O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
Batman Cruzado Encapuzado é a segunda temporada da animação antológica que estreou em 2024 acompanhando as aventuras do Homem Morcego em um universo noir.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
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James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
Os varejistas de quadrinhos do mercado direto nos EUA foram entrevistados pelo site Newsarama, e ficaram surpresos com a repentina posição da DC em cortar os laços com a Diamond Comics Distributors, a empresa que distribui a grande maioria dos gibis às lojas da América do Norte. -Leia mais aqui – A DC optou por vender seus livros por meio de uma rede de distribuição que eles criaram e anunciaram em abril deste ano, durante a crise da COVID-19, que fechou a rede da Diamond e deixou as lojas sem opção.
“Foi um bom soco no estômago depois que reabrimos nossas portas pela primeira vez em dois meses.”, disse J.C. Glindmyer, proprietário da Earthworld Comics em Albany, Nova York. “Como a maioria dos varejistas, não vou torcer o nariz para irritar meu rosto, vou pedir aos meus clientes regulares, o mínimo para manter, mas não estou investindo recursos significativos em futuros projetos. [da DC]”.
“O momento é terrível e mostra um flagrante desrespeito às preocupações dos vendedores de quadrinhos”, disse Benn Ray, da Atomic Books, em Baltimore. “Então, eu digo isso como fã da DC Comics por toda a vida e também como varejista – que se dane, DC Comics. Desejo a eles o mesmo que a Marvel quando fizeram isso nos anos 90. Quem quer que esteja dando o tiro na DC, se houver alguém, deve ser demitido imediatamente.”.
“Eu simplesmente não tenho um comentário que seja respeitoso sobre isso.”, disse Bret Parks, proprietário de três lojas da Ssalefish Comics em Winston Salem, Greensboro e Concord, Carolina do Norte. “Eu não consigo pensar em nada útil ou positivo sobre isso. Eu só desejo à DC que mandem embora ou demitam sua equipe de vendas para começar de novo.”.
“Sem as compras pela Diamond, meu desconto será menor, tornando o meu negócio algo que não é mais lucrativo ou viável”, disse Charlie Harris, da Comic Books de Charlie, em Tucson, Arizona.
“Não acredito que seja rentável ou prático para a maioria dos varejistas encomendar periódicos que tenham um baixo retorno sobre o investimento, por uma segunda fonte de distribuição.”, escreveu Hibbs no Facebook. “O envio e manuseio extra envolvidos vão prejudicar os lucros, enquanto as intermináveis horas extras tentando inserir e processar os dados em sistemas de pontos de vendas que não foram projetados para processar rapidamente, como os dados da Diamond, serão nada além de desperdício para milhares de lojas.”
O comunicado oficial sobre o rompimento da parceria DC/Diamond nos EUA ocorreu na última sexta-feira. -Leia aqui-
No mês passado, foi confirmado que a atriz Ruby Rose não voltaria para a segunda temporada da série da The CW, no papel de Kate Kane / Batwoman. Então, no início desta semana, surgiu um rumor no Reddit que apresentava uma nova chamada de elenco, sugerindo que a produção substituísse Kate Kane por uma um nova personagem assumindo a capa e o capuz da Batwoman. Agora, a showrunner da série Caroline Dries confirma a substituição e explica o porquê.
Durante o ATX Television Festival virtual (via Give Me My Remote), Dries explicou que, embora considerassem seguir em frente com uma reformulação para a Kate Kane de Rose, pois os episódios da segunda temporada já estavam escritos, o produtor executivo Greg Berlanti a ajudou para seguir uma nova direção com a personagem.
“Então, para ser sincera com você, considerei a versão da série por alguns momentos, de forma egoísta, porque já tínhamos alguns episódios escritos e, em termos de transição, seria perfeito, pois começaríamos a 2º temporada.” Disse Dries. “Mas após uma reflexão mais aprofundada, com Greg colaborando para fazer essa ligação, sendo que ele é muito mais esperto do que eu sobre esse tipo de coisa, ele propôs: ‘Sabe, acho que devemos apenas reiniciar a personagem na ideia de reiniciar a Batwoman, como uma personagem diferente.” Uma forma de respeitar também tudo o que a Ruby [Rose] propôs na personagem Kate Kane.”
A mudança descoberta pela primeira vez no Reddit, afirmava que a seleção de elenco busca uma atriz para a personagem chamada Ryan Wilder, descrita como alguém que “está prestes a se tornar a Batwoman. Ela é simpática, bagunçada, meio descuidada e indomável. Ela também não é nada parecida com a Kate Kane. Ryan passou anos como traficante de drogas, esquivando-se da GCPD e mascarando sua dor através dos seus maus hábitos. Uma garota que roubava leite para um gato de rua, mas também podia matá-lo com suas próprias mãos, Ryan é o tipo de lutadora mais perigosa: altamente qualificada e descontroladamente indisciplinada. Uma lésbica por fora. Atlética. Apaixonada. Falível. E muito inferior aos heróis estereotipados de todos os americanos.” dizia a descrição.
Quanto ao impacto sobre uma reinicialização da personagem Batwoman, é possível que a segunda temporada da série seja muito diferente quando estrear em janeiro de 2021. A primeira temporada se concentrou fortemente na vida pessoal de Kate Kane. Como prima de Bruce Wayne/Batman, Kate tinha acesso fácil aos recursos necessários para servir como protetora de Gotham, sem mencionar os elementos dramáticos oferecidos pela relação antagônica entre Jacob Kane – o pai de Kate – e a Batwoman, bem como a o fato do vilão principal da série não ser outro senão a irmã gêmea perdida de Kate, a Alice (Rachel Skarsten).
A proposta de uma nova Batwoman que não seja Kate Kane, já inflama o questionamento de alguns fãs se perguntando como – ou se – a série será capaz de trabalhar essas conexões pessoais que eram parte intrínseca da série.
A segunda temporada da série chegará em janeiro de 2021 na CW.
Quando a animação de dos anos 2000 “Super Choque” passava na hora do almoço no SBT, era comum que todas as crianças se empolgassem com aquela história, e quando uma mídia do gênero de Super-Heróis traz um garoto negro tão representativo e identificável, ela alcança outro patamar na vida das pessoas. Com os protestos antirracistas nos Estados Unidos sendo recorrentes, acabou por viralizar o episódio 8 da animação do Super Choque, intitulado “Filhos dos Pais” por ser uma lembrança marcante na vida de pessoas pretas que se viam no Virgil desde cedo. Afinal qual criança negra não sonharia em ser um Super-Herói que solta raios ao mesmo tempo que é um garoto que ama música, comum e amado?
Mesmo algumas pessoas como eu, tendo conhecimento tarde do que aquele episódio realmente se tratava, para outros aquilo já era mais que fatídico. Esse episódio traz uma discussão racial relevante para os anos 2000 e diferente de tudo quando Virgil percebe que nunca tinha ido para casa do seu melhor amigo branco Ritchie, só que ele não esperava que o pai do seu amigo fosse um homem racista. Apesar de lembrar desse episódio como se fosse ontem, me peguei pensando que enquanto assistia aquilo sendo uma criança negra de pele clara eu não me tocava da realidade que aquilo mostrava, e quando eu tive acesso a esse episódio com mais consciência da minha identidade racial, ele surtiu um efeito diferente em mim. Porém, naquela época haviam crianças pretas em situações diferentes da minha que sentiram do que aquilo se tratava, pois era na pele.
https://www.youtube.com/watch?v=yx5ZnLSKFKU
Cena que aborda o racismo na animação do Super Choque.
Não era só um homem branco conservador que condenava o hip-hop como uma “influência ruim” e sim um homem branco que não tentava disfarçar um minuto o seu racismo e fazia com que aquilo tentasse soar ‘menos pior’, como se fosse um “cuidado de pai”, o que fez seu filho se virar contra ele quando vê seu melhor amigo negro ir embora. Na entrevista para o canal Load Comics , em 2017,o Denys Cowan criador do Super Choque fala que Virgil foi criado para ser um garoto negro comum e trazer uma mensagem. Mas desde quando Denys apresentou o personagem para DC Comics com apenas 17 anos, ele teve um choque ao receber a resposta de um Diretor de Arte que disse: “Garoto você é bom, mas já temos um artista de cor trabalhando aqui”. Não havia espaço para mais um artista negro iniciante no mercado, e é por isso que quando percebemos os detalhes do Super Choque ele vira mais do que um personagem e passa a ser a representação de cada pessoa negra do mundo. Pois cada detalhe dele foi pensando para ser marcante.
Virgil surgiu para ter relevância entre garotos negros geeks tão qual a importância do Peter Parker para cultura pop, que é simplesmente um garoto que vira um herói. Por que aquilo não podia ser para garotos negros da época que consumiam quadrinhos tanto quanto qualquer garoto branco?
Quando a Milestone Comics, selo montado por autores afro-americanos em 1993 aparece para mudar o cenário, trazendo mais representatividade para pessoas não-brancas que liam quadrinhos na época, isso trouxe uma revolução na indústria onde não havia espaço para personagens pretos que fossem relevantes como super-heróis brancos. A empresa que acabou um tempo depois, trouxe personagens notáveis como o Super Choque, Icon, Rocket Hardware e o Blood Syndicate. Apesar de todo esse carinho que a animação e o selo receberam, não só o Super Choque como outros personagens negros nos quadrinhos sofre com o descaso da editora. Sim, temos visto o enorme avanço que a DC Comics tem feito em outras mídias principalmente na TV, mas os quadrinhos é algo que merece críticas.
O seu grande acervo de personagens não-brancos que são relevantes continuam de lado, e os poucos que recebem destaque não tem quadrinhos solos. Desde a pausa da Milestone Comics a pergunta que fica é o motivo sobre o que aconteceu com o Denys Cowan continua se repetindo até hoje, anos depois. Já que parece que pelo fato de existir alguns heróis negros em revistas variadas, já é o bastante, soa como se há alguns personagens não-brancos soltos em quadrinhos aleatórios fosse o suficiente. Essa falta de comprometimento em relação a esse acervo de personagens é um reflexo do público, que o Alan Moore chama de “gente de meia idade motivada pela nostalgia de sua infância e de tempos mais simples” se acomode a achar que não precisa de personagens negros nas suas revistas. Quando a editora traz a violência policial como pauta, como ocorre na edição #44 do Batman, onde ele acaba descobrindo que o assassino de um garoto negro é um policial branco, isso acaba gerando polêmica e sendo boicotado por pessoas brancas de classe média que se apoiam em quadrinhos “não politizados”.
Watchmen da HBO foi uma série que foi enaltecida pela crítica, mas acabou sendo massacrada em seus primeiros episódios em sites de avaliação por conta de supremacistas brancos que criticaram o fato da produção ser montada pela violência racial. São pessoas de classe média que tem acesso aos quadrinhos da editora, sabem da sua história, sabem do histórico do Alan Moore em suas antigas narrativas, mas continuam sendo racistas, misóginos, homofóbicos em qualquer avanço que a editora faça, seja a mídia que for. Trazer pessoas não-brancas para trabalhar e produzirem histórias com importância e personalidade é mais do que importante numa época onde estamos em uma ascensão enorme do discurso de ódio. Quando você tem um universo tão vasto como o da DC Comics no mundo e todas as suas histórias com um grau de importância, mesmo em gerações diferentes, você tem a necessidade de cultivar e melhorar os seus leitores e não dar espaço para o crescimento do preconceito.
Recentemente, Denys Cowan que também foi um dos fundadores da Milestone confirmou em uma entrevista para a Syfy, que toda as questões legais que prejudicaram a empresa e a fizeram dar uma grande pausa já foram resolvidas e em breve podemos ter novidades sobre o selo. -Leia mais aqui- Com essa organização sendo feita é possível que finalmente outros personagens negros da DC Comics voltem a ter destaque, além de histórias mais adultas, raciais e variadas sejam criadas, gerando mais oportunidade para artistas não-brancos e não apenas brancos desenhando e escrevendo personagens negros.
Darkseid é um dos vilões mais perigosos, se não o mais perigoso da história dos quadrinhos. A ideologia por trás do ditador que comanda Apokolips com mão de ferro o torna não apenas um personagem capaz de criar o caos em proporções cósmicas no nosso universo, mas também a extinção de todo o livre arbítrio do mundo como conhecemos e, neste ano, ele completa 50 anos de existência.
Origem
Darkseid é uma criação de Jack Kirby, o roteirista conhecido por sua genialidade é responsável por uma infinidade de personagens e conceitos que são utilizados como base para o desenvolvimento de histórias em quadrinhos até os dias atuais, principalmente se tratando de arcos cósmicos. Inclusive, alguns de seus principais personagens já apareceram em outras mídias além dos quadrinhos.
O vilão surgiu pela primeira vez em 1970, na edição #134, de Superman’s Pal Jimmy Olsen lançada em novembro daquele ano escrita por Kirby, que era responsável pela história que tinha sua periodicidade mensal. Na história, o soberano de Apokolips aparece como uma participação surpresa da edição, sendo o responsável por controlar o vilão Morgan Edge que tenta matar Superman e Jimmy Olsen durante uma corrida.
Posteriormente o personagem retornaria como o vilão principal em “Novos Deuses”, assim revelando a sua origem de forma mais clara para os leitores e dando início a trajetória do maior vilão do universo cósmico DC. Na história é revelado que Darkseid faz parte de uma raça denominada de Os Novos Deuses, que surgiram após uma guerra que dizimou uma raça de deuses antigos, criando um big bang que formaria os planetas Apokolips e Nova Gênesis.
Nova Gênesis é regida pelo Pai Celestial, um mundo de luz e ordem, enquanto Apokolips é regida por Darkseid. O planeta formado de fogo e metal é liderado sobre uma política ditatorial por Uxas, o nome anterior do vilão e membro da família real de Apokolips, que assassinou o seu irmão Drax que tinha intenções mais nobres quando tomasse para si o poder ômega, uma força misteriosa que é capaz de salvar ou destruir mundos. Assim que Uxas recebe este poder, ele acaba tornando-se o deus apócrifo Darkseid e declarando guerra contra o Pai Celestial e seu planeta.
Quando adquire todo o seu poder, o vilão ordena que seu aliado Desaad mate a regente no poder de Apokolips, sua mãe Heggra envenenando-a. Além da sede pelo poder, a razão de Darkseid matar sua própria mãe vem por conta do assassinato de Suli, a única esposa na qual o deus sombrio nutriu sentimentos e, assim que ocorre a sua morte, ele abdica de qualquer laço afetivo que possui.
A família de Darkseid é composta por Heggra, sua mãe assassinada por Desaad, Yuga Khan, seu pai preso na Galáxia Prometheus ao tentar dominar o poder da Fonte e seu tio, o Lobo da Estepe. Seus filhos são Kalibak com sua esposa Suli, Orion cuja a profecia diz que ele será o responsável pela morte do deus sombrio, Scott Free (Senhor Milagre) como filho adotivo após um tratado de paz com Nova Gênesis, onde ocorre uma troca e Orion fica aos cuidados do Pai Celestial e, em ‘Os Novos 52’, Grail, sua filha com uma Amazona chamada Myrina, responsável pelo seu confronto com o Anti- Monitor.
A partir de 2011 o rebootOs Novos 52 recontou as origens dos personagens no universo DC e a novo proposta para o deus sombrio também foi recontada de forma diferente da que se conhecia. Nesta nova versão, Uxas era um ser comum que odiava os deuses antigos e a forma como eles menosprezavam quem os adorava. Ele decide ir até onde os deuses repousam e sussurra em seus ouvidos calúnias, voltando-os uns contras os outros e iniciando uma guerra. A cada deus que caia, ele tomava para sí o poder, modificando a sua forma até se tornar quem conhecemos.
Ao longo destas cinco décadas de existência, o regente supremo do planeta de fogo invadiu a Terra diversas vezes com seus exércitos ou com planos de dominação da vontade humana através da Equação Anti Vida, uma fórmula matemática capaz de remover todo o livre arbítrio da subjetividade humana, tendo como soberana a vontade daquele que dominaria a equação, assim completando o plano supremo de Darkseid, que seria impor a sua vontade sobre as mentes e corações de todo o universo.
Em suas histórias, o vilão não conseguiu completar seus planos sendo frustrados tanto por Nova Gênesis, pelo Superman ou pela Liga da Justiça, sendo ele um dos grandes inimigos dos maiores heróis da Terra. A única vitória do deus sombrio acontece nos Novos 52 – Terra 2. Lá o vilão consegue com sucesso invadir a Terra e consumi-la como parte de seu planeta de fogo, obrigando os heróis a evacuar todos os habitantes do planeta para um novo mundo custando a vida de muitas maravilhas, forma como são denominados os heróis na Terra-2.
Personalidade
Darkseid foi idealizado por Jack Kirby baseando-se no ator Jack Palance, vencedor do Oscar de Ator Coadjuvante em 1992 e dentre os seus trabalhos fez parte do elenco do filme do Batman de 1989 dirigido por Tim Burton, interpretando o personagem Carl Grissom. A inspiração no ator para a criação de um personagem não é algo totalmente incomum na história da indústria dos quadrinhos e essa situação ocorre com os elementos por trás do desenvolvimento de Darkseid.
De acordo com uma matéria no site News Frome Me, um blog escrito por Mark Evanier, criador da animação Garfield and Friends, é provável que Kirby tenha pensado em Palance para se inspirar em Darkseid por alguns fatores que eram evidentes em sua performance artística, como sua postura ou gestual, mostrando uma imponência que é a característica marcante tanto do ator quanto do personagem. Um exemplo de outro ator que foi modelo para um personagem DC foi no caso de John Stewart, criado dois anos depois do deus de Apokolips, cuja a inspiração é o ator Sidney Poitier e mesmo que algumas características físicas tenham sido alteradas ao longo do tempo, a essência continua no personagem.
Jack Palance e Darkseid.
Quanto a construção da personalidade, uma de suas inspirações vieram de sua experiência na Segunda Guerra Mundial e a sua descendência austríaco judaica, muito do Darkseid é inspirado em Adolf Hittler e algumas características dominantes do ditador alemão foram referência para que fosse construída a subjetividade que torna o regente de Apokolips um personagem tão sombrio.
Em outra matéria, agora no site Comic Basics, é abordado exatamente esse tipo de construção, realizando uma comparação do ditador de Apokolips com o líder do partido nazista. O que é destacado no texto é que Darkseid possui as características comuns dos ditadores, a capacidade de comover e mobilizar a sua população através de um discurso imponente mostrando uma inteligência estratégica para os seus próprios objetivos.
Outro elemento também é a forma como são capazes de condicionar o seu povo desde a infância, introduzindo em suas mentes que a sua palavra é absoluta, inquestionável e que seu povo é superior a toda e qualquer raça existente, assim formando uma engrenagem de total controle sobre a população. E por fim, o objetivo supremo de Darkseid se assemelha aos de Hitler, fazer a sua vontade ser única em todo o mundo, no caso do deus sombrio, a vontade de todo o universo com o uso da Equação Anti Vida.
Poderes e Equação Anti Vida
Darkseid é um dos Novos Deuses tendo assim uma constituição física e intelectual privilegiada, suas habilidades são agilidade super-humana, força super-humana, resistência super-humana, velocidade sobre-humana, alteração de tamanho, Imortalidade, intelecto sobre-humano e o raio ômega adquirido ao matar seu irmão Drax.
Os raios ômega não são como a visão de calor do Superman, que apenas aquece a grandes temperaturas derretendo tudo o que toca, eles possuem uma infinidade de recursos como alterar sua trajetória, desintegrar, alterar a matéria, curar, teleportar e dispersar através do tempo (como ocorrido com o Batman em Crise Final). Tudo de acordo com a vontade de Darkseid.
Um outro recurso dos raios ômega foi visto apenas em ‘Crise nas Infinitas Terras’, quando Darkseid acompanha atentamente através de Alexander Luthor a onda de destruição causada pelo Anti Monitor. Ele utiliza os raios projetando um disparo através dos olhos de Luthor ferindo gravemente o anti-deus, ajudando os heróis a vencerem e parando a destruição da anti-matéria.
A Equação Anti-Vida.
Darkseid é um novo deus que tem como objetivo subjugar todo o universo, porém, de um jeito diferente do que outras divindades ou titãs loucos costumam fazer, sem dizimar toda a vida existente. Para o senhor de Apokolips o domínio sobre o livre arbítrio é o caminho para a sua conquista, assim remodelando o universo de acordo com a sua vontade.
Para alcançar a sua meta o Senhor de Apokolips procura pela Equação Anti-Vida. Essa equação foi um conceito criado por Jack Kirby que define que aquele que soubesse a fórmula, seria capaz de dominar a vontade de todas as criaturas sencientes e sapientes. O roteirista denominou assim a fórmula por acreditar que “se alguém possui o controle absoluto sobre você – você não está realmente vivo”.
A fórmula da Equação Anti-Vida é composta por diversos aspectos da subjetividade humana, que compostos desta forma, seriam capazes de remover a vontade daquele que a escuta. Abaixo esta a fórmula da Equação Anti-Vida e pedimos por gentileza que não faça uso dela, pois os danos serão irreparáveis:
Solidão + Alienação + Medo + Desespero + Autoestima ÷ Zombaria ÷ Condenação ÷ Mal-Entendido × Culpa × Vergonha × Falha × Julgamento n = y, onde ‘y’ = Esperança, ‘n’ = Loucura, Amor = Mentiras, Vida = Morte, Ser = Darkseid.
Em Crise Final, Darkseid consegue ter o conhecimento sobre toda a fórmula da equação, atacando a Terra e procurando escravizar o planeta. Ele utiliza a tecnologia do Chapeleiro Louco para criar um capacete capaz de conjurar a equação, formando um exército chamado de Os Justificadores.
Indicações de Quadrinhos para conhecer Darkseid
Darkseid é um personagem que costuma ser citados em diversas histórias do universo DC. Confira algumas narrativas interessantes para se ler que envolve o vilão de Apokolips.
Os Novos Deuses – Jack Kirby (1971)
Uma história que conta sobre a guerra entre as civilizações de Nova Gênesis e Apokolips. Darkseid é o vilão desta batalha épica entre aqueles que sucederam os deuses antigos. A revista foi originalmente lançada em quatro volumes onde surgiram outros títulos como Povo da Eternidade e Senhor Milagre. No Brasil foi lançada pela Panini no selo Lendas do Universo DC com o título Quarto Mundo que além das histórias mencionadas contém páginas de Superman’s Pal Jimmy Olsen em que vemos o vilão pela primeira vez. -Clique e adquira a edição-
Superman: The Dark Side – John Francis Moore ( 1998 )
Um Elseworld lançado no final da década de 90 contando o que aconteceria se a nave de Kal – El ao invés de pousar na Terra chegasse em Apokolips. É uma história que trabalha com muitos elementos da história de Darkseid, inclusive a sua busca pela equação Anti-Vida.
Crise Final – Grant Morrison (2008)
Nesta história, Darkseid é o vilão principal. Nela vemos o senhor de Apokolips reencarnar em um hospedeiro humano e iniciando um ataque e dominação da Terra a partir da equação Anti- Vida. Na narrativa conhecemos os Justificadores, seres controlados por Darkseid em posse da equação.
Liga da Justiça: A Guerra de Darkseid – Geoff Johns ( 2015 )
A história sobre o confronto entre as duas grandes forças do universo, Darkseid e Anti-Monitor, em que um procura se livrar da Anti-Vida e outro procura conquista-la. Neste arco, conhecemos Grail, filha de Darkseid com Myrina, responsável por colocar o deus sombrio e o anti-deus em rota de colisão para realizar seus objetivos obscuros. -Clique aqui e adquira a edição-
Outras mídias
Darseid é um vilão de grande importância no universo DC, sendo que sua presença é evidente em grandes eventos dos quadrinhos. Em outras mídias ocorre a mesma situação evidenciando como o ditador de Apokolips é um adversário de grande valor. Aparecendo em diversos tipos de mídia além dos quadrinhos, Darkseid é com certeza em seus 50 anos de existência aquele a ser batido em questão de vilania no universo DC.
Mortal Kombat vs DC Universe (PS3)
Lançado em 2008 para o console PS3, o game é um dos últimos trabalhos lançados pela Midway Games que encerrou suas atividades em 2010. Ao lado de Shao Kahn, o soberano de Apokolips é um dos personagens do jogo, inclusive gerando uma fusão bizarra entre os vilões de ambos os lados chamado Dark Kahn. O crossover mesmo não sendo algo no patamar do auge da produtora, é um título a ser lembrado.
Smallville – Temporada 10
Na temporada final de Smallville o grande desafio de um jovem Clark Kent ainda caminhando para se tornar o que conheceríamos como Superman foi o déspota que tenta destruir a Terra. Darkseid apareceu com sua aparência original em poucas cenas em CGI, sendo grande parte da sua participação foi controlando outros personagens.
Liga da Justiça – Sem Limites ( Animação)
No episódio #39 de Liga da Justiça – Sem Limites, intitulado Destruidor. Darkseid chega a Terra para enfrentar a Liga da Justiça, sendo uma das lutas mais empolgantes da animação o confronto entre o soberano de Apokolips e o Superman.
https://www.youtube.com/watch?v=kN5tYkM8x1Y
Universo Compartilhado de Animações da DC ( 2013 – 2020)
No universo compartilhado de animações iniciado pela DC a partir de Flashpoint, Darkseid é o principal antagonista tendo destaque em Liga da Justiça – Guerra de 2014, participando de Reinado dos Supermen em 2019 e retornando em Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips, lançado em maio de 2020.
Liga da Justiça – Versão de Zack Snyder (2021)
Após grande repercussão da campanha #ReleaseTheSnyderCut, a Warner decidiu que irá lançar a versão do diretor do filme Liga da Justiça de 2017, em 2021 no serviço de streaming HBO Max.
Enquanto realizava a campanha para o lançamento do longa, Zack Snyder revelou uma diversidade de elementos que estariam na sua versão do longa que são completamente diferentes do que foi ao cinemas. Dentre elas, a presença do vilão Darkseid foi confirmada pelo cineasta, sendo interpretada pelo ator Ray Porter. O vilão seria um dos pontos altos do filme que conta com um elenco liderado por Henry Cavill, Gal Gadot e Ben Affleck.
Zack Snyder já divulgou uma imagem citando a presença de Uxas no filme e que foi compartilhada pelo ator Ray Porter, responsável por interpreta-lo. Agora resta aguardarmos a chegada do lançamento para podermos conhecer o visual do soberano de Apokolips na visão do diretor.
Darkseid é um vilão cuja as bases sólidas criadas por Jack Kirby o tornaram um dos inimigos mais temidos do universo DC, se não o mais temido em escala cósmica, agora em seu meio século de existência, podemos acreditar que a soberania do ditador do Quarto Mundo ainda será relevante por muito mais anos de existência.
Em um movimento que pode mudar a dinâmica da indústria dos quadrinhos estadunidense, a DC retirou seu acordo de distribuição com a Diamond, a maior distribuidora de quadrinhos dos EUA. Antes da pandemia do coronavírus, a Diamond tinha um monopólio funcional na distribuição de HQ’s na América do Norte, mas quando elas foram forçadas a fechar as portas, a DC recorreu a uma distribuição alternativa com a Lunar Distribution e a UCS Comic Distributors, empresas de propriedade de dois grandes varejistas da área dos quadrinhos e fundada, aparentemente, com o objetivo de manter o setor em movimento durante a crise criada pela COVID-19. Agora, ao que parece, a DC recorrerá também a Penguin Random House para obter ajuda na distribuição.
A Lunar Distribution é de propriedade da DCBS, uma revendedora de quadrinhos promocionais, sediada exclusivamente de forma online. A UCS é de propriedade da Midtown Comics, de Nova York.
“Depois de 25 anos, a DC e a Diamond Comic Distributors estão encerrando seu relacionamento de longa data”, disse um representante da DC ao Comicbook em comunicado oficial. “No futuro, os varejistas de revistas em quadrinhos podem obter seus livros da DC pela Penguin Random House ou através dos distribuidores de revistas em quadrinhos da Lunar ou UCS. A DC continua comprometida em fornecer ao mercado direto o melhor serviço aos fãs, com as maiores histórias em quadrinhos do mundo.” afirma o comunicado.
Enquanto alguns críticos costumam dizer que o monopólio de distribuição da Diamond é potencialmente ser ruim para os quadrinhos, a lucratividade relativamente baixa da distribuição de quadrinhos parece ser uma barreira para a entrada de novos concorrentes no mercado. Com a distribuição de quadrinhos interrompida inteiramente por um tempo, os varejistas de quadrinhos parecem ter decidido que era do seu interesse existir um retorno.
Lembrando que essa mudança não afeta o mercado brasileiro, onde as publicações são de responsabilidade da Editora Panini.
*ATENÇÃO: Alerta de spoilers da edição comemorativa de 80 anos da Mulher-Gato, lançada recentemente nos EUA*
Na edição comemorativa de 80 anos da Mulher-Gato, uma das histórias trouxe de volta Helena Wayne, a filha do Batman e da Mulher-Gato, uma personagem muito querida pelos fãs do universo do Cavaleiro das Trevas e que foi retirada do universo DC ainda nos anos 80, durante Crise nas Infinitas Terras.
Na história escrita por Tom King e Mikel Janín, intitulada Helena, é revelado como Selina descobre a sua gravidez e seus pensamentos sobre a maternidade ao lado de Bruce, em comparação a vida alternativa que ambos levam como Batman e Mulher-Gato.
No decorrer da história de oito páginas, revela-se mais detalhes deste período da vida da Mulher-Gato até o nascimento do bebê do casal, enquanto Bruce está em uma missão. Em uma passagem de tempo para o futuro na ultima página, Selina esta conversando com a sua filha já adulta, revelando seu nome: Helena.
Mais detalhes sobre esse acontecimento que irá mudar a rotina de ambos os personagens será contada em uma série de 12 edições chamada Batman/Mulher Gato, escrita por Tom King, e sem previsão de lançamento até o momento.
A 5ª temporada de Legends of Tomorrow foi finalizada recentemente na TV americana e no último episódio há um easter egg de Stargirl, a mais nova série que foi ao ar no DC Universe e no canal CW, e que vem sendo muito elogiada por apresentar uma história divertida e um clima adolescente. Via: [CBR].
Confira a imagem:
Na cena, pode se ver ao fundo sobre o armário, o elmo do robô gigante F.A.I.X.A. sendo apontado por uma enorme luva vermelha. Essa não seria a primeira referência a heroína no Arrowverso e até mesmo em Legends of Tomorrow, já que no segundo episódio da segunda temporada, Courtney Withmore é revelada como parte da equipe da Sociedade da Justiça.
A primeira temporada de Stargirl está sendo lançada no streaming DC Universe e no dia seguinte no canal CW.
Os indicados ao principal prêmio do universo dos quadrinhos, o Prêmio Eisner 2020, foram anunciados hoje, quinta-feira (04), pela Comic-Con International: San Diego. As indicações deste ano reconhecem os melhores trabalhos de 2019 em 31 categorias, incluindo histórias em quadrinhos, graphic novels, design e muito mais. A DC Comics concorre em 10 categorias com 12 indicações. Confira abaixo:
Melhor Série Contínua:
Bitter Root, by David Walker, Chuck Brown, and Sanford Greene (Image)
Criminal, by Ed Brubaker and Sean Phillips (Image)
Crowded, by Christopher Sebela, Ro Stein, and Ted Brandt (Image)
Daredevil, by Chip Zdarsky and Marco Checchetto (Marvel)
The Dreaming, by Simon Spurrier, Bilquis Evely et al. (DC)
Immortal Hulk, by Al Ewing, Joe Bennett, and Ruy José et al. (Marvel)
Melhor Série Limitada:
Ascender, by Jeff Lemire and Dustin Nguyen (Image)
Ghost Tree, by Bobby Curnow and Simon Gane (IDW)
Little Bird by Darcy Van Poelgeest and Ian Bertram (Image)
Naomi by Brian Michael Bendis, David Walker, and Jamal Campbell (DC)
Sentient, by Jeff Lemire and Gabriel Walta (TKO)
Melhor Publicação para Adolescentes:
Harley Quinn: Breaking Glass, by Mariko Tamaki and Steve Pugh (DC)
Hot Comb, by Ebony Flowers (Drawn & Quarterly)
Kiss Number 8, by Colleen AF Venable and Ellen T. Crenshaw (First Second/Macmillan)
Laura Dean Keeps Breaking Up with Me, by Mariko Tamaki and Rosemary Valero-O’Connell (First Second/Macmillan)
Penny Nichols, by MK Reed, Greg Means, and Matt Wiegle (Top Shelf)
Melhor Álbum Gráfico: Reimpressão
Bad Weekend by Ed Brubaker and Sean Phillips (Image)
Clyde Fans, by Seth (Drawn & Quarterly)
Cover, vol. 1, by Brian Michael Bendis and David Mack (DC/Jinxworld)
Glenn Ganges: The River at Night, by Kevin Huizenga (Drawn & Quarterly)
LaGuardia, by Nnedi Okorafor and Tana Ford (Berger Books/Dark Horse)
Rusty Brown, by Chris Ware (Pantheon)
Melhor Escritor
Bobby Curnow, Ghost Tree (IDW)
MK Reed and Greg Means, Penny Nichols (Top Shelf)
Mariko Tamaki, Harley Quinn: Breaking Glass (DC); Laura Dean Keeps Breaking Up with Me (First Second/Macmillan); Archie (Archie)
Lewis Trondheim, Stay (Magnetic Press); Maggy Garrisson (SelfMadeHero)
Jean-Francois Beaulieu, Middlewest, Outpost Zero (Image)
Matt Hollingsworth, Batman: Curse of the White Knight, Batman White Knight Presents Von Freeze (DC); Little Bird, November (Image)
Molly Mendoza, Skip (Nobrow)
Dave Stewart, Black Hammer, B.P.R.D.: The Devil You Know, Hellboy and the BPRD (Dark Horse); Gideon Falls (Image); Silver Surfer Black, Spider-Man (Marvel)
Deron Bennett e Clayton Cowles.
Melhor Letrista
Deron Bennett, Batgirl, Green Arrow, Justice League, Martian Manhunter (DC); Canto (IDW); Assassin Nation, Excellence (Skybound/Image); To Drink and To Eat, vol. 1 (Lion Forge); Resonant (Vault)
Jim Campbell, Black Badge, Coda (BOOM Studios); Giant Days, Lumberjanes: The Shape of Friendship (BOOM Box!); Rocko’s Modern Afterlife (KaBOOM!); At the End of Your Tether (Lion Forge); Blade Runner 2019 (Titan); Mall, The Plot, Wasted Space (Vault)
Clayton Cowles, Aquaman, Batman, Batman and the Outsiders, Heroes in Crisis, Superman: Up in the Sky, Superman’s Pal Jimmy Olsen (DC); Bitter Root, Pretty Deadly, Moonstruck, Redlands, The Wicked + The Divine (Image); Reaver (Skybound/Image); Daredevil, Ghost-Spider, Silver Surfer Black, Superior Spider-Man, Venom (Marvel)
Emilie Plateau, Colored: The Unsung Life of Claudette Colvin (Europe Comics)
Stan Sakai, Usagi Yojimbo (IDW)
Tillie Walden, Are You Listening? (First Second/Macmillan)
A votação para os prêmios ocorre até 18 de junho e é aberta a todos os profissionais do setor neste link. Os prêmios são normalmente anunciados em uma cerimônia durante a SDCC, no entanto, devido ao cancelamento, a organização divulgará os vencedores em julho – com mais detalhes que devem ser anunciados em breve.
O Cyborg de Ray Fisher pode retornar para o filme do Flash de Ezra Miller.
O primeiro filme solo de Ezra Miller como o Flash, está adaptando o enredo clássico dos quadrinhos, o Flashpoint. O insider Daniel Richtman relata que a Warner Bros. planeja incluir o Cyborg de Ray Fisher no filme. No entanto, o filme do Flash passou por várias novas propostas nos últimos dois anos; portanto, essas informações podem estar um pouco desatualizadas.
O Flash de Ezra Miller e o Cyborg de Ray Fisher fizeram sua estréia no DC Extended Universe em ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ em 2016. Os dois heróis se uniram ao Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman e Superman para impedir um ataque a Terra do Lobo da Estepe e seu exército de Parademônios. Os fãs esperam ver mais novas cenas deles na versão de Zack Snyder da Liga da Justiça.
Dirigido por Andy Muschietti e com o roteiro escrito por Christina Hodson, a escritora de ‘Aves de Rapina’, The Flash será inspirado na história em quadrinhos Flashpoint que mostra o velocista sobrevivendo a um universo DC completamente alterado devido a uma viagem no tempo. Escrito por Geoff Johns e Andy Kuber, Flashpoint alterou radicalmente o status do universo da DC nos quadrinhos e levou ao lançamento dos títulos ‘Os Novos 52’. Atualmente, não se sabe os elementos presentes na história original que serão adaptados no próximo filme de Ezra Miller.
O filme solo do Flash está previsto para chegar nos cinemas no dia 3 de junho de 2022.
Em uma entrevista ao site Syfy, o quadrinista Dennys Cowan confirmou que já estão trabalhando na volta da Milestone.
Muitas pessoas estão empolgadas para a volta da Milestone. Você pode dar algum detalhe se isso realmente vai acontecer e quando?
“Havia algumas coisas legais que atrapalharam o lançamento da Milestone. Infelizmente, essas são situações que as pessoas tem que lidar, e que acontecem na vida. Essas situações foram tratadas com sucesso. Estamos todos satisfeitos com os resultados e agora estamos avançando a todo vapor. Não sei exatamente quando você verá as coisas, mas posso dizer que você verá e que poderemos compartilhar algumas das coisas impressionantes que nós trabalhamos ao longo dos anos, e coisas novas que estamos fazendo agora. Mas nos estamos destemidos, livres e teremos coisas paras os fãs muito em breve e é sobre isso que estamos realmente empolgados. Ainda não posso lhe dar datas exatas, mas as coisas estão acontecendo.”
Dennys Cowan, um dos fundadores da Milestone.
Desde a morte de Dwayne McDuffie (Fundador da Milestone e co-criador do Super Choque) em 2011, a Milestone esteve em batalhas legais, que impossibilitavam a utilização dos personagens nos quadrinhos. –Leia mais aqui– Dentre os personagens da Milestone, o Super-Choque é o mais popular, então essa notícia é ótima para os fãs do personagem, mas também é ótima para os fãs de quadrinhos que pedem por diversidade, já que desde sua criação a Milestone tem como foco as minorias sociais.
Não sabemos se a pandemia vai interferir nos planos da volta, mas precisamos mais do que nunca da Milestone!