanto com o público, seu custo não vai sair barato. No entanto, parece que eles já perceberam que precisam dos melhores talentos disponíveis para essa possível série do Batman do Futuro.

    Não há até o momento nenhuma confirmação oficial sobre a série ou sobre a presença de Timothée no papel, por isso, tratamos todas as informações acima somente como rumores.

    Liga da Justiça Snyder Cut | Amy Adams, a Lois Lane, revela ansiedade pela chegada da produção

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    A atriz Amy Adams, a Lois Lane de ‘Liga da Justiça’, comentou recentemente em entrevista ao Cinema Blend sobre sua ansiedade pela chegada da versão de Zack Snyder na HBO Max.

    “Estou ansiosa para ver o corte do Snyder. Quer dizer, eu sabia como era no roteiro, por isso estou curiosa para ver se ele continuou fiel ao texto ou se expandimos um pouco o universo. Estou feliz que Zack (Snyder) está recebendo a sua versão final aqui. Isso vai ser ótimo.” disse atriz.

    A ‘Liga da Justiça’ do diretor Zack Snyder será exibida como uma minissérie, no streaming HBO Max em 2021.

    DC Comics | Editora abraça o Multiverso em nova atualização do Facebook

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    A DC Comics atualizou ontem (20.11), as capas das páginas individuais no Facebook. As imagens remetem a existência tanto do universo live-action das séries e filmes, quanto dos games e quadrinhos, dialogando perfeitamente com o conceito de Multiverso, já bastante explorado em muitas produções, mas que no cinema especificamente ainda não vimos essa abordagem. A nova capa da página do ‘Batman’, coloca Ben Affleck e Robert Pattinson próximos. Confira as imagens:

    Página oficial da DC Comics:

    Batman:

    Superman:

    Mulher-Maravilha:

    Aquaman:

    The Flash:

    Arlequina:

    Watchmen:

    E aí, qual você mais gostou? Diga nos comentários!

    Visibilidade negra | Antigos e novos personagens ganham espaço na DC

    Fazendo um rápido exercício, podemos definir juntos qual a principal característica em comum da Trindade da DC? Seria o fato de serem quase deuses? Não, na verdade o Batman não tem habilidades sobrehumanas e/ou modificações genéticas. Então o que une a Princesa das Amazonas, o Cavaleiro de Gotham e o último filho de Krypton? Bom, ambos são caracterizados como pessoas brancas.

    Na verdade muitos de nós podem nem ter percebido que a “santíssima trindade” (Batman, Superman e Mulher-Maravilha) é composta por pessoas brancas, mas isso tem uma explicação, fomos acostumados a vermos estes indivíduos como protagonistas destas histórias. Ainda arriscaria dizer que fomos condicionados a encarar isso como natural, assim como fomos ensinados a ver a população negra em papéis subalternos, como vilões e/ou com pouco destaque.
    Ao falar sobre a Mulher-Maravilha, o Batman e o Superman, confesso que sou um pouco determinista ao citar que a criação de personagens brancos para protagonizar as HQ’s e posteriormente as séries e filmes pode ser vista como um movimento capaz de naturalizar a imagem que temos sobre estas pessoas, a ideia do “branco salvador”.
    Ao longo dos anos, esta maioria branca foi sendo (lentamente) alterada. Em 1977, por exemplo, foi criado o personagem Raio Negro (Jefferson Pierce). Ele, agora em 2020, completou 43 anos desde a sua primeira aparição, porém, notamos que ele é relativamente jovem, em comparação com a nossa já citada trindade que tem mais de 80 anos de publicações. Poderia utilizar as histórias focadas no Raio Negro para ilustrar este texto, porém já falei sobre o personagem em outras ocasiões (LEIA MAIS AQUI).


    Utilizo este espaço para celebrar a presença negra nas HQ’s da DC e para isso retorno ao dia 22 de agosto, considerado por mim um dia histórico para os fãs da DC. Obviamente estou falando do DC FanDome, onde tivemos a oportunidade de vermos os anúncios dos próximos projetos da editora. Entre os diversos painéis, existem, há dois que eu gostaria de chamar a atenção, o da Milestone e o da Princesa Núbia.
    A Milestone Media foi a responsável por criar o selo Milestone Comics. Ela foi fundada no início dos anos 90 e trouxe para os holofotes a cultura não-branca para as HQ’s. Dwayne McDuffie, Denys Cowan, Derek Dingle e Michael Davis são os nomes por trás da publicação que trouxe ao cenário da cultura pop personagens como o Super Choque. A publicação infelizmente chegou ao fim oficialmente em 1997 e alguns de seus heróis foram integrados ao Universo DC aos poucos.


    As publicações podem ser consideradas um marco para a cultura afro, porque ao contrário das histórias tradicionais, elas focavam em trazer para o público arcos tanto protagonizados quanto idealizados por pessoas pretas.
    Costumo encarar a Milestone não como uma publicação qualquer, mas como um movimento cultural que tinha como finalidade expressar a cultura e a identidade afro-americana, em contraponto a um universo repleto de pessoas e personagens brancos.
    Se quiser ler mais sobre o selo, que inclusive voltará às bancas em 2021, nosso redator Ricardo fez um post especial somente sobre a Milestone, leia mais AQUI.
    De volta ao DC FanDome, outro anúncio que me deixou muito animado foi o retorno das publicações protagonizada pela Núbia, a irmã gêmea da Mulher-Maravilha.
    A Princesa Núbia fez sua primeira aparição nas HQ’s em janeiro de 1973. Ela foi criada por Robert Kanigher e Don Heck, sendo apresentada em Wonder Woman (vol. 1) # 204. Assim como Diana ela é filha da Rainha Hipólita, de Themyscira. Quando ainda era jovem, ela acabou sendo raptada por Ares, o Deus da Guerra e assim passou a viver longe de sua família em uma ilha flutuante, onde ela era a única mulher.


    Apesar de ser a primeira heroína negra da DC, a personagem é pouco conhecida entre o público em geral, mas irá retornar às publicações em 2021, com a HQ “Núbia Real One“. Porém esta não será a única vez que veremos a princesa amazona em 2021, afinal em “DC Future State” ela irá assumir o papel de Mulher-Maravilha no lugar de Diana Prince.


    Neste Dia da Consciência Negra, além do retorno da Milestone e das publicações da Princesa Núbia, aproveito para relembrar que em 2021 ainda teremos a estreia de Javicia Leslie como Ryan Wilder, a primeira Batwoman negra da DC Comics.

    Como vocês devem lembrar, Leslie foi escalada como a nova Batwoman após a saída da atriz Ruby Rose da série. Vale destacar que Ryan Wilder será uma personagem completamente nova, pois foi criada especialmente para o Arrowverso e assim como Kate Kane, será uma mulher lésbica.

    Infelizmente tanto a atriz quanto a direção sofreram alguns ataques racistas após revelarem o visual e o traje da heroína. Como de costume, uma parte do público utilizou a velha frase “quem lacra não lucra” para se referir à personagem. Porém, FELIZMENTE, a produção continua a todo vapor e recentemente a atriz divulgou um teaser de Ryan vestindo o traje da heroína.

    https://youtu.be/DzCobbdkqbU
    Para este público que não gostou da escalação da atriz, tenho um recado. Certamente 2021 será um ano chave para a representação negra, não somente nas HQ’s, mas também nas pequenas e nas grandes telas.

    Chega até ser controverso o fato de que quando se trata de histórias com negros, elas são quase instantaneamente tachadas como “para negros” ou “lacração”, porém quando são personagens brancos, elas são para “o público em geral”. Voltando ao início do texto, bom….eu apesar de ser um jovem negro, cresci vendo as histórias sobre o Batman, a Mulher-Maravilha e o Superman, então por que algumas pessoas recusam protagonistas negros?
    Com o olhar de pesquisador e de um grande fã da DC, arrisco falar que esta visibilidade servirá para naturalizar o fato de vermos mais pessoas negras assumindo um papel de destaque nestas histórias, e não apenas como vilões ou em papéis subalternos, de acordo com uma lógica racista, que por anos fomos condicionados a aceitar e encarar como natural.

    Perdi as contas de quantas palavras escrevi neste texto, mas ainda devo lembrar que em 2021 teremos um maior destaque para a Vixen. A personagem liderará um novo título de equipe nas HQ’s.

    Finalizando, gostaria de utilizar uma frase que digo sempre: “Nunca é somente uma HQ, filme ou série. Estas histórias carregam consigo uma responsabilidade social e assim como nossa sociedade, a representação também deve ser diversa”.

    DC Future State | Autor comenta sobre Jess Chambers, o novo Flash

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    A DC Comics está introduzindo uma versão não-binária do Flash durante o evento ‘DC Future State’, que iniciará nos quadrinhos da DC em janeiro.

    Jess Chambers, também conhecido como Kid Quick, estreará como parte de uma versão do universo alternativo dos Jovens Titãs no título  “Merry Multiverse”, uma antologia com tema de festivo que será lançada nos EUA no dia 9 de dezembro. O velocista terá a grande responsabilidade posteriormente de assumir o manto do Flash, durante o enredo de “DC Future State”.

    O escritor Ivan Cohen disse que era natural introduzir um herói que desafiasse a proposta binária em uma história sobre gênero.

    “No universo dos super-heróis da DC temos um personagem super-rápido, Kid Flash. E eu pensei em como ‘Kid’ pode realmente ser de qualquer gênero.”, disse Cohen à NBC News. “Há todas essas escolhas que podemos fazer – por que não fazemos algo além do que teríamos inventado se fosse em 1965?”

    Raio Negro | Série terminará na quarta temporada

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    Conforme a Variety, a série ‘Raio Negro’ terminará na 4ª temporada, que estreará no ano que vem na emissora americana The CW.

    “Quando começamos a jornada de ‘Raio Negro’, eu sabia que Jefferson Pierce e sua família de mulheres negras poderosas seriam uma adição única ao gênero super-herói”, disse o desenvolvedor e produtor executivo da série, Salim Akil, em um comunicado.

    “O amor que todos os fãs de quadrinhos ao redor do mundo mostraram nesta série nas últimas três temporadas provou o que imaginávamos, os negros querem se ver em todas as suas complexidades. Obrigado ao elenco fenomenal, escritores e equipe sem os quais nada disso teria sido possível. Estou incrivelmente orgulhoso do trabalho que conseguimos fazer e dos momentos que conseguimos criar para dar vida à primeira família afro-americana de super-heróis da DC. Sou muito grato a Peter Roth, Warner Bros. TV, Mark Pedowitz, The CW e Greg Berlanti por sua parceria e apoio à minha visão em cada passo desta jornada. Embora a quarta temporada possa ser o fim, estou extremamente animado para inaugurar um novo capítulo em colaboração com a The CW, enquanto contamos a história de Painkiller.” conclui.

    Baseado no personagem da DC de mesmo nome, “Raio Negro” gira em torno de Jefferson Pierce (Cress Williams), um diretor do ensino médio que é forçado a voltar a ativa como super-herói após anos de aposentadoria, quando uma gangue local surge e recruta um dos seus principais alunos.

    Recentemente, foi revelado que a The CW encomendou um episódio piloto para uma série de TV do personagem “Painkiller”.-Leia mais aqui-.

    A quarta e última temporada de ‘Raio Negro’ estreia na CW no dia 8 de fevereiro.

    Suicide Squad: Kill The Justice League | Rocksteady libera vídeo de lançamento do game exibido durante o #DCFanDome

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    A Rocksteady (desenvolvedora dos jogos da trilogia Arkham), liberou o vídeo completo exibido durante o DC FanDome em agosto, sobre o lançamento do jogo “Suicide Squad – Kill the Justice League”. Confira:

    No vídeo, o diretor criativo da Rocksteady, Sefton Hill, confirma que o jogo se passa no universo dos jogos Arkham, sendo uma espécie de continuação. O lançamento ocorrerá em 2022 para a nova geração de consoles – PS5, e Xbox Series X, além de PC.

    Milestone | Quatro momentos sobre esse grande selo de publicações

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    Hoje, faz exatamente um ano desde que publiquei aqui uma matéria sobre John Stewart, ainda acredito que tenha sido a matéria mais pessoal que fiz desde o meu início aqui no Terraverso em julho de 2018 e, um ano depois, estou aqui novamente publicando uma matéria em relação a personagens negros em um dia importante como o da Consciência Negra. Este ano eu acredito que foi um ano de avanços, a diversidade pôde ser ouvida em diversos aspectos e, se tratando da pauta racial, vozes se ergueram frente a desigualdade, fazendo a diferença no ano de 2020. A luta ainda segue longe de ser vencida, mas caminhamos em passos firmes para mudar esse cenário.

    Em agosto, ocorreu o DC FanDome, o maior evento realizado pela DC neste ano, e contou com uma programação extensa cheia de novidades sobre cinema, séries e quadrinhos da editora. Dentre tantas atrações, uma ganha a atenção por ser um painel surpresa do evento; um bate papo muito descontraído entre Marke Bernardin, Denys Cowan, Jim Lee, Phil LaMarr e Reginald Hudlin sobre a história do selo Milestone Media, voltado para o público preto e lançado em 1993,  como o lar de personagens como o Ícone, Foguete e o mais conhecido do público em geral, o Super Choque. Quando realizamos a cobertura ao vivo do FanDome, pude ter o privilégio de compartilhar com meus colegas de redação, e o que parecia ser uma homenagem, se tornou o anúncio do retorno de um dos selos mais importantes da DC em representatividade. Particularmente, considero um dos melhores momentos do evento pelo fato de ter sido o único anúncio relacionado a HQ’s naquele dia, e pela chegada de um tão aguardado filme do Super Choque. Abaixo o momento…eu sou a pessoa atônita com a revelação sobre o filme.

    Talvez algumas pessoas pensem que falar da grandiosidade do selo que dá voz ao povo preto em um dia como hoje seja só mais uma forma de um portal voltado a cultura pop, especificamente DC, usa para ganhar alguns views a custas de temas relacionados a diversidade. Mas nesse espaço, gostaria de usar a oportunidade para refutar isso, relembrando que o Terraverso existe há quatro anos (quase cinco) e em toda a sua existência sempre apoiou e debateu temas relacionados a diversidade, incluindo temas raciais. Muito disso se dá por conta de nossa equipe que não são apenas leitores convencionais, conservadores, mas por sermos uma pequena amostra de diferentes aspectos de consumidores da Cultura Pop e da DC Comics, pensando em toda essa situação, gostaria de recordar quatro momentos sobre a grandiosa Milestone.

    A primeira delas é sobre a própria existência do selo ser algo de grande importância. A onda inicial de histórias aconteceu entre 1993 e 1997, e a publicação era feita pela DC, mas todo o controle criativo e até mesmo os direitos autorais ficavam apenas sob responsabilidade da Milestone Media, que criou o seu próprio universo a parte conhecido como Dakotaverso, pelo fato dos eventos acontecerem em Midtown, Dakota.

    O único momento que houve interação entre o universo Milestone e os personagens da DC na época, foi no evento “Quando Mundos Colidem” em 1994, mas foi retirado da cronologia oficial DC após o evento “Zero Hora” lançado no mesmo ano. Entretanto, na continuidade da Milestone, o evento que contou com a interação entre Superman e o Ícone continuou sendo lembrado, estabelecendo o Dakotaverso como um universo paralelo.

    A segunda coisa importante é a forma como esse universo mesmo sendo pequeno era bem trabalhado. As revistas mensais da editora eram Static ( Super Choque), Ícone, Hardware, Blood Syndicate, Xombi, Kobalt e Heroes que foram sendo lançadas a medida que este universo foi criado, com seus próprios eventos como ‘Shadow War’, ‘Long Hot Summer’ e ‘Quando Mundos Colidem’, falado anteriormente. Além dos eventos, ainda foram lançados spin-offs de alguns títulos como ‘Deathwish’, do personagem Hardware, ‘My Name Is Holocaust’ referente ao Blood Syndicate, ‘Static Shock: Rebirth of the Cool’ e ‘Wise Son: The White Wolf’ com o Blood Syndicate.

    As histórias tinham como abordagem a realidade da comunidade negra americana na época, reforçando ainda mais a ideia dos quadrinhos como uma expressão artística da realidade. Essa época é marcada pelas guerras entre gangues, a violência e a discriminação, que infelizmente, ocorre até hoje com o negro em qualquer lugar do mundo. A mensal Blood Syndicate é um exemplo desta abordagem pelos personagens não se considerarem uma equipe de heróis habitual, e sim uma gangue cujo os membros sobreviveram a uma das maiores guerras envolvendo grupos deste universo, chamada de Big Bang, em que eles se reuniram para defender Dakota dos inimigos. Este universo tinha um grau de complexidade a ponto de ter heróis em todos os seus níveis, como a equipe ‘Shadow Cabinet’ que lutava pela humanidade secretamente.

    A terceira e uma das mais marcantes é a existência da animação ‘Super Choque’ nos anos 2000. A animação foi produzida pela Warner Bros Animation e tem 52 episódios, totalizando quatro temporadas. As aventuras de Virgil Hawkins, o Super Choque, marcaram época no Brasil quando houve a transmissão pelo canal de TV aberta SBT, sendo uma referência de herói negro para muitas crianças, no meu caso, foi na adolescência, e me recordo como isso também marcou a minha vida porque havia questões raciais sendo discutidas em uma animação e infelizmente não se tinha muitos conteúdos voltados a esse tema naquele período. A capacidade de poder trazer estas discussões de forma tão fluída sem deixar de lado o entretenimento e a diversão com certeza é a razão da animação ter sido inesquecível  e marcado uma geração. Acredito que não foi apenas eu, mas uma geração inteira de outros adolescentes negros que puderam se inspirar em Virgil para assim lidar com a sua realidade.

    A última e acredito que seja o mais primordial de todos esses momentos já citados, é que a Milestone mesmo não sendo um selo que está na boca de toda pessoa que se denomina um ‘nerd’, foi capaz  de deixar uma marca na história do universo dos quadrinhos e até em outras mídias, mesmo que ninguém associe os personagens ao selo, muitas pessoas conhecem heróis como Ícone, Foguete e principalmente, o Super Choque. Com certeza estes personagens abriram espaço para a chegada de outros que hoje acompanhamos nas revistas principais como Jessica Cruz, Simon Baz e Jo Mullein, que protagoniza a sua própria aventura em ‘Far Sector’.

    Em 2021, a Milestone se prepara para uma nova leva de publicações e irá trazer este universo para os temas atuais, o que com certeza será outra grande contribuição para o universo dos quadrinhos do modo geral. Acredito que assim como o filme Pantera Negra estabeleceu na Marvel um herói negro originando um grande movimento em torno da cultura do personagem, o lançamento de Super Choque será uma outra grande contribuição para estabelecer de uma vez por todas a existência de heróis negros como protagonistas nos cinemas.

    Mulher-Maravilha 1984 | Novo spot de TV para o mercado asiático apresenta imagens inéditas do filme

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    ‘Mulher-Maravilha 1984’ chegará aos cinemas de alguns mercados internacionais um pouco mais cedo. Um desses lugares é a China, que vai receber o filme no dia 17 de dezembro. Um novo spot de TV lançado no mercado chinês mostra algumas imagens inéditas do longa. Confira:

    “Após o #Japão, #HongKong também lançou um novo TV spot de Mulher-Maravilha 1984 com toneladas de novas imagens lindas, confirmando a estreia para o dia 17 de dezembro, mesma data de outras localidades do sul da Ásia, o que significa que #MulherMaravilha1984 será liberado de 16 de dezembro a 18 de dezembro no exterior.”, compartilhou @Luiz_Fernando_J no Twitter.

    Na China, a produção estreia no dia 19 de dezembro. No Brasil, as primeiras sessões de cinema do filme ocorrem no dia 16 de dezembro. Nos EUA, a produção tem estreia simultânea no streaming HBO Max, onde ficará disponível na plataforma durante um mês. -Confira detalhes-.

    Liga da Justiça Snyder Cut | Diretor comenta sobre o papel de Desaad na produção

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    Enquanto Darkseid paira nas sombras como o grande mal em Liga da Justiça do diretor Zack Snyder, a produção também contará com o assustador Desaad. Esse vilão foi cortado da versão de Joss Whedon que foi lançada em 2017 nos cinemas e Snyder dará a ele um papel proeminente. Em sua live no Vero, o cineasta o descreve detalhes sobre ele.

    “Desaad atua como o intermediário entre Lobo da Estepe e Darkseid. Ele é o agente com quem o Lobo interage para conquistar a Terra, lhe enviando atualizações. E eles interagem através deste holograma super legal; Não vou descrever como se faz, mas é uma loucura. Ele [Desaad] nos oferece muitos detalhes da história envolvendo o relacionamento do Lobo da Estepe e Darkseid e, em seguida, também sobre sua própria ambição, até certo ponto. Ele é assustador.”

    O plano de Snyder para inserir Darkseid foi colocado em prática pela primeira vez no filme “Batman vs Superman”, no qual temos a cena do pesadelo de Bruce, “Knightmare”, mostrando um mundo devastado pelas forças de Apokolips.

    A ‘Liga da Justiça’ do diretor Zack Snyder será exibida como uma minissérie, no streaming HBO Max em 2021. Conheça mais sobre o vilão Desaad -neste link-.