O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
Batman Cruzado Encapuzado é a segunda temporada da animação antológica que estreou em 2024 acompanhando as aventuras do Homem Morcego em um universo noir.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
Batman Cruzado Encapuzado é a segunda temporada da animação antológica que estreou em 2024 acompanhando as aventuras do Homem Morcego em um universo noir.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
Com pouco tempo faltando para o lançamento de Aves de Rapina nos cinemas, as primeiras reações de jornalistas especializados no ramo chegam nas redes sociais.
Com reações extremamente positivas, os elogios vão da direção da novata Cathy Yan, ao elenco, e a direção de arte tomada pela produção, que recebe praise pelos riscos que compensaram em grande estilo. Confira:
#BirdsofPrey is delightfully unassuming and unconcerned with its place in a larger context. It's a bonkers bananas crime comedy and a genuine party movie. Everyone is having a blast but Mary Elizabeth Winstead plays Huntress like a supporting character from THE TICK. It rocks. pic.twitter.com/7MRMKkZ0oi
”Aves de Rapina é deliciosamente despretensioso e despreocupado com seu lugar em um contexto maior. É uma comédia de crime loucona e um verdadeiro filme de festa. Todo mundo está se divertindo, mas Mary Elizabeth Winstead interpreta Huntress como uma personagem coadjuvante em THE TICK. E Isso arrasa.”
Eu realmente gostei de Aves de Rapina . Um dos meus filmes favoritos da DC. Ótima mistura de ação e diversão, e alcança coisas que nunca vi em um filme de super-heróis antes
#BirdsofPrey was a rideee! The action scenes are really raw and some of the best I've seen in a comic book film. Each and every character has their moment to shine and I loved it. Just wait until you witness the power of the canary cry on the big screen!! pic.twitter.com/aLV43ZT2kG
Aves de Rapina foi uma viagem! As cenas de ação são realmente cruas e algumas das melhores que eu já vi em um filme de quadrinhos. Cada personagem tem seu momento para brilhar e eu adorei. Apenas espere até testemunhar o poder do grito da canário na tela grande !!
#BirdsofPrey is a riot – oozing with attitude and some of the most inventive, bone-crunching fight sequences in the superhero genre to date. I went in with low expectations and was pleasantly surprised by how much fun I had. It doesn’t reinvent the wheel, but has style to spare.
Aves de Rapina é uma rebelião – cheio de atitude e algumas das sequências de luta mais inventivas e esmagadoras do gênero dos super-heróis até hoje. Entrei com baixas expectativas e fiquei agradavelmente surpreendido com o quanto me diverti. Não reinventa a roda, mas tem estilo de sobra.
#BirdsofPrey was like watching @AmandaRantsAlot & @jpalmiotti's zaniest Harley Quinn comics come to life! Margot Robbie had me in stitches from all the bananas stuff she does. And she impresses in the most wild and creative fight sequences of the modern superhero movie era. pic.twitter.com/m9ur85TQgw
Aves de Rapina é como assistir os quadrinhos mais engraçados de Harley Quinn ganharem vida! Margot Robbie me deixou no chão com todas as escolhas que ela faz. E ela impressiona nas sequências de luta mais loucas e criativas da era moderna dos filmes de super-heróis.
Acabei de ver Aves de Rapina, e fico feliz em informar que este é o meu filme moderno favorito da DC. Como Shazam, ele cria seu próprio caminho com estética, ação e tom totalmente únicos. Margot, Ewan e todo o resto são 100% fantabulosos. Por que não há mais cenas de ação de patins?
#BirdsOfPrey has terrific action, humor & some of the more memorable characters we’ve seen in a DC movie, but the biggest highlight is Margot Robbie. She is fantabulous as Harley, while also proving that sometimes our most valued relationships are the ones we have w/ good food pic.twitter.com/EDQ3sr5JtL
Aves de Rapina tem cenas de ação incríveis, humor e alguns dos personagens mais memoráveis que já vimos em um filme da DC, mas o maior destaque é Margot Robbie. Ela é fantástica como Harley, ao mesmo tempo em que prova que, às vezes, nossos relacionamentos mais valiosos são os que temos com boa comida
#BirdsofPrey is like if John Wick were run through a crazy funhouse filter and stuffed full of glitter and f-bombs. It's everything you could ever want from #HarleyQuinn and her badass girl gang. Into this movie completely. 🤘🏻 pic.twitter.com/Y2DZgPYN2Y
Aves de Rapina é como se John Wick fosse produzido em um filtro louco de um parque de diversões e cheio de glitter e palavão. É tudo o que você poderia querer de #HarleyQuinn e sua gangue de garotas duronas. Amei este filme completamente.
Birds of Prey is a solid breakup movie with a soundtrack that slaps💖
Leagues better than Suicide Squad — in large part because we get a rare glimpse into the rich inner life of a female supervillain (and it actually delivers on what was promised in the trailer.) #BirdsofPreypic.twitter.com/ibaaHvG6i9
Aves de Rapina é um filme de separação sólido com uma trilha sonora que arrasa 💖 Bem melhor que Esquadrão Suicida – em grande parte porque temos um raro vislumbre da rica vida interior de uma super vilã (e ela realmente cumpre o que foi prometido no trailer).
As reações positivas continuam, e podem ser conferidas pelo Twitter. Aves de Rapina chega aos cinemas no dia 6 de fevereiro.
O Terraverso foi selecionado para cobrir a 2ª edição do FUZUÊ NERD. O evento será realizado nos dias 7 e 8 de março, das 13h às 20h, no Novotel Jaraguá (Rua Martins Fontes n. 71, Consolação – 400 metro da estação Anhangabaú, São Paulo).
Será um evento 100% voltado para o universo dos quadrinhos, com a presença de mais de 140 artistas, as principais editoras e vários youtubers e podcasters especializados, em exposições, venda de quadrinhos com descontos e palestras gratuitas aos participantes.
Destaca-se a presença dos ganhadores do Eisner: Marcelo D’Salete; do Jabuti: Rafael Calça e Jefferson Costa; além de Crica Monteiro da MSP, Bruno Zago do Pipoca e Nanquim, entre muitos outros. Confira todos convidados nas redes sociais do evento: @fuzuenerd (Instagram) e www.facebook.com/fuzuenerd. A programação das palestras você consulta no site: www.fuzuenerd.com.br.
Falar da importância de Alan Moore para os quadrinhos é chover no molhado. Grandes obras revolucionárias surgiram da mente desse velho anarquista. Tais como, Watchmen e V de Vingança, só para citar algumas que saíram pela DC. Ambas compartilham o sentimento de revolução, sentimento este, que não acompanha a indústria dos quadrinhos.
Numa entrevista recente para o El País, Moore destacou como se sente desmotivado a escrever quadrinhos e os efeitos negativos de sua dedicação a essa obra. “Quando comecei nos quadrinhos era um meio criado para a classe trabalhadora, principalmente para seus filhos. Produzia-se e distribuía-se de forma barata para um amplo público adolescente, a idade em que o público tem mais fome de ideias novas e radicais. Agora, quase todos os quadrinhos são para a classe média e sobre ela. Grande parte desse público literariamente moribundo é gente de meia idade motivada pela nostalgia de sua infância e de tempos mais simples”.
As críticas de Moore não poderiam
ser mais acertadas. O autor que sempre demostrou um enorme amor pelos
quadrinhos, acompanhou de perto a revolução dessa arte e também a sua
estagnação. “Aquilo que foi nossa forma artística hoje é uma paixão em via de
desaparecimento para gente que ficou presa na adolescência”, afirmou.
A falta de amadurecimento do público de quadrinhos não é novidade e infelizmente parece ser algo não vai mudar. O leitor hoje de meia idade que acompanha quadrinhos desde a sua adolescência, não se propôs a acompanhar o princípio básico dessa arte: Fugir do comum. Quadrinhos é uma forma libertadora de se contar uma história. Um meio onde o impossível se torna crível em segundos e principalmente, não há limites. Infelizmente, o público que envelheceu acompanhando essas histórias, se esqueceu de como os quadrinhos significa dialogar com o novo, não sempre dançar com o velho.
Boa parte do leitor, como disse Moore, é composto por pessoas que vivem um sentimento de nostalgia ensurdecedor. Isso é muito visível quando escritores e desenhistas propõe mudanças em personagens conhecidos e grande parte do público reage de forma negativa. O popular “não mexa no MEU personagem”. É digno de nota, que esse grito é comumente do mesmo perfil; homens, em sua maioria brancos, que costumam consumir o mesmo estilo de conteúdo e deseja que tudo a ser produzido, seja para lhe agradar.
“Estou cansado da indústria dos quadrinhos. Já tomaram muito do meu tempo. Repudiei 80% de meu trabalho nos quadrinhos, já que não me permitem ser seu dono. Alienaram-me completamente. Não guardo cópias em e não voltarei a ler essas obras”, desabafa Moore. Chega ser doloroso ver esse triste desabafo de umas das mentes mas criativas dos quadrinhos e é ainda mais triste, ver o quanto ele tem razão. Suas obras costumam ser levadas para o cinema e ainda viraram animações e séries de TV. Alan Moore sempre pediu que seu nome não fosse creditado em tais adaptações porque não concorda com o tom delas. Na sua visão, essas adaptações usam os personagens de forma rasa, tornando a história mais um duelo de bem contra o mal, com muita ação para não fazer o público cochilar.
Apesar de ser fã dos filmes Watchmen e V de Vingança, não dá para negar que alguns temas propostos nas obras originais acabam sendo esquecidos em frente a um meio que pede por ação intensa ou o público vai achar “parado”. Entretanto, na última adaptação feita pela HBO, “Watchmen (2019)” o espírito da obra permanece igual e talvez até mais fresco. Aliás, gostaria muito de saber a opinião do Sr. Moore sobre essa última adaptação.
Algo destacado por Moore é como suas criações acabaram sendo tiradas dele, não tendo o direito de explorar suas obras com ainda mais profundidade e sempre ter que escrever em frente a um controle severo. “Muitas vezes foi impossível manter a liberdade de minhas criações. E encontrei muita gente que tentou se aproveitar do meu talento. Voltaria a tomar todas as minhas decisões morais, apesar do seu custo. Não tenho remorsos. O único, às vezes, é o próprio fato de ter me dedicado aos quadrinhos.”, reflete Moore.
Pensando nos leitores, Moore faz uma análise. “O indivíduo comum é capaz de enfrentar uma narrativa complexa, mas muitas vezes não é isso que se oferece a ele. Na cultura popular, primeiro se decide que o público é composto principalmente de simplórios que não apreciariam nada inteligente. Em seguida, são produzidas obras nesse estilo assumindo que é o que a massa quer. Esse processo, prolongado dura décadas, gera um público que dificilmente pode reconhecer um material inteligente, se é o que vê.”
Como leitor de quadrinhos, muitas
vezes me sinto entediado com as fórmulas baratas que são repetidas à exaustão.
No cinema, isso é ainda mais evidente, com filmes baseados em quadrinhos que
abusam de repetições, onde se troca o nome e personagens, mas a história se
mantem a mesma.
No final, resta ao público querer
sempre uma revolução, o que parece cada vez mais distante. De qualquer forma,
obrigado por tudo velho louco e desculpas também.
A Mulher-Maravilha já enfrentou diversos tipos de ameaça ao longo de décadas de luta pela justiça e igualdade, porém, a atual ameaça ao mundo como conhecemos talvez seja o maior desafio de toda a história de Diana.
A partir de “Mulher-Maravilha #755” se dará o inicio o arco The Four Hourseman (Os 4 Cavaleiros), colocando a nossa heroína investigando um passado sombrio das Amazonas e contra uma de suas valiosas amigas.
A introdução deste arco inicia em Mulher- Maravilha Anual #3, aonde conhecemos Helen Paul, uma jovem salva por Diana e que futuramente se tornaria uma agente da A.R.G.U.S. e uma grande amiga da heroína. O vilão Leviatã revela que Helen é uma descendente das Valquírias, que foram perseguidas e mortas pelas Amazonas no passado e que toda a sua relação com Diana era uma forma de controla-la.
Helen volta a usar seu nome Paula Van Gunther, se tornando a vilã Mestra da Guerra que vigia secretamente a Mulher-Maravilha, preparando-se para a chegada dos 4 cavaleiros do Apocalipse.
O roteirista Steve Orlando revelou em seu twitter as imagens conceituais de 3 dos 4 personagens que serão os grandes vilões do arco. As ilustrações foram feitas por Jesus Merino. Confira:
You think we don't have a plan coming out of Wonder Woman 750?
Maybe you've heard about the Four Horsewomen? Devastation, Armageddon, Genocide…and Paula Von Gunther, Warmaster!
Os ingressos para o aguardado filme Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa) começam a ser vendidos a partir de hoje, 23 de janeiro. Com estreia marcada para 6 de fevereiro no Brasil, o filme é um conto distorcido narrado pela própria Arlequina, como somente a própria pode contar.
A Warner Bros. Pictures também anuncia que o filme terá sessões especiais na noite do dia 5 de fevereiro, quarta-feira. Mais informações sobre os ingressos e a programação poderão ser obtidas nos sites oficiais das redes de cinema.
Sobre o filme
Você já ouviu aquela da policial, do pássaro que canta, da psicopata e da princesa da máfia? Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa) é um conto distorcido contado pela própria Arlequina, como somente a própria pode contar. Quando o vilão mais narcisista de Gotham, Roman Sionis, e seu zeloso braço direito, Zsasz, têm como alvo uma jovem chamada Cass, a cidade fica de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Arlequina, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya se cruzam e o improvável quarteto não tem escolha a não ser se unir para derrubar Roman.
No filme da Warner Bros. Pictures, Margot Robbie (“Eu, Tonya”) retorna como Arlequina, ao lado de Mary Elizabeth Winstead (“10 Cloverfield Lane”, “Fargo”) como Caçadora; Jurnee Smollett-Bell (série da HBO “True Blood”) como Canário Negro; Rosie Perez (“Fearless”, “A Escolha Perfeita 2”) como Renee Montoya; Chris Messina (“Argo”, série de TV “Objetos Cortantes”) como Victor Zsasz; e Ewan McGregor (“Doutor Sono” e filmes da franquia “Trainspotting”) como Roman Sionis. A novata Ella Jay Basco também estrela como Cassandra “Cass” Cain em seu primeiro filme.
Dirigido por Cathy Yan (“Dead Pig”) a partir do roteiro de Christina Hodson (“Bumblebee”), o filme é baseado nos personagens da DC. Robbie também produziu o longa ao lado de Bryan Unkeless e Sue Kroll. Os produtores executivos são Walter Hamada, Galen Vaisman, Geoff Johns, Hans Ritter e David Ayer.
Junto com Yan nos bastidores esteve o time criativo composto pelo diretor de fotografia Matthew Libatique (“Nasce Uma Estrela”, “Venom”); o designer de produção K.K. Barrett (“Ela”); os editores Jay Cassidy (“Trapaça”, “O Lado Bom da Vida”) e Evan Schiff (“John Wick” Capítulos 2 e 3); e a figurinista Erin Benach (“Nasce Uma Estrela”). A música é de Daniel Pemberton (“Homem-Aranha: No Aranhaverso”).
A Warner Bros. Pictures apresenta, uma produção de LuckyChap Entertainment, Clubhouse Pictures e Kroll & Co. Entretainment, Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa). Previsto para estrear em 6 fevereiro de 2020 nos cinemas brasileiros, o filme é distribuído pela Warner Bros. Pictures.
Como todos sabemos, quinta-feira é o tradicional dia de postar a famosa #tbt, pensando nisso, resolvemos criar um especial chamado “TBT do Terraverso” para relembrarmos algumas produções da DC. Como primeira #TBT de 2020, elencamos uma das séries mais lembradas e amadas da DC (de acordo comigo é sim).
No ano de 2001, mais precisamente em outubro, estreava a série Smallville, criada por Alfred Gough e Miles Millar, ela narrava a adolescência do jovem Clark Kent, interpretado por Tom Welling. A trama girava em torno de Clark e dos acontecimentos decorrentes de uma chuva de meteoros que atingiu a pacata Smallville (ou Pequenópolis, na tradução brasileira), que na verdade eram destroços do Planeta Krypton que vieram para a Terra no mesmo instante em que Kal-el (primeiro nome de Clark Kent).
Já no primeiro episódio, há uma passagem de tempo de 12 anos e somos apresentados ao elenco da série, com nomes como Tom Welling e Michael Rosembaum interpretando o melhor amigo de Clark, o empresário Lex Luthor (isso mesmo, Lex e Clark são amigos). O Kryptoniano salva Lex de um acidente de carro e os dois acabam ficando próximos, porém essa amizade escondia um interesse de Lex pelas habilidades que ele acreditava que Clark tinha (e com razão).
Outros personagens que merecem destaque são os pais de Clark, Martha e Jonatan Kent (Annette O’ttole e Jhon Schneider, respectivamente), além de seus amigos Chloe (Allison Mack), Pete (Sam Jones II), e claro não podemos deixar de fora Lana Lang (Krinstin Kreuk) e Louis Lane (Erika Durance).
Smallville contava com algumas situações desencadeadas pela contaminação do solo da cidade devido à chuva de meteoros, vejam a ironia, a mesma kryptonita que anulava os poderes de Clark, concedia habilidades meta-humanas às outras pessoas, por exemplo: o jovem que ganhou a habilidade de sugar o calor de quem tocasse, após cair em um lago congelado que continha fragmentos do meteorito; ou então o senhor de idade que rejuvenesceu após também cair em um lago com kryptonita; entre outros vilões.
Smallville certamente marcou a início dos anos 2000. Durante suas 10 temporadas, a série ainda contou com a participação de diversos heróis da Liga da Justiça, como o Aquaman, Supergirl, Flash e Arqueiro-Verde.
Na sua opinião, qual outra produção da DC merece ser lembrada em nosso #TBT?
O roteirista Tom Taylor revelou algumas páginas da continuação de DCeased. A sequência em 3 edições chamada ‘DCeased Unkillables‘ irá contar os eventos da invasão dos zumbis tecnológicos do ponto de vista dos vilões. Confira:
A sinopse diz: “Partindo dos dramáticos eventos de terror do best-seller de combustível orgânico e tecnológico de 2019, o escritor Tom Taylor retorna a este mundo sombrio, junto com o novo artista Karl Mostert, com um conto de morte, heroísmo e redenção nas ruas: DCeased: Unkillables! Liderados por Capuz Vermelho e Exterminador, ao longo desta minissérie de três edições com 48 páginas cada, os vilões e anti-heróis mais difíceis da DC lutarão sem piedade para salvar a única mercadoria que resta em um planeta moribundo dos mortos-vivos – a vida! “
A primeira edição de ‘DCeased Unkillables’ chega no próximo mês nos Estados Unidos com 48 páginas e com o retorno de Tom Taylor ao roteiro desta nova aventura pós apocalíptica dos heróis DC.
A edição #87 de Batman revelou um novo veículo para o Cavaleiro das Trevas, trata-se de uma espécie de trenó semelhante aos modelos utilizados em competições de inverno ou, mais simples, ao lembrar um tradicional carrinho de rolimã. O Bat-Shot, como é chamado o veículo, é disparado do Nightclimber, Batmóvel apresentado na atual fase de histórias do herói, que iniciou no número #86 e conta, desde então, com uma nova equipe criativa, responsável também por escalar o personagem Lucius Fox como o parceiro da vez para trabalhar em conjunto com o Batman após os acontecimentos sofridos por Alfred. Confira:
O Bat-Shot, mesmo parecendo ter a velocidade como o grande ponto forte para perseguições, por outro ponto de vista pode oferecer um risco para o Homem-Morcego ao deixar o seu corpo totalmente exposto, se oferecendo como uma vantagem para algum vilão. Será?
Batman #87, escrita por James Tynion IV, foi lançada no último dia 22, nos EUA.
Quando amamos algo, nos sentimos impulsionados a falar abertamente sobre isso. Quando o amor em questão é a DC, queremos proclamar aos quatro ventos sobre essa editora que tanto amamos.
O maior poder da arte é a sua capacidade em nos tocar profundamente e de diferentes formas. Os quadrinhos são uma expressão artística e nos comove, provoca e emociona desde a infância. Eu comecei a ler quadrinhos quando tinha oito anos. Por mais que eu tente, não lembro qual era exatamente, só posso confirmar ser do Batman. Nesses 26 anos de vida, tive o privilégio de apreciar muitos quadrinhos, séries, filmes e jogos. Somente uma coisa me faltava: falar sobre a DC com um público maior do que meus amigos num bar.
Meus problemas acabaram quando fui selecionado para fazer parte do Terraverso. Aqui, foram textos sobre diversos temas. Falei do Batman, Watchmen e Coringa. Falei sobre racismo, diversidade, filmes que não aconteceram e até mesmo sobre o problema relacionado a críticas de filmes. Desse emaranhado de assuntos existe algo que se conecta: A pura e simples liberdade.
Como já deve ter ficado claro, eu gosto de abordar alguns assuntos que em geral, acabam sendo ignorados na cultura pop. Se posso abordar esses assuntos com tranquilidade e sem nenhum filtro é porque me é permitido.
Somos um portal com +20 mil curtidas no Facebook, +8k no Instagram e Twitter, alcance em impressões nas redes sociais que ultrapassam a marca de 2 milhões de pessoas/mês e buscas aqui no site que chegam a marca de 150 mil visualizações mensais. Mesmo diante desses números, não movemos nosso conteúdo pensando em simplesmente em aumentar esse número de audiência. É por isso que evitamos click baits, análises rasas ou opiniões repetitivas.
Basicamente, aprimoramos cada vez mais nosso conteúdo com a liberdade para que os integrantes e os futuros (que em breve estão chegando) possam escrever sobre a DC de forma completa, com opiniões diversas, debates construtivos e para que todos os leitores possam se identificar. Todos mesmos.
Nesses quatro anos de Terraverso, muitas Terras foram exploradas, mas o Multiverso é muito maior. Queremos ir além. Não só desejamos alcançar mais plataformas, como também queremos explorar novos olhares e novas opiniões, mantendo o eterno amor pela DC.
Algo que também não irá mudar é a nossa diversidade. Na galáxia não há só uma família de loirinhos dos olhos azuis, aqui no Terraverso também não. Como somos diversos, essa diversidade sempre ecoará pelos nossos corações.
Nunca fugiremos de assuntos considerados polêmicos por medo de perder audiência. Temos uma visão madura e sempre discutimos entre nós sobre polêmicas, para que as opiniões de todos possam ser levantadas e respeitadas. Como a família que somos, mantemos o respeito e o amor entre nós e para o público.
Não podemos deixar de agradecer a você que nos lê e acompanha nas redes sociais. Não importa se começou agora ou se está conosco desde sempre, se você ama a DC, aqui você sempre terá um lar.
Conforme o TheHollywood Report, a atriz Rosario Dawson fará o papel principal em ‘DMZ’, série da HBO MAX que será dirigida por Ava DuVernay. (Novos Deuses), baseada na história em quadrinhos de mesmo título do selo Vertigo.
Dawson interpretará Alma, uma médica que salva vidas enquanto procura desesperadamente por seu filho perdido. Enquanto ela luta com as gangues, milícias, políticos demagogos e senhores da guerra que agora controlam a ilha sem lei, ela se torna a fonte improvável de algo que todos perderam: A esperança.
‘DMZ’ é baseado nos quadrinhos Vertigo de Brian Wood e Riccardo Burchielli. A história se passa num futuro próximo, onde a ilha de Manhattan é uma terra de ninguém que separa os dois lados em uma amarga guerra civil.
Roberto Patino (Westworld) está adaptando os quadrinhos e será o showrunner do piloto. DuVernay irá dirigir e produzir a série que ainda não possui previsão de estreia.