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As influências de ‘O Longo Dia das Bruxas’ sobre The Batman

The Batman finalmente está em cartaz nos cinemas, e o filme, que já pode ser considerado um novo clássico do Homem Morcego, teve forte influência de grandes HQ’s do Morcego de Gotham, sendo uma delas o marcante título ‘O Longo Dia das Bruxas‘ de Jeph Loeb e Tim Sale.

Antes de falarmos das semelhanças entre as obras, vamos fazer um breve resumo da história da HQ, para que as conexões sejam feitas com mais facilidade.

A trama mostra inicialmente a parceria estabelecida por Batman, Comissário Gordon e o ainda promotor Harvey Dent, com o objetivo de combater a máfia que comandava Gotham, no entanto, no feriado de Dia das Bruxas, um assassinato acontece, e outros assassinatos seguem acontecendo nos feriados seguintes, surgindo então um novo assassino em série, batizado de “Feriado”. Feriado tem na mira pessoas relacionadas a Carmine Falcone, o grande chefe da máfia de Gotham, e ambas as investigações se cruzam, restando ao Batman e seus parceiros a missão de destruir o crime organizado que comanda Gotham e desvendar o mistério do novo assassino que vem aterrorizando a cidade. Durante a história, que dura um ano, indo de um Dia das Bruxas a outro, podemos acompanhar Batman agindo como um hábil detetive, estabelecendo uma parceria sólida com James Gordon, descobrindo segredos sobre sua família, tal qual a relação de seu pai com os Falcone, vemos o nascer da relação entre Batman e Mulher Gato, e também vemos o Morcego cometer erros, até mesmo caindo nos espinhos da Hera Venenosa, tudo isso até chegar ao fim da trama, que se encerra com o assassinato de Falcone, a queda da máfia e a ascensão dos criminosos lunáticos e fantasiados em Gotham.

The Batman possui fortes influências desse clássico dos quadrinhos, sendo a mais óbvia talvez o fato de que em ambas as tramas há um assassino, alguém que está concentrando a atenção do herói, mas na verdade o grande vilão é Carmine Falcone, o chefe da máfia de Gotham, que tem a cidade inteira em suas mãos, tendo comprado o prefeito, a justiça e as forças policiais.

Dentre outras semelhanças podemos citar a parceria entre Batman e Gordon, o viés investigativo da trama que trás a tona o lado detetive do Homem Morcego, o fato das histórias se iniciarem no Dia das Bruxas, a relação entre Carmine Falcone e Thomas Wayne, que em ambas as tramas se iniciam com Thomas realizando uma cirurgia as escondidas em Carmine, e as suspeitas da ligação do mafioso com o assassinato dos Waynes, a narrativa que nos trás um Batman em seus primeiros anos de atuação e, por tanto, cometendo alguns erros e, por fim, ambas as histórias culminam no assassinato de Carmine Falcone e no surgimento de novas ameaças para Gotham.

Nos quadrinhos, o fim de ‘O Longo Dia das Bruxas‘, marca o encerramento da Era do Crime Organizado em Gotham e o inicio da Era dos Lunáticos, os criminisos fantasiados que parecem surgir aos montes desde que o Batman apareceu. Em The Batman, podemos ver o Charada no Arkham conversando com seu companheiro de cela, alguém com uma risada marcante e que futuramente atenderá a alcunha de Coringa

Será que Matt Reeves seguirá os passos de ‘O Longo Dia das Bruxas‘ e a queda da máfia será também a ascensão de vilões saídos diretamente das imaginações mais absurdas? Mas para todos os vilões de Gotham, fica o recado:

Não é um sinal. É um aviso.

Warner presenteia brasileiro com uma parte da armadura oficial do Batman

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A Warner Bros. presenteou um fã brasileiro com uma peça oficial da armadura do Batman usada por Robert Pattinson nas gravações de The Batman. A peça foi dada através de uma ação realizada no canal da Twitch da TNT Sports Brasil, contando inclusive com a presença do streamer Casimiro.

O ganhador em questão foi Danilo, o fundador do Universo DCnauta, um portal no Twitter que reporta notícias sobre a DC e que atualmente conta com mais de 155 mil seguidores. Danilo também é redator aqui no Terraverso, e você pode conferir seus textos -neste link-.

Juntamente com o jogador Neymar Jr., Danilo faz parte do seleto grupo de brasileiros que receberam uma peça do figurino do novo homem morcego dos cinemas.

The Batman já está disponível nos cinemas de todo o Brasil e chegará no dia 17 de abril na HBO Max.

Série dos Lanternas Verdes da HBO Max pode ter novidades em breve

Os fãs da DC celebraram o anúncio, ainda em 2019, de que a HBO Max está produzindo uma série que explorará o universo dos Lanternas Verdes, porém têm se decepcionado com a demora para que novidades sobre a produção comecem a aparecer. Ao que tudo indica, essa maré pode estar para virar.

O escritor e produtor consultivo da série, Lamont Magee, veio ao Twitter em resposta a um questionamento e, embora não tenha feito menção direta à série, deu pistas de que se referia a ela. Na resposta a um seguidor, ele diz: “Acabei uma outra série da DC para a HBO Max. Estou tentando descobrir o que fazer agora”.

A Warner Bros. não confirmou oficialmente se a produção de Lanternas Verdes está finalizada, mas até onde se sabe essa é a única série da DC atualmente sob a alçada de Magee.

Ainda em 2021, o showrunner Seth Grahame-Smith afirmou que ainda levaria um tempo para que a série fizesse sua estreia no streaming, mas garantiu que a equipe estava muito envolvida no trabalho. Na mesma entrevista, o showrunner atiçou sobre a escala do projeto: “A série é gigantesca. Levou algum tempo para chegarmos nesse ponto e é uma empreitada realmente grande. Está indo muito bem”.

Com relação aos personagens da série, os atores Finn Wittrock (American Horror Story, A Grande Aposta) e Jeremy Irvine (Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo) já foram escalados como Guy Gardner e Alan Scott, no ano passado. Em entrevista, Finn Wittrock disse que Gardner será uma “figura polarizadora, mas com um coração de ouro”, em algo que deve emular o hiper-patriotismo dos anos 1980 que deu origem a personagens como o Rambo. Alan Scott, por outro lado, será um “modelo dos anos 1940”, mas que batalha com o fato de que precisa manter a homossexualidade em segredo.

A série deve ainda apresentar uma nova Lanterna Verde chamada Bree Jarta, uma mulher negra em seus 30 anos, filha de uma mãe alienígena e um pai humano. Outras informações atestam ainda que o ator Tobias Menzies (Outlander, The Crown) deve interpretar Sinestro na produção. Simon Baz, Jessica Cruz e Kilowog são outros Lanternas Verdes que devem dar as caras na nova série.

Lanternas Verdes é uma produção original da HBO Max, ainda sem data de estreia definida.

Fonte: [CBR]

DC anuncia nova série solo do Adão Negro nos quadrinhos

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Já aquecendo o terreno para a grande estreia de Adão Negro, a DC Comics anunciou uma nova série solo do anti-herói nos quadrinhos. (Via: ComicBook) A HQ contará com roteiro de Christopher Priest, artes de Rafa Sandoval (Liga da Justiça) e capas de Irvin Rodriguez (Detetive Comics).

Mais informações sobre o projeto ainda não foram reveladas. Presume-se que a história deve seguir os acontecimentos de “A Morte da Liga da Justiça”, escrita por Joshua Williamson.

Confiram as capas variantes:

Arte de Irvin Rodriguez.
Arte de Rafa Sandoval.
Arte de Mikel Janin.
Arte de Lucio Parrillo.
Arte de Travis Mercer e Danny Miki.
Arte de Crystal Kung.
Arte de Cully Hamner.

A HQ tem previsão de lançamento para 21 de junho de 2022.

Batman: Ano Um | A origem definitiva do Cavaleiro das Trevas

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No último dia 3 de março, “Batman”, do diretor Matt Reeves, estreou no Brasil prometendo abordar facetas do Cavaleiro das Trevas, que até então seriam exclusividade das HQ’s, como o seu lado detetive, por exemplo. A obra que aborda o segundo ano de atuação do vigilante em Gotham City, mostra a sua batalha contra a máfia da cidade, o Charada e contra a corrupta polícia local, que ainda se mostra reticente em relação às suas ações.

O relacionamento do herói com o Tenente James Gordon (Jeffrey Wright em acertada escolha de elenco), ainda em consolidação é de grande relevância na interminável missão de vingança do herói. Selina Kyle (Zoë Kravtiz) e Oswald Cobblepot (Colin Farrel), respectivamente a Mulher-Gato e o Pinguim, também possuem importância no filme, assim como Alfred (Andy Serkis) que não pode faltar em qualquer adaptação sobre o homem-morcego.

E não há como não pensar em quais histórias do Batman o cineasta poderia ter se baseado para o desenvolvimento do filme, com o roteiro do próprio Matt Reeves com Mattson Tomlin e Peter Craig. O próprio diretor já revelou que “Batman: Ego” teve grande importância na construção desse novo Batman, agora interpretado por Robert Pattinson.

Porém, há uma obra em especial e imprescindível para retratar o personagem ainda iniciante e sendo colocado em constante dúvida: Batman: Ano Um, de Frank Miller e David Mazzucchelli.

Originalmente a trama foi lançada como um arco de quatro partes da revista “Batman” (edições 404 a 407) nos EUA, entre fevereiro e maio de 1987. A partir de setembro do mesmo ano, a editora Abril lançou a história nos quatro primeiros números da segunda série da revista “Batman”. A partir daí, a obra ganhou reedições em vários formatos tanto pela Abril quanto pela Panini.

Após estabelecer novos (e, porque não dizer definitivos) parâmetros para o Homem-Morcego com “O Cavaleiro das Trevas”, Miller mostra a história de dois homens em busca de redenção: enquanto Bruce Wayne retorna à Gotham depois de 12 anos para tentar liberta-la da corrupção e do crime, o tenente James Gordon se transfere para a mesma cidade, em busca de uma vida melhor para a sua família e tentando deixar erros do passado pra trás.

Gotham é um personagem à parte com grande relevância no decorrer da trama, pois é mostrada como um lugar sujo, seja metaforicamente, quando os poderosos aparecem em festas ou banquetes, e de forma literal, quando vemos a zona leste, deteriorada e praticamente abandonada pelas autoridades.

O ambiente muito lembra a deteriorada Nova York dos anos 70, quase falida e com os índices de criminalidade aumentando exponencialmente. E é nessa cidade que o jovem Wayne tenta se misturar à população à margem, tentando colocar seu treinamento em prática.

Entretanto, ele percebe que não está pronto, pois não inspira medo…ainda. Disfarçado, numa tentativa de proteger uma criança, prostituída por um gigolô, ele é atacado por várias prostitutas, e entre elas, Selina Kyle. Ferido e detido pela polícia, Bruce foge e já em sua mansão tem a clássica revelação do símbolo que deve utilizar para personificar o medo na mente dos criminosos, o morcego que invade o recinto quebrando uma vidraça.

Em paralelo, Gordon é apresentado à nata da corrupção policial da cidade: O detetive Flass e o comissário Loeb. O então tenente, que não compactua com os esquemas já estabelecidos, sente na pele em uma emboscada comandada por Flass, que logo em seguida leva o troco do próprio Gordon, estabelecendo que agora ele deve saber com quem está mexendo.

A atmosfera de um filme policial dos anos 70 (como “Serpico” e “Taxi Driver”), é um dos grandes méritos da HQ, aspecto esse realçado pelas cores de Richmond Lewis e pela arte de Mazzucchelli. O cenário é sujo e obscuro e os “heróis” são falhos e muito, muito humanos em seus objetivos e motivações. Batman agora é uma realidade tanto para o mundo do crime, polícia e para os cidadãos de Gotham. Mesmo ainda sendo um vigilante inexperiente, suas ações por muitas vezes teatrais e com técnicas ninjas, geram enorme impacto em toda a cidade.

A história mostra o desenvolvimento de dois personagens que construirão uma parceria que se não salvará, ao menos evitará muitos crimes e mortes na cidade: Batman e Jim Gordon. O então tenente não é mostrado apenas como aquele que liga um sinal luminoso ou que faz uma ligação de emergência no telefone vermelho, ele é um policial experiente que, além de ter tido treinamento militar, tem sagacidade inteligência de sobra.

Os personagens compartilham tanto da rejeição do crime organizado quanto da cúpula corrupta da polícia de Gotham (representada por Flass e Loeb) e suas histórias começarão a se cruzar justamente no momento em que os homens da lei receberão ordem para aumentarem o cerco sobre o vigilante.

Após uma noite de patrulha, onde impediu crimes e um acidente fatal, Batman, ferido e quase desarmado, acaba cercado pela polícia, em um prédio abandonado, que recebe inclusive uma carga explosiva. Nessa sequência, todo o seu treinamento é colocado à prova, pois além de conseguir fugir, ele despista a polícia utilizando morcegos como chamariz (cena que sofreu livre adaptação no filme “Batman Begins”, de Christopher Nolan).

Enquanto o Homem Morcego expõe os esquemas da polícia, a cúpula da polícia quer expor as falhas de Gordon, que tinha um caso extra conjugal com a detetive Sarah Essen. Ou seja, é uma trama extremamente adulta, atualizando de forma realista e dura o mito do personagem.

O herói já contava sigilosamente com o auxílio do assistente da promotoria, Harvey Dent, mas constatou precisar ter alguém de confiança na polícia, que seria o então tenente Gordon. A lendária dinâmica que viria a se criar entre os dois se diferencia e muito a de outro famoso (talvez o maior) detetive, Sherlock Holmes, e o seu contato na polícia, o Inspetor Lestrade que, raramente tinha suas capacidades valorizadas.

O mais importante no desfecho da história é a consolidação da relação entre os dois (sim, dois) protagonistas, quando a família do tenente é colocada em risco e o Batman ajuda a salva-los. Essa parceria será um dos pilares de toda carreira do Cavaleiro das Trevas, assim como sua relação com seu fiel mordomo Alfred Pennyworth e com os Robins (e depois com a bat-família).

A questão principal é Gordon se dar conta de que Gotham é uma cidade com uma estrutura tão podre, que em muitos casos, a polícia além de não ser suficiente, não conseguirá chegar nos locais certos para pegar as pessoas certas. Sem a colaboração do então tenente (e comissário no futuro), Batman teria enorme dificuldade para executar a sua missão.

Outro aspecto abordado, mais ao final da edição, é que com o surgimento do homem-morcego, que usa da imposição do medo e teatralidade, começariam também a surgir bandidos que tentariam expor suas loucuras ou obsessões de forma similar, podendo ou não ter sido inspirados no herói para assumir novas personas como vilões temáticos.

Um exemplo talvez seja o Charada do filme “Batman”, interpretado por Paul Dano, poderia vindo a público motivado pelo aparecimento do herói?

Esse arco, que viraria minissérie e depois ganharia ares de graphic novel em seus encadernados, é quase o storyboard de um filme. Do roteiro preciso de Miller, mostrando ações paralelas dos personagens, sem excessos, passando pela arte de Mazzuccelli, que oferece enquadramentos dignos de grandes diretores e a “iluminação” e a “fotografia” das cores de Lewis, tudo soa cinematográfico.

Um bônus é descobrir as referências a artistas que já passaram pelo personagem, agora emprestando seus nomes à algumas regiões de Gotham, e uma lanchonete, com nome de um grande artista americano, especialista em retratar a solidão, que na HQ faz uma ligação direta com os personagens que vão até lá para um café.

As críticas feitas após as sessões de “Batman”, para a imprensa, foram positivas em relação ao clima áspero, sujo e realista do filme, além do lado detetivesco do personagem, finalmente retratado no cinema. Muito disso está presente em “Batman: Ano Um”, que é, uma história de origem com narrativa fora do convencional que, como muitos filmes, tem um final aberto em relação ao que está por vir ou para as famosas continuações.

Mostra também aspectos psicológicos que definem os personagens, como o Bruce Wayne atormentado e em busca constante de vingança pela morte dos pais e um tenente James Gordon angustiado e preocupado com o bem-estar da sua família e da cidade. Com os dois personagens lutando contra um inimigo comum, que no caso da HQ, é a sujeira institucional e criminosa que impera em Gotham City.

É, sem sombra de dúvida, imprescindível para entender o Homem Morcego e para dar início a qualquer projeto, em qualquer mídia, que o tenha como protagonista.

Warner Bros altera o calendário de estreias da DC nos cinemas

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A Warner Bros. alterou o calendário de estreias da DC nos cinemas, adiantando produções para 2022, e realocando outras para 2023.

Confira a lista das novas datas dos filmes da DC:

  • DC League of Super-Pets  – 29 de julho de 2022;
  • Adão Negro – 21 de outubro de 2022;
  • SHAZAM! 2: Fúria dos Deuses – 16 de dezembro de 2022;
  • Aquaman 2: O Reino Perdido – 17 de março de 2023;
  • The Flash – 23 de junho de 2023;
  • Besouro Azul – 18 de agosto de 2023.

Com as novas mudanças, a DC preenche o espaço em branco na sua grade de lançamentos de 2023. Segundo o Deadline, tais mudanças se devem em parte aos atrasos relacionados ao COVID-19, com outras produções do estúdio também sofrendo adiamentos semelhantes.

Série derivada do filme “Batman”, com foco no Pinguim, é oficializada pela HBO Max

Com o crescente sucesso que vem sendo o novo capítulo do Cavaleiro das Trevas nos cinemas, chegou a hora de ver seus frutos rendendo em outras mídias. Tendo isso em mente, a HBO Max acaba de oficializar a produção derivada de The Batman, intitulada The Penguin. (Via: Deadline)

A minissérie, estrelada por Colin Farrell, acompanhará a ascenção do vilão Oswald Cobblepot como um dos maiores chefões do crime organizado de Gotham.

The Penguin contará com a produção de Matt Reeves, Dylan Clark, Farrell e Lauren LeFranc, que também será responsável pelo roteiro e atuará como a produtora.

Em entrevista, o diretor Matt Reeves comentou sobre o projeto:

“Colin explodiu na tela como o Pinguim em The Batman , e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta. Dylan [Clark] e eu estamos muito animados para trabalhar com Lauren na continuação da história de Oz enquanto ele agarra violentamente o poder em Gotham.”

Mais informações do projeto, como elenco e previsão de estréia, ainda não foram reveladas.

Divulgado o primeiro trailer oficial de DMZ, minissérie de Ava DuVernay para HBO Max

A diretora Ava DuVernay divulgou o primeiro trailer oficial de DMZ, nova produção da HBO Max estrelada por Rosario Dawson, baseada na HQ de mesmo nome do selo Vertigo. Confira:

A minissérie se passa em um futuro distópico, após uma guerra civil que abala os Estados Unidos e transforma Manhattan em uma zona desmilitarizada (DeMilitarized Zone, em inglês), sem autoridades e isolada do resto do mundo.

DMZ foi uma HQ criada por Brian Wood e Riccardo Burchielli, tendo 72 edições, lançadas entre 2005 a 2012. Acompanhando Zee (Dawson), uma mãe que volta à ilha de Manhattan em busca do filho, de quem se separou durante a evacuação, ela acaba encontrando no local uma cidade destruída e sem lei.

A produção conta com o roteiro de Roberto Patino (Westworld) e produção de Ava DuVernay, que também assina a direção de alguns episódios, ao lado de Ernest R. Dickerson (Juice).

DMZ tem previsão de estréia para o dia 17 de março na HBO Max.

8 de março: as mulheres nos quadrinhos e fora deles

Já são anos de contribuições das mulheres para o mundo e cultura pop, e é extremamente importante reconhecer e incentivar mulheres a alcançarem cada vez mais espaço, garantindo pluralidade de ideias e visões diferentes dos personagens que resultam em histórias ricas e diversas. E nesse 8 de março vamos indicar algumas obras protagonizadas e escritas e/ou ilustradas por mulheres.

Arlequina: Quebrando Vidraças – Mariko Tamaki

Essa preciosidade da linha DC Teens garantiu a Mariko Tamaki o prêmio Eisner 2020 de melhor roteirista. A autora consegue de uma forma única escrever sobre questões da adolescência e amadurecimento, tanto que é responsável pela graphic novel I am Not Starfire” que conta como é a busca e construção de uma identidade própria quando se é a filha de uma super-heroína. Em “Arlequina: Quebrando Vidraças” vemos uma nova versão da personagem que a cada dia tem mais espaço na DC, dessa vez como uma adolescente louquinha e fofa, que também tem um senso de justiça questionável, e constrói uma nova família cercada de drag queens que seguram uma barra atrás da outra devido a gentrificação das periferias de Gothan.

 

Lanterna Verde: Setor Final  – N. K. Jemisin

Jemisin é uma escritora de ficção cientifica, que inclusive é uma modalidade de literatura inventada por uma mulher (Mary Shelley), e Jemisin recebeu nada menos que o Prêmio Nebula e Prêmio Hugo, que são referências em obras de ficção cientifica. Do selo Young Animal! essa história bebe na fonte do afrofuturismo e investe em questões de direitos humanos e violência policial enquanto explora relações pessoais e saúde mental.

 

Patrulha do Destino de Rachel Pollack Omnibus

A Patrulha do Destino é reconhecida pela excentricidade e complexidade de seus personagens, principalmente de suas personagens femininas. A escritora especialista em ficção cientifica e mistério, Rachel Pollack, foi responsável por histórias memoráveis da Patrulha do Destino, ilustrado por Linda Medley, o encadernado reúne Doom Patrol #64-87, Doom Patrol Annual #2, Totems #1 e Vertigo Jam #1. Rachel direciona os personagens por novos caminhos e aborda questões sociais de formas “pouco convencionais” como só a Patrulha do Destino seria capaz.

 

Power Girl: Old Friends – Lilah Sturges

Lilah Sturges é uma autora de fantasia e mistério que é uma das pessoas responsáveis por essa edição de Power Girl, repleta de historinhas aventurescas. Poderosa enfrenta vários desafios, de dinossauros robóticos ao vilão Maxwell Lord no volume final de sua série solo coletando os números #19-27(2009).

 

Mulher-Maravilha

Essa personagem já é dona da casa com direito a filme próprio e seria impossível passar essa lista sem mencionar a Mulher-Maravilha. Vamos indicar não uma, nem duas ou três, mas sim QUATRO obras da personagem.

 

Mulher-Maravilha: A verdadeira amazona – Jill Thompson

Jill Thompson é uma roteirista, colorista e ilustradora de histórias em quadrinhos. Dona de um traço bem característico já trabalhou em obras como Sandman e Monstro do Pântano. Vencedora do Eisner de Melhor Pintor/Artista Multimídia, escreveu e ilustrou “Mulher-Maravilha: A Verdadeira Amazona”. Em um volume único a história foca em mostrar a vida de princesa na ilha de Themyscira e mostra uma imagem diferente de Diana e do que estamos acostumados a ler e imaginar.

Núbia: Pra Valer – L.L. McKinney

Leatrice “Elle” McKinney é especializada em leitura para jovens adultos e coloca toda sua essência em Núbia, ilustrada por Robyn Brooke Smith. Mais uma pra conta da DC Teens! A irmã gêmea da Mulher-Maravilha, separadas ao nascimento está tentando se encaixar na sociedade enquanto se descobre como uma super-heroína mesmo que a sociedade tente a convencer do contrário.

 

Wonder Woman Historia: The Amazons #1 – Kelly Sue DeConnick

DeConnick é especialista em mulheres fortes e nada mais justo que ter a liberdade de escrever a origem das amazonas pelo selo DC Black Label. O quadrinho é um BOOM visual, repleto de cores e detalhes enquanto se desenvolve toda a mitologia das amazonas.

 

Menção Especial

Mulher-Maravilha (2009) – Lauren Montgomery

A animação que adapta a história de origem clássica da Mulher-Maravilha, sem dúvida traz um dos melhores clímax das animações da DC, uma cena épica de batalha contra Ares, com direito a emergir do submundo as amazonas mortas em batalha. Dirigida por Lauren Montgomery, que já vem trabalhando em animações da DC a muito tempo, entre elas é responsável por Liga da Justiça: Crise em Duas Terras e Liga da Justiça: A Legião do Mal.

Bruna Marquezine entra para o elenco de Besouro Azul

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Bruna Marquezine é oficialmente da DC agora! A atriz é a mais nova adição ao elenco do filme Besouro Azul, conforme noticiou o The Wrap.

A brasileira, que antes tinha feito testes para viver a Supergirl em The Flash, irá interpretar Jenny, a protagonista feminina do filme e interesse amoroso do herói Jaime Reyes, que será interpretado por Xolo Maridueña.

Além de Marquezine, mais dois nomes foram adicionados ao elenco do filme. Belissa Escobedo, que vai interpretar Milagros Reyes, a irmão mais nova de Jaime, e Harvey Guillén, que ainda não teve seu papel revelado.

Lembrando que Besouro Azul está com estreia marcada para o dia 18 de agosto de 2023.

Via: [The Wrap]