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Mulher-Maravilha 1984 | Pedro Pascal será Max Lord no filme da heroína

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O personagem de Pedro Pascal em Mulher-Maravilha 1984 foi confirmado pela Warner Bros. ao anunciar a vinda de Gal Gadot e Patty Jenkins para a CCXP deste ano. Ele será o empresário Max Lord.

Ele apareceu pela primeira vez em Justice League #1 (em maio de 1987), criado por Keith Giffen, J.M. DeMatteis e Kevin Maguire. Em princípio, Lord foi um empresário o qual financiou a Liga da Justiça Internacional, cujas atitudes nem sempre foram éticas. Durante a saga Invasão, a detonação da bomba genética faz um meta-gene latente em Lord ser ativado, o que faz com que ganhe o dom de controlar as pessoas telepaticamente. Ele foi morto pela Mulher-Maravilha durante a Crise Infinita, pois controlou mentalmente o Superman a fim de atacar ela e Batman. A amazona teve de quebrar o pescoço de Lord em legitima defesa.

A própria diretora do longa, Patty Jenkins, confirmou o personagem em um tweet:

Rumores afirmavam que Lord terá um modo de vida extravagante, porém sem poderes psíquicos. Além disso, o personagem deve ter grande parte na ressurreição de Steve Trevor (Chris Pine).

Mulher-Maravilha 1984 estreia em junho de 2020.

Coringa | Filme se torna extremamente rentável para a Warner Bros.

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Lançado em pouco menos de um mês, “Coringa” de Todd Phillips com Joaquin Phoenix tornou-se uma sensação de bilheteria, ganhando U$745 milhões de dólares em vendas de ingressos em todo o mundo até o momento.

Com um orçamento de 62,5 milhões de dólares, uma fração do que a maioria das adaptações de quadrinhos chega a custar, a Warner Bros. se encontra no melhor lado dessa fração, antecipando um grande retorno para o longa que a mesma não acreditava que fosse ter tanto impacto.

Esse orçamento conservador coloca “Coringa” no caminho certo para se tornar um dos filmes de super-heróis mais lucrativos da história, e de acordo com o Deadline, o retorno para o estúdio pode chegar a quase meio bilhão de dólares, colocando o longa de Todd Phillips a par com outro grande sucesso inspirado em quadrinhos: Vingadores Guerra Infinita.

Coringa” está definitivamente rindo. Você não pode comprar uma adaptação de quadrinhos por esse valor de produção pequeno, mas a Warner Bros. conseguiu com boas histórias antiquadas.” disse Jeff Bock, analista de mídia sênior da Exhibitor Relations.

De acordo com a Variety, a Warner manteve os valores de produção de Coringa intencionalmente baixas; “Eles assumiram um risco e valeu a pena.” disse Bock.

Com filmes de super-heróis custando na faixa de U$150 a U$250 milhões de dólares por produção, por conta de efeitos especiais pesados, Coringa se beneficia por ser um estudo íntimo de personagens e não um espetáculo de CGI como foi a recente produção do estúdio a cruzar a casa do bilhão arrecadação: Aquaman.

Estamos falando de temas universais de alienação, solidão, desamparo e raiva que realmente continuaram a alimentar a bilheteria. O público mais jovem está defendendo este filme da mesma maneira que o público se reuniu em torno de ‘Natural Born Killers‘ ou ‘Laranja Mecânica‘ ou ‘Pulp Fiction.’ todos esses filmes são violentos e, presumivelmente, tinha algo a falar sobre as deficiências da sociedade, à medida que esses filmes se encaixam nas sinapses cinematográficas dos espectadores, levando-os a tomar uma posição e, portanto, tendo uma vida útil muito mais longa do que seus concorrentes ”. aponta Bock para a Variety.

Os analistas de bilheteria preveem que Coringa continuará atraindo o público durante o Halloween, colocando o filme no caminho certo para se tornar o maior longa de classificação indicativa para maiores mais lucrativo da história do cinema.

Nesta categoria, o filme passou recentemente “Matrix Reloaded” (U$742 milhões) e atualmente ocupa o terceiro lugar, atrás de “Deadpool 2” (U$785 milhões) e “Deadpool” (783 milhões).

Com essas margens de lucro invejáveis, não resta dúvidas em afirmar que a Warner Bros. vai voltar a arriscar mais com sua franquia da DC. Seus sucessos recentes “Mulher-Maravilha” e “Aquaman” também se provaram bastante rentáveis, mesmo com produções custando o comum para filmes do gênero, temos “Shazam”, e agora “Coringa”, conseguindo os mesmos resultados, ou maiores, custando extremamente menos do que qualquer outro blockbuster e se diferenciando do universo cinematográfico da Marvel, feitos pela empresa mais familiar, Disney:

Agora eles têm um modelo viável, que até o momento a Marvel da Disney tem medo, sendo incapaz de aproveitar. Eles não podem fazer adaptações de quadrinhos com classificação para maiores. Nos últimos anos, a Disney, como entidade, não conseguiu atender com sucesso as multidões adultas que gostam de explorar temas sombrios e além.” disse Bock.

Coringa esta em cartaz nos cinemas.

Batman | Artista adapta roteiro de inteligência artificial para história em quadrinhos

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O roteirista de programas do canal Comedy CentralKeaton Patti divulgou há alguns meses atrás um roteiro para um filme do Batman criado por um programa de inteligência artificial. O computador rodou mil horas de filmes baseados nas aventuras do Homem-Morcego para desenvolver o material final. Confira:

Forcei um robô a ver 1000 horas de filmes do Batman e depois mandei ele escrever o próprio roteiro. Essa é a primeira página.”

Agora o artista William Valle decidiu usar as páginas divulgadas para criar um quadrinho curto do Batman. A história mostra o Homem-Morcego enfrentando Duas-Caras Coringa e tomando sangue de morcegos, além do Alfred dar a luz para um novo Robin. Confira:

Confira mais trabalhos do artista William Valle acessando o seu site.

DC Films | Mike Flanagan, de Doutor Sono, revela interesse em assumir direção de longa na DC

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A Warner Bros. parece gostar de diretores de terror. Após sua incrível colaboração com o mestre do gênero James Wan para o sucesso de Aquaman, o estúdio parece estar decidido em usar bons diretores de terror em suas produções baseadas em quadrinhos.

Durante entrevista para o CinePop, o diretor de Doutor Sono, a próxima adaptação da Warner Bros. para uma obra de Stephen King, Flanagan, revelou que teve reuniões com o estúdio sobre a possibilidade de assumir algum projeto da DC nos cinemas, confira:

O diretor não revela muitas informações sobre o projeto, mas afirma que só conseguiu a cadeira de direção em Doutor Sono graças a essa reunião, levantando a dúvida: Caso a nova adaptação da obra de King obtenha sucesso, seria a porta que Mike precisava para assumir uma produção da DC?

As chances são grandes. A Warner parece focada em combinar cineastras da casa para as produções da DC, com David F. Sandberg, diretor de Annabelle assumindo a direção de Shazam, resultando em um dos filmes de heróis mais aclamados do gênero, e a recente contratação do Andy Muschietti, diretor de IT Capítulo 1 e 2 no comando do primeiro filme solo do Flash.

Doutor Sono chega aos cinemas em novembro.

Aqualad | Nova HQ aborda o primeiro relacionamento gay do jovem herói

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O Aqualad vai ganhar uma nova HQ solo intitulada “You Brought Me the Ocean” (Você me Trouxe o Oceano). A edição abordará a representatividade LGBTQ+ e o primeiro amor do jovem herói. Ela é escrita por Alex Sanchez (Trilogia Arco-íris) com as artes de Julie Maroh (Azul é a Cor Mais Quente). Confira a prévia:

O Aqualad da edição é o Kaldur’ahm, o mesmo da animação Justiça Jovem. Lembrando que a primeira versão do Aqualad era um jovem rapaz chamado Garth, que era adotado pelo Aquaman.

You Brought me the Ocean será lançada nos EUA no dia 9 de junho de 2020.

Arrow | Temporada final da série ganha nova abertura

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A temporada final de Arrow já começou pela CW, e com ela, mudanças significativas na narrativa já podem ser notadas, com uma nova abertura que chamou bastante atenção dos fãs.

Oliver Queen (Stephen Amell) se encontra preso pelos planos do Monitor (LaMonica Garrett) durante a temporada final da série, e durante o segundo episódio da temporada exibido ontem (22), uma nova abertura narrada pelo Oliver foi exibida, resumindo exatamente o dilema que Oliver enfrenta durante seu ano final antes da Crise, confira:

https://m.youtube.com/watch?v=LJfeQgigIpM

“Meu nome é Oliver Queen. Por sete anos, eu lutei com apenas um objetivo, salvar minha cidade. Mas agora, uma nova ameaça surge, um perigo tão severo, me forçando a deixar minha família para enfrenta-la. Não será o suficiente ser o Arqueiro Verde. Para parar a Crise, eu preciso me tornar alguém diferente. Eu VOU me tornar alguém diferente.”

Já era de conhecimento dos fãs que uma nova abertura para o seriado seria introduzida nessa temporada, com a showrunner Beth Schwartz confirmando em recente entrevista:

Sim, teremos uma nova abertura nessa temporada, tivemos uma na temporada passada e para temporada final teremos outra”

A temporada final antecipa o grande crossover “Crise nas terras infinitas“, que de acordo com os produtores, servirá como um final para Oliver.

Lucifer | Poderoso personagem bíblico pode ser introduzido na série

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A quinta e última da série Lucifer, poderá introduzir novos personagens em sua trama. Os fãs da série estão ansiosos para ver pela primeira vez o irmão e inimigo de Lucifer, o Arcanjo Miguel, que o expulsou do paraíso.

Equipe e elenco ainda não confirmaram a aparição do Arcanjo Miguel, porém o anúncio do ator Matthew Bohrer, que interpretará um personagem chamado Donald Glover deixou alguns fãs desconfiados de que ele seja realmente o Arcanjo Miguel.

Nos quadrinhos, o irmão de Lucifer se chama Miguel Demiurges e ele é inspirado no Arcanjo Miguel, citado no Livro do Apocalipse, da Bíblia.

A 5ª temporada de Lucifer chega em 2020 na Netflix,

Jovens Titãs em Ação! vs Jovens Titãs | A mistura perfeita dos dois lados da mesma equipe

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Os Jovens Titãs fizeram parte da infância e adolescência de muitos dos jovens adultos de atualmente com a animação do começo dos anos 2000. E quando Jovens Titãs em Ação! foi lançado, muitos reclamaram da ‘infantilização’ dos heróis, e como isso estava estragando o legado dos personagens.

Então, finalmente chega o filme Jovens Titãs em Ação! vs Jovens Titãs, onde os dois mundos se chocam e vemos Robin, Estelar, Ravena, Mutano e Ciborgue encontrando suas contrapartes de outra Terra. A princípio sentimos tanta estranheza quanto os personagens, pois apesar de serem os mesmos, tem personalidades e atitudes diferentes. E é válido apontar como são desenhos diferentes em todos os sentidos: os traços, formatos, cores e sombras, e até mesmo a voz deles, apesar de serem dos mesmos dubladores.

Seguindo o estilo de Jovens Titãs em Ação!, o filme consegue pegar o que há de melhor das duas séries e ainda tirar sarro dos reclamões de plantão. Em algumas cenas sem nem disfarçar, mas durante toda a trama vemos como eles ainda são os mesmo heróis que conhecemos há tantos anos, o que mudou foi o humor mais satirizado que foi dado para a animação mais recente. E alguns outros pontos que vamos conseguindo comparar ao longo da história.

Mas além das referências e zoeiras internas que envolvem os personagens e outros da DC, claro que não poderiam faltar os Easter Eggs de todo o cinema. Os fãs da cultura pop podem se deliciar com referências até da concorrente, em um momento que mostra como o multiverso da pode ser muito bem explorado nas adaptações.

Jovens Titãs em Ação! vs Jovens Titãs mostra os Trigon das duas Terras com um plano de dominação, e para isso eles precisam da Ravena e seu demônio interior. E vemos as duas equipes indo de inimigas a parceiras para enfrentar as ameaças.

O filme é tanto uma viagem de nostalgia para quem cresceu vendo Jovens Titãs, quanto um ótimo refresco para a nova geração. O choque dos dois mundos tem um resultado engraçado e sério ao mesmo tempo, infantil e maduro, e tudo isso acompanhado de ótimos números musicais, muitas lutas e uma lição de como fazer as pazes com você mesmo e saber aceitar e conviver com seus defeitos e qualidades.

Jovens Titãs em Ação! vs Jovens Titãs já está disponível em formato digital!

Nota:

Watchmen | Uma distopia atual na nova série da HBO

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Distopia, segundo o dicionário, refere-se “a um lugar ou estado imaginário em que se vive sob condições de extrema opressão, desespero ou aprovação.” Exemplos de obras distópicas não faltam e Watchmen (a HQ) certamente se encaixa nessa definição.

Numa ideia bem elaborada (a série, isso é muito legal, eu confesso), também retrata uma distopia com um excelente porém: o futuro é exatamente agora. Os acontecimentos da série não são em um futuro tão, tão distante. Estamos falando de uma distopia onde o futuro é exatamente o ano em que vivemos. Desde o início, Damon Lindelof deixou claro que a série não seria uma adaptação literal dos quadrinhos, mas sim que usaria os quadrinhos como base e ao mesmo tempo, ultrapassando toda a história já escrita. O universo da HQ existe. Os elementos principais estão lá, alguns personagens e a própria trama se assemelha ao que já lemos.

Através dessa ideia, os padrões vilanescos, Guerra Fria, monstros e explosões, são trocados por um mal bastante atual e crescente: supremacistas brancos. Em 2017, homens, em sua maioria brancos, marcharam nas ruas de Charlottesville. Além de estarem fortemente armados, carregavam símbolos nazistas, bandeiras confederadas (símbolo do movimento pró-escravidão nos EUA) e vestiam máscaras da Ku Klux Klan.

Em março desse ano, 49 pessoas foram mortas e 42 foram feridas em um ataque a uma mesquita na Austrália. O atirador era um homem branco. Num manifesto, o atirador afirmou que uma das suas motivações envolvia “criar uma atmosfera de medo” e incitar a violência contra muçulmanos.

Grupos supremacistas brancos no mundo todo tem crescido e mensagens de ódio tem se tornado cada vez mais comum. No nosso amado país, negros são amarrados e torturados em supermercados e crianças mortas em favelas.

Tudo isso, atualmente.

A série começa com a recriação do massacre de Tulsa, Oklahoma em 1921. Cerca de 800 pessoas foram internadas em hospitais locais com ferimentos. O número de negros não pôde ser contabilizado, pois o hospital que atendia negros foi incendiado. O número de mortes também não pôde ser contabilizado devido ao fato de muitos negros terem sido enterrados em valas ainda não descobertas ou mesmo queimados. Cerca de 10.000 ficaram desabrigados.

O ataque havia sido impulsionado por um suposto estupro praticado por um jovem negro contra uma menina branca. Não foram encontradas provas que corroborem as acusações, pelo contrário, muitos indícios indicam que o que realmente pode ter acontecido, não passe de um assalto. Algo a se considerar é que o rapaz já estava preso, entretanto, homens brancos provocaram um tumulto na delegacia que rapidamente virou uma guerra racial.

Após exibir uma retratação do massacre, a série pula quase 100 anos. Acompanhamos uma batida policial feita por um policial negro a um homem branco na mesma cidade que ocorreu o massacre. Enquanto o policial tenta destravar sua arma que é controlada pela central, ele é morto.

Seu assassino faz parte de um grupo supremacista branco chamado de “A 7ª Kavalaria”. Seus membros tem o Rorschach como um mentor-deus. Para quem só assistiu ao filme do Zack Snyder, essa ideia pode ser absurda, mas contando o quanto o cara era desequilibrado, psicótico e violento nas HQ’s, ser uma inspiração para extremistas imbecis não parece algo improvável.

Nos EUA retratado na série, o governo impôs uma série de medidas a favor da reparação histórica em “favor” dos negros. Existe também uma tentativa de controlar a violência policial e transformar, meios letais como último recurso. Embora na teoria tudo pareça caminhar para um mundo justo, o mal estava apenas a espreita, procurando uma fagulha para despertar. Após a morte do policial, a polícia começa uma investigação contra os supremacistas responsáveis pelo ataque.

Aquele mundo ideal desaba e logo a violência policial se mostra como uma medida imediata. As armas passam a ser liberadas rapidamente e o chefe de polícia, assim como a maioria dos policiais ficam animados com a ideia das armas a disposição sem censura.

Antes mesmo da liberação oficial de meios mais violentos para combater a Sétima Kavalaria, a Sister Night (Regina King) captura um suspeito e entrega a polícia. Após um interrogatório conduzido por Looking Glass (Tim Blake Nelson) é comprovado que o suspeito está ligado ao grupo supremacista. Com isso, resta a Sister Night conduzir um novo interrogatório, dessa vez, com seus punhos. Depois de uma sessão de clube da luta particular é descoberto uma pista sobre o esconderijo de alguns integrantes da Sétima Kavalaria.

Assim como no massacre de Tusla, tudo se explode rapidamente e a violência ganha ares astronômicos. O glamour por trás das armas por parte da polícia não é surpreendente, assim como uma necessidade de um controle mais rígido da violência policial. Nos EUA, o número de negros mortos por policiais só aumentou nos últimos tempos, enquanto aqui no Brasil, guarda chuva na mão de negros é confundido com um fuzil, no final, morte.

Watchmen traça um paralelo claro que não existem heróis nessa história e a busca por uma suposta “ordem” pode ser tão cruel como um massacre. Se nos quadrinhos o maior questionamento é como seria o mundo se heróis existissem de verdade, na série a grande pergunta é: Existe alguma distopia pior do que a nossa própria realidade?

Liga da Justiça: Mortal | Artes conceituais do filme são reveladas

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Antes mesmo do lançamento do filme Liga da Justiça, no ano de 2017, a DC/Warner tinha um projeto um pouco diferente para o cinema.

O filme chamado “Liga da Justiça: Mortal” com a direção de George Miller (Mad Max), apresentaria uma versão diferente da equipe de heróis mais conhecida do mundo. Algumas artes conceituais dessa produção que jamais saiu do papel, vazaram na web. Confira:

Liga da Justiça teria o ator Armie Hammer como o jovem Bruce Wayne/Batman, isso para não remeter a saga Cavaleiro das Trevas, de Christopher Nolan, pois seria lançada na mesma época.

Mais uma produção que fica no “quase” na história da DC nos cinemas.