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‘DC League of Super-Pets’ tem seu primeiro trailer revelado

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O primeiro trailer da próxima animação da DC que chegará aos cinemas é divulgado.

Com um elenco estelar emprestando suas vozes aos heróis e seus animaizinhos de estimação, o primeiro trailer se destaca pelo tom cômico já esperado de uma animação mais dedicada ao público familiar, o contrário dos filmes animados lançados pela DC de forma regular para o mercado digital.

Dwayne “The Rock” Johnson interpretará o Krypto, o Super Cão, John Krazinsky empresta sua voz ao Superman, já o comediante Kevin Hart será Ace, o Batcão.

O longa ainda conta com Kate McKinnon, John Krasinski, Vanessa Bayer, Natasha Lyonne, Diego Luna, e Keanu Reeves. League of Super-Pets marca o grande retorno de Krypto como protagonista em um projeto da DC, sucedendo sua série animada dos anos 2000.

O filme chegará aos cinemas no dia 20 de maio de 2022.

Samantha Win fala sobre o Snyder Cut: “Mais representativo, significativo e simbólico”

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A ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ certamente nos traz uma história muito mais completa do que aquela versão vista nos cinemas, em 2017. Além do maior desenvolvimento do Ciborgue dentro da trama, e do papel do vilão Lobo da Estepe ter mais sentido no desenrolar da narrativa, as Amazonas foram representadas de forma digna com maior exposição na tela. A atriz Samantha Win, parceira de Zack Snyder em vários projetos, interpreta a guerreira amazona Euboea. Ainda que a personagem de Samantha morra cedo nas duas versões, Win disse em entrevista ao Insider, que o Snyder Cut trouxe mais sentido para a atuação dela e também foi mais significativo para as mulheres.

“Quando eu assisti a versão de 2017, pensei: ‘Essa é apenas a performance que eu fiz ou isso é apenas o que a história era?’ Eles usaram muito do que eu havia filmado, mas parecia diferente do que eu pensei que ia ser. A conexão não era tão forte. Eu simplesmente não estava sentindo tanto. Foi muito surpreendente para mim como parecia diferente apenas editado e montado por outra pessoa.”, contou a atriz de 30 anos ao Insider.

“Na versão de Zack, eu senti mais a conexão com a rainha. Eu senti que significava mais. Havia mais significado na minha personagem, Euboea, como representante de todas as amazonas. Parecia muito mais significativo e simbólico para todas as mulheres da ilha ao invés de ser apenas uma espécie de morte aleatória.”, continou Samantha Win.

“Significou algo na ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’. Não sabia que poderia ser assim. Portanto, foi uma surpresa muito agradável. Só não tinha ideia até assisti-lo e eu me sentir muito melhor comigo e com minha atuação, mas também foi uma diferença noturna em como eu me sentia em relação às mulheres no filme e na jornada emocional dos personagens. Isso apenas reforçou a ideia de que o diretor e os olhos juntando tudo é tão importante.”, finalizou Win na conversa.

Com quatro horas e dois minutos de duração, ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ é estrelado por Ben Affleck (Bruce Wayne/Batman), Henry Cavill (Clark Kent/Superman), Gal Gadot (Diana Prince/Mulher-Maravilha), Jason Momoa (Arthur Curry/Aquaman), Ezra Miller (Barry Allen/Flash), Ray Fisher (Victor Stone/Ciborgue), Amy Adams (Lois Lane), Jeremy Irons (Alfred), Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko), J. K. Simmons (Comissário Gordon), Diana Lane (Martha Kent), Connie Nielsen (Rainha Hipólita), Joe Morton (Silas Stone), Ciarán Hinds (voz Lobo da Estepe) e Ray Porter (voz Darkseid).

O longa está disponível na plataforma HBO Max tanto na versão colorida quanto em preto e branco (‘Justiça é Cinza’).

Katherine McNamara provoca o seu retorno como Mia Queen no evento “Armageddon”

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The Flash está de volta para a sua oitava temporada na The CW e logo de cara apresenta um enredo em cinco episódios intitulado “Armageddon”. O evento mostra uma ameaça alienígena chegando a Central City alertando sobre o fim do mundo, afirmando que o Flash/Barry Allen (Grant Gustin) é a razão para isso. Os episódios contarão com o retorno de diversos personagens do Arrowverso, incluindo a filha de Oliver Queen, Mia Queen.

A última vez que vimos Mia ela estava assumindo o manto de Arqueiro Verde. Enquanto a série derivada de Arrow, Arqueira Verde e as Canárias, que teria continuado as aventuras de Mia no futuro, não foi aprovada pela emissora, o evento “Armageddon” em The Flash surge como uma oportunidade para mais histórias sobre a personagem. A atriz Katherine McNamara comentou sobre isso em entrevista ao Collider.

“Isso me deixa tão animada.”, disse McNamara sobre seu retorno em “Armageddon”. “É definitivamente algo muito verdadeiro para quem Mia é, para sua motivação de realmente tentar continuar de onde seu pai parou. Ela tinha um tempo limitado com ele. Mia e Oliver estavam finalmente chegando a um lugar onde eles se entendiam. Eles estavam superando suas dificuldades e problemas um com o outro. E então, é claro, ele morreu, e ela ficou lutando e dizendo: ‘Espere, não estou pronta para assumir isso. Só estou aprendendo a como ser uma heróina. Só estou aprendendo a como fazer tudo isso.’ Mia é alguém que está desesperadamente tentando cumprir o legado de seu pai e todas essas promessas que ela fez sem realmente saber como vai fazer. Ela é como um lobo solitário, isso pode às vezes ser um pouco difícil.”

A segunda parte do evento “Armageddon” vai ao ar hoje, 23 de novembro, na The CW.

John Krasinski comenta sobre o seu papel como o Superman em DC League of Super-Pets

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No filme animado DC League of Super-Pets teremos um Homem de Aço dublado pela estrela da série The Office John Krasinski. O ator foi até as redes sociais e compartilhou sua empolgação em participar da produção, revelando também uma imagem inédita do filme. Confira:

“Sempre quis fazer um filme amigo com o The Rock. Bem, esses são os papéis que nascemos para desempenhar! (Para sua informação … DJ é o que tem a língua) @DCSuperPets!!” disse o ator.

Dwayne ‘The Rock’ Johnson fará o papel do Krypto, o Super-cão, na animação. O elenco de DC League of Super-Pets também inclui Keanu Reeves, Kate McKinnon, Vanessa Bayer, Natasha Lyonne e Diego Luna. Produção está programada para chegar aos cinemas no dia 20 de maio de 2022.

Henry Cavill diz ter planos para o Superman: “…é algo que estou muito interessado em concretizar”

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O ator Henry Cavill se transformou em um verdadeiro astro de Hollywood. Conhecido mundialmente como o intérprete oficial do Superman do universo estendido da DC Comics nas telonas, o artista britânico vem conquistando cada vez mais espaço na indústria do entretenimento. E, mesmo que o retorno dele como o maior super-herói de todos esteja longe de ser palpável, Cavill ainda considera a volta ao papel. Em entrevista ao GQ Espanha (via ComicBook), ele falou sobre as ideias que ainda tem sobre o personagem.

“Eu estava muito interessado em realmente dar corpo aos primeiros estágios da jornada do Superman. Tínhamos ‘O Homem de Aço’ e depois fomos um pouco mais sombrios com  ‘Batman vs Superman’. E se ele sucumbisse à Equação Anti-Vida e se tornasse um Superman mau [nas sequências de ‘Liga da Justiça’], eu realmente queria ter certeza de que vimos o herói e vimos o verdadeiro símbolo da esperança, o farol de luz, antes de seguirmos pelo caminho das trevas e depois da redenção. Ainda é algo que estou muito interessado em concretizar.”, contou o ator de 38 anos na conversa com o GQ Espanha.

Numa outra entrevista, dessa vez para o The Hollywood Reporter (via CBR), Henry Cavill revelou que se sentiu bastante inseguro ao vestir o icônico traje do Superman. Isso porque o ator chegou a considerar que estava acima do peso para o papel: “Para ser honesto, o que estava passando pela minha mente era: ‘Senhor, estou muito gordo para usar este traje agora’. E também: ‘Não posso acreditar que estou realmente fazendo isso’. Havia uma sensação de entusiasmo, realização e nervosismo”.

‘O Homem de Aço’, escrito por Christopher Nolan e David S. Goyer e dirigido por Zack Snyder, foi lançado nos cinemas em 2013. O filme marcou o início do universo estendido da DC Comics nas telonas. Além de Henry Cavill como Kal-El/Clark Kent/Superman, o longa trouxe ainda Amy Adams como Lois Lane, Michael Shannon como General Zod, Russell Crowe como Jor-El, Kevin Costner como Jonathan Kent, Diana Lane como Martha Kent, Laurence Fishburne como Perry White e Harry Lennix como General Swanwick. Com orçamento de US$ 225 milhões, o filme faturou US$ 668 milhões na bilheteria global.

Divulgado o nome dos novos atores que irão estrelar o piloto da série ‘Dead Boys Detectives’

A Variety revelou com exclusividade o novo elenco principal que irá protagonizar o piloto de Dead Boys Detectives para a HBO Max.

Os atores escolhidos para interpretar o trio principal foram, o novato George Rexstrew como Edwin Paine, Jayden Revri (The Lodge) como Charles Rowland e Kassius Nelson (Last Night in Soho) como Crystal Palace.

George Rexstrew
Jayden Revri
Kassius Nelson

Criada pelo lendário Neil Gaiman, os personagens foram apresentados na edição de número #25 da HQ The Sandman, em 1997, durante o arco “Estação das Brumas”. Nele, dois amigos, Edwin e Charles, conseguem a benção da Morte para permanecer na Terra, onde decidem desvendar crimes sobrenaturais, ao lado da jovem medium Crystal Palace.

Ainda segundo as fontes, o elenco também incluirá: Alexander Calvert (Supernatural) como Thomas The Cat King; Briana Cuoco (Harley Quinn) como Jenny, descrita como uma açougueira levemente punk e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (Justified) como Esther, descrita como uma bruxa obcecada pela juventude e pela imortalidade; Yuyu Kitamura (Mother Tongue) como Niko, um estudante do internato que pretende ingressar na agência Dead Boy Detectives que agora mora em cima do açougue de Jenny; e Ruth Connell (Supernatural), que reprisará seu papel como Night Nurse, a personificação da morte que controla o fluxo de almas no pós-vida.

O trio principal de detetives foram interpretados por Sebastian Croft, Ty Tennant e Madalyn Horcher no terceiro episódio da terceira temporada de Patrulha do Destino, intitulado “Dead Patrol“. Porém, os atores não estão vinculados ao projeto solo.

Steve Yockey (The Flight Attendant) será o responsável pelo roteiro e produção executiva do piloto, ao lado de Jeremy Carver (Patrulha do Destino), Greg Berlanti, Sarah Schechter e David Madden.

Patrulha do Destino | Uma 3ª temporada que embarca de vez nos absurdos e bizarrices do Dadá!

A terceira temporada de Patrulha do Destino chegou ao final recentemente, no dia 11 de novembro, com um episódio eletrizante e que deixou em todos um gostinho de quero mais, o que torna o fato de a série já estar renovada para uma quarta temporada ainda melhor! O novo ano da série elevou ainda mais o nível da produção, conseguindo emplacar ela no ranking semanal das mais assistidas dos EUA, alcançando a 7ª posição. Mas o que tornou essa temporada tão especial, o que finalmente levou ao destaque como a melhor série da DC que temos em produção no momento? Vamos descobri agora!

A temporada se inicia onde paramos ao fim da segunda, encerrando o ciclo de amadurecimento de Dorothy Spinner, onde vemos a filha de Niles finalmente controlando o CandleMaker, monstro que ganha vida pela imaginação de Dorothy e que estava aterrorizando os membros da Patrulha. Quando libertos de seu casulo de cera de vela, os demais percebem que o Chefe (Niles Caulder) está morto, e que depois de muitos anos ele não vai mais retornar. Agora, eles estão sem um líder, e é partindo desta perda que a terceira temporada realmente se inicia.

Mas quem são os personagens sem seu Chefe e criador, como eles vão seguir agora? Bebendo nas fontes de Mary Shelley, vemos as Criaturas em conflito com os sentimentos gerados pela morte de seu Criador, os integrantes da Patrulha do Destino mantém uma relação de amor e ódio com Niles e agora precisam reagir a sua perda. Vemos Larry, levado pelo Espírito Negativo ir pro espaço, Cliff entrar numa espiral de ódio por tudo e por todos, Rita brigando com seus próprios sentimentos, Jane tentando arrumar a bagunça instaurada no “Underground” e a pequena Dorothy embarca em Danny, A Ambulância para levar o corpo de seu pai para ser enterrado junto de sua mãe.                                    

Tudo muda quando a equipe sai de férias para tentar remendar o que sobrou de si próprios e acabam sendo assassinados, mas se tratando de Doom Patrol, a morte não é o fim. Num episódio memorável, a Patrulha se transforma em zumbis, contando com o retorno de Willoughby Kipling, que já havia aparecido nas temporadas anteriores, para ajudar os demais a saírem dessa situação! Com uma terceira temporada abraçando ainda mais a bizarrice, temos viagem no tempo, zumbis, fantasmas detetives, bundas carnívoras, a Irmandade do Mal e a Irmandade do Dadá, tudo isso temperado com a carga emocional de evolução de cada personagem como pessoa.

A bizarrice da temporada está diretamente ligada aos elementos da escola de vanguarda dadaísta, que não por acaso dá nome a equipe antagonista do grupo de heróis mais desajustados de todos os tempos. O Dadá é o abraço ao absurdo, ao sem sentido, ao inexplicável, qualidades que descrevem bem essa temporada e a Irmandade, que inclusive merece destaque pela incrível interpretação e por como a existência desta equipe na série levou à diálogos memoráveis e que podem ser descritos como “puro suco de maiêutica”!

As provocações iniciadas pela Irmandade do Dadá no evento intitulado “A Flagelação Eterna“, causou epifania em todos ao redor mundo, veja bem, a flagelação eterna consistia em fazer com que todas as pessoas enfrentassem suas memórias e experiências mais traumáticas e confrontassem seu subconsciente para que se tornassem pessoas melhores, e através disso, conhecemos o cerne do problema dos nossos protagonistas num episódio emocionante e reflexivo que aborda temas como racismo, homofobia, vícios e depressão com maestria por parte do elenco!

Além disso, merecem destaque a incrível interpretação de April Bowlby como Rita Farr no que foi sua melhor temporada, a personagem se reinventa, literalmente, ao ter suas memórias apagadas quando viaja no tempo e se junta à Irmandade do Dadá nos anos 30, finalmente abraçando seu poderes, e Michelle Gomez como Madame Rouge, que veio para ser mais uma vilã que nós odiamos amar, a personagem até tenta ser uma vilã, mas carregada da dualidade inerente ao ser humano comete erros e acertos e por fim, busca ser uma pessoa melhor, se juntando a Patrulha do Destino. A atuação de Jovian Wade como Cyborg, que nessa temporada trás uma nova perspectiva para o personagem, questionando a si próprio as razões que o fazem um super-herói e as nuances por trás de sua existência, em tempos de Black Lives Matter, abordando o racismo intrínseco na sociedade de maneira crua e exposta.

Por fim, vemos a temporada chegando ao final com algumas pendências a serem resolvidas, deixando um bom gancho para a 4ª temporada, com uma adição à equipe e com seus membros finalmente prontos para abraçarem suas peculiaridades e se tornarem verdadeiros (bem, tão possível quanto para os heróis em questão!) super heróis!!

Agora, caro leitor, já que você chegou até o fim deste texto, te proponho um questionamento, uma pergunta sobre o por que você está, onde está, como está e quando está, uma pergunta sobre existência e sobre tudo o que faz de você, você, a sua própria flagelação eterna, então lá vai:

POR QUE VOCÊ É?

Nota:

52/52 – Excelente!

 

Superman e a importância do “S” para pessoas negras

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Neste ano foi anunciada a produção de um novo filme do Superman, com uma versão negra do herói e passei alguns bons meses refletindo sobre isso e como é fascinante essa ideia.

Destaco aqui um artigo muito bem escrito pelo meu colega de redação Lucas Pimentel, que debate a reação negativa e porque é importante o surgimento deste Superman negro no mundo atual. Por outro lado, irei falar desta mesma importância, mas com uma perspectiva um pouco diferente.

O arquétipo do herói na psicanálise Jungiana 

Carl Gustav Jung foi um psiquiatra suiço que se tornou um dos mais importantes membros do movimento psicanalítico, divergindo de Freud a respeito de alguns conceitos e dentre eles a noção de inconsciente.

Para Jung, a constituição da psique tem sua origem de várias fontes que iniciam do indivíduo, o mais intímo, até conjuntos mais amplos como família, etnia, cultura e até a própria raça humana. Portanto, a experiência inconsciente pessoal que forma o individuo converge com este coletivo, contendo arquétipos ancestrais que podem ser observados em todas as sociedades e culturas.

Mas por que estou falando sobre inconsciente coletivo e um Superman negro? Eu gostaria de deixar essa reflexão sobre este acontecimento tão importante, principalmente pela construção simbólica que tanto o personagem quanto o momento irão proporcionar para o futuro.

Quando falamos do Homem de Aço, a sua importância não é apenas um significado, atribuído por ser o primeiro herói de uma leva de quadrinhos que se expandiu de forma complexa, mas sim um símbolo que agrega valores que são semelhantes ao arquétipo heroico junguiano e que podemos considerar esse personagem parte deste inconsciente coletivo.

Este arquétipo supera as adversidades e luta contra o mal. Mesmo tendo fraquezas, o vemos superar seus obstáculos como uma força motivadora que nos impulsiona a buscar o nosso equilíbrio e assim, podemos acompanhar sua jornada em diversas histórias, como Superman: Grandes Astros, As Quatro Estações, Para o Homem que Tem Tudo e além de  diversos momentos em suas mais de oito décadas de existência, tornando o último filho de Krypton um ícone cultural.

Uma releitura do grande personagem distante de aspectos heteronormativos

Apesar de carregar tantos valores positivos, inclusive ser um imigrante que foi brilhantemente apontado pelo Lucas no seu texto, o Superman ainda é um herói moldado dentro de uma sociedade heteronormativa e que infelizmente existem alas mais conservadoras deste vasto universo de histórias que consideram essas características imutáveis. São pessoas altamente resistentes a mudanças e novas leituras sobre este personagem tão importante.

Porém, em um mundo que contempla a diversidade, todos tem o direito de se identificarem com personagens e suas narrativas. A chegada de um Superman negro nos quadrinhos e agora sua futura adaptação nos cinemas associa este símbolo de grandeza a um público que a tal “sociedade conservadora” luta incessantemente para silenciar.

Seja a versão de Calvin Ellis ou Val Zod que chegar primeiro ao live action, o herói mais poderoso do universo DC se tornará a personalização de uma minoria como a figura de uma pessoa negra. Isso não significa apenas que uma editora está explorando um novo público, mas uma ressignificação de subjetividade do arquétipo associado ao Superman. Ele irá se tornar parte deste inconsciente coletivo,  permitindo que essas pessoas possam se identificar com este símbolo e se inspirem na sua realidade.

A identificação do público negro com a esperança: Um Superman só seu!

Não acredito que apenas o efeito midiático do filme será grande, afinal o próprio anúncio moveu opiniões de diversos veículos, mas se pensarmos nos efeitos deste longa na formação de subjetividade das pessoas negras, a esperança será atribuída a nós que vivemos uma constante luta pelo respeito a existência e a não discriminação. Isso é algo que considero inspirador e muito válido para se levar ao cinema.

Além que um homem negro ser o humano mais poderoso do planeta em uma sociedade branca é um contexto que, socialmente falando, é uma boa provocação para este mundo tão conservador, afinal, o S no cai muito bem.

Não sei dizer em quanto tempo veremos a primeira adaptação; o seriado produzido por Michael B. Jordan ou o filme roteirizado por Ta-Nehisi Coates, porém, acredito que um símbolo tão grande como o do Superman estar sendo representado para o público como um homem negro será um fenômeno além da mídia. O fato atribuirá um valor que vai além das grandes telas e bilheterias, pois poderemos sonhar com um futuro melhor, mais representativo e como dito por Jung; “Um sonho é uma pequena porta escondida no santuário mais profundo e mais íntimo da alma, que se abre para a noite cósmica e primordial, que é a alma, muito antes de existir o ego consciente.”

Jared Leto pede para liberarem o corte de ‘Esquadrão Suicida’, do diretor David Ayer

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O  diretor do filme Esquadrão Suicida de 2016, David Ayer, por diversas vezes entrou nas redes sociais para compartilhar fotos dos bastidores do filme, centradas no Coringa. Ayer elogiou muitas vezes a interpretação do ator Jared Leto, que teve um papel muito maior na versão original do filme. A relação entre o Coringa e Harley Quinn era maior originalmente, com Leto uma vez dizendo que havia cortes suficientes para fazer um filme inteiro a partir disso. Portanto, talvez não seja surpresa que Leto estaria disposto a ver qual era a visão original de Ayer para o filme.

Questionado sobre a ideia de lançar a versão do diretor de David Ayer no streaming HBO Max, Leto foi direto. Ele adoraria ver Ayer recebendo o mesmo tratamento de Zack Snyder.

“Absolutamente”, disse Leto à Variety“Por que não? Por que não? É para isso que serve o streaming, certo?”. Confira o vídeo:

Ayer já havia comentado anteriormente outras diferenças em seu filme para a versão lançada nos cinemas. -Confira aqui-. O filme lançado em 2016 arrecadou aproximadamente US$ 745 milhões ao redor do mundo.

Na época, o filme teve vários problemas na pós-produção. A classificação indicativa caiu de +18 para PG-13 nos EUA e o corte oficial e final do longa não saiu das mãos do Ayer, mas sim de uma produtora contratada pela Warner.

Uma nova versão do Esquadrão Suicida foi lançada recentemente, com James Gunn na direção. Filme está disponível na HBO Max.

Revelada a primeira imagem da atriz Nicole Kang como Hera Venenosa em Batwoman

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O mais recente episódio da série “Batwoman” transformou a Dra. Mary Hamilton na Hera Venenosa. A The CW revelou o visual da atriz Nicole Kang em um pôster oficial da série. Confira:

 Segue a descrição da personagem:

“Agora que ela foi infectada, a altruísta e carinhosa Mary Hamilton (Nicole Kang) que conhecemos está em segundo plano, em uma versão perniciosa e virulenta de si mesma. Não mais contente com seu papel como coadjuvante no Bat-Team, a Hera Venenosa de Mary usa seus novos poderes para se levantar, se destacar e expressar suas opiniões e desejos mais profundamente – independentemente de quem ou o que esteja em seu caminho. Mary tem seu destino entregue na raiz de sua nova persona, percebendo que seu poder floresceu para dar vida a outra … a botânica mais infame e perdida de Gotham.”

O visual da personagem estreia na The CW no episódio de quarta-feira, que será exibido no dia 24 de novembro.