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    Wonder Girl | Yara Flor provavelmente é a pessoa mais procurada da DC

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    Em Wonder Girl vemos Yara Flor tomar a decisão de retornar à sua terra natal, o Brasil, porém ao que podemos perceber, isto despertou o interesse e até mesmo a ira de vários grupos da DC. Como vimos em Wonder Girl #1 e #2, tanto as Amazonas de Themyscira quanto as de Bana-Mighdall agora estão procurando por Yara, mesmo que com intenções diferentes, porém elas não são as únicas que têm planos para a jovem…

     – A seguir, este texto contém spoilers de ‘Wonder Girl # 2’ – 

    A história em que vemos, Yara agora tem vários grupos diferentes procurando por ela, e apenas dois deles têm melhores intenções. Estas são as Amazonas de Themyscira, comandadas por sua nova rainha, Núbia, que nutre a esperança de que esta missão possa ser conduzida com diplomacia, e diz que acima de tudo, Yara deve deixar o Brasil antes que alguma catástrofe desconhecida ocorra. Mas quando perguntada sobre qual atitude tomar caso Yara se recuse a deixar seu país, a Rainha não tem chance de responder. Quem também tem intenções benevolentes com nossa Mulher-Maravilha é Hipólita, que convocou Cassie Sandsmark, a atual Garota-Maravilha para encontrar a Amazona brasileira e conduzi-la a um local seguro.

    As Amazonas de Bana-Mighdall, são outro grupo à procura de Yara Flor, porém diferente das Amazonas de Themyscira, caso Yara se recuse a deixar o Brasil, ela terá sua vida ceifada. Artemis foi a Amazona escolhida para essa tarefa.

    Como comentado no início do texto, e fazendo jus ao título do post, Bana-Mighdall, Themyscira e Hipólita não são as únicas entidades com interesse em Yara, adicionando um outro elemento a esta lista, temos Hera, que havia ordenado que Eros, o Deus do Amor, caçasse Yara. Mas ele foi acidentalmente atingido por uma de suas flechas, fazendo com que se apaixonasse por ela.

    Por fim, ainda temos um grupo misterioso de Amazonas que atacou Yara em um avião. Como os detalhes das origens da brasileira ainda são desconhecidos, é possível afirmar que um terceiro grupo de amazonas exista no Brasil.

    Até o momento, podemos teorizar que existam cinco grupos diferentes perseguindo Yara, sendo eles Themycira, Bana-Mighdall, Hera, Hipólita e possivelmente um grupo de Amazonas brasileiras.

    [Via: CBR]

    Especial Esquadrão | Rick Flag: O primeiro herói do Esquadrão Suicida!

    “Segunda Guerra Mundial, um grupo de aviadores tem a missão de destruir um porta-aviões inimigo muito bem fortificado…. eles conseguem obter sucesso dando as suas vidas, mas um deles é encontrado vivo desta missão suicida, o piloto Richard Montgomery Flag, que retorna como um herói para o seu país.”

    Rick Flag é o nome das três gerações de heróis de guerra do universo DC e líder da Força Tarefa X, o Esquadrão Suicida. Criado em 1959 por Robert Kanigher e Ross Andru, ele teve sua primeira aparição em The Brave and The Bold #25, sendo um dos personagens mais antigos da equipe formada pelos vilões mais casca grossa da Terra.

    Na edição Brave and The Bold conhecemos a segunda  encarnação do personagem, o coronel Rick Flag Jr., já com uma posição de líder da “primeira” equipe a ser chamada de Esquadrão Suicida (nome dado por serem pessoas capazes de sacrificarem tudo para salvar a maior quantidade de vidas possível) mas posteriormente, conhecemos o primeiro Flag, na história Secret Origins#14 contando não apenas a origem do Rick Flag Jr. mas mostrando a importância da existência de um Esquadrão Suicida e seu líder.

    Na fase d’Os Novos 52, Rick Flag não assume o  papel de líder do Esquadrão, sendo substituído pelo vilão Pistoleiro e possuindo um papel de liderança diferente do que era utilizado nas histórias da equipe, em que o líder era o que tinha um aspecto mais heroico.

    Rick Flag é um personagem que assim como muitos conhecidos do universo DC, já apareceu em diferentes mídias. Nas animações esteve em Liga da Justiça Sem Limites no episódio 17, intitulado Força Tarefa X, cuja versão que aparece é Rick Flag Jr, liderando uma equipe do Esquadrão Suicida em uma missão de infiltração na Torre de Vigilância da Liga, tendo uma pequena referência ao histórico militar do primeiro Rick Flag.

    No episódio, quem deu voz ao personagem foi o ator Adam Baldwin, que retornou no jogo Batman: Arkham Origins Blackgate lançado em 2013. Em 2008, Flag tem uma participação em Liga da Justiça: Nova Fronteira, sendo interpretado por Lex Lang.

    Na TV, o personagem teve uma participação no seriado Smallville durante a décima temporada, nos episódios Lazarus, Shield, Ambush e Collateral. Neste último, o herói esteve trabalhando ao lado de Chloe Sullivan para ajudar o Arqueiro Verde. Flag foi interpretado por Ted Whittall, surgindo no seriado com o nome civil do personagem Richard Stafford. Além das aventuras do Superboy, Flag foi citado em Arrow, no décimo sétimo episódio da terceira temporada intitulado, Suicidal Tendences.

    A primeira aparição do coronel Rick Flag em um filme longa metragem foi no Esquadrão Suicida, em 2016, sendo interpretado por Joel Kinnaman. Inicialmente, Tom Hardy, que havia participado como o vilão Bane em Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge era cotado para o papel, porém por conflitos de agenda não pode participar do filme lançado em agosto de 2016. A produção recebeu muitas críticas e houve muita polêmica a respeito de interferência no corte final, mas conseguiu a soma de $746.8 milhões em bilheteria e um novo filme.

    No longa, Flag é um dos pontos centrais da trama por sua relação com a doutora June Moone (Magia), e a sua relação conflituosa com toda a Força Tarefa X. Um detalhe interessante sobre o longa se dá pelo fato dos dois personagens que lideram o Esquadrão Suicida nos quadrinhos estarem na mesma equipe, sendo Flag o primeiro líder e o Pistoleiro o mais recente, interpretado por Will Smith.

    Independente de qual versão seja, pai, filho ou neto, as características e traços da personalidade são sempre semelhantes, com um direcionamento moral voltado para o heroísmo e a capacidade de liderança, procurando extrair sempre o melhor de cada membro.

    ‘O Esquadrão Suicida’ estreia nos cinemas no dia 5 de novembro.

    The Flash | Vídeo dos bastidores de gravações mostra o Batman de Ben Affleck em ação

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    Revelada novas imagens e um vídeo do set de gravações do filme “The Flash”. Detalhes da motocicleta do Batman de Ben Affleck são o destaque. Confira:

    E ainda há um vídeo com o Bat-Affleck em ação. Não há certeza se é o ator ou um dublê na moto, mas o traje está de acordo com o que já vimos antes no DCEU. Locação agora filma nas ruas de Glasgow. Confira:

    Com o Barry Allen de Ezra Miller, o Batman de Michael Keaton e Ben Affleck e a Supergirl de Sasha Calle, o filme “The Flash” está previsto para estrear nos cinemas no dia 4 de novembro de 2022.

    Eisner Awards 2021 | DC Comics fatura 4 categorias da premiação

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    A DC Comics faturou 4 categorias do Eisner Awards 2021. A premiação que é considerada o Oscar dos quadrinhos, ocorreu durante a Comic-Con at Home. A editora havia recebido 17 indicações ao todo. Confira os vencedores em destaque:

    Melhor Série Limitada:

    • Barbalien: Red Planet, by Jeff Lemire, Tate Brombal, and Gabriel Hernandez Walta (Dark Horse)
    • Decorum, by Jonathan Hickman and Mike Huddleston (Image)
    • Far Sector, by N. K. Jemisin and Jamal Campbell (DC)
    • Strange Adventures, by Tom King, Mitch Gerads, and Evan “Doc” Shaner (DC Black Label)
    • Superman’s Pal Jimmy Olsen, by Matt Fraction and Steve Lieber (DC)
    • We Live, by Inaki Miranda and Roy Miranda (AfterShock)

    Melhor Publicação de Humor

    • The Complete Fante Bukowski, by Noah Van Sciver (Fantagraphics)
    • Department of Mind-Blowing Theories, by Tom Gauld (Drawn & Quarterly)
    • FANGS, by Sarah Andersen (Andrews McMeel)
    • Wendy, Master of Art, by Walter Scott (Drawn & Quarterly)
    • Superman’s Pal Jimmy Olsen, by Matt Fraction and Steve Lieber (DC)
    • What If We Were . . ., by Axelle Lenoir (Top Shelf)

    Melhor Adaptação de Outro Meio

    • Constitution Illustrated, by R. Sikoryak (Drawn & Quarterly)
    • Parable of the Sower: The Graphic Novel Adaptation, by Octavia E. Butler, adapted by Damian Duffy and John Jennings (Abrams)
    • Sapiens: A Graphic History: The Birth of Mankind, vol. 1, by Yuval Noah Harari, adapted by David
    • Vandermeulen and Daniel Casanave (Harper Perennial)
    • Slaughterhouse-Five, by Kurt Vonnegut, adapted by Ryan North and Albert Monteys (Archaia/BOOM!)
    • Superman Smashes the Klan, adapted by Gene Luen Yang and Gurihiru (DC)

    Melhor Escritor

    • Ed Brubaker, Pulp, Reckless (Image); Friday (Panel Syndicate)
    • Matt Fraction, Superman’s Pal Jimmy Olsen (DC); Adventureman, November vols. 2–3, Sex Criminals (Image)
    • Jonathan Hickman, Decorum (Image); Giant-Size X-Men, X-Men OTHERS?? (Marvel)
    • Jeff Lemire, Barbalien, Black Hammer, Colonel Weird: Cosmagog (Dark Horse); The Question: The Deaths of Vic Sage (DC Black Label); Family Tree, Gideon Falls (Image)
    • James Tynion IV, Something Is Killing the Children, Wynd (BOOM! Studios); Batman (DC); The Department of Truth (Image); Razorblades (Tiny Onion)
    • Chip Zdarsky, Stillwater (Image/Skybound), Daredevil, Fantastic Four/X-Men (Marvel)

     

    Via: [Bleeding Cool].

    Especial Esquadrão | O singular vilão: Capitão Bumerangue!

    Muitos não dão a devida atenção ao Capitão Bumerangue, chegando até a desvalorizarem o personagem. Porém, verdade seja dita, ele é um dos vilões mais originais dos quadrinhos.

    Capitão Bumerangue teve sua primeira aparição na década de 60, sendo inserido como um dos bandidos da cidade de Central City, a residência do herói Flash. George “Digger” Harkness é um criminoso letal, resiliente e muito habilidoso com bumerangues! (Olha, quem diria?!) É um dos vilões mais recorrentes nas HQ’s do Flash, aparecendo em mais de 500 quadrinhos da DC Comics.

    Digger Harkness nasceu na Austrália e cresceu em extrema pobreza. Muito cedo, foi para os Estados Unidos, onde conseguiu um emprego como dublê e garoto-propaganda de uma linha de bumerangue de uma fábrica de brinquedos. Com o passar do tempo, os negócios começaram a dar errado e, achando que não haviam opções, Digger usou sua fantasia de garoto-propaganda para conseguir dinheiro, caindo no gosto da vida criminal.

    Assim, surgiu o Capitão Bumerangue, um vigarista que faz qualquer coisa para ganhar dinheiro. Boomer, como também é conhecido, não possui superpoderes, porém, tem habilidades em produzir bumerangues personalizados e alterados que podem explodir, cortar e voltar para ele de maneira inteligente. Ele acaba criando um arsenal de diversos tipos de bumerangues, dos quais manuseia de forma letal. Harkness não é um homem de personalidade tranquila. Ele possui um temperamento explosivo, o que faz com que ataque até mesmo seus aliados, no menor indicativo de provocação.

    Em suas primeiras aparições, atuava sempre sozinho, mas com o passar do tempo se tornou membro da equipe do Esquadrão Suicida, embora não seja muito bom em trabalhar com mais pessoas. Obrigava-se a realizar serviços ao governo dos Estados Unidos por pressão da tirana Amanda Waller, diretora do Esquadrão, em troca de viver fora das grades da prisão Belle Reve.

    Apesar de sua regularidade como integrante do Esquadrão Suicida, Boomer é um dos integrantes mais odiados da equipe. Frequentemente faz comentários racistas e sexistas sobre seus companheiros de time e não é um cara confiável, pois costuma trair seus colegas. Tem uma personalidade que incomoda até mesmo aqueles que são vilões. Apesar de ser, praticamente, uma “persona non grata” (embora essa característica mude um pouco, dependendo de quem está escrevendo), Capitão Bumerangue surpreende por sua constância no Esquadrão, nos levando a crer que sua presença é tolerada devido sua eficiência nas tarefas destinadas.

    Além dos quadrinhos, já vimos mais do Capitão Bumerangue em animações, jogos de videogames, séries televisivas e no cinema, onde foi interpretado pelo ator australiano Jai Courtney, que viveu o vilão em “Esquadrão Suicida” (2016) e voltará a interpretá-lo no novo longa, do diretor James Gunn. Nas telas, o vilão é apresentado como uma figura mais agradável do que conhecemos nos quadrinhos, mantendo alguns pontos similares, como: sua antipatia por Amanda Waller (Viola Davis) e seu lado manipulador. No longa, Boomer foi o mais explosivo em suas ações, sendo capaz de atacar os guardas, mesmo estando “desarmado” de seus bumerangues.

    O ator Jai Courtney, recentemente, falou sobre o personagem no novo filme do Esquadrão Suicida e o que podemos esperar dele. Em entrevista para o Coming Soon, o ator foi questionado como se sentiria caso sua participação fosse especial, com o personagem morrendo no início do filme: “Obviamente, não posso falar sobre isso, mas ficaria desapontado caso acontecesse”. Aparentemente, pode ser um sinal que o personagem não morrerá, já que ele também falou para ScreenRant que torce para um filme com foco na relação entre Flash e Capitão Bumerangue.

    Breve encontro entre Flash e Capitão Bumerangue | “Esquadrão Suicida” (2016)

    Se dependesse do ator, certamente já teria algo em desenvolvimento, mas ele sabe que a decisão não está em suas mãos. Porém, uma coisa é certa: a disposição de Jai Courtney para interpretar o Capitão Bumerangue, mais uma vez na telona, nós temos! Basta torcer para podermos ver mais do vilão em ação, fora da equipe suicida, encarando seu arquirrival direto, o Flash.

    A data de lançamento de “O Esquadrão Suicida” está marcada para o dia 5 de agosto de 2021.

    DCEU | Um olhar sobre os arquétipos dos protagonistas desse universo

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    A ideia que define o que é um super-herói vêm sendo modificada há anos. Produções mais recentes como “Invencível” (Amazon Prime), trazem um olhar mais violento e brutal, que por sua vez, acabou ganhando o gosto popular, criando novas discussões a respeito da inadequação do “herói clássico” na modernidade. E pensando nisso, decide falar sobre como o DCEU lida com tais arquétipos. 

    Quando Joseph Campbell se refere ao arquétipo do herói em “O Herói de Mil Faces”, ele o coloca como aquele que dá vida por algo muito maior que ele próprio. Sendo um ser altruísta e de conduta moral exemplar, um verdadeiro modelo a se espelhar. Quando falamos dos super-heróis, essas qualidades são complementadas com habilidades extraordinárias, os colocando em um patamar acima do humano. 

    Ao olharmos para o universo DC nos cinemas como um todo, é perceptível diversas interpretações desse arquétipo, ocorrendo variações no decorrer das ramificações de franquias. No início, quando fomos apresentados a nova versão do Superman que, em prol de uma humanização do personagem, o diretor Zack Snyder estabeleceu uma visão mais trágica a ele, emulando em sua história paralelos com lendas e mitos gregos. 

    Com o passar dos anos e das modificações criativas sobre a direção em que o universo iria caminhar, novas propostas foram estabelecidas e os seus principais títulos acabaram abraçando cada vez mais as ideias clássicas do que é ser um super-herói, se distanciando da visão pessimista e trágica, que foi anteriormente estabelecida. 

    Dois dos grandes nomes da DC nos cinemas atualmente são a Mulher Maravilha e o Aquaman. Ambos possuem filmes de grande sucesso comercial, além de ter agradado a crítica especializada, e são os longas que mais abraçaram o otimismo e a fantasia dos quadrinhos. Aquaman (2018) usa a fase d’Os Novos 52 como base mitológica de seu mundo, entretanto, James Wan uniu nessa aventura elementos da franquia Star Wars (que bebe diretamente da “Jornada do Herói”) e das lendas arturianas para estabelecer o arco de seu protagonista. 

    No início, Arthur Cury (Jason Momoa) pode ser visto como um anti-herói, alguém que faz o bem, mas pelos seus próprios interesses e que não mede esforços para obtê-los. Deixando para a morte o pai do Arraia Negra (Yahya Abdul-Mateen II) no início do filme. A mudança moral do personagem é motivada pelo desejo de pertencimento e, ao abraçar o seu legado e entender quem é, Arthur se torna aquilo que precisa ser, um herói. Até mesmo, poupando a vida de seu irmão Orm (Patrick Wilson) durante o duelo final. 

    Já a Mulher-Maravilha (Gal Gadot), ela é a personagem que se encaixa perfeitamente no arquétipo do herói. Em Mulher-Maravilha 1984 (2020), a heroína é colocada como uma guerreira pacífica, escolhendo aposentar a sua espada para lutar por um ideal, o da verdade. A sua jornada no filme é de sacrifício em nome da humanidade. Diana precisa abrir mão de seu desejo mais íntimo, o seu grande amor, e servindo de exemplo para toda o mundo. 

    A visão de Patty Jenkins nesse filme é muito consistente, em meio ao clima inocente e de aventura, a diretora utiliza a personagem como um veículo ideológico anti- armamentista, colocando-a no contexto da Guerra Fria dos anos 80 para criar um paralelo com a modernidade e deixar uma mensagem de esperança e união, mesmo tendo caído em certas armadilhas orientalistas no caminho. 

    “I hate guns” 

    Porém, não é só de heróis clássicos que é formado o novo DCEU, existem outros caminhos para onde os protagonistas desse universo podem caminhar e, como exemplo mais notável, está o filme “Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa.” (2020). 

    Aqui, não existem heróis em seu estado mais tradicional. As personagens do filme se encaixam na ideia de anti-heroínas, pessoas que até defendem uma causa justa, mas possuem motivações pessoais e nem sempre muito nobre. Um dos maiores exemplos disso é a Canário Negro (Jurnee Smollett). Diferente da Mulher-Maravilha, os seus métodos são mais violentos por conta do contexto em que ela é inserida. Como dito, Diana escolheu trilhar um caminho pacífico, algo que não pode ser feito por outros personagens. 

    As Aves de Rapina são guerreiras reacionárias, o mundo ao seu redor é injusto e perigoso. Não existe a possibilidade de uma abordagem delicada. Dinah é uma mulher preta que teve a sua mãe assassinada pela violência de sua cidade e precisou aprender a se erguer sozinha. Em nenhum momento ela, ou qualquer uma das personagens principais são mostradas tomando o primeiro passo na ação. Elas são coagidas para sobreviver a misoginia do seu mundo.

    Its a Mans World” é umas das músicas tocadas ao início do filme e serve muito para estabelecer a misoginia onde as personagens se encontram. É um mundo cruel e injusto, principalmente para as mulheres. O Máscara Negra (Ewan McGregor) tem como principal arma o poder, humilhando e matando qualquer um que ouse desafiá-lo. É uma questão de sobrevivência, dia após dia, tomando cuidado a cada novo passo, mas, sabendo reagir corretamente a qualquer sinal de perigo. 

    É interessante as diversas formas que os diversos protagonistas do DCEU são apresentados. A liberdade criativa da nova fase desse universo e a falta da necessidade de uma total conectividade entre os filmes permite que os realizadores experimentem moldes distintos, que conversam com a proposta de cada uma das sub-franquias. Em certos casos, indo em uma direção mais clássica, se distanciando da recente onda popular de heróis mais violentos, e em outros momentos, trazendo para as telas personagens com uma moral dúbia, como será nos casos de “O Esquadrão Suicida” e “Adão Negro“. 

    Superman | Michael B. Jordan está desenvolvendo um projeto de minissérie com Val-Zod para o streaming HBO Max

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    Conforme o site Collider, Michael B. Jordan e sua produtora Outlier Society, estão desenvolvendo seu próprio projeto de um Superman negro para o streaming HBO Max, centrado na versão de Val-Zod.

    Fontes do Collider dizem que sua produtora contratou um escritor que já está trabalhando no roteiro. O projeto seria uma minissérie que Jordan produzirá e possivelmente (nada confirmado ainda) poderia até interpretar o protagonista.

    Lembrando que JJ Abrams e sua produtora, a Bad Robot, estão preparados para produzir um filme do Superman negro para a Warner Bros. Há grandes chances do personagem principal ser o Superman Presidente, o Calvin Ellis. Ta-Nehisi Coates já está trabalhando no roteiro desse projeto.

    Val-Zod é o Superman da Terra 2, um dos últimos kryptonianos e o segundo a assumir o manto do Homem de Aço. O personagem ficou órfão depois que seus pais foram executados pela alta corte de Krypton. Ele foi encontrado na Terra 2 por Terry Sloan, que ofereceu asilo ao jovem alienígena para “protegê-lo” do mundo exterior. 

    Michael B. Jordan está atualmente preparando sua estréia na direção, a frente de Creed III , enquanto também trabalha na produção de um filme do Super-Choque, para a Warner Bros.

    Via: [Collider].

    Especial Esquadrão | Conheça mais sobre o carismático Tubarão-Rei!

    Nanaue, mais conhecido como o Tubarão-Rei, surgiu pela primeira vez como um antagonista do Superboy na revista mensal do herói, em 1994. Inicialmente, os roteiristas não estabeleceram se o personagem havia sofrido alguma mutação ou se era alguma espécie de ser místico, porém, mais tarde, descobrimos que sua origem está diretamente ligada ao Tubarão-Deus, lendária criatura mística havaiana, e pai de Nanaue.

    Ao ficar sabendo da existência de uma criatura tão poderosa vivendo numa ilha aos arredores do Havaí, Amanda Waller, a líder do Esquadrão Suicida, ordenou a captura do ser para que ele fosse usado como arma por ela posteriormente. Apesar da captura ter sido um sucesso, Waller presenciou o nível de poder do Tubarão-Deus e concluiu que ele não poderia ser controlado, então decidiu apenas o manter aprisionado.

    Na mesma ilha onde o ser místico foi encontrado, haviam dezenas de seus filhos ainda em fase de formação, e, cega por cobiça, Amanda Waller trás consigo um dos pequenos tubarões para Belle Reeve para que ele fosse treinado, e com o passar dos anos, fosse controlado com o propósito de trabalhar cumprindo suas ordens.

    Por possuir uma origem tão turbulenta e nunca ter tido de fato uma família, o Tubarão-Rei é bastante carente e possui sérios problemas de comunicação e autoestima, fazendo uso da violência na maioria das situações em que se encontra.

    Depois de estrear nas páginas de “Superboy”, o vilão passou a integrar a longa lista de vilões do universo DC que vez ou outra aparecem em revistas de heróis ou equipes de peso, o que o tornou um ótimo candidato a integrar o Esquadrão Suicida e o Sexteto Secreto por um tempo.

    Mas foi no universo iniciado após o reboot d’Os Novos 52 que Nanaue começou a ganhar mais popularidade, principalmente por sua maior participação na Força Tarefa X, agora reformulada, contando com vilões como Arlequina, Pistoleiro, Capitão Bumerangue e El Diablo. Mesmo não falando muito, o Tubarão Rei tem ótimos momentos envolvendo uma combinação bizarra de humor e violência extrema nas histórias da equipe.

    Além de suas participações no Esquadrão, outra revista que chega a dar certo destaque ao personagem é a do Aquaman, onde na maioria das vezes ele assume um papel de anti-herói, mas que recentemente assumiu o posto de chefe do crime de Atlântida, na ausência de Arthur como Rei.

    Graças ao seu carisma e belo sorriso (que ocasionalmente está cheio de sangue), o Tubarão-Rei já ganhou diversas adaptações fora dos quadrinhos. Uma das mais recentes foi na série animada da Arlequina, em que ele aparece em praticamente todos os episódios, sendo o fofo e mortífero que já conhecemos e amamos. Essa parece ser a versão que mais se aproxima do que veremos em O Esquadrão Suicida, de James Gunn, pelo menos fisicamente.

    Outra adaptação que merece destaque é a da série de TV The Flash, em que vemos uma versão mais “realista” do vilão sendo feita de maneira impressionante e assustadora por computação gráfica, e que em certo momento na trama, acaba em um duelo de titãs com o Gorila Grodd!

    Já nos filmes animados, Nanaue aparece em vários, mas os que valem destacar são Batman – Assalto ao Arkham – que se passa no sombrio universo da franquia de Jogos Arkham, da Rocksteady, e por isso temos uma das versões mais diferentes do personagem até então- e Liga da Justiça Sombria – Guerra de Apokolips- que é onde descobrimos que o vilão, em algum momento, já teve um relacionamento com John Constantine, o que levou os fãs a loucura, com direito a diversas piadas e fanarts.

    Ainda vale ressaltar que além de aparecer em 2021 no novo filme do Esquadrão Suícida, o personagem será jogável no game da equipe que será lançado em 2022, pela Rocksteady. Então, daqui pra frente, tem Tubarão-Rei para todo mundo!

    ‘O Esquadrão Suicida’ estreia nos cinemas no dia 5 de agosto!

    Bartgirl | A atriz Leslie Grace será a Barbara Gordon no filme da HBO Max

    O filme da Batgirl encontrou a sua protagonista. Leslie Grace foi confirmada pelo The Warp como a Barbara Gordon no filme da DC na HBO Max.

    De origem Dominicana, Grace ficou conhecida, principalmente, pelo seu papel no musical “Em Um Bairro de Nova York“, da Warner Bros., se tornando a 3º latina a ingressar ao DCEU, ao lado Sasha Calle (The Flash) e Rachel Zegler (Shazam 2: A Fúria dos Deuses!). Conforme a Variety, as filmagens devem começar em novembro de 2021. A atriz revelou empolgação sobre sua chegada no papel:

    Barbara Gordon fez a sua primeira aparição na HQ ‘Batman #139’, de 1961, sendo uma bibliotecária e filha do Comissário Gordon, auxiliando Batman e Robin a capturar o vilão Mariposa Assassina. Desde então, Barbara foi uma das figuras mais importantes do universo do Homem Morcego, aparecendo em diversas mídias, como jogos e filmes. Em 1988, ela perdeu os movimentos de suas pernas devido a um tiro do Coringa, e adotou o codinome “Oráculo”, atuando nas sombras e ajudando o Esquadrão Suicida, Liga da Justiça e, principalmente, as Aves de Rapina.

    Segundo rumoreso vilão Vagalume será o principal antagonista do filme, que ainda não possui data de estreia. A produção contará com direção de Adil El Arbi e Bilall Fallah (Bad Boys for Life) e roteiro de Christina Hodson, responsável por “Aves de Rapina” e “The Flash”, com Kristin Burr como produtora, sendo um original da HBO Max.

    Injustice | Primeira imagem e elenco original de vozes do novo filme animado do Universo DC são revelados

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     A Warner Bros. irá adaptar a clássica saga Injustice em um filme animado. Conforme o THR, a produção será inspirada no jogo da Netherrealm Studios e na série de quadrinhos mais vendida da DC “Injustice: Gods Between Us: Year One” do escritor Tom Taylor. A história se passa em uma Terra alternativa em que o Coringa engana o Superman para matar Lois Lane, com o herói em um ataque de fúria. Este Superman desequilibrado decide assumir o controle da Terra como um tirano, levando Batman e seus aliados a tentar detê-lo.

    Injustice: Gods Among Us foi lançado como um jogo para celular e consoles em 2013, produzido pela Netherrealm Studios. A série de jogos se tornou tão popular que a DC lançou uma série de quadrinhos explorando a história.

    O elenco de vozes da animação Injustice é estrelado por Justin Hartley como Superman, Anson Mount como Batman, Laura Bailey como a Lois Lane e Rama Kushna, Zach Callison como Damian e Jimmy Olsen, Brian T. Delaney como Lanterna Verde, Brandon Michael Hall como o Cyborg, Edwin Hodge como Sr. Incrível e Crocodilo, Oliver Hudson como Homem Borracha, Gillian Jacobs como Harley Quinn, Yuri Lowenthal como Mestre dos Espelhos, Flash e Shazam, Derek Phillips como Asa Noturna e Aquaman, Kevin Pollak como Coringa e Jonathan Kent, Anika Noni Rose como a Mulher-Gato , Reid Scott como Arqueiro Verde e Victor Zsasz, Faran Tahir como Ra’s al Ghul, Fred Tatasciore como Capitão Átomo, Janet Varney como Mulher-Maravilha e Andrew Morgado como Soldado do Mestre dos Espelhos.

    Rick Morales, conhecido por Mortal Kombat Legends: A Vingança de Scorpion, está produzindo. Matt Peters, da Liga da Justiça Sombria, está dirigindo a partir de um roteiro de Ernie Altbacker (Batman: Silêncio). Sam Register é o produtor executivo.

    A previsão é que o longa estreará no último trimestre deste ano.

    Via: [THR].