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Para 2022, Warner não adotará lançamento simultâneo de produções cinematográficas no streaming HBO Max

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A partir de 2022, a Warner Bros abandonará amplamente a estratégia de lançamentos simultâneos na HBO Max. Ainda haverá filmes feitos exclusivamente para o streaming, mas os filmes de sustentação do estúdio serão lançados exclusivamente para os cinemas, sem a opção de streaming disponível nos primeiros 45 dias. The Batman chegará aos cinemas no seu lançamento e os fãs terão que esperar sua estreia no streaming, em uma data posterior.

“E, sem grande surpresa, os [filmes] que estamos colocando nos cinemas são os que achamos que funcionarão. Não se trata apenas do tamanho do orçamento, mas também do gênero e dos padrões de comportamento das pessoas.”, disse a presidente-executiva-presidente da Warner Bros., Ann Sarnoff disse ao The Hollywood Reporter . “Eu adoraria colocar dramas e comédias na maior tela possível; e é apenas agora que eles estão abrindo. Honestamente, eles não estavam abrindo pré-COVID também.”

Os lançamentos simultâneos em 2021 produziram resultados mistos para a Warner, com muitos falhando em atingir as expectativas dos cinemas. As deficiências são especialmente perceptíveis quando comparadas com outros filmes importantes que foram lançados exclusivamente nos cinemas. Do outro lado da moeda, os filmes da Warner Bros. ajudaram a HBO Max de várias maneiras. As assinaturas em torno do lançamento de grandes produções mostraram que os usuários estão interessados ​​nesses grandes filmes, e algumas das produções tiveram um efeito cascata em toda a biblioteca da HBO Max. 

Daqui para frente, a Warner Bros. está focada em lançamentos tanto no cinema quanto exclusivos para o streaming, mas provavelmente não haverá muitos crossovers. O estúdio está planejando uma dúzia de filmes para o cinema a cada ano, com pelo menos uma quantidade de produções originais para a HBO Max também.

Produtor de “Adão Negro” comenta sobre a estreia de Cyclone e Esmaga-Átomo; os heróis da Sociedade da Justiça!

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Recentemente, os fãs viram um teaser de “Adão Negro” no DC FanDome deste mês, que mostrou o que podemos esperar do blockbuster liderado por Dwayne Johnson. Além de Johnson no papel do protagonista, o filme deve apresentar vários membros da Sociedade da Justiça da América, incluindo o Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Cyclone (Quintessa Swindell). Em uma entrevista recente com The Illuminerdi, o produtor do filme, Hiram Garcia, falou sobre a apresentação dos jovens heróis nos cinemas e sobre o que Centineo e Swindell trazem para o papel.

“Acho que o que é divertido sobre esses dois personagens, que Noah e Quintessa fazem um ótimo trabalho, embora sejam os jovens membros da equipe e essencialmente os jovens da organização, mesmo assim, eles têm um complexo passado também.”, explicou Garcia. “Essa é a beleza, eu acho, de todos os personagens que temos neste filme. Ninguém vem de uma forma fácil. Todos eles têm histórias complexas para contar que afetam suas performances em termos de como esses personagens funcionam. Mas eu acho que os dois fazem um trabalho muito bom enquanto ainda carregam um peso de um passado complexo. Eles são definitivamente os olhos brilhantes do grupo e fornecem a diversão e o humor.”

“Noah é incrível, cara”, disse Garcia em outra parte da entrevista. “Ele é tão impressionante, tão engraçado e realmente dá vida ao Esmaga-Átomo de uma forma que será única para o que os fãs de quadrinhos, como estão acostumados. Acho que Quintessa faz a mesma coisa com a Cyclone. E acho que Cyclone é um personagem com o qual muitos fãs não estão tão familiarizados, o que é sempre muito atraente para nós, porque adoramos apresentar esses personagens. Eles têm uma história fascinante de parentes aos quais estão ligados, com experiências que viveram para chegar ao ponto que estão. Então, os dois fizeram um trabalho incrível. Eles tiveram uma química incrível desde o primeiro momento em que leram juntos o roteiro.”

Estrelam também “Adão Negro”, Aldis Hodge como Gavião Negro e Pierce Brosnan como Senhor Destino. O filme será dirigido por Jaume Collet-Serra e tem estreia programada para 29 de julho de 2022.

Zack Snyder comenta sobre a possibilidade de outro diretor assumir uma sequência de ‘Liga da Justiça’

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O diretor do filme “Liga da Justiça”, Zack Snyder, comenta se algum outro diretor poderia tomar as rédeas de uma possível “Liga da Justiça 2”. Originalmente, sua saga sempre foi planejada para ser um épico com vários filmes – um plano que foi totalmente abandonado quando a Warner Bros. substituiu Snyder por Joss Whedon e levou “Liga da Justiça” para rumos diferentes. Mesmo com a vitória histórica dos fãs com o lançamento do Snyder Cut neste ano, não parece que a Warner esteja comprometida em continuar com a história do Snyderverso.

Durante conversa com o GamesRadar, Snyder respondeu se gostaria de ver outro diretor no comando de uma possível sequência

“Oh Deus, não pensei sobre isso.”, disse Snyder. “Ouça, adorei fazer todos aqueles filmes da DC e adoro super-heróis e o gênero. Estou muito animado para ver o filme do Batman de Matt [Reeves], então é empolgante. Emfim, não tenho certeza sobre isso.”

A CEO da Warner Bros., Ann Sarnoff, já havia comentado que não haveria possibilidade de continuação da Liga da Justiça de Zack Snyder, então parece improvável que novos filmes verão a luz do dia, mesmo que outro cineasta suba a bordo. Ainda assim, coisas estranhas certamente podem acontecer…

‘Liga da Justiça Snyder Cut’ está disponível no streaming HBO Max.

Produções da DC são premiadas no Saturn Awards 2021

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A DC que havia recebido 25 indicações no Saturn Awards 2021, foi premiada em quatro categorias. Lembrando que a Warner Bros. teve o maior número de indicações de um estúdio, com a Disney ficando em segundo lugar. Confira abaixo os premiados:

Melhor filme baseado em quadrinhos

Birds of Prey (and the Fantabulous Emancipation of One Harley Quinn) (Warner Bros. Pictures)
Bloodshot (Sony Pictures)
Joker (Warner Bros. Pictures)
The New Mutants (20th Century Films / Walt Disney Studios)
The Old Guard (Netflix)

Melhor atriz coadjuvante em série de TV

Natasia Demetriou – What We Do in the Shadows (FX)
Cynthia Erivo – The Outsider (HBO)
Melissa McBride – The Walking Dead (AMC)
Colby Minifie – Fear The Walking Dead (AMC)
Danielle Panabaker – The Flash (The CW)
Sophie Skelton – Outlander (Starz)
Tessa Thompson – Westworld (HBO)

Melhor performance de jovem ator/atriz em série de TV

Freya Allan – The Witcher (Netflix)
Brec Bassinger – Stargirl (The CW)
Isa Briones – Star Trek: Picard (CBS All Access)
Maxwell Jenkins – Lost in Space (Netflix)
Madison Lintz – Bosch (Amazon)
Cassady McClincy – The Walking Dead (AMC)
Erin Moriarty – The Boys (Amazon)

Melhor ator/atriz convidada em série de TV

Jon Cryer – Supergirl (The CW)
Giancarlo Esposito – The Mandalorian (Disney Plus)
Mark Hamill – What We Do in the Shadows (FX)
Jeffrey Dean Morgan – The Walking Dead (AMC)
Kate Mulgrew – Mr. Mercedes (Audience)
Billy Porter – The Twilight Zone (CBS All Access)
Jeri Ryan – Star Trek: Picard (CBS All Access)

Confira a lista completa de vencedores -neste link-.

Jeph Loeb e Tim Sale, criadores de ‘Batman: O Longo Dia das Bruxas’, comentam sobre a continuação da história

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Já se passaram 25 anos desde que ‘Batman: O Longo Dia das Bruxas’ foi lançado e, desde então, tornou-se uma tradição de Halloween para muitos fãs, bem como uma inspiração para a trilogia do Cavaleiro das Trevas, de Christopher Nolan e o próximo filme dirigido por Matt Reeves, The Batman. Agora, seus criadores Jeph Loeb e Tim Sale estão se reunindo para contar uma nova história ambientada na mesma continuidade, intitulado “Batman: The Long Halloween Special #1″ e lançada nos EUA recentemente.

“Depois de passar quase os últimos 10 anos separados, desde que fizemos “Capitão América: Branco”, estamos nos reconectando tanto no trabalho quanto conversando todos os dias como amigos, reacendendo isso, encontrando aquela amizade e parceria criativa novamente. Isso é simplesmente glorioso.” disse o artista Sale em entrevista ao Newsarama.“Essa é a melhor parte de fazer uma nova história do Longo Dia das Bruxas, é que nossa amizade agora está mais forte do que nunca.”

O legado criativo do título confirmou o poder da visão única de Loeb e Sale para uma Gotham City tão assombrada pelo Batman, que desencadeia uma evolução completa dos velhos tempos do crime organizado, em um novo mundo habitado por criminosos fantasiados, como o Duas Caras e o Coringa.

“Por ter sido aceito tão amplamente por cineastas como Christopher Nolan e David Goyer, ao falarem sobre como isso influenciou a trilogia do Cavaleiro das Trevas, e por ter o diretor de The Batman, Matt Reeves, afirmando como isso influenciou o novo filme – é realmente muito incrível.”, afirma Loeb.“Estamos muito, muito gratos aos fãs porque, como costumo dizer, não posso fazer o que faço a menos que eles façam o que fazem. Portanto, é uma verdadeira parceria nesse sentido.”

Loeb confessa que há muitas possibilidades no novo título, “The Long Halloween Special” – incluindo alguns vislumbres possíveis de como uma sequência futura poderia ser.

“Em cada mistério, existem segredos. E então existem alguns segredos remanescentes da história original que são revelados, e então existem alguns novos segredos deixados quando a nova história é concluída.” provoca Loeb.“Então, se for possível continuar a contruir O Longo Dia das Bruxas depois dessa história, por assim dizer, esperamos ser capazes de fazer isso, mas a decisão é da DC.” 

“E obviamente essa decisão pode depender de como os leitores respondem à nova história.”, conclui Loeb – tornando clara a necessidade dos fãs expressarem seu desejo por mais continuações.“Mas certamente sabemos que há muito mais história para contar. É uma época muito rica na vida do Batman.”

“Batman: The Long Halloween Special #1” chegou ontem (26/10), nas bancas dos EUA.

Teaser revela a chegada do Batman-Que-Ri no game mobile Injustice 2

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O Batman-Que-Ri está chegando no game mobile Injustice. O personagem que estreou em “Dark Days: The Casting #1″, em setembro de 2017, e que ganhou notoriedade com uma trama mais aprofundada a partir de Dark Nights: Metal, do escritor Scott Snyder, será o novo personagem da franquia Injustice 2 para dispositivos móveis. Confira o teaser:

Lembrando que recentemente o personagem também ganhou sua versão no jogo Fortnite. Confira o vídeo:

O jogo mobile Injustice 2 está disponível na Play Store e Apple Store.

Projeto de série do Superman Val Zod, produzida por Michael B. Jordan, ganha novos roteiristas

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Michael B. Jordan colocará sua marca no Universo DC de algumas maneiras interessantes, e parece que um dos seus projetos acabou de receber sua maior atualização até momento. Na terça-feira (26/10), foi revelado que Darnell Metayer e Josh Peters estão prontos para escrever Val Zod, a próxima série da HBO Max produzida em conjunto com a DC Entertainment, Warner Bros. Television e pela Jordan’s Outlier Society.

Metayer e Peters trabalharam recentemente como roteiristas do filme Transformers: Rise of the Beasts, e são mais conhecidos por projetos como American Snow e The Nola.

Espera-se que Jordan seja o produtor executivo do projeto ao lado de Elizabeth Raposo, com a supervisão de Stefano Agosto da Outlier Society. Não está claro neste momento se Jordan será o personagem titular da série.

Criado por Tom Taylor, Nicola Scott e Robson Rocha, Val Zod apareceu pela primeira vez em 2014, no título “Earth 2 #19″. Um dos últimos sobreviventes da versão de Krypton de seu universo, Val Zod finalmente assumiu o manto de Superman, e tem sido um personagem favorito dos fãs desde então.

Lembrando que há um outro projeto em paralelo [um filme] envolvendo um Superman negro, produzido por JJ Abrams e com o roteiro de Ta-Nehisi Coates. Michael B. Jordan também está trabalhando como produtor de um filme do Super-Choque.

Via: [Deadline].

O diretor de “Aquaman”, James Wan, confirma que produção cancelada “The Trench” era um filme do Arraia Negra

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O diretor James Wan revelou que tinha grandes planos para sua produção derivada de “Aquaman” intitulada “The Trench”. Essa era uma produção secreta para um filme solo do vilão Arraia Negra. O antagonista interpretado por Yahya Abdul-Mateen II desempenhou um papel menor no filme “Aquaman” de 2018 e retornará na sequência, “Aquaman e o Reino Perdido”, em 2022. Enquanto elogiava o trabalho que acontecia nos bastidores para trazer o visual dos quadrinhos do Arraia, o diretor confirmou seus planos secretos para The Trench.

Wan respondeu a uma pergunta de um fã em sua conta do Instagram, revelando pequenos detalhes sobre como os fãs quase conseguiram um filme completo do Arraia Negra.

“Eu vou te contar um segredo, o filme cancelado spin-off “The Trench” realmente seria um filme secreto do Arraia Negra.”, disse Wan.

O cancelamento de “The Trench” veio em abril deste ano, junto com o cancelamento do filme dos Novos Deuses, de Ava DuVernay. James Wan produz também a minisérie animada do Aquaman para a HBO Max, intitulada “Aquaman: King of Atlantis”.

O segundo filme do Rei dos Mares tem previsão de estreia para dezembro de 2022.

Brendan Fraser, de ‘Patrulha do Destino’, interpretará vilão no filme da Batgirl

Após o lançamento de sua primeira arte conceitual no DC Fandome e a adição de Jacob Scipio no elenco, as novidades do filme da Batgirl continuam a todo vapor. Agora, ao que tudo indica, pelos lados da vilania do longa-metragem.

O ator Brendan Fraser, muito conhecido por ter dado vida ao personagem Rick O’Connell em “A Múmia” e a versão humana do Homem-Robô na série ‘Patrulha do Destino’,  foi incluído no elenco do filme. O THR, por meio de fontes internas, indica que Fraser interpretará o vilão Vagalume.

Batgirl deve ser o primeiro projeto do DC Filmes a estrear diretamente na plataforma de streaming HBO Max. O filme tem Leslie Grace no papel de Barbara Gordon/Batgirl, e J.K. Simons confirmado para retornar como o Comissário Gordon.

O filme terá roteiro de Christina Hodson (Bumblebee, Aves de Rapina), produção de Kristin Burr (Cruella) e deve chegar às telinhas em 2022.

Terceiro ano de Titãs se perde em Gotham e foca apenas na Bat-Família

Seguindo eventos catastróficos da segunda temporada, o terceiro ano de Titãs começa forte com a missão de corrigir erros e abrir novos caminhos, mas após os primeiros episódios, nos encontramos em uma trama bagunçada e confusa, com personagens principais jogados de lado, no que parece ser um costume para a produção nessa altura do campeonato.

Dessa vez nos encontramos em Gotham, a famosa cidade do crime, casa dos maiores vilões do universo DC, no que parecia ser uma decisão para o bem, mas que se torna a facada nas costas de uma série tão promissora que se perde no maior clichê de outras produções da DC: focar apenas na bagunça da Bat-Família.

E o rosto da bagunça toma forma no Capuz Vermelho, presente nas duas primeiras temporadas como Robin, a transição de Jason Todd para o vilão da temporada foi apressada, gratuita e mau executada.

Não é como se o personagem já não desse indícios antes da terceira temporada, mas receber os eventos de sua ‘morte’ como Robin e o ‘renascimento’ como Capuz logo nos primeiros 15 minutos do primeiro episódio nos trazem flashbacks da morte corrida de Donna Troy no final do segundo ano. Esses roteiristas simplesmente não sabem escrever eventos traumáticos para esses personagens?

Não existe mistério, Capuz Vermelho é do mal, e ele tenta se provar constantemente através de cenas violentas que não leva o plot da série a lugar nenhum. Pelo menos até a primeira perda significativa, que honestamente é um dos únicos momentos surpreendentes desse ano. É inesperado, e talvez não tenha sido a melhor das decisões, mas merece elogios pela coragem de ter executado o feito mesmo assim.

E é uma tragédia que distancia nossos heróis a temporada inteira, e isso infelizmente só ajudou no sentimento de confusão que se instala durante os 13 episódios do terceiro ano da série que agora encontrou um novo lar após o fim do DC Universe, a HBO Max. A mudança de serviço de streaming vinha com a esperança de uma melhoria na produção, que não foi suprida, os efeitos especiais continuam ótimos, mas o terceiro ano sente como uma extensão do segundo, como se fosse uma parte B que deveria ter se encerrado há muito tempo.

Personagens queridos antes, aqui ganham muito pouco para fazer, Donna Troy, a grande injustiçada da segunda temporada, demora muito para dar as caras, mas quando aparece, ganha poucos momentos de destaque e já corre para o encalço de algum protagonista da família do Batman. Tim Drake é o novo rosto do terceiro ano, e graças a atuação de Jay Lycurgo, ele facilmente se torna o melhor personagem mesmo no meio do elenco já apresentado.

Savannah Welch é outra adição e surpresa ao elenco, sua Barbara Gordon tem seus momentos, uma surpreendente luta na cadeira de rodas, e flashbacks que nos ajudam a posicionar em qual momento de vida a Oráculo se encontra para a série, mas quando é sempre colocada como personagem de apoio ao Dick Grayson de Brenton Thwaites, você percebe o quanto ela poderia ter tido mais para fazer, ao invés de ser diminuída a um projeto de romance quebrado que não vai pra lugar nenhum.

Favoritos dos fãs Kory, Gar e Rachel se esforçam, com o pouco que recebem do roteiro conseguem fazer milagres, mas fica claro a preferência dos roteiristas a personagens da família Wayne e agregados, tornando doloroso ver principalmente Estelar e Mutano lutando por minutinhos de tela em cada episódio, enquanto Rachel desaparece por grande parte da temporada, o que assusta já que Teagan Croft carregou a série por dois anos seguidos como protagonista.

Um ‘subplot’ que tem seu certo encanto é o relacionamento entre Kory, Komand’r e Conner, que passa longe de ser um triângulo amoroso, mas que se desenvolve até de modo satisfatório durante a temporada. As irmãs de Tamaran conseguem criar uma boa química em sua rivalidade, enquanto Komand’r e Conner engatam em um relacionamento fofo que infelizmente não ganha espaço para se desenvolver melhor, mas deixa possibilidade para boas cenas de humor com Joshua Orpin. 

A maior exposição fica para o protagonista de todo ano, Brenton Thwaites tem inúmeras cenas de exposição, e entrega algo satisfatório em todas elas. Responsável por caminhar a história para frente, seu Dick Grayson pode não ser tão original quanto esperávamos, mas no contexto do seriado, Thwaites conquista seu espaço de forma natural, e quando está em cena, o que é pela maioria da temporada, consegue a façanha de não derrubar a bola independente do que é pedido dele pelo roteiro confuso. Não é chato ver o Asa Noturna, mas chega a ser entediante assistir o herói em ação sozinho, já que nas poucas cenas que ele trabalha e batalha com o seu time, ele brilha.

A série Titãs já foi renovada para a quarta temporada, e aqui fica o apelo de fãs que buscavam uma aventura em live action mais próxima da excelente trama de Justiça Jovem, mas receberam uma extensão da extinta série Gotham, só que aqui com a permissão do uso de personagens famosos, que ficam perdidos em meio a uma trama que não sabe bem o que fazer com tanto personagem popular.

Vale a pena assistir? Talvez em uma maratona, pois o formato de episódios semanal tem trabalhado diretamente contra a série, expondo os maiores defeitos da produção da HBO, que fica cada vez mais próximo de algo esforçado da The CW.

Nota: 30/52.