O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
Batman Cruzado Encapuzado é a segunda temporada da animação antológica que estreou em 2024 acompanhando as aventuras do Homem Morcego em um universo noir.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
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Batman Cruzado Encapuzado é a segunda temporada da animação antológica que estreou em 2024 acompanhando as aventuras do Homem Morcego em um universo noir.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
A nova heroína da DC chamada Socialite está de volta nas HQ’s. A personagem que aparece pela primeira vez na edição “Wonder Woman Giant“, história essa que vem sendo publicada novamente agora em formato digital com o título “Wonder Woman: Agent of Peace“. A edição de número #4 é uma reimpressão da estreia de Socialite nos quadrinhos. Confira a prévia:
Wonder Woman: Agent of Peace#4 Roteiristas: Amanda Conner, Jimmy Palmiotti Artistas: Daniel Sampere, Juan Albarran, Hi-Fi e Travis Lanham “Hope Springs Eternal“ A Mulher-Maravilha resolve visita uma velha amiga e, depois disso, o dia de Diana se transforma em um pesadelo. Enquanto isso, o Pinguim reúne um grupo de vilões para decretar um novo plano contra seus inimigos heroicos!
O escritor/artista Jeff Lemire anunciou novos planos para os quadrinhos de ‘Sweet Tooth‘, na DC, logo após o anúncio da Netflix sobre a série live-action, produzida por Robert Downey Jr. -Leia mais aqui-
Lemire escreveu no Twitter: “Está acontecendo novamente… o doce que você gosta vai voltar em grande estilo”, e junto compartilhou um esboço.
O ator Wolé Parks foi escalado para o papel de ‘The Stranger’ em ‘Superman & Lois‘, nova série da CW, de acordo com o Deadline. Será que ele seria o “Phantom Stranger” (Vingador Fantasma)?
The Stranger é descrito pelo site como “um visitante misterioso que tenta provar que o mundo que não precisa mais do Superman”.
O “Phantom Stranger” por vezes é chamado de “The Stranger” nos quadrinhos da DC, e a descrição do Deadline poderia fazer alusão à origem do personagem como um anjo caído.
Parks é mais conhecido por papéis em All American da CW e já apareceu em Vampire Diaries e Devious Maids.
A CW encomendou uma primeira temporada de 14 episódios para a série “Superman & Lois“, no entanto, as filmagens foram canceladas devido à pandemia da COVID-19.
Não é nenhuma surpresa que nem todos os super-heróis criados na Era de Ouro sobreviveriam até os dias atuais, levando a descontinuação nas histórias em quadrinhos. Criado por Will Eisner e desenhado por Lou Fine, The Ray foi um dos heróis de maior destaque da editora Quality Comics, chamando a atenção por seu visual e seus poderes. Apesar dos longos períodos fora das publicações, Ray é um super-herói que merece comemorar seus 80 anos de criação.
The Ray em Smash Comics (1940) #14
A primeira aparição de Ray foi na edição nº14 da série de quadrinhos Smash Comics, publicada entre 1939 a 1949. Antes de se tornar um super-herói, Happy Terrill era um jovem e empolgado repórter. Para conseguir um lugar no “estrato-balão”, e cobrir o lançamento da expedição do Professor Styne até a estratosfera em 1940, Happy se inscreveu como membro da equipe mesmo sabendo dos riscos que o balão poderia oferecer. Já na estratosfera, o balão aparentava ter um pequeno problema com as saídas externas de ar enquanto uma tempestade cósmica se aproximava. Happy decidiu sair do balão para tentar desobstruir a passagem de ar e, com a tragédia anunciada, o jovem repórter foi atingido pela tempestade cósmica se perdendo no espaço. Meio familiar essa história, não? Ainda no espaço, longe dos olhares da equipe, Happy Terrill é envolvido por uma poderosa luz e seu corpo começa a se encolher dando lugar a uma nova forma, o Ray!
Ray lutando contra Red Tornado em DCs Legends of Tomorrow 3×08.
Ray é capaz de absorver energia de fontes externas. Ou seja, para ter seus poderes ele precisa recarregar sua energia com o sol. Ele consegue controlar a energia, modulando sua intensidade. Pode transformar a energia em luz ou em rajadas destrutivas de longo alcance. Consegue transformar seu corpo em energia imaterial, ou solidificá-lo, tornando-se invulnerável a impactos, porém isto exige muita concentração. Além disto, quando carregado, pode voar na velocidade da luz. Em algumas edições da Smash Comics ele também conseguia atrair objetos, e até mesmo pessoas, com o poder do magnetismo. Mesmo com todos estes atributos, ele prefere entrar em lutas sem utilizar seus poderes.
Ray em Freedom Fighters vol. 1 #2
Mas como Ray saiu da Quality e foi parar na DC? A editora americana Quality Comics funcionou entre 1937 a 1956, influenciando a Era de Ouro dos quadrinhos. Entre os personagens que apareceram na editora temos o Homem-Borracha (Police Comics #1), Blackhawk (Military Comics #1), Uncle Sam (National Comics #1) e, uma das primeiras heroínas, a Lady Fantasma (Police Comics #1). A ascensão dos livros de ficção e a televisão fizeram com que a indústria de quadrinhos perdesse público, levando ao fechamento da Quality Comics em dezembro de 1956. A editora National Periodical Publications (mais tarde DC Comics) comprou os direitos de publicação pertencentes a Quality e continuou apenas com quatro histórias: G.I. Combat, Robin Hood Tales, Heart Throbs e Blackhawk.
Senhor Destino e Ray se enfrentando em Liga da Justiça da América #108
Somente em 1973 o personagem apareceu nas publicações da DC Comics, nas edições nº 107 e 108 de Liga da Justiça da América. Mas ele não voltou sozinho! Estas edições também trouxeram outros heróis da Quality, todos integrantes do grupo Combatentes da Liberdade. Sua origem dentro da DC continuou quase a mesma, adicionando alguns detalhes mais profundos para a história. Na edição nº 5 de The Ray vol.1, Langford “Happy” Terrill – sim, ele ganhou um primeiro nome na DC – continua sendo um espirituoso repórter em 1940. Ele foi convidado pelo Doutor Dayzl para testemunhar as possíveis descobertas na expedição de balão pela atmosfera. Mesmo com algumas modificações, sua origem continua parecida com a vista na Quality Comics. Ele até se ofereceu para ajudar a consertar o balão durante a tempestade cósmica e o resto é história.
Ray utilizando seus poderes em Combatentes da Liberdade vol. 1
As coisas começam a divergir quando os arquivos secretos do Dr. Dayzl são liberados ao público após sua suposta morte na década de 1950. Ao ler os arquivos, Langford Terrill descobre ter sido uma cobaia para os experimentos de Dayzl. A tempestade cósmica na verdade era uma onda de radiação produzida por Dayzl para alterar o DNA de Terrill. O Dr. Dayzl acreditava que existia um Entidade de Luz, tão velho quanto a Terra, um ser consciente que teria a intenção de ocupar o espaço do nosso planeta. Causando a destruição do planeta, óbvio. Se a entidade era consciente significaria que ela poderia conversar, porém somente outro ser nascido da Luz poderia cumprir esta tarefa e tentar convencer a Entidade a não destruir o planeta. E assim, com o plano de um “cientista maluco”, criaram a origem de Ray para a DC Comics. Na 5ª edição de Uncle Sam & The Freedom Fighters vol. 2, Uncle Sam pede para Langford ajudar a equipe de heróis que estava em apuros, incluindo seu filho Raymond. Os eventos ocorridos nesta edição, no ano de 2008, fizeram com que Langford “Happy” Terrill deixasse de ser o Ray e se tornasse o Neon.
Langford Terrill como Neon e Raymond Terrill como Ray II em Freedom Fighters vol. 2
Mas não se desespere! Ray ainda continua ativo na DC. O segundo Ray é Raymond C. Terrill, criado por Christopher Priest, Jack C. Harris e Joe Quesada, e teve sua primeira aparição na série de quadrinhos The Ray de 1992. Sua história começa em 1946, quando Langford e sua esposa têm um filho, Joshua. Ele herdou os poderes do pai e por um tempo foi seu sidekick, o Spitfire. Infelizmente, Joshua tinha alguns problemas emocionais e em um ataque de fúria acabou matando sua própria mãe. Depois disso, Ray decidiu deixar Joshua em um sono criogênico para não fazer mal a mais ninguém. Anos mais tarde, Langford se casou com Nadine e tiveram um filho, Raymond. Temendo que o mesmo destino terrível acontecesse com seu novo filho, Langford o entregou para seu irmão, Thomas Terrill, para não saber que era filho de um super-herói e não precisar usar os poderes que herdou do pai.
Raymond C. Terrill descobrindo seus poderes (esquerda); Ray II em seu uniforme (direita)
Raymond cresceu longe do sol, pensando que tinha uma condição de hipersensibilidade a luz solar que poderia matá-lo. Tudo isto para evitar que seus poderes fossem ativados e ele não se tornasse um super-herói. Somente aos 18 anos, com a confissão de seu “pai” Thomas em seu leito de morte, que Raymond ficou sabendo de sua verdadeira história. Acompanhado de seu primo Hank, Raymond ativa seus poderes, porém não deseja ser um super-herói. Sua vontade não dá muito certo, pois seu verdadeiro pai, o Ray, aparece e pede por sua ajuda para conseguir conversar com a Entidade de Luz para impedir que a Terra fosse destruída. A partir disto, Raymond assume seu papel como super-herói se tornando o novo Ray, até mesmo chega a fazer parte de grupos como os Combatentes da Liberdade e a Liga da Justiça.
Outros Rays: Lucien Gates (esq.) em The Ray vol. 3 e Stan Silver (dir.) em Brave New World
Com o relançamento de toda linha editorial (Os Novos 52) da DC Comics em 2011, um novo Ray foi criado por Justin Gray, Jimmy Palmiotti e Jamal Igle. A nova série de quadrinhos do super-herói foi lançada em fevereiro de 2012, a The Ray vol. 3, com quatro edições. Neste novo volume, Ray não é mais um membro da família Terrill, agora ele é Lucien Gates, um americano com ancestrais coreanos. Lucien ganhou seus poderes ao ser atingido por uma “arma solar” criada pelo Governo norte-americano. Para controlar seus poderes, ele precisou aprender ioga e meditação com seus pais hippies. Mas ele não foi o primeiro Ray “não-Terrill” existente. Em Brave New World (2008), Stan Silver, um correspondente estrangeiro para o Washington Sun, também foi exposto a radiação atmosférica ao tentar fazer uma matéria sobre um cometa. Com poderes similares ao de Ray, acabou recebendo o mesmo nome de super-herói. Se tornou membro da organização S.H.A.D.E. e acabou entrando em confronto com o verdadeiro Ray (Terrill), depois disso não voltou a aparecer nos quadrinhos.
Imagem promocional da animação Combatentes da Liberade: The Ray
Em outras mídias, o Ray Terrill marca presença em animações como Liga da Justiça Sem Limites (2005), mas sua participação não tem falas. Em 2008, Langford Terrill aparece em Batman: Bravos e Destemidos, dublado por Tom Kenny (o Bob Esponja!). Em DC Superhero Girls (2015), Ray é um estudante de plano de fundo. Durante o crossover Crisis on Earth-X (2015) do Arrowverso, Raymond “Ray” Terrill tem sua primeira aparição em live-action, interpretado por Russell Tovey. O personagem aparece nos episódios de The Flash e DC’s Legends of Tomorrow, ele se junta ao grupo de rebeldes da Terra-X, os Combatentes da Liberdade, e é casado com Leonard Snart (O Capitão Frio). Ainda em 2017, um mês após a aparição de Ray nas séries da The CW, foi lançada a animação Combatentes da Liberdade: The Ray na plataforma de streamingCW Seed.
Russell Tovey como Ray Terrill no crossover Crisis on Earth-X da CW
Se você se interessou pelo personagem, aqui vai uma lista dos principais quadrinhos que Ray (todas as versões) aparecem:
Smash Comics #14-40 (1940) Justice League of America #107-108 (1973) The Ray vol. 1 #1-6 (1992) The Ray vol. 2 #1-28 (1994) The Ray vol. 3 #1-4 (2012) Uncle Sam & the Freedom Fighters vol. 1 #1-8 (2006) Uncle Sam & the Freedom Fighters vol. 2 #1-8 (2007) Freedom Fighters vol.1 #1-15 (1976) Freedom Fighters vol. 2 #1-9 (2010) Crisis on Infinite Earths #5-7, 10, 12 (1985) Young Justice #41-55 (1998) Justice League America #79-91 (1989) Justice League Task Force #0, 17-31 (1993).
Conforme o Deadline, a Netflix solicitou uma primeira temporada completa de “Sweet Tooth”, um drama baseado nos personagens criados por Jeff Lemire para o selo DC/Vertigo. O projeto terá a produção de Robert Downey Jr. em parceria com a Warner Bros. TV.
Serão oito episódios de uma hora e o elenco contará com James Brolin como narrador, além de Christian Convery, Nonso Anozie, Adeel Akhtar e Will Forte.
A série Sweet Tooth é baseada HQ da Vertigo de Jeff Lemire, de mesmo nome, lançada entre os anos 2009 e 2013. A série será centrada na fábula de Gus, um híbrido de menino/cervo que sai de casa para encontrar um mundo devastado por um evento cataclísmico. Gus une forças com uma família de híbridos e humanos para encontrar respostas por trás do apocalipse, descobrindo que há uma vasta conspiração que o obriga a questionar sua própria existência.
Sweet Tooth terá Jim Mickle (Hap and Leonard) e Beth Schwartz (Arrow) como showrunners e, além de Robert Downey Jr, conta com sua esposa, Susan Downey, Amanda Burrel e Linda Moran na produção.
A edição Batman: Three Jokers de Geoff Johns e Jason Fabok teve algumas novas imagens reveladas. Juntamos então com as 6 primeiras artes e montamos uma galeria completa com todas já mostradas até o momento. Confira abaixo:
Three Jokers é uma história que já dura mais de quatro anos, pois as sementes foram plantadas pela primeira vez em Liga da Justiça nº42 por Johns e Fabok em junho de 2015. Nessa edição, Batman usou os poderes recém-adquiridos do Trono Mobius para fazer duas perguntas: Quem realmente matou seus pais e qual era o nome verdadeiro do Coringa? No entanto, oito meses depois – no dia em que Liga da Justiça nº 50 e o Universo DC: Rebirth # 1 chegaram as bancas – finalmente conseguimos nossa resposta sobre o que o Trono Mobius disse a Batman: “Existem três”.
A HQ do selo DC Black Label de três edições está remarcada para estrear no dia 25 de agosto.
Durante uma entrevista ao Collider, o roteirista, produtor e diretor Akiva Goldsman, lembrou do seu roteiro para o filme Batman vs Superman, uma história que ele havia criado na esperança de ser utilizada como o enredo do filme. Goldsman trabalho no roteiro dos filmes “Batman Eternamente” e “Batman & Robin”.
No início dos anos 2000 (muito antes de Zack Snyder surgir na DC), a Warner Bros. estava trabalhando em um filme do Batman e do Superman juntos. Os detalhes sobre a ideia se tornaram mais conhecidos nos últimos anos, com o site Den of Geek revisitando o projeto cancelado, que deveria ser dirigido por Wolfgang Petersen e estrelado por Colin Farrell como Bruce Wayne e Jude Law como o Superman. Embora o filme nunca tenha realmente acontecido, ele virou um curioso estudo de caso sobre qual direção o DCEU poderia ter seguido.
Colin Farrell e Jude Law.
Depois que o roteirista Andrew Kevin Walker (Se7en), escreveu o rascunho inicial e saiu do projeto, Goldsman apareceu para assumir as funções de roteirista. Em meio a uma conversa com Collider, na qual ele relembrava seus trabalhos no universo do Batman, Goldsman contou sobre quais seriam as suas contribuições ao projeto de Batman vs. Superman:
“Eu escrevi essa versão de Batman vs Superman em 2001 ou 2002, quando Colin Farrel havia sido escolhido como Batman, Jude Law seria o Superman e Wolfgang Petersen o responsável pela direção – estávamos nos preparando e seria a coisa mais sombria que você já viu. Começaria com o funeral de Alfred e Batman se apaixonando e desistido de ser um herói. O Coringa mataria a esposa dele, e então você descobriria que era tudo uma mentira, que aquele amor havia sido arquitetado pelo Coringa para quebrar Bruce. De alguma maneira, as expectativas para o resultado final – fossem elas do público ou corporativas – não estava convencendo da maneira como eu tinha imaginado quando colocamos tudo no papel.” disse o roteirista.
Goldsman comentou também o potencial perdido de seu roteiro. Ele comparou sua visão para Batman vs. Superman com os quadrinhos mais icônicos da Era de Ouro, em especialOs Melhores do Mundo, que reunia Batman e Superman: “Foi realmente Os Melhores do Mundo, mas de uma maneira meio sombria, porém interessante. Acho que teria sido bom. Por outro lado, nenhuma parte de mim está triste pelo Superman com Nicolas Cage não ter sido feito. Então acho que, em todo aquele período de tempo, houve vitórias para se ter e derrotas para serem evitadas [risos].”
Um projeto estrelado por Colin Farrell como Bruce Wayne e Jude Law como o Superman seria interessante de assistir? Diga nos comentários.
O ator Robert Pattinson, falou recentemente em entrevista a GQ Magazinne sobre o seu papel em “The Batman”, o novo filme do diretor Matt Reeves. O ator está em Londres com a namorada, no apartamento que o pessoal da produção do filme alugou para ele.
O estúdio contratou um treinador que deixou para Pattinson uma bola de equilíbrio e um único peso com um pedido sincero para o ator usar as duas coisas durante a quarentena. “Acho que se você está malhando o tempo todo, você faz parte do problema”, diz ele, suspirando.
Pattinson conversou com a atriz Zoë Kravitz, a Mulher-Gato do novo filme, e ela disse que estava se exercitando cinco dias por semana durante a quarentena. Pattinson afirmou: “Literalmente, mal estou fazendo qualquer coisa“, suspirando novamente.
Robert também comentou sobre as possíveis desvantagens de assumir o manto do Homem Morcego nos cinemas: “Às vezes penso que as desvantagens, as quais eu definitivamente considerei, me parecem um pouco com vantagens. Eu gosto do fato de que não existemapenas versões muito, muito bem feitas do personagem, mas que também são muitas as abordagens definitivas sobre ele.”.
O ator relembrou o trabalho de George Clooney em Batman & Robin, que comentava ter as mesmas dificuldades para buscar uma nova proposta que ainda não havia sido abordada para o personagem.
“E então vieram Christian Bale e Ben Affleck. Estava pensando, é divertido assim, quando mais e mais terreno é coberto. Tipo, onde está a lacuna? Você viu esse tipo de versão mais leve, essa versão fatigada, essa versão mais animalesca. E o quebra-cabeça se torna bastante satisfatório, para imaginar: Qual será a minha versão? E também, há algo dentro de mim que funcionaria se eu pudesse fazê-lo? Mas isso também, é uma parte do legado, certo? Eu gosto disso.”
“The Batman” conta no elenco principal com Zöe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Colin Farrell (Pinguim), Jeffrey Wright, (James Gordon) e Andy Serkis (Alfred). O filme tem previsão de estreia para 1º de outubro de 2021.
Há um certo tempo atrás, o diretor Matthew Vaughn (Kingsman: O Serviço Secreto, X-Men: Primeira Classe) esteve em conversas avançadas com a Warner para assumir a direção de um filme do Superman.
Recentemente, em entrevista ao The Inspiring Kryptonian, o escritor Mark Millar (Superman: Entre a Foice e o Martelo) comentou um pouco sobre esse projeto que jamais saiu do papel. Confira abaixo:
“Matthew Vaughn e eu conversamos sobre fazer um filme do Superman há vários anos… foi por volta da época em que ‘Kick-Ass’ estava sendo lançado. É engraçado, eu vi muitas pessoas falarem do ‘argumento de Millar’. Não cheguei a escrever um rascunho. Eu tinha uma ideia do que poderia ser, mas nunca falei disso com Matthew, e Matthew nunca disse à DC o que seria porque ele não sabia.” disse Millar.
“Eu sempre tive uma trama na minha cabeça, que era uma ideia para uma trilogia, mas falamos somente sobre coisas específicas, como atores.Tivemos inúmeras discussões sobre quem poderia interpretar o Superman, e a escolha dele era muito interessante: Charlie Cox. Ele interpretou o Demolidor recentemente. Matthew e Cox trabalharam juntos na época, em ‘Stardust’, e lembro dele ter dito, ‘Existe algo nele que você simplesmente consegue simpatizar. Sei que ele não é tão imponente quanto as versões tradicionais, mas me lembra um pouco a Era de Ouro dos quadrinhos, em que o Superman era desenhado como uma pessoa mais comum.” concluiu Mark.
O filme com Charlie Cox jamais saiu do papel. A Warner depositou suas fichas na escolha do diretor Zack Snyder, que optou por Henry Cavill para o papel do Superman.
Conforme o TV Line, a série “Monstro do Pântano” encontrou um novo lar. A casa do Arrowverso anunciou nesta segunda-feira (11.05), que adquiriu a série do serviço de streaming DC Universe, que encerrou sua primeira temporada em agosto com apenas 10 episódios e não foi renovada para uma segunda.
Nenhum calendário sobre datas de estreia na CW foi anunciado. A medida da emissora acontece num período em que as redes de TV aberta lutam para estocar em suas prateleiras conteúdos já produzidos de outras emissoras, visto que a produção de novos programas permanece suspensa devido a pandemia do coronavírus.
A série “Monstro do Pântano” segue a Dra. Abby Arcane Holland (Crystal Reed de Gotham) enquanto ela investiga o que parece ser um vírus mortal do pântano em uma pequena cidade da Louisiana. O elenco também inclui Virginia Madsen, Andy Bean, Henderson Wade, Derek Mears, Maria Sten, Jeryl Prescott, Jennifer Beals e Will Patton.