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The Flash | Teaser do episódio final da sexta temporada é revelado

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O último episódio da 6º temporada de “The Flash” ganhou seu primeiro teaser. Confira abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=sypa6FchJng

“Barry considera um plano arriscado para salvar Iris do universo dos espelhos. Ralph tenta impedir que Sue cometa um grande erro que possa destruir sua vida.”

O episódio “Success is Assured” vai ao ar no dia 12 de maio, no canal americano The CW.

Asa Noturna | Scott Snyder planeja uma história para o herói em breve

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Os fãs do Asa Noturna ficarão entusiasmados ao saber que o escritor Scott Snyder está lançando uma nova história com o herói como protagonista.

Recentemente, perguntaram a Snyder no Twitter quem é seu Robin favorito, e o escritor respondeu: “Dick, porque eu cresci com ele, e ele foi o primeiro personagem da DC que eu escrevi, então ele é querido pelo meu coração”. O escritor então revelou: “Na verdade, estou lançando um projeto do Asa Noturna agora”.

Conhecido como o primeiro Robin, Dick Grayson foi introduzido na edição Detective Comics #38 e mais tarde seria apresentado como o Asa Noturna em 1984, em “Tales of the Teen Titans #44”. Como o Asa, Dick Grayson apareceu em muitas séries solo de quadrinhos, programas de TV, videogames e filmes de animação.

Snyder já escreveu para muitas séries, incluindo Detective Comics, All-Star Batman, Liga da Justiça, Monstro do Pântano e muito mais. Além de co-criar a popular série Vampiro Americano, Snyder teve uma longa carreira com o Batman durante Os Novos 52.

Justice League Dark: Apokolips War | Uma linha tênue entre a tragédia e a esperança no fim do universo compartilhado de animações

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A nova animação “Justice League Dark: Apokolips War”, foi lançada hoje (05.05) em formato digital e finaliza o universo compartilhado de 15 filmes animados desenvolvidos em um período de quase 7 anos, iniciado em 2013, com a animação Flashpoint.

Este universo animado possui como inspiração a fase dos Novos 52 dos quadrinhos da DC. Importante ressaltar aqui o termo – inspiração – , pois frequentemente esse conjunto de produções é considerada como uma obra baseada e fiel ao período completo dos quadrinhos. Nas animações, há muitos detalhes e até mesmo arcos que saíram dos N52, mas em um contexto geral sobre as conexões e relações de uma única linha narrativa, não há grande fidelidade como um todo.

“Justice League Dark: Apokolips War” mostra a guerra entre os heróis (e até mesmo vilões) da Terra contra o Darkseid. É como se estivéssemos na última fase de um game e essa é a hora de enfrentar o maior vilão de todos, o Chefão. A narrativa da animação apresenta poucas conexões com obras anteriores e tenciona o espectador a se sentir desconfortável em vários momentos, pois nem sempre os heróis estão ganhando. Há uma sequência de mortes brutais que acontecem em um espaço de tempo menor que 5 segundos. E não estamos falando de coadjuvantes do universo DC…

Brutal é uma excelente palavra para definir Apokolips War, mas além disso, ela é trágica em diversos aspectos. A narrativa gira em torno de Jonh Constantine, atuando como um fio que conecta todos os pontos necessários da trama. A queda de personagens tão icônicos soa desesperador, mas necessária para outros tomarem um espaço que jamais imaginaríamos. Lois Lane é um exemplo disso. Ela não atua como uma jornalista no Planeta Diário, pois nesse mundo, uma redação de um jornal não é necessária. Lois é estrategista, lutadora e sobrevivente do caos, merecendo todo o respeito e destaque que a ela é dado.

A animação por contar com uma grande quantidade de personagens, é divida em sub-arcos e narrativas que em um certo ponto se cruzam, pois boa parte dos heróis e vilões estão juntos em um objetivo comum: Ou a destruição ou a sobrevivência. O status quo de alguns personagens saem mais valorizados dessa produção, dentre eles destaco o Robin de Damian Wayne, John Constantine, Batman e Lois Lane. Outros personagens ao meu ver deveriam ter um maior protagonismo; Mulher-Maravilha e Lex Luthor.

Lex desempenha uma função submissa e em nenhum momento impõe sua liderança e intelecto. Algo muito relevante em outras histórias do Luthor, como por exemplo na saga Vilania Eterna de Geoff Johns, onde o vilão desempenha um papel de comando e destaque. Em Apokolips War, ele age como um bode expiatório dos vilões e presta serviços fundamentais para o triunfo dos mocinhos na trama. Já a Mulher-Maravilha é subaproveitada por não desempenhar um papel de destaque, sendo coadjuvante e um mero peão no jogo de xadrez de Darkseid.

Já o Batman, mostra porque é um dos humanos mais poderosos da Terra. Não apenas pelo papel que desempenha nos planos do vilão, mas pela relação com Damiam Wayne. O coração do morcego é gigante. Mas o grande protagonista da animação é John Constantine. Tudo passa por ele. Seu jeitinho britânico de ser arranca boas risadas e emoções. Mostra um papel de liderança e sua presença é fundamental na luta contra o vilão Darseid.

O terceiro ato da produção lembra muito as histórias escritas pelo Scott Snyder, em que a qualquer momento algo terrivelmente absurdo pode acontecer, como por exemplo a fusão de um herói com um vilão em um corpo só.

“Justice League Dark: Apokolips War” encerra o universo compartilhado de animações em grande estilo. A produção possui a mesma essência de Flashpoint e respeita o legado construído pelas demais produções nos últimos 7 anos. Agora, o que vem depois dela? Provavelmente, um novo universo compartilhado será criado. Um novo mundo, novas histórias e um mundo a partir do zero. Nem sempre tudo termina com um “E viveram felizes para sempre”.

A próxima animação da DC é “Superman: Man of Tomorrow”, e mostrará Clark Kent trabalhando como estagiário no Planeta Diário e aprendendo a como salvar a cidade de Metropolis. A previsão de estreia é durante o verão nos EUA.

Nota:

Nota: 52/52 – Excelente!

Stargirl | Série ganha novo trailer destacando a Sociedade da Injustiça

A série Stargirl tem um novo trailer revelado destacando os membros da Sociedade da Injustiça. Com um acordo exclusivo entre o DC Universe e a The CW, a série estreia no dia 18 de maio no streaming e no dia seguinte na CW. Confira:

Stargirl (Courtney Whitmore) será interpretada por Brec Bassinger. Joel McHale (Community) será StarmanLou Ferrigno Jr. (SWAT) viverá o Homem-Hora e Henry Thomas (The Haunting of Hill House) interpretará o Dr. Meia-Noite.  Amy Smart dará vida Barbara Whitmore e Luke Wilson será Pat Dugan.

#Especial80Anos | Momentos importantes na história da Mulher-Gato

Neste ano, a DC Comics comemora o aniversário de uma grande personalidade de seus quadrinhos, a perigosa e carismática Selina Kyle, AKA Mulher-Gato. Em 80 anos de história, Selina já revirou o universo do Batman e tomou o público em sua narrativa. 

Conheça mais sobre os conceitos da Mulher-Gato e seus arcos mais importantes. 

Reprodução/DC Comics

Criada pela dupla Bill Finger e Bob Kane, a primeira aparição de Selina foi no ano de 1940 na edição Batman #1. Até a década de 60, era conhecida como ‘A Gata’ e definida como a mais nova vilã do Batman. Depois, sua personalidade foi ficando mais como de uma anti-heroína. 

As inspirações para criação de Selina foram a esposa de Kane [Bob] e a atriz Jean Harlow – que fazia grande sucesso na época –. A intenção da dupla de criadores era adicionar um personagem mais interessante e com mais sexy appeal no universo do Batman. No entanto, não queriam que fosse um interesse amoroso frágil, o objetivo era que ele fosse mais atraído pela sua personalidade do que pela aparência. 

O seu visual mais clássico, o primeiro, vem acompanhado de um chicote usado em seus roubos de alto escalão. A Mulher-Gato teve esse alter ego conhecido em 1951 na revista Batman #52. 

Selina logo agradou o público, mas teve sua continuidade injustiçada após passar por um hiato de doze anos (1954-1966), quando o Comics Code Authority definiu como proibida a elaboração e interpretação de personagens femininas nos quadrinhos. 

Conheça alguns arcos que fizeram parte da super importante trajetória da Mulher-Gato:

NOIVADOS COM BATMAN 

Recentemente, a DC Comics anunciou o noivado de Bruce e Selina na revista mensal escrita por Tom King Batman #50. Mas esse não é o primeiro capítulo de um possível casamento entre os dois. O primeiro, na verdade, foi em 1943 no título Batman #15, quando ambos se conheceram fora de seus trajes. Batman achou que se casando com a Mulher-Gato (na época ainda conhecida como Elva Barr) poderia tirá-la da vida do crime – e obviamente não conseguiu. 

SELINA KYLE’ É SUA VERDADEIRA FACE?

Talvez seja um recorde da história da DC. A Mulher-Gato ficou cerca de dez anos sem revelar sua verdadeira identidade. A verdade apareceu na edição Batman #62, em 1950, quando ela acordou depois de ter batido a cabeça. Na história dizia que era uma aeromoça com anos de amnésia chamada Selina Kyle, e o Batman nem sequer investigou para saber se era real. Somente anos depois foi descoberto que Selina inventou a história da amnésia para revelar seu nome de registro. 

A VOLTA DO HIATO 

Primeiro ela retornou na série do Batman produzida por Adam West, logo após voltou aos quadrinhos na série Lois Lane #70 (diferente, não?!) usando uma varinha mágica para transformar o Superman em um gato. O ano de 1966 trouxe seus admiradores de volta. 

PROTAGONISTA! As histórias solo da Mulher-Gato.

A personagem passou 41 anos aparecendo como antagonista do Batman, mas isso mudou quando teve sua primeira história solo em Batman #332. Este primeiro conto, mostra a Mulher-Gato enquanto ela investiga e desmantela a empresa criminosa de Talia al Ghul. Histórias posteriores mostravam a Mulher-Gato atuando como guarda-costas, investigadora particular e muito mais.

Ainda na década de 80, Selina ganhou uma nova origem após o arco “Crise nas Infinitas Terras”. Frank Miller a reinventou em Batman: Ano Um, como uma garota que saiu de sua rotina anterior para se tornar a Mulher-Gato. Após o sucesso de Miller, a DC deu aos fãs de Selina uma série solo limitada de quatro edições escrita pela aclamada Mindy Newell. O fato de Newell ter escrito e apresentado um novo universo da personagem no ponto de vista feminino foi excepcional.

Pulando para os anos 90, enquanto o estouro de Michelle Pfeiffer acontecia nos cinemas, a DC se preparou para lançar a série solo continuada de Selina que proporcionou um dos maiores crossovers já visto em Gotham City.  

Os 80 anos não se resumem em apenas alguns desses exemplos, mas você já pode procurar as referências para conhecer mais sobre a intrigante Mulher-Gato. Mais do que uma antagonista, ela é um símbolo feminino da cultura pop e conta com fãs de todas as gerações. 

Selina faz muito sucesso na TV e no cinema. Uma personagem clássica de séries da DC. Conheça três versões dela:

BATMAN: O RETORNO (1992)

Michelle Pfeiffer em Batman: o Retorno (1992) | Reprodução/Warner Bros Pictures

A mais icônica interpretação da Mulher-Gato é da atriz Michelle Pfeiffer dos anos 90. Michelle deu à personagem toda a atitude e provocação de sentimentos confusos no Batman que eram mostradas nos quadrinhos. No enredo, Selina sofre um atentado de seu próprio chefe, Shreck, depois de ter descoberto seu plano sujo. Quando jogada do alto do prédio, bateu sua cabeça e sofreu mudança de personalidade agora focada em seu amor por gatos e pronta para se vingar do ex-chefe, aí assumiu a identidade da Mulher-Gato.

BATMAN: O CAVALEIRO RESSURGE (2012)

Anne Hathaway em Batman: O Cavaleiro Ressurge (2012) | Reprodução/Waner Bros Pictures/Vanity Fair

A Mulher-Gato de Anne Hathaway foi introduzida ao universo do Batman de Christopher Nolan no terceiro filme. Anne encarna uma Selina ladra que aparece provocando uma série de acontecimentos em Gotham, que fazem Batman sair da zona de conforto de sua aposentadoria.

GOTHAM (2014)

Camren Bicondova em Gotham (2014) | Reprodução/FOX

Camren trouxe uma Selina bem diferente. A atriz viveu a personagem enquanto ainda era jovem em cinco temporadas, na linha temporal normal que a série se desenvolvia. Ela decidiu passar o seu papel para Lili Simmons no último episódio de Gotham que deu um salto de dez anos no tempo e achou justo deixar a Mulher-Gato mais adulta.

A próxima atriz a assumir o manto da Mulher-Gato é Zoe Kravitz, no novo filme The Batman de Matt Reeves, com previsão de lançamento para outubro de 2021.

Esquadrão Suicida | Diretor David Ayer confirma teoria dos fãs sobre Coringa

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O diretor David Ayer, responsável pelo primeiro filme do Esquadrão Suicida, confirmou em sua conta do Twitter uma teoria dos fãs em relação ao Coringa, interpretado por Jared Leto.

Embora sabemos que o novo filme do esquadrão de vilões não seja uma continuação do primeiro, os fãs não deixam de gerar teorias em torno dos personagens apresentados neste arco. Com a saída de Ben Affleck do papel de Batman, e sem um destino certo quanto ao retorno de Coringa de Jared Leto, resta aos saudosos fãs debaterem teorias elaboradas com base no que foi apresentado no filme.

Uma dessas teorias é a história de fundo de Coringa sobre sua tatuagem “Damaged” (danificado, em tradução livre) escrita em sua testa. Que sugere ter sido feita pelo próprio Príncipe do Crime após Batman ter danificado seu sorriso, numa tentativa fracassada de vingança pela morte de Robin. Em vista disso, Coringa tatuou a palavra em sua testa com a intenção de enfurecer Batman toda vez que ele olhasse para seu rosto. O diretor David Ayer confirmou a teoria citando o tweet de um fã em sua rede, como podem ver abaixo.

O elenco do novo Esquadrão Suicida, com direção e roteiro de James Gunn, terá o retorno de Viola Davis como Amanda Waller, Joel Kinnaman como Rick Flagg, Jai Courtney como Capitão Bumerangue e Margot Robbie como Arlequina. Além de novos nomes, como: Idris Elba, John Cena, Peter Capaldi, Nathan Fillion, Alice Braga, Michael Rooker, Taika Waititi, Sean Gunn, Storm Reid, Daniela Melchior, David Dastmalchian e Steve Agee.

The Suicide Squad chega aos cinemas em 06 de agosto de 2021.

Flash Forward | O caminho de redenção de Wally West passa pelo Multiverso Sombrio

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O Flash de Wally West é um dos velocistas mais queridos dos fãs de quadrinhos. Ele retornou ao Universo DC após o mistério do Renascimento, participando entre as histórias do Flash e dos Titãs, procurando entender qual é o seu lugar em um mundo no qual a sua esposa não sabe quem ele é e os seus filhos não existem.

Em Heróis em Crise, descobrimos que a grande tragédia envolvendo os heróis que utilizavam o Santuário para amenizar o sofrimento, dúvidas e tristezas que os acometiam foi causada por Wally, que fazia parte deste grupo pois ele próprio não conseguia lidar com sua angústia.

Após os eventos desta versão moderna de “Crise de Identidade” escrita por Tom King, Flash assume a culpa de todas as acusações sendo preso em Black Gate, permitindo que seus poderes sejam suprimidos por um colar e, enquanto paga a sua penitência, recebe uma segunda chance de ser um herói através de Tempus Fuginaut, que observa o nosso Multiverso e o Multiverso Sombrio.

Fuginaut é a divindade cósmica que conhecemos nos contos do Multiverso Sombrio. Um ser que volta os seus olhos para o Multiverso de infinitas possibilidades negativas, procurando um herói que fosse capaz de ajuda-lo diante da Crise que ocorria, encontrando no homem sem esperanças em Wally West. Aquele que pode salvar o Multiverso como conhecemos.

Este encontro é contado em Flash Forward, escrita por Scott Lobdell e com arte de Brett Booth. A minissérie em 6 edições foi lançada entre setembro de 2019 e fevereiro de 2020 nos EUA, servindo como uma forma de conexão entre os eventos do arco final da Liga da Justiça em Os Novos 52, Noites de Trevas: Metal e O Relógio do Juízo Final, deixando claro que tudo esta conectando e uma mudança no Multiverso como conhecemos está a caminho.

A história é interessante não apenas por ser um link entre tudo que acontece na linha editorial da DC atualmente, mas é uma história de superação de Wally West após o que acredito ser o pior momento da sua trajetória como herói, passando a conviver com a culpa pela morte de tantas pessoas queridas para ele. O encontro entre o Flash e Tempus Fuginaut ocorre em um momento em que ele luta pela sua vida tanto na prisão como dentro de sua própria consciência e, enquanto reflete sobre os seus atos, o Multiverso Sombrio está vazando a sua matéria escura pelo nosso Multiverso fundindo diversas Terras.

Lobbdell aproveita-se muito bem do conceito Multiverso utilizado pela DC, ele traz na sua narrativa algumas Terras, como a Terra #23 do presidente Superman Calvin Ellis, inspirado em Barak Obama, a Terra da Liga da Justiça formada por vampiros onde Wally elabora o seu luto a respeito do que acontece com Roy Harper, tendo uma oportunidade de encontrar seu amigo mais uma vez, mesmo que de outra Terra.

Na Terra #13, Wally encontra uma versão velocista de sua esposa, Linda Park e os dois trabalham juntos para evitar uma fusão via Multiverso Sombrio com a Terra #32, onde reside a Liga da Justiça das Sombras liderada pelo Super Etrigan e os Fora-da-Leis da Justiça.

As últimas edições passam em um momento catártico do Flash em relação a toda a sua trajetória e a razão da existência de um mundo sombrio forjado a partir de tudo que tem medo é uma solução que lhe tiraria tudo que torna Wally West um personagem tão interessante. A um custo alto, ele salva o dia mais uma vez reunindo a sua família.

O momento em que o herói reencontra os seus filhos é divertido e emocionante, Iris e Jay são personagens carismáticos e mesmo em uma situação tão difícil como se encontravam, conseguem manter um sorriso e a esperança. Tudo que Wally passou desde o seu desaparecimento em Flashpoint até Heróis em Crise, foi o que moldou o herói a seguir um passo a frente e tomar para sí um dos itens mais poderosos do universo DC.

O ato final daquele que um dia foi Wally West, é concluir Flash Forward com o surgimento de uma nova divindade cósmica em posse do Trono Mobius, uma mudança do status de um homem perdido no tempo, um homem penitente, um homem em busca de redenção para alguém que se torna capaz de se sentar no trono de todo o conhecimento que foi tocado por nada menos que Dr. Manhattan. O que ele irá fazer com tamanho poder? Difícil prever mas as possibilidades são diversas.

Flash Forward é o tipo de história criada para conectar elementos que pareciam estar soltos na linha editorial, mostrando que tudo faz parte do universo DC com expectativas para grandes mudanças no futuro, porém não deixa de ser uma aventura emocionante de Wally West em sua jornada como herói.

Nota:

40/52 – Bom.

#Especial80Anos | Conheça mais sobre a origem da Mulher-Gato!

No último mês de abril, uma das personagens mais importantes para a trajetória da DC Comics completou 80 anos de história. A nossa Selina Kyle, mundialmente conhecida como Mulher-Gato, teve suas evoluções ao longo dos anos, sendo sempre uma das personagens mais notáveis do Universo, não só dos quadrinhos, mas no cinema, TV animações e até na moda com seu estilo marcante.

Afinal, quem nunca foi em uma festa fantasia, ou no carnaval e viu alguém com o traje da felina? Ela nunca foi esquecida e sempre teve seu espaço se reinventando dentro da indústria. Agora, vamos conhecer mais um pouco dela?

O INÍCIO

Tudo começou lá em 1940, na edição número #1 do Batman criada por Bill Finger e Bob Kane. Apesar do Coringa ser o vilão favorito do Homem Morcego, a personagem teve um sucesso inesperado. Tradicionalmente como uma vilã e nomeada como “A Gata”, a personagem foi inspirada por estrelas da telas dos anos 40 como Hedy Lamarr e Jean Harlow. Ela foi apresentada desde sempre como uma mulher bonita e sexy, mas não impressionando os leitores somente pela sua beleza e sim suas atitudes nos quadrinhos. A explicação “felina” que Bob Kane deu ao aspecto forte da sua personagem é que ele acreditava que mulheres eram criaturas felinas, e homens se assemelhavam mais a “cachorros”. Gatos demonstram mais independência e era isso que ele pensava quando trouxe a personagem para os quadrinhos do Batman.

Batman #1 | Catwoman

Originalmente ela seria apenas um interesse amoroso do Homem Morcego, mas a personagem se desenvolveu tão bem que acabou agregando todos os públicos que liam quadrinhos na época e algo se destacou pelo fato da personagem ter muita força e independência, sendo assim, ela não poderia ser apenas um interesse romântico pois havia potencial na personagem. Porém, nem tudo eram só flores, a Mulher-Gato sempre foi feita de forma tão “atrativa” e sexualizada, tanto que de 1954 a 1966, ela simplesmente desapareceu das edições. Isso porque a Associação Americana de Revistas em quadrinhos repreendeu a forma como a personagem era retratada, violando alguns dos códigos que a Associação deixava claro.

Um desses códigos dizia que “Os criminosos não devem ser apresentados de modo a serem glamorosos ou a ocupar uma posição que crie desejo de emulação”. e o ponto forte da personagem era fazer com que as pessoas simpatizassem, mesmo quando ela ainda era vista somente como uma vilã, apesar de fazer algumas aparições ajudando o Batman e o Robin por volta de 1950, já gerando a ambiguidade que a gente iria ver muito ao longo de toda sua história.

AS VÁRIAS ORIGENS E FORÇA

A nossa personagem teve muitas origens e todas elas mostravam um lado da Selina Kyle muito importante: A originalidade, mesmo em suas diferentes versões que foram adaptadas ao longo dos anos. Por ser uma personagem criada para ser independente, ao mesmo tempo que tem interesses românticos e jogos de sedução, todas as suas histórias moldam a sua personalidade e como isso a levou ao ato de furtar. A justificativa que muitos encontram era que o furto a deixava em “paz” em meio a um passado sempre turbulento e trágico. O uniforme usado por ela em algumas dessas versões foi inspirado não só por ela gostar dos bichinhos, e sim por ver o Batman em algumas ocasiões em Gotham, o que a ajudou a imaginar o design.

1- A edição Batman #62 de 1950 revelou que a Mulher-Gato é uma comissária de bordo com amnésia. O avião acaba caindo e as únicas lembranças dela são dos seus gatos. Quando ela melhora, continua ajudando o Batman em suas edições seguintes.

2- A outra versão que temos aparece em The Brave and the Bold #197 de 1983, quando ela desmente a história da amnésia. A personagem revela que apenas estava fugindo do seu marido no qual ela vivia um relacionamento abusivo e por isso invade o cofre dele onde se encontravam joias que eram dela, sendo assim, ela precisava recupera-las.

3- Na origem de Frank Miller, se explora mais ainda toda essa origem da personagem que foi reformulada para algo tão intenso quanto. Ela era uma prostituta que aprende artes marciais com a finalidade de se proteger do seu ex-namorado que era um cafetão. Nesse arco, a personagem aparece de cabelos curtos, e com um traje dominatrix, ressaltando ainda mais o lado Felino Fatale que nunca foi deixado de lado nesses 80 anos.

A personagem foi se expandindo em cada arco, e sua história de vida sempre foi intensa. Em uma delas, os pais de Selina cometem suicídio, e ela não tinha mais contato com sua irmã Maggie. Muitas repaginações nas histórias da Mulher-Gato já foram feitas; ela consegue ser mãe, em outras edições o jogo de “gato e rato” com o Batman acaba e ela fica noiva, mas nunca deixando de ter sua independência e autossuficiência, mesmo com um passado turbulento que a assombra. Ela, assim como o Cavaleiro das Trevas, não tem superpoderes, sua habilidade foi conquistada em meio as ruas com treino, adquirindo experiência e mesmo assim isso não a torna menos fraca.

Eiko Hasigawa

Mesmo sendo uma anti-heroína, a Mulher-Gato consegue ser inspiradora para muitos. Em março de 201,5 na edição de Catwoman #89 Selina Kyle beija Eiko Hasigawa, e então é confirmado um boato que se corria em muitos anos da personagem, que sim, ela é uma mulher bissexual segundo a própria roteirista da série, Genevive Valentine.

A personagem ambígua com várias facetas marcou a história da editora e a vida de muitas pessoas, sendo notável em qualquer mídia que esteja. Ela nunca foi formulada para ser uma simples “Felina” como seu autor a chama, e sim para mostrar com maior profundidade diferentes lados existentes na personagem. Hoje, ela continua sendo um sucesso passando por diferentes roteiristas, e em 2021 voltará a ser o foco representada pela atriz Zoe Kravitz em seu novo filme “The Batman”.

Supergirl | Série coloca Lex Luthor em São Paulo, com ponto turístico do Rio de Janeiro ao fundo

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No 17º episódio da 5ª temporada da série Supergirl, intitulado “Deus Lex Machina” e exibido no último domingo (03.05) na TV americana CW, coloca o Lex Luthor discursando em diversas partes do mundo. Uma dessas partes é São Paulo, no Brasil. O problema é que a imagem ao fundo, mostra os arcos da Lapa, que fica no Rio de Janeiro. Confira a cena abaixo:

Arcos da Lapa – Ponto Turístico do Rio de Janeiro.

O episódio “Deus Lex Machina” contou com a direção da protagonista do programa, a atriz Melissa Benoist. A 5ª temporada da série se encerrará com o 19º episódio, “Immortal Kombat”, no dia 17 de maio na CW.

Batwoman | Revelado o visual do vilão Silêncio na série

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Revelado o visual do vilão Silêncio para o penúltimo episódio da 1ª temporada de Batwoman. Ele vai ao ar no próximo domingo, 10 de maio, no canal americano The CW. Confira o trailer abaixo:

No episódio intitulado “A Secret Kept From All the Rest”, Alice convoca Tommy para ajudar a adquirir um item que Kate também procura. Em outros lugares, Sophie e os Corvos vão atrás da mais nova ameaça homicida para a cidade. Além disso, Kate é consumida pela traição de alguém e começa a questionar a lealdade de todos ao seu redor, exatamente quando ela mais precisa deles. Então, quando Luke e Julia desaparecem, Batwoman deve contar com Mary e um ex-inimigo para implantar sua missão de resgate. Confira imagens do vilão:

Silêncio é um supervilão da DC, normalmente visto como um adversário do Batman. Ele apareceu pela primeira vez em Batman #609 (janeiro de 2003), como parte do enredo de 12 números de Batman: Silêncio, criado por Jeph Loeb e Jim Lee.