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Catwoman | Título ganha nova equipe criativa

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A ex-escritora exclusiva da Marvel, Tini Howard, está assumindo o título de Mulher-Gato na DC, e está trazendo outro ex-aluno da Marvel Comics com ela: o artista Nico Leon.

Continuando depois da run atual da Mulher-Gato de Ram V e Fernando Blanco, que começou no final de 2020, Howard e Leon’s Mulher-Gato trarão Selina Kyle de volta a sua cidade natal, Gotham, depois de passar vários anos na vizinha Alleytown. Ela saiu, em parte, depois de deixar o Batman no altar na edição do casamento, em Batman #50.

Agora realocada em Gotham City, a Mulher-Gato vai mergulhar de cabeça de volta ao submundo de Gotham e entrar em um dos clubes underground mais seguros da cidade para roubar o que DC chama de “material de chantagem”. Que habilidades especiais ela usará? Um disfarce com saltos plataforma de 12cm (possivelmente semelhantes aos vistos na capa da Mulher-Gato #39).

“Não quero ir muito longe no que está sendo feito título – Selina e eu concordamos que não há nada mais tentador do que provar seu valor – mas você deve saber que eu vim com muitos planos”, Howard escreve em seu boletim informativo . “Estou construindo um conto centrado na Mulher-Gato como Gotham nunca viu. A forma dessa história, o que a torna uma leitura obrigatória para a vida de Selina Kyle, tudo ficou claro para mim enquanto eu trabalhava nisso. Nos ombros de gigantes que contaram meus contos favoritos da Mulher-Gato como [Ed Brubaker], [Darwyn Cooke] e [Geneveive Valentine], e eu sou muito grato. “

A run será colorida por Jordie Bellaire, supervisionado pelos editores da DC Jess Chen e Jessica Berbey. A capa principal da Mulher-Gato #39 foi desenhada por Jeff Dékal, com versões variantes de Jenny Frison e Sozomaika.

Mulher-Gato # 39 estará à venda nos EUA a partir de 18 de janeiro de 2022.

Via: [Newsarama].

O Beijo do Superman

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Parem as máquinas o Superman beija.

Yes, aquele azulão com cueca por cima da calça, ops, isso também mudou. Aquele cara boa praça amigo de todos e assim como o da vizinhança, aquele que sempre teve um par romântico. Sim, senhoras e senhores este ser supremo, ele beija.

Bem, agora ele também beija homens.

Jon Kent, filho de Clark Kent e Lois Lane é o novo Superman do Multiverso DC a partir da edição Son of Kal-El, onde o protagonista será bissexual e namorará seu colega repórter, Jay Nakamura. Tudo normal não é? Um herói vai ter um par romântico, dar uns beijinhos super de boa e kriptonita pra lá kriptonita pra cá, enfim. Deveria ser tranquilo, mas os preconceituosos não reagem bem ao amor.

O filho do Presidente da República, Deputado Federal, Eduardo Bolsonaro ficou irritadinho e postou nas redes sociais: “Chegou o dia em que é obrigatório! Para ser aprovado pelo establishment midiático é preciso pagar um pedágio, eles querem decidir por você e ditar o monopólio das virtudes. Vários desses super-heróis inspiram adolescentes e crianças. Mas o problema é o garoto de policial, né?”

Para o deputado, atualmente existe uma obrigatoriedade para representar personagens que sempre ficaram de escanteio. Seria maravilhoso se fosse verdade. Vamos lembrar, quantas vezes vimos o Superman beijando a Lois Lane? Quantas vezes alguém questionou isso? Quantos inúmeros casais héteros existem no mundo dos quadrinhos e sempre, sempre convivemos com isso?

Existiu sempre uma obrigatoriedade de personagens héteros nos quadrinhos, assim como a falta de personagens negros ou mulheres sendo usadas como artifício sexual, personagens LGBTQIA+ escassos ou totalmente caricatos. Sempre vimos isso e o foco dos quadrinhos é o público infanto/juvenil no geral. Óbvio que não houve nenhum problema nessas retratações que pudesse influenciar negativamente crianças e adolescentes não é Eduardo?

O homem de 37 anos, vulgo Eduardo Bolsonaro, seguiu argumentando na publicação: “A intenção não é democratizar os super-heróis ou tornar o mundo + tolerante, é o contrário: destruir a masculinidade dos mais tolerantes para dominar estes cordeiros e instigar o ódio nos resistentes para poder acusá-los de homofóbicos e depois a esquerda se dizer protetora dos gays”.

Pausa para respirar de novo (eu preciso).

“A intenção não é democratizar os super-heróis.” Isso deveria ser naturalmente o básico. Heróis deveriam ser democráticos ao ponto de representar todo mundo. Vamos repetir, T-O-D-O M-U-N-D-O. Pode parecer novidade para os preconceituosos, mas existem jovens (seguindo a linha de que quadrinhos são para eles) que não são hétero, cis, branco, homem.

Ainda pode parecer novidade para alguns, mas o mundo é diverso e quem lê quadrinho também. Entretanto, o dinheiro que paga o quadrinho é igual. Se eu homem gay quero ler um quadrinho do Superman, vou pagar o mesmo valor que meu amigo hétero Will vai pagar. Nunca houve desconto para mim quando sempre existiu uma obrigatoriedade de personagens héteros. Ainda não me contaram que existe um vale para eu poder trocar a minha suada grana que gastei com romances héteros por histórias bem contadas de personagens LGBTQIA +.

E sobre “destruir a masculinidade dos mais tolerantes para dominar estes cordeiros e instigar o ódio nos resistentes para poder acusá-los de homofóbicos”, é difícil até de ler, eu sei, mas o processo de masculinidade é algo tão tóxico e ao mesmo tempo tão mal compreendido, que um homem de 37 anos, está berrando aos quatro cantos sobre um personagem que nem existe no mundo real.

Homens, em geral, são mal criados. Seja pelos seus próprios pais e pessoas próximas ou pela própria sociedade. Crescemos achando que o mundo é nosso e todos devem nos servir. Os quadrinhos recriaram isso por décadas. Eram histórias escritas por homens (em sua maioria) que se sentiam rejeitados pela sociedade e que nunca ouviram falar de terapia. Esses homens impunham nas páginas toda a sua visão de mundo deturpada.

A criança/adolescente lia aquilo e achava normal mulheres sendo representadas apenas como peito e bundas e você, o protagonista, porque era assim que você deveria se sentir ao ler, o todo poderoso fod**. Assim foi se criando por muito tempo o machismo, o preconceito e todo esse lado podre que existe nesse meio tanto quanto existe na sociedade.

Não é surpreendente que um homem branco hétero cheio de privilégios se sinta tão incomodado com algo que não se assemelhe a ele. O mundo não foi projetado para que ele saia do palco porque o palco é dele. Agora, sinto informar a todos os preconceituosos que o palco mudou. O Superman é bi! e escrevo gritando, porque é preciso. A todos os que tem ódio no coração, o Super representa esperança e a nossa esperança é que ele vai beijar muitas bocas.

Pausa para ofender o conservadorismo. Bocas masculinas e femininas. Viva Adão e Ivo!

O roteirista Tom Taylor disse sobre o quadrinho:

“Não é um truque para chamar a atenção. Quando me ofereceram este trabalho, pensei: ‘Bom, se é para termos um novo Superman, seria uma chance desperdiçada imaginá-lo como outro salvador branco e heterossexual’. Sempre disse que todo mundo precisa de heróis, e que todo mundo precisa ver a si mesmo nos seus heróis. O símbolo do Superman sempre se levantou em defesa da esperança, da verdade e da justiça. Hoje este símbolo representa algo além. Hoje, mais pessoas podem se ver refletidas no super-herói mais poderoso das HQs.”.

Se você é fã de quadrinhos como eu, sabe que o que mais importa não é a sexualidade de um personagem e que isso não impede em nada a história. O que importa é que a história seja bem contada, tenha um bom roteiro. Se você é preconceituoso como o Eduardo, não leia mais quadrinhos.

Todos realmente precisamos de heróis. Todos. Agora, mais do que nunca, o Super voou alto aos céus, onde o preconceito será destruído igual o Zod enquanto o nerd preconceituoso grita: NÃOOOOOOOOOO!

Superman: O Retorno | Mais do que um retorno, uma homenagem ao legado de Christopher Reeve

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Sendo um dos maiores símbolos de heroísmo da Cultura Pop e estabelecendo características e trejeitos para todo um gênero, quando o Superman chegou as telas de cinema em 1978, na pele do carismático Christopher Reeve, o personagem marcou mais uma vez a história fazendo o mundo acreditar que era possível um homem voar. Com o passar dos anos, infelizmente, a franquia acabou se esvaindo até chegar em seu derradeiro fim em 1987, no filme “Superman IV – Em Busca da Paz”. Entretanto, o herói nunca saiu do imaginário popular, ansiando por um retorno triunfal, que só pode ser possível em 2006, quando Brandon Routh herdou o manto.  

Demorou cerca de 19 anos para que Hollywood trouxesse o escoteiro encapuzado de volta as telas, em uma jornada muito exaustiva, mostrando que o estúdio não sabia ao certo como trabalhar com a mitologia do personagem. Nesse meio tempo, outras investidas com o Homem de Aço foram feitas para a TV, como foi o caso de Smallville. Porém, o personagem permanecia sendo uma marca importante demais para se manter reclusa apenas nesse formato. 

O início dos anos 2000 foram o momento de renascimento para o gênero de super-heróis, com produções surgindo pontualmente, mas se mostrando como uma nova tendência de marcado bastante lucrativa para os estúdios. A Warner há muitos anos já tinha planos para o retorno do herói, o que resultou em um número bastante variado e singular de projetos do Superman, aonde certas liberdades criativas haviam sendo tomadas, podendo ser consideradas mais como reinterpretações do que adaptações. Algumas dessas produções até chegaram a começar a desenvolver um corpo, mas foram rapidamente descartadas, muito por conta de divergências internas. 

Após uma longa jornada de 12 anos de tentativas falhas e tentativas com 3 diretores diferentes, o filme do Superman estava finalmente de volta aos trilhos. Para comandar o projeto, a Warner contratou o diretor Bryan Singer, que já havia emplacado sucessos como X-Men – O Filme (2000) e X-Men 2 (2003). Singer planejou a produção como sendo uma continuação espiritual dos dois primeiros filmes estrelado por Reeve, rejeitando qualquer ideia que fugisse do material original e fazendo questão de retomar alguns elementos clássicos, como a trilha sonora composta por John Williams. 

Com o roteiro pronto, foram escolhidos os nomes que estrelariam a produção. Para encarnar a nova versão do Homem de Aço foi escolhido o ator estadunidense Brandon Routh, que conquistou Singer graças a familiar semelhança com Reeve e seu jeito desengonçado e doce, ao melhor estilo Clark Kent. Kate Bosworth foi escolhida para interpretar a destemida jornalista Lois Lane e, por fim, Kevin Spacey seria responsável por dar vida ao grande antagonista do filme, Lex Luthor. 

O filme possui uma atmosfera saudosista e melancólica, mas sem nunca abrir mão do espírito esperançoso do personagem. Na trama, vemos um mundo que ficou 5 anos sem a presença do Superman, que viajou para o espaço com a intenção de encontra os destroços de seu planeta natal e, de alguma forma, estabelecer uma conexão mais forte com o seu passado. Ao retornar para casa, e ser recebido por uma amorosa Martha Kent (Eva Marie Saint), Kal-El se mostra reflexivo, se conectando a sua velha vida aos poucos, preferindo olhar para o horizonte em vez de se afogar em remorso, olhando para a vastidão da Fazendo dos Kent e se recordando do seu primeiro voo. 

Apesar de recriar certos momentos chaves, Singer não perde tempo recontando a origem do herói, já pressupondo o conhecimento básico do público com a história, mostrando um Superman em seu pleno potencial e preferindo focar em seus conflitos como Clark Kent. Ao voltar para Metropolis e com a correria do Planeta Diário, Clark encontra um ambiente remodelado, mas familiar. Vivo. Revendo velhos rostos e descobrindo que as pessoas e o mundo precisaram seguir com suas vidas sem ele, ou eles.  

Porém, quando chega o momento de necessidade, o Superman sempre estará pronto para subir alto e ir avante contra todo e qualquer mal. Quando ele faz sua primeira ação pública, mantendo a tradição de sempre salvar um avião, é ressaltado um elemento que veio a se perder no gênero ao longo das décadas, o heroísmo. Socos e explosões são elementos comuns que atraem a atenção do espectador, mas é importante entender que esses personagens são construtos moralistas, criados e moldados para inspirar o melhor na humanidade. O filme é esperto em mostrar esses feitos através do olhar humano sem criar uma relação de adoração religiosa, colocando a mídia em foco e a tornando elemento essencial na narrativa, usando Clark Kent como um observador passivo em meio à euforia desenfreada. Nada mais importava naquele momento, o Superman estava de volta!

Enquanto o mundo volta seus olhos para os seus grandes feitos, a relação Lois/Clark/Superman ganha protagonismo. A jornalista se mostra ressentida com a partida do herói e prefere se esquivar de todas as formas da sua presença, mas mostra ainda ter sentimentos fortes quando o mesmo volta para sua vida, muito disso por estar sempre no lugar errado e na hora errada. Um dos fatores que pesam bastante na balança é a vida estável que a mesma construiu ao lado de Richard White (James Marsden), seu noivo, e o pequeno Jason, (Tristan Lake Leabu) que mais adiante no decorrer do filme se revela como fruto do amor de Lois com o escoteiro encapuzado. 

Paralelamente a tudo isso, Lex Luthor planeja o seu maior e mais complexo plano até agora. Ele se livrou de uma pena perpétua pelo não comparecimento do Homem de Aço ao tribunal devido a sua viagem para as estrelas (algo arquitetado pelo mesmo, como é revelado no jogo do filme). Essa encarnação bebe muito da versão canastrona de Gene Hackman, com planos mirabolantes e perucas para todos os gostos, mas adicionando um ar sarcástico ao personagem que beira ao sadismo, tornando-o ainda mais vilanesco que seu antecessor. 

Seu grande plano na realidade é uma versão mais robusta do que foi mostrado em 78, utilizando a tecnologia dos cristais kryptonianos para produzir uma nova massa de Terra para vende-la para grandes potências por um preço absurdo. Uma nova Krypton surgindo em meio aos mares. Usando na mistura fragmentos de kryptonita, como uma afronta ao Superman. Um paraíso mortal feito das memorias de seu lar a muito tempo perdido. 

Após uma série de eventos e encontros que levaram ao confronto final entre Lex e Superman, o herói sai gravemente ferido, mas decide fazer um sacrifício final, atirando a Fortaleza de Lex na imensidão do espaço. O vilão consegue fugir, entretanto, se vê perdido em uma ilha deserta, Superman, por outro lado, acaba entrando em coma por conta da prolongada exposição ao material radioativo, deixando o mundo em um estado de aflição. Lois, agora tendo o perdoado e temendo sua morte, decide visita-lo no hospital e confessar a verdadeira natureza de Jason e de seus sentimentos por ele. 

Um tempo depois, Superman acorda e decide visitar o seu filho, recitando uma passagem eternizada pela voz de Marlon Brando como Jor-El, onde promete ao seu herdeiro que nunca irá deixa-lo só, se despedindo tanto dele quanto de Lois ao fim, subindo aos céus e finalizando a história com ele indo em direção ao espaço e saudando o público, assim como Christopher Reeve em suas aventuras. 

A produção é uma homenagem ao legado de Reeve e seus filmes, emulando a atmosfera e fazendo referências diretas ao primeiro filme, como a dificuldade de Lois com as palavras ou reutilizando frases famosas. Já foi revelado por Singer que uma participação do ator estava planejada, entretanto, Reeve havia falecido antes do início das filmagens, ganhando uma dedicatória especial nos créditos iniciais, ao lado de sua esposa Dana Reeve. 

Lançado em 2006, Superman – O Retorno teve um orçamento de $270 milhões, tornando-se o filme de super-herói mais caro já feito na época. A recepção da crítica foi bastante positiva, rendendo elogios do cineasta Quentin Tarantino, que prometeu uma resenha de 20 páginas dizendo os motivos do porquê ama tanto o filme. Inclusive possibilitando o lançamento da versão do diretor de Superman II – A Aventura Continua (1980) no dia 28 de novembro de 2006, cinco meses após a chegado do filme aos cinemas. 

A produção arrecadou cerca de $391,1 milhões de dólares mundialmente, sendo um número inferior ao que era esperado pelo estúdio, não superando a arrecadação de Batman Begins (2005) mas, ainda assim, havia se tornado o segundo filme da DC Comics de maior bilheteria já feito na época, depois de Batman (1989).  

Nas premiações, as grandiosas sequências de regaste rederam ao filme indicações na categoria de Melhores Efeitos Visuais no BAFTA Awards e na edição de 2007 do Oscar. Em contrapartida, a atriz Kate Bosworth foi indicada ao Framboesa de Ouro na categoria de Pior Atriz, por interpretar uma Lois Lane sem uma personalidade cativante, em comparação com a sua antecessora Margot Kidder. 

Uma sequência foi planejada, com Bizarro e Brainiac como possíveis vilões. No entanto, devido a atrasos frequentes, bem como ao enorme orçamento do primeiro filme e o retorno de bilheteria abaixo do esperado, ele foi cancelado. O personagem só voltou para os cinemas em 2013, no filme Homem de Aço, dirigido por Zack Snyder. 

A falta de grandiosas batalhas é frequentemente apontada como o motivo da recepção morna da produção, mas é importante salientar as extensas sequências de ação, preferindo mostrar o herói usando sua geniosidade na contenção de danos colaterais e salvação da população, não sendo sugado para o espetáculo de violência desnecessária que acabaria por se torna o gênero de super-heróis anos depois.

No geral, o filme permanece sendo uma excelente adaptação do personagem e um tributo ao trabalho de Christopher Reeve, unindo o heroísmo espirituoso a um drama que não tira o brilho do herói,  conseguindo o feito de trazer o Superman de volta aos cinemas após anos de indecisões quanto ao seu rumo e problemas nos bastidores, algo vagamente familiar ao status do personagem poucos anos atrás. 

The Batman | Diretor Matt Reeves compartilha imagem inédita do filme

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O diretor de ‘The Batman’, Matt Reeves, foi até as redes sociais para compartilhar uma imagem inédita do filme, em preparação para o novo trailer que será divulgado durante o DC FanDome, neste sábado, 16.10. Confira:

“Um bom dia de Gotham City… Mal posso esperar para te mostrar mais no #DCFanDome, neste sábado.” disse o diretor.

The Batman é estrelado por Robert Pattinson (Batman), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), Paul Dano (Charada), Andy Serkis (Alfred) e Colin Farrell (Pinguim). Filme chegará aos cinemas no dia 4 de março de 2022.

Batwoman | Novas imagens da terceira temporada revelam o visual do Crocodilo na série

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O Entertainment Weekly divulgou imagens inéditas do 2º episódio da 3ª temporada de ‘Batwoman’, intitulado ‘Loose Tooth’, revelando o visual do Crocodilo na série. Confira:

Photo: Katie Yu/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

 

Abaixo a descrição do personagem.

“Um adolescente chamado Steven se transforma na criatura após pegar o dente do Crocodilo original. Sua fome e ferocidade podem até exceder a de seu antecessor.”

A protagonista da série, Javicia Leslie, comentou sobre a chegada do personagem.

“Foi muito divertido”, diz Leslie sobre as filmagens do episódio. “Eles contrataram um ator que era grande na vida real. Ele é um cara realmente grande, então não tivemos que fingir nada com efeitos especiais. Então, as acrobacias foram divertidas e ele foi assustador.” disse a atriz.

O EP “Loose Tooth” vai ao ar no dia 20 de novembro, na The CW.

The Batman | Revelado um novo teaser com a voz do Homem Morcego de Robert Pattison

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Um novo teaser de “The Batman” foi revelado anunciando o trailer que será lançado neste fim de semana -sábado, 16 de outubro- durante o DC FanDome. Confira:

“Não é apenas um sinal; é um aviso.”

Favoritando o tweet divulgado, você receberá mensagens automáticas sobre quando o trailer será liberado.  ‘The Batman’ tem previsão de estreia nos cinemas para março de 2022.

Superman | A má interpretação da sexualidade

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The Comig Out Day” (ou Dia da Saída do Armário, em livre tradução) é uma celebração norte americana dedicada a visibilidade dos direitos civis da comunidade LGBT+, onde surgem campanhas de “saída do armário” comandadas por pessoas públicas com a intenção de propagar uma mensagem de aceitação e fim do preconceito. Durante a última comemoração, realizada no dia 11, o quadrinista Tom Taylor, juntamente com a DC Comics, aproveitou a data para revelar ao mundo que, Jon Kent, o atual Superman, se descobriu como bissexual. 

Como já se era esperado, o anúncio gerou um misto de reações potencializadas pela importância do nome “Superman” na Cultura Pop. Muitas foram as mensagens e relatos positivos nas redes sociais, tanto de leitores assíduos como também de um novo público, que talvez nunca esperava se ver no escoteiro encapuzado. Entretanto, uma parcela bastante pequena, mas barulhenta da população, destilou seu ódio e desinformação em formato de opinião, mostrando não entender nada de sexualidade e, principalmente, do mercado de quadrinhos. 

Uma das principais alegações ditas contra qualquer tipo de relacionamento ou personagem que foge da heteronormatividade é a sexualização infantil. Um argumento bastante capenga e sem base, sendo nada além do que uma justificativa para o ódio gratuito. Sexualidade é a atração física ou afetiva do ser humano para com outras pessoas, que independe de relações sexuais. É uma forma de desejo fundamental da personalidade de um indivíduo, não sendo uma escolha, mas sim uma parte de sua personalidade. 

Em entrevista ao canal CNN, o roteirista Tom Taylor assegurou que a bissexualidade do personagem será algo extra na história, uma descoberta importante para o herói que irá aproxima-lo da nova geração, tornando a sua jornada única, não sendo só mais um branco hétero em meio à multidão, mas, em nada o impedirá de “socar um robô” eventualmente. 

A sexualidade dos personagens sempre foi explorada e usada como norte para diversas estórias ao longo da humanidade, independente da mídia. Interesses amorosos são o maior exemplo disso, sendo a única diferença do antes para o agora, a inclusão. Algo que durante muitos anos foi negado aos quadrinhos graças a ideais conservadores e puritanos, como foi o caso da criação do selo “Comics Code Authority”, em 1956, devido ao livro Sedução do Inocente, escrito pelo psiquiatra Frederic Wertham, em 1955, que relacionava a delinquência juvenil a pratica de ler gibis. 

Um ponto bastante levantado pelos adoradores de teorias da conspiração é de que tudo não passa de uma investida da DC para impor uma diversidade forçada com a intenção de agradar a “agenda progressista”. Como é bem simplificado no artigo publicado pelo site BleendingCool, as propostas foram idealizadas pelos atuais escritores dos personagens, Tom Taylor no caso do Superman e Meghan Fitzmartin com o Tim Drake, que foram aprovadas pelos editores de seus devidos núcleos, de forma totalmente independente. As informações só chegaram ao alto escalão da editora quando as histórias já estavam produzidas, sendo feitas reuniões visando somente o entendimento e repercussão das tramas, não havendo modificação do material original. 

Criado por Dan Jurgens, Jonathan Samuel Kent apareceu pela primeira vez na revista Convergence: Superman #2 , lançada em julho de 2015. O personagem sempre possuiu em suas histórias uma trama de descoberta, seja sobre a real identidade dos seus pais ou a respeito dos seus próprios poderes e individualidade, como era bastante presente na fase do Renascimento do Superman, escrita por Peter J. Tomasi.

Essa é uma nova visão para o manto do Superman, que passa a capa para uma geração que anseia pela diferença. E, a sua sexualidade, fará parte dessa sua jornada, como também foi presente em outros personagens que vieram há muitos anos antes dele. Zorro tinha Elena De La Vega, Tarzan tem a Jane, O Fantasma tinha Diana Palmer, Superman tem a Lois Lane e, agora, Jon Kent tem Jay Nakamura. 

The Joker #8 | Origem da filha de Bane é revelada no título

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***Aviso: O texto abaixo contém spoilers de The Joker #8, lançado recentemente nos EUA.***

A filha de Bane, Vengeance, tem sido um dos elementos mais intrigantes do título “Joker” , configurando como uma nova personagem e herdeira em potencial do clássico vilão da DC, enquanto ela caça o Príncipe Palhaço do Crime. Mas existem algumas camadas adicionais em sua missão pessoal que tornam ela uma personagem muito mais emocionante.

Em Joker #8 (de James Tynion IV, Guillen March, Arif Prianto e Tom Napolitano) conta a origem completa de Vengeance – e também altera radicalmente a origem do Bane.

Desde os eventos de A-Day, várias forças ao redor do Universo DC estiveram em busca do Coringa, incluindo Vengeance. A “filha do Bane” fez seu caminho para a Europa em busca de James Gordon , e o sequestrou com sucesso após suas tentativas de trabalhar com a Interpol. Mas, como ela revela a Gordon, ela está em um caminho potencialmente diferente agora do que quando começou. Ela explica que enquanto caçava o Coringa, encontrou um arquivo deixado pelo Príncipe Palhaço do Crime que revelou a verdade sobre suas origens. Acontece que o desenvolvimento de Bane era parte do Projeto Bane – e que seu ódio por Batman havia sido plantado em seu subconsciente pelo governo militar de Santa Prisca.

Embora ele tenha se mostrado muito inteligente e obstinado ao ser controlado para sempre, isso implica que sua missão original nunca foi realmente uma escolha, mas um teste de um novo tipo de soldado. Isso resultou em mais experimentos, incluindo a coleta de uma amostra de DNA do Bane e o desenvolvimento de uma criança criada artificialmente. Esta é a jovem que se tornaria a Vengeance, com uma expectativa de vida aparentemente acelerada, permitindo que ela atinja a maturidade mais rapidamente. Ela tinha toda a sua vida programada em sua mente, incluindo o ódio pelo Coringa, mais uma prova de que o Projeto Bane poderia efetivamente criar armas vivas capazes de derrubar algumas das forças mais temíveis do Universo DC.

Acontece que o laboratório que Vengeance e seus aliados foram enviados para conter todas essas provas -incluindo amostras de DNA de vários membros da comunidade de super-heróis- foi destruído por Vengeance quando ela descobre a verdade. Ela matou seus companheiros soldados de Santa Prisca e se tornou uma rebelde. Vengeance acredita que quando encontrar o Coringa, sua programação entrará em ação e ela matará o Palhaço do Crime, querendo ou não. Ela está furiosa pelo desejo de matá-lo, mas não por vontade própria, e sim por causa da sua programação. Em uma tentativa distorcida de assumir o controle da situação, ela se oferece ao Gordon para matar o Coringa, acreditando que isso lhe dá a opção de matá-lo por vontade própria.

Lembrando que seu “pai” será ressuscitado para servir como um membro morto-vivo da Task Force Z  e será interessante ver como isso afeta ainda mais a personagem, e que papel ela assume no Universo DC se ela ganhar sua liberdade (e sobreviver a qualquer encontro que ela está destinada a ter com o Coringa).

Artigo adaptado: CBR.

Superman And The Authority | OMAC ganha versão trans em nova HQ

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No título Superman And The Authority #4, lançado recentemente nos EUA, temos uma nova versão do personagem OMAC. Na HQ, OMAC está tentando derrubar Apollo – e aparentemente consegue. Posteriormente, em um novo quadro, já com a ameaça iminente derrotada momentaneamente, o Superman de ‘O Reino do Amanhã’ se junta a equipe para outra missão principal, e OMAC está lá ao lado de Lightray, se unindo a equipe e tornando seus pronomes conhecidos como “ele/elu.”, como um homem trans.

 

OMAC passou por várias encarnações no Universo DC. O OMAC original, ou “One Man Army Corps”, foi criado por Jack Kirby em 1974 e focado em um super soldado futurista. O conceito foi posteriormente retrabalhado, na minissérie  Projeto OMAC, de Greg Rucka e Jesus Saiz; os novos OMACs eram seres humanos transformados em ciborgues com o propósito de assassinar todos os meta-humanos da Terra.

Os OMACs foram criados pelo satélite Grande Olho, desenvolvido pelo Batman, que ganhou consciência graças a Alexander Luthor durante os eventos da minissérie Crise Infinita. As origens do novo OMAC permanecem um mistério, embora sua armadura pareça uma atualização da original.

Escrito por Grant Morrison e ilustrado por Mikel Janín, Superman And The Authority está sendo lançado nos EUA atualmente.

Via: [Bleeding Cool].

Young Justice: Phantoms | DC FanDome revela trailer e lançamento imediato da nova temporada

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O novo ano de Justiça Jovem vem aí e todos os olhos estavam apontados para o DC FanDome desse ano, com novidades que estavam por vir. E podemos dizer que não decepcionou!

Com a revelação de um novo trailer, a nova temporada intitulada Phantoms segue os eventos de Outsiders, da temporada anterior. Confira o trailer:

 

Para a grande surpresa dos fãs, os dois primeiros episódios da nova temporada chegaram instantaneamente ao HBO Max após a revelação do trailer,  que confirmou novos episódios toda quinta-feira no streaming.

Confira pôster destacando o novo ano da série: