O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
52 é considerada a HQ mais ambiciosa da DC Comics por sua publicação semanal, foco em personagens secundários e uma narrativa que redefiniu o conceito de universo compartilhado.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
52 é considerada a HQ mais ambiciosa da DC Comics por sua publicação semanal, foco em personagens secundários e uma narrativa que redefiniu o conceito de universo compartilhado.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
A escritora Paula Sevenbergen e a ilustradora Aneke assumirão a equipe criativa da Mulher-Gato a partir da edição de abril de sua revista solo, conforme revelado nas solicitações divulgadas pela DC para o mês de abril de 2020. A dupla substitui Joëlle Jones, que lançou a série em julho de 2018.
A editora não especificou o motivo dessa mudança na equipe criativa, ou se espera que Jones retorne para o título – já que ela se apresentou com escritores e artistas convidados no passado.
Sevenbergen também colaborou recentemente com o roteiro da série Stargirl do DC Universe. Ela já escreveu curtas para Mad Magazine e Femme Magnifique, da IDW Publishing.
Confira a sinopse da edição de estreia da nova equipe, Catwoman #22:
Já viu aquelas vans cor-de-rosa estacionadas na cidade anunciando empregadas sexy que virão limpar sua casa? Pouco você sabe, mas aquelas empregadas sexy são na verdade parte de uma operação secreta que somente a Mulher-Gato pode abrir caminho para encontrar o artefato que roubaram. É couro vs lingerie nesta perseguição épica aos gatos!
Já se passou algum tempo desde o lançamento do último episódio do crossover “Crise nas Infinitas Terras” realizado pelo canal CW. Decidi ao lado do Terraverser Juan fazer uma análise do que deu certo, o que não deu muito certo e o que foi marcante neste projeto audacioso realizado pela CW.
Lembro em alguns anos atrás quando Arrow estreou na TV apresentando uma versão diferente de Oliver Queen, interpretado por Stephen Amell, a série acabou agradando um público tanto fã da DC quanto espectadores comuns que se interessaram pela jornada do homem que lutava para salvar a sua cidade, considerado o primeiro dos vigilantes. As temporadas se passam e depois de Arrow surgem The Flash, Supergirl, Lendas do Amanhã e este universo compartilhado de séries chamado popularmente de “Arrowverso.”
Em ‘The Flash’ existia a premissa de que o velocista escarlate desaparecia em um combate mortal no qual o céu se tornaria vermelho. Descobrimos a existência do Multiverso e infinitas versões da Terra, que para o homem mais rápido vivo era possível viajar por entre esses mundos. Assim, surgiram os crossovers que a cada temporada se tornava a marca registrada deste universo compartilhado, até encontrar seu ápice no projeto mais ambicioso realizado pelo canal CW: uma adaptação de Crise nas Infinitas Terras.
Arrow está na sua temporada de encerramento e na despedida da grade televisiva da CW, temos a última grande missão de Oliver Queen. A temporada final possui 10 episódios e 7 deles foram voltados a contar como o Arqueiro Verde e sua equipe se preparam para a Crise e toda a desconfiança ao lado da misteriosa figura do Monitor. Estes episódios também tiveram como objetivo trabalhar a relação entre Oliver e sua filha Mia, que irá protagonizar os últimos capítulos da série e já possui um spin off garantido, intitulado “Green Arrow and The Canaries“.
Flash também devotou a sua primeira parte da nova temporada na preparação de Barry Allen para um mundo sem a sua existência, aos poucos se despedindo da sua equipe e dos seus melhores amigos, lidando com o fato de que na Crise que se aproximava ele iria morrer para salvar o Multiverso. Quando o céu se tornou vermelho para todas as Infinitas Terras, a batalha pela sobrevivência se iniciou.
Não considero que este crossover se trata apenas de uma junção de todos os seriados do Arrowverso – Raio Negro se tornou parte deste universo compartilhado na atual temporada – mas sim de tudo que já foi realizado pela DC tanto para o cinema quanto para a TV, além de participações mais que especiais que ocorreram no encontro, tornando este crossover não apenas único, mas também o maior já realizado por um canal.
Diferente de anos anteriores com apenas 3 episódios, Crise nas Infinitas Terras é um crossover dividido em 5 partes sendo exibido em Supergirl, Batwoman, The Flash, Arrow e Lendas do Amanhã (nesta ordem), contando uma história que foi iniciada no crossover Elseworlds de 2018 e foi o tema principal da última temporada de Arrow e também na mais recente de The Flash, que os heróis estão em uma preparação para o fim de todo o Multiverso.
No inicio do encontro, viajamos por uma montanha russa de nostalgia e surpresas quando encontramos a Terra 89 do Batman de Tim Burton , a Terra 9 da série Titãs do DC Universe, a Terra 66 do Batman de Adam West e do Robin Butt Ward. São pequenas aparições mostrando que os eventos que acontecem no Arrowverso reverberam pelas vastas versões da Terra, e que assim, surgiram as versões em live action de nossos tão queridos heróis ao longo de toda a história da DC.
A narrativa não segue fielmente a história dos quadrinhos de Marv Wolfman e George Perez, afinal a história apresenta uma quantidade absurda de personagens que aparecem ao longo das 12 edições. Mas não acho que falha como uma adaptação, pois todos os eventos principais da HQ foram utilizados no crossover, como a luta para proteger uma torre de energia capaz de parar a onda de anti-matéria. Assistimos o sacrifício do Arqueiro Verde que resulta no salvamento de bilhões de vidas e a viagem ao longo do Multiverso para encontrar heróis que pudessem ajudar a vencer esta Crise.
Esta viagem que acontece no segundo episódio foi o momento mais empolgante neste primeiro momento, pois reencontrar a icônica versão do Superman do ator Christopher Reeve, interpretada por Brandon Routh mais velho, diferente do que foi visto em “Superman: O Retorno” e que representa a versão do herói da HQ ‘O Reino do Amanhã’, foi algo de tirar o fôlego. Nesta segunda oportunidade de trabalhar com o personagem, ele consegue se destacar trazendo os elementos que tornaram este Superman tão incrível, com referências a momentos dos filmes realizados por Reeve e acima de tudo, mostrando que aquele Superman luta pela humanidade até o seu ultimo esforço.
Quando consultei o Terraverser Juan sobre o crossover, ele nos traz um ponto de vista diferente, afirmando que “nos três episódios seguintes do crossover, que os problemas começam a ficar mais claros, com uma onda de inúmeras participações especiais, o episódio final da primeira parte, de “The Flash” perde o ritmo e peca na divisão de cenas, com muitos personagens e pouco para fazer, o elenco fica perdido, com muitos momentos que estão ali para preencher o espaço.”
Quanto as participações “são inúmeras, em grande parte, vista do lado de fora, podem parecer bem vindas, mas no contexto do especial, elas passam a ficar deslocadas e gratuitas, sem qualquer payoff em vista.”
Mas a grande decepção vem com a adição de Tom Welling, que graças ao marketing em volta de seu grande retorno, causou uma grande onda de desconforto em seu real papel no crossover, com fãs nas redes sociais decepcionados com a minúscula participação, que não adiciona tanto a mitologia vasta de Smallville, série que completa 9 anos desde a exibição de seu episódio final em 2011, e não satisfaz os curiosos que esperavam uma grande cena do ator com o clássico traje azulado que nunca pode ser visto em ação no seriado.”
Sobre as inserções dos personagens “o sentimento de algo incompleto se espelha pelo resto das participações, que se tornam “cameos de luxo”, como por exemplo o Raio Negro, um grande sucesso do canal encabeçando a seção de personagens desperdiçados que poderiam ter tido mais para fazer, mas ficaram sobrando em cena.
A conclusão surpreende, “embora com o vilão não tão presente, os 7 escolhidos para salvar a humanidade tomam a frente e dirigem o final do encontro para o seu ápice, com algumas cenas que não poderiam ficar de fora, Supergirl e seus super amigos navegam bem pela nova “Terra Prime” e lutam para dar ao fã uma conclusão épica para um especial tão ambicioso. O final satisfatório vem nos últimos minutos, em uma mesa redonda, 8 cadeiras, e um Hall da Justiça em construção. Uma promessa para algo maior.”
Nem tudo é perfeito e sempre existem duras críticas a qualidade do que a CW produz. A ideia das participações mesmo que curtas tem como objetivo enfatizar que os acontecimentos ali não são apenas voltados ao universo das séries, inclusive a chegada de Raio Negro que, pelo menos desde a sua estreia nunca foi mencionado, a surpreendente Terra 666 de Lucifer e talvez a maior delas, o Flash de Grant Gustin encontrando o Flash de Ezra Miller, levando os fãs da DC a loucura e imaginando infinitas possibilidades. Talvez este seja o termo que possa definir este crossover, as infinitas possibilidades e tudo de uma forma ou outra está conectado ou coexistindo ao mesmo tempo.
Por fim, a conclusão do crossover revela como o Multiverso é criado, propondo semelhanças com a HQ, um cientista insaciável por descobertas acaba indo longe demais e levando o fim para o mundo como se conhece, no caso da série, o papel de Krona passa a ser do Monitor e sua esposa que na busca para chegar na Aurora do Tempo, abrem uma fenda que permite a entrada do universo de Anti-Matéria. Oliver Queen/Espectro se aliando aos 7 Paragons, os heróis escolhidos para salvar o Multiverso na Crise, foi um momento que com certeza deixou os fãs de Arrow de coração aquecido pois o vigilante que apenas queria salvar a sua cidade acaba sua jornada sendo um dos responsáveis por salvar o Multiverso.
“Crise nas Infinitas Terras” entre erros e acertos, tem mais pontos positivos, além de ter a audácia de trazer um momento clássico das HQ’s da DC para o live action, procura surpreender o espectador, seja por uma aparição surpresa ou um desfecho de determinado personagem que esperávamos ter uma trajetória diferente.
A DC divulgou sua lista de lançamentos e dentre os títulos, o que mais chamou atenção foi Batman #93, de James Tynion IV e Tony S. Daniel, que será lançada em abril.
A sinopse oficial da história diz que em pouco tempo a “Guerra do Coringa” chegará em Gotham. O que provavelmente significará na existência de um novo arco.
Batman enfrenta o Designer quando “Designs Sombrios” atinge seu clímax épico! No ano passado, Batman perdeu mais do que ele poderia imaginar, e agora ele enfrenta um custo tão caro que vai mudar o curso de sua vida. E há algo ainda pior no horizonte. No meio de todo o horror, ele pode sentir a chegada da batalha. A “Guerra do Coringa” está chegando, e Gotham City nunca mais será a mesma.
O arco promete deixar um impacto duradouro na cidade.
A DC divulgou a prévia da primeira edição da HQ “The Green Lantern: Season Two” escrita por Grant Morrison e com desenhos de Liam Sharp e Steve Oliff. Serão ao todo 12 edições. Confira:
“Após a invasão Blackstar, Hal Jordan e seus colegas Lanternas devem recolher e juntar os pedaços dessa conclusão cataclísmica”, diz a descrição da DC. “Entre eles, está a próxima missão crítica de Jordan: procurar a próxima geração de imortais cósmicos. O universo está pronto para … os Jovens Guardiões?”
“A primeira edição é sobre Hal Jordan indo em busca de substitutos para os Guardiões do Universo”, disse Morrison em entrevista a Entertainment Weekly. “Ele está ligado a todas as grandes coisas que estão acontecendo no Universo DC no próximo ano, então há um pouco disso, mas a diversão foi ‘vamos acabar com o status quo’. Estes são os novos Guardiões com idéias muito diferentes do que é certo e errado . Em vez de Hal se intrometer com esses caras do espaço geriátrico,com os quais ele sempre teve problemas, onde ele era o jovem arrogante e eles eram as cabeças velhas, de repente nós temos os Jovens Guardiões. ” conclui o autor.
Sharp ainda acrescenta: “De certa forma, Hal Jordan é um super-herói entre os humanos, ele é um super-herói entre os Lanternas Verdes. Seja ele nosso Lanterna Verde favorito ou não, está estabelecido nos livros da tradição dos Lanternas Verdes que ele é o maior Lanterna Verde de todos os tempos. Você vai para o futuro, eles ainda estão falando sobre Hal Jordan. Estamos contando a história do maior Lanterna Verde de todos eles. “
A edição será lançada no mercado americano no dia 12 de fevereiro.
Conforme um recente relatório do Hollywood Reporter, o ator Oscar Isaac é o escolhido da Legendary para ser o protagonista e produzir o filme “The Great Machine“, produção que irá adaptar a HQ “Ex Machina“, de Brian K. Vaughan
Anna Waterhouse e Joe Shrapnel, que escreveram o recente drama estrelado por Kristen Stewart, ‘Seberg’, foram os escolhidos para escrever a adaptação.
A história em quadrinhos, que Vaughan escreveu ao lado do artista Tony Harris, estreou em 2004, sob o selo Wildstorm da DC Comics. A narrativa gira em torno de Mitchell Hundred, um ex-super-herói que se tornou o prefeito da cidade de Nova York após o 11 de setembro.
Great Machine era o nome de super-herói deste personagem. Alterar o título ajuda a Legendary a evitar confusão com ‘Ex Machina’, um filme de ficção científica de 2015 do cineasta Alex Garland, estrelado por Alicia Vikander.
A tentativa de produzir Ex Machina para os cinemas não é recente. O projeto se manteve em desenvolvimento na New Line entre 2005 e 2012, mas não saiu do papel.
Conforme o GWW, três novos personagens aparecerão na segunda temporada da série animada “Harley Quinn” do DC Universe. Os personagens são a Mulher-Gato, Batgirl e Doctor Trap.
Mulher-Gato (Selina Kyle) usa suas nove vidas para caminhar entre a luz e a escuridão na cidade de Gotham. A infame ladra é certamente uma das personagens mais icônicas do Universo DC – não porque ela seja uma super-heroína, por si só, mas porque ela é muito boa em roubá-las. Motivada em parte por seu próprio interesse, e em parte pela diversão, Mulher-Gato tem desconcertado os heróis de Gotham City, mascarados e desmascarados, desde o início. Ela será dublada por Sanaa Lathan (‘The Affair’, ‘Twilight Zone’).
Batgirl (Barbara Gordon) redefiniu o significado de ser uma heroína solitária quando criou seu próprio traje e se juntou à cruzada de Batman bem embaixo do nariz de seu pai. Barbara Gordon sempre existiu entre dois mundos: sua vida em casa como filha única do comissário de polícia James Gordon e sua vida saltando entre gárgulas como associada do Cavaleiro das Trevas e membro fundadora das Aves de Rapina. Uma hacker de nível genial e especialista em artes marciais, Babs, como seu homônimo, provou ser uma feroz sobrevivente e uma das protetoras mais queridas de Gotham. Briana Cuoco, irmã de Kaley Cuoco, empresta sua voz na série.
Doctor Trap já foi Larry Trapp, um homem que perdeu sua amada namorada Caroline Anders, morta no fogo cruzado de uma batalha entre a equipe “Justice Experience” e seus inimigos, “The House of Pain”. Ele culpou todas as partes envolvidas pela morte dela e jurou vingança contra todos. Mais tarde, ele capturou e matou vários membros de ambas as equipes, incluindo o líder da Justice Experience, Walter Chase, que era conhecido como “O Acrobata”. Ele matou Chase rasgando sua garganta com suas mandíbulas cibernéticas e o deixou no chão da cozinha para sua família encontra-lo.
Esses três personagens não são os únicos a se juntar a próxima temporada, mas você pode esperar muito mais caras novas de todo o Universo DC (incluindo até o espaço)!
A série animada +18 estreou em 29 de novembro de 2019, no DC Universe, com uma primeira temporada de 13 episódios (atualmente no ar). A produção é escrita e produzida por Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey e segue as desventuras da Arlequina e sua melhor amiga e parceira no crime, Hera Venenosa.
Conforme o Deadline, Joanna Vanderham está escalada para desempenhar um papel recorrente como a “grande vilã” da 5ª temporada de Legends of Tomorrow.
Ainda não há conhecimento sobre qual personagem ela interpretará, mas em uma breve descrição diz “uma máquina de matar implacável com punhais feitos de ossos. Onde quer que ela vá, a morte a segue.”
Os produtores revelaram que a personagem de Vanderham tem uma história que se ligará ao passado de Charlie (Maisie Richardson-Sellers), que se juntou recentemente a equipe das Lendas na quarta temporada para evitar o banimento no inferno.
O portal Entertainment Weekly revelou hoje que a cantora Debbie Gibson, aparecerá no episódio musical da temporada final da série. Recentemente os dois divulgaram um vídeo cantando juntos:
LIGUE O SOM!
O dueto entre Tom Ellis e Debbie Gibson para a série Lucifer já tem uma prévia!
Gibson, além de cantar, interpretará Shelly Bitner, uma mãe controladora que não deixa seu filho adolescente, JJ, decidir os rumos do seu próprio futuro.
Debbie Gibson e Lucifer de Tom Ellis no set. Photo credit: Debbie Gibson
A última temporada da série estreia na Netflix ainda em 2020.
A franquia de filmes da Warner Bros. e DC segue atualmente um caminho diferente, com maior ênfase nos filmes solo, e conforme o ScreenRant, Jim Lee seria o homem que supervisionaria seus projetos no futuro.
O estúdio já produziu inúmeras adaptações de quadrinhos nos cinemas, mas seus planos para uma franquia conectada, semelhante ao MCU da Marvel Studios só começaram em 2013 através do diretor Zack Snyder e do filme “Man of Steel” de Henry Cavill, que deu início ao DCEU. Desde então, eles lançaram vários outros filmes na esperança de construir seu próprio universo. Infelizmente, as coisas não correram tão bem quanto esperavam que fosse.
Embora os filmes tenham se saído bem nas bilheterias, a maioria deles teve a crítica divida. Em meio a tudo isso, a Warner Bros realizou os ajustes necessários para garantir que eles tenham uma estratégia sustentável pela frente, que envolve justamente desviar dessa conectividade. Em vez disso, projetos individuais são prioridades com vários deles já em planejamento. Enquanto o estúdio continua trabalhando nas propostas, parece que Lee seria o homem que os levaria a essa nova era dos filmes da DC.
Após a aparição do Flash de Ezra Miller no crossover ‘Crise nas Infinitas Terras’, onde ele conheceu sua contraparte interpretada por Grant Gustin, o produtor executivo da Arrowverse, Marc Guggenheim, foi questionado sobre como eles foram são capazes de fazer esse feito. Em uma entrevista à Variety, o showrunner foi perguntado se os eventos do especial de TV significam que o filme Flash de Ezra não existe mais, considerando que abordar o Multiverso era garantir que houvesse apenas uma versão de cada herói. Guggenheim se recusou a comentar sobre e, em vez disso, direcionou consultas ao estúdio e, surpreendentemente, ao Lee. “Vou deixar essa pergunta para a Warner Bros. e a DC. Eles têm uma visão maravilhosa não apenas do Flash de Ezra, mas também de todo o universo da DC. Jim Lee é o homem com quem conversar”, disse ele.
Embora Guggenheim não tenha dito diretamente que Lee é o responsável criativo da franquia de filmes da DC, sua resposta implica que ele tem conhecimento de como a Warner Bros. está planejando abordar seu universo cinematográfico. Lee começou como artista de quadrinhos da Marvel em 1987, mas é conhecido principalmente por seu trabalho na DC. Lá, ao lado de Geoff Johns, lançou “Os Novos 52”, reiniciando o universo das HQs da editora. Atualmente, Lee é o diretor de criação da DC Comics, por coincidência, um cargo anteriormente ocupado por Johns antes de deixar a posição em 2018. Vale a pena perceber, no entanto, que Walter Hamada ainda é o presidente da produção de filmes da DC, o que lhe dá autoridade sobre que tipo de projetos têm luz verde para iniciar.
Tudo isso dito, a posição da Hamada não significa que não há espaço para Lee, pois eles podem desempenhar diferentes funções na organização. À medida que a Hamada supervisiona mais o lado comercial, atuando como produtor, Lee pode se concentrar no lado criativo das operações. Enquanto a Marvel Studios tem Kevin Feige fazendo os dois papéis para o MCU, a Warner Bros. e a DC podem estruturar sua formação executiva de uma maneira que funcione melhor para eles.
Conforme o Newsarama, a DC divulgou a prévia da edição “Batman: Pennyworth R.I.P.”, a HQ abordará a vida do Homem-Morcego sem o seu fiel mordomo. A edição terá 48 páginas. Confira a prévia:
As histórias são de James Tynion IV e Peter J. Tomasi, com artes de Eddy Barrows, Eber Ferreira, Chris Burnham, Marcio Takara, Diógenes Neves, Sumit Kumar e David LaFuente. Confira a sinopse:
Alfred Pennyworth serviu a família Wayne por décadas. Mesmo com a trágica perda dos pais de Bruce Wayne. Sua morte nas mãos de Bane é o único evento que poderia se comparar à noite fatídica do crime naquele beco e deixar Bruce em uma situação semelhante. Se Alfred era o elo que mantinha a Família Morcego unida, como o Batman lidará com tudo isso desmoronando? E se o Cruzado Encapuzado estiver realmente sozinho, ele poderá pendurar essa capa de uma vez por todas … ou siga e continue com essa busca vingativa para sempre.
“O tecido de Gotham parece ter sido rasgado, e em nenhum lugar isso é mais evidente do que na família de Batman”, disse James Tynion IV em um comunicado à imprensa. “Esse é um soco emocional de um problema, pois a família se reúne à medida que luta contra a perda do homem que sustentou cada um deles nas horas mais sombrias e decide que tipo de família resta, agora que coração foi removido.” completa o autor.
“Foi um privilégio escrever a Bat-família por tantos anos”, disse Peter J. Tomasi, “e um privilégio ainda maior de fazer parte de dar a Alfred, meu segundo personagem favorito na mitologia do Batman, uma saudação a sua história. Estou orgulhoso deste especial e da nova edição Detective Comics Annual #3, por dar a Alfred Pennyworth mais momentos para brilhar. ” completou Tomasi.
Batman: Pennyworth R.I.P. #1 será lançado no dia 12 de fevereiro no mercado americano.