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    Xeque-Mate | Quem são os novos integrantes da equipe de Brian Michael Bendis?

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    O Xeque-Mate (Checkmate no original), é uma equipe que surgiu em 1988, na revista Action Comics #598. Relativamente desconhecida do grande público, ela atuava como um braço independente da Força Tarefa X (Esquadrão Suicida), inclusive sendo comandada por Amanda Waller no início.

    A equipe teve algumas edições em revistas solo, além de uma ou outra aparição em outras histórias, como os derivados de Crise Infinita (2005). A equipe remete às peças de Xadrez, sendo liderada pela Rainha ou Rei (dependendo do sexo do atual administrador), seguido pelos Bispos (administradores), Torres (diretores de campo), Cavalos (agentes de campo) e Peões (suporte técnico).

    A formação do Xeque-Mate foi mudando algumas vezes ao longo dos anos. Aqui vamos falar sobre a mais recente, cuja publicação (Checkmate #1) começou em junho deste ano nos EUA. Comandada pelo escritor Brian Michael Bendis e pelo desenhista Alex Maleev, a atual equipe surgiu das cinzas do Evento Leviatã – onde várias organizações ao redor do mundo foram atacadas pelo grupo conhecido por Leviatã, que tenta instaurar seu regime sob o mundo – minissérie da mesma dupla de autores. Segue a descrição de cada um dos membros novos do Xeque-Mate:

    Justiceira

    A mais recente heroína a vestir o manto do Caçador (no Brasil, traduziram como Justiceira, muito provavelmente para não confundir com a Caçadora – Huntress, heroína de Gotham), Kate Spencer está entre os iniciantes da organização Xeque-Mate. Uma procuradora federal que ficou cada vez mais frustrada com os supervilões se livrando de por conta de detalhes jurídicos, Kate roubou equipamentos de super-heróis da sala de evidências para se tornar Justiceira, logo antes de se tornar promotora distrital de Gotham City.

    Posteriormente, ela partiu para a iniciativa privada, inclusive se tornando a advogada pessoal de Oliver Queen (DC Rebirth).

    Arqueiro Verde

    Enquanto tenta equilibrar sua vida pessoal, sua carreira profissional liderando as Indústrias Queen, sua carreira solo de super-herói e suas novas funções como o atual líder da Liga da Justiça, Oliver Queen traz sua experiência como Arqueiro Verde para o Xeque-Mate. Inicialmente, foi recrutado pela organização para ajudar a resgatar Talia Al Ghul, missão que o mantém cético e com um pé atrás (não lhe agrada a ideia de arriscar sua vida e dedicar tempo de sua vida ocupada para salvar uma supervilã).

    Sr. Bones

    Inicialmente, Sr. Bones era um vilão de menor importância nas histórias, que logo mudou de lado, entrando para a Corpotação Infinito. Recentemente, ele estava como diretor no Departamento de Operações Extranormais (assim como a Justiceira), que estava entre as agências de inteligência desmanteladas pelo Leviatã. Nisso, Sr Bones está procurando uma maneira de se reinserir na comunidade de inteligência e retomar a luta contra o Leviatã.

    O Questão

    Embora a ex-policial Renee Montoya tenha assumido o manto como a Questão depois que seu mentor Vic Sage faleceu (na saga 52, de 2007), a era Renascimento viu Vic ressurgir da sepultura. Agora, os dois heróis compartilham o manto.

    Dado seu interesse gigante em teorias da conspiração e nos segredos mantidos dos olhos do público, a participação de Vic no novo Xeque-Mate é essencial.

    Steve Trevor

    Depois de uma carreira militar condecorada e servindo como elo entre o governo e a Mulher-Maravilha / Themyscira, Steve Trevor se viu preso na violência de Leviatã por meio de sua conexão com a ARGUS. Após sua agência ser um dos alvos dos vilões, Steve voltou aos negócios, trabalhando como um membro proeminente do novo Xeque-Mate para derrubar Leviatã para sempre e fazer Mark Shaw responder por seus crimes.

    Lois Lane

    Como a maior jornalista investigativa da DC, Lois Lane sempre vai para o caminho do perigo em busca da verdade. Foi Lois que assumiu a investigação de Leviatã e que ajudou a descobrir a trama do vilão Mark Shaw.

    Lois também tem uma razão pessoal para querer que Leviatã e seus membros enfrentem a justiça, pois seu pai, o General Sam Lane, foi assassinado pelo grupo por ficar em seu caminho.

    Rei

    Finalmente, o membro mais misterioso do novo Xeque-Mate é conhecido simplesmente como Rei. Um homem com longos cabelos loiros, Rei parece estar dando as cartas na nova equipe, embora Lois esteja justificadamente desconfiada de seu passado e de seu papel na equipe.

    Por enquanto, a revista não tem previsão de estréia no Brasil, mas as edições do Evento Leviatã estão disponíveis pela Panini, dividido em duas partes.

    Lucifer | Episódio animado da sexta temporada foi produzido pela equipe de ‘Harley Quinn’

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    A última temporada de ‘Lucifer’, que estreará no dia 10 de setembro na Netflix, terá um episódio animado intitulado “Yabba Dabba Do Me“. Sobre o episódio, Joe Henderson deu alguns detalhes sobre como ele foi produzido e a equipe criativa responsável por ele, que foi a mesma da animação ‘Harley Quinn‘. O produtor, além de elogiar a animação da HBO Max focada na Arlequina, teceu comentários positivos sobre a produtora e supervisora, ​​Jennifer Coyle, e a equipe de animadores que ajudaram a criar o episódio.

    “Estávamos meio que conversando sobre fazer um estilo Hanna-Barbera, e então eles colocaram um monte de influência do Looney Tunes lá também, o que você pode ver muito bem. Quer dizer, demos a eles nossos instintos e eles simplesmente voaram. Eles são incríveis. Como se eles fossem simplesmente incríveis de se trabalhar. Quer dizer, tínhamos o ponto de partida, mas eles o trouxeram à vida.”

    Henderson declarou que ele sempre quis colocar uma versão animada de Lucifer e explicou que a pandemia da COVID-19 permitiu que os escritores experimentassem esse formato diferente, já que os protocolos de segurança não permitiam a presença de uma grande quantidade de pessoas no set de filmagens.

    “Pensei que nunca teríamos a oportunidade, porque é um grande empreendimento, mas então, apareceu a COVID-19 e estávamos procurando maneiras de ter menos dias no set. Surgiu a oportunidade finalmente, pois queria fazer isso há anos.”

    [Via: Screen Rant]

    Confira aqui o trailer da sexta temporada de Lucifer.

    Patrulha do Destino | Trailer final da terceira temporada é revelado

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    O streaming HBO Max lançou o trailer final da terceira temporada de ‘Patrulha do Destino’. Confira:

    Confira a sinopse:

    “A terceira temporada começa no culminar do confronto de Dorothy (Abi Monterey) com o Candlemaker, que a leva a uma perda devastadora. A Patrulha do Destino está em uma encruzilhada difícil e cada membro luta para enfrentar quem eles são e quem eles querem ser. E outras coisas ficam muito mais complicadas quando Madame Rouge (Michelle Gomez) chega em uma máquina do tempo com uma missão muito específica, se ela pudesse se lembrar dela.”

    A terceira temporada de ‘Patrulha do Destino’ estreia na HBO Max no dia 23 de setembro.

    Merry Little Batman | Animação especial de natal será estrelada por Damian Wayne

    O site THR reportou o lançamento da animação, “Merry Little Batman“, um especial natalino da HBO Max em parceira com a Cartoon Network, protagonizado pelo Robin Damian Wayne.

    A animação contará com um pequeno Damian Wayne, de apenas de 6 anos, sozinho na imensa Mansão Wayne, tendo que se transformar no “Pequeno Batman” para defender a sua casa e a cidade de Gotham City, dos super vilões e criminosos que querem destruir o Natal.

    O especial contará com a direção e produção executiva de Mike Roth (Apenas Um Show) e o roteiro de Morgan Evans (Da Terra Para o Ned). O filme animado fará parte do novo bloco noturno, nos EUA, voltado para toda a família, intitulado “ACME Night“, que irá ao ar no canal Cartoon Network, no dia 19 de setembro e na HBO Max no início de 2022.

    Outros títulos da HBO Max que também farão parte do bloco são as séries animadas: Gremlins: Secrets of the Mogwai, Aquaman: King of Atlantis, Unicorn: Warriors Eternal e Batman: Caped Crusader. Além dos filmes originais como, Did I Do That to the Holidays? A Steve Urkel Story (Eu fiz isso nos feriados? Uma história de Steve Urkel, em livre tradução) e um filme animado dos Looney Tunes ainda sem título, estrelado por Patolino e Gaguinho.

    Multiverso DC | O universo dos seriados da DC se fortaleceu nas falhas do DCEU

    Calma! Antes que ache que esse texto é para falar que as séries televisivas são melhores que o universo cinematográfico, não é nada disso. Sabemos que o orçamento dedicado ao CWverso (ou Arrowverso) vem sendo cada vez menor e que alguns shows respiram através de aparelhos, mas que foram importantes para angariar novos tipos de públicos e gerar grandes feitos, como o marcante crossover entre os Flash’s do cinema (Ezra Miller) e televisivo (Grant Gustin). Além de novas séries que surpreenderam o público, como Superman & Lois.

    Talvez pelas séries televisivas não serem o foco principal dos fãs mais vorazes, tenha sido o motivo do universo compartilhado do Arrowverso fluir melhor do que nos cinemas. Sem a responsabilidade de agradar a crítica, as séries trilharam um caminho próprio com seus crossovers anuais, até chamarem a atenção com o grande evento Crise nas Infinitas Terras, que trouxe Ezra Miller, mostrando que o multiverso apresentado nos seriados não se limitava apenas na TV, mas atingia o universo cinematográfico.

    Ezra Miller e Grant Gustin no evento televisivo Crise das Infinitas Terras.

    Com todo enredo de desistências, mudanças, trocas, regravações que o DCEU passou nos últimos cinco anos, fica fácil complicar a cabeça até do fã mais atento, afinal, não sabemos a ordem dos eventos de cada filme, mesmo que isso não interfira na qualidade individual. Mas, infelizmente, muitas informações são obtidas em entrevistas ou, quando apresentadas nos filmes, um enorme ponto de interrogação surge. Vemos isso em O Esquadrão Suicida: o vilão Sanguinário está preso por deixar o Superman na UTI após atingi-lo com uma bala de kryptonita. Seria unânime dizermos que se trata do Superman interpretado por Henry Cavill, mas nem mesmo o diretor James Gunn sabe responder essa pergunta e prefere deixar em aberto.

    E, por mais que o universo cinematográfico iniciado por Zack Snyder, em 2013, esteja completamente fora de cogitação pela atual gestão do estúdio, ainda assim serve como guia de localização. Também fica claro vermos como alguns arcos foram simplesmente abandonados, mesmo que tivesse suas histórias rabiscadas numa breve apresentação, deixando a porta aberta para um futuro próximo. Cyborg é um dos primeiros nomes que vêm à mente quando trata-se de produções canceladas. Com seu próprio filme sendo anunciado, engavetado e anulado, entre outras situações pesadas que rolaram nos bastidores com o protagonista do personagem, Ray Fisher.

    Mas outro personagem extremamente injustiçado foi Ryan Choi (interpretado por Ryan Zheng). O diretor Zack Snyder apresentou à Warner Bros. a ideia de fazer um spin-off do Átomo/Ryan Choi, ambientado na China, com um elenco predominantemente chinês, mas o estúdio além de não aprovar, cortou a participação do personagem no filme que seria apresentado em Liga da Justiça, de 2017. E só este ano, com o lançamento de Liga da Justiça de Zack Snyder, pela HBO Max, pudemos ver sua participação que dava indícios de um futuro dentro do universo.

    Ryan Zheng, como Ryan Choi, no Snyder Cut.

    Apesar de não ser um personagem efetivo na batalha contra o Lobo da Estepe, em Liga da Justiça de Zack Snyder, Ryan Choi apareceu como um cientista do STAR Labs e ajudou Dr. Silas Stone com a caixa materna. Mais tarde, ele foi promovido a diretor de nanotecnologia, uma leve “provocação” para o potencial de seu personagem, que fazia alusão ao seu futuro como um super-herói.

    Em paralelo, na televisão, temos um Ryan mais desenvolvido, com esposa, filha e com o público aprendendo sobre o que ele faz para viver. Seu trabalho na manipulação da densidade subatômica também é crucial, sugerindo sua eventual transformação no Átomo, um super-herói que pode mudar de tamanho. Interpretado pelo ator Osric Chau, o personagem retornará no novo crossover televisivo que acontecerá em The Flash, no início de novembro, num especial de cinco partes, intitulado Armageddon.

    Apesar da identidade secreta de Átomo, no Arrowverso, ser de Ray Palmer (interpretado por Brandon Routh), é possível, que Ray passe esse manto para Ryan, durante os eventos do novo crossover, já que Choi é seu sucessor nos quadrinhos, além de significar que seu retorno, pós Crises das Infinitas Terras, pode mostrar seu destino como super-herói cumprido. Mas, indiferentemente, qualquer que seja a história esperada por Ryan, no evento Armageddon, de The Flash, o Arrowverso foi capaz de utilizar o personagem de uma forma que Snyder, infelizmente, não conseguiu, devido às circunstâncias em torno de seu envolvimento na DCEU.

    Osric Chau, como Ryan Choi, em Arrowverso.

    Por justamente ser um universo que muitas pessoas não ligam, o Arrowverso ou CWverso (como preferirem) não é algo que chama a atenção do grande público, apesar de ter fãs leais. A tranquilidade de não atingir grandes expectativas se torna em acerto quando conseguem dar segmento e importância à personagens que deveriam ter o mesmo peso em suas versões cinematográficas.

    Apesar de O Esquadrão Suicida, ter gerado o spin-off para a série Pacificador, um original da HBO Max, fica a dúvida em sabermos o quanto expandido é esse atual universo cinematográfico da DC. Talvez, o destino do DCEU ficará mais claro após o filme The Flash, que contará com diversas participações e poderá, de fato, explicar o que a Warner pretende fazer com a DC nas grandes telas.

    DC FanDome | Novidades e detalhes do evento online da DC são revelados

    O site Media Player News divulgou novas informações sobre o evento online da WarnerMedia, DC FanDome, que acontecerá no dia 16 de outubro.

    O DC FanDome 2021 terá duração de 4 horas, iniciando a partir das 14h (Horário de Brasília) e será transmitido através da Twitch, YouTube, Facebook e Twitter, dando aos fãs mais maneiras de assistir aos eventos que se desenrolam no Hall of Heroes. Além disso, o DC Kids FanDome será lançado no mesmo dia com uma experiência especial para crianças acessada separadamente em DCKidsFanDome.com.

    Dentre a programação, teremos:

    Warner Bros. Pictures:

    • Trailer exclusivo do filme “The Batman“, estrelado por Robert Pattinson, que estreia em março de 2022;
    • Novo conteúdo de “DC League of Super-Pets, filme animado da DC estrelado por Dwayne Johnson;
    • Um teaser inédito de “Adão Negro“, filme estrelado por Dwayne Johnson, que estreia em julho de 2022;
    • Uma prévia de “The Flash“, filme estrelado por Ezra Miller;
    • Vídeo dos bastidores de “Aquaman e o Reino Perdido” e “Shazam! Fúria dos Deuses“.

    Warner Bros. Television:

    • Prévias das novas temporadas de “Batwoman“, “Superman & Lois” e “Sweet Tooth“;
    • Um tributo para a temporada final da série “Supergirl“;
    • Uma celebração para os 100 episódios da série “DC’s Legends of Tomorrow”;
    • Prévia da nova série da The CW produzida por Ava DuVernay, “Naomi“;
    • Uma prévia dos próximos episódios da segunda temporada de “Stargirl“.

    Warner Bros. Games:

    • Novidades dos jogos Gotham Knights , desenvolvido pela Warner Bros. Games Montréal, e Suicide Squad: Kill the Justice League, desenvolvido pela Rocksteady Studios.

    HBO Max:

    • Primeiros vislumbres das séries “Pacificador” e da minissérie “DMZ“;
    • Conteúdos das series “Titãs” e “Patrulha do Destino“;
    • Lançamento de algumas surpresas e prévias de novas séries.

    Warner Bros. Animation:

    • Prévia da minissérie “Aquaman: King of Atlantis“, “Young Justice: Phantoms” e “Batman: Caped Crusader“;
    • Prévia exclusiva da terceira temporada da série “Harley Quinn“.

    Warner Bros Home Entertainment:

    • Prévia do filme animado “Injustice“;
    • Trailer inédito da animação “Catwoman: Hunted“.

    Um pôster oficial do evento também foi revelado:

    Na sessão de quadrinhos, a DC irá apresentar novas séries que virão a ser lançadas, incluindo novidades sobre o aniversário de 80 anos da Mulher-Maravilha.

    Até o dia do evento, a DC irá lançar todas as semanas uma série de itens e produtos exclusivos através do DC FanDome Shop, nos Estados Unidos, com territórios adicionais ao redor do mundo. Além disso, antes do próprio dia do evento, o banco de dados do DC Universe Infinite lançará mais de 300 quadrinhos para leitura gratuita com registro. Novos títulos estarão disponíveis a cada semana, começando com os gibis: Flashpoint , Injustice: Gods Among Us vol. 1 e Sandman Vol. 1: Prelúdios e Noturnos.

    Em 2020, o evento gerou mais de 22 milhões de visualizações em 220 países e territórios, com mais de 150 milhões de visualizações registrados em seus conteúdos exclusivos.

    O cadastro no site DCFanDome.com já está disponível. -Clique aqui-.

    Batwoman | Bridget Regan será a vilã Hera Venenosa na 3º temporada da série

    A atriz Bridget Regan, de Jane the Virgin, foi a escolhida para interpretar a vilã Dr. Pamela Isley, a icônica Hera Venenosa, na 3º temporada de Batwoman.

    Segundo o site Deadline, Regan será parte do elenco regular da temporada, ao lado das novas adições Nick Creegan e Victoria Caragena, que aparecerão como Marquis Jet e Renee Montoya, respectivamente.

    Criada por Robert Kanigher e Sheldon Moldoff, a vilã Dr. Pamela Ivy fez a sua primeira aparição na edição “Batman #181”, de 1966. Aparecendo como uma brilhante botânica e bioquímica com um controle misterioso sobre as plantas e uma inclinação para o ecoterrorismo. Ela é especialista em toxinas vegetais e controle da mente. A personagem foi uma vilã popular em várias versões do Batman, na televisão, no cinema e em desenhos animados.

    Anteriormente, a personagem havia aparecido no filme “Batman & Robin”, de 1997, sendo interpretada por Uma Thurman e na série “Gotham”, onde foi interpretada pelas atrizes Clare Foley, Maggie Geha e Peyton List.

    A terceira temporada de Batwoman tem previsão de estreia para o dia 13 de outubro na The CW, sendo estrelada pela atriz Javicia Leslie.

    Batman: O Longo Dia das Bruxas Parte 2 | A conclusão de um grande mistério

    Batman e mistério são elementos que são sinônimos ao longo de mais das suas 8 décadas de existência. Nesta adaptação de uma de suas clássicas histórias,  em “Batman: O Longo Dia das Bruxas Parte 2” acompanhamos o seu desfecho de um grande narrativa. Importante lembrar que este foi o último trabalho da atriz Naya Rivera, que faleceu no ano passado em um acidente, e na animação faz a voz da Mulher-Gato. Ela foi homenageada pela produção nos créditos finais.

    A história continua a busca do Cruzado Encapuzado em prender o Assassino do Feriado, que a cada vítima se aproxima mais de Carmine Falcone e, como falamos em nossa análise da primeira parte,  – clique aqui -, a produção mantém o tom de mistério e realiza as adaptações necessárias em relação ao material da história original, vencedora do Eisner de Melhor Minissérie em 1998.

    Apesar de existir um mistério a ser desvendado pelo maior detetive do mundo, a construção dos antagonistas da trama ganham um destaque maior neste desenrolar de fatos, que trazem revelações sobre alguns personagens como Selina Kyle, Harvey Dent e o próprio Bruce Wayne, tendo a sua origem brevemente lembrada e assim estabelecendo o Longo Dia das Bruxas como sua história de inicial neste novo universo de animações. A narrativa trabalha questões de confiança do herói com seus aliados ao mesmo tempo que continua desenvolvendo a história sem torná-la monótona ao longo de sua uma hora e meia de exibição.

    Outro personagem que vale destacar é Carmine Falcone que, ao mesmo tempo que desempenha um papel de um dos vilões, ele é um dos perseguidos, pois o Feriado comete seus crimes como uma forma de vingança contra o mafioso que manipula a cidade em todas as suas esferas.

    Alguns personagens da vasta galeria de inimigos do Cavaleiro das Trevas são trazidos como outros desafios, destacando a presença de personagens como Coringa, Hera Venenosa, Espantalho e o retorno de Solomon Grundy a trama, enquanto ainda a caça ao Feriado continua ao longo de uma investigação que passa de becos sem saída para suspeitos que não se imaginava até aquele momento. As cenas de ação são mais frequentes nesta parte da narrativa em relação à anterior, e o novo estilo de animação utilizado para este universo faz destas cenas mais empolgantes e dinâmicas.

    O desfecho surpreende ao revelar a identidade do assassino e as suas motivações, ligando todos os pontos da trama e a razão de certos personagens terem encontrado o seu fim. Mas, o que de fato surpreende, é a razão em torno da decisão do Batman em relação ao que fazer com esse criminoso, mostrando um amadurecimento do herói que ainda está crescendo em sua luta contra e descobrindo seu lado detetivesco, característico dele.

    Este Longo Dia das Bruxas não é apenas sobre uma história de assassinato, um jogo de gato e rato, mas também traz um contexto amplo do funcionamento desta Gotham, apresentando ela como um todo, seu sistema judiciário falho e como poucos homens bons tentam ainda vencer a luta contra o crime e a violência em diferentes frentes. Nem todos acabam se mantendo firmes neste propósito, pois nesta segunda parte vemos a queda de Harvey Dent e o surgimento do Duas Caras.

    Nota 50 /52.

    Superman & Lois | Muito além de super-heróis, uma série com dramas reais

    Nos últimos dias assistimos ao episódio final da temporada de Superman & Lois, a nova série da The CW, situada no universo compartilhado de heróis iniciado com Arrow (2012). A produção, que está disponível no catálogo da HBO Max Brasil, vem fazendo bastante sucesso entre os fãs, e comprovo essa informação diante dos diversos elogios à produção que percebo nas redes sociais.

    Estamos falando de um dos maiores e mais famosos super-heróis da cultura pop, com uma mitologia repleta de figuras intergalácticas e feitos grandiosos, fato que por si só seria um prato cheio para a The CW produzir uma trama que desafiasse nosso casal protagonista. Porém, acredito que Superman & Lois se difere das diversas produções que já retrataram Clark Kent/ Superman por focar em seu lado humano. Já no primeiro episódio, entendemos que o maior desafio da vida de Clark não são vilões com planos de dominação mundial, mas sim seu papel como pai e a vida em família, tendo como ponto de partida seu desligamento da equipe do Planeta Diário e o pedido de demissão da Lois Lane, como forma de protesto.

    Arrisco dizer que família seja o tema da primeira temporada, em respeito aos leitores e leitoras que ainda não assistiram à série não darei muitos detalhes sobre a trama, mas devo salientar que em diversos episódios vemos o casal protagonista se questionando sobre o modo que Clark equilibra (ou tenta) a vida heróica com a vida conjugal, com sua esposa e seus dois filhos gêmeos, Jonathan e Jordan Kent, que merecem um destaque especial, visto que a vida de ambos é diretamente impactada pela ausência de Clark no ambiente doméstico, cabendo à Lois lidar com os problemas familiares. A série nos apresenta dois irmãos diferentes entre si, enquanto Jonathan pode ser descrito como “popular e atlético”, Jordan foi diagnosticado com transtorno de ansiedade social, e acrescenta-se ainda o fato de apenas um deles desenvolver poderes como seu pai.

    Outro ponto que reforça que família pode ser encarada como a temática de Superman & Lois é o motivo que levou Clark de volta a Smallville, convidado a voltar a viver no local em que passou seus primeiros anos de vida na Terra e a conviver com pessoas que fizeram parte de sua juventude. O contexto familiar também é expressado por diversos outros personagens, como a presença quase constante do coronel Sam Lane (pai de Lois); ou as questões envolvendo o núcleo de Lana Lang; ou ainda as motivações de John Henry Irons.  Como mencionei a família, devo dizer que a série peca em não mencionar em nenhum momento a existência da Supergirl. Mas claro, ainda é uma série de super-herói, então sim, existem inúmeras sequências de ação, belíssimas por sinal e sim, também existe um vilão buscando subjulgar a humanidade. Ainda sobre Lana, é importante mencionar que ela e Lois formam uma bela amizade, aprofundando assim a imagem de Lana não como a ex de Clark, mas como um dos principais nomes de Smallville, além disso, é excelente não vermos uma rivalidade feminina criada em volta de um interesse amoroso.

    Reparem que em diversos momentos do texto eu citei Lois Lane e isto foi intencional, porque devo comentar que o arco individual da jornalista mais famosa das páginas da DC faz jus à presença de seu nome no título da produção. No decorrer de seus 15 episódios vemos Lois “caminhando com suas próprias pernas”, conduzindo por si mesma uma investigação, sendo guiada por seu incrível faro jornalístico.

    Um dos pontos positivos da produção são as referências aos quadrinhos, que em diversos momentos encantou os olhos dos fãs, como a comentadíssima cena inspirada na capa de ‘Action Comics #1’, confira abaixo:

     

    Também devo destacar a atuação do elenco principal como um todo, principalmente o entrosamento entre Tyler Hoechlin (Clark Kent), Elizabeth Tulloch (Lois Lane), Jordan Elsass (Jonathan Kent) e Alex Garfin (Jordan Kent). Tyler, aliás, desde que estreou no papel do Homem de Aço em 2016, durante um episódio de Supergirl, vem conquistando o público de modo geral, sendo notável seu crescimento e seu modo de sentir-se confortável no papel. Já que fiz o uso da palavra “crescimento”, nem estou falando da notável mudança de seus músculos, mas poderia…

    Tento observar Superman & Lois de modo isolado, mas é praticamente impossível não a comparar com outras séries do Arrowverso e mencionar que ela foi uma excelente surpresa, fugindo um pouco do que já estávamos acostumados desde Arrow, The Flash e Supergirl. Por fim, afirmo que os 15 episódios da primeira temporada conseguem mesclar de forma convincente a vida do Superman como um dos maiores heróis da humanidade com a vida de Clark Kent, que justamente enfrenta diversos problemas domésticos, assim como qualquer ser-humano. Sem mais delongas e por tudo que afirmei no decorrer deste texto, a série merece 52 Terras.

    Nota: 52/52.

    Multiverso DC | A primeira viagem entre Terras paralelas

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    O que aconteceria se… ?

    Nos últimos anos, o Multiverso se tornou um recurso narrativo recorrente em inúmeras produções do universo de super-heróis, tanto na DC quanto em adaptações de outras editoras. O Flash se tornou o grande herói símbolo desse conceito a partir da edição n° 123ª da revista do personagem, em 1961, intitulada “Flash de Dois Mundos”, e sendo explorada e expandida desde então, aparecendo como elemento fundamental na série do personagem na The CW e como a base para o seu filme solo de 2022. Porém, apesar de estar muito ligado ao Flash, não foi o velocista escarlate que inaugurou a viagem entre os mundos. 

    Na edição número #53, do primeiro volume da revista Mulher-Maravilha, intitulada “Wonder Woman’s Invisible Twin” de 1953, o escritor Robert “Bob” Kanigher mostrava a Princesa Amazona enfrentando uma ameaça muito diferente de qualquer outra. Na história, Diana começa a sentir ataques invisíveis de uma para outra Terra, o que acaba a impedindo de capturar um pequeno grupo de ladrões, que levam o seu laço dourado e a deixam jogada no chão, algo que não foi muito bem visto pela população. No meio de uma tempestade, os ladrões retornam e devolvem o seu laço, como forma de desdém, na mesma hora, um raio atinge o laço e lança a Mulher-Maravilha para fora de uma ponte. Durante a queda, a realidade se altera, e Diana percebe que, não só aquele mundo não é o seu, como se depara com uma mulher semelhante a ela, inclusive em habilidades. 


    A estranha se apresenta como a princesa Tara Terruna, que em sua língua significa “Mulher-Maravilha”. Tara pede a ajuda de Diana para libertar o seu povo da tirania do maléfico Duque Dazam, que vem a quase um mês lunar tentando matá-la. Tentativas essas que acabaram afetando a sua contraparte. Juntas, elas invadem a fortaleza de Dazam em meio a uma tempestade e derrotam os seus guardas com muita facilidade. Elas se dirigem aos aposentos do tirano, que consegue a captura de Diana, mas é derrotado por Tara, que o aprisiona. 

    No final da história, Tara dá o seu laço como sinal de gratidão a Diana, que é novamente atingida por um raio e leva a Amazona de volta ao seu mundo, no instante em que ela havia desaparecido, capturando os ladrões que ali estavam logo em seguida. Como a edição foi publicada em maio de 1953, ela marca a primeira viagem entre Terras paralelas na DC comics, sendo realizada pela Mulher-Maravilha da Terra-2 (Diana Prince) com a sua contraparte da Terra-59 (Tara Terruna). 

    O conceito do Multiverso, vindo diretamente das histórias de ficção científica, foi ganhando forma nas décadas seguintes, sendo o centro de inúmeros arcos e sagas para diversos personagens e mostrando uma infinidade de mundos e possibilidades. Tudo isso graças a um encontro casual entre Mulheres-Maravilhas.