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Shadows of the Bat | Detalhes sobre o novo evento do Batman nos quadrinhos são revelados

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A DC revelou novos detalhes sobre Shadows of the Bat, um evento de doze semanas que seguirá vários heróis e vilões de Gotham em uma conspiração sombria dentro da cidade. A série, no título Detective Comics, será escrita por Mariko Tamaki (Detetive Comics, Future State: Dark Detective ), com uma rotatividade de artistas que inclui o brasileiro Ivan Reis (Action Comics), Danny Miki (Batman), Max Raynor (Challenge of the Super Sons), Amancay Nahuelpan (Crush & Lobo) e Jordie Bellaire (Batman).

A HQ também terá histórias de apoio escritas por Matthew Rosenberg (Task Force Z), com arte de Fernando Blanco (Mulher-Gato). Confira algumas capas já reveladas:

Em Shadows of the Bat, das cinzas do Asilo Arkham, a Arkham Tower sobe em Gotham City … mas a torre logo cai para os presos e os aliados do Batman que são atraídos de volta para a loucura no coração de Gotham, com os planos do misterioso Dr. Wear. As histórias de apoio, por sua vez, explorarão o lado sombrio do Arkham.

O início do evento deve ser apresentado com um prelúdio em Detective Comics 2021 Annual, que será co-escrito por Tamaki e Rosenberg, com arte de David Lapham (Stray Bullets ) e Trish Mulvihill (Birds of Prey). Essa edição verá o prefeito Nakano assinar a nova Torre de Arkham, e o Batman e Asa Noturna enfrentarão suas ideias opostas sobre o lugar de Arkham em Gotham City, e com um novo vilão, O Homem de Maeger.

Shadows of the Bat começará na Detective Comics #1047, que estará à venda nos EUA no dia 4 de janeiro de 2022.

Via: [ComicBook].

Batwoman | Primeiro teaser da terceira temporada é revelado

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A The CW divulgou o primeiro teaser da terceira temporada de ‘Batwoman’. Confira abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=N812li-8pBU

O site TV Line revelou com exclusividade uma imagem inédita do novo ano da série:

A nova temporada estreia no dia 13 de outubro na The CW. As duas primeiras temporadas estão disponíveis no streaming HBO Max.

Quadrinhos | Quatro novas séries da DC chegam em dezembro/2021, nos EUA

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No catálogo DC Connect #17 desta semana, a DC lançou uma prévia revelando quatro novas publicações com lançamento previsto para dezembro de 2021. Os novos títulos incluem uma série contínua das Batgirls, uma nova minissérie de seis edições intitulada “World of Krypton”, One-Star Squadron”, além de um novo título do Monstro do Pântano pelo selo DC Black Label, e escrito por Jeff Lemire.

Confira:

BATGIRLS

Escrita por Becky Cloonan e Michael Conrad (Mulher-Maravilha) com arte de Jorge Corona (We are Robin), Batgirls apresenta Cassandra Cain e Stephanie Brown sob a tutela de Barbara Gordon, explorando uma Gotham sombria e muitas vezes assustadora. -Mais detalhes neste link-.

WORLD OF KRYPTON

Do escritor Robert Venditti (Lanterna Verde, The Surrogates ) e do artista Michael Avon Oeming (Powers), World of Krypton remonta a uma época em que um evento catastrófico se abate sobre Krypton, apontando para uma extinção em massa em andamento. Jor-El, chefe do reverenciado Conselho Científico de Krypton, embarca em uma missão para salvar um mundo que já pode ter passado de um ponto sem volta. A série deve apresentar personagens famosos do passado de Krypton, incluindo Jor-El, o General Dru-Zod, uma jovem Kara Zor-El … e até mesmo um filhote do Krypto.

SWAMP THING: GREEN HELL

De Jeff Lemire (Sweet Tooth) e Doug Mahnke ( JLA, Final Crisis), Swamp Thing Green Hell trará um conto sombrio e distópico de três partes dentro da linha adulta DC Black Label. No inferno verde, a Terra está quase pronta. Os últimos vestígios da humanidade agarram-se a uma ilha no topo de uma montanha perdida em uma enchente sem fim. Os Parlamentos do Verde, do Vermelho e do que é Podre concordam: é hora de limpar a lousa e reiniciar o ciclo da vida. E para fazer isso, eles uniram seus poderes para invocar um avatar – um dos monstros mais horríveis que já espreitaram a superfície deste planeta abandonado. 

ONE-STAR SQUADRON

De Mark Russell (Wonder Twins, Exit Stage Left: The Snagglepuss Chronicles) e Steve Lieber (Superman’s Pal Jimmy Olsen), One-Star Squadron segue a equipe de super-heróis da DC, onde o heroísmo encontra o capitalismo. Este grupo desorganizado de heróis liderado pelo Tornado Vermelho está aqui para fornecer serviços com um sorriso no rosto. Tudo o que você precisa fazer é enviar uma solicitação por meio de seu aplicativo Heroí sob demanda e eles atenderão a qualquer chamada!

Todas as publicações serão lançadas em dezembro nos EUA e ainda não há previsão de chegar ao Brasil.

Via: [ComicBook].

Batgirls | Novo título vai unir Cassandra Cain, Stephanie Brown e Barbara Gordon!

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Em dezembro deste ano, a HQ “Batgirls” será lançada trazendo três personagens que já usaram o manto da heroína juntas! Escrita por Becky Cloonan e Michael Conrad, com ilustrações de Jorge Corona, a história vai mostrar Cassandra Cain e Stephanie Brown trabalhando com ninguém menos que Barbara Gordon como tutora das duas.

A sinopse fala um pouco mais sobre o que iremos acompanhar, e explica que “Steph pode ser muito dura as vezes, e Cass não fala muito, mas o que falta de semelhanças, elas compensam em seu respeito e amor mútuo uma pela outra”.

Além de lutarem contra o crime, elas ainda vão curtir a vida de jovens “normais” com festa e pizza!

As capas variantes das edições 1 e 2 foram divulgadas e estão incríveis! ‘Batgirls’ será lançado no dia 14 de dezembro.

Via: [CBR].

Batman Beyond: Neo-Year | Nova minissérie do Batman do Futuro está a caminho!

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Lançada hoje nos EUA, “Batman: Urban Legends # 7″ provoca uma nova história do Batman do Futuro. Na trama, Terry McGinnis está encarregado de descobrir quem matou seu mentor, Bruce Wayne, e acaba descobrindo novos segredos sobre sua cidade durante o andamento das investigações. Agora, com o legado do Batman sobre seus ombros, Terry McGinnis está embarcando no próximo capítulo de sua aventura em Neo Gotham.

Batman Beyond: Neo-Year será uma minissérie de seis edições dos escritores Collin Kelly e Jackson Lanzing e do artista Max Dunbar, a mesma equipe criativa que trouxe Terry de volta as HQ’s para resolver o assassinato de Bruce. Inspirada em histórias noir clássicas como Batman: Ano Um e Batman: O Longo Dia das BruxasNeo-Year seguirá Terry enquanto ele se propõe a reconstruir o legado do Batman para si mesmo.

Abaixo, a capa principal do colorista Sebastian Cheng para a primeira edição e uma capa variante de Christian Ward.

No novo título, Terry estará enfrentando uma nova e poderosa ameaça em Neo Gotham na forma da própria cidade, que se transformou em uma inteligência artificial sofisticada e mortal, sem nenhuma razão para confiar ou acreditar no Batman do Futuro. Com esse novo inimigo em mente, cabe a Terry literalmente proteger a cidade de si mesma, enquanto segue em frente em um caminho que, pela primeira vez, terá que trilhar sem Bruce Wayne como tutor.

Batman Beyond: Neo-Year #1 será lançada nos EUA no dia 5 de abril de 2022.

Via: [SyFy].

Patrulha do Destino | 10 motivos para você ver uma das melhores séries da DC!

A terceira temporada de “Patrulha do Destino” se aproxima, trazendo com ela toda a loucura e bizarrice característica do programa, essencial para a construção de sua legião de fãs. Porém, apesar de seu carisma e qualidade acima da média, a série ainda não chamou a devida atenção do grande público, que muitas vezes nem sabe de sua existência. 

Pensando nisso, o Terraverso veio aqui para te mostra o porquê todes devem assistir a melhor e mais divertida série do gênero de super-heróis da atualidade. 

*Atenção! A lista abaixo contém spoilers pontuais e fora de contexto.*  

1 – Não é uma série comum de super-heróis…

Antes de mais nada, é importante explicar que Patrulha do Destino não é uma série de heróis convencional. Sua trama foca muito mais na reabilitação de seus personagens em contra ponto com um mundo fantástico e anormal. 

Os episódios, por mais eletrizantes que sejam, possuem uma atmosfera introspectiva e intimista. A produção até utiliza de elementos do gênero, como grandiosas e bem coreografadas cenas de ação, personagens com poderes visualmente impressionantes e discursos motivacionais que levam os protagonistas a se erguerem contra uma sombria ameaça, mas tudo isso nunca se torna o real foco da série. Os conflitos internos são mais importantes que as ameaças exteriores. 

2 – As estrelas do show…

Patrulha do Destino foi agraciada com um elenco excepcional, que vão desde grandes nomes do cinema, como o antigo 007, Timothy Dalton como o Dr. Niles Caulder, a atores em ascensão em Hollywood. Todos eles têm seu talento devidamente explorado, com o roteiro que dá o devido espaço para cada um, dividindo muito bem os holofotes. 

O elenco principal é composto por: Brendan Fraser como a voz Cliff Steel, Diane Guerrero como Crazy Jane, April Bowlby como Rita Farr, Matthew Bomer como a voz de Larry Trainor, Joivan Wade como o Cyborg e Alan Tudyk como o maligno Senhor Ninguém.

Também vale o destaque para o excelente trabalho dos atores Riley Shanahan e Matthew Zuk, que são responsáveis pela performance física do Homem-Robô e do Homem-Negativo, respectivamente. 

3 – Enfrente os seus demônios…

Como dito, os dilemas internos são o grande foco da série. Todos os personagens são atormentados por seus demônios do passado. A jornada de cada personagem é única e a série dá o devido tempo para que cada um deles evolua como indíviduo, e com isso melhore na coletividade. Entendendo que, não existem saídas fáceis e que traumas não são curados da noite para o dia. 

É uma serie sobre pessoas quebradas, que são tiradas de sua zona de conforto através de eventos fora do comum, eventos esses que são como escadas para que, só assim, eles aprendam e perdoem seus erros passados. Pode-se dizer que Patrulha do Destino na realidade é uma grande sessão de terapia diante de nossos olhos. 

4 – No meio da moralidade…

Com grandes traumas, a moralidade do ser é distorcida! Os personagens da Patrulha do Destino estão em constante evolução e amadurecimento, o que significa que eles possuem uma neutralidade ética constante, não sendo perfeitos e cometendo erros ao longo do caminho. 

A série usa isso como um sinal de humanidade, eles não são vilões por conta disso, mas seus atos possuem peso e consequências a curto ou médio prazo. E isso é incorporado em suas cruzadas pessoais e ecoam no restante da série. 

5 – Representatividade feita do jeito certo…

Um dos maiores trunfos de Patrulha do Destino é a sua representatividade. Existe um cuidado e consciência na hora de representar o mundo, mostrando que ele não é composto exclusivamente por homens brancos heterossexuais e cisgênero. 

Um dos grandes diferenciais da série é traçar um paralelo ao inserir personagens portadores de deficiência ou neuro divergentes como protagonistas. Um dos grandes destaques é Cliff Steel, o Homem-Robô, que já no primeiro episódio passa por um processo de reabilitação e entendimento da sua nova realidade. 

6 – Danny, a Rua…

Ainda falando de representatividade, precisamos destacar Danny, uma rua senciente não-binária queer e que serve como refúgio para pessoas ditas como “perdidas e esquecidas”, com uma bela comunidade LGBTQIA+ vivendo dentro de si. 

Os episódios em que elu é destaque sempre possuem uma áurea de liberdade, com direito a catárticos momentos musicais e uma mensagem linda de autoconhecimento. A série sabe pautar discursos importantes sobre causas sociais que permeiam a comunidade, normalmente ditos por Maura Lee Karupt (Alan Mingo Jr.), uma drag queen preta e fiel companheira de Danny. 

7 – Senhor Ninguém…

Existem diversos personagens incríveis e multidimensionais em Patrulha do Destino, mas, toda série de heróis que se prese precisa de um vilão a altura de seus protagonistas, e aqui que entra o perverso Senhor Ninguém, um vilão muito diferente do habitual, que age pelas sombras, torturando os nossos patrulheiros ao usar seus traumas contra eles.  

Tendo um humor sádico somado aos seus poderes de escala divina e sua onisciência, o vilão não polpou meios para obter os seus objetivos e, por mais cruel que seja as suas ações, seu carisma o torna um dos melhores e mais divertidos personagens de toda a série. 

Vale ressaltar que sua onisciência vai muito além do universo da série. O Senhor Ninguém sabe que é parte de um mundo fictício baseado em uma história em quadrinhos e tira proveito disso para não só ter controle da narrativa, mas também para se comunicar com aqueles que estão assistindo. 

8 – Indo a fundo na piração…

Como já deve ter percebido, Patrulha do Destino é composta por elementos fantásticos tirados direto das partes mais singulares das páginas dos quadrinhos, fazendo um dos melhores exercícios de adaptação do gênero de heróis, não tendo medo do absurdo, a série mergulha direto nele. 

Existem diversas sidequest’s ao longo das duas temporadas do programa, que vão desde burros que são portais interdimensionais, culto apocalíptico de livro não escrito, demônios sexuais e monstros imaginários feitos de cera de vela. A grande graça da série é que tudo é possível!

9 – Design de produção…

Para fazer esse mundo um lugar crível, existe um cuidado não apenas no roteiro para não se perder em meio a maluquice, mas também do departamento de design de produção, que materializa as ideias e conceitos abstratos do roteiro. 

Os cenários, o trabalho de maquiagem e a escolha por mesclar efeitos práticos e visuais, tudo é devidamente pensado e elaborado com uma extrema precisão de detalhes, dando vida e carisma a série, com personalidade aos personagens para além da atuação. Dos cômodos da Mansão Destino ao monastério do demônio Shadowy Mister Evans, tudo é feito nos mínimos detalhes. 

10 – Referências e participações especiais…

Por fim, a série é repleta de detalhes e referências ao universo da DC que vão desde a espada “Matadora de Deuses” de ‘Mulher-Maravilha’ (2017) na sala de troféus da Patrulha, a rostos que fazem parte da história do grupo nas HQ’s, como Joshua “Josh” Clay (Alimi Ballard), a identidade secreta do herói Tempest. 

Uma dessas referências, que acabou se tornando uma piada na série, é a presença constante do personagem Steve Larson, o maligno vilão Homem-Animal-Vegetal-Mineral e sua cabeça senciente de dinossauro, Denise. Ambos fazem sua estreia no episódio Puppet Patrol, e nunca mais somem de vista, sempre aparecendo de relance ou ao fundo, tendo sua própria jornada contada em fragmentos. 

A terceira temporada de Patrulha do Destino terá estreia simultânea no Brasil e nos EUA, pelo streaming HBO Max, a partir do dia 23 de setembro.

Y: O Último Homem | Primeiras impressões da nova série que adapta HQ do selo Vertigo

Os papéis de gênero vêm sendo remoldados aos longos dos anos, tendo as mulheres conquistado uma voz ativa e potente em todas as camadas que compõe a sociedade moderna, ainda que a igualdade de gênero se mostre ser algo distante. O mundo pode até ser dos homens, mas ele estaria perdido sem as mulheres para sustentá-lo. A premissa de “Y: O Último Homem” é bastante simples, “E se todos os homens cis morressem, menos um?”. A série usa como ponto de partida essa ideia para fazer uma releitura de seu material fonte, atualizando a sua trama e permitindo experimentar um novo olhar para uma das HQ’s mais renomadas do selo DC/Vertigo. 

Criada pelo escritor Brian K. Vaughan e pela artista Pia Guerra, “Y: O Último Homem” acompanha a história do jovem Yorick Brown, o último homem cisgênero na Terra, ao lado do seu macaco, Ampersand, o último mamífero com um cromossomo Y. Publicado pelo selo DC/Vertigo, o gibi teve um total de 60 edições, entre os anos de 2002 e 2008, sendo o vencedor de três prêmios Eisner no processo. Conversas sobre uma possível adaptação já eram recorrentes, mas foi só em 2015 que o canal FX começou a desenvolver uma série de TV baseada na história em quadrinhos. 

Porém, antes de chegar às telas, muito da história precisou ser revista e atualizada, uma vez que ela refletia um mundo que já não existe mais. Entenda, a HQ é fruto de seu tempo, vindo logo após a tragédia do 11 de setembro e a ocupação no Afeganistão, refletindo um olhar dos estadunidenses da época sobre os povos da região do Oriente Médio e Norte da África, os colocando como um mal a ser erradicado em suas primeiras edições. A produção decidiu focar no embate entre os Partidos Republicano e Democrata, tendo como centro Jennifer Brown (Diane Lane), a mãe de Yorick, que em meio ao apocalipse, se torna a presidente dos EUA.  

Outro ponto que a série trouxe para o centro da história é a diferença entre gênero e sexualidade, algo que não é abordado nos quadrinhos. O roteiro faz questão de explicar ao público que existem sim outros homens além de Yorick, porém “nenhum com o cromossomo Y”. Além de abordarem a luta da comunidade trans em busca de abrigo e sobrevivência, muito disso por meio do personagem Sam Jordan (Elliot Fletcher), uma adição original da série que ganha um leve destaque neste começo. 

Todas essas mudanças e atualizações causam um efeito dominó na série, que mesmo ainda se mantendo fiel a base do material fonte, dá a oportunidade para os seus realizadores expandir arcos e ideias da HQ. Nos três primeiros episódios, a produção investe em um tom mais melancólico e sombrio, colocando um destaque ao peso e luto da população sobre a tragédia. Algo que diminui, e muito, o ritmo da série em certos momentos, mas serve para apresentar e desenvolver os seus diversos núcleos. 

Todas as personagens ganham seu devido espaço de tela, permitindo um olhar mais aprofundando para as suas individualidades e dualismos morais. Em meio ao completo caos, a série mostra uma espécie de sororidade nascido do luto, mas não esquece de trabalhá-las como indivíduos, com suas próprias personalidades e demônios. Mostrando suas diferentes facetas e pensamentos, inclusive do próprio movimento feminista.

Por exemplo, Hero (Olivia Thirlby), a irmã de Yorick, ganha um arco mais dramático e trágico, iniciando sua jornada como uma pessoa problemática e com receio sobre o seu passado, enquanto a Agente 355 (Ashley Romans), por outro lado, se contrasta entre algo enigmático e espirituoso, tomando a frente de decisões importantes ao longo dos episódios. 

A produção traz consigo ótimas atuações, em destaque a do ator Ben Schnetzer, que transpõe para as telas a energia de um protagonista resiliente e perdido, mas ainda bem intencionado. Ainda em quesitos mais técnicos, vale ressaltar o investindo da produção na ambientação, que apresenta um apocalipse soturno e crível, sabendo usar seus recursos de maneira econômica, mas bem feita, como no caso do CGI do Ampersand. 

Em linhas gerais, “Y: O Último Homem” tem um ótimo começo, apresentando bem os seus núcleos e dando o seu devido espaço para se desenrolar. A produção investe em um clima melancólico em seu início, e deixa a ação para seus minutos finais, devendo ter uma crescente evoluçaõ com o passar da trama. 

A produção contará com 6 episódios, que irão ao ar todas segundas-feiras, no serviço de streaming do Star+. 

Nota: 50/52.

Batwheels | Novas imagens e detalhes da animação são revelados

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Novas imagens da animação ‘Batwheels’ foram reveladas. A trama apresenta um jovem grupo de veículos superpotentes dos heróis que lutam contra o crime em Gotham City. A produção, que está atualmente em desenvolvimento, será lançada tanto no Cartoon Network quanto no streaming HBO Max. Confira as imagens:

Confira a sinopse:

“Eles são uma equipe de incríveis combatentes do crime que se uniram para se opor ao mal, combater o crime e limpar as ruas de Gotham City. Eles são … ok, eles NÃO são o Batman e o Robin. Eles são os Batwheels – um incrível grupo de veículos superpoderosos de combate ao crime que defendem Gotham City ao lado de Batman, Robin, Batgirl e uma série de super-heróis da DC.

Tendo acabado de serem criados pelo Batcomputador, nossos heróis são essencialmente crianças com pouca ou nenhuma experiência de vida. Liderados por Bam (O Batmóvel), Bibi (A moto da Batgirl), Redbird (O carro esportivo do Robin), o Batwing e Buff (O Bat Truck) – eles devem enfrentar as dores de crescer como uma superequipe recém-formada. Esta série seguirá a jornada desta equipe dinâmica enquanto emociona e entretém com suas aventuras heróicas, além de demonstrar às crianças o valor da autoconfiança, da amizade e do trabalho em equipe.”

Ethan Hawke será a voz do Batman, AJ Hudson como Duke Thomas/Robin, Leah Lewis como Cassandra Cain/Batgirl, Jacob Bertrand como o Batmóvel, Jordan Reed será o Redbird, Madigan Kacmar como a Bibi, Noah Bentley como a voz do Buff e Lilimar será o Batwing.

Batwheels está programada para estrear no Cartoon Network e na HBO Max, porém, ainda não há data oficial de lançamento.

Via: ComicBook.

The Batman | Série derivada com o Pinguim de Colin Farrell está em desenvolvimento na HBO Max

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Conforme a Variety, mais uma série derivada do filme ‘The Batman’ está em desenvolvimento na HBO Max. Agora, o protagonista será o Pinguim de Colin Farrell.

De acordo com fontes do site, Farrell foi abordado para estrelar a série, mas nenhum acordo foi fechado até o momento. Fontes também dizem que Lauren LeFranc está contratada para escrever o roteiro do projeto, que está em seus estágios iniciais.

A série supostamente mergulharia na ascensão do Pinguim ao poder no submundo do crime de Gotham. O diretor de “The Batman”, Matt Reeves, e o produtor do filme Dylan Clark, seriam os produtores executivos. O Pinguim, também conhecido como Oswald Cobblepot, é um dos membros mais famosos da galeria de vilões do Batman. O personagem já foi interpretado por atores como Burgess Meredith, Danny DeVito e Robin Lord Taylor.

Caso a série do vilão ganhe luz verde, essa será a segunda produção derivada do filme ‘The Batman’ na HBO Max. O streaming já encomendou um drama ambientado no Departamento de Polícia de Gotham, com Joe Barton como o produtor.

“The Batman” tem previsão de estreia nos cinemas para março de 2022.

Infinite Frontier | Fortaleza da Solidão de Calvin Ellis é um local dentro da Casa Branca

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Calvin Ellis é conhecido por não ser apenas o Superman, mas o presidente dos EUA da Terra-23 e assim como as outras versões do herói, Ellis também tem sua própria Fortaleza da Solidão. Em ‘Infinite Frontier: Secret Files # 1’, os leitores foram levados a acreditar que ela ficava localizada em algum local entre as dimensões, podendo ser acessada, mas agora, foi revelado que ele tem uma fortaleza dentro do Salão Oval.

Em Infinite Frontier # 4, de Joshua Williamson, Xermanico, Paul Pelletier, Jesus Merino, Norm Rapmund e Romulo Fajardo Jr., vemos o presidente Superman mostrando a Thomas sua fortaleza, localizada dentro do Salão Oval. Para acessá-la, ele recita um código para Kelex, dizendo: “Casa longe de casa“. Neste momento, o Salão Oval acaba se transformando em uma Fortaleza carregada de tecnologia. Ainda não está claro se o Salão Oval literalmente se torna a Fortaleza ou se Calvin faz uso de alguma tecnologia alienígena para se teletransportar para sua “casa longe de casa”.

Devemos ressaltar que nas histórias e adaptações que conhecemos, a Fortaleza normalmente é retratada em regiões isoladas, sendo assim, essa nova localização torna-se algo novo nas páginas da DC. Em todas as histórias, o real sentido deste ambiente é ser um lugar para ficar longe do mundo e a versão nada convencional do Presidente Superman da Fortaleza da Solidão é útil dada a facilidade de acesso. Porém, isso acaba deixando em risco a segurança de manter todas as armas mortais confiscadas por ele fora do alcance de qualquer vilão, visto que ela é um local próximo ao público.

‘Infinite Frontier # 4’ está disponível nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

[Via: Screen Rant]