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    DC revela quem é o primeiro mentor do Batman

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    A nova maxisérie de doze edições, “Batman: The Knight” mergulha em alguns aspectos nunca vistos envolvendo a juventude de Bruce Wayne – incluindo a pessoa que se tornaria seu primeiro mentor em vigilantismo, muito antes da Liga das Sombras treina-lo.

    Alerta de spoilers abaixo do título “Batman: The Knight #2″ de Chip Zdarsky, Carmine di Giandomenico, Ivan Plascencia e Pat Brosseau abaixo!

     Só olhe se quiser saber!

    A edição segue um jovem Bruce Wayne tentando se virar sozinho na França, depois de deixar Gotham City. Ansioso para encontrar o melhor professor possível – e irritado por já ter superado vários deles em suas respectivas áreas – Bruce atravessa os telhados e eventualmente descobre uma francesa mais velha em um macacão cinza chamado “The Grey Shadow”, que estava tentando assaltar um lugar.

    Depois que a mulher, cujo nome verdadeiro é Lucie, escapa, ela encontra Bruce em um café no dia seguinte e o questiona sobre sua recém-descoberta. Ele argumenta que só terá sucesso se conseguir deter criminosos como ela, e Lucie decide ajudá-lo e a treiná-lo, porque talvez ele possa capturar sua concorrência, o que acabaria por beneficiá-la.

    Ao longo de uma série de dias, Lucie encontra Bruce em um telhado e testa suas habilidades em atravessar telhados, arrombar cofres e evitar ser pego de uma forma geral. Lucie então testa suas habilidades fazendo com que ambos invadam um castelo chique de propriedade de um barão do petróleo. Lucie consegue que Bruce roube a caixa de joias de US$4 milhões da casa, assim que as autoridades começam a aparecer. A dupla sai da mansão, mas Bruce é baleado na perna por um policial, e Lucie precisa colocá-lo em segurança.

    Os dois se reagrupam e Bruce admite que os ensinamentos de Lucie o fizeram se preocupar com a escuridão emocional que ele poderia experimentar nesta missão. Ele então a beija, o que ela dispensa carinhosamente, argumentando que ele é jovem demais para ela. A questão então termina com Lucie sendo mantida sob a mira de uma arma por um investigador particular, que suspeita que eles sejam responsáveis ​​por uma série de assassinatos recentes.

    A história descoberta em ‘Batman: The Knight’ funciona em vários níveis, incluindo explicar como Bruce é capaz de ficar um passo à frente de tantos criminosos que ele luta quando adulto. A dinâmica com Lucie mostra ela ensinando a ele algumas das habilidades de quem ele se tornaria, e também serve como um precursor único de seus relacionamentos românticos posteriores como com a Mulher-Gato e Talia al Ghul. 

    Batman: The Knight #2 foi lançado recentemente nos EUA. Via: [ComicBook].

    Divulgado os títulos da DC para o Free Comic Book Day 2022

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    O Free Comic Book Day, tradicional evento americano que distribui quadrinhos de graça nos EUA, ocorrerá em 2022 no dia 7 de maio e a DC Comics confirmou a sua lista de títulos que serão lançados. Via: [ComicBook].

    Ao todo, serão três; Dark Crisis Edição Especial 2022 #1, escrito por Joshua Williamson e com artes de Jim Cheung e Daniel Sampere; Galaxy: A Estrela Mais Bonita Edição Especial 2022 #1, escrito por Jadzia Axelrod e arte de Jess Taylor e DC League of Super-Pets Edição Especial 2022 #1, escrito por Heath Corson e com artes de Bobby Timónio.

    No ano passado, a editora lançou os primeiros vislumbres para o enredo de Fear State, além de uma prévia de dois títulos do Esquadrão Suicida. Neste ano, a DC entrega uma provocação de seu evento Dark Crisis e também uma ligação em edição única com o seu próximo filme animado; DC League of Super-Pets.

    50 Cent está desenvolvendo uma franquia de filmes baseada na série Xer0 da DC

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    Curtis “50 Cent” Jackson está desenvolvendo uma franquia de filmes baseada na série Xer0 da DC Comics, criada pelo escritor Christopher Priest e pelo artista Chris Cross.

    O site Deadline informa que a G-Unit Film & Television de Jackson está a frente do projeto ao lado da Color Farm Media. A G-Unit Film & Television está produzindo com Erika Alexander e Ben Arnon, da Color Farm, bem como o editor de quadrinhos Joseph Illidge, que é o CEO da produtora e editora Illuminous. 

    A trama de Xer0 apresenta o personagem Trane Walker, um assassino afro-americano do governo que se disfarça de homem branco para se infiltrar e completar suas missões. Ele leva uma vida dupla entre os lugares exóticos do Casino Royale da elite internacional e nas ruas da cidade de East St. Louis, Illinois. Xer0 acaba encontrando um despertar moral que o coloca em uma luta entra a vida ou a morte.

    “Xerø retrata um acidente de carro em movimento no cruzamento entre raça e classe.”, disse o escritor Christopher Priest. “A semelhança de luta representada pelas experiências de vida de Curtis “50 Cent” Jackson , G-Unit Film & Television e Color Farm garantem uma ampla apreciação em primeira mão por esse delicado equilíbrio. É emocionante trabalhar juntos para criar este novo mundo.” conclui.

    Até o momento, ainda não há previsão de estreia ou plataforma de lançamento do primeiro filme.

    Senhor Destino e Starman estarão em nova minissérie escrita por Tom King pelo selo DC Black Label

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    A DC anunciou para o selo Black Label uma nova minisséri intitulada Danger Street.

    A série será lançada bimensalmente contando com 12 volumes e será mais um trabalho realizado por Tom King em colaboração com Jorge Fornés e Dave Stewart. A equipe já trabalhou anteriormente em “Rorschach”, e nesta nova história, irão reunir os personagens mais obscuros da DC, assim como na antologia DC 1st Issue Special, lançada na década de 70.

    O termo Danger Street foi originado nesta mesma antologia, na edição #6, escrita por Jack Kirby e que apresentou a gangue Dingbats of Danger Street. O título contou com a presença de diversos personagens como Metamorpho, Warlord, Starman, Atlas e o Senhor Destino. Além da capa da primeira edição, foram divulgadas capas variantes, confira;

    O lançamento da primeira edição de “Danger Street #1” é no dia 3 de maio, nos Estados Unidos. Via: [ComicBook].

    Divulgada a música tema da Mulher-Gato em The Batman; confira!

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    O diretor Matt Reeves divulgou o último single da trilha sonora de The Batman, composto para a personagem da Mulher-Gato, de Zoë Kravitz. Confira:

    Michael Giacchino assina como o compositor do filme, já tendo trabalho em trilhas de produções como Planeta dos Macacos – A Guerra e Up – Altas Aventuras, onde venceu o Oscar de Melhor Trilha Sonora, em 2010.

    Além de Kravitz, The Batman é estrelada por Robert Pattinson como Bruce Wayne, Jeffrey Wright como o Comissário Gordon, Paul Dano como Charada, Andy Serkis como Alfred Pennyworth, Colin Farrell como Pinguim e John Turturro como Carmine Falcone.

    A produção tem previsão de estreia para o dia 3 de março nos cinemas brasileiros.

    Pacificador é a série que ninguém queria, mas que a gente precisava

    O filme O Esquadrão Suicida de James Gunn foi um sucesso, repleto de personagens carismáticos que davam margem para uma infinidade de novas histórias, deixando na boca de todos um gostinho de quero mais. Dito isso, é óbvio que houve uma animação generalizada entre os DCnautas quando um spin-off do filme foi anunciado, no entanto, essa empolgação foi rapidamente amenizada quando o protagonista revelado era ele… o traídor, o algoz, o Pacificador. Após assassinar Rick Flag no fim de O Esquadrão Suicida, o personagem caiu em desgraça com o público e um dos cometários populares sobre a série foi “ninguém pediu uma série desse cara”, pois bem, ninguém pediu, mas a gente precisava.

    Gunn fez em Pacificador o que faz de melhor, pegou um personagem desconhecido e renagado e deu a ele uma história de vida triste, carregada de daddy issues, um pet imprevisível, porém fofinho, acrescentou um humor trash (que beira a quinta série), uma trilha sonora impecável, personagens cativantes e um enredo ao qual ele está bastante familiarizado (invasão alienígena, a gente se vê por aqui), e pronto, a imagem de Christopher Smith (John Cena) foi refeita, um assassino a sangue frio se tornou um cara sensível, retraído, com sérios problemas de relacionamento e ao contrário do que todos pensavam, o Pacificador tinha sim consciência, e esse personagem cheio de nuances conquistou o público.Falando de enredo, Gunn não surpreendeu ao apostar mais uma vez num tema que ele conhece bem. Apesar de ter margem para ir por um caminho mais politizado do personagem, que tem como lema “Paz a todo custo, não importa quantos homens, mulheres e crianças eu tenho que matar”, que covenhamos, é basicamente a política externa dos Estados Unidos, James Gunn opta por um caminho mais seguro e um tanto quanto previsível, salpicando de críticas socias e escancarando os vestígios sombrios de uma Ku Klux Klan que não está tão esquecida assim.

    Se o enredo foi previsível, os personagens foram o contrário. A série reuniu um elenco que entregou atuações excelentes, e uma equipe de personagens diferenciados, inesperados, cheio de camadas e peculiaridades e que tinham tudo para não terem química nenhuma em cena, mas não foi o que aconteceu, a equipe teve uma química incrível, com diálogos caminhando entre os limites do absurdo e da estupidez, carregados do humor de James Gunn e a certeza de que nunca é o momento errado para o rock.

    A série, que deixou explicita a nocividade da masculinidade tóxica na imagem do pai de Chris, interpretado com maestria por Robert Patrick, foi marcada por personagens femininas fortes, introduzindo Leota Adebayo (Danielle Brooks), a filha de Amanda Waller (Viola Davis) que não carrega nada da frieza da mãe e que se tornou o coração da série, e terminando com Emilia Harcourt (Jennifer Holland) liderando bravamente a equipe para o seu confronto final. E no protagonismo, pudemos ver a atuação brilhante de John Cena como Chris Smith/Pacificador, o ator se entregou completamente ao papel, fazendo o público passar por um turbilhão de emoções, sorrindo e chorando com ele, torcendo por ele, amando cada momento em que o Pacificador esteve em cena com Eagly e dando boas risadas na sua estranha dinâmica com o Vigilante (Freddie Stroma), e por falar nele, que grata surpresa foi o personagem, que ganhou o coração do público.

    A Liga da Justiça também marcou presença na produção!

    Pacificador fica marcada como a primeira série do Universo Extendido DC, que abriu novas possibilidades, como por exemplo, a confirmação da existência do Arqueiro Verde e mostrando que um universo compartilhado está a caminho, e que as futuras produções pertencentes ao Universo Extendido DC estão sim conectadas, embora a linha cronológica permaneça nublada até o lançamento de The Flash.

    O cameo da Liga da Justiça no último episódio da série, apesar de não ter uma relevância concreta, nos trás esperanças de que um novo projeto com a equipe de super-heróis mais famosa dos quadrinhos esteja nos planos da Warner, assim como o retorno do Superman de Henry Cavill. E por fim, Pacificador serve pra nos mostrar que o universo DC e suas produções são versáteis, abrigando filmes e séries com tonalidades e estilos diferentes, indo do mais sombrio até o besteirol americano.

    E com isso, eu me despeço por aqui! Até a próxima temporada e lembrem-se: dê a p*rra da paz uma chance!

    Nota: 3/5.

    Muitos podem até duvidar, mas Pacificador tem sim algo a dizer

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    Com o último episódio já disponível na HBO Max, chegou o momento de olhar a série do Pacificador como um todo e entender quais são as intenções desse amalgama caótico gerado pela dupla James Gunn e John Cena que, apesar de parecer bobo em uma primeira olhada, acaba por ser uma versão mais contida e experimental da desmistificação dos símbolos estadunidenses iniciados em O Esquadrão Suicida. 

    No segundo filme da equipe de desajustados desesperados por redenção, o foco do discurso estava na crítica ao imperialismo estadunidense nos países da América Latina. A produção mostra como o país interfere na política local para atingir seus próprios interesses, e estão dispostos a usarem de todos os métodos e vias necessárias para se sobressair como os heróis ao final do dia. Sendo a figura do Pacificador um dos principais exemplo da hipocrisia dos EUA, algo que o torna um inevitável antagonista no terceiro ato e o protagonista ideal para uma produção solo. 

    Contudo, o caminho que a produção decide percorrer em muito difere das mostradas no filme, mesmo que ela siga uma estrutura de invasão alienígena similar a anterior. Ao invés de cutucar com vara curta a influência e ações de todo um império, a série decide quebrar um de seus mais ovacionados símbolos, a do “herói americano”.

    “Peacemaker… What a joke!” 

    Logo em sua estreia, um dos elementos mais marcantes foi a tão comentada abertura “não convencional” da produção, que coloca seus principais personagens em um número musical sincronizado (e perfeito para o TikTok). Apesar de parecer gratuito, a intro conversa com a proposta que será abordada no arco de seu protagonista. 

    Desde os primeiros materiais promocionais, Pacificador sempre foi descrito como um “Capitão América Babaca”, um devoto aos ideais nacionalistas estadunidenses a tal ponto que não enxerga, ou se recusa a ver a própria farsa. Um mercenário que almeja alcançar a paz a todo custo, “não importa quantos homens, mulheres e crianças (…) precise matar para consegui- lá”. 

    A produção escolhe desconstruir essa figura através da ridicularização, mostrando os absurdos das convicções do personagem. Alguém que acredita que a violência é a única solução para os males do mundo, possuindo um grande apreço na demonstração de virilidade, mas ainda assim, possui dificuldade em demostrar suas fragilidades para seus aliados e usa de comentários de baixo calão como mecanismo de autodefesa. 

    Todo seu arco chega ao ápice em seu embate final contra o Dragão Branco, um líder supremacista e vilão aposentado que também é o pai de Chris, o Pacificador. Autor de diversas torturas físicas e psicológicas em seu próprio filho, que o levaram a ter sua visão distorcida de justiça. Existindo na trama não como uma justificativa, mas sim para discutir o papel de figuras paternas na perpetuação da masculinidade tóxica e como ela ecoa na vida de um indivíduo, que nesse caso é marcada por uma relação desafetuosa e permanente em torno da violência. 

    Toda sua a jornada percorrida por Chris o leva a questionar sua criação e os valores que o trouxeram até o presente momento. Diluindo o personagem até chegar ao seu cerne e os traumas que ofuscaram sua visão, achando que os fins justificam qualquer meio necessário. É um doloroso processo de auto conhecimento, que ao final o faz, não encontrar uma cura para todas as suas questões internas, mas sim ser vulnerável o bastante para permitir a entrada de um grupo de apoio sólido em sua vida.

    Em um momento atual de adaptações de gibis onde a desconstrução do heroísmo através da violência se tornou clichê ao ponto de tal mecanismo ser apenas usado para chocar a audiência, a existência de um personagem como o Pacificador acaba por se tornar um contra argumento direcionado aos conhecidos “nerdolas”, que encontram em figuras similares um modelo para propagar seus discursos de ódio. 

    11th Street Kids 

    Apesar de ser a grande estrela da produção, o Pacificador não é o único personagem usado por Gunn na sua quebra de paradigmas, tendo seus coadjuvantes um papel fundamental na crítica aqui apresentada.

    Uma herança vinda diretamente do cinema de ação para o gênero de super-heróis é o enaltecimento de corpos esculpidos como esculturas gregas, com atores precisando passar por treinamentos intensos para vestirem seus trajes heroicos. Não existindo espaço para pessoas gordas nessas produções, e quando aparecem, são ridicularizadas ou permanecem em segundo plano.

    Isso leva para a importância que o co-protagonismo que Leota Adebayo (Danielle Brooks), uma mulher preta, lésbica e gorda, possui durante toda a produção. Uma personagem que inicialmente se mostra alheia a missão e possuindo uma visão mais empática em meio ao apetite feroz por matança de seus companheiros. Até que gradativamente encontra em si a confiança necessária e passa não só ser um agente ativo por trás dos holofotes, como também recebendo o status de cavalaria nas sequências de ação.

    Outro personagem que segue a mesma linha é John Economos (Steve Agee) que foge do estereótipo do “nerd da cadeira”. Ainda sendo um alivio cômico, mas aos poucos conquistando seu espaço e ficando em pé de igualdade com os demais membros da equipe. Sendo de extrema importância em momentos decisivos da missão e, juntamente com Pacificador e Vigilante, é um dos que mais coleciona números de corpos durante a série, tanto humanos, como de gorilas.   

    Em relação a representatividade, a série comete certos tropeços, em especial no male gaze bastante presente nos episódios iniciais. Entretanto, com o desenvolver a trama é visível a existência de uma preocupação em não dá o protagonismo unicamente aos personagens padronizados, permitindo que esses personagens se tornem seres com identidade própria. Não tendo suas vidas moldadas em prol do protagonista, como é o caso Harcourt (Jennifer Holland), que não é limitada a imagem de um interesse amoroso.

    Mesmo em meio a erros, tais detalhes acabam se sobressaindo, muito pela falta que narrativas similares fazem no gênero de super-heróis. Pegando algo que por muitos anos foi restrito para um único tipo de audiência e permitindo que aqueles pertencentes a grupos minoritários tenham seu devido espaço para brilhar. 

    Do ya really wanna taste it?

    Pacificador acaba sendo um fruto do surto criativo atual existente nas produções televisivas da DC. Onde personagens mais desconhecidos até pelos próprios fãs do universo, ganham espaço para se reinventar e mostrarem seu real potencial. Não se prendendo a amarras comumente vistas em entidades de maior grau hierárquico dentro da editora.

    Como dito, o humor pastelão da série pode não ser do agrado de muitos, mas é bem utilizado para tecer comentários sobre o atual cenário de cultura pop. Cutucando com gosto uma certa comunidade bastante ativa das redes sociais que adora usar termos como “lacração” e enaltecer figuras viris oriundas de produções passadas. Podendo enganar muito a princípio, mas tendo um discurso mais potente e bem direcionado do que muitos acreditam.

    Peacemaker é renovada para a segunda temporada na HBO Max

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    O diretor e escritor James Gunn, confirmou que a série Peacemaker da HBO Max terá uma segunda temporada. Confira o anúncio:

    Gunn escreveu: “Isso mesmo, #Peacemaker está voltando para a segunda temporada. Obrigado a Peter Safran, John Cena, nosso incrível elenco e equipe, nossos amigos adoráveis ​​​​e apoiadores da HBO Max – e principalmente a todos vocês por assistir! @DCpeacemaker”.

    Peacemaker segue as aventuras explosivas do personagem que John Cena reprisa após o filme de James Gunn, “O Esquadrão Suicida”, de 2021 – um homem convencido e vaidoso que acredita na paz a qualquer custo, não importa quantos pessoas que ele tem que matar para isso. O último episódio da primeira temporada já está disponível na HBO Max.

    DC e Marvel se unem para homenagear George Pérez, nos EUA

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    A The Hero Initiative formou uma parceria entre as editoras DC e Marvel para o relançamento do icônico crossover LJA/Vingadores, como uma homenagem ao artista George Pérez. (Via: THR)

    A nova versão será um volume de 288 páginas, colorido e encadernado, com mais 64 páginas de conteúdo complementar, incluindo uma reimpressão de introduções do escritor e editor original dos Vingadores, Stan Lee, e do editor da Liga da Justiça da América, Julius Schwartz. Tendo um bônus na edição Hero Initiative, ela também contará com um novo posfácio de Busiek.

    O especial será lançado em março de 2022 e será vendido pelo valor de US$ 29,99 e limitado a 7.000 cópias. A The Hero Initiative é uma organização sem fins lucrativos reconhecida federalmente, dedicada a ajudar criadores, escritores e artistas de quadrinhos em necessidade.

    LJA/Vingadores é uma minissérie em 4 edições publicada em 2003, sendo um crossover entre as equipes da Liga da Justiça e dos Vingadores arquitetado pelos vilões Krona e Grão-Mestre para roubarem itens poderosos dos dois universos, como a Bateria Central dos Lanternas Verdes e a Manopla do Infinito. Nos Estados Unidos, a série está fora de circulação desde 2008.

    A reimpressão ocorrerá em homenagem ao artista George Pérez que, em dezembro de 2021, anunciou no Facebook que havia sido diagnosticado com câncer no pâncreas em estágio três e recebeu de seis meses a um ano de vida. (Leia mais)

    Jovens Titãs em Ação foi confirmada como canônica na DC

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    Nas páginas de Nightwing #89 vemos Dick Grayson e Barbara Gordon usando seus pijamas, enquanto Barbara usa uma T-Shirt estampada com o logo da animação Jovens Titãs em Ação, o ex-Robin usa calças com o logo do Batman, a roupa de Barbara chama a atenção ao referenciar a animação dentro do universo principal da DC.

    Barbara e Dick em Nigthwing #89

    Nightwing #89 tem em sua equipe de produção Tom Taylor, Bruno Redondo, Adriano Lucas e Wes Abbott e mostra Dick Grayson acordando em seu apartamento com Barbara Gordon. Ela informa ao herói que um robô está acariciando seu cachorro.  O Asa Noturna dá uma olhada e vê uma mão robótica, levando-o a jogar um de seus apetrechos no inimigo misterioso. Acontece que era o robô do Superman, Kelex, que informa ao Asa Noturna que o Superman lhe pediu para procurar Jon, que precisa de sua orientação.

    A referência à animação levanta uma questão: ela existe no universo principal da DC, assim como no mundo real, como um programa de TV? Faria sentido, já que seria perfeitamente possível que desenhos animados fossem baseados em heróis da vida real. Não existe resposta para tal questionamento, mas de alguma forma Jovens Titãs em Ação existe no cânone do Universo DC.

    [Via: Screen Rant]