O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
Batman Cruzado Encapuzado é a segunda temporada da animação antológica que estreou em 2024 acompanhando as aventuras do Homem Morcego em um universo noir.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
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Batman Cruzado Encapuzado é a segunda temporada da animação antológica que estreou em 2024 acompanhando as aventuras do Homem Morcego em um universo noir.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
O designer gráfico Milton Glaser, morreu ontem, aos 91 anos, em Manhattan. De acordo com o The New York Times, a causa da morte foi um derrame, confirmado por sua esposa, Shirley.
Glaser participou em três grandes projetos importantes da DC. Em 1976, ele criou o novo logo da DC. O clássico logo redondo da editora, cercado de estrelas representou a marca durante 29 anos. Era chamado de “DC Bullet”.
Logo da DC de 1976.
Nos anos 80, Glaser trabalhou no novo logotipo do Superman. Uma proposta dimensional para o nome do personagem, que apresentava a ideia de profundidade e movimento, um elemento clássico do personagem até os dias atuais. A primeira aparição desse logo ocorreu na edição Superman #386 em agosto de 1983.
Logo do Superman a partir de 1983.
Depois de ter desenvolvido duas das grandes principais marcas da editora, Glaser foi chamado para desenvolver o novo logo da Mulher-Maravilha. A marca clássica que simboliza a personagem até hoje teve a concepção a partir da sua proposta criativa. A primeira aparição do logo foi na edição #288, de fevereiro de 1982. Confira abaixo:
Filho de Eugene e Eleanor Glaser, Milton Glaser nasceu em 26 de junho de 1929, no Bronx, em Nova York. Seu pai era dono de uma loja de lavagem a seco e alfaiataria e sua mãe era dona de casa.
O Arrowverse passa por mudanças antes da temporada de 2021, e a maior pode ser o início oficial da série Superman & Lois. Desde que Tyler Hoechlin encantou o público na segunda temporada de Supergirl, rumores sugeriam uma série solo do Superman. Com a confirmação da série e o início da produção, as notícias de elenco e os detalhes da trama desapareceram pouco a pouco para aumentar a expectativa.
Recentemente, o ator Wolé Parks foi confirmado no elenco da nova série como um vilão chamado “The Stranger”. O personagem foi descrito como uma figura misteriosa, determinado a mostrar que mundo não precisa do Superman. Enquanto muitos fãs sugeriram a possibilidade desse personagem ser o Phantom Stranger (Vingador Fantasma) da DC Comics, os detalhes ainda não se encaixavam.
Ao mesmo tempo, parecia improvável que fosse um personagem já conhecido em Supergirl, visto que o estúdio estava contratando um novo ator para o papel. Então, ele não poderia ser Morgan Edge ou Lex Luthor, certo? Felizmente, uma fonte confirmou a última peça que faltava do quebra-cabeça para explicar como tudo se encaixa: Wolé Parks interpretará Lex Luthor de outra Terra. [The Illuminerdi].
Wolé Parks.
Este será o primeiro Lex a aparecer no Arrowverse além do interpretado por Jon Cryer. Afinal, o Luthor de Micheal Rosenbaum não apareceu no crossover “Crisis on Infinite Earths” que levou a trama até a Terra de Smallville, com Tom Welling retornando como Clark Kent. Considerando que os super-heróis da CW atualmente acham que o multiverso não existe mais, será interessante ver como eles explicarão um Lex Luthor de uma Terra diferente.
Recentemente, Batwoman introduziu uma Beth Kane deslocada pós-crise, lutando para encontrar um lugar no mundo recentemente refeito. Talvez o mesmo possa acontecer com esse novo Lex, que opera nas sombras desde que o “outro ele” é uma figura pública. Uma vez que Supergirl derrote o atual Luthor, um novo poderá estar pronto para substituí-lo na outra série.
Além disso, serviria como motivação sólida se Lex de Parks culpasse Superman e seus amigos pela destruição do multiverso e, portanto, achar que a Terra Prime poderia existir sem ele. Certamente criaria um vilão mais atraente caso ele tenha uma visão mais difícil de negar.
Vale lembrar que, além do Arrowverse, Lex Luthor também aparece na série animada Harley Quinn do DC Universe, dublado pelo ator Giancarlo Esposito.
Rob Benedict, que esteve na série Supernatural ao longo de alguns anos como Deus (também conhecido como Chuck Shurley), aparecerá durante a 5ª temporada como Vincent Le Mec, um mercenário francês cujo o trabalho violento o levará para Los Angeles — e estará na mira de Lucifer, Chloe e da polícia da cidade. Confira uma imagem dos bastidores revelada pelo TV Line:
A primeira parte da 5ª temporada de Lucifer foi anunciada recentemente para estrear na Netflix no dia 21 de agosto. A aparição de Benedict, que foi filmada pouco antes da parada das gravações devido a pandemia, acontecerá 15º episódio — ou seja, parte da temporada que ainda não foi programada.
A DC planeja um retorno ao universo de “Batman: White Knight”, de Sean Murphy, em uma nova série spin-off da Arlequina, lançada em outubro. Murphy co-escreverá a série com sua esposa, Katana Collins, com o artista Matteo Scalera e o colorista Dave Stewart completando a equipe criativa principal. Via: [Newsarama].
“Batman: White Knight Presents Harley Quinn #1” apareceu incorretamente nas prévias do Diamante de julho”, diz um comunicado enviado por e-mail aos varejistas americanos no dia 25 de junho. Ele será solicitado no DC Connect de agosto, para estar em outubro à venda nos EUA. Confira a capa da edição:
Sinopse:
“Apresentando a primeira série spinoff do universo White Knight de Sean Murphy! Dois anos se passaram desde que Azrael eliminou os vilões mais terríveis de Gotham em “Batman: A Maldição do Cavaleiro Branco. O Coringa está morto, Bruce Wayne está atrás das grades, e Gotham ainda está apenas começando a se moldar em um mundo sem Batman.”
“Na esteira de tudo isso, Harley Quinn está oficialmente de folga, lutando para lidar com a perda de seus confidentes mais próximos enquanto ela improvisa sua vida solitária e agitada como mãe solteira dos gêmeos do falecido Jack Napier. Contra este instável novo ‘normal’, o palco está pronto para a próxima revolta criminosa de Gotham. Das sombras, um visionário e evasivo gênio chamado Producer está aproveitando essa oportunidade para montar uma equipe colorida de vilões e deixar sua marca na cidade.”
A edição “Batman: White Knight Presents Harley Quinn #1” será lançado nos EUA em outubro e será uma minissérie em 8 edições.
—Alerta para SPOILERS! Se você não assistiu, pare por aqui.—
Nessa quinta, 25 de junho, tivemos a estreia simultânea da segunda temporada de Patrulha do Destino nos serviços de streaming DC Universe e HBO Max, e já nos três primeiros episódios podemos notar como ter duas casas impactou a série.
Patrulha do Destino sempre foi uma série sobre seus personagens, eles são o foco principal da história, a superação dos seus traumas e a constante evolução dos protagonistas é o que faz a série única, e isso permanece no início do novo ano que começa dando continuação a trama onde ela parou na temporada passada, com quase todos os membros da equipe vivendo de tamanho reduzido na pista de corrida de Cliff, cabendo a Larry, o Homem-Negativo, tentar criar uma cura para seus amigos com a ajuda do Chefe.
A equipe em seu mini acampamento no autorama de Cliff.
Já que falamos do Chefe, nessa temporada o personagem ganha bastante destaque, com a série explorando as consequências da temporada passada caindo sobre ele e sua culpa pelo que fez para conseguir a tão almejada imortalidade. Também somos introduzidos ao mais novo membro da equipe, a filha de Niles, Dorothy Spinner! Dotada de poderes que lhe permite dar vida a sua imaginação, Dorothy é a refrescante novidade que a segunda temporada da série precisava, abrindo portas para histórias ainda mais bizarras e divertidas.
Em relação aos demais membros da equipe, seguimos com a constante evolução deles também partindo de onde paramos no ano anterior, que foi praticamente todo sobre autoconhecimento e autoaceitação. Na nova temporada, temos novas tramas que ainda estão relacionadas ao passado deles, mas que são bem mais sobre seguir em frente, agora que já conhecemos os personagens e os principais traumas que moldaram o que eles são hoje.
Jane e outras de suas personalidades discutindo seu futuro no Underground
Rita finalmente aceitou suas habilidades e está disposta a ser uma pessoa melhor para reparar seus erros do passado- levando a personagem até a tomar a liderança da equipe- Cliff, frustrado ao descobrir a verdade sobre seu acidente, decide se aproximar de uma vez do único resquício de sua vida passada, suafilha; Larry após uma complexa jornada de auto aceitação, acaba por descobrir pontas soltas sobre seu passado; Jane tem que lidar com o fato de não conseguir mais suprimir suas 63 outras personalidades por muito mais tempo; e Ciborgue se encontra sofrendo com estresse pós traumático, o que o leva a buscar ajuda em um lugar que talvez ele encontre algo bem maior que isso. Ainda temos os recorrentesflashbacks de cada um, que continuam muito bem colocados e exploram melhor outras partes do passado dos protagonistas.
Dorothy Spinner no momento em que conhece seu pai.
Além de Dorothy, que move a trama, temos outras incríveis novidades, como os vilões Red Jack e Doctor Tyme que apesar de terem uma pequena participação são incrivelmente bem feitos, principalmente em aspectos técnicos. Agora com o HBO Max como principal veículo de transmissão da série (o que nos é mostrado com destaque antes mesmo da abertura), vale ressaltar que tivemos um aumento considerável de qualidade tanto nos efeitos especiais quanto nos práticos. Podemos perceber isso quando Rita usa seus poderes elásticos, e na caracterização de Red Jack ou das diferentes personalidades de Crazy Jane, por exemplo, e isso só ajuda a nos transportar praticamente para dentro uma história em quadrinhos da equipe.
Outra coisa que é importante destacar é que a série continua não se segurando na violência e no linguajaradulto, sem medo de mostrar cabeças decepadas, palavrões e muitas frases com contexto forte logo no primeiro episódio.
O que podemos afirmar com certeza sobre o início da nova temporada é que ele mantém o mesmo nível da primeira em relação a trama, o que já é louvável por si só, e até eleva esse nível quando falamos nos efeitos visuais. O vilão da atual temporada parece ser o Candlemaker, que assombra Dorothy e possui um passado ainda não revelado com clareza com a família Caulder, o que nos deixa mais ansiosos para ver o desenrolar da história nessa temporada e como isso afetará cada membro da equipe.
Sabemos que o filme The Batmancontará com personagens como Jim Gordon, Mulher-Gato, Charada, Pinguim e, claro, o Batman. Ainda sim há muita especulação em torno do promotor público Gil Colson de Peter Sarsgaard. Ele não é um personagem das histórias em quadrinhos, e parece uma decisão estranha optar por um grande para um papel relativamente sem importância.
Claro, muitos fãs estão convencidos de que o ator será realmente o Harvey Dent/Duas-Caras, e alguns novos comentários de Sarsgaard podem jogar mais lenha na fogueira referente a essa especulação.
“Minha participação é muita intensa”, revelou durante uma entrevista ao Observer, quando perguntado sobre The Batman. “Em um grande filme como esse, minha maior preocupação era que eu teria que fazer 150 vezes — é cena intensa seguida de outra cena intensa. Meu personagem está em nove de cada dez cenas como essa. E o que estava passando pela minha cabeça era ‘Como eu mantenho isso?”
Por que um simples promotor de Gotham City precisaria ser tão intenso? Uma teoria convincente é de que Colson é uma nova proposta de Gil Mason, um personagem da série animada do Batman, que também atuava como promotor de justiça, mas mantendo ligações com o crime organizado de Gotham. Ele é alguém que entrou diversas vezes entrou em conflito com o Comissário Gordon.
“The Batman” tem previsão de estreia para outubro de 2021.
Recentemente, o site THR soltou uma news afirmando que o Batman de Michael Keaton (que estava em negociações para aparecer no filme solo do velocista), aparecerá vestindo o traje do Homem-Morcego no filme.
O site também afirma que Thomas Wayne não estará na produção. Lembrando nos últimos rumores, o ator Jeff estava em negociações para reprisar novamente seu papel nos filmes da DC.
A roteirista de “Aves de Rapina”, Christina Hodson, está escrevendo o roteiro do filme do Flash, que conta com o diretor Andy Muschietti. Ezra Miller retorna como Barry Allen. A produção tem previsão de estreia nos cinemas para o dia 3 de junho de 2022.
A DC anunciou a edição “Harley Quinn: Black + White + Red”, uma série limitada em 14 edições/histórias com uma grande equipe de criadores, incluindo nomes que já trabalharam em suas aventuras antes – como o co-criador da personagem Paul Dini. Via: [Newsarama].
A série será publicada em preto e branco, como o título indica e terá a adição da cor vermelha em detalhes únicos a cada história. O primeiro título é “Harleen: Red”, um conto do escritor/artista Stjepan Šejić que possui ligação com a sua série anterior “Harleen”. Páginas dessa história podem ser vistas aqui:
Após Šejić, os capítulos subsequentes contarão com trabalhos de Paul Dini, e a equipe criativa que já trabalhou na série de edições mensais Amanda Conner, Jimmy Palmiotti. Também fazem parte Chad Hardin, Erica Henderson, Saladin Ahmed, Joe Quinones, e muito mais. Todas as histórias são autônomas, contadas em um formato antológico.
“Harley Quinn: Black + White + Red é uma grande adição à nossa programação Digital.”, diz Hank Kanalz, Vice-Presidente de Serviços de Estratégia e Suporte de Publicações da DC, no anúncio da série. “Cada história está por conta própria, e esta série dá às nossas equipes criativas a liberdade e flexibilidade para contar histórias inovadoras que poderiam ser parte ou separadas da continuidade regular. Todos têm uma visão única para a Sra. Quinn — será divertido ver o que a criatividade deles proporciona.”
“Esta é uma série tão legal com uma arte mortal.”, acrescenta Mark Doyle, editor executivo da DC. “O editor sênior Chris Conroy teve a ideia de riffs na série clássica ‘Batman: Black & White’, mas decidimos fazer com Harley dessa maneira irreverente e divertida, que só Harley pode fazer — e o DC Digital First parece o formato perfeito para contar essas histórias.”
O primeiro capítulo de “Harley Quinn: Black + White + Red” já está disponível, com os próximos sendo lançados em formato digital, todas às sextas-feiras, nos EUA.
A Lanterna Jo Mullein, a protagonista da HQ do selo Young Animal “Green Lantern: Far Sector” vem sendo uma personagem Elseworld da editora, mas parece que as coisas irão mudar no futuro. Via: [CBR].
Na edição de aniversário de 80 anos do Lanterna Verde, a heroína está relacionada ao lado de outros personagens como Alan Scott, que teve sua origem da Terra 2 confirmada, sendo uma das representantes do exército esmeralda do universo canônico da DC e sua origem contada como em Far Sector, o que indica que futuramente a heroína pode aparecer em algum arco da Tropa. Confira a imagem:
A edição de 80 anos do Lanterna Verde contou com a participação de Geoff Johns, Mariko Tamaki, Peter J. Tomasi, Jeff Lemire, Robert Venditti, Dennis O’Neil, Sina Grace, Charlotte Fullerton, Ron Marz, James Tynion IV, Ivan Reis, Fernando Pasarin, Darryl Banks, Mike Grella, Rafa Sandoval e outros artistas. A edição está disponível nas bancas americanas e sem previsão até o momento de chegar no Brasil.
Nos últimos dias, a internet foi a loucura com a notícia de que Michael Keaton, o Homem-Morcego do filme “Batman” de 1989, estaria em negociações para interpretar o mesmo personagem dos anos 80 no filme solo do Flash de Ezra Miller. Anterior a esse rumor, temos também as tratativas envolvendo Jeffrey Dean Morgan para viver o Thomas Wayne de Flashpoint no filme do velocista.
Realmente há muitas especulações nos bastidores da DC Filmes, e nós do Terraverso também não poderíamos deixar de especular possibilidades sobre o que o filme do Flash pode causar, não somente na linha do tempo atual do universo DC, mas também no futuro que envolve novas produções cinematográficas do estúdio.
Então, sim, nós temos uma teoria. Uma proposta de plot. Uma ideia. Um esboço ainda sem fundamento algum, proposto pelo nosso exercício imaginário, porém, ancorado na realidade dos fatos e possiblidades do que pode acontecer com o filme do Flash. Lembrando que na última teoria que publicamos, em março/2019 -leia aqui-, quando não havia nenhum rumor sobre como poderia ser a proposta de abordagem da DC nos cinemas, já havíamos levantado a hipótese de que o Multiverso seria uma realidade e que conectaria todas as produções da DC até então.
De fato, após o crossover das séries do Arrowverso, “Crise nas Infinitas Terras”, essa possibilidade deixou de ser uma mera especulação teórica nossa para se tornar realidade. Quando vi pela primeira vez a cena em que o Flash de Ezra Miller encontra o Flash de Grant Gustin, acreditei que aquilo fosse apenas um mero fanservice para agradar os fãs e dar o tômpero (como diria o chefe Érick Jacquin) final ao conceito de Multiverso apresentado no contexto das séries.
Entretanto, Michal Keaton, Jeffrey Dean Morgan e até mesmo o rumor recente, ainda não tão maduro, sobre o Lanterna Verde de Ryan Reynolds estar no filme solo do Flash, me fizeram mudar de opinião sobre a cena do Flash de Ezra Miller no universo das séries ser tratada somente como fanservice. Estava errado. A cena pode ter um fundamento. Não apenas a cena, mas algumas propostas relevantes que o crossover apresentou.
A primeira delas; o crossover não se privou de percorrer a história da DC em live-action. Mesmo em cenas que duram 3-5 segundos, ele visitou desde Adam West, Smallville e a fracassada série Birds of Prey até produções cinematográficas como o Superman de Brandon Routh e inclusive Batman de 1989. E aqui está o nosso primeiro ponto chave: A Terra-89, do Batman de Michael Keaton, foi destruída em “Crise nas Infinitas Terras”.
Na cena, o personagem Alexander Knox interpretado por Robert Wuhl, presenciou a destruição da Terra-89.
Se o Flash de Ezra Miller aparece no crossover, entende-se que a Terra do DCEU existe no Multiverso. Pela lógica, se a Terra-89 é destruída, como o Batman de Keaton sobreviveu? E é neste ponto que recorremos aos quadrinhos, porque a saga “Crise Infinita” reflete acontecimentos que ocorrem logo após “Crise nas Infinitas Terras”.
No arco “Crise Infinita”, Alexander Luthor Jr. da Terra 3, Superman da Terra 2, Superboy Primordial e Lois Lane da Terra 2, conseguiram sobreviver após o mega evento ‘Crise nas Infinitas Terras’ em uma brecha no espaço. Então…e se na explosão que destrói mundos no crossover das séries, outros personagens também conseguiram sobreviver? Outros heróis e vilões? (principalmente vilões…).
Há muitas coisas no DCEU que ainda precisam ser esclarecidas para o grande público. Uma delas é o momento em que o Flash aparece em “Batman vs Superman”, dizendo a Bruce Wayne que “Lois é a chave”. Claro que essa cena faz parte da proposta inicial do diretor Zack Snyder; adaptar a saga Injustice para as telas de cinema. Porém, de lá para cá muita coisa aconteceu e Zack Snyder agora está focado em finalizar sua versão de Liga da Justiça para lançar no streaming HBO Max no próximo ano.
A sobrevivência de personagens de Terras que foram destruídas, pode ser considerada para o filme solo do Flash e abre uma validação possível para que o Bat-Keaton esteja presente na produção. Não apenas ele, como qualquer outro personagem. Além disso, Flash é um viajante temporal com capacidade também de transportar pessoas através da Força de Aceleração. Ele poderia ter resgatado o Bat-Keaton antes da destruição. E aqui claro, abre-se possibilidades infinitas no campo da imaginação.
O diretor do filme solo do Flash, Andy Muschietti, quando questionadose o filme seria uma adaptação de Flashpoint, ele disse o seguinte: “Esse projeto será uma versão diferente de “Flashpoint”, que vocês estão esperando.”. E entendo perfeitamente sua declaração. No Flashpoint original, há um elemento crucial que acredito que não seja abordado na produção cinematográfica: A guerra entre Amazonas e Atlantes.
Não faz sentido algum a DC colocar a Mulher-Maravilha de Gal Gadot para travar uma guerra contra o Aquaman de Jason Momoa. Justamente dois heróis que tiveram um sucesso considerável em suas produções solo. A cena de Flashpoint em que Diana arranca a cabeça de Mera seria um grande problema. A Mulher-Maravilha dos cinemas possui um carisma, um apelo ao público jovem e principalmente com as crianças, sendo assim uma inspiração tão grande quanto o Superman. Essa guerra terá que ser abordada de uma outra forma, justificando a necessidade que a versão cinematográfica de Flashpoint seja diferente, conforme afirma o diretor.
A sobrevivência de vilões de outras Terras e mundos poderia perfeitamente levar essa ambientação de guerra necessária em Flashpoint, substituindo a proposta original dos quadrinhos e preservando personagens tão queridos como o Aquaman de Momoa e a Mulher-Maravilha de Gadot. Então, não será surpresa alguma se nos próximos dias, semanas ou meses, mais personagens ligados a outros momentos da história da DC sejam cotados para estarem nessa produção.
Essa ideia de “Flashpoint” com essência de “Crise Infinita”, valorizaria bastante o filme e o legado da DC, além de explicar de uma forma clara ao grande público o conceito de Multiverso, já difundido no Arrowverso, criando uma conexão interessante com tudo que foi apresentado nas séries e seguindo assim também para as telas de cinema.
O mais recente rumor envolve o nome de Michael Keaton. De acordo com o jornalista Griffin Schiller, do site The Playlist, a aparição de Michael Keaton no longa-metragem solo do Flash seria o primeiro passo para o lançamento de um filme sobre o BATMAN DO FUTURO, em 2023. O jornalista afirma que não sabe se o escolhido para “Batman do Futuro” seja Terry McGinnis ou a Batgirl.
Isso vai de encontro com o papel de Keaton no futuro do DCEU. Conforme os rumores preliminares, ele seria uma espécie de mentor para jovens heróis. Algo semelhante ao Nick Fury, de Samuel L. Jackson, e conforme o insiderDaniel RPK ele apareceria em vários filmes. Batgirl seria um dos projetos possíveis em que ele estaria presente.
Isso é; Se Keaton sobreviveu a destruição da Terra-89, ele encontrará um lar na Terra do DCEU. E possivelmente não só ele, mas outros personagens podem ter esse mesmo destino. O que isso quer dizer? O filme do Flash irá balançar consideravelmente toda a estrutura do DCEU. E nós esperamos com toda a certeza que seja de maneira positiva, pois o conceito de Multiverso é a bala de prata para a DC Filmes e não deve ser disparada sem acertar o alvo com sucesso.
O filme solo do Flash está previsto para chegar nos cinemas no dia 3 de junho de 2022.