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    Liga da Justiça vs. Legião dos Super-Heróis | Novo título de Brian Michael Bendis será lançado em janeiro

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    Conforme divulgado em setembro, a DC confirmou o encontro entre as super equipes em uma série limitada de seis edições que terá início em 11 de janeiro de 2022, nos EUA. Os quadrinhos terão a história escrita pelo atual roteirista de Liga da Justiça, Brian Michael Bendis, com ilustrações de Scott Godlewski.

    A série deve trazer um prelúdio dos planos de Darkseid que foram revelados no encerramento da edição #6 de Infinite Frontier.

    Segundo a própria DC, a Liga da Justiça e a Legião do Super-Heróis, a super equipe de 1.000 anos no futuro, descobrem que suas realidades estão em colapso devido a uma “grande escuridão”, o que faz com que precisem se unir para enfrentá-la.

    A descrição do crossover divulgada pela editora menciona que os heróis irão se unir. Entretanto, no título oficial, consta a palavra “versus”. Teremos que aguardar para descobrirmos o desenrolar.

    A DC também promete revelar uma conexão entre a Grande Escuridão e os novos Lanternas Dourados que foram introduzidos por Bendis durante seu período sob comando dos quadrinhos da Legião.

    A Grande Escuridão é uma homenagem à clássica história de 1982 da Legião dos Super-Heróis, que teve a participação de Darkseid. A “Saga da Grande Escuridão” teve roteiro de Paul Levitz e ilustrações de Keith Giffen, sendo um dos arcos mais queridos da DC em todos os tempos.

    Confira todas as solicitações da DC para janeiro/2021 -clicando aqui-.

    Via: [Newsarama].

    Superman & Robin Special | Jon Kent e Damian Wayne se reúnem em novo título nos quadrinhos

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    Jon Kent e Damian Wayne, anteriormente conhecido como ‘Superfilhos’ e agora conhecidos como Superman e Robin, estão se reunindo para o título “Superman & Robin Special #1” em janeiro de 2022.

    De acordo com a DC, um fantasma do passado de Jon voltou e ele vai precisar de seu antigo parceiro, Damian, para “uma última missão no coração das trevas”.

    Confira as três capas da edição de estreia abaixo:

    Superman & Robin Special é escrito por Peter J. Tomasi, que costumava escrever as séries “Super Filhos”, “As Aventuras dos Super Filhos” e “Super Filhos do Amanhã”. A edição única de 48 páginas estará à venda, nos EUA, a partir do dia 25 de janeiro e é ilustrado por Viktor Bogdanovic (que também desenha uma capa) com capas variantes de Jorge Jimenez e Rafa Sarmento.

    Via: [Newsarama].

    Batman Superman: World’s Finest | Mark Waid está de volta a DC!

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    O escritor Mark Waid está de volta à DC, e seu primeiro grande projeto na editora é descrito como um “novo dia” para Batman e Superman.

    Waid está se juntando ao artista da ‘Detective Comics’, Dan Mora, para uma narrativa ainda sem título (mas apelidada de ‘Melhores do Mundo’ na arte conceitual), que começará como uma história de suporte no título “Detective Comics #1050”. O editor diz que a história de apoio de Waid e Mora “é apenas o começo” para a dupla criativa e os dois super-heróis.

    Detective Comics # 1050 também terá uma segunda trama de backup de Matthew Rosenberg e Fernardo Blanco, a quarta parte de sua série ‘House of Gotham’ publicada também nas edições de Detetive Comics de janeiro. Waid havia trabalhado na editora pela última vez em 2008, e recentemente teve uma pequena contribuição em ‘Dark ‎‎Nights: Death Metal: The Last Stories Of The DC Universe‎‎ #1‘.‎

    A estreia de Waid e Mora será na “Detective Comics #1050”,  à venda nos EUA no dia 25 de janeiro de 2022.

    Via: [Newsarama].

    Batman: The Knight | DC revela nova minissérie com o escritor Chip Zdarsky

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    A talentosa equipe composta pelo escritor Chip Zdarsky e o desenhista Carmine Di Giandomenico explorará os primeiros dias do Batman como o Cavaleiro das Trevas na série intitulada Batman: The Knight, que visa apresentar como um jovem passou da superação de sua dor e raiva com a morte dos pais, transformando-se num combatente do crime controlado e disciplinado que todos nós conhecemos e amamos. Confira a prévia:

     

    Confira a sinopse:

    “A origem de Batman e sua luta sem fim contra o crime em Gotham City é uma mitologia moderna, mas e a história no meio? Como um jovem furioso e machucado se tornou o detetive e combatente do crime mais talentoso que o mundo já conheceu? Como o Cavaleiro das Trevas … começou? Chip Zdarsky (Demolidor) e Carmine Di Giandomenico (The Flash) exploram a jornada de Bruce Wayne para se tornar o Batman nesta nova série.”

    Batman: The Knight é uma série limitada de 10 edições e iniciará suas publicações, nos EUA, em janeiro de 2022.

    Via: [ComicBook].

    Catwoman | Título ganha nova equipe criativa

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    A ex-escritora exclusiva da Marvel, Tini Howard, está assumindo o título de Mulher-Gato na DC, e está trazendo outro ex-aluno da Marvel Comics com ela: o artista Nico Leon.

    Continuando depois da run atual da Mulher-Gato de Ram V e Fernando Blanco, que começou no final de 2020, Howard e Leon’s Mulher-Gato trarão Selina Kyle de volta a sua cidade natal, Gotham, depois de passar vários anos na vizinha Alleytown. Ela saiu, em parte, depois de deixar o Batman no altar na edição do casamento, em Batman #50.

    Agora realocada em Gotham City, a Mulher-Gato vai mergulhar de cabeça de volta ao submundo de Gotham e entrar em um dos clubes underground mais seguros da cidade para roubar o que DC chama de “material de chantagem”. Que habilidades especiais ela usará? Um disfarce com saltos plataforma de 12cm (possivelmente semelhantes aos vistos na capa da Mulher-Gato #39).

    “Não quero ir muito longe no que está sendo feito título – Selina e eu concordamos que não há nada mais tentador do que provar seu valor – mas você deve saber que eu vim com muitos planos”, Howard escreve em seu boletim informativo . “Estou construindo um conto centrado na Mulher-Gato como Gotham nunca viu. A forma dessa história, o que a torna uma leitura obrigatória para a vida de Selina Kyle, tudo ficou claro para mim enquanto eu trabalhava nisso. Nos ombros de gigantes que contaram meus contos favoritos da Mulher-Gato como [Ed Brubaker], [Darwyn Cooke] e [Geneveive Valentine], e eu sou muito grato. “

    A run será colorida por Jordie Bellaire, supervisionado pelos editores da DC Jess Chen e Jessica Berbey. A capa principal da Mulher-Gato #39 foi desenhada por Jeff Dékal, com versões variantes de Jenny Frison e Sozomaika.

    Mulher-Gato # 39 estará à venda nos EUA a partir de 18 de janeiro de 2022.

    Via: [Newsarama].

    O Beijo do Superman

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    Parem as máquinas o Superman beija.

    Yes, aquele azulão com cueca por cima da calça, ops, isso também mudou. Aquele cara boa praça amigo de todos e assim como o da vizinhança, aquele que sempre teve um par romântico. Sim, senhoras e senhores este ser supremo, ele beija.

    Bem, agora ele também beija homens.

    Jon Kent, filho de Clark Kent e Lois Lane é o novo Superman do Multiverso DC a partir da edição Son of Kal-El, onde o protagonista será bissexual e namorará seu colega repórter, Jay Nakamura. Tudo normal não é? Um herói vai ter um par romântico, dar uns beijinhos super de boa e kriptonita pra lá kriptonita pra cá, enfim. Deveria ser tranquilo, mas os preconceituosos não reagem bem ao amor.

    O filho do Presidente da República, Deputado Federal, Eduardo Bolsonaro ficou irritadinho e postou nas redes sociais: “Chegou o dia em que é obrigatório! Para ser aprovado pelo establishment midiático é preciso pagar um pedágio, eles querem decidir por você e ditar o monopólio das virtudes. Vários desses super-heróis inspiram adolescentes e crianças. Mas o problema é o garoto de policial, né?”

    Para o deputado, atualmente existe uma obrigatoriedade para representar personagens que sempre ficaram de escanteio. Seria maravilhoso se fosse verdade. Vamos lembrar, quantas vezes vimos o Superman beijando a Lois Lane? Quantas vezes alguém questionou isso? Quantos inúmeros casais héteros existem no mundo dos quadrinhos e sempre, sempre convivemos com isso?

    Existiu sempre uma obrigatoriedade de personagens héteros nos quadrinhos, assim como a falta de personagens negros ou mulheres sendo usadas como artifício sexual, personagens LGBTQIA+ escassos ou totalmente caricatos. Sempre vimos isso e o foco dos quadrinhos é o público infanto/juvenil no geral. Óbvio que não houve nenhum problema nessas retratações que pudesse influenciar negativamente crianças e adolescentes não é Eduardo?

    O homem de 37 anos, vulgo Eduardo Bolsonaro, seguiu argumentando na publicação: “A intenção não é democratizar os super-heróis ou tornar o mundo + tolerante, é o contrário: destruir a masculinidade dos mais tolerantes para dominar estes cordeiros e instigar o ódio nos resistentes para poder acusá-los de homofóbicos e depois a esquerda se dizer protetora dos gays”.

    Pausa para respirar de novo (eu preciso).

    “A intenção não é democratizar os super-heróis.” Isso deveria ser naturalmente o básico. Heróis deveriam ser democráticos ao ponto de representar todo mundo. Vamos repetir, T-O-D-O M-U-N-D-O. Pode parecer novidade para os preconceituosos, mas existem jovens (seguindo a linha de que quadrinhos são para eles) que não são hétero, cis, branco, homem.

    Ainda pode parecer novidade para alguns, mas o mundo é diverso e quem lê quadrinho também. Entretanto, o dinheiro que paga o quadrinho é igual. Se eu homem gay quero ler um quadrinho do Superman, vou pagar o mesmo valor que meu amigo hétero Will vai pagar. Nunca houve desconto para mim quando sempre existiu uma obrigatoriedade de personagens héteros. Ainda não me contaram que existe um vale para eu poder trocar a minha suada grana que gastei com romances héteros por histórias bem contadas de personagens LGBTQIA +.

    E sobre “destruir a masculinidade dos mais tolerantes para dominar estes cordeiros e instigar o ódio nos resistentes para poder acusá-los de homofóbicos”, é difícil até de ler, eu sei, mas o processo de masculinidade é algo tão tóxico e ao mesmo tempo tão mal compreendido, que um homem de 37 anos, está berrando aos quatro cantos sobre um personagem que nem existe no mundo real.

    Homens, em geral, são mal criados. Seja pelos seus próprios pais e pessoas próximas ou pela própria sociedade. Crescemos achando que o mundo é nosso e todos devem nos servir. Os quadrinhos recriaram isso por décadas. Eram histórias escritas por homens (em sua maioria) que se sentiam rejeitados pela sociedade e que nunca ouviram falar de terapia. Esses homens impunham nas páginas toda a sua visão de mundo deturpada.

    A criança/adolescente lia aquilo e achava normal mulheres sendo representadas apenas como peito e bundas e você, o protagonista, porque era assim que você deveria se sentir ao ler, o todo poderoso fod**. Assim foi se criando por muito tempo o machismo, o preconceito e todo esse lado podre que existe nesse meio tanto quanto existe na sociedade.

    Não é surpreendente que um homem branco hétero cheio de privilégios se sinta tão incomodado com algo que não se assemelhe a ele. O mundo não foi projetado para que ele saia do palco porque o palco é dele. Agora, sinto informar a todos os preconceituosos que o palco mudou. O Superman é bi! e escrevo gritando, porque é preciso. A todos os que tem ódio no coração, o Super representa esperança e a nossa esperança é que ele vai beijar muitas bocas.

    Pausa para ofender o conservadorismo. Bocas masculinas e femininas. Viva Adão e Ivo!

    O roteirista Tom Taylor disse sobre o quadrinho:

    “Não é um truque para chamar a atenção. Quando me ofereceram este trabalho, pensei: ‘Bom, se é para termos um novo Superman, seria uma chance desperdiçada imaginá-lo como outro salvador branco e heterossexual’. Sempre disse que todo mundo precisa de heróis, e que todo mundo precisa ver a si mesmo nos seus heróis. O símbolo do Superman sempre se levantou em defesa da esperança, da verdade e da justiça. Hoje este símbolo representa algo além. Hoje, mais pessoas podem se ver refletidas no super-herói mais poderoso das HQs.”.

    Se você é fã de quadrinhos como eu, sabe que o que mais importa não é a sexualidade de um personagem e que isso não impede em nada a história. O que importa é que a história seja bem contada, tenha um bom roteiro. Se você é preconceituoso como o Eduardo, não leia mais quadrinhos.

    Todos realmente precisamos de heróis. Todos. Agora, mais do que nunca, o Super voou alto aos céus, onde o preconceito será destruído igual o Zod enquanto o nerd preconceituoso grita: NÃOOOOOOOOOO!

    Superman: O Retorno | Mais do que um retorno, uma homenagem ao legado de Christopher Reeve

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    Sendo um dos maiores símbolos de heroísmo da Cultura Pop e estabelecendo características e trejeitos para todo um gênero, quando o Superman chegou as telas de cinema em 1978, na pele do carismático Christopher Reeve, o personagem marcou mais uma vez a história fazendo o mundo acreditar que era possível um homem voar. Com o passar dos anos, infelizmente, a franquia acabou se esvaindo até chegar em seu derradeiro fim em 1987, no filme “Superman IV – Em Busca da Paz”. Entretanto, o herói nunca saiu do imaginário popular, ansiando por um retorno triunfal, que só pode ser possível em 2006, quando Brandon Routh herdou o manto.  

    Demorou cerca de 19 anos para que Hollywood trouxesse o escoteiro encapuzado de volta as telas, em uma jornada muito exaustiva, mostrando que o estúdio não sabia ao certo como trabalhar com a mitologia do personagem. Nesse meio tempo, outras investidas com o Homem de Aço foram feitas para a TV, como foi o caso de Smallville. Porém, o personagem permanecia sendo uma marca importante demais para se manter reclusa apenas nesse formato. 

    O início dos anos 2000 foram o momento de renascimento para o gênero de super-heróis, com produções surgindo pontualmente, mas se mostrando como uma nova tendência de marcado bastante lucrativa para os estúdios. A Warner há muitos anos já tinha planos para o retorno do herói, o que resultou em um número bastante variado e singular de projetos do Superman, aonde certas liberdades criativas haviam sendo tomadas, podendo ser consideradas mais como reinterpretações do que adaptações. Algumas dessas produções até chegaram a começar a desenvolver um corpo, mas foram rapidamente descartadas, muito por conta de divergências internas. 

    Após uma longa jornada de 12 anos de tentativas falhas e tentativas com 3 diretores diferentes, o filme do Superman estava finalmente de volta aos trilhos. Para comandar o projeto, a Warner contratou o diretor Bryan Singer, que já havia emplacado sucessos como X-Men – O Filme (2000) e X-Men 2 (2003). Singer planejou a produção como sendo uma continuação espiritual dos dois primeiros filmes estrelado por Reeve, rejeitando qualquer ideia que fugisse do material original e fazendo questão de retomar alguns elementos clássicos, como a trilha sonora composta por John Williams. 

    Com o roteiro pronto, foram escolhidos os nomes que estrelariam a produção. Para encarnar a nova versão do Homem de Aço foi escolhido o ator estadunidense Brandon Routh, que conquistou Singer graças a familiar semelhança com Reeve e seu jeito desengonçado e doce, ao melhor estilo Clark Kent. Kate Bosworth foi escolhida para interpretar a destemida jornalista Lois Lane e, por fim, Kevin Spacey seria responsável por dar vida ao grande antagonista do filme, Lex Luthor. 

    O filme possui uma atmosfera saudosista e melancólica, mas sem nunca abrir mão do espírito esperançoso do personagem. Na trama, vemos um mundo que ficou 5 anos sem a presença do Superman, que viajou para o espaço com a intenção de encontra os destroços de seu planeta natal e, de alguma forma, estabelecer uma conexão mais forte com o seu passado. Ao retornar para casa, e ser recebido por uma amorosa Martha Kent (Eva Marie Saint), Kal-El se mostra reflexivo, se conectando a sua velha vida aos poucos, preferindo olhar para o horizonte em vez de se afogar em remorso, olhando para a vastidão da Fazendo dos Kent e se recordando do seu primeiro voo. 

    Apesar de recriar certos momentos chaves, Singer não perde tempo recontando a origem do herói, já pressupondo o conhecimento básico do público com a história, mostrando um Superman em seu pleno potencial e preferindo focar em seus conflitos como Clark Kent. Ao voltar para Metropolis e com a correria do Planeta Diário, Clark encontra um ambiente remodelado, mas familiar. Vivo. Revendo velhos rostos e descobrindo que as pessoas e o mundo precisaram seguir com suas vidas sem ele, ou eles.  

    Porém, quando chega o momento de necessidade, o Superman sempre estará pronto para subir alto e ir avante contra todo e qualquer mal. Quando ele faz sua primeira ação pública, mantendo a tradição de sempre salvar um avião, é ressaltado um elemento que veio a se perder no gênero ao longo das décadas, o heroísmo. Socos e explosões são elementos comuns que atraem a atenção do espectador, mas é importante entender que esses personagens são construtos moralistas, criados e moldados para inspirar o melhor na humanidade. O filme é esperto em mostrar esses feitos através do olhar humano sem criar uma relação de adoração religiosa, colocando a mídia em foco e a tornando elemento essencial na narrativa, usando Clark Kent como um observador passivo em meio à euforia desenfreada. Nada mais importava naquele momento, o Superman estava de volta!

    Enquanto o mundo volta seus olhos para os seus grandes feitos, a relação Lois/Clark/Superman ganha protagonismo. A jornalista se mostra ressentida com a partida do herói e prefere se esquivar de todas as formas da sua presença, mas mostra ainda ter sentimentos fortes quando o mesmo volta para sua vida, muito disso por estar sempre no lugar errado e na hora errada. Um dos fatores que pesam bastante na balança é a vida estável que a mesma construiu ao lado de Richard White (James Marsden), seu noivo, e o pequeno Jason, (Tristan Lake Leabu) que mais adiante no decorrer do filme se revela como fruto do amor de Lois com o escoteiro encapuzado. 

    Paralelamente a tudo isso, Lex Luthor planeja o seu maior e mais complexo plano até agora. Ele se livrou de uma pena perpétua pelo não comparecimento do Homem de Aço ao tribunal devido a sua viagem para as estrelas (algo arquitetado pelo mesmo, como é revelado no jogo do filme). Essa encarnação bebe muito da versão canastrona de Gene Hackman, com planos mirabolantes e perucas para todos os gostos, mas adicionando um ar sarcástico ao personagem que beira ao sadismo, tornando-o ainda mais vilanesco que seu antecessor. 

    Seu grande plano na realidade é uma versão mais robusta do que foi mostrado em 78, utilizando a tecnologia dos cristais kryptonianos para produzir uma nova massa de Terra para vende-la para grandes potências por um preço absurdo. Uma nova Krypton surgindo em meio aos mares. Usando na mistura fragmentos de kryptonita, como uma afronta ao Superman. Um paraíso mortal feito das memorias de seu lar a muito tempo perdido. 

    Após uma série de eventos e encontros que levaram ao confronto final entre Lex e Superman, o herói sai gravemente ferido, mas decide fazer um sacrifício final, atirando a Fortaleza de Lex na imensidão do espaço. O vilão consegue fugir, entretanto, se vê perdido em uma ilha deserta, Superman, por outro lado, acaba entrando em coma por conta da prolongada exposição ao material radioativo, deixando o mundo em um estado de aflição. Lois, agora tendo o perdoado e temendo sua morte, decide visita-lo no hospital e confessar a verdadeira natureza de Jason e de seus sentimentos por ele. 

    Um tempo depois, Superman acorda e decide visitar o seu filho, recitando uma passagem eternizada pela voz de Marlon Brando como Jor-El, onde promete ao seu herdeiro que nunca irá deixa-lo só, se despedindo tanto dele quanto de Lois ao fim, subindo aos céus e finalizando a história com ele indo em direção ao espaço e saudando o público, assim como Christopher Reeve em suas aventuras. 

    A produção é uma homenagem ao legado de Reeve e seus filmes, emulando a atmosfera e fazendo referências diretas ao primeiro filme, como a dificuldade de Lois com as palavras ou reutilizando frases famosas. Já foi revelado por Singer que uma participação do ator estava planejada, entretanto, Reeve havia falecido antes do início das filmagens, ganhando uma dedicatória especial nos créditos iniciais, ao lado de sua esposa Dana Reeve. 

    Lançado em 2006, Superman – O Retorno teve um orçamento de $270 milhões, tornando-se o filme de super-herói mais caro já feito na época. A recepção da crítica foi bastante positiva, rendendo elogios do cineasta Quentin Tarantino, que prometeu uma resenha de 20 páginas dizendo os motivos do porquê ama tanto o filme. Inclusive possibilitando o lançamento da versão do diretor de Superman II – A Aventura Continua (1980) no dia 28 de novembro de 2006, cinco meses após a chegado do filme aos cinemas. 

    A produção arrecadou cerca de $391,1 milhões de dólares mundialmente, sendo um número inferior ao que era esperado pelo estúdio, não superando a arrecadação de Batman Begins (2005) mas, ainda assim, havia se tornado o segundo filme da DC Comics de maior bilheteria já feito na época, depois de Batman (1989).  

    Nas premiações, as grandiosas sequências de regaste rederam ao filme indicações na categoria de Melhores Efeitos Visuais no BAFTA Awards e na edição de 2007 do Oscar. Em contrapartida, a atriz Kate Bosworth foi indicada ao Framboesa de Ouro na categoria de Pior Atriz, por interpretar uma Lois Lane sem uma personalidade cativante, em comparação com a sua antecessora Margot Kidder. 

    Uma sequência foi planejada, com Bizarro e Brainiac como possíveis vilões. No entanto, devido a atrasos frequentes, bem como ao enorme orçamento do primeiro filme e o retorno de bilheteria abaixo do esperado, ele foi cancelado. O personagem só voltou para os cinemas em 2013, no filme Homem de Aço, dirigido por Zack Snyder. 

    A falta de grandiosas batalhas é frequentemente apontada como o motivo da recepção morna da produção, mas é importante salientar as extensas sequências de ação, preferindo mostrar o herói usando sua geniosidade na contenção de danos colaterais e salvação da população, não sendo sugado para o espetáculo de violência desnecessária que acabaria por se torna o gênero de super-heróis anos depois.

    No geral, o filme permanece sendo uma excelente adaptação do personagem e um tributo ao trabalho de Christopher Reeve, unindo o heroísmo espirituoso a um drama que não tira o brilho do herói,  conseguindo o feito de trazer o Superman de volta aos cinemas após anos de indecisões quanto ao seu rumo e problemas nos bastidores, algo vagamente familiar ao status do personagem poucos anos atrás. 

    The Batman | Diretor Matt Reeves compartilha imagem inédita do filme

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    O diretor de ‘The Batman’, Matt Reeves, foi até as redes sociais para compartilhar uma imagem inédita do filme, em preparação para o novo trailer que será divulgado durante o DC FanDome, neste sábado, 16.10. Confira:

    “Um bom dia de Gotham City… Mal posso esperar para te mostrar mais no #DCFanDome, neste sábado.” disse o diretor.

    The Batman é estrelado por Robert Pattinson (Batman), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), Paul Dano (Charada), Andy Serkis (Alfred) e Colin Farrell (Pinguim). Filme chegará aos cinemas no dia 4 de março de 2022.

    Batwoman | Novas imagens da terceira temporada revelam o visual do Crocodilo na série

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    O Entertainment Weekly divulgou imagens inéditas do 2º episódio da 3ª temporada de ‘Batwoman’, intitulado ‘Loose Tooth’, revelando o visual do Crocodilo na série. Confira:

    Photo: Katie Yu/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

     

    Abaixo a descrição do personagem.

    “Um adolescente chamado Steven se transforma na criatura após pegar o dente do Crocodilo original. Sua fome e ferocidade podem até exceder a de seu antecessor.”

    A protagonista da série, Javicia Leslie, comentou sobre a chegada do personagem.

    “Foi muito divertido”, diz Leslie sobre as filmagens do episódio. “Eles contrataram um ator que era grande na vida real. Ele é um cara realmente grande, então não tivemos que fingir nada com efeitos especiais. Então, as acrobacias foram divertidas e ele foi assustador.” disse a atriz.

    O EP “Loose Tooth” vai ao ar no dia 20 de novembro, na The CW.

    The Batman | Revelado um novo teaser com a voz do Homem Morcego de Robert Pattison

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    Um novo teaser de “The Batman” foi revelado anunciando o trailer que será lançado neste fim de semana -sábado, 16 de outubro- durante o DC FanDome. Confira:

    “Não é apenas um sinal; é um aviso.”

    Favoritando o tweet divulgado, você receberá mensagens automáticas sobre quando o trailer será liberado.  ‘The Batman’ tem previsão de estreia nos cinemas para março de 2022.