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Flash Forward | O caminho de redenção de Wally West passa pelo Multiverso Sombrio

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O Flash de Wally West é um dos velocistas mais queridos dos fãs de quadrinhos. Ele retornou ao Universo DC após o mistério do Renascimento, participando entre as histórias do Flash e dos Titãs, procurando entender qual é o seu lugar em um mundo no qual a sua esposa não sabe quem ele é e os seus filhos não existem.

Em Heróis em Crise, descobrimos que a grande tragédia envolvendo os heróis que utilizavam o Santuário para amenizar o sofrimento, dúvidas e tristezas que os acometiam foi causada por Wally, que fazia parte deste grupo pois ele próprio não conseguia lidar com sua angústia.

Após os eventos desta versão moderna de “Crise de Identidade” escrita por Tom King, Flash assume a culpa de todas as acusações sendo preso em Black Gate, permitindo que seus poderes sejam suprimidos por um colar e, enquanto paga a sua penitência, recebe uma segunda chance de ser um herói através de Tempus Fuginaut, que observa o nosso Multiverso e o Multiverso Sombrio.

Fuginaut é a divindade cósmica que conhecemos nos contos do Multiverso Sombrio. Um ser que volta os seus olhos para o Multiverso de infinitas possibilidades negativas, procurando um herói que fosse capaz de ajuda-lo diante da Crise que ocorria, encontrando no homem sem esperanças em Wally West. Aquele que pode salvar o Multiverso como conhecemos.

Este encontro é contado em Flash Forward, escrita por Scott Lobdell e com arte de Brett Booth. A minissérie em 6 edições foi lançada entre setembro de 2019 e fevereiro de 2020 nos EUA, servindo como uma forma de conexão entre os eventos do arco final da Liga da Justiça em Os Novos 52, Noites de Trevas: Metal e O Relógio do Juízo Final, deixando claro que tudo esta conectando e uma mudança no Multiverso como conhecemos está a caminho.

A história é interessante não apenas por ser um link entre tudo que acontece na linha editorial da DC atualmente, mas é uma história de superação de Wally West após o que acredito ser o pior momento da sua trajetória como herói, passando a conviver com a culpa pela morte de tantas pessoas queridas para ele. O encontro entre o Flash e Tempus Fuginaut ocorre em um momento em que ele luta pela sua vida tanto na prisão como dentro de sua própria consciência e, enquanto reflete sobre os seus atos, o Multiverso Sombrio está vazando a sua matéria escura pelo nosso Multiverso fundindo diversas Terras.

Lobbdell aproveita-se muito bem do conceito Multiverso utilizado pela DC, ele traz na sua narrativa algumas Terras, como a Terra #23 do presidente Superman Calvin Ellis, inspirado em Barak Obama, a Terra da Liga da Justiça formada por vampiros onde Wally elabora o seu luto a respeito do que acontece com Roy Harper, tendo uma oportunidade de encontrar seu amigo mais uma vez, mesmo que de outra Terra.

Na Terra #13, Wally encontra uma versão velocista de sua esposa, Linda Park e os dois trabalham juntos para evitar uma fusão via Multiverso Sombrio com a Terra #32, onde reside a Liga da Justiça das Sombras liderada pelo Super Etrigan e os Fora-da-Leis da Justiça.

As últimas edições passam em um momento catártico do Flash em relação a toda a sua trajetória e a razão da existência de um mundo sombrio forjado a partir de tudo que tem medo é uma solução que lhe tiraria tudo que torna Wally West um personagem tão interessante. A um custo alto, ele salva o dia mais uma vez reunindo a sua família.

O momento em que o herói reencontra os seus filhos é divertido e emocionante, Iris e Jay são personagens carismáticos e mesmo em uma situação tão difícil como se encontravam, conseguem manter um sorriso e a esperança. Tudo que Wally passou desde o seu desaparecimento em Flashpoint até Heróis em Crise, foi o que moldou o herói a seguir um passo a frente e tomar para sí um dos itens mais poderosos do universo DC.

O ato final daquele que um dia foi Wally West, é concluir Flash Forward com o surgimento de uma nova divindade cósmica em posse do Trono Mobius, uma mudança do status de um homem perdido no tempo, um homem penitente, um homem em busca de redenção para alguém que se torna capaz de se sentar no trono de todo o conhecimento que foi tocado por nada menos que Dr. Manhattan. O que ele irá fazer com tamanho poder? Difícil prever mas as possibilidades são diversas.

Flash Forward é o tipo de história criada para conectar elementos que pareciam estar soltos na linha editorial, mostrando que tudo faz parte do universo DC com expectativas para grandes mudanças no futuro, porém não deixa de ser uma aventura emocionante de Wally West em sua jornada como herói.

Nota:

40/52 – Bom.

#Especial80Anos | Conheça mais sobre a origem da Mulher-Gato!

No último mês de abril, uma das personagens mais importantes para a trajetória da DC Comics completou 80 anos de história. A nossa Selina Kyle, mundialmente conhecida como Mulher-Gato, teve suas evoluções ao longo dos anos, sendo sempre uma das personagens mais notáveis do Universo, não só dos quadrinhos, mas no cinema, TV animações e até na moda com seu estilo marcante.

Afinal, quem nunca foi em uma festa fantasia, ou no carnaval e viu alguém com o traje da felina? Ela nunca foi esquecida e sempre teve seu espaço se reinventando dentro da indústria. Agora, vamos conhecer mais um pouco dela?

O INÍCIO

Tudo começou lá em 1940, na edição número #1 do Batman criada por Bill Finger e Bob Kane. Apesar do Coringa ser o vilão favorito do Homem Morcego, a personagem teve um sucesso inesperado. Tradicionalmente como uma vilã e nomeada como “A Gata”, a personagem foi inspirada por estrelas da telas dos anos 40 como Hedy Lamarr e Jean Harlow. Ela foi apresentada desde sempre como uma mulher bonita e sexy, mas não impressionando os leitores somente pela sua beleza e sim suas atitudes nos quadrinhos. A explicação “felina” que Bob Kane deu ao aspecto forte da sua personagem é que ele acreditava que mulheres eram criaturas felinas, e homens se assemelhavam mais a “cachorros”. Gatos demonstram mais independência e era isso que ele pensava quando trouxe a personagem para os quadrinhos do Batman.

Batman #1 | Catwoman

Originalmente ela seria apenas um interesse amoroso do Homem Morcego, mas a personagem se desenvolveu tão bem que acabou agregando todos os públicos que liam quadrinhos na época e algo se destacou pelo fato da personagem ter muita força e independência, sendo assim, ela não poderia ser apenas um interesse romântico pois havia potencial na personagem. Porém, nem tudo eram só flores, a Mulher-Gato sempre foi feita de forma tão “atrativa” e sexualizada, tanto que de 1954 a 1966, ela simplesmente desapareceu das edições. Isso porque a Associação Americana de Revistas em quadrinhos repreendeu a forma como a personagem era retratada, violando alguns dos códigos que a Associação deixava claro.

Um desses códigos dizia que “Os criminosos não devem ser apresentados de modo a serem glamorosos ou a ocupar uma posição que crie desejo de emulação”. e o ponto forte da personagem era fazer com que as pessoas simpatizassem, mesmo quando ela ainda era vista somente como uma vilã, apesar de fazer algumas aparições ajudando o Batman e o Robin por volta de 1950, já gerando a ambiguidade que a gente iria ver muito ao longo de toda sua história.

AS VÁRIAS ORIGENS E FORÇA

A nossa personagem teve muitas origens e todas elas mostravam um lado da Selina Kyle muito importante: A originalidade, mesmo em suas diferentes versões que foram adaptadas ao longo dos anos. Por ser uma personagem criada para ser independente, ao mesmo tempo que tem interesses românticos e jogos de sedução, todas as suas histórias moldam a sua personalidade e como isso a levou ao ato de furtar. A justificativa que muitos encontram era que o furto a deixava em “paz” em meio a um passado sempre turbulento e trágico. O uniforme usado por ela em algumas dessas versões foi inspirado não só por ela gostar dos bichinhos, e sim por ver o Batman em algumas ocasiões em Gotham, o que a ajudou a imaginar o design.

1- A edição Batman #62 de 1950 revelou que a Mulher-Gato é uma comissária de bordo com amnésia. O avião acaba caindo e as únicas lembranças dela são dos seus gatos. Quando ela melhora, continua ajudando o Batman em suas edições seguintes.

2- A outra versão que temos aparece em The Brave and the Bold #197 de 1983, quando ela desmente a história da amnésia. A personagem revela que apenas estava fugindo do seu marido no qual ela vivia um relacionamento abusivo e por isso invade o cofre dele onde se encontravam joias que eram dela, sendo assim, ela precisava recupera-las.

3- Na origem de Frank Miller, se explora mais ainda toda essa origem da personagem que foi reformulada para algo tão intenso quanto. Ela era uma prostituta que aprende artes marciais com a finalidade de se proteger do seu ex-namorado que era um cafetão. Nesse arco, a personagem aparece de cabelos curtos, e com um traje dominatrix, ressaltando ainda mais o lado Felino Fatale que nunca foi deixado de lado nesses 80 anos.

A personagem foi se expandindo em cada arco, e sua história de vida sempre foi intensa. Em uma delas, os pais de Selina cometem suicídio, e ela não tinha mais contato com sua irmã Maggie. Muitas repaginações nas histórias da Mulher-Gato já foram feitas; ela consegue ser mãe, em outras edições o jogo de “gato e rato” com o Batman acaba e ela fica noiva, mas nunca deixando de ter sua independência e autossuficiência, mesmo com um passado turbulento que a assombra. Ela, assim como o Cavaleiro das Trevas, não tem superpoderes, sua habilidade foi conquistada em meio as ruas com treino, adquirindo experiência e mesmo assim isso não a torna menos fraca.

Eiko Hasigawa

Mesmo sendo uma anti-heroína, a Mulher-Gato consegue ser inspiradora para muitos. Em março de 201,5 na edição de Catwoman #89 Selina Kyle beija Eiko Hasigawa, e então é confirmado um boato que se corria em muitos anos da personagem, que sim, ela é uma mulher bissexual segundo a própria roteirista da série, Genevive Valentine.

A personagem ambígua com várias facetas marcou a história da editora e a vida de muitas pessoas, sendo notável em qualquer mídia que esteja. Ela nunca foi formulada para ser uma simples “Felina” como seu autor a chama, e sim para mostrar com maior profundidade diferentes lados existentes na personagem. Hoje, ela continua sendo um sucesso passando por diferentes roteiristas, e em 2021 voltará a ser o foco representada pela atriz Zoe Kravitz em seu novo filme “The Batman”.

Supergirl | Série coloca Lex Luthor em São Paulo, com ponto turístico do Rio de Janeiro ao fundo

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No 17º episódio da 5ª temporada da série Supergirl, intitulado “Deus Lex Machina” e exibido no último domingo (03.05) na TV americana CW, coloca o Lex Luthor discursando em diversas partes do mundo. Uma dessas partes é São Paulo, no Brasil. O problema é que a imagem ao fundo, mostra os arcos da Lapa, que fica no Rio de Janeiro. Confira a cena abaixo:

Arcos da Lapa – Ponto Turístico do Rio de Janeiro.

O episódio “Deus Lex Machina” contou com a direção da protagonista do programa, a atriz Melissa Benoist. A 5ª temporada da série se encerrará com o 19º episódio, “Immortal Kombat”, no dia 17 de maio na CW.

Batwoman | Revelado o visual do vilão Silêncio na série

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Revelado o visual do vilão Silêncio para o penúltimo episódio da 1ª temporada de Batwoman. Ele vai ao ar no próximo domingo, 10 de maio, no canal americano The CW. Confira o trailer abaixo:

No episódio intitulado “A Secret Kept From All the Rest”, Alice convoca Tommy para ajudar a adquirir um item que Kate também procura. Em outros lugares, Sophie e os Corvos vão atrás da mais nova ameaça homicida para a cidade. Além disso, Kate é consumida pela traição de alguém e começa a questionar a lealdade de todos ao seu redor, exatamente quando ela mais precisa deles. Então, quando Luke e Julia desaparecem, Batwoman deve contar com Mary e um ex-inimigo para implantar sua missão de resgate. Confira imagens do vilão:

Silêncio é um supervilão da DC, normalmente visto como um adversário do Batman. Ele apareceu pela primeira vez em Batman #609 (janeiro de 2003), como parte do enredo de 12 números de Batman: Silêncio, criado por Jeph Loeb e Jim Lee.

Lanterna Verde | Ryan Reynolds e Taika Waititi brincam sobre a existência do filme

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A dupla Taika e Ryan em entrevista ao Total Film, esteve divulgando seu novo filme “Free Guy – Assumindo o Controle“, ambos já atuaram juntos em Lanterna VerdeRyan Reynolds como o protagonista Hal Jordan e Waititi como Thomas Kalmaku. Na entrevista, ambos foram questionados sobre o filme de 2011 do herói e Waititi respondeu;

“De qual projeto você está falando? Nunca ouvi falar disso aí…Lanterna o quê?”. Reynolds conclui: ‘Verde.. o quê?’.

Então, Waititi em um tom mais sério, fala sobre a produção:

“Não, esse tipo de coisa é ótimo, já que eu e Ryan temos um humor parecido em relação a essas coisas. Acho engraçado ter feito parte daquele filme. O negócio é, quando as pessoas se envergonham de algo ou não querem admitir que fizeram algo, acho que é pior.  Se um ator é corajoso o suficiente para assumir essas coisas,  eu penso que é ótimo. Pois você pode fazer piada de si mesmo. E todos irão entender, mas se você fingir que nunca aconteceu, todos irão perceber que você não fica confortável… Ainda assim, eu não faço ideia de que projeto você está falando…

Ryan Reynolds conclui:

“Nunca conheci esse cara [Waititi]. Ainda não entendi de onde tiraram ele para nosso novo filme [Free Guy]. Ele meio que aceitou na hora, só isso.”.

O filme “Lanterna Verde” estreou em 2011 e arrecadou U$219,9 milhões no mundo todo.

Superman 1978 | Filme está sendo remasterizado por fã

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O clássico “Superman” de 1978, protagonizado pelo ator Christopher Reeve está ganhando uma remasterização feita por uma fã. No processo, há melhoras na nitidez da imagem e no balanço do áudio, aproximando a qualidade do filme a de um Blu-ray, por exemplo.

A criadora do projeto é a Kathryn A. Ross. Ela criou uma página no Facebook para mostrar o andamento do trabalho. Confira abaixo um trailer:

Esse é um projeto pessoal e sem fins lucrativos, criado há mais de um ano por Kathryn.

Batman & The Outsiders #12 | DC apresenta novo uniforme de Sofia Ramos na edição

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— Alerta de spoilers para “Batman & The Outsiders #11 e #12” —

Na edição Batman & The Outsiders #11, a equipe principal se viu no Camboja enfrentando as forças de Ras Al Ghul, enquanto o Cavaleiro das Trevas levou Sofia Ramos a um esconderijo de armas recuperadas da Corte de Corujas. Ramos já havia se envolvido com Ras, que queria recrutar a jovem para a sua causa. No entanto, a DC mostrou com exclusividade ao CBR, uma prévia de Bryan Hill, Dexter Soy, Veronica Gandini e Batman & The Outsiders #12, de Clayton Cowles, que revela o novo visual de super-herói de Sofia.

Confira abaixo:

  • Escrito por BRYAN HILL;
  • Arte de DEXTER SOY;
  • Cores de VERONICA GANDINI;
  • Letras de CLAYTON COWLES;
  • Capa de TYLER KIRKHAM;
  • Capa variante de MICHAEL GOLDEN.

Sinopse:

Batman ultrapassa os limites! Com tudo o que aconteceu em Gotham City e os ataques pessoais de Ra Al Ghul ao Cavaleiro das Trevas e sua equipe de Outsiders, Batman ataca e usa toda a sua raiva e habilidades para derrotar Ras e sua nova Liga de Assassinos por conta própria. Os Outsiders serão capazes de afastá-lo de sua raiva – ou eles a enfrentarão juntos?

A edição será lançada nesta terça-feira, 5 de maio, nos EUA. Sem previsão de chegada ao Brasil.

LEGO Batman | Homem-Morcego aprende sobre o coronavírus em novo vídeo

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Afim de conscientizar sobre os cuidados necessário na luta contra o coronavírus, a LEGO trouxe o Batman novamente para explicar o que é o vírus e como combatê-lo. O vídeo foi divulgado no YouTube e redes sociais e conta com as vozes de Will Arnett (BoJack Horseman) e Ralph Fiennes (Harry Potter), que interpretaram o Homem-Morcego e o mordomo Alfred respectivamente, no filme LEGO Batman – O Filme (2017). Confira:

LEGO Batman” foi lançado em 2017 e fez US$312 milhões nas bilheterias do mundo todo. Em 2018, a produção teve uma sequência confirmada pelo diretor Chris McKay, ainda sem novos detalhes ou previsão de estreia.

Mulher-Maravilha 1984 | “A Marvel obteve sucesso ao criar um universo compartilhado, mas esse não deve ser o status quo.”, afirma Patty Jenkins

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Patty Jenkins se recusou a fazer uma sequência de Mulher-Maravilha que seria apenas uma extensão do primeiro filme. Como resultado, a narrativa de “Mulher-Maravilha 1984” acontece décadas mais tarde e, enquanto uma continuação da história de Diana, ela será uma proposta completamente diferente do primeiro longa.

Esse espírito certamente está de acordo com a recente abordagem da DC sobre os filmes de super-heróis, como vimos em Aquaman e Shazam!. Em grande parte, eles fizeram suas próprias coisas, “Coringa” e até mesmo “Aves de Rapina” mostravam uma proposta mais independente do que uma sequência do Esquadrão Suicida. E o que quer que aconteça com a sequência de James Gunn, “The Suicide Squad”, espera-se que seja algo diferente de sua primeira versão.

Sobre essa proposta de independência de um filme para o outro, Jenkins disse a revista Total Film: “Eu amo isso. Para mim, é assim que devem ser os filmes de super-heróis. Eles sempre foram assim. Acho que a exceção foi o sucesso da Marvel ao criar um universo compartilhado. Mas esse certamente não deve ser o status quo. Eu acho que você deveria olhar as histórias em quadrinhos. Existe uma enorme variedade de histórias em quadrinhos, e sua aparência, tom e mundo são radicalmente diferentes. E elas nem sempre se unem inevitavelmente, e isso é realmente divertido.

“Mas muitas vezes eles têm sua própria corrida. Estou empolgada com a DC – e, francamente, a Marvel está fazendo um pouco mais agora com o tom de Thor: Ragnarok, Viúva Negra e Doutor Estranho – eles parecem muito diferentes. Mas eu amo isso na DC, e sempre achei isso maravilhoso – eles eram todos [os filmes] tão diferentes.” conclui Jenkins.

“Mulher-Maravilha 1984” tem previsão de estreia nos cinemas para 13 de agosto.

Arqueira Verde e as Canárias | Atrizes desejam um crossover entre todas as mulheres do Arrowverso

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As mulheres do spin-off de Arrow na CW, Arqueira Verde e as Canárias, demonstraram interesse em fazer mais crossovers dentro do Arrowverse, e de preferência com outras protagonistas das séries da DC na TV.

Durante uma entrevista ao CBR, sobre o status atual da série, Katie Cassidy, Juliana Harkavy e Katherine McNamara foram questionadas sobre quais séries da DC elas mais gostariam de participar. McNamara, que interpreta a filha de Oliver Queen e Felicity Smoak, Mia, revelou que The Flash seria uma boa escolha e espera por mais interações com Barry Allen e Sara Lance, de Legends of Tomorrow. Cassidy e Harkavy, por outro lado, desejam um evento maior com todas as mulheres do Arrowverso.

Cassidy declarou: “Seria muito legal fazer algo entre mulheres…Batwoman, Supergirl, algo para todas as mulheres se reunirem em todas as séries do Universo DC”. Harkavy também sugeriu que Sara, Ava Sharp e Zari Tomaz, participações regulares da série Legends, se juntassem à reunião.

O penúltimo episódio de Arrow serviu como piloto para a série “Arqueira Verde e as Canárias.” A produção segue uma pós-crise, com Mia Queen vivendo em uma versão não distópica do ano de 2040 em Star City, tendo construído uma vida bem-sucedida, mas ainda lutando para cumprir o legado de seu pai, o Arqueiro Verde. Isso muda quando as atuais Canários Laurel Lance (Cassidy) e Dinah Drake (Harkavy) aparecem e resgatam as memórias dos momentos pré-crise de Mia.

As três devem trabalhar juntos enfrentando um antagonista misterioso que reiniciou a gangue do Exterminador, além de restaurar as antigas memórias do noivo de Mia, J.J., um ex-líder do vilão.

O episódio final de ‘Arrow’ foi ao ar no dia 28 de janeiro na CW. Não há nenhuma previsão para o lançamento de “Arqueira Verde e as Canárias”