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    O Esquadrão Suicida | Brutal e violento, filme é um grande acerto do diretor James Gunn!

    O Esquadrão Suicida de James Gunn consegue realizar mais do que apenas a visão de um cineasta inspirado, como também entrega um projeto grandioso, arriscado, mas realmente surpreendente.

    Quase 5 anos se passaram desde a estreia do primeiro filme que apresenta ao público a famosa Força Tarefa X, que até então, só tinha sido representada no filme animado ”Batman: Assault On Arkham” em 2014. Comandado por David Ayer, o longa ambicioso apenas em papel falhou em entregar uma narrativa que cativasse tanto fãs quanto desconhecidos ao material original. Por uns belos 3 anos, o futuro desse time nos cinemas ficou jogado no ar.

    Com U$746,8 milhões em bilheterias, era certo acreditar que o filme viraria uma franquia nas mãos do estúdio, e em janeiro de 2019, James Gunn é anunciado como diretor da tão misteriosa ‘segunda tentativa’. Agora, porque a timeline dessa franquia é tão importante quando falamos sobre o lançamento de 2021? Bom, para começar, o filme de 2016 nunca saiu dos tablóides mesmo após meia década ter se passado, e agora, com o lançamento de uma produção que está sendo vendido como um ‘soft-reboot’, ele se torna ainda mais crucial para a discussão.

    É impossível não sair satisfeito de uma sessão de ‘O Esquadrão Suicida’, principalmente quando sua principal referência é o filme anterior, e é aqui que o longa de James Gunn irá se beneficiar até demais daqui pra frente. Tudo que você leu anteriormente sobre esse filme é colocado a teste em seus primeiros 20 minutos de tela, e posso dizer sem entregar nada sobre a trama que felizmente a grande aposta feita pela Warner Bros. deu muito certo. Mas vale apontar que pouco está sendo colocado em jogo aqui, se a expectativa já é baixa, a chance para uma surpresa positiva é maior, certo? Acredito que James e seus produtores sabiam disso quando aceitaram a missão de colocar esse time de volta aos eixos, e agora, sentam no que pode se tornar uma mina de ouro para todos os envolvidos.

    Estamos em uma boa posição quando o assunto é o universo estendido da DC nos cinemas, saímos de 3 lançamentos que moderadamente se saíram bem com o público, apesar de algumas ressalvas, o cachê é positivo e a sequência de vitorias para a marca contínua intacta aqui, com uma das suas melhores entradas desde que ‘O Homem de Aço‘ iniciou esse universo compartilhado em 2013.

    O primeiro ato não desperdiça tempo com introduções demoradas, é claro que somos devidamente apresentados a novos e velhos conhecidos, mas o filme entende que o público anseia por uma narrativa mais dinâmica quando o assunto é o Esquadrão Suicida, e não decepciona e nem economiza seus minutos iniciais, que foram feitos justamente para surpreender e assustar quem deu o play no filme achando que já sabia como a história toda iria se desenrolar. O humor pesado de James Gunn tem presença forte neste começo, enquanto mais e mais personagens interagem, falas bobas são jogadas de lá para cá como uma peteca, que curiosamente, ninguém deixa cair.

    Meu medo em ver semelhanças descaradas com o outro sucesso de Gunn para outro estúdio era gigante aqui, mas posso afirmar que o humor é a única semelhança entre as franquias, e o Esquadrão continua sendo algo que pertence totalmente a DC, e não perde sua identidade em momento nenhum durante o resto do longa.

    Apesar de ser vendido como um recomeço, migalhas podem ser observadas pelo filme, principalmente aqui no início, com velhos amigos da Força Tarefa X se reencontrando, personagens explicando como foram presos novamente após os eventos do primeiro filme. É tudo familiar, mesmo que não seja.

    Sempre encarei o segundo ato de um filme como o corpo de toda a obra, e aqui temos um belo exemplo disso. O tempo que é dado para o desenvolvimento dos personagens é muito bem vindo, e feito de maneira bem natural. Não temos um remake da cena do El Diablo no primeiro filme chamando seus colegas de time de família, mas temos personagens reais, com traumas reais, e é aqui que plantamos sementes para relacionamentos que vão fazer a diferença no terceiro ato, não deixando nada gratuito ou sem sentido como na produção anterior.

    A contagem de corpos continua gritante, mas a violência acaba se tornando costumeira, com algumas exceções mais radicais. Agora, temos um objetivo, um plano e sabemos como executa-lo. É nesse segundo ato que ganhamos o coração do filme, que por motivos de evitar qualquer spoiler, deixarei em aberto sobre quem estou falando. Aqui somos surpreendidos com ótimas participações especiais, Taika Waititi, que foi devidamente deixado de fora do material de divulgação do filme, tem uma breve cena emocional ligada a um personagem X – que é muito bem posicionada.

    As cenas de ação dão uma bela de uma amadurada, o caos constante do primeiro ato apresenta cenas mais bem coreografadas e mais claras, visualmente os momentos mais marcantes no trabalho dos dublês do filme podem ser vistos aqui, apesar do diretor afirmar que muito do que vemos foi feito pelos próprios atores.

    Temos uma grande estrela no terceiro ato (literalmente), e com belas reviravoltas, uma narrativa que vai e volta bem no estilo visto em ‘Aves de Rapina’, ganhamos o terceiro ato mais coeso do que se possa imaginar. Tem exatamente de tudo que o filme apresentou anteriormente, só que aqui, tudo vem com urgência, você sabe que o filme esta acabando, mas para esses personagens que restaram, o tempo é crucial e muito bem cronometrado.

    Pela primeira vez em um bom tempo, você não tem certeza se tudo vai finalizar como ‘deveria’ ser em filmes do gênero, dando espaço para belas surpresas nos minutos finais, e um encerramento que satisfaz, mas não sem tirar algo em troca. Dói, mas você sabia que iria doer, todo mundo te avisou que doeria.

    Individualmente falando, existe um belo espaço para todos os personagens brilharem durante todo o filme. Aqueles que partem muito cedo, ganham ao menos algumas boas cenas para valer sua participação. O filme não tem protagonistas tão declarados, mas a narrativa é sim acompanhada por um trio, que ganha destaque em momentos diferentes. Harley teve seu melhor momento em Aves de Rapina, e aqui, Margot Robbie continua seu trabalho impecável como a personagem que se tornou praticamente o quarto pilar da DC nos últimos anos. A atriz se beneficiou de ter filmado Aves e Esquadrão praticamente juntos, pois se mostra extremamente confortável no papel. O Sanguinário de Idris Elba claramente serve como o substituto ao Pistoleiro de Will Smith, que não estava disponível para reprisar seu papel na sequência, e infelizmente, as comparações não somem durante o filme. Não que Elba entregue uma performance menor, pelo contrário, o personagem por muitas vezes parece uma variante do que já conhecemos e não alguém completamente novo.

    Bons destaques podem ser dados a Daniela Melchior, que garante sua visibilidade como a novata no elenco, e consegue bons momentos emocionantes com sua interpretação da Caça-Ratos 2, uma bela surpresa. Sylvester Stallone como Nanaue/Tubarão-Rei serve como alivio cômico, o equivalente ao Groot na outra franquia do diretor, mas com muito mais a fazer aqui, não só um objeto sem vida no roteiro, e sim um personagem com certas motivações e bons momentos em cena.

    Ao todo é um alívio ver o potencial desses personagens finalmente sendo usados de maneira certa, e com um final tão impactante quanto o início, o sentimento ao sair da sessão é muito satisfatório, te deixando com vontade de voltar para um Round 2, ou teorizando sobre o futuro da franquia, que é bem diferente do gosto amargo que o filme anterior nos deixou.

    Nota: 52/52 – Excelente!

    O Esquadrão Suicida | David Ayer elogia o novo filme de James Gunn, e desabafa sobre as críticas

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    Com o lançamento de O Esquadrão Suicida chegando, e as primeiras impressões do filme sendo positivas, as comparações com o filme lançado por David Ayer estão cada vez menos inevitáveis, porém, as críticas chegaram a outro nível. Fazendo o diretor do primeiro longa postar uma carta emocionante, em sua rede social, onde elogiou James Gunn e revelou informações sobre o filme de 2016.

    Após inúmeros apontamentos, parece que o diretor resolver falar falar, iniciando um texto com “Minha vez…”

    Eu coloquei minha vida em Esquadrão Suicida. Fiz algo incrível – meu corte é uma jornada intrincada e emocional com algumas “pessoas más” que são cagadas e descartadas (um tema que ressoa em minha alma). O corte do estúdio não é meu filme. Leia de novo. E minha versão não é a versão do diretor de 10 semanas – é uma edição totalmente madura de Lee Smith sobre o trabalho incrível de John Gilroy. É tudo uma trilha sonora brilhante de Steven Price, sem uma única música de rádio na coisa toda. Tem arcos de personagem tradicionais, performances incríveis, uma resolução sólida de terceiro ato. Um punhado de pessoas viu isso. […] Nunca contei o meu lado da história e nunca contarei … Sou da velha guarda assim. Então, mantive minha boca fechada e recebi o tsunami de críticas pessoais às vezes chocantes.

    O diretor concluiu dizendo que está “tão orgulhoso” de Gunn e “Eu apoio WB e estou emocionado que a franquia esteja conseguindo as pernas de que precisa… O trabalho brilhante de James fará milagres de milagres”, e que “Não vou mais falar publicamente sobre o assunto”. A tradução na íntegra da carta, com informações pessoais da vida do diretor, vocês podem conferir aqui.

    Antes do lançamento de Esquadrão Suicida, de 2016, a Warner Bros. deu um passo incomum de encomendar vários cortes do filme a vários editores. Gilroy foi creditado na versão teatral. Na época, a Warner Bros. emitiu um comunicado admitindo que o filme teve “muita experimentação e colaboração ao longo do caminho”, mas disse: “Estamos muito orgulhosos do resultado… Este é um filme de David Ayer”.

    Desde então, a Warner Bros. passou por uma extensa mudança de regime em 2019 e 2020, que incluiu Ann Sarnoff sendo nomeada CEO da WarnerMedia. Na corrida por fora, após o sinal verde que Liga da Justiça de Zack Snyder seria lançado, alguns fãs pediram pelo lançamento do corte de Ayer para Esquadrão Suicida. No entanto, o estúdio rejeitou a ideia, com Sarnoff dizendo à Variety em março: “Não iremos desenvolver a versão de David Ayer”. Quando a matéria foi publicada, Ayer twittou: “Por quê?“.  A Warner Bros. não fez comentários imediatos.

    O Esquadrão Suicida, com direção de James Gunn, terá o retorno de Viola Davis como Amanda Waller, Margot Robbie como Harley Quinn, Joel Kinnaman como Coronel Rick Flag e Jai Courtney como o Capitão Bumerangue. Juntando-se a eles no filme estão David Dastmalchian como Homem das Bolinhas, Steve Agee como Tubarão-Rei, Daniela Melchior como Caça-Ratos 2, Idris Elba como Sanguinário, John Cena como Pacificador, Nathan Fillion como TDK, Pete Davidson como Blackguard, Flula Borg como Javelin , Mayling Ng como Mongal, Peter Capaldi como o Pensador, Michael Rooker como Savant, Alice Braga como Sol Soria e Sean Gunn como Weasel.

    O filme está previsto para ser lançado nos cinemas, do Brasil, no dia 05 de Agosto.

    Especial Esquadrão | Conheça a Mongal: filha de Mongul, o Conquistador!

    Quando saíram as primeiras imagens do set de filmagens de O Esquadrão Suicida e os fãs viram pela primeira vez uma alienígena de pele alaranjada, armadura roxa e cabelos vermelhos, todos de cara se perguntaram “A Estelar vai estar no filme?!”, mas se você está aqui já deve imaginar que não, aquela não é a famosa integrante dos Titãs, na verdade é a Mongal!

    Não é surpresa pra ninguém que o diretor do filme, James Gunn, fez uma seleção um tanto diferente de personagens para estrelar o novo filme da Força Tarefa X, a maioria deles são rostos poucos conhecidos até mesmo para o mais ávido dos leitores de quadrinhos, e Mongal não é diferente.

    Ela e seu irmão, Mongul Jr. , nasceram no planeta Debstam IV, um dos vários territórios dominados e controlados por Mongul, seu pai e inimigo de longa data do Superman. Mongal e Jr. nunca se deram bem por considerarem um ao outro fraco e por ambos almejarem se tornar grandes conquistadores, assim como o pai. Mas certa vez, os irmãos chegam a se unir e vieram para a Terra com o objetivo de assassinar o Superman, como forma de honrar a memória do recém falecido Mongul, porém, como já era de se esperar, eles falham em cumprir sua missão e Mongul Jr. quase não resistiu a batalha.

    Durante a saga Mundos em Guerra, Mongal fez outra aliança improvável, dessa vez com Estelar, Darkseid, Adam Strange, Massacre, Maxima e o filho de Darkseid, Grayven, para acabar com Imperiex, o destruidor de mundos.

    Mongal também já carregou o título de guerreira rainha de Almerac, após roubar a coroa da rainha Maxima, após os eventos de Mundos em Guerra.

    Infelizmente, as maiores participações da personagem nos quadrinhos acabam por aqui, porque mais tarde, em uma disputa com seu irmão para acabar com seu último elo familiar e se tornar mais forte, Mongal acaba perdendo a batalha e sendo morta a sangue frio por Mongul.

    Anos após sua morte, seu irmão continuou obcecado em mostrar para ela que era ele quem carregava o legado do pai e que sempre foi o mais forte dentre os dois.

    Mongal nunca fez parte do Esquadrão Suicida em nenhuma mídia, pelo menos até agora! A personagem fará sua estreia em live action no filme ‘O Esquadrão Suicida’, de 2021, interpretada pela atriz e faixa preta em kung fu Mayling Ng, e parece estar bem fiel a sua versão dos quadrinhos, tanto fisicamente quanto em habilidades, visto que nas fotos promocionais ela carrega grandes armas e parece contar com sua superforça e tradicional armadura.

    Mesmo não possuindo tanto destaque, a personagem também já fez participações em animações como ‘Batman- Os Bravos e Destemidos’ e ‘DC Super Heroes Girls: Jogos Intergaláticos’.

    “O Esquadrão Suicida” estreia nos cinemas no dia 5 de agosto.

    Acompanhe o nosso #EspecialEsquadrão, apresentando os personagens presentes no filme do diretor James Gunn.

    Superman | Conheça mais sobre o Erradicador: A herança de Krypton!

    Toda sociedade tem enraizada em sua cultura alguma maneira de manter as suas memórias, seja pela arte, arquitetura ou até mesmo pela forma escrita de relatos de seu funcionamento como estrutura de sociedade. Nos quadrinhos, a mais famosa que desapareceu foi a kryptoniana, que sempre de tempos em tempos nos títulos do Homem de Aço é citada, revelando as suas diferentes camadas como estrutura social.

    Uma das formas que esta sociedade manteve suas memórias vem por meio do Erradicador, um dispositivo que armazena todas as memórias de Krypton. Ele não foi criado pelos cientistas do planeta de Sol vermelho e sim por outra sociedade alienígena que desejava preservar a sua cultura, espalhando erradicadores por todo o universo. Um dispositivo, acaba sendo encontrados pelo extremista Kem-L, que o corrompe para os seus próprios objetivos a ponto de nenhum cidadão do planeta conseguir sair sem morrer, dada a exceção de Kal- El, que teve seu DNA purificado para não sucumbir quando fugisse do planeta.

    O Erradicador como um dispositivo de proteção de existência, funciona da mesma forma como em muitas vezes vimos quando se falou sobre a sociedade kryptoniana e a suas características, um povo que se baseia na lógica e na ciência, procurando perpetuar a sobrevivência de seus costumes e pensamentos sobre o universo.

    A primeira vez que o personagem criado por Roger Stern e Curt Swan é citado nos quadrinhos, acontece em dois momentos distintos, sendo o primeiro como dispositivo na “Action Comics Annual #2” em maio de 1989, no arco The Day of Krypton Man, sendo uma máquina que tenta corromper o Superman e torná-lo um “verdadeiro kryptoniano” introjetando em sua consciência os costumes e a própria lógica da sociedade do seu planeta natal. Claro que a tentativa não obteve sucesso e em um segundo momento, na HQ “Superman: Homem de Aço #1”  de 1991, ele surge na sua forma humanoide, feita de energia pura.

    O momento de mais destaque e a verdadeira evolução do personagem para a forma e personalidade que conhecemos hoje, acontece na história “A Morte do Superman”, de 1992, narrando os acontecimento da luta que levou a vida do Homem de Aço. O arco que surge o personagem é “O mistério dos 4 Supermen” ou “Reino dos Supermen”, quando após a queda do herói surgem candidatos a assumir o seu posto. Curiosamente cada um representa um aspecto da totalidade sobre o que significa o Homem de Aço em sua importância para o mundo. O Erradicador significa o legado kryptoniano que Kal El carrega, sendo o último sobrevivente de seu planeta.

    Neste momento da história, o dispositivo é acordado na Fortaleza da Solidão e rouba o corpo do falecido Superman, criando um corpo próprio que não absorve energia solar mas a canaliza no corpo do herói e, em consquência disso, o dispositivo absorve aspectos da personalidade de Clark Kent, como o seu heroísmo, a ponto dele pensar ser o Superman, mas com métodos mais violentos e mudanças significativas em seus poderes, como lançar o raio de calor de suas mãos e a necessidade de um visor por causa da sensibilidade de seus olhos.

    No arco de conclusão da história, quando finalmente o Homem do Amanhã volta a vida, o Erradicador se alia ao Aço, Superboy e o próprio Superman, contra Hank Hanshaw, o Superman Ciborgue, sacrificando a sua existência em determinado momento da luta para que o último kryptoniano vivo pudesse existir.

    A mais recente aparição do Erradicador foi na fase Renascimento, recuperando a sua forma humanoide após absorver o sangue do filho do Superman, Jon, se tornando novamente uma ameaça para o Homem de Aço e se aliando a um grupo de vilões liderados por Zod para se vingar do Superman por todos os momentos que ele arruinou os seus planos.

    Outra versão do personagem é vista na versão do Multiverso de Trevas em Contos do Multiverso Sombrio: A Morte de Superman quando, após a morte do Homem de Aço, o dispositivo se funde com a Lois Lane que passa a se tornar a Erradicadora desta versão sombria do Multiverso. Realizamos um especial com as primeiras 4 histórias desta série, e para conhecer mais sobre a Erradicadora, você pode ler a nossa matéria clicando aqui -.

    Em outras mídias, o Erradicador aparece tanto em animações como em jogos de vídeo game. Nos games, a essência kryptoniana do Superman aparece no jogo ‘Death and Return of Superman’ lançado em 1994 para o Super Nintendo e em 1995  para o Sega Gênesis, sendo um personagem jogável em determinado momento da história com o mesmo visual e  poderes dos quadrinhos.  Além do Super Nintendo, o Erradicador surge como um personagem jogável em Lego DC Super-Villains, de 2018 ,lançado para PS4, Xbox One, MacOS e Nintendo Switch, tendo o seu visual inspirado na sua mais recente aparição, no arco Renascimento.

    Nas animações, o personagem apareceu em “A Morte do Superman” e “Reino dos Supermen”, que fazem parte do universo de animações antecedendo “Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips” e foi interpretado por Charles Halford. Nesta adaptação, houve mudanças na sua origem, sendo um programa guardião que foi ativado assim que o Homem de Aço morre em sua batalha com Apocalypse.

    Por fim, falando nas mídias live action, ele seria um dos personagens do filme cancelado Superman Lives, que teria como protagonista o ator Nicolas Cage, com Tim Burton na direção e o roteiro de Kevin Smith. Na trama, ele iria aparecer em ambas as formas e teria como função ser uma espécie de Guardião do herói de Metrópolis.

    No recente seriado lançado pela CW, Superman & Lois, o dispositivo surgiu como uma forma de possuir os habitantes de Smallville com a consciência de kryptonianos de acordo com o planos de Morgan Edge, que futuramente teria a sua verdadeira identidade revelada na trama e, ao que tudo indica no desfecho da série, também veremos a sua forma humanoide também surgir.

    Independente da forma que ele aparece, o Erradicador é um dispositivo que carrega o que é de mais importante em uma sociedade, a essência de seu povo, o seu legado, o orgulho e a sua forma de pensar como uma comunidade, preservando as memórias daqueles que já compartilharam o mesmo universo que nós.

    Asa Noturna | DC revela que Dick Grayson tem uma irmã!

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    ** Alerta de spoilers da HQ ‘Nightwing #82’, lançada recentemente nos EUA. **

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    Dick Grayson teve uma grande jornada nos últimos anos, recuperando recentemente suas memórias e mais uma vez assumindo o manto como Asa Noturna. Agora, Grayson teve uma outra grande revelação que abalou seu mundo, durante o título “Nightwing #82″. Ele tem tentado descobrir quem é Melinda Zucco, e agora, ele finalmente consegue sua resposta, mas de forma alguma ele esperava descobrir com a mãe de Melinda que ela é de fato sua irmã.

    A mãe de Melinda, Meili Lin, revelou que tinha 23 anos quando foi trazida para os Estados Unidos, por Tony Zucco, um homem violento e possessivo. Ela não tinha interesse nesse relacionamento, e um dia, durante uma viagem ao circo, ela viu sua chance de escapar. Durante sua busca por ela, Zucco encontra John e Mary Grayson, e eles acabam brigando depois que Zucco aponta uma arma para eles. Os Graysons lidam com ele com a ajuda de seus amigos.

    Meili fica e é convida por John a fazer parte do circo.  Ela afirma a Dick que “foi a época mais feliz da minha vida. John e Mary foram tão gentis comigo. Seus pais me salvaram e me protegeram.”

    Ela também esclarece seu relacionamento com John, dizendo que não se tratava de uma traição a mãe de Dick Grayson, “por favor, entenda. Eles não estavam juntos ainda. Mas foi apenas porque John colocou Mary em um pedestal tão alto … que ele não percebeu que ela o colocou em um também. Demoraria um pouco até que estivessem juntos nos pedestais mais altos. John e eu não ficamos envolvidos por muito tempo. Apenas o suficiente.”

    Ela então revela que Zucco a encontrou durante uma das turnês e a levou embora, e enquanto John procurava por ela, ele nunca a encontrou porque Zucco a levou para longe. Seis meses depois, nasceu Melinda, embora Zucco soubesse quem era o pai de Melinda. Depois de lidar com o comportamento abusivo de Zucco por anos, Meili e Melinda escaparam e foram ao circo para encontrar John, mas quando elas chegaram lá, descobriram que John e Mary tinham um filho chamado Dick, e então ela diz “Vocês todos pareciam tão felizes. Depois de tudo eles fizeram por mim. Eles não mereciam … eu fui embora. “

    Meili diz: “Sempre planejei voltar um dia. Mas antes de encontrar coragem … Tony os matou.” Ela pergunta a ele se ele teve uma vida boa e foi amado, e Grayson diz que sim. 

    Ainda não há previsão de lançamento desta HQ no Brasil.

    Via: [ComicBook].

    Batman: One Dark Knight | Jock retorna para escrever e desenhar seu próprio quadrinho sobre o Cavaleiro das Trevas

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    O icônico artista do Batman, Jock, retorna a Gotham City em dezembro de forma solo!

    Ele desenhará e escreverá uma série de histórias em quadrinhos de três edições intitulada “Batman: One Dark Knight”. Programado para estrear nos EUA no dia 7 de dezembro, One Dark Knight será ambientada durante um blecaute em Gotham City, já que Batman está, de acordo com a DC, preso do lado errado da cidade.

    Acho que a maioria dos leitores sabe o quanto adoro desenhar o Batman, então fiquei emocionado com a perspectiva de casar o visual com meu próprio enredo em “Batman: One Dark Knight”. Eu queria contar um conto de ação propulsivo e forte, ambientado em uma noite típica de Gotham City; exceto quando ocorre um blecaute, com uma noite que vai muito, muito errada para o Batman. Mal posso esperar para compartilhar mais detalhes com todos em breve!” disse Jock no anúncio.

    Confira a prévia:

    ‘Batman: One Dark Knight’ começa quando o herói está escoltando uma unidade da polícia de Gotham City pela cidade durante uma forte onda de calor. A carga deles é aparentemente um novo vilão chamado EMP (como em Electro-Magnetic Pulse, não o personagem de WildCATS Emp), e seu destino é a prisão de Blackgate. No caminho, a rede elétrica de Gotham City cai de alguma forma (e EMP poderia estar envolvido, conforme o nome dele?), colocando alguns obstáculos entre o Batman e seu destino.

    A edição do selo DC Black Label será lançada nos EUA no dia 7 de dezembro.

    Via: [Newsarama].

    Injustice | Teaser do filme animado é revelado

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    Caiu na net o primeiro teaser do filme animado ‘Injustice’. O vídeo faz parte dos extras de “Batman: O Longo Dia das Bruxas Parte 2”. Confira:

    https://www.youtube.com/watch?v=rYURM85JLR4

    Conforme o THR, a produção será inspirada no jogo da Netherrealm Studios e na série de quadrinhos mais vendida da DC “Injustice: Gods Between Us: Year One” do escritor Tom Taylor.

    Rick Morales, conhecido por Mortal Kombat Legends: A Vingança de Scorpion, está produzindo. Matt Peters, da Liga da Justiça Sombria, está dirigindo a partir de um roteiro de Ernie Altbacker (Batman: Silêncio). Sam Register é o produtor executivo.

    A previsão é que o longa estreará no último trimestre deste ano.

    Especial Esquadrão | Mais feio que briga de foice: Weasel!

    Doninhas, esses pequenos caçadores mamíferos da família Mustelidae, são caçadoras solitárias. Movem-se silenciosamente na noite e usam um odor característico para atrair as presas. Valorizada no mercado por sua pele que é usada para criação de casacos e até mesmo pincéis. Um belo animal de patinhas fofas com garrinhas afiadas e olhinhos redondos e brilhantes, que fica difícil acreditar que o nome está relacionado a um vilão tão bizarro que sua versão para os cinemas parece ter sido sumonada de uma mistura de Uncanny Valley e National Geographic.

    Weasel é um personagem com pouco destaque nos quadrinhos. Ele teve sua primeira aparição em “The Fury of Firestorm #35”, por Gerry Conway e Rafael Kayanande, em 1985, como um vilão misterioso que perseguia e matava pessoas do campus universitário, quando então o Nuclear (Firestorm) conseguiu captura-lo, descobriu que se tratava de John Monroe, um estudante na Universidade de Stanford  da turma de 1963, que era assediado e chamado de doninha por seus colegas, o deixando amargurado a ponto de se tornar um assassino anos depois. O Professor Martin Stein, parte do Nuclear que foi perseguido pelo vilão, se quer lembrava de Monroe em sua turma.

    A prisão foi seu passaporte para mais tarde fazer parte do Esquadrão Suicida,  em 1988, no título “The Doom Patrol and Suicide Squad”,  de John Ostrander, Paul Kupperberg, Erik Larsen, Bob Lewis, Steve Haynie e Carl Gafford. Sua participação no Esquadrão foi desastrosa; durante a missão de resgate do Rapina a mando do presidente Ronald Reagan, Weasel se descontrola e mata um membro da equipe, O Pensador, e em seguida Weasel é morto por Rick Flag que usa o capacete do Pensador, que por ter registrado o ataque, reage automaticamente.  

    Na HQ “Batman #666” (julho de 2007), uma edição especial ambientada 15 anos no futuro, Damian Wayne se tornou o Batman após a morte de Dick Grayson. Em uma cena de luta, Weasel aparece em um novo formato, com características menos animalescas mas que ainda lembra um rato usado em testes de laboratório. 

    Em “Forever Evil: ARGUS Vol 5”, de 2014, Wesel tem uma breve participação, em uma forma animalesca que não parece fantasia e sim características físicas do personagem.  Na edição, Steve Trevor e Nevasca estão fazendo o reconhecimento da área, quando Weasel pula dentre os arbustos para atacar Steve, que atira imediatamente, em seguida Weasel é congelado, e não fica claro se de fato o personagem está morto ou não. 

    A morte não é o fim para Weasel, que já que ele foi reanimado algumas vezes. A primeira foi quando Koschei, o Imortal, reanimou muitas das vítimas do Esquadrão para se vingar, e em “A Noite Mais Densa”, ele foi reanimado por um membro da Tropa dos Lanternas Negras.

    Entre os poderes de Weasel está agilidade e força, que somados a psicopatia e imprevisibilidade do personagem podem ser fatais. As garras afiadas são usadas para estraçalhar a carne de qualquer um que cruze seu caminho. O personagem com poucas histórias parece medíocre para ser usado nos cinemas, porém, a falta de profundidade e estranheza podem significar um diferencial enorme no filme “O Esquadrão Suicida”.

    No trailer, não fica claro se trata-se de uma fantasia como em sua primeira aparição ou modificação do seu DNA. Weasel é interpretado por Sean Gunn, irmão do diretor James Gunn, que já tem experiência em personagens excêntricos e que dependem de CGI. Em “Guardiões da Galáxia”, o ator interpreta Kraglin dos Saqueadores e também é responsável pelas cenas do Rocket Raccoon, mesmo que a voz seja do ator Bradley Cooper. 

    Com o filme devemos conhecer mais do Weasel e talvez mais uma morte, já que James Gunn deixou claro que não teve impedimentos para eliminar qualquer personagem do filme. 

    “O Esquadrão Suicida” estreia nos cinemas no dia 5 de agosto.

    CWverso | Segunda temporada de ‘Stargirl’ e sexta e última temporada de ‘Supergirl’ ganham novos trailers

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    A The CW revelou dois novos trailers para a sexta e última temporada de “Supergirl” e segunda temporada de “Stargirl”. Confira abaixo o da ‘Stargirl’:

    Agora, confira o trailer da sexta e última temporada de “Supergirl”.

    A segunda temporada de ‘Stargirl’ estreia no dia 10 de agosto, na The CW. E a última temporada da série ‘Supergirl’ estreia no dia 24 de agosto.

    Especial Esquadrão | Conheça mais sobre Robert DuBois, o Sanguinário!

    Seguindo com o nosso #EspecialEsquadrão, apresentando os personagens presentes no filme do diretor James Gunn, hoje é dia de conhecer mais sobre o Sanguinário (no inglês, Bloodsport).

    No filme, ele será interpretado pelo ator Idris Elba, dando vida a primeira versão do personagem, chamada Robert DuBois. Ele é um dos três personagens conhecidos como Sanguinário e provavelmente o mais memorável dos três. Ele surgiu pela primeira vez nos quadrinhos em Superman #4″ de 1987 , criado por John Byrne e Karl Kesel, e foi um dos primeiros novos personagens a enfrentar a versão pós-Crise do Superman. O Sanguinário usa um armamento de alta tecnologia, incluindo por vezes balas de kryptonita e tem a capacidade de teletransportá-las para suas mãos estando elas em um local remoto.

    Robert Dubois foi convocado para a Guerra do Vietnã e ficou com muito medo de morrer, decidindo fugir para o Canadá. O irmão mais novo, Michael, se alistou no lugar dele. Na sua primeira aparição nos quadrinhos, Sanguinário assola Metropolis, reclamando sobre como a população em geral é ingrata pela ajuda do irmão ao país durante a participação na guerra. Superman em um primeiro momento parece subjugar o agressor, mas fica surpreso quando o Sanguinário atira nele com uma bala feita de kryptonita. A suspeita do Superman sobre Lex Luthor estar por trás deste ataque é verdadeira, já que Lex forneceu ao vilão a kryptonita e um transportador de armas que lhe permite gerar constantemente novas armas de fogo.

    Depois que o Superman descobre o plano, Sanguinário está prestes a detonar uma bomba. Então, Jimmy Olsen chega com um homem amputado e é revelado que esse homem é o irmão de DuBois, Michael, que foi ferido durante a Guerra do Vietnã. Michael implora a Robert para esquecer a vingança e deixar tudo para trás, então, o Sanguinário desiste.

    Alex Trent: O segundo Sanguinário.

    Após a criação de DuBois, tivemos Alex Trent, um supremacista branco que se apropriou do nome Sanguinário enquanto DuBois estava na prisão. Ao contrário de DuBois, cuja tecnologia veio a ele quando era mais velho, Trent foi parte de um experimento ainda quando criança – adquirindo os mesmos poderes.

    No título ‘The Adventures of Superman #526′, os dois Sanguinários se encontram pela primeira vez – na prisão. DuBois é um homem negro – então, claro, há um estranhamento quando ele e Trent percebem que compartilham o mesmo nome e poder. O embate aconteceria de qualquer maneira, então a prisão tentou minimizar os danos organizando uma luta de boxe, algo que poderia acontecer dentro de um conjunto de regras e com os guardas presentes, para evitar que as coisas piorassem. Claro que a ideia foi evidentemente terrível e a luta desencadeia um motim na prisão.

    O Superman chega para ajudar e está controlando a multidão enquanto o evento principal acontece. DuBois leva a vantagem, mas ao invés de matar Trent, ele rouba a Toastmaster (uma das superarmas do Aço) e tenta escapar explodindo um buraco no portão da prisão. Ele é morto por guardas. Trent é levado de volta para sua cela e depois queimado até a morte por outros membros da Irmandade Ariana, que estavam aparentemente insatisfeitos com o seu desempenho na luta.

    Um terceiro personagem fez algumas aparições nos quadrinhos e nunca foi de fato nomeado. Ele assumiu os poderes de DuBois e se parece com DuBois, então é possível que ele tenha sido revivido nos bastidores ou que os escritores e editores que usaram o nome de “Bloodsport III” ficaram confusos na época… ou até mesmo optaram por ignorar a morte de DuBois.

    Não é surpresa que Gunn tenha decidido colocar DuBois na equipe do Esquadrão. O produtor Peter Safran descreveu a produção como um “filme de guerra corajoso dos anos 1970”, um tema que se assemelha perfeitamente à história do Vietnã relacionada a DuBois. Ao mesmo tempo, a origem do Sanguinário provavelmente seja ajustada, já que ele parece ser muito jovem para ter servido o exército há décadas. Ele estará na prisão justamente por disparar uma bala de kryptonita contra o Superman.

    No filme “O Esquadrão Suicida”, a atriz Storm Reid interpretará a filha de Sangunário, Tyla. O papel de Reid poderá substituir o de Mickey nos quadrinhos, sendo ela a bússola moral de Robert, o levando a ter ainda aquela história com fundo emocional.

    O ator David St. Louis como Robert DuBois na série “Supergirl”.

    Em live-action, o personagem fez sua estréia na TV na série “Supergirl”, interpretado pelo ator David St. Louis. Na trama, ele também é um ex-soldado do Exército dos Estados Unidos e trabalha como o líder de uma equipe de mercenários.

    “O Esquadrão Suicida” estreia nos cinemas no dia 5 de maio.