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    Projeto de série do Superman Val Zod, produzida por Michael B. Jordan, ganha novos roteiristas

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    Michael B. Jordan colocará sua marca no Universo DC de algumas maneiras interessantes, e parece que um dos seus projetos acabou de receber sua maior atualização até momento. Na terça-feira (26/10), foi revelado que Darnell Metayer e Josh Peters estão prontos para escrever Val Zod, a próxima série da HBO Max produzida em conjunto com a DC Entertainment, Warner Bros. Television e pela Jordan’s Outlier Society.

    Metayer e Peters trabalharam recentemente como roteiristas do filme Transformers: Rise of the Beasts, e são mais conhecidos por projetos como American Snow e The Nola.

    Espera-se que Jordan seja o produtor executivo do projeto ao lado de Elizabeth Raposo, com a supervisão de Stefano Agosto da Outlier Society. Não está claro neste momento se Jordan será o personagem titular da série.

    Criado por Tom Taylor, Nicola Scott e Robson Rocha, Val Zod apareceu pela primeira vez em 2014, no título “Earth 2 #19″. Um dos últimos sobreviventes da versão de Krypton de seu universo, Val Zod finalmente assumiu o manto de Superman, e tem sido um personagem favorito dos fãs desde então.

    Lembrando que há um outro projeto em paralelo [um filme] envolvendo um Superman negro, produzido por JJ Abrams e com o roteiro de Ta-Nehisi Coates. Michael B. Jordan também está trabalhando como produtor de um filme do Super-Choque.

    Via: [Deadline].

    O diretor de “Aquaman”, James Wan, confirma que produção cancelada “The Trench” era um filme do Arraia Negra

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    O diretor James Wan revelou que tinha grandes planos para sua produção derivada de “Aquaman” intitulada “The Trench”. Essa era uma produção secreta para um filme solo do vilão Arraia Negra. O antagonista interpretado por Yahya Abdul-Mateen II desempenhou um papel menor no filme “Aquaman” de 2018 e retornará na sequência, “Aquaman e o Reino Perdido”, em 2022. Enquanto elogiava o trabalho que acontecia nos bastidores para trazer o visual dos quadrinhos do Arraia, o diretor confirmou seus planos secretos para The Trench.

    Wan respondeu a uma pergunta de um fã em sua conta do Instagram, revelando pequenos detalhes sobre como os fãs quase conseguiram um filme completo do Arraia Negra.

    “Eu vou te contar um segredo, o filme cancelado spin-off “The Trench” realmente seria um filme secreto do Arraia Negra.”, disse Wan.

    O cancelamento de “The Trench” veio em abril deste ano, junto com o cancelamento do filme dos Novos Deuses, de Ava DuVernay. James Wan produz também a minisérie animada do Aquaman para a HBO Max, intitulada “Aquaman: King of Atlantis”.

    O segundo filme do Rei dos Mares tem previsão de estreia para dezembro de 2022.

    Brendan Fraser, de ‘Patrulha do Destino’, interpretará vilão no filme da Batgirl

    Após o lançamento de sua primeira arte conceitual no DC Fandome e a adição de Jacob Scipio no elenco, as novidades do filme da Batgirl continuam a todo vapor. Agora, ao que tudo indica, pelos lados da vilania do longa-metragem.

    O ator Brendan Fraser, muito conhecido por ter dado vida ao personagem Rick O’Connell em “A Múmia” e a versão humana do Homem-Robô na série ‘Patrulha do Destino’,  foi incluído no elenco do filme. O THR, por meio de fontes internas, indica que Fraser interpretará o vilão Vagalume.

    Batgirl deve ser o primeiro projeto do DC Filmes a estrear diretamente na plataforma de streaming HBO Max. O filme tem Leslie Grace no papel de Barbara Gordon/Batgirl, e J.K. Simons confirmado para retornar como o Comissário Gordon.

    O filme terá roteiro de Christina Hodson (Bumblebee, Aves de Rapina), produção de Kristin Burr (Cruella) e deve chegar às telinhas em 2022.

    Terceiro ano de Titãs se perde em Gotham e foca apenas na Bat-Família

    Seguindo eventos catastróficos da segunda temporada, o terceiro ano de Titãs começa forte com a missão de corrigir erros e abrir novos caminhos, mas após os primeiros episódios, nos encontramos em uma trama bagunçada e confusa, com personagens principais jogados de lado, no que parece ser um costume para a produção nessa altura do campeonato.

    Dessa vez nos encontramos em Gotham, a famosa cidade do crime, casa dos maiores vilões do universo DC, no que parecia ser uma decisão para o bem, mas que se torna a facada nas costas de uma série tão promissora que se perde no maior clichê de outras produções da DC: focar apenas na bagunça da Bat-Família.

    E o rosto da bagunça toma forma no Capuz Vermelho, presente nas duas primeiras temporadas como Robin, a transição de Jason Todd para o vilão da temporada foi apressada, gratuita e mau executada.

    Não é como se o personagem já não desse indícios antes da terceira temporada, mas receber os eventos de sua ‘morte’ como Robin e o ‘renascimento’ como Capuz logo nos primeiros 15 minutos do primeiro episódio nos trazem flashbacks da morte corrida de Donna Troy no final do segundo ano. Esses roteiristas simplesmente não sabem escrever eventos traumáticos para esses personagens?

    Não existe mistério, Capuz Vermelho é do mal, e ele tenta se provar constantemente através de cenas violentas que não leva o plot da série a lugar nenhum. Pelo menos até a primeira perda significativa, que honestamente é um dos únicos momentos surpreendentes desse ano. É inesperado, e talvez não tenha sido a melhor das decisões, mas merece elogios pela coragem de ter executado o feito mesmo assim.

    E é uma tragédia que distancia nossos heróis a temporada inteira, e isso infelizmente só ajudou no sentimento de confusão que se instala durante os 13 episódios do terceiro ano da série que agora encontrou um novo lar após o fim do DC Universe, a HBO Max. A mudança de serviço de streaming vinha com a esperança de uma melhoria na produção, que não foi suprida, os efeitos especiais continuam ótimos, mas o terceiro ano sente como uma extensão do segundo, como se fosse uma parte B que deveria ter se encerrado há muito tempo.

    Personagens queridos antes, aqui ganham muito pouco para fazer, Donna Troy, a grande injustiçada da segunda temporada, demora muito para dar as caras, mas quando aparece, ganha poucos momentos de destaque e já corre para o encalço de algum protagonista da família do Batman. Tim Drake é o novo rosto do terceiro ano, e graças a atuação de Jay Lycurgo, ele facilmente se torna o melhor personagem mesmo no meio do elenco já apresentado.

    Savannah Welch é outra adição e surpresa ao elenco, sua Barbara Gordon tem seus momentos, uma surpreendente luta na cadeira de rodas, e flashbacks que nos ajudam a posicionar em qual momento de vida a Oráculo se encontra para a série, mas quando é sempre colocada como personagem de apoio ao Dick Grayson de Brenton Thwaites, você percebe o quanto ela poderia ter tido mais para fazer, ao invés de ser diminuída a um projeto de romance quebrado que não vai pra lugar nenhum.

    Favoritos dos fãs Kory, Gar e Rachel se esforçam, com o pouco que recebem do roteiro conseguem fazer milagres, mas fica claro a preferência dos roteiristas a personagens da família Wayne e agregados, tornando doloroso ver principalmente Estelar e Mutano lutando por minutinhos de tela em cada episódio, enquanto Rachel desaparece por grande parte da temporada, o que assusta já que Teagan Croft carregou a série por dois anos seguidos como protagonista.

    Um ‘subplot’ que tem seu certo encanto é o relacionamento entre Kory, Komand’r e Conner, que passa longe de ser um triângulo amoroso, mas que se desenvolve até de modo satisfatório durante a temporada. As irmãs de Tamaran conseguem criar uma boa química em sua rivalidade, enquanto Komand’r e Conner engatam em um relacionamento fofo que infelizmente não ganha espaço para se desenvolver melhor, mas deixa possibilidade para boas cenas de humor com Joshua Orpin. 

    A maior exposição fica para o protagonista de todo ano, Brenton Thwaites tem inúmeras cenas de exposição, e entrega algo satisfatório em todas elas. Responsável por caminhar a história para frente, seu Dick Grayson pode não ser tão original quanto esperávamos, mas no contexto do seriado, Thwaites conquista seu espaço de forma natural, e quando está em cena, o que é pela maioria da temporada, consegue a façanha de não derrubar a bola independente do que é pedido dele pelo roteiro confuso. Não é chato ver o Asa Noturna, mas chega a ser entediante assistir o herói em ação sozinho, já que nas poucas cenas que ele trabalha e batalha com o seu time, ele brilha.

    A série Titãs já foi renovada para a quarta temporada, e aqui fica o apelo de fãs que buscavam uma aventura em live action mais próxima da excelente trama de Justiça Jovem, mas receberam uma extensão da extinta série Gotham, só que aqui com a permissão do uso de personagens famosos, que ficam perdidos em meio a uma trama que não sabe bem o que fazer com tanto personagem popular.

    Vale a pena assistir? Talvez em uma maratona, pois o formato de episódios semanal tem trabalhado diretamente contra a série, expondo os maiores defeitos da produção da HBO, que fica cada vez mais próximo de algo esforçado da The CW.

    Nota: 30/52.

    Revelada as prévias de ‘Wonder Woman Historia: The Amazons’, do selo DC Black Label

    A DC divulgou as primeiras previas de Wonder Woman Historia: The Amazons, nova grafic novel escrita por Kelly Sue DeConnick e artes de Phil Jimenez, descrita como um épico do selo DC Black Label dividido em três partes, explorando a história antiga das Amazonas, expandindo a sua mitologia e o mundo da Mulher-Maravilha como a conhecemos.

    Em uma declaração, DeConnick descreveu a história como um épico homérico protagonizado por mulheres.

    “Queríamos fazer um épico homérico com uma mulher no centro. Pegamos toda a linguagem e iconografia que estamos acostumados nas histórias sobre homens como heróis e colocamos as mulheres no centro. Wonder Woman Historia: The Amazons é como um livro de história para uma jovem Amazona, onde ela aprende a história de seu povo, da perspectiva de seu povo.”

    A edição contará com páginas de design contendo anotações de Phil Jimenez que ajudarão a complementar a experiência de leitura, dando uma visão sobre as várias tribos das Amazonas mostradas. Como por exemplo, a Tribo de Artemis – lideradas por Antíope – e a Tribo de Héstia – lideradas por IO -, com a demais tribos sendo reveladas no lançamento.

     

    Jimenez também comentou como foi o processo para a criação dos designs das Amazonas, afirmando que queria representar diferentes tipos de corpos femininos.

    “O que mais me entusiasmou neste projeto foi a abordagem de Kelly sobre a mitologia.”, disse. “Este título também me permitiu repensar o design das Amazonas. Eu queria representar os diferentes tipos de mulheres ao redor do mundo. Era importante que os leitores se vissem em algum lugar representado fisicamente entre essas mulheres.”

    Também foi divulgada a sinopse oficial da HQ:

    Milênios atrás, a rainha Hera e as deusas do panteão olímpico ficaram muito insatisfeitas com seus colegas homens … e longe de suas vistas, colocaram um plano em ação. Uma nova sociedade nasceu, nunca antes vista na Terra, capaz de coisas maravilhosas e terríveis … mas sua existência não poderia permanecer em segredo por muito tempo. Quando uma mulher desesperada chamada Hipólita cruzou o caminho das Amazonas, uma série de eventos foi iniciada que levaria a uma guerra total no céu – e à criação do maior guardião da Terra!

    O título contará com a capa principal desenhada por Jimenez, a capa da variante é de Olivier Coipel, além de uma variante da relação Library Faux Leather Design com folha de ouro e tratamento texturizado pelo Diretor de Arte associado da DC, Darran Robinson.

    Wonder Woman Historia: The Amazons # 1 será lançada no dia 30 de novembro, contando com a colorização de Hi-Fi, Arif Prianto e Romulo Fajardo Jr. As edições dois e três serão lançadas no segundo e terceiro trimestre de 2022, respectivamente, apresentando arte de Gene Ha (livro dois) e Nicola Scott (livro três).

    Via: [DC Comics].

    HQ que revela a bissexualidade de Jon Kent supera a demanda de edições anteriores

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    Nas últimas semanas a DC Comics anunciou que Jon Kent, filho do Superman e o novo Homem de Aço do DC Universe, era bissexual, a revelação se deu em ‘Superman: Son of Kal-El #5′, que será lançada em novembro. Após a publicação de que o Superman é bi, a HQ já se tornou uma edição histórica, como relatado pela própria DC, ao dizer que  a demanda está em alta, com os pedidos superando os da primeira edição do título. Para ajudar os fãs a acompanhar a história, a editora está reimprimindo as edições #1-4 e encorajando os fãs a fazerem seus pedidos até 30 de outubro, com as reimpressões chegando às lojas em 23 de novembro.

    “Eu sempre disse que todos precisam de heróis e todos merecem se ver em seus heróis e estou muito grato que a DC e a Warner Bros. compartilham essa ideia”,- disse o escritor Tom Taylor, quando o anúncio original foi feito. “O símbolo do Superman sempre representou esperança, verdade e justiça. Hoje, esse símbolo representa algo mais. Hoje, mais pessoas podem se ver no super-herói mais poderoso dos quadrinhos.”

    Já o artista John Timms, que trabalha ao lado de Tom na publicação declarou o seguinte:

    “Estou incrivelmente honrado por trabalhar ao lado de Tom em ‘Superman: Son of Kal-El ‘ , mostrando Jon Kent enfrentando sua complexa vida moderna, enquanto também salva o mundo de suas maiores ameaças e vilões.”

    Quem também se pronunciou sobre a edição foi o diretor de criação e editor da DC, Jim Lee

    “Não poderíamos estar mais orgulhosos de contar essa história importante de Tom Taylor e John Timms. Falamos muito sobre o poder do DC Multiverse em nossa narrativa e este é outro exemplo incrível. Podemos ter Jon Kent explorando sua identidade nos quadrinhos, bem como Jon Kent aprendendo os segredos de sua família na TV em ‘Superman & Lois’ . Eles coexistem em seus próprios mundos e tempos, e nossos fãs podem desfrutar de ambos ao mesmo tempo.”

    Jon Kent tem como par romântico um novo personagem chamado Jay Nakamura. Ele estreou em ‘Son of Kal-El‘ como um repórter originário da nação de Gamorra.

    Superman: Son of Kal-El  # 5 é do escritor Tom Taylor ( Dark Knights of Steel ), do artista John Timms ( Harley Quinn ), do colorista Hi-Fi ( Mulher Maravilha ) e do escritor Dave Sharpe ( Batgirl ). Possui uma capa principal de Timms e capas variantes de Travis Moore ( Nightwing ) e Tamra Bonvillain ( Mulher Maravilha ) e Inhyuk Lee ( Batgirls ). A edição nº 5 chega às lojas em 16 de novembro.

    Via: [Comic Book]

    Ruby Rose, Batwoman e outros relatos de má conduta nas produções da CW

    A atriz Ruby Rose usou as suas redes sociais para denunciar os abusos sofridos por ela e a equipe de Batwoman durante o período em que protagonizou a série na primeira temporada. Os relatos de Rose chocam pelo descaso do alto escalão da CW e, principalmente, pela morte de dois dublês durante as filmagens e um membro da produção que ficou quadriplégica. Entretanto, esse não é um caso isolado, tendo já atores de produções da emissora, vindo relatar casos de conduta semelhante, tanto dentro como fora do selo DC. 

    Em 2017, o produtor executivo da CW, de Andrew Kreisberg, responsável por séries como The Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow, foi afastado pela Warner Bros. TV Group após uma investigação sobre alegações de comportamento inadequado. Em um artigo divulgado pela Variety, foram ouvidas cerca de 19 vítimas do produtor, que preferiram não se identificar por medo de represarias pelo estúdio. 

    Todos os relatos, vindo tanto de mulheres como de homens, descrevem incidentes semelhantes de toque inadequado e assédio sexual endêmico. Kreisberg foi acusado de frequentemente tocar em pessoas sem sua permissão, pedir massagens de membros da equipe feminina e fazer constantes comentários sexualizados sobre a aparência das mulheres e de suas roupas. 

    De acordo com muitos entrevistados, o comportamento problemático de Kreisberg, particularmente em torno das mulheres, piorou quando ele tinha uma grande autoridade como produtor executivo em vários programas. 

    Obviamente, Kreisberg negou veementemente as alegações, porém, foi demitido pouco tempo depois. Na época, a atriz Melissa Benoist, em entrevista ao Television Critics Association, havia dado uma declaração afirmando uma significativa mudança nos bastidores de Supergirl. Entre os exemplos de má conduta do set estão a vez que Benoist teve que gravar uma cena onde todos os membros masculinos da produção estavam sem camisa.  

    Além disso, a atriz já revelou seu desconforto com o traje da heroína, que era obrigada a usar independente das condições climáticas. Tendo também revelado em uma entrevista ao programa Jimmy Kimmel Live, que já se machucou diversas vezes no set por conta do equipamento usado nas cenas de voo. 

    “Eu tenho que confessar, eu não sei se vou sentir muita falta de voar, porque fazer isso machucava meu corpo demais! (…) eu acho que continua exatamente a mesma coisa desde que o Christopher Reeve fazia isso. Só um bando de cabos e tipo, uns arreios que parecem uma fralda e fazendo [imitando uma pose de voo].” 

    Ainda em 2017, o ator KJ Apa, protagonista da série Riverdale da CW, sofreu um acidente de carro, após ter ficado trabalhando 16 horas ininterruptas de filmagens. O acidente gerou vários protestos nos bastidores, onde foi relatado que as gravações duravam até as primeiras horas da manhã. 

    No início de setembro de 2017, um pouco antes do acidente de Apa, o ator Tom Welling havia conversado com o ator e colega Michael Rosebaun, em uma entrevista ao podcast “Inside of You”, sobre uma situação muito semelhante que ocorrera no set de Smallville. 

    “(…) Eu estava acordando às 4h30, dirigindo uma hora e meia, trabalhando 18 horas por dia e dirigindo de volta, dormindo cinco horas. E vocês disseram, ‘Bem, ele vai morrer. Ele vai bater em uma árvore e o show vai acabar.” 

    A Warner Bros. TV, responsável por ambas as séries, tem uma política segundo a qual os atores são responsáveis por seu próprio transporte de ida e volta para o set de produções, especialmente quando a produção é filmada fora dos Estados Unidos. Ambos os programas foram filmados em Vancouver. 

    Outra polêmica envolvendo a emissora aconteceu nos bastidores de Superman & Lois, onde a roteirista Nadria Tucker, em um desabafo em sua conta pessoal no Twitter, revelou que não teve seu contrato renovado com a rede The CW após a mesma e outros roteiristas apontarem aos produtores a existência de tramas com viés racistas e sexistas. 

    Em entrevista ao portal Huff Post, a roteirista afirmou: 

    “No grande esquema de coisas que aconteceram às pessoas no decorrer do trabalho em Hollywood, eu não experimentei uma fração das piores coisas que rolaram. Mas o nível de micro agressões e toxicidade é tão difundido que é quase inevitável” 

    Dito tudo isso, a Warner Bros. Television deu uma declaração após as acusações de Ruby Rose, afirmando: 

    “Apesar da história revisionista que Ruby Rose está agora compartilhando de forma online, voltada para os produtores, elenco e equipe, a rede e o estúdio, a verdade é que a Warner Bros. Television decidiu não exercer sua opção de contratar Ruby para a segunda temporada de Batwoman com base em várias reclamações sobre o seu comportamento no local de trabalho”. 

    A declaração não apresenta nenhuma prova que desminta as acusações que foram ditas por Rose, que conta com provas como as fotos de suas lesões e notícias validando a veracidade de suas afirmações. Enquanto isso, o estúdio parece ter abraçado uma narrativa em que coloca a atriz como uma louca e diva, difícil de se trabalhar. 

    IMPORTANTE: O texto não tem a intenção de gerar ódio contra as séries acima citadas, somente apontar casos recorrentes de abusos e má condutas sofridos pelos membros de elenco e equipe de produção em séries da The CW.

    Revelado os números de audiência do DC FanDome 2021; confira!

    A WarnerMedia divulgou os números de visualização do DC FanDome 2021, que acumulou cerca de 66 milhões de visualizações globais, superando os números da conferência do ano passado, que atraiu 22 milhões de visualizações em todo o mundo.

    Em seu segundo ano, o evento contou com 50 transmissões ao vivo em plataformas de mídia social, disponível em mais de 220 países em 12 idiomas. Contando com a divulgação das produções em andamento do estúdio, como as prévias de The Flash, Adão Negro, SHAZAM! Fúria dos Deuses e Aquaman e o Reino Perdido, além do aguardado segundo trailer de Batman, que registrou cerca de 25 milhões de visualizações no YouTube desde que foi lançado no sábado.

    Fora o cinema, também foram divulgado prévias das próximas temporadas das séries da The CW, uma homenagem ao elenco de Supergirl pela última temporada, o primeiro teaser de Pacificador, uma celebração aos 100 episódios de Lendas do Amanhã, o lançamento da 4º temporada de Justiça Jovem, entre muitos outros. [Confira]

    Ann Sarnoff, presidente e CEO da WarnerMedia, comentou que o evento superou todas as expectativas, tendo o triplo de visualizações em relação ao ano passado, e agradeceu o retorno dado pelos fãs.

    “Continuamos a inovar em toda a empresa a serviço de nossos fãs, e não posso exagerar a criatividade e o trabalho árduo que foram necessários para este evento digital global altamente organizado. Demos aos fãs o que eles queriam – o melhor de todas as coisas da DC – e seu envolvimento e resposta foram fantásticos. Estamos tão entusiasmados quanto eles para entregar todo o excelente conteúdo destacado pela DC FanDome.”

    O DC FanDome 2021 ocorreu no último sábado (16), com o Terraverso fazendo cobertura tanto no site, como através de lives de aquecimento e comentários em nosso canal no YouTube.

    Ex-Batwoman Ruby Rose, denuncia rotina abusiva, ameaças e mortes de dublês no set da série

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    Na madrugada de hoje, dia 20, a atriz Ruby Rose usou os seus stories no Instagram para denunciar uma série de supostos abusos cometidos no set de Batwoman, série em que protagonizou durante a primeira temporada, e pediu para que os fãs não a perguntassem mais sobre um possível retorno a produção.

    A atriz relatou os maus tratos e abusos que sofreu durante a produção, citando nomes como o presidente-executivo da Warner Bros. Television, Peter Roth, que obrigava as funcionárias do set a vaporizar suas calças, na região da virilha, enquanto ainda as vestia. Tendo, também, contratado um detetive particular para seguir e investigar a vida pessoal da atriz.

    “Ele [Peter] é o primeiro capítulo, não sei se saiu depois de ser promovido para a posição mais alta, já que não parava de fazer com que jovens mulheres passassem suas calças, enquanto você as vestia, ao redor de sua virilha, ou se você saiu depois de ter colocado um investigador particular atrás de mim, que você demitiu assim que a investigação dele não se encaixou na sua narrativa. De qualquer forma, quando se trata de você [Peter], já existe um exército a sua espera”.

    Roth, e a produtora Caroline Dries, forçaram-na a voltar a produção 10 dias após uma cirurgia de emergência realizada por conta de um acidente ocorrido durante as gravações, onde teve fraturas no pescoço e costela, que havia se partido em duas, ameaçando multar ela e toda a equipe.

    “Para todos que disseram que eu estava muito travada em Batwoman, imagine voltar ao trabalho 10 dias depois disso [sobre os vídeos da cirurgia]… 10 DIAS!!! Ou então toda a equipe e elenco seriam demitidos e eu decepcionaria a todos porque Peter Roth disse que ele não iria chamar outra atriz e eu perderia milhões para o estúdio (por ter me machucado no set dele), e seria eu quem tiraria o emprego de várias pessoas. Ao invés de pegar meio dia para reescrever o roteiro, ou me tirar por algumas semanas.

    A atriz compartilhou o vídeo de anúncio onde falava que não estaria na San Diego Comic-Con de 2019 para promover Batwoman. Segundo Rose, a CW vetou o seu comparecimento, sendo instruída a cobrir as  cicatrizes dos seus ferimentos para a gravação, a fim de não revelar ao público.

    “Imagine já ter aceito receber menos para poder fazer um projeto de paixão e estar super animada para ir na Comic-Con e então ser dito que eles não iriam ajustar as datas de gravação para que eu pudesse participar… mas então dizendo depois ‘nós não vamos anunciar, você que vai’”.

    Continuando o seu relato, Ruby destacou as péssimas condições de trabalho no set de gravações, que acarretaram em uma série de acidentes envolvendo a produção, como um membro da equipe de gravações que ficou com queimaduras de 3º grau em todo o seu corpo, uma cena de sexo foi filmada sem aviso prévio e dois dublês morreram, Rose quase ficou cega durante as gravações e uma mulher ficou quadriplégica.

    Ainda segundo Rose, a produtora Carolina Dries era raramente vista no set, tendo visitado a produção pouquíssimas vezes durante o período de um ano em que a atriz protagonizou a série. Inclusive, insistindo para que as gravações de Batwoman continuassem mesmo durante os estágios iniciais da pandemia de COVID-19, diferente de outras produções da emissora, como Riverdale e Supergirl, que já tinha sido paralisadas.

    “Eu disse que todo mundo estava distraído, constantemente checando atualizações sobre Covid e seus amigos. E vendo Riverdale, The Flash e Supergirl já com [as gravações] paralisadas, eu senti que algo ruim ia acontecer e ela visitou o set umas quatro ou cinco vezes e decidiu que conseguia dizer que meu ferimento aconteceu no set e que eu deveria falar com o investigador particular, porém, mais tarde, negou isso e disse que me machuquei fazendo yoga. Eu nem faço yoga. E agora uma pessoa nunca mais vai andar.”

    Por fim, seus colegas de elenco também foram citados em seu relato, Dougray Scott foi descrito por Rose como tendo uma postura anti-profissional e maltratando diversos funcionários do set, especificamente as mulheres. Segundo ela, Scott “machucou uma dublê e ele gritava com as mulheres, era um pesadelo. Ele ia embora quando queria e chegava quando desejava. Ele era abusivo com mulheres e, assim, sendo a protagonista da série, eu mandei um e-mail pedindo que parassem de gritar nos bastidores e eles recusaram.”

    Outro nome citado foi o do ator Camrus Johnson, apontado como o responsável pelos vazamentos de informação do set para a imprensa, sendo descrito pela atriz como “um garoto egomaníaco“.

    Finalizou a atriz:

    “Mas eu fui na TV e falei sobre meu ferimento e nem brinquei com isso. Tirando eles eu era amada e amava minha equipe. Ah, e eles não me levavam para o trabalho e eu não poderia dirigir depois da cirurgia… Então eles disseram, ‘pegue um taxi’”.

    Após essas séries de abusos, Ruby Rose não renovou o seu contrato com a CW, saindo da produção ao final da primeira temporada. Tendo sido substituída pela atriz Javicia Leslie, onde interpreta a heroína Ryan Wilder, herdando o manto de Batwoman. Kate Kane retornou no segundo ano da série, sendo interpretada pela atriz Wallis Day, que encerrou o arco da personagem.

    Atualmente, Batwoman está atualmente em sua terceira temporada.

    DC lança trailer inédito da HQ ‘Batman/Fortnite: Foundation’; confira!

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    A DC lançou um trailer inédito para aumentar o hype na sua próxima HQ (de edição única), ‘Batman/Fortnite: Foundation’. O vídeo provoca aparições de um grande número de personagens da DC, incluindo Superman, o Flash, Mulher-Maravilha e muito mais.

    Confira:

    Batman / Fortnite: Foundation #1 foi co-escrito pelo diretor de criação da Epic Games, Donald Mustard, pelo escritor de Batman / Fortnite: Zero Point , Christos Gage, e pelo aclamado escritor de Death Metal, Batman e Dark Nights , Scott Snyder

    A HQ física incluirá um código para adquirir gratuitamente a skin do Batman-Que-Ri no Fornite. A edição estará disponível nas lojas de quadrinhos dos EUA no dia 26 de outubro.