Início Site Página 102

O Alvo Humano | Tom King anuncia nova minissérie pelo selo adulto DC Black Label

0

O escritor Tom King (Batman, Senhor Milagre, Estranhas Aventuras), anunciou hoje no seu Twitter que está trabalhando em uma nova minissérie de Christopher Chance, o Alvo Humano, pelo selo adulto DC Black Label. Confira:

O título será ilustrado por Greg Smallwood e a primeira edição (de 12) será lançada em novembro nos EUA.

Criado por Len Wein, Carmine Infantino e Dick Giordano em 1972, o personagem apareceu pela primeira vez na ‘Action Comics #419′, em uma história de apoio intitulada ‘The Assassin-Express Contract’. Motivado ao testemunhar o assassinato de seu próprio pai quando menino, Chance é um investigador particular e uma espécie de guarda-costas que, quando não está protegendo indivíduos em perigo de criminosos e assassinos, se disfarça como o próprio cliente e assume sua identidade, atraindo assim os criminosos e os capturando.

O conceito inspirou duas séries de TV – uma curta no canal ABC, em 1992, estrelada por Rick Springfield e uma série da Fox, em 2010, estrelada por Mark Valley e que foi ao ar por duas temporadas. O personagem também apareceu algumas vezes na quinta e sexta temporadas da série “Arrow”, interpretado pelo ator Wil Travel, e por vezes ajudando a equipe do Arqueiro Verde.

Via: [Newsarama].

Deep Target | Aquaman e Arqueiro Verde: uma parceria promissora!

0

Tanto o Aquaman quanto o Arqueiro Verde celebram 80 anos de existência em 2021 e o que seria melhor para comemorar o aniversário de dois grandes personagens do que uma HQ trazendo pela primeira vez uma parceria entre eles?

O escritor Brandon Thomas anunciou em seu Twitter, e foi posteriormente confirmado pela DC, a minissérie  ‘Aquaman/Green Arrow: Deep Target’, que contará com 7 edições e será protagonizada pelo duo título da HQ, que, apesar de serem companheiros de Liga da Justiça, não haviam sido postos nessa posição de parceria antes, como ocorreu com Lanterna Verde e Arqueiro Verde, que já tiveram quadrinhos contando suas aventuras e amizade.

Em seu Twitter, Thomas, que também é responsável pelo título Aquaman: Becoming (ainda a ser lançado), falou um pouco sobre a nova série:

“Arthur Cury e Oliver Queen se unem (e quebram tudo) em Deep Target, uma aventura alucinante e revolucionária…”

A série contará com ilustrações de Ronan Cliquet e Ulisses Arreola, e capas assinadas por Marco Santucci e InHyuk Lee. Vale lembrar que, no momento, nenhum dos 2 personagens conta com uma HQ regular solo, mas dão as caras eventualmente em Liga da Justiça, por Brian Michael Bendis. Apesar de não terem um passado de companheirismo e laços estreitos, os personagens possuem uma ligação inabalável: ambos fizeram sua estreia nos quadrinhos em novembro de 1941, na HQ ‘More Fun Comics #73’ e possuem um co-criador em comum, Mort Weisinger. Além de ‘Deep Target‘, os personagens são destaques nas HQ’s comemorativas: Aquaman: 80th Anniversary e Green Arrow: 80th Anniversary, ambas com 100 páginas.

‘Deep Target’ será lançada em outubro de 2021 nos EUA, trazendo uma parceria inusitada e muito promissora. A ideia dos 2 heróis juntos numa aventura parece algo que “deveria acontecer” e que nos deixa com a seguinte pergunta: como ninguém pensou nisso antes?

Via: [Newsarama].

Batman: O Longo Dia das Bruxas Especial | DC divulga nova HQ com o retorno de Jeph Loeb e Tim Sale

0

A DC Comics revelou que depois de 25 anos desde o lançamento do título vencedor do Prêmio Eisner, Batman: O Longo Dia das Bruxas, a equipe criativa composta pelo escritor Jeph Loeb e artista Tim Sale está de volta. No dia 12 de outubro de 2021, a DC lançará uma HQ solo de 48 páginas no formato prestígio intitulada “Batman: O Longo Dia das Bruxas Especial”.

“Vinte e cinco anos atrás, Tim Sale e eu começamos a contar uma história misteriosa de como Gotham City passou de criminosos para aberrações. O resultado foi Batman: O Longo Dia das Bruxas na DC, revisitando alguns de nossos personagens favoritos o tempo todo, revelando que você pode não saber a história toda …” disse Jeph Loeb.

BATMAN: THE LONG HALLOWEEN SPECIAL 
História de JEPH LOEB.
Artes de TIM SALE.
Capa de TIM SALE.
48 PÁGINAS | FORMATO PRESTÍGIO.
Capa da variante da TIM SALE
1:25 Capa da variante da TIM SALE
A venda nos EUA no dia 12 de outubro.

“Como sempre foi, trabalhar juntos com o Batman trouxe à tona o melhor de Jeph e de mim como contadores de histórias de Gotham City. Fomos abençoados por ter os poderosos talentos de Richard Starkings da Comicraft conosco em cada etapa do caminho e temos a sorte de dar as boas-vindas ao colorista Brennan Wagner para ajudar a moldar nosso mais recente projeto.” acrescentou Tim Sale.

Com 48 páginas, Batman: The Long Halloween Special estará a venda nos EUA no dia 12 de outubro.

Batgirl | Site indica que vilão Vagalume pode estar no filme

0

O site The Illuminerdi revelou a descrição de 3 personagens para o filme ‘Batgirl’ da HBO Max. Confira:

‘Para o papel de Batgirl, procuram uma atriz de 20 e poucos anos para interpretar a protagonista Barbara Gordon. Eles também querem escalar um ator na casa dos 50 anos para interpretar o Comissário Gordon, o pai da Batgirl, e ele é descrito como um forte personagem coadjuvante no filme. Talvez o mais intrigante seja uma escolha para o vilão. Procura-se um ator em seus 50-60 anos para interpretar um vilão que é descrito como um ex-bombeiro infeliz.’ afirma o site.

Embora sem nenhuma confirmação oficial até o momento, o site indica que o vilão possivelmente seja o Vagalume, que já esteve na série da The CW, Arrow, interpretado pelo ator Andrew Dunbar.

Sobre a origem de Garfiled Lynn na série “Arrow”, também conhecido como Vagalume, ele é um especialista em pirotecnia. O vilão era um ex-bombeiro com queimaduras cobrindo a maior parte de seu corpo. Na série, o personagem foi deixado para morrer enquanto lutava contra um incêndio, o que levou ele em busca de vingança contra os bombeiros que ele culpava.

Na segunda temporada da série “Gotham”, tivemos a atriz Michelle Veintimilla interpretando a versão feminina do Vagalume.

Nos quadrinhos, Vagalume foi criado por France Herron e Dick Sprang em “Detective Comics #184″, de 1952, mas só ganhou notoriedade a partir dos anos 1990, quando começou a ser mais usado por roteiristas.

‘Batgirl’ terá a dupla de diretores Bilall Fallah e Adil El Arbi (Bad Boys: Para Sempre, Miss Marvel). Christina Hodson (Aves de Rapina, The Flash) escreve o roteiro com Kristin Burr como produtora. Filme será lançado no streaming HBO Max.

Via: [The Illuminerdi].

DC Filmes | Mulher-Maravilha 3, um novo Superman e crossover Marvel/DC; produtor Charles Roven comenta sobre os assuntos

0

O produtor de de inúmeros filmes do atual DCEU, Charles Roven, durante entrevista ao ComicBook abordou diversos assuntos do momento. Entre os temas, o planejamento para o filme ‘Mulher-Maravilha 3’.

“Estamos começando a montar algo. Estamos nos movendo em uma direção. Definitivamente é algo que queremos realizar.” disse o produtor sobre o assunto.

Roven já trabalhou nos filmes O Homem de Aço, Batman vs Superman, Liga da Justiça, Esquadrão Suicida, Mulher-Maravilha e Mulher-Maravilha em 1984 . Ele também produziu Batman Begins e The Dark Knight antes do lançamento do DCEU, em 2013.

“Só estou apegado a tudo o que é derivado de “O Homem de Aço.“, explicou Roven. “Então, uma vez que Henry Cavill não faz mais parte do Superman, eu não sou apegado ao Superman.”

Sobre o tema ‘Superman’, Roven acredita que as franquias de filmes podem permitir a coexistência de múltiplas versões do Homem de Aço, semelhante ao que acontecerá em breve com o Batman em The Flash, onde haverá Michael Keaton, Ben Affleck e Robert Pattinson interpretando o Homem Morcego em dois filmes diferentes e não relacionados.

“Se eles vão seguir a visão de um cineasta, você tem que permitir múltiplas visões.”, disse Roven. “Nem todo mundo vai pensar da mesma forma. E então eu acho que se alguém trouxesse uma visão coesa, no meu entendimento, e posso estar errado porque não li o roteiro ou algo assim, mas mesmo em “The Flash” que supostamente terá vários Batman’s, ele tem uma visão um tanto coesa do universo que foi criado desde que Ezra começou a interpretar o Flash. […] Eu gosto disso. Tem que funcionar. Você sabe o que estou dizendo? Tem que funcionar. Você tem que ser capaz de realmente dizer, aqui está o que eu realmente vou entregar e então tem que funcionar.” disse Roven.

Roven não está envolvido com o novo filme do Superman, produzido por Abrams, e terá Ta-Nehisi Coates como escritor.

E por fim, Roven comenta sobre a possibilidade envolvendo um crossover entre a Marvel e a DC nos cinemas. O diretor James Gunn, no início deste ano, revelou no Twitter que trouxe a ideia sobre a Marvel e a DC terem um filme conjunto. “Eu conversei casualmente com os poderosos da Marvel e DC sobre isso.”, disse Gunn. “Eu adoraria que isso acontecesse. Eu não acho que seja provável, mas também não acho que seja uma impossível.”.

Agora, Roven comentando sobre o tema, afirma que há possibilidade, comparando com o canône das histórias em quadrinhos que se renovam.

“Dizer com certeza “Nós nunca vamos fazer isso”, eu só acho que não é necessário, porque, francamente, as histórias em quadrinhos em que tudo isso se baseia, o cânone em que tudo isso se baseia nunca fez isso também. Eles foram capazes de fazer filmagens incríveis. Veja o que Geoff Johns fez ao ajudar a criar ‘Os Novos 52’, quando o canon estava ficando um pouco velho. E veja só, ele fez isso de novo quando criou todos os diferentes Lanternas, não apenas um Lanterna Verde. Quero dizer, por que você não deveria ser capaz de fazer isso no meio cinematográfico?” disse Roven.

“O Esquadrão Suicida” está previsto para ser lançado nos cinemas do Brasil no dia 5 de agosto.

Space Jam: Um Novo Legado | Dois novos teasers destacam detalhes do Universo DC no filme

0

Dois novos teasers revelam mais detalhes do Universo DC no filme “Space Jam: Um Novo Legado”. O primeiro apresenta a Mulher-Maravilha, Batman, além de algumas referências em pôsters das séries do Arrowverso. Confira:

O segundo trailer destaca a visita da dupla LeBron James e Pernalonga no Universo DC. Confira:

Filme estreia nos cinemas no dia 15 de julho e terá inúmeras referências a produções do universo Warner Bros.

O Esquadrão Suicida | Produção não possui conexões com o filme de 2016 e ‘Aves de Rapina’

0

O produtor do filme ‘O Esquadrão Suicida’, Peter Safran, comentou que o filme dirigido por James Gunn não terá conexões com outras produções do DCEU. [Via: ComicBook.]

Questionado se a produção se conectará ou reconhecerá o filme ‘Esquadrão Suicida’ de 2016, ele comenta que “Nós não tratamos disso.” Safran diz isso como se fosse algo fácil para o grande público compreender; um filme que retorna membros do primeiro elenco como uma sequência, mas ao mesmo tempo age como se o antecessor não existisse. A nova produção também promete não contradizer as histórias anteriores do Esquadrão original, Aves de Rapina ou outros títulos da DC envolvendo os personagens do Esquadrão Suicida.

“Nós simplesmente não tratamos disso de forma tangível.”, disse Safran. “Sim, eles são os personagens, os atores que os interpretaram no primeiro filme. Mas nós realmente queríamos ter certeza de que isso funcionaria por conta própria. Então, novamente, é por isso que você não pode chamar…de sequência. Não é uma sequência, mas há alguns personagens que estavam no primeiro filme, certo? Então não é realmente um reboot completo também. Então, nós apenas o chamamos de “O Esquadrão Suicida” de James Gunn.” disse Peter.

Quando perguntado se os eventos do primeiro filme aconteceram: “Nós não tratamos disso.” Existe algum indício que conecta O Esquadrão Suicida com o filme Aves de Rapina com a Margot Robbie ? “Não realmente. Não. É um filme autônomo.”

Safran vê os recém-chegados a equipe com a oportunidade de se destacar diante da produção de 2016, ao mesmo tempo em que mantém atores e personagens que agradaram aos fãs. Por exemplo, o filme já considerou que Will Smith reprisaria o papel de Pistoleiro, mas devido a uma mudança rápida do pitch para a produção, os cronogramas entre ator e estúdio não se alinharam.

“Eu acho que o que realmente distingue [os personagens] de quem eles eram no primeiro filme é a escrita de James, a maneira como ele escreve esses personagens.”, disse Safran. “Mais uma vez, ele não ficou em dívida com nada do que existia desde o primeiro filme, então ele realmente teve que dar sua versão… isso é o que Rick Flag seria. Isso é o que Harley Quinn seria. Isso é quem o Capitão Bumerangue seria. Então, tudo desde o diálogo, a história de fundo, o guarda-roupa, é tudo o que James achou mais adequado para esses personagens em particular.” disse Peter.

A fórmula do filme repete produções do DCEU que se posicionam de forma autônoma, sem conexões com outros filmes.

“Acho que “O Esquadrão Suicida” está de acordo com o que fizemos em ‘Aquaman’ e ‘Shazam!’. No sentido de que as ideias dão um ótimo filme autônomo. disse Safran. “Isso é o que estamos fazendo aqui. Estamos apenas fazendo um grande filme, esperamos. Mas esse é o foco. Ele não precisa viver dentro de um universo mais amplo automaticamente.” afirma Peter.

“O Esquadrão Suicida” terá o retorno de Viola Davis como Amanda Waller, Margot Robbie como Harley Quinn, Joel Kinnaman como Coronel Rick Flag e Jai Courtney como o Capitão Bumerangue. Juntando-se a eles no filme estão David Dastmalchian como Homem das Bolinhas, Steve Agee como Tubarão-Rei, Daniela Melchior como Caça-Ratos 2, Idris Elba como Sanguinário, John Cena como Pacificador, Nathan Fillion como TDK, Pete Davidson como Blackguard, Flula Borg como Javelin , Mayling Ng como Mongal, Peter Capaldi como o Pensador, Michael Rooker como Savant, Alice Braga como Sol Soria e Sean Gunn como Weasel.

O filme está previsto para ser lançado nos cinemas do Brasil no dia 5 de agosto.

Superman II: Donner Cut | Quais as principais mudanças em relação ao filme que foi lançado nos cinemas?

0

O artigo abaixo é adaptado e traduzido do site ScreenRant -Acesse no link-.

Após o sucesso do filme ‘The Omen’, de 1976, o lendário diretor Richard Donner foi contratado para dirigir  Superman: O Filme e sua sequência, que seria filmada simultaneamente. No entanto, conflitos entre Donner e os produtores surgiram. Assim que as filmagens começaram, as tensões continuaram a aumentar, levando os produtores a trazer Richard Lester para “co-produzir” o filme.

As coisas ficaram tão ruins no set que foi dito a Donner para deixar de filmar qualquer coisa para Superman II e apenas terminar o primeiro filme. Quando Superman: O Filme de 1978 provou ser um sucesso, a produção da sequência foi retomada – agora com Lester no comando. Apesar de Donner ter filmado cerca de 70% da sequência, Lester refez grande parte do filme e mudou radicalmente o tom e várias partes.

Embora a versão de Lester do filme também tenha sido um sucesso, nos anos seguintes ao lançamento de Superman II , houve um interesse crescente em ver a versão de Donner – especialmente com a introdução dos DVD’s e a tendência de relançar filmes maiores ou com os cortes do diretor. No início dos anos 2000, uma campanha de fãs começou a pedir à Warner Bros. para restaurar a visão de Donner para Superman II  no aniversário de 25 anos da produção. Infelizmente, a Warner não foi capaz de fazer isso por vários motivos. Na época, Marlon Brando havia processado o estúdio sobre royalties, então sua imagem não poderia ser usada.

Mas aí em 2006, as circunstâncias mudaram e o estúdio lançou o aguardado “Donner Cut” em DVD. O resultado final é que Superman II: The Richard Donner Cut ainda não é um filme acabado. Em vez disso, é um olhar interessante sobre “o que poderia ter sido”, apresentando várias diferenças importantes em relação ao filme lançado nos cinemas. Confira algumas abaixo:

O tom do Donner Cut é ‘menos cômico’.

Richard Donner via o Superman como uma mitologia moderna, então tanto Superman: O Filme quanto Superman II: Donner Cut refletem isso ao abordar seriamente o assunto. Embora exista algum humor na versão de Donner – particularmente com o Lex Luthor de Gene Hackman – Donner corta pontos engraçados que Lester acrescentou. Por exemplo, Non – o malvado e musculoso kryptoniano que não fala – é interpretado como um bebê crescido na versão de Richard Lester, mas na versão de Donner ele não explora suas piadas e adiciona somente o lado mais ”brutal” de suas cenas. Além disso, na grande luta em Metropolis entre o Superman e os Kryptonianos, Lester inseriu inúmeros momentos engraçadas dos civis na cidade, incluindo um cara de patins e outro cara falando em um telefone público. Donner, no entanto, se livra de quase tudo isso e joga a cena de luta de maneira muito mais direta.

A suspeita de Clark ser o Superman levantada por Lois, ocorre desde o início na versão do Donner.

No final de  Superman: O Filme, Lois Lane percebe brevemente a semelhança entre Clark Kent e Superman, mas descarta isso considerando uma ideia maluca. Este tópico é imediatamente continuado na versão de Donner quando, no início do filme, Lois rabisca um óculos em uma foto do Superman. Lois Lane então pula de uma janela do prédio do Planeta Diário para fazer Clark salvá-la, e ele consegue sem ser notado, brevemente a convencendo de que ele não é o Superman.

Na versão de Lester, a primeira vez que Lois Lane suspeita que Clark é o Superman é nas Cataratas do Niágara, o que ignora o fato de que ela suspeitou no primeiro filme. Depois que Superman salva a criança, Lois se joga na água, mas Clark a salva sem ser notado. Mais tarde, no hotel, Clark joga seus óculos no fogo e os recupera sem se queimar, revelando assim que ele na verdade é o Superman.

O Jor-El de Marlon Brando retorna no Donner Cut.

No Donner Cut, Marlon Brando retorna como Jor-El e desempenha um papel semelhante ao que fez em Superman: O Filme, oferecendo orientação a Kal-El do além-túmulo. Na versão de Superman II do Lester, Jor-El foi substituído pela mãe do Superman, Lara, interpretada por Susannah York.

A razão para a mudança foi que, quando Superman: O Filme provou ser um sucesso, Marlon Brando processou os produtores porque lhe deviam 11,75% de receita das bilheterias. Não querendo pagar a ele nenhuma parte do valor pela sequência, as cenas de Brando foram refeitas com a mãe do Superman. Felizmente, a Warner Bros conseguiu chegar a um acordo com a propriedade de Brando para colocar o ator de volta na versão de Donner.

A versão de Donner explica com clareza por que o Superman desiste dos seus poderes.

Em ambas as versões do filme, Superman desiste de seus poderes para ficar com a Lois. Na versão do Donner, Superman admite para si mesmo e para Jor-El que está sendo egoísta e que deveria ser feliz, enquanto Jor-El argumenta que não pode favorecer um ser humano em relação aos outros.

No final das contas, o Superman decide desistir dos seus poderes porque ele não pode mais servir à humanidade de forma objetiva. Na versão de Lester, Superman fala com Lara, mas a conversa é muito mais curta e tudo o que ela diz é que se ele quer estar com uma mortal, ele deve se tornar um, e nenhuma explicação adicional é dada.

Há mais tempo de tela do Lex Luthor no Donner Cut.

Gene Hackman se recusou a fazer qualquer refilmagem sem o Donner, então Lester só poderia usar o que Donner já havia feito com o Lex Luthor. Por causa disso, Lester usou Lex o suficiente para contar a história e nada mais. No Donner Cut, no entanto, mais coisas engraçadas em torno de Luthor estão presentes. O resultado final é que, no Donner Cut, cada uma das cenas de Luthor tem alguns segundos a mais.

A versão de Lester tem um confronto final na Fortaleza Da Solidão.

Ambos os filmes têm uma grande luta em Metropolis entre Zod, seus capangas e o Superman, que termina com o Homem de Aço fugindo e os atraindo para a Fortaleza da Solidão. A partir daí, o Superman os engana para que eles próprios tirem seus poderes, revertendo os efeitos da câmara de cristal.

A versão de Donner vai direto para isso, mas na versão do Lester, primeiro há uma cena de luta adicional na Fortaleza da Solidão. Desde então, essa batalha se tornou famosa pelos estranhos e absurdos poderes dados aos personagens. Por exemplo, os malvados kryptonianos podem repentinamente se teletransportar e disparar feixes de energia enquanto o Superman agora é capaz de criar duplicatas holográficas de si mesmo. O mais famoso desses poderes bizarros, porém, é quando o Superman tira o “S” de sua fantasia e o joga em Non como um grande cobertor.

O beijo “mágico” do Superman.

A versão de Lester termina com um beijo mágico que apaga a memória de Lois sobre o Superman ser Clark Kent . Embora o beijo mágico tenha recebido muitas gargalhadas dos fãs, a versão de Donner é indiscutivelmente pior…

Assim como no final de Superman: O Filme, o Homem de Aço voa ao redor do mundo no final de Superman II para retroceder o tempo antes que Lois descubra que ele é Clark Kent. O problema é que isso não apenas repete o final do filme anterior do Superman, mas também torna o filme inteiro irrelevante, pois apaga tudo o que aconteceu. Até mesmo o Zod e seus asseclas retornam à Zona Fantasma para escapar novamente mais tarde.

A versão de Lester é melhor construída.

Superman  II: Donner Cut é uma visão interessante do Superman II, mas não é definida como um produto acabado. Se Richard Donner tivesse completado a  sequência do Superman em 1979, provavelmente teria sido um filme melhor do que o que Lester fez – mas o Donner Cut de 2006 é simplesmente o melhor que alguém poderia fazer 26 anos depois.

Muitas das filmagens de Lester permanecem no filme porque eram necessárias para contar a história, então estranhas mudanças de tom ocorrem no filme. Também é um pouco chocante ver uma filmagem de teste no meio de um filme.

Richard Donner faleceu na última segunda-feira, 5 de julho. Ele tinha 91 anos. Um fato interessante é que em 2006, Donner e o quadrinista Geoff Johns se juntaram a Adam Kubert como a nova equipe criativa da Action Comics na DC , cujo momento coincidiu com o lançamento do filme Superman II: Donner Cut.

Artigo adaptado e traduzido do site ScreenRant -Acesse no link-.

Batman: O Longo Dia das Bruxas: Parte 1 | Uma boa adaptação e que deve agradar aos fãs do Homem Morcego

Após vislumbramos o primeiro voo do Homem de Aço e acompanhar a jornada do velocista escarlate em meio ao Multiverso, chegou a vez do mais novo universo animado da DC apresentar o personagem mais comercial da editora e, para isso, os realizadores decidiram adaptar um dos arcos mais aclamados do vigilante mascarado que, entre altos e baixos, é uma boa introdução do Batman e de sua mitologia. 

Antes de mais nada, é bom salientar que o filme não é uma adaptação 100% fiel ao material original, tomando algumas liberdades criativas interessantes. No todo, a animação consegue transmitir a atmosfera da clássica HQ de Jeph Loeb e Tim Sale, porém, a adaptação acaba perdendo o seu impacto por optar pelo uso de um design mais “realista” e menos colorido, talvez pelo medo de abraçar as características um tanto quanto fantásticas desse mundo. 

Quanto a animação, é notável uma grande evolução do novo estilo, se mostrando mais fluído que as anteriores. Tendo em seu benefício o belo uso de uma fotografia que mistura a escuridão de Gotham com uma neblina densa e contraste de luzes quentes para criar um clima de mistério. O uso de elementos visuais para brincar com a percepção do público, acaba sustentando uma sensação de incerteza com o caminhar da trama. 

A respeito do desenvolvimento dos personagens, houveram certos deslizes que acabaram atrapalhando a narrativa em si. Para começar, a decisão do roteiro por dar ao Batman uma personalidade mais explosiva e impaciente, que acaba demorando para juntar as peças, que coloca o Homem Morcego em muitos momentos um passo atrás de todos ao seu redor. Algo que também foi feito no arco do Harvey Dent, mas aqui sendo colocado como um flashfoward da sua eminente queda. 

Outros personagens que acabaram tendo seus arcos alterados foram a Selina Kyle (Mulher-Gato), que ganha uma presença maior na trama e perde um pouco de sua áurea ambígua, se mostrando mais tendenciosa para o lado dos mocinhos, mesmo que seus reais objetivos ainda se mantenham exclusivos para si. Gilda Dent que ganha mais foco e suas aflições são melhores destacadas. É interessante notar que tanto a família Falcone, quanto o Homem Calendário, acabam ficando com papeis menores que suas contrapartes nas HQ’s, algo que deve se inverter na segunda parte. 

Em linhas gerais, apesar de certos tropeços, a animação cumpre o seu papel e faz um bom trabalho de adaptação, apresentando ao público o novo Batman desse universo ainda em ascensão. Como já dito, certas liberdades foram tomadas, mas os ingredientes já estão sobre a mesa, só nos resta saber como os roteiristas irão trabalhá-los, visto que grande parte dos acontecimentos da HQ foram deixados para a segunda parte.

É uma boa animação e deve agradar aos novos e velhos fãs do Homem Morcego.  

Nota:

50/52 – Ótimo.

Superman 1978 | Aos 91 anos, morre o diretor Richard Donner

0

Richard Donner , diretor do filme “Superman” de 1978 e de outros trabalhos notáveis em Hollywood, como The Goonies e Máquina Mortífera, faleceu aos 91 anos.

Donner morreu nesta segunda-feira (05.07), segundo sua esposa, a produtora Lauren Schuler Donner, e seu gerente de negócios. Nenhuma causa de morte foi revelada até o momento.

Diretor do filme “Superman” de 1978 , estrelado por Christopher Reeve como o Homem de Aço junto com Margot Kidder e Gene Hackman. O blockbuster com um orçamento de cerca de US$ 55 milhões arrecadou mais de US$ 300 milhões na bilheteria global.

Fora do cinema e da televisão, Donner é notável no mundo dos quadrinhos por seu trabalho com Geoff Johns, que foi seu assistente na década de 1990. Em 2006, Donner e Johns se juntaram a Adam Kubert como a nova equipe criativa da Action Comics na DC , cujo momento coincidiu com o lançamento do Superman II: Donner Cut . Donner também contribuiu com uma história ao lado de Johns na Action Comics # 1000 em 2018.

Via: [Deadline].