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Superman | Um novo vilão do Homem de Aço estreará em setembro nos quadrinhos

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Um novo personagem importante da DC estreará na edição Superman #25, que será lançada nos EUA em setembro. Ele será a “antítese de tudo que o Superman representa”, de acordo com a editora. (Não, não é Bizarro.)

Em Superman #25, os leitores serão apresentados a Synmar – um guerreiro criado para representar toda uma raça alienígena que está nos confins mais distantes do universo da DC.

“Uma nova ameaça colossal chega para o Superman, o planeta Terra e o Universo DC estão ameaçados nesta edição de aniversário de tamanho extra!”, diz a descrição da DC. “Este guerreiro único chamado Synmar foi criado para representar uma raça alienígena inteira. Ele treinou toda a sua vida – mas com qual finalidade? Como a antítese de tudo que o Superman representa, Synmar lança seu ataque à Terra – para destruir o Homem de Aço e todos os seres do planeta!”

“Mal posso esperar para os fãs darem uma olhada nesta proposta.”, disse Brian Michael Bendis, o autor da edição, que contará também com as artes do brasileiro Ivan Reis. “Ivan Reis retorna para esta edição e esse é um dos melhores trabalhos que já vi. Junto com isso, estamos apresentando uma nova surpresa ou duas… e uma nova ameaça, Synmar.” conclui Bendis.

Enquanto isso, no outro título do Superman, a Action Comics #1025, que será lançada nos EUA em 22 de setembro, apresenta a equipe do Superman, Supergirl e os Superboy’s contra a Máfia Invisível.

The Flash | Hartley Sawyer, o Homem-Elástico da série, é demitido após tweets antigos revelarem mensagens racistas e misóginas do ator

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Conforme o THR, o ator Hartley Sawyer foi demitido da série “The Flash” depois que vários de seus tweets contendo mensagens misóginas e racistas surgiram na semana passada. O ator interpretou Ralph Dibny, o Homem-Elástico na série da The CW nas últimas três temporadas.

Os tweets, todos feitos antes dele ingressar na série da CW, fazem referências a agressão sexual e contêm linguagem racista e homofóbica. A conta do Twitter de Sawyer foi excluída, mas capturas de tela dos posts antigos circularam na web nas últimas duas semanas. Sua demissão também ocorre em meio a protestos nos EUA contra o racismo velado, após a morte de George Floyd, em 25 de maio, em Minneapolis.

Hartley Sawyer não voltará para a sétima temporada de The Flash”, diz o comunicado da The CW, dos produtores Warner Bros. TV, da Berlanti Productions e do produtor executivo Eric Wallace. “Em relação às publicações de Sr. Sawyer nas redes sociais, não vamos tolerar comentários depreciativos direcionados a qualquer raça, etnia, povo, gênero ou orientação sexual. Tais observações são antitéticas aos nossos valores e políticas, que se esforçam e evoluem para promover um ambiente seguro, inclusivo e produtivo para nossa força de trabalho”.

Entre os tweets que os usuários revelaram nas últimas duas semanas, há um de 2012, no qual Sawyer escreveu “A única coisa que me impede de fazer tweets levemente racistas é o conhecimento de que Al Sharpton nunca deixaria de reclamar de mim”. Em 2014, ele escreveu: “Gostei de uma exibição secreta de peitos em uma audição hoje”. Vários tweets se referem a agredir mulheres, e um deles diz: “Procuro estupro, para que eu não precise me masturbar”.

Sawyer emitiu um pedido de desculpas no Instagram, dizendo: “Minhas palavras, irrelevantes de serem feitas com uma intenção de humor, eram dolorosas e inaceitáveis. Tenho vergonha de ser capaz dessas tentativas realmente horríveis de obter atenção naquele momento. Lamento profundamente. Não era um comportamento aceitável. Essas foram as palavras que joguei na época sem pensar, nem reconhecer o dano que elas poderiam causar, e agora, vejo hoje o que fiz.”

Sawyer se juntou a série The Flash em 2017, como Ralph Dibny. Ele retornou ao programa e depois foi escalado para a série como um personagem regular em 2018.

Liga da Justiça | Zack Snyder revela uma mudança na edição do céu vermelho visto no filme

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O diretor Zack Snyder regularmente responde a alguns questionamentos dos fãs sobre a sua versão de Liga da Justiça. A versão que foi para os cinemas em 2017, mostrou um céu vermelho no ato final da obra, durante a batalha com o Lobo da Estepe. Segundo o diretor, esse tom avermelhado não estará no Snyder Cut. No Vero (via reddit), um fã questionou o cineasta sobre esse ponto e Snyder respondeu de forma direta.

“Oi, Zack Snyder, você irá mudar a cor do céu vermelho que vimos no Liga da Justiça de Joss Whedon?”, perguntou o fã.

“Sim”, disse Snyder.

 Liga da Justiça Snyder Cut será lançado no streaming HBO Max em algum momento de 2021.

The Batman | Rumor indica que Matt Reeves pode introduzir um novo Coringa nos filmes do Homem-Morcego

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O Coringa pode voltar aos filmes da DC, agora para uma trilogia do Batman, já que um recente relatório indica que um novo ator fará o papel nas produções de Matt Reeves, estrelada por Robert Pattinson. A produção já inclui uma lista impressionante de personagens, vilões e membros do elenco, como Colin Farrell (Pinguin), Paul Dano (Charada), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Andy Serkis (Alfred), e Jeffrey Wright como o Comissário Gordon.

“De acordo com nosso colaborador Daniel Richtman, Matt Reeves planeja introduzir um novo Coringa em sua trilogia do Batman.”, relata o site The Direct. “Reeves está planejando que o Coringa apareça no segundo e no terceiro filme como um dos vários vilões. Esse novo Coringa será mencionado em ‘The Batman’ de 2021, e a busca pelo ator para o papel ainda não começou.” Não há nenhuma informação oficial se Coringa irá ou não participar do filme. Recentemente outro boato afirmava que a trilogia poderia trazer o Bane para as telas também.

Caso esse rumor vire realidade, esse seria o terceiro ator a interpretar o Coringa em menos de 10 anos, pois Jared Leto atuou no Esquadrão Suicida e Joaquin Phoenix ganhou o Oscar atuando em um filme solo. Anteriormente, o falecido Heath Ledger interpretou o que muitos consideram a versão definitiva do personagem em ‘O Cavaleiro das Trevas’, também ganhando um Oscar por seu trabalho.

‘The Batman’ tem previsão de estreia nos cinemas para 1º de outubro de 2021.

You Brought Me the Ocean | Revelada a prévia da graphic novel LGBTQ+ sobre o Aqualad

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O autor Alex Sanchez passou a maior parte de sua adolescência debaixo d’água. Como um garoto gay de uma família de imigrantes mexicanos que se mudou para o Texas, quando tinha 5 anos, o mergulho foi como ele “lidou com sua adolescência”, disse ele ao site EW. “Eu sempre amei o oceano.”

Jake é personagem central da edição You Brought Me the Ocean, o próximo romance de Sanchez para a DC, abordando questões LGBTQ+. “Escrever para jovens é lembrar como era para mim crescer.”, disse o autor.

A maioria dos fãs da DC associa o nome do “Aqualad” a alguém como Garth, o parceiro atlante do Aquaman, que apareceu pela primeira vez nos quadrinhos nos anos 1960, ou Kaldur’ahm, que desempenhou o mesmo papel e se tornou popular na série animada Justiça Jovem. Jackson “Jake” Hyde, que fez sua estreia nos quadrinhos em 2010, esteve presente também no à DC Universo: Renascimento #1 de 2016, que revelando um segredo sobre o personagem.

Na edição, Jake é abordado por sua mãe enquanto ele se senta em seu quarto, olhando para um aquário. “Não é natural o que você é”, diz ela. E, não, ela não está falando sobre a capacidade dele de manipular a água com a mente. “Ele tinha um namorado, Kenny, e uma melhor amiga, Maria”, lembra Sanchez sobre esse arco dos quadrinhos, “mas nesse caso eu não tinha certeza de que Maria sabia que ele estava fora”. Confira a prévia da edição

Depois que um “e-mail surpresa” do editorial da DC apareceu na caixa de entrada de Sanchez, pedindo relatos da origem de Jake, a DC o colocou ao lado da Julie Maroh, a aclamada ilustradora francesa por trás de ‘Azul É a Cor Mais Quente‘, que se tornou filme em 2013, estrelado por Léa Seydoux. “Também sou grato por ser o tipo de pessoa que verifica os e-mails até no spam”, escreve Maroh à EW por e-mail.

Nenhum dos criativos se concentrou muito na história de Jake nos quadrinhos ao elaborar esse novo conto. Esse não era o ponto. “Eles disseram: ‘Não gaste muito tempo pesquisando os personagens e o que eles fizeram no passado'”, lembra Sanchez. “‘Basta escrever sua história e ter a liberdade de realmente contar isso como você quer contar.'” Isso não quer dizer que não houve pesquisa. Sanchez usou elementos diferentes de várias histórias em quadrinhos e aproveitou sua própria experiência para aprofundar essa história.

Em You Brought Me the Ocean, Jake é um caso de “peixe fora d’água” que vive em Truth or Consequences, N.M., uma cidade cercada por deserto por todos os lados. Ele não está nadando desde que seu pai se afogou fatalmente, mas a água é tudo que ele parece pensar … nisso e Kenny Liu, o capitão da equipe de natação da escola e um dos únicos colegas de classe que é gay. Jake tem uma melhor amiga, Maria, que secretamente tem sentimentos românticos por ele. Jake sente a pressão de ir a uma escola comum em vez de perseguir sua paixão que é estudar a vida marinha. Com a chegada da maioridade, torna-se ainda mais estressante quando um dilúvio o expõe a novas verdades sobre si mesmo: marcas em sua pele começam a brilhar quando ele comanda telecineticamente a própria água correndo em sua direção.

“Isso faz parte do motivo pelo qual estou tão empolgado com este livro”, afirma Sanchez, “a metáfora entre super-heróis e pessoas LGBTQ, essa sensação de ter que viver uma vida dupla e ter uma identidade secreta e quão bem isso se encaixa na metáfora do super-herói. Quando podemos realmente ser quem somos e sermos fiéis a nós mesmos, então nos abrimos e essa é nossa superpotência. Nossa superpotência é ser quem somos e ser verdadeiro nisso.”

You Brought Me the Ocean estará disponível no mercado americano a partir desta terça-feira (09.06). Ainda não há previsão de chegar ao Brasil.

Liga da Justiça | “Você Ray, é o coração do meu filme.”, afirma Zack Snyder sobre o Cyborg de Ray Fisher

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O filme Liga da Justiça na versão do diretor Zack Snyder já foi confirmado para ser exibido de forma inédita na HBO Max. Recentemente, o ator Ray Fisher, o Cyborg, publicou uma imagem inédita do filme no seu perfil no Twitter e agradeceu ao Snyder e o roteirista Chris Terrio pelo “EMPONDERAMENTO” que lhe deram, não apenas no filme, mas também nas decisões criativas. Snyder então, retweetou e comentou a publicação com “Você Ray, é o coração do meu filme.” Confira:

Liga da Justiça Snyder Cut será lançado no streaming HBO Max em 2021.

DC Comics | Revendedores de quadrinhos nos EUA apresentam duras críticas sobre a separação da DC com a Diamond

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Os varejistas de quadrinhos do mercado direto nos EUA foram entrevistados pelo site Newsarama, e ficaram surpresos com a repentina posição da DC em cortar os laços com a Diamond Comics Distributors, a empresa que distribui a grande maioria dos gibis às lojas da América do Norte. -Leia mais aqui – A DC optou por vender seus livros por meio de uma rede de distribuição que eles criaram e anunciaram em abril deste ano, durante a crise da COVID-19, que fechou a rede da Diamond e deixou as lojas sem opção.

“Foi um bom soco no estômago depois que reabrimos nossas portas pela primeira vez em dois meses.”, disse J.C. Glindmyer, proprietário da Earthworld Comics em Albany, Nova York. “Como a maioria dos varejistas, não vou torcer o nariz para irritar meu rosto, vou pedir aos meus clientes regulares, o mínimo para manter, mas não estou investindo recursos significativos em futuros projetos. [da DC]”.

“O momento é terrível e mostra um flagrante desrespeito às preocupações dos vendedores de quadrinhos”, disse Benn Ray, da Atomic Books, em Baltimore. “Então, eu digo isso como fã da DC Comics por toda a vida e também como varejista – que se dane, DC Comics. Desejo a eles o mesmo que a Marvel quando fizeram isso nos anos 90. Quem quer que esteja dando o tiro na DC, se houver alguém, deve ser demitido imediatamente.”.

“Eu simplesmente não tenho um comentário que seja respeitoso sobre isso.”, disse Bret Parks, proprietário de três lojas da Ssalefish Comics em Winston Salem, Greensboro e Concord, Carolina do Norte. “Eu não consigo pensar em nada útil ou positivo sobre isso. Eu só desejo à DC que mandem embora ou demitam sua equipe de vendas para começar de novo.”.

“Sem as compras pela Diamond, meu desconto será menor, tornando o meu negócio algo que não é mais lucrativo ou viável”, disse Charlie Harris, da Comic Books de Charlie, em Tucson, Arizona.

“Não acredito que seja rentável ou prático para a maioria dos varejistas encomendar periódicos que tenham um baixo retorno sobre o investimento, por uma segunda fonte de distribuição.”, escreveu Hibbs no Facebook. “O envio e manuseio extra envolvidos vão prejudicar os lucros, enquanto as intermináveis ​​horas extras tentando inserir e processar os dados em sistemas de pontos de vendas que não foram projetados para processar rapidamente, como os dados da Diamond, serão nada além de desperdício para milhares de lojas.”

O comunicado oficial sobre o rompimento da parceria DC/Diamond nos EUA ocorreu na última sexta-feira. -Leia aqui-

Batwoman | Produtora confirma que uma nova personagem substituirá a Kate Kane de Ruby Rose

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No mês passado, foi confirmado que a atriz Ruby Rose não voltaria para a segunda temporada da série da The CW, no papel de Kate Kane / Batwoman. Então, no início desta semana, surgiu um rumor no Reddit que apresentava uma nova chamada de elenco, sugerindo que a produção substituísse Kate Kane por uma um nova personagem assumindo a capa e o capuz da Batwoman. Agora, a showrunner da série Caroline Dries confirma a substituição e explica o porquê.

Durante o ATX Television Festival virtual (via Give Me My Remote), Dries explicou que, embora considerassem seguir em frente com uma reformulação para a Kate Kane de Rose, pois os episódios da segunda temporada já estavam escritos, o produtor executivo Greg Berlanti a ajudou para seguir uma nova direção com a personagem.

“Então, para ser sincera com você, considerei a versão da série por alguns momentos, de forma egoísta, porque já tínhamos alguns episódios escritos e, em termos de transição, seria perfeito, pois começaríamos a 2º temporada.” Disse Dries. “Mas após uma reflexão mais aprofundada, com Greg colaborando para fazer essa ligação, sendo que ele é muito mais esperto do que eu sobre esse tipo de coisa, ele propôs: ‘Sabe, acho que devemos apenas reiniciar a personagem na ideia de reiniciar a Batwoman, como uma personagem diferente.” Uma forma de respeitar também tudo o que a Ruby [Rose] propôs na personagem Kate Kane.”

A mudança descoberta pela primeira vez no Reddit, afirmava que a seleção de elenco busca uma atriz para a personagem chamada Ryan Wilder, descrita como alguém que “está prestes a se tornar a Batwoman. Ela é simpática, bagunçada, meio descuidada e indomável. Ela também não é nada parecida com a Kate Kane. Ryan passou anos como traficante de drogas, esquivando-se da GCPD e mascarando sua dor através dos seus maus hábitos. Uma garota que roubava leite para um gato de rua, mas também podia matá-lo com suas próprias mãos, Ryan é o tipo de lutadora mais perigosa: altamente qualificada e descontroladamente indisciplinada. Uma lésbica por fora. Atlética. Apaixonada. Falível. E muito inferior aos heróis estereotipados de todos os americanos.” dizia a descrição.

Quanto ao impacto sobre uma reinicialização da personagem Batwoman, é possível que a segunda temporada da série seja muito diferente quando estrear em janeiro de 2021. A primeira temporada se concentrou fortemente na vida pessoal de Kate Kane. Como prima de Bruce Wayne/Batman, Kate tinha acesso fácil aos recursos necessários para servir como protetora de Gotham, sem mencionar os elementos dramáticos oferecidos pela relação antagônica entre Jacob Kane – o pai de Kate – e a Batwoman, bem como a o fato do vilão principal da série não ser outro senão a irmã gêmea perdida de Kate, a Alice (Rachel Skarsten).

A proposta de uma nova Batwoman que não seja Kate Kane, já inflama o questionamento de alguns fãs se perguntando como – ou se – a série será capaz de trabalhar essas conexões pessoais que eram parte intrínseca da série.

A segunda temporada da série chegará em janeiro de 2021 na CW.

DC Comics | Super-heróis negros importam

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Quando a animação de dos anos 2000 “Super Choque” passava na hora do almoço no SBT, era comum que todas as crianças se empolgassem com aquela história, e quando uma mídia do gênero de Super-Heróis traz um garoto negro tão representativo e identificável, ela alcança outro patamar na vida das pessoas. Com os protestos antirracistas nos Estados Unidos sendo recorrentes, acabou por viralizar o episódio 8 da animação do Super Choque, intitulado “Filhos dos Pais” por ser uma lembrança marcante na vida de pessoas pretas que se viam no Virgil desde cedo. Afinal qual criança negra não sonharia em ser um Super-Herói que solta raios ao mesmo tempo que é um garoto que ama música, comum e amado?

Mesmo algumas pessoas como eu, tendo conhecimento tarde do que aquele episódio realmente se tratava, para outros aquilo já era mais que fatídico. Esse episódio traz uma discussão racial relevante para os anos 2000 e diferente de tudo quando Virgil percebe que nunca tinha ido para casa do seu melhor amigo branco Ritchie, só que ele não esperava que o pai do seu amigo fosse um homem racista. Apesar de lembrar desse episódio como se fosse ontem, me peguei pensando que enquanto assistia aquilo sendo uma criança negra de pele clara eu não me tocava da realidade que aquilo mostrava, e quando eu tive acesso a esse episódio com mais consciência da minha identidade racial, ele surtiu um efeito diferente em mim. Porém, naquela época haviam crianças pretas em situações diferentes da minha que sentiram do que aquilo se tratava, pois era na pele.

https://www.youtube.com/watch?v=yx5ZnLSKFKU
Cena que aborda o racismo na animação do Super Choque.

Não era só um homem branco conservador que condenava o hip-hop como uma “influência ruim” e sim um homem branco que não tentava disfarçar um minuto o seu racismo e fazia com que aquilo tentasse soar ‘menos pior’, como se fosse um “cuidado de pai”, o que fez seu filho se virar contra ele quando vê seu melhor amigo negro ir embora. Na entrevista para o canal Load Comics , em 2017, o Denys Cowan criador do Super Choque fala que Virgil foi criado para ser um garoto negro comum e trazer uma mensagem. Mas desde quando Denys apresentou o personagem para DC Comics com apenas 17 anos, ele teve um choque ao receber a resposta de um Diretor de Arte que disse: “Garoto você é bom, mas já temos um artista de cor trabalhando aqui”. Não havia espaço para mais um artista negro iniciante no mercado, e é por isso que quando percebemos os detalhes do Super Choque ele vira mais do que um personagem e passa a ser a representação de cada pessoa negra do mundo. Pois cada detalhe dele foi pensando para ser marcante.

Virgil surgiu para ter relevância entre garotos negros geeks tão qual a importância do Peter Parker para cultura pop, que é simplesmente um garoto que vira um herói. Por que aquilo não podia ser para garotos negros da época que consumiam quadrinhos tanto quanto qualquer garoto branco?

Quando a Milestone Comics, selo montado por autores afro-americanos em 1993 aparece para mudar o cenário, trazendo mais representatividade para pessoas não-brancas que liam quadrinhos na época, isso trouxe uma revolução na indústria onde não havia espaço para personagens pretos que fossem relevantes como super-heróis brancos. A empresa que acabou um tempo depois, trouxe personagens notáveis como o Super Choque, Icon, Rocket Hardware e o Blood Syndicate. Apesar de todo esse carinho que a animação e o selo receberam, não só o Super Choque como outros personagens negros nos quadrinhos sofre com o descaso da editora. Sim, temos visto o enorme avanço que a DC Comics tem feito em outras mídias principalmente na TV, mas os quadrinhos é algo que merece críticas.

O seu grande acervo de personagens não-brancos que são relevantes continuam de lado, e os poucos que recebem destaque não tem quadrinhos solos. Desde a pausa da Milestone Comics a pergunta que fica é o motivo sobre o que aconteceu com o Denys Cowan continua se repetindo até hoje, anos depois. Já que parece que pelo fato de existir alguns heróis negros em revistas variadas, já é o bastante, soa como se há alguns personagens não-brancos soltos em quadrinhos aleatórios fosse o suficiente. Essa falta de comprometimento em relação a esse acervo de personagens é um reflexo do público, que o Alan Moore chama de “gente de meia idade motivada pela nostalgia de sua infância e de tempos mais simples” se acomode a achar que não precisa de personagens negros nas suas revistas. Quando a editora traz a violência policial como pauta, como ocorre na edição #44 do Batman, onde ele acaba descobrindo que o assassino de um garoto negro é um policial branco, isso acaba gerando polêmica e sendo boicotado por pessoas brancas de classe média que se apoiam em quadrinhos “não politizados”.

Watchmen da HBO foi uma série que foi enaltecida pela crítica, mas acabou sendo massacrada em seus primeiros episódios em sites de avaliação por conta de supremacistas brancos que criticaram o fato da produção ser montada pela violência racial. São pessoas de classe média que tem acesso aos quadrinhos da editora, sabem da sua história, sabem do histórico do Alan Moore em suas antigas narrativas, mas continuam sendo racistas, misóginos, homofóbicos em qualquer avanço que a editora faça, seja a mídia que for. Trazer pessoas não-brancas para trabalhar e produzirem histórias com importância e personalidade é mais do que importante numa época onde estamos em uma ascensão enorme do discurso de ódio. Quando você tem um universo tão vasto como o da DC Comics no mundo e todas as suas histórias com um grau de importância, mesmo em gerações diferentes, você tem a necessidade de cultivar e melhorar os seus leitores e não dar espaço para o crescimento do preconceito.

Recentemente, Denys Cowan que também foi um dos fundadores da Milestone confirmou em uma entrevista para a Syfy, que toda as questões legais que prejudicaram a empresa e a fizeram dar uma grande pausa já foram resolvidas e em breve podemos ter novidades sobre o selo. -Leia mais aqui- Com essa organização sendo feita é possível que finalmente outros personagens negros da DC Comics voltem a ter destaque, além de histórias mais adultas, raciais e variadas sejam criadas, gerando mais oportunidade para artistas não-brancos e não apenas brancos desenhando e escrevendo personagens negros.

Darkseid é… | Meio século de história do mais poderoso vilão da DC!

Darkseid é um dos vilões mais perigosos, se não o mais perigoso da história dos quadrinhos. A ideologia por trás do ditador que comanda Apokolips com mão de ferro o torna não apenas um personagem capaz de criar o caos em proporções cósmicas no nosso universo, mas também a extinção de todo o livre arbítrio do mundo como conhecemos e, neste ano, ele completa 50 anos de existência.

Origem

Darkseid é uma criação de Jack Kirby, o roteirista conhecido por sua genialidade é responsável por uma infinidade de personagens e conceitos que são utilizados como base para o desenvolvimento de histórias em quadrinhos até os dias atuais, principalmente se tratando de arcos cósmicos. Inclusive, alguns de seus principais personagens já apareceram em outras mídias além dos quadrinhos.

O vilão surgiu pela primeira vez em 1970, na edição #134, de Superman’s Pal Jimmy Olsen lançada em novembro daquele ano escrita por Kirby, que era responsável pela história que tinha sua periodicidade mensal. Na história, o soberano de Apokolips aparece como uma participação surpresa da edição, sendo o responsável por controlar o vilão Morgan Edge que tenta matar Superman e Jimmy Olsen durante uma corrida.

Posteriormente o personagem retornaria como o vilão principal em “Novos Deuses”, assim revelando a sua origem de forma mais clara para os leitores e dando início a trajetória do maior vilão do universo cósmico DC. Na história é revelado que Darkseid faz parte de uma raça denominada de Os Novos Deuses, que surgiram após uma guerra que dizimou uma raça de deuses antigos, criando um big bang que formaria os planetas Apokolips e Nova Gênesis.

Nova Gênesis é regida pelo Pai Celestial, um mundo de luz e ordem, enquanto Apokolips é regida por Darkseid. O planeta formado de fogo e metal é liderado sobre uma política ditatorial por Uxas, o nome anterior do vilão e membro da família real de Apokolips, que assassinou o seu irmão Drax que tinha intenções mais nobres quando tomasse para si o poder ômega, uma força misteriosa que é capaz de salvar ou destruir mundos. Assim que Uxas recebe este poder, ele acaba tornando-se o deus apócrifo Darkseid e declarando guerra contra o Pai Celestial e seu planeta.

Quando adquire todo o seu poder, o vilão ordena que seu aliado Desaad mate a regente no poder de Apokolips, sua mãe Heggra envenenando-a. Além da sede pelo poder, a razão de Darkseid matar sua própria mãe vem por conta do assassinato de Suli, a única esposa na qual o deus sombrio nutriu sentimentos e, assim que ocorre a sua morte, ele abdica de qualquer laço afetivo que possui.

A família de Darkseid é composta por Heggra, sua mãe assassinada por Desaad, Yuga Khan, seu pai preso na Galáxia Prometheus ao tentar dominar o poder da Fonte e seu tio, o Lobo da Estepe. Seus filhos são Kalibak com sua esposa Suli, Orion cuja a profecia diz que ele será o responsável pela morte do deus sombrio, Scott Free (Senhor Milagre) como filho adotivo após um tratado de paz com Nova Gênesis, onde ocorre uma troca e Orion fica aos cuidados do Pai Celestial e, em ‘Os Novos 52’, Grail, sua filha com uma Amazona chamada Myrina, responsável pelo seu confronto com o Anti- Monitor.

A partir de 2011 o reboot Os Novos 52 recontou as origens dos personagens no universo DC e a novo proposta para o deus sombrio também foi recontada de forma diferente da que se conhecia. Nesta nova versão, Uxas era um ser comum que odiava os deuses antigos e a forma como eles menosprezavam quem os adorava. Ele decide ir até onde os deuses repousam e sussurra em seus ouvidos calúnias, voltando-os uns contras os outros e iniciando uma guerra. A cada deus que caia, ele tomava para sí o poder, modificando a sua forma até se tornar quem conhecemos.

Ao longo destas cinco décadas de existência, o regente supremo do planeta de fogo invadiu a Terra diversas vezes com seus exércitos ou com planos de dominação da vontade humana através da Equação Anti Vida, uma fórmula matemática capaz de remover todo o livre arbítrio da subjetividade humana, tendo como soberana a vontade daquele que dominaria a equação, assim completando o plano supremo de Darkseid, que seria impor a sua vontade sobre as mentes e corações de todo o universo.

Em suas histórias, o vilão não conseguiu completar seus planos sendo frustrados tanto por Nova Gênesis, pelo Superman ou pela Liga da Justiça, sendo ele um dos grandes inimigos dos maiores heróis da Terra. A única vitória do deus sombrio acontece nos Novos 52 – Terra 2. Lá o vilão consegue com sucesso invadir a Terra e consumi-la como parte de seu planeta de fogo, obrigando os heróis a evacuar todos os habitantes do planeta para um novo mundo custando a vida de muitas maravilhas, forma como são denominados os heróis na Terra-2.

Personalidade

Darkseid foi idealizado por Jack Kirby baseando-se no ator Jack Palance, vencedor do Oscar de Ator Coadjuvante em 1992 e dentre os seus trabalhos fez parte do elenco do filme do Batman de 1989 dirigido por Tim Burton, interpretando o personagem Carl Grissom. A inspiração no ator para a criação de um personagem não é algo totalmente incomum na história da indústria dos quadrinhos e essa situação ocorre com os elementos por trás do desenvolvimento de Darkseid.

De acordo com uma matéria no site News Frome Me, um blog escrito por Mark Evanier, criador da animação Garfield and Friends, é provável que Kirby tenha pensado em Palance para se inspirar em Darkseid por alguns fatores que eram evidentes em sua performance artística, como sua postura ou gestual, mostrando uma imponência que é a característica marcante tanto do ator quanto do personagem. Um exemplo de outro ator que foi modelo para um personagem DC foi no caso de John Stewart, criado dois anos depois do deus de Apokolips, cuja a inspiração é o ator Sidney Poitier e mesmo que algumas características físicas tenham sido alteradas ao longo do tempo, a essência continua no personagem.

Jack Palance e Darkseid.

Quanto a construção da personalidade, uma de suas inspirações vieram de sua experiência na Segunda Guerra Mundial e a sua descendência austríaco judaica, muito do Darkseid é inspirado em Adolf Hittler e algumas características dominantes do ditador alemão foram referência para que fosse construída a subjetividade que torna o regente de Apokolips um personagem tão sombrio.

Em outra matéria, agora no site Comic Basics, é abordado exatamente esse tipo de construção, realizando uma comparação do ditador de Apokolips com o líder do partido nazista. O que é destacado no texto é que Darkseid possui as características comuns dos ditadores, a capacidade de comover e mobilizar a sua população através de um discurso imponente mostrando uma inteligência estratégica para os seus próprios objetivos.

Outro elemento também é a forma como são capazes de condicionar o seu povo desde a infância, introduzindo em suas mentes que a sua palavra é absoluta, inquestionável e que seu povo é superior a toda e qualquer raça existente, assim formando uma engrenagem de total controle sobre a população. E por fim, o objetivo supremo de Darkseid se assemelha aos de Hitler, fazer a sua vontade ser única em todo o mundo, no caso do deus sombrio, a vontade de todo o universo com o uso da Equação Anti Vida.

Poderes e Equação Anti Vida

Darkseid é um dos Novos Deuses tendo assim uma constituição física e intelectual privilegiada, suas habilidades são agilidade super-humana, força super-humana, resistência super-humana, velocidade sobre-humana, alteração de tamanho, Imortalidade, intelecto sobre-humano e o raio ômega adquirido ao matar seu irmão Drax.

Os raios ômega não são como a visão de calor do Superman, que apenas aquece a grandes temperaturas derretendo tudo o que toca, eles possuem uma infinidade de recursos como alterar sua trajetória, desintegrar, alterar a matéria, curar, teleportar e dispersar através do tempo (como ocorrido com o Batman em Crise Final). Tudo de acordo com a vontade de Darkseid.

Um outro recurso dos raios ômega foi visto apenas em ‘Crise nas Infinitas Terras’, quando Darkseid acompanha atentamente através de Alexander Luthor a onda de destruição causada pelo Anti Monitor. Ele utiliza os raios projetando um disparo através dos olhos de Luthor ferindo gravemente o anti-deus, ajudando os heróis a vencerem e parando a destruição da anti-matéria.

A Equação Anti-Vida.

Darkseid é um novo deus que tem como objetivo subjugar todo o universo, porém, de um jeito diferente do que outras divindades ou titãs loucos costumam fazer, sem dizimar toda a vida existente. Para o senhor de Apokolips o domínio sobre o livre arbítrio é o caminho para a sua conquista, assim remodelando o universo de acordo com a sua vontade.

Para alcançar a sua meta o Senhor de Apokolips procura pela Equação Anti-Vida. Essa equação foi um conceito criado por Jack Kirby que define que aquele que soubesse a fórmula, seria capaz de dominar a vontade de todas as criaturas sencientes e sapientes. O roteirista denominou assim a fórmula por acreditar que “se alguém possui o controle absoluto sobre você – você não está realmente vivo”.

A fórmula da Equação Anti-Vida é composta por diversos aspectos da subjetividade humana, que compostos desta forma, seriam capazes de remover a vontade daquele que a escuta. Abaixo esta a fórmula da Equação Anti-Vida e pedimos por gentileza que não faça uso dela, pois os danos serão irreparáveis:

Solidão + Alienação + Medo + Desespero + Autoestima ÷ Zombaria ÷ Condenação ÷ Mal-Entendido × Culpa × Vergonha × Falha × Julgamento
n = y, onde ‘y’ = Esperança, ‘n’ = Loucura, Amor = Mentiras, Vida = Morte, Ser = Darkseid
.

Em Crise Final, Darkseid consegue ter o conhecimento sobre toda a fórmula da equação, atacando a Terra e procurando escravizar o planeta. Ele utiliza a tecnologia do Chapeleiro Louco para criar um capacete capaz de conjurar a equação, formando um exército chamado de Os Justificadores.

Indicações de Quadrinhos para conhecer Darkseid

Darkseid é um personagem que costuma ser citados em diversas histórias do universo DC. Confira algumas narrativas interessantes para se ler que envolve o vilão de Apokolips.

Os Novos Deuses – Jack Kirby (1971)

Uma história que conta sobre a guerra entre as civilizações de Nova Gênesis e Apokolips. Darkseid é o vilão desta batalha épica entre aqueles que sucederam os deuses antigos. A revista foi originalmente lançada em quatro volumes onde surgiram outros títulos como Povo da Eternidade e Senhor Milagre. No Brasil foi lançada pela Panini no selo Lendas do Universo DC com o título Quarto Mundo que além das histórias mencionadas contém páginas de Superman’s Pal Jimmy Olsen em que vemos o vilão pela primeira vez. -Clique e adquira a edição-

Superman: The Dark Side – John Francis Moore ( 1998 )

Um Elseworld lançado no final da década de 90 contando o que aconteceria se a nave de Kal – El ao invés de pousar na Terra chegasse em Apokolips. É uma história que trabalha com muitos elementos da história de Darkseid, inclusive a sua busca pela equação Anti-Vida.

Crise Final – Grant Morrison (2008)

Nesta história, Darkseid é o vilão principal. Nela vemos o senhor de Apokolips reencarnar em um hospedeiro humano e iniciando um ataque e dominação da Terra a partir da equação Anti- Vida. Na narrativa conhecemos os Justificadores, seres controlados por Darkseid em posse da equação.

Liga da Justiça: A Guerra de Darkseid – Geoff Johns ( 2015 )

A história sobre o confronto entre as duas grandes forças do universo, Darkseid e Anti-Monitor, em que um procura se livrar da Anti-Vida e outro procura conquista-la. Neste arco, conhecemos Grail, filha de Darkseid com Myrina, responsável por colocar o deus sombrio e o anti-deus em rota de colisão para realizar seus objetivos obscuros. -Clique aqui e adquira a edição-

Outras mídias

Darseid é um vilão de grande importância no universo DC, sendo que sua presença é evidente em grandes eventos dos quadrinhos. Em outras mídias ocorre a mesma situação evidenciando como o ditador de Apokolips é um adversário de grande valor. Aparecendo em diversos tipos de mídia além dos quadrinhos, Darkseid é com certeza em seus 50 anos de existência aquele a ser batido em questão de vilania no universo DC.

Mortal Kombat vs DC Universe (PS3)

Lançado em 2008 para o console PS3, o game é um dos últimos trabalhos lançados pela Midway Games que encerrou suas atividades em 2010. Ao lado de Shao Kahn, o soberano de Apokolips é um dos personagens do jogo, inclusive gerando uma fusão bizarra entre os vilões de ambos os lados chamado Dark Kahn. O crossover mesmo não sendo algo no patamar do auge da produtora, é um título a ser lembrado.

Smallville – Temporada 10

Na temporada final de Smallville o grande desafio de um jovem Clark Kent ainda caminhando para se tornar o que conheceríamos como Superman foi o déspota que tenta destruir a Terra. Darkseid apareceu com sua aparência original em poucas cenas em CGI, sendo grande parte da sua participação foi controlando outros personagens.

Liga da Justiça – Sem Limites ( Animação)

No episódio #39 de Liga da Justiça – Sem Limites, intitulado Destruidor. Darkseid chega a Terra para enfrentar a Liga da Justiça, sendo uma das lutas mais empolgantes da animação o confronto entre o soberano de Apokolips e o Superman.

https://www.youtube.com/watch?v=kN5tYkM8x1Y

Universo Compartilhado de Animações da DC ( 2013 – 2020)

No universo compartilhado de animações iniciado pela DC a partir de Flashpoint, Darkseid é o principal antagonista tendo destaque em Liga da Justiça – Guerra de 2014, participando de Reinado dos Supermen em 2019 e retornando em Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips, lançado em maio de 2020.

Liga da Justiça – Versão de Zack Snyder (2021)

Após grande repercussão da campanha #ReleaseTheSnyderCut, a Warner decidiu que irá lançar a versão do diretor do filme Liga da Justiça de 2017, em 2021 no serviço de streaming HBO Max.

Enquanto realizava a campanha para o lançamento do longa, Zack Snyder revelou uma diversidade de elementos que estariam na sua versão do longa que são completamente diferentes do que foi ao cinemas. Dentre elas, a presença do vilão Darkseid foi confirmada pelo cineasta, sendo interpretada pelo ator Ray Porter. O vilão seria um dos pontos altos do filme que conta com um elenco liderado por Henry Cavill, Gal Gadot e Ben Affleck.

Zack Snyder já divulgou uma imagem citando a presença de Uxas no filme e que foi compartilhada pelo ator Ray Porter, responsável por interpreta-lo. Agora resta aguardarmos a chegada do lançamento para podermos conhecer o visual do soberano de Apokolips na visão do diretor.

https://twitter.com/Ray__Porter/status/1217232306194141185

Darkseid é um vilão cuja as bases sólidas criadas por Jack Kirby o tornaram um dos inimigos mais temidos do universo DC, se não o mais temido em escala cósmica, agora em seu meio século de existência, podemos acreditar que a soberania do ditador do Quarto Mundo ainda será relevante por muito mais anos de existência.