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    Jenna Dewan retornará como Lucy Lane para a segunda temporada de ‘Superman & Lois’

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    Jenna Dewan retornará ao Arrowverso em 2022, em um papel como Lucy Lane na segunda temporada de Superman & Lois. Dewan estreou no papel em Supergirl, que terminará no final deste mês, mas não aparecerá (exceto como uma surpresa de última hora) nos episódios finais dessa série.

    Quando o pai de Lois e Lucy, Sam Lane, foi reformulado antes da estreia da série, os fãs se perguntaram se Lucy seria interpretada por Dewan caso ela aparecesse em Superman & Lois. O personagem foi referenciado, mas nunca visto, na primeira temporada da série. Não há detalhes sobre a participação que ela desempenhará na trama narrativa da nova temporada.

    Superman & Lois apresenta Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch reprisando seus papéis da série Supergirl, como Clark Kent / Superman e Lois Lane, respectivamente, e retorna no próximo ano com sua segunda temporada.

    A primeira temporada de Superman & Lois está disponível no streaming HBO Max.

    Via: [THR].

    Revelada a sinopse da primeira parte do crossover “Armageddon”, na série “The Flash”

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    A CW lançou a sinopse oficial da estreia da 8ª temporada de The Flash, que também serve como a primeira parte (de 5) do crossover “Armageddon”. O especial apresentará inúmeras participações superpoderosas. Entre os heróis e vilões que se juntarão ao Time Flash teremos; a Batwoman de Javicia Leslie, o Átomo de Brandon Routh, o Raio Negro de Cress Williams, a Sentinela de Chyler Leigh, a Mia Queen de Kat McNamara e Ryan Choi de Osric Chau. Confira:

    PARTE UM – ARMAGEDDON – Quando uma poderosa ameaça alienígena chega à Terra sob circunstâncias misteriosas, Barry (Grant Gustin), Iris (Candice Patton) e o resto da Equipe Flash são levados ao seu limite em uma batalha desesperada para salvar o mundo. Mas com o tempo se esgotando e o destino da humanidade em jogo, Flash e seus companheiros também precisarão contar com a ajuda de alguns velhos amigos para que as forças do bem prevaleçam. Brandon Routh é a estrela convidada. Eric Dean Seaton dirigiu o episódio escrito por Eric Wallace.

    A temporada estreia na The CW no dia 16 de novembro.

    Via: [ComicBook].

    Aquaman: King of Atlantis explora a vastidão da mitologia do herói, em uma aventura divertida e encantadora

    Aquaman: King of Atlantis marca o retorno do Rei dos Mares para as séries animadas, desta vez como protagonista. Tendo como foco o público infantil, a animação convida o telespectador a submergir em uma aventura psicodélica, recheada de muita ação e visuais encantadores. A produção respeita a imponência do herói e é uma porta de entrada perfeita para o seu universo. 

    É de conhecimento geral que o Aquaman possui um histórico peculiar com animações, muito disso por causa da série do Super-Amigos, de 1973, que afundou a reputação do personagem para o grande público, ridicularizando sua imagem e habilidades. Algo que foi ecoado durante décadas no cenário da cultura pop.   

    Com o passar dos anos, outras produções trouxeram abordagens mais respeitosas com o herói, usando de base versões como da Era de Prata ou como a famosa fase do gancho dos anos 90. Entretanto, nenhuma delas soube explorar a vastidão de sua mitologia, preferindo navegar em águas rasas, sendo que esse é o maior diferencial encontrado na nova animação, que usa do humor para mergulhar de cabeça nesse universo, sem descaracterizar o seu protagonista. 

    Produzida por James Wan, a minissérie leva em consideração os eventos do filme de 2018 (apesar da ausência da Rainha Atlanna), mostrando os primeiros dias de Arthur como o soberano de Atlantis e suas dificuldades para conquistar o amor de seus súditos, enquanto desvenda um mistério que pode colocar um fim em todo o mundo. 

    A produção, dividida em três capítulos, possui uma trama redonda e contínua, saindo de questões até mesmo simplórias, como o desconforto do trono real, e crescendo a partir disso. Tendo sempre o seu ápice em meio a uma grande batalha, onde o Aquaman persevera diante de seus inimigos e se mostra digno de ser rei, ele acaba oltando sempre para o seu ponto de partida, a sala do trono. A trilogia investe na simplicidade, que não deve ser vista como demérito. 

    O roteiro é inteligente e sabe preceitos envolvendo o personagem ao seu favor. As piadas envolvendo a comunicação com os peixes está presente, mas a habilidade é sempre usada de forma útil e inventiva, surpreendendo até mesmo os personagens desse universo. Inclusive, contando com um número musical dedicado a desmistificar esses poderes, intitulado “Talking to the Fish”, que está disponível no Spotify. 

    Outro grande destaque da série é a Princesa Mera, que possui uma personalidade explosiva e irreverente, sendo colocada muita das vezes como os “músculos” da dupla. Ela exibe suas habilidades em seu máximo, sendo mais poderosa que maioria dos personagens a sua volta. Entretanto, também é explorado o seu lado de apoio e conselheira, ajudando Arthur a entender as regras do mundo submarino.  

    O estilo da animação tem como influência e inspiração outras produções como Steven UniversoThunderCats Roar!, possuindo um traço estilizado, dando destaque a cores vivas, com foco em uma paleta fria, contrastando com o vermelho e amarelo nas cenas dramáticas ou de tensão. A movimentação dos personagens é bastante fluída, e até frenética em certos momentos, se beneficiando dos designs mais arredondados. 

    Outro destaque importante foi a dublagem brasileira, que fez um excelente trabalho de localização, inserindo termos com ditos populares e até piadas de forma primorosa nos diálogos. Francisco Júnior dublou o Aquaman e Luisa Palomanes era a voz da Mera. 

    Aquaman: King of Atlantis é uma história curta, mas de extrema qualidade, pegando todo esse universo subaquático e brincando com suas possibilidades, estando repleta de referências que vão muito além ao que foi apresentado nos cinemas. A produção deve divertir crianças de todas as idades, inclusive as adultas. 

    Os três capítulos da animação estão disponíveis no streaming HBO Max. 

    Nota:

    Excelente: 52/52

    Zack Snyder comenta quais outros vilões do Batman gostaria de ter utilizado nos cinemas

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    O  diretor de “Liga da Justiça”, Zack Snyder, havia revelado anteriormente que seu plano original seriam cinco filmes no DCEU, culminando em uma Liga da Justiça 2 e 3 e unindo um vasto universo de heróis contra Darkseid (Ray Porter). Agora, em conversa com a BroBible, o diretor comenta quais vilões pretendia usar na sua proposta de DCEU:

    “Muito.”, disse Snyder quando questionado se o Pinguim estava entre os personagens considerados para o seu DCEU. “Obviamente, a Mulher-Gato é alguém sobre quem conversamos, e tínhamos um conceito de Charada. No início (do desenvolvimento de ‘Liga da Justiça’), o Charada era aquele que descobriria a Equação Anti-Vida na Terra.”

    Um novo filme do Batman está a caminho, e curiosamente, com a chegada dos três vilões citados por Zack Snyder. Colin Farrell interpretará o Pinguim, a Mulher-Gato será vivida por Zoe Kravitz e Paul Dano interpreta o Charada.

    ‘The Batman’ tem previsão de estreia nos cinemas para março de 2022.

    Jason Momoa testa positivo para Covid-19 e gravações de “Aquaman e o Reino Perdido” são paralisadas, afirma site

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    Conforme reporta o jornal britânico The Sun, o ator Jason Momoa testou positivo para a Covid-19. Ele estava gravando cenas do filme “Aquaman e o Reino Perdido”, sequência da produção de 2018, em Hertfordshire na Inglaterra.
    Ainda conforme o site, insiders revelaram que a superestrela de Hollywood já está cumprindo o isolamento e a Warner optou pela paralisão das gravações, como uma forma de impedir novos surtos no set.
    “Aquaman E o Reino Perdido” contará com o retorno de Jason Momoa como Aquaman, Amber Heard como a Rainha Mera, Patrick Wilson como Mestre dos Oceanos, Randall Park como o Dr. Stephen Shin e Yahya Abdul-Matteen II como o vilão Arraia Negra. O filme também contará com os atores Jani Zhao, uma misteriosa personagem chamada Stingray, Indya Moore como Karshon e Vincent Regan como o o Rei Atlan.
    A produção terá o roteiro de Leslie Johnson-McGoldrick e direção de James Wan, que também produz o filme ao lado de Peter Safran. A estreia é prevista para 16 de dezembro de 2022.

    Roteirista comenta que animação “Catwoman: Hunted” é uma produção “adjacente” da série animada “Justiça Jovem”

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    O co-produtor da série animada “Justiça Jovem”, Greg Weisman, diz que o filme estilo anime da DC, “Catwoman: Hunted”,  é uma produção “adjacente” em sua continuidade a produção dos jovens heróis.

    A informação foi revelada pelo próprio Weisman, roteirista de Catwoman: Hunted , em uma postagem recente no seu site, S8.org . Ele diz que embora o filme tecnicamente não aconteça na Terra-16, seus eventos ainda têm relevância no mundo de “Justiça Jovem”.

    “As pessoas me perguntam se está em continuidade com Justiça Jovem., escreveu Weisman. “Minha resposta: é “Justiça Jovem -adjacente”, muito parecido com aquele velho curta-metragem Green Arrow/DC Showcase que escrevi anos atrás. Uma versão desses eventos aconteceu na Terra-16. Se você é gosta de coisas completas, vai querer assistir. (Além disso, eu realmente acho que ficou ótimo!)”

    Capa do Blu-ray da animação “Catwoman: Hunted”.

    Catwoman: Hunted tem lançamento programado para o dia 8 de fevereiro de 2022. O filme foi escrito por Weisman e dirigido por Shinsuke Terasawa, com Jamie Thomason atuando como diretor de voz. A produção apresenta Selina Kyle/Mulher-Gato, cujas tentativas de roubar uma joia de valor inestimável a colocam na mira de vários outros vilões de DC – como a Interpol e a Batwoman.

    Confira aqui a lista de filmes animados da DC anunciado durante o DC FanDome 2021!

    Danny DeVito compartilha prévia de história em quadrinhos escrita por ele sobre o vilão Pinguim

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    Recentemente, a DC Comics lançou uma prévia do título Gotham City Villains Anniversary Giant #1, mostrando um vislumbre da história escrita por Danny DeVito, intitulada “Bird Cat Love”. O ator que interpretou Oswald Cobblepot no filme “Batman: O Retorno” de 1992, apresenta a sua ideia para o Pinguim nas páginas de uma HQ da DC Comics pela primeira vez, escrevendo a história que será ilustrada por Dan Mora.

    DeVito e DC revelaram um primeiro olhar para esta história, bem como as capas variantes que estarão disponíveis quando o título for lançado, no final de novembro. A HQ também celebra o aniversário de 80 anos de vários vilões de Gotham City.

    • O Espantalho (história e arte de Wes Craig);
    • Hera Venenosa (escrito por G. Willow Wilson, arte por Emma Rios);
    • Ra’s al Ghul (escrito por Phillip Kennedy Johnson, arte por Riccardo Federici);
    • Talia al Ghul (escrita por Nadia Shammas e Joshua Williamson, arte de Max Raynor);
    • O Capuz Vermelho Original (escrito por Stephanie Phillips, arte de Max Fiumara);
    • O Chapeleiro Louco (escrito por Dan Watters, arte de Skylar Patridge);
    • Mariposa Assassina (escrito por Mairghread Scott, arte de Ariela Kristantina).

    Nas redes sociais, DeVito compartilhou a prévia:

    Confira abaixo a prévia:

    Gotham City Villains Anniversary Giant #1 será lançada nos EUA no dia 30 de novembro.

     

    Estranhas Aventuras | Adam Strange: herói de guerra ou assassino?

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    Em uma inversão de papeis tão realista quanto títulos do selo DC Black Label, “Strange Adventures” (no Brasil, ‘Estranhas Aventuras), escrito por Tom King e com artes de tirar o fôlego do artista Mitch Gerads, conquista a difícil tarefa de fazer o leitor duvidar da integridade de um herói e seus anos de guerra.

    Quem já é familiarizado pelo trabalho de King, principalmente por suas parcerias com Gerads, consegue se sentir abraçado logo nas primeiras páginas do título, com artes de (novamente) tirar o fôlego, Strange Adventures chama a atenção principalmente pela apresentação de seus personagens, sem traços cartunescos, com mensagens e ações mais duras e secas ao acompanhar os quadros.

    Na primeira metade da história (do #1 ao #6, de 12 edições), intercalamos entre eventos do passado de Adam Strange e sua esposa, a não tão agradável Alanna, e o momento presente. King nos mostra grandes batalhas pela sobrevivência do planeta natal da ‘Senhora Strange’, Rann, enquanto Adam sofre para provar sua integridade perante a acusações pesadas sobre um assassinato que pode ou não ter seu envolvimento. Quando não estamos mais confiantes nas palavras e relatos de nossos heróis é que passamos a nos perguntar o que realmente as páginas e páginas de aventuras de Rann significam.

    Podemos confiar em Adam Strange? 

    E essa é uma dúvida que pendura durante toda a história, sendo cada vez mais validada pelas ações de Strange e Alanna no presente, perante as acusações de assassinato de um hater do herói, que foi encontrado morto com um tiro na cabeça dado supostamente pela famosa arma intergaláctica de Strange. É o suficiente para tornar nosso não tão otimista herói em um vilão de sua própria trama. Mas existe muito mais por trás das ações de Adam após ser acusado de matar alguém, e é através das ações e relatos de sua esposa que podemos começar a atirar nossas próprias conclusões.

    Talvez a maior sacada de King aqui foi subverter os papéis, colocando Strange a frente do juri popular, dividindo o povo americano entre quem acredita em sua inocência, e quem cegamente o julga por suas ações em Rann, e agora seu possível envolvimento em um crime na Terra. Mas ao contrário do que se esperava, Adam só pode ser visto por nós leitores através dos flashbacks da guerra, em momentos descritos pelo próprio Adam em seu livro autoral, que o obrigou a sair em turnê pelo país. Quem toma a frente e carrega a narrativa é Alanna, onde King não teve o menor receio em retratar como uma mulher dura, atormentada pelo passado, sem papas na língua, e em diversos momentos cruel.

    Mas não me entenda mal, Alanna não é uma vilã, apesar de carregar certos momentos que a colocariam em um papel duvidoso, sua personalidade casa com alguém como Selina Kyle, uma mulher forte, sem medo de agir em próprio benefício. Ao conhecermos mais sobre o que ela e Adam passaram na guerra, conseguimos entender cada vez mais suas ações no presente, e o caminho que a fez se tornar tão dura.

    Estabelecendo desde cedo os meios do casal, King consegue com sucesso recriar uma nova e não tão explorada dinâmica entre ‘herói e donzela’, fazendo das páginas da Alanna interessantes e envolventes, tanto no passado quanto no presente. A perda de um familiar, a guerra por seu povo e planeta, o difícil relacionamento com seu marido, tudo entra em conta na criação de uma personagem tão distintiva, e na minha opinião, a melhor parte de toda a saga.

    As edições finais tomam outro rumo, a participação mais que bem vinda do Senhor Incrível (Mister Terrific) como o detetive por trás do caso em que Adam esta sendo acusado é uma das inúmeras decisões interessantes aqui, dando foco em um personagem pouco usado na DC, que não só mostrou serviço como deu seu nome, e espero muito que aqui seja só o começo de um retorno merecido as histórias principais da editora para o herói.

    Incrível segue o arquétipo clichê do detetive durão e sem tempo para simpatia, mas sua figura antipática combinado com um visual marcante trás momentos de destaque pelo título. E uma cena específica onde há retratação de racismo e a maneira que o herói responde ao mesmo carregam para mim as melhores frases de toda a história. Ele não tem medo de perguntar as perguntas mais difíceis, e conhecendo mais sobre seu passado nas edições finais, foi essencial para entender de onde vem tanta amargura.

    A conclusão se arrasta, as revelações acontecem de forma gradual, mas consequências só chegam nos títulos finais e talvez cortar umas 2 edições teria sido melhor. Os constantes adiamentos de lançamentos das publicações também não ajudaram.

    A guerra chega ao presente, a Terra é o novo alvo dos terríveis Pykkt, e a Liga da Justiça faz uma participação curta mas eficaz, cobrindo o maior espaço possível em proteger o planeta de um terrível fim como aconteceu com Rann, e mais uma vez, Alanna e Strange são colocados a frente, por ter experiência no combate desta espécie que está atacando a Terra.

    É agora que podemos ver como a guerra afetou Strange de maneiras inimagináveis, e suas ações nas edições anteriores são mais uma vez validadas aqui. Não é de graça, é bem construído, e assim como na saga de Tom King, Heróis em Crise, temos uma belíssima e assustadora retratação de um sobrevivente de guerra colocada sobre as lentes de um herói em quadrinhos, funcionou bem em Heróis em Crise, mas funciona melhor aqui.

    Strange Adventures é uma saga curta, bem estruturada e com um mistério um tanto raso em um primeiro ponto de vista, mas com muito a discutir quando bem aprofundado. Em momentos atuais, é muito satisfatório ver personagens em quadrinhos que são tão falhos e reais quanto nós mesmos, que não precisam ser definidos para sempre por suas ações do passado, e que sim, continuam sendo heróis, independente de erros e decisões difíceis feitas mediante a situações mais difíceis ainda. É sobre ação e consequência, e que nem todo herói seguirá aquilo que lhe é imposto, referente aos seus atos de heroísmo, que no fim, fazem dele mais ou menos heróico?

    Nota: 52/52 – Excelente!

    [Lista] Algumas séries especiais da DC que merecem a sua atenção

    A DC sempre foi bastante conhecida pela seu extenso número de produções televisivas, com algumas sendo lembradas até hoje pelo seu impacto na cultura pop. Já outras, apesar de sua qualidade, acabaram sendo esquecidas com o passar dos anos. Um fator determinante pela dificuldade de acesso, mesmo através de meios não convencionais.

    Graças aos streamings, muitas dessas produções vem sendo resgatadas e estando de certa forma, mais acessível ao público. Dito isso, separamos algumas séries muito especiais, que todo o fã da DC precisa conferir.

    Lanterna Verde: A Série Animada (2011 – 2013)

    Número de temporadas: 2 (26 episódios)

    Onde assistir: HBO Max

    Sinopse: A série animada acompanha o Lanterna Verde da Terra, Hal Jordan, que está acostumado a estar em situações perigosas, mas nunca em algo assim! Nos confins do espaço sideral, Hal patrulha a Fronteira Guardiã, onde precisa enfrentar as invasões da maligna Tropa dos Lanternas Vermelhos, que jurou destruir os Lanternas Verdes e tudo o que eles representam. Com o surgimento de ameaças galácticas, Hal logo se junta a um novo grupo de heróis em uma missão para proteger o Espaço dos Guardiões e própria Tropa dos Lanternas Verdes.

    Apesar de só contar com 2 temporadas, a produção soube trabalhar com toda a extensão da mitologia do personagem, apresentando rostos já conhecidos e outros novos, sendo a porta de entrada perfeita para aqueles que desconhecem esse universo.

    Entre os personagens em destaque temos: Atrocitus, Mogo, o Planeta Vivo, Larfleeze, Santo Andarilho. Além dos novatos Rezer, o Lanterna Vermelho e Aya, uma misteriosa inteligência artificial.

    Justiça Jovem (2011 – atualmente)

    Número de temporadas: 4 (72 episódios, atualmente)

    Onde assistir: Netflix e HBO Max

    Sinopse: Robin, Aqualad, Miss Marte, Superboy, Kid Flash, Artemis e outros super-heróis adolescentes formam um grupo para combater supervilões. Em meio a missões desafiadoras e mistérios, cada um tenta descobrir sua própria identidade de herói.

    Inicialmente focando nos ajudantes dos principais heróis da Liga da Justiça, a animação se diferencia por saber equilibrar uma trama de amadurecimento juvenil em um mundo de super-heróis mais maduro, lidando com questões envolvendo política, traumas psicológicos, luto, racismo e, principalmente; identidade.

    Mulher-Maravilha (1975 – 1979)

    Número de temporadas: 3 (59 episódios)

    Onde assistir: HBO Max

    Sinopse: As aventuras da maior super-heroína grega: Princesa e Embaixadora das Amazonas da Ilha Paraíso, a Mulher-Maravilha é filha de Hipólita e tem como missão propagar a paz entre os homens e defender a verdade e a justiça.

    A produção adapta a primeira origem da heroína, mostrando a princesa Diana Prince saindo da paradisíaca Themysira para se aventurar no mundo dos homens, em meio a Segunda Guerra Mundial, nos anos 40, ao lado de Steve Trevor.

    Em sua segunda fase, vemos Diana retornando para a Ilha Paraíso, ao lado de sua mãe e irmãs, depois do fim da guerra. Quando retornou ao mundo dos homens, Diana trabalha para o serviço secreto americano sob as ordens de Steve Trevor e utiliza um supercomputador falante de nome IRA para conseguir pistas de criminosos e inimigos do governo.

    A série ficou marcada no imaginário popular e eternizou a atriz Lynda Carter como a Mulher-Maravilha.

    Monstro do Pântano (2019)

    Número de temporadas: 1 (10 episódios)

    Onde assistir: HBO Max

    Sinopse: Monstro do Pântano acompanha Abby Arcane e sua investigação do que parece ser um vírus mortal surgido em um pântano, em uma pequena cidade dos EUA, mas ela logo descobre que o pântano guarda segredos místicos e aterrorizantes.

    Produzida por James Wan, a série investe bastante no horror e no suspense, usando como base uma das HQ’s mais consagradas do herói, escrita por Alan Moore. Infelizmente, a produção foi cancelada, mas encerra muito bem a sua história, sendo considerada por alguns como uma das melhores séries da DC nos últimos anos.

    Além de Alec Holland e Abby Arcane, a série também trouxe outros personagens do universo sobrenatural da DC, como Madame Xanadu e Demônio Azul.

    Batman: Os Bravos e Destemidos (2008 – 2011)

    Número de temporadas: 3 (65 episódios)

    Onde assistir: HBO Max

    Sinopse: A série é baseada em uma clássica HQ da DC Comics em que a cada edição dois heróis da editora se encontravam para solucionar um crime. Porém, no desenho, é sempre o Batman que trabalha em conjunto com outro herói.

    O tom sério e sombrio das animações anteriores do Homem-Morcego foram substituídos pelos textos bem humorados, lembrando o seriado da década de 1960 e os quadrinhos feitas por Dick Sprang. A produção é uma homenagem para a Era de Prata e a vastidão do universo DC e seus personagens secundários, usando o Batman como porta de entrada.

    Smallville – As Aventuras do Superboy (2001 – 2011)

    Número de temporadas: 10 (217 episódios)

    Onde assistir: HBO Max

    Sinopse: A série mostra a vida do Superman quando ele ainda era apenas um jovem Clark Kent, que, ao invés de lidar com vilões e proteger o mundo, terá que enfrentar a escola, as dificuldades de se conquistar as garotas e lidar com seus rígidos, porém amáveis, pais, enquanto seu corpo passa por muitas mudanças, onde nem sempre estão relacionadas à puberdade.

    A produção marcou o grande retorno de personagens para as telas, em uma versão mais humana e carismática, lidando com questões mais reais e explorando suas origens e seus primeiros dias como herói. A produção é considerada a mãe de toda a leva de séries de super-heróis modernas.

    Em suas últimas temporadas, a série contou as participações especiais do Caçador de Marte, Senhor Destino, Canário Negro, Gavião Negro, entre muitos outros.

    IZombie (2015 – 2019)

    Número de temporadas: 5 (71 episódios)

    Onde assistir: GloboPlay e Netflix

    Sinopse: A série acompanha Olivia Moore que muda completamente quando, certa noite, ela vai a uma festa e, inesperadamente, se transforma em uma zumbi. Agora convertida em morta-viva, ela consegue um emprego no departamento legista para ter acesso aos cérebros dos quais precisa se alimentar se quiser manter sua humanidade. Herdando as memórias de quem os consomem e ajudando a polícia nas investigações.

    Podendo ser uma das séries mais esquecidas pelos fãs da DC, a produção é uma adaptação da HQ vencedora dos Eisner de mesmo nome, lançada entre 2010 e 2012 pelo selo Vertigo, sendo criada por Chris Roberson e Michael Allred.

    Krypton (2018 – 2019)

    Número de temporadas: 2 (20 episódios)

    Onde assistir: HBO Max

    Sinopse: Anos antes do Superman se tornar a lenda que o mundo inteiro conhece, a família El era envergonhada e excluída da sociedade. O drama acompanha o avô do Homem de Aço, que aos poucos transforma um planeta em desordem e crise em um lugar com igualdade e esperança.

    A produção do canal SyFy encantou os fãs por mostrar uma Krypton séculos antes de sua destruição, imergindo na cultura e na política do planeta. Infelizmente, a série teve um final abrupto, deixando alguns ganchos e pontas soltas, mas contando uma história que deve agradar bastante os fãs do Superman.

    Batman (1966 – 1968)

    Número de temporadas: 3 (120 episódios)

    Onde assistir: Star+

    Sinopse: A série segue o rico empresário Bruce Wayne e seu amigo Dick Grayson que na verdade são a dupla dinâmica Batman e Robin, combatendo o crime em Gotham City, causado por uma imensa variedade de criminosos, incluindo o Charada, o Coringa, a Mulher-Gato e o Pinguim.

    Marcada pelos lendários Adam West e Burt Ward, mostrando o Homem-Morcego de uma forma mais “family friedly”, a série permanece viva na cultura pop até os dias de hoje, graças ao carisma dos personagens e o moralismo de suas tramas.

    A produção é repleta de momentos marcantes, que vão desde a Bat-Festa, com direito a uma dancinha do Homem-Morcego, a clássica cena da bomba. Claro, não podemos esquecer do repelente de tubarões, equipamento essencial para o combate ao crime.

    Produções da DC são indicadas ao People’s Choice Awards 2021; confira

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    Saiu a lista dos indicados ao People’s Choice Awards 2021. Ao todo, produções da DC somam 4 indicações, com destaque para o filme “O Esquadrão Suicida”, na categoria de Melhor Filme de Ação do ano. Confira:

    FILME DE AÇÃO DE 2021        

    Viúva Negra, Velozes e Furiosos 9, Godzilla vs. Kong, 007 – Sem Tempo para Morrer, Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, O Esquadrão Suicida, A Guerra do Amanhã e Venom: Tempo de Carnificina.


     

    SÉRIE DE SCI-FI/FANTASIA DE 2021

    Loki, Lucifer, La Brea, Shadow and Bone, Superman and Lois, The Falcon and the Winter Soldier, The Flash e WandaVision.


     

    ATRIZ DE CINEMA DE 2021

    Awkwafina, Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis; Charlize Theron, Velozes e Furiosos 9; Florence Pugh, Viúva Negra; Jennifer Hudson, Respect; Leslie Jones, Um Príncipe em Nova York 2; Margot Robbie, Esquadrão Suicida; Salma Hayek, Dupla Explosiva 2 – E a Primeira-Dama do Crime e Scarlett Johansson, Viúva Negra.


    People’s Choice Awards vai ao ar ao vivo no Canal E! e na NBC, na terça-feira, 7 de dezembro, às 21h. Confira a lista completa de indicados -neste link-.