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    Divulgado o nome dos novos atores que irão estrelar o piloto da série ‘Dead Boys Detectives’

    A Variety revelou com exclusividade o novo elenco principal que irá protagonizar o piloto de Dead Boys Detectives para a HBO Max.

    Os atores escolhidos para interpretar o trio principal foram, o novato George Rexstrew como Edwin Paine, Jayden Revri (The Lodge) como Charles Rowland e Kassius Nelson (Last Night in Soho) como Crystal Palace.

    George Rexstrew
    Jayden Revri
    Kassius Nelson

    Criada pelo lendário Neil Gaiman, os personagens foram apresentados na edição de número #25 da HQ The Sandman, em 1997, durante o arco “Estação das Brumas”. Nele, dois amigos, Edwin e Charles, conseguem a benção da Morte para permanecer na Terra, onde decidem desvendar crimes sobrenaturais, ao lado da jovem medium Crystal Palace.

    Ainda segundo as fontes, o elenco também incluirá: Alexander Calvert (Supernatural) como Thomas The Cat King; Briana Cuoco (Harley Quinn) como Jenny, descrita como uma açougueira levemente punk e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (Justified) como Esther, descrita como uma bruxa obcecada pela juventude e pela imortalidade; Yuyu Kitamura (Mother Tongue) como Niko, um estudante do internato que pretende ingressar na agência Dead Boy Detectives que agora mora em cima do açougue de Jenny; e Ruth Connell (Supernatural), que reprisará seu papel como Night Nurse, a personificação da morte que controla o fluxo de almas no pós-vida.

    O trio principal de detetives foram interpretados por Sebastian Croft, Ty Tennant e Madalyn Horcher no terceiro episódio da terceira temporada de Patrulha do Destino, intitulado “Dead Patrol“. Porém, os atores não estão vinculados ao projeto solo.

    Steve Yockey (The Flight Attendant) será o responsável pelo roteiro e produção executiva do piloto, ao lado de Jeremy Carver (Patrulha do Destino), Greg Berlanti, Sarah Schechter e David Madden.

    Patrulha do Destino | Uma 3ª temporada que embarca de vez nos absurdos e bizarrices do Dadá!

    A terceira temporada de Patrulha do Destino chegou ao final recentemente, no dia 11 de novembro, com um episódio eletrizante e que deixou em todos um gostinho de quero mais, o que torna o fato de a série já estar renovada para uma quarta temporada ainda melhor! O novo ano da série elevou ainda mais o nível da produção, conseguindo emplacar ela no ranking semanal das mais assistidas dos EUA, alcançando a 7ª posição. Mas o que tornou essa temporada tão especial, o que finalmente levou ao destaque como a melhor série da DC que temos em produção no momento? Vamos descobri agora!

    A temporada se inicia onde paramos ao fim da segunda, encerrando o ciclo de amadurecimento de Dorothy Spinner, onde vemos a filha de Niles finalmente controlando o CandleMaker, monstro que ganha vida pela imaginação de Dorothy e que estava aterrorizando os membros da Patrulha. Quando libertos de seu casulo de cera de vela, os demais percebem que o Chefe (Niles Caulder) está morto, e que depois de muitos anos ele não vai mais retornar. Agora, eles estão sem um líder, e é partindo desta perda que a terceira temporada realmente se inicia.

    Mas quem são os personagens sem seu Chefe e criador, como eles vão seguir agora? Bebendo nas fontes de Mary Shelley, vemos as Criaturas em conflito com os sentimentos gerados pela morte de seu Criador, os integrantes da Patrulha do Destino mantém uma relação de amor e ódio com Niles e agora precisam reagir a sua perda. Vemos Larry, levado pelo Espírito Negativo ir pro espaço, Cliff entrar numa espiral de ódio por tudo e por todos, Rita brigando com seus próprios sentimentos, Jane tentando arrumar a bagunça instaurada no “Underground” e a pequena Dorothy embarca em Danny, A Ambulância para levar o corpo de seu pai para ser enterrado junto de sua mãe.                                    

    Tudo muda quando a equipe sai de férias para tentar remendar o que sobrou de si próprios e acabam sendo assassinados, mas se tratando de Doom Patrol, a morte não é o fim. Num episódio memorável, a Patrulha se transforma em zumbis, contando com o retorno de Willoughby Kipling, que já havia aparecido nas temporadas anteriores, para ajudar os demais a saírem dessa situação! Com uma terceira temporada abraçando ainda mais a bizarrice, temos viagem no tempo, zumbis, fantasmas detetives, bundas carnívoras, a Irmandade do Mal e a Irmandade do Dadá, tudo isso temperado com a carga emocional de evolução de cada personagem como pessoa.

    A bizarrice da temporada está diretamente ligada aos elementos da escola de vanguarda dadaísta, que não por acaso dá nome a equipe antagonista do grupo de heróis mais desajustados de todos os tempos. O Dadá é o abraço ao absurdo, ao sem sentido, ao inexplicável, qualidades que descrevem bem essa temporada e a Irmandade, que inclusive merece destaque pela incrível interpretação e por como a existência desta equipe na série levou à diálogos memoráveis e que podem ser descritos como “puro suco de maiêutica”!

    As provocações iniciadas pela Irmandade do Dadá no evento intitulado “A Flagelação Eterna“, causou epifania em todos ao redor mundo, veja bem, a flagelação eterna consistia em fazer com que todas as pessoas enfrentassem suas memórias e experiências mais traumáticas e confrontassem seu subconsciente para que se tornassem pessoas melhores, e através disso, conhecemos o cerne do problema dos nossos protagonistas num episódio emocionante e reflexivo que aborda temas como racismo, homofobia, vícios e depressão com maestria por parte do elenco!

    Além disso, merecem destaque a incrível interpretação de April Bowlby como Rita Farr no que foi sua melhor temporada, a personagem se reinventa, literalmente, ao ter suas memórias apagadas quando viaja no tempo e se junta à Irmandade do Dadá nos anos 30, finalmente abraçando seu poderes, e Michelle Gomez como Madame Rouge, que veio para ser mais uma vilã que nós odiamos amar, a personagem até tenta ser uma vilã, mas carregada da dualidade inerente ao ser humano comete erros e acertos e por fim, busca ser uma pessoa melhor, se juntando a Patrulha do Destino. A atuação de Jovian Wade como Cyborg, que nessa temporada trás uma nova perspectiva para o personagem, questionando a si próprio as razões que o fazem um super-herói e as nuances por trás de sua existência, em tempos de Black Lives Matter, abordando o racismo intrínseco na sociedade de maneira crua e exposta.

    Por fim, vemos a temporada chegando ao final com algumas pendências a serem resolvidas, deixando um bom gancho para a 4ª temporada, com uma adição à equipe e com seus membros finalmente prontos para abraçarem suas peculiaridades e se tornarem verdadeiros (bem, tão possível quanto para os heróis em questão!) super heróis!!

    Agora, caro leitor, já que você chegou até o fim deste texto, te proponho um questionamento, uma pergunta sobre o por que você está, onde está, como está e quando está, uma pergunta sobre existência e sobre tudo o que faz de você, você, a sua própria flagelação eterna, então lá vai:

    POR QUE VOCÊ É?

    Nota:

    52/52 – Excelente!

     

    Superman e a importância do “S” para pessoas negras

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    Neste ano foi anunciada a produção de um novo filme do Superman, com uma versão negra do herói e passei alguns bons meses refletindo sobre isso e como é fascinante essa ideia.

    Destaco aqui um artigo muito bem escrito pelo meu colega de redação Lucas Pimentel, que debate a reação negativa e porque é importante o surgimento deste Superman negro no mundo atual. Por outro lado, irei falar desta mesma importância, mas com uma perspectiva um pouco diferente.

    O arquétipo do herói na psicanálise Jungiana 

    Carl Gustav Jung foi um psiquiatra suiço que se tornou um dos mais importantes membros do movimento psicanalítico, divergindo de Freud a respeito de alguns conceitos e dentre eles a noção de inconsciente.

    Para Jung, a constituição da psique tem sua origem de várias fontes que iniciam do indivíduo, o mais intímo, até conjuntos mais amplos como família, etnia, cultura e até a própria raça humana. Portanto, a experiência inconsciente pessoal que forma o individuo converge com este coletivo, contendo arquétipos ancestrais que podem ser observados em todas as sociedades e culturas.

    Mas por que estou falando sobre inconsciente coletivo e um Superman negro? Eu gostaria de deixar essa reflexão sobre este acontecimento tão importante, principalmente pela construção simbólica que tanto o personagem quanto o momento irão proporcionar para o futuro.

    Quando falamos do Homem de Aço, a sua importância não é apenas um significado, atribuído por ser o primeiro herói de uma leva de quadrinhos que se expandiu de forma complexa, mas sim um símbolo que agrega valores que são semelhantes ao arquétipo heroico junguiano e que podemos considerar esse personagem parte deste inconsciente coletivo.

    Este arquétipo supera as adversidades e luta contra o mal. Mesmo tendo fraquezas, o vemos superar seus obstáculos como uma força motivadora que nos impulsiona a buscar o nosso equilíbrio e assim, podemos acompanhar sua jornada em diversas histórias, como Superman: Grandes Astros, As Quatro Estações, Para o Homem que Tem Tudo e além de  diversos momentos em suas mais de oito décadas de existência, tornando o último filho de Krypton um ícone cultural.

    Uma releitura do grande personagem distante de aspectos heteronormativos

    Apesar de carregar tantos valores positivos, inclusive ser um imigrante que foi brilhantemente apontado pelo Lucas no seu texto, o Superman ainda é um herói moldado dentro de uma sociedade heteronormativa e que infelizmente existem alas mais conservadoras deste vasto universo de histórias que consideram essas características imutáveis. São pessoas altamente resistentes a mudanças e novas leituras sobre este personagem tão importante.

    Porém, em um mundo que contempla a diversidade, todos tem o direito de se identificarem com personagens e suas narrativas. A chegada de um Superman negro nos quadrinhos e agora sua futura adaptação nos cinemas associa este símbolo de grandeza a um público que a tal “sociedade conservadora” luta incessantemente para silenciar.

    Seja a versão de Calvin Ellis ou Val Zod que chegar primeiro ao live action, o herói mais poderoso do universo DC se tornará a personalização de uma minoria como a figura de uma pessoa negra. Isso não significa apenas que uma editora está explorando um novo público, mas uma ressignificação de subjetividade do arquétipo associado ao Superman. Ele irá se tornar parte deste inconsciente coletivo,  permitindo que essas pessoas possam se identificar com este símbolo e se inspirem na sua realidade.

    A identificação do público negro com a esperança: Um Superman só seu!

    Não acredito que apenas o efeito midiático do filme será grande, afinal o próprio anúncio moveu opiniões de diversos veículos, mas se pensarmos nos efeitos deste longa na formação de subjetividade das pessoas negras, a esperança será atribuída a nós que vivemos uma constante luta pelo respeito a existência e a não discriminação. Isso é algo que considero inspirador e muito válido para se levar ao cinema.

    Além que um homem negro ser o humano mais poderoso do planeta em uma sociedade branca é um contexto que, socialmente falando, é uma boa provocação para este mundo tão conservador, afinal, o S no cai muito bem.

    Não sei dizer em quanto tempo veremos a primeira adaptação; o seriado produzido por Michael B. Jordan ou o filme roteirizado por Ta-Nehisi Coates, porém, acredito que um símbolo tão grande como o do Superman estar sendo representado para o público como um homem negro será um fenômeno além da mídia. O fato atribuirá um valor que vai além das grandes telas e bilheterias, pois poderemos sonhar com um futuro melhor, mais representativo e como dito por Jung; “Um sonho é uma pequena porta escondida no santuário mais profundo e mais íntimo da alma, que se abre para a noite cósmica e primordial, que é a alma, muito antes de existir o ego consciente.”

    Jared Leto pede para liberarem o corte de ‘Esquadrão Suicida’, do diretor David Ayer

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    O  diretor do filme Esquadrão Suicida de 2016, David Ayer, por diversas vezes entrou nas redes sociais para compartilhar fotos dos bastidores do filme, centradas no Coringa. Ayer elogiou muitas vezes a interpretação do ator Jared Leto, que teve um papel muito maior na versão original do filme. A relação entre o Coringa e Harley Quinn era maior originalmente, com Leto uma vez dizendo que havia cortes suficientes para fazer um filme inteiro a partir disso. Portanto, talvez não seja surpresa que Leto estaria disposto a ver qual era a visão original de Ayer para o filme.

    Questionado sobre a ideia de lançar a versão do diretor de David Ayer no streaming HBO Max, Leto foi direto. Ele adoraria ver Ayer recebendo o mesmo tratamento de Zack Snyder.

    “Absolutamente”, disse Leto à Variety“Por que não? Por que não? É para isso que serve o streaming, certo?”. Confira o vídeo:

    Ayer já havia comentado anteriormente outras diferenças em seu filme para a versão lançada nos cinemas. -Confira aqui-. O filme lançado em 2016 arrecadou aproximadamente US$ 745 milhões ao redor do mundo.

    Na época, o filme teve vários problemas na pós-produção. A classificação indicativa caiu de +18 para PG-13 nos EUA e o corte oficial e final do longa não saiu das mãos do Ayer, mas sim de uma produtora contratada pela Warner.

    Uma nova versão do Esquadrão Suicida foi lançada recentemente, com James Gunn na direção. Filme está disponível na HBO Max.

    Revelada a primeira imagem da atriz Nicole Kang como Hera Venenosa em Batwoman

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    O mais recente episódio da série “Batwoman” transformou a Dra. Mary Hamilton na Hera Venenosa. A The CW revelou o visual da atriz Nicole Kang em um pôster oficial da série. Confira:

     Segue a descrição da personagem:

    “Agora que ela foi infectada, a altruísta e carinhosa Mary Hamilton (Nicole Kang) que conhecemos está em segundo plano, em uma versão perniciosa e virulenta de si mesma. Não mais contente com seu papel como coadjuvante no Bat-Team, a Hera Venenosa de Mary usa seus novos poderes para se levantar, se destacar e expressar suas opiniões e desejos mais profundamente – independentemente de quem ou o que esteja em seu caminho. Mary tem seu destino entregue na raiz de sua nova persona, percebendo que seu poder floresceu para dar vida a outra … a botânica mais infame e perdida de Gotham.”

    O visual da personagem estreia na The CW no episódio de quarta-feira, que será exibido no dia 24 de novembro.

    MultiVersus | Novo game reúne diversos personagens de franquias da Warner

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    A WB Games revelou seu novo jogo; MultiVersus. O game de combate apresenta vários personagens diferentes da Warner Bros, com muitas das vozes icônicas reprisando seus papéis mais uma vez. Considerado free-to-play, ele será lançado em 2022 nas plataformas PlayStationXbox e PC. O jogo terá um formato único de estilo 2v2 com uma lista que a WB Games afirma que continuará a expandir no futuro. Quando se trata de personagens que já foram confirmados, a lista inclui os seguintes nomes:

    • Batman
    • Superman
    • Wonder Woman
    • Harley Quinn
    • Shaggy
    • Bugs Bunny
    • Arya Stark
    • Tom and Jerry
    • Jake the Dog
    • Finn the Human
    • Steven Universe
    • Garnet
    • Reindog (Original Character)

    Confira o vídeo de lançamento:

    Ainda não há data prevista de lançamento, mas deve chegar em algum momento de 2022. Vamos aguardar!

    Aquamen | DC anuncia equipe criativa do novo título

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    Arthur Curry e Jackson Hyde estão se unindo em uma nova série nos quadrinhos intitulada “Aquamen”. Ambos os personagens têm desfrutado suas próprias aventuras no Universo DC, mas uma nova série dos escritores Chuck Brown e Brandon Thomas e do artista Sami Basri reunirá os heróis para investigar uma nova conspiração que ameaça não apenas Atlântida, mas também a superfície mundo.

    Outros personagens populares do universo do Aquaman também serão apresentados em Aquamen #1, incluindo Mera, Tula, Tempest e o vilão Arraia Negra.

    Confira a sinopse:

    “Quando um homem-bomba em um atentado na América Central é revelado como um agente Atlante, os Aquamen – Arthur Curry e Jackson Hyde – entram no caso. Mas logo fica claro que a tragédia não foi apenas um único momento ruim, mas o início de uma reação em cadeia muito maior e mais perigosa … Se Arthur não tomar cuidado, os segredos que ele está guardando – de Mera, Tula, Tempest, da superfície e até mesmo Jackson – podem causar uma fenda da qual o Aquamen talvez nunca se recupere!”

    A primeira edição será lançada nos EUA no dia 22 de fevereiro de 2022.

    Via: [ComicBook].

    50 anos de John Stewart: O construtor mestre!

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    Em meio a uma Era de lutas por mais espaço para a diversidade nos quadrinhos, um herói que é referência no universo DC chega a meio século de existência e a cada dia mais, a cada nova edição da Tropa Esmeralda, seja adaptação, animação ou live action, ele ganha  força. É importante celebrar a existência de heróis como John Stewart, o Lanterna Verde que marcou uma geração e agora entra na lista dos cinquentões do universo dos quadrinhos.

    O nosso amado guardião esmeralda entra em uma lista bem seleta de personagens negros que já existem há muito tempo como o Raio Negro pela DC, Tempestade, Pantera Negra e Luke Cage pela Marvel e Little Zeng, o mais velho dentre todos eles, além do anti-herói Spawn, que apesar de ser jovem, tem a marca de ser o título mensal com o protagonista negro com mais edições na história, sem nenhuma interrupção, e agora conta com seu próprio universo que passou a ser publicado pelo selo Image Comics.

    Sempre que pensamos em personagens negros, associamos a aspectos destrutivos, seja um líder de uma nação com o poder bélico de dominar o mundo, uma deusa capaz de causar uma catástrofe natural ou até mesmo uma criatura do submundo que busca vingança contra planos etéreos e, dentro de suas propostas, eles são importantíssimos como figuras negras, daqueles que representam o poder. Porém, ainda estão associados a um aspecto heteronormativo, que associa o heroísmo negro a violência.

    Por outro lado, quando pensamos em John Stewart também reconheço essa força, mas existe uma quebra de fatalismo quando olhamos para o herói em sua jornada, o colocando no aspecto peculiar de ser um construtor, alguém que utiliza da sua capacidade de projetar, criar e idealizar, sua principal virtude em essência heroica.

    Sobre o personagem em si é  importante relembrar uma das características tão únicas do mais novo cinquentão do universo DC; um personagem que, além da conhecida capacidade de destruir, o construtor John Stewart se tornou uma figura que não apenas realiza essa construção de forma brilhante quando usa o anel de poder da Tropa Esmeralda, mas em suas relações com outros colegas de Tropa, como o intempestivo Guy Gardner formando uma dupla muito interessante na revista Tropa dos Lanternas Verdes da fase d’Os Novos 52.

    Outro detalhe que considero importante e que citei brevemente em outra matéria¹, diz respeito a John estar relacionado a figura de pessoas negras na posição de liderança. Recentemente, isso passou a ser um evento recorrente em histórias de diferentes mídias como Pantera Negra, a premiada minissérie da HBO Watchmen e com a chegada do Superman negro que aparecerá tanto em um filme, quanto em série.

    O herói lidera a Tropa e continua sendo o único guardião esmeralda a participar de todas as crises do universo DC em toda a sua história, um fato que jamais pode ser esquecido, pois em cada grande momento do universo DC, John estava lá contribuindo com a sua inteligência e força de vontade.

    Recentemente, tivemos a ingrata surpresa da exclusão de John Stewart de “Liga da Justiça de Zack Snyder”, o Snydercut, que seria uma grata surpresa para os fãs do herói e os mais nostálgicos que, assim como eu, lembram de suas manhãs na frente da TV assistindo a reunião dos maiores heróis da Terra.

    Considero que seria a cereja do bolo na comemoração da quinta década de existência do construtor mestre, porém, para a nossa tristeza, o estúdio o removeu para aparições posteriores. Que fique sempre lembrado que o primeiro intérprete em live action de John Stewart foi Wayne T. Carr em Liga da Justiça, assim se juntando a lista de nomes importantes com Phill Lamar, Roger R. Cross, Lil Yachty, Kevin Michael Richardson e Michael Jay White que emprestaram suas vozes e talentos para dar vida a este grande Lanterna Verde.

    E por fim, escolho o Dia da Consciência Negra como um momento oportuno para celebrar os 50 anos de John Stewart que oficialmente assoprará velhinhas apenas em dezembro, mas por todo o significado de sua existência, como um herói e uma liderança negra no universo DC e uma das razões para que eu me tornasse alguém identificado com a minha etnia, essa homenagem é fundamental. Que ele siga como inspiração para o futuro de outras crianças assim como foi para este garoto que aprendeu que pessoas negras também tem o dom de construir. Vida longa ao construtor mestre!

    Nota do autor¹: A matéria citada a respeito do personagem pode ser lida na íntegra -clicando aqui-

    Cineasta Pedro Almodóvar revela interesse em dirigir um filme solo da Batgirl

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    O cineasta espanhol Pedro Almodóvar, conhecido por marcar a história do cinema com clássicos como ‘A Pele Que Habito’ (2011), ‘Má Educação’ (2004) e ‘A Lei do Desejo’ (1987), revelou ter interesse em dirigir um filme solo da Batgirl, mas com certas condições.

    “Eu gostaria de fazer algo com a Batgirl, mas teria que ter liberdade para fazer do meu jeito.”, revelou o diretor à Variety.

    Almodóvar estava no festival de cinema AFI Fest, promovendo o seu mais novo filme, “Madres Paralelas“, estrelado por Penélope Cruz, Rossy De Palma e Daniela Santiago, que chegará na Netflix Brasil no início de 2022.

    Essa não é a primeira vez que um diretor demostra interesse em dirigir um filme da heroína de Gotham. Em 2016, o diretor Nicolas Winding Refn (Drive) revelou seu interesse em assumir o projeto. Inclusive reafirmando seu desejo em 2019, durante uma entrevista ao site Collider.

    “Eu amo Hollywood. Amo glamour, amo seu brilho, sua vaidade.. Adoraria trabalhar em um filme de super-heróis, especialmente se fosse da Batgirl. Tenho uma relação especial com essa personagem. Mesmo se não fosse na direção, gostaria de dar minha contribuição no projeto.”

    Atualmente, o projeto ganhou forma e será comandado pela dupla de diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah (Bad Boys Para Sempre), contado com roteiro de Christina Hodson (Aves de Rapina – Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa) e estrelado por Leslie Grace (Em Um Bairro em Nova York).

    A produção será um original do streaming HBO Max e ainda não possui uma data de estreia.

    Divulgada as primeiras imagens oficiais de ‘DC League of Super-Pets’

    A EW divulgou com exclusividade as primeiras imagens oficiais de DC League of Super-Pets, filme animado da DC estrelado por Dwayne Johnson como Krypto, o cão leal e arrogante do Super-Cão. Confira:

    O longa contará com direção e roteiro de Jared Stern (Lego Batman – O Filme), que revelou em entrevista ter tido a ideia para o filme após se voluntariar, ao lado de sua esposa, em um abrigo de resgate onde encontrou um grupo de animais de estimação não adotados que estavam lá há muito tempo.

    “Eles pareciam tão impotentes.”, lembra ele. “Não sei por quê, mas pensei: ‘E se esses bichinhos tivessem poderes?'”

    Stern também comentou sobre o que o público deve esperar da animação;

    “Eu queria que fosse uma ameaça real que você achasse que correspondia não apenas a um filme idiota, mas a uma ameaça séria de super-heróis – mas também uma que só pode ser resolvida de forma única por um grupo de animais de estimação”, diz o diretor. “Eu realmente queria que as pessoas saíssem desse filme sentindo que a animação é uma técnica e não um gênero. Eu queria que elas sentissem, ‘Aquele foi um ótimo filme de super-herói e tinha tudo que eu amo em um filme de super-herói: grande ação, foi muito divertido.”

    Segundo Stern, o filme terá como cerne a relação entre Krypto e Ace, o Bat-Cão, dublado por Kevin Hart.

    “É uma história de amizade sobre esses dois caras. [Krypto] voa acima das ruas, Ace é das ruas. Ele é um animal de estimação de abrigo e, portanto, sabe um pouco mais sobre ser um cão normal. Sua dinâmica é descobrir isso e bater cabeças dessa forma.”

    Além de Dwayne e Hart, o filme também contará com as vozes de Diego Luna como Chip – O Esquilo; Natasha Lyonne como Merton – A Tartaruga; Vanessa Bayer como PB – A Porca; Marc Maron como Lex Luthor; John Krasinski, Kate McKinnon e Keanu Reeves, em papeis ainda não divulgados.

    DC League of Super-Pets tem previsão de estreia para 20 de maio de 2022.