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Batman | HELL YEAH – A balada do Homem Pipa!

O universo entorno dos personagens que formam a Trindade é muito rico. De Amazonas a Kryptonianos passando pela cidade que o crime nunca descansa, os heróis batalham contra uma infinidade de inimigos que crescem a cada nova aventura ou ameaça que surge ao horizonte.

Em um universo particular, mais precisamente no do Batman, a diversidade entre os vilões é rica, apresentando personagens como um homem vestido de mariposa, grandes chefes do crime organizado, psicopatas, assassinos e até sociedades secretas muito antigas como no caso da Corte das Corujas. Esses são desafios que o Cruzado Encapuzado encontrou nos seus 81 anos de existência e, no meio de tantos, está o Homem Pipa, um vilão peculiar mas que recentemente ganhou uma nova versão de si mesmo.

A sua primeira aparição foi em Batman #133, lançada em agosto de 1960 apresentado por Bill Finger e Dick Sprang causando um caos por onde passava, cometendo crimes e utilizando diversos tipos de pipas e outros apetrechos como bombas. Agindo desse forma, ele foi capaz até de libertar outros colegas criminosos. Inclusive, a batalha final com o Cavaleiro das Trevas aconteceu em cima de uma pipa gigante, sendo apenas uma edição divertida da mensal do protetor da cidade de Gotham.

Dez anos depois o Homem Pipa retornaria na edição #315 em uma nova onda de assaltos por meio de pipas engenhosamente fabricadas, porém, o Homem Morcego mostra sua criatividade e derrota o vilão voador com uma Bat-Pipa, colocando-o novamente atrás das grades e o tirando de circulação por mais algumas décadas. Apesar de não ser um vilão do primeiro escalão, era sempre lembrado como um alívio cômico por sua engenhosidade no desenvolvimento de pipas para realizar suas maldades.

Ainda houveram breves aparições do vilão como em Crise Infinita, em que foi jogado do topo da Torre Wayne sem a sua pipa pelo Exterminador, ao se negar em participar da sociedade de super-vilões. Ainda sim, o Homem Pipa consegue sobreviver apenas por tempo suficiente de ser uma das vítimas do chefe da Intergang Bruno Mannheim, no arco 52. Desse momento até o rebirth da editora, nunca mais ouvimos falar do personagem.

Em sua outras aparições, já se sabia alguns detalhes do vilão como a sua identidade civil cuja o nome é Charles Brown, uma possível homenagem ao personagem de Peanuts , e que era fascinado por pipas. Ao longo de suas breves aparições, alguns detalhes do personagem foram melhorados, como a utilização de um visor em seu capacete, mas sempre mantendo seu uniforme nas cores verde e amarela.

Ok, mas por que motivos escrever uma matéria sobre um vilão da prateleira bem debaixo da galeria de vilões do Batman? Porque Inferno, sim.

Durante o lançamento das revistas do arco Renascimento que iniciou em 2016, Tom King retorna o vilão as histórias do Batman com o mesmo tom de alívio cômico que era utilizado anteriormente. O escritor tem uma característica peculiar de relembrar personagens esquecidos pelos leitores ou não utilizados há muito tempo, como Silver Saint Cloud em Batman vs Hortelino no crossover entre DC e Looney Tunes, e assim o Homem Pipa retornou ao universo do Batman como uma risada entre as histórias mais sérias do roteirista até A Guerra de Piadas e Charadas que iniciou-se na edição #26 até #32.

Neste arco, narrando uma guerra entre Coringa e Charada que colocou toda a cidade de Gotham em um estado de calamidade, Charles Brown é apenas um personagem do final da prateleira de vilões que acaba sendo levado para o epicentro deste furacão. Em duas edições, especificamente nos números #28 e #30, King conta uma nova origem do personagem que consegue ser cativante o suficiente para torna-lo atraente para os leitores.

Particularmente, eu considero o arco um dos melhores momentos do roteirista na mensal do Cavaleiro das Trevas e muito se deve a este cuidado em colocar um vilão que é tratado praticamente como um capanga tanto pelo Coringa quanto pelo Charada, dando uma origem tão profunda ao personagem que é impossível não conectar-se a ele. Muito da origem do Homem Pipa se passa pela a relação com seu filho, ambos tem o mesmo nome, sua brincadeira preferida de soltar pipas e a tragédia do envenenamento de uma linha por ordem do Charada, levou a trágica morte de seu filho.

Em todo o arco ele é visto como uma peça sem muito valor no grande tabuleiro da guerra, até mesmo Charles se enxerga desta forma, mas ainda sim, dentro das suas limitações, ele decide que quer ir além e, mesmo como um peão neste jogo de peças tão importantes, irá fazer o que puder para derrubar o rei.

Inspirado a homenagear seu filho e se vingar do vilão que o matou, Charles desenvolve uma pipa gigante e um traje, assim se denominando o Homem Pipa. A frase “Hell Yeah” (Inferno, Sim ou Isso aí em tradução livre) que o personagem sempre fala após dizer seu nome, também é relacionada as suas tardes soltando pipas com seu filho e a fala que ele sempre dizia quando concordava com alguma afirmação. Talvez se tornar o Homem Pipa foi uma forma de Charles elaborar o luto de alguém que ele ama e fazer algo a respeito, coincidentemente semelhante ao que Bruce Wayne fez ao se tornar adulto e lutar contra o crime em Gotham.

O vilão se torna peça chave no plano que derrota o Charada, mostrando assim seu primeiro momento de triunfo em sua história nos quadrinhos e ganhando um espaço especial nos corações dos fãs, inclusive até ganhando participações na animação de uma personagem muito querida que ganhou sua própria série animada, a Arlequina.

Na animação ele tem participações constantes, sempre sendo um alívio cômico não fugindo tanto de sua função nos quadrinhos, porém, também é contado um passado triste a respeito de sua origem mas não com a mesma densidade vista nos quadrinhos. Nos episódios mais recente ele estaria em um relacionamento com a Hera Venenosa formando assim um triângulo amoroso entre Pamela Isley, Charles e a própria Arlequina, protagonista da animação.

Pensando em toda a sua nova origem e o respeito que o personagem vem ganhando, espero que futuramente possamos ver uma aparição do Homem Pipa em live action, seja em um seriado do Arrowverso, DC Universe ou na HBO Max, sendo possível pensar nele como um personagem que faça parte de uma formação do Esquadrão Suicida, nem que seja para ser apenas um alivio cômico, contanto que ele seja retratado da mesma forma carismática que foi apresentada recentemente nos quadrinhos.

HELL YEAH!

#Especial80Anos | Lex Luthor, um homem de ações e a sua biografia não autorizada

Não é uma simples tarefa escrever sobre Lex Luthor, figura que em 2020 completa 80 anos desde a sua primeira aparição nas páginas dos quadrinhos, e o jornalista Peter Sands vai sentir isso na pele em ‘Lex Luthor: Biografia Não Autorizada’. Lex Luthor é um nato exemplo de que para uma biografia sua ser publicada é importante que ela cumpra alguns requisitos, como destacar seu apurado faro de empreendedor desde a juventude, sua carreira nos negócios, seu papel como o maior filantropo do país e que ela seja escrita por si mesmo, afinal, quem melhor para colocar no papel a vida de um homem ‘Simplesmente Brilhante’.

Não, essa não é minha definição sobre Lex Luthor, e sim o título da sua autobiografia, ‘Simplesmente Brilhante’. Mas como não se deve confiar nas aparências, esse é o tipo de livro que merece ser julgado pela capa.

Antes, cara leitora e leitor, segundo o dicionário uma biografia é: uma narração oral, escrita ou visual dos fatos particulares das várias fases da vida de uma pessoa ou personagem. Então, é importante ressaltar que ao longo da história nem todo mundo está disposto a tornar sua vida um livro aberto ou, ao menos, sem fazer uma edição ou outra em um fato aqui, uma ação ali e, com isso, tornar público apenas aquilo que glorifica a si mesmo.

Quando o jornalista Peter Sands é procurado para um novo trabalho, em um momento decadente da sua vida que tudo o que lhe resta é aceitar ou aceitar, ele, levado pelo acaso, se compromete com a produção de uma biografia não autorizada do poderoso Lex Luthor, que estampa a capa do Planeta Diário sobre a sua mesa. E aqui começamos a saga de um jornalista pela vida de um homem de muitos negócios, egocêntrico e com muita história para contar.

Em sua busca por fontes, Sands inicia sua jornada pela leitura de matérias de jornal e a obra ‘Simplesmente Brilhante’, de Lex Luthor sobre Lex Luthor, e, assim, percebe pontas soltas no enredo autobiográfico, como por exemplo o seu enriquecimento meteórico. “Ele não tem nenhum parente vivo. Nenhum registro escolar depois da sétima série”, diz Sands enquanto perambula pelas ruas do bairro de infância de Luthor até encontrar com a sua última professora, Sra. Anderson, com quem obtém os dois primeiros adjetivos do menino que ele deseja saber mais: gênio e cruel.

Nesse tempo do passado, seu único amigo é um menino chamado Perry White. Outros garotos implicam com o jovem Luthor no colégio, até serem parados pela força de alguns adultos motivados por uma certa genialidade mesmo que com elementos de crueldade. Da conversa, um fato que parece mais relevante para o repórter, a morte dos pais de Luthor e o seguro milionário de US$ 300 mil que o garoto de treze anos recebeu.

Tomado por esse rumo em sua investigação, Sands vai em busca da companhia de seguro e encontra o corretor que efetuou a apólice, um processo inesquecível para o homem, pelo alto valor e por um inusitado contratempo. No dia em que o velho Luthor foi informado em sua residência sobre a aprovação do negócio, Bryant, o corretor, foi expulso com xingamentos e ameaça de morte caso retornasse. Passado um tempo, foi procurado via correspondência para um pedido de desculpas e um aviso de uma viagem que Luthor faria com a sua esposa.

Luthor: Um milionário aos treze anos

Para Lex Luthor, seus pais eram odiosamente medíocres, patéticos e desde muito criança já pensava em um fim para eles. Armado com o seu intelecto, Luthor já era próximo de um ou outro homem de índole questionável que rondavam o cortiço em que morava. Impressionados e convencidos pelo menino, essas amizades já se ocupavam de alguns serviços ordenados por Luthor, provavelmente o mais importante deles foi o de convencer um mecânico a escrever um relatório falso após o acidente de carro que matou os pais de Luthor. O veículo que estavam os Luthors foi sabotado, antes disso Lex havia se passado pelo seu pai e contratado à distância um valioso seguro, com os US$300 mil em mãos pôde começar um novo capítulo da sua história, o de um homem de negócios.

Luthor: Um homem de negócios

Mais tarde, ainda em um processo de captar recursos para fundar sua gigante empresa no ramo de tecnologia, Luthor, para não se comprometer, usou de laranjas para se beneficiar mais do que todo mundo em um esquema de tráfico de drogas. Com dificuldades para a importação, Lex Luthor foi o “criador das primeiras drogas sintéticas e mostrou aos chefes do crime como os laboratórios poderiam ser instalados por todo o país”. Ainda segundo a fonte de Sands, Luthor “colocou suas fórmulas e o sistema de distribuição à venda por dois milhões de dólares”.

Lexcorp: ‘Ações falam mais alto do que palavras’

Não se trata de mais uma empresa, a Lexcorp tinha o objetivo de revolucionar todo o conceito de tecnologia já existente até se transformar em um império corporativo. Mas todo esse processo não se deu de forma natural, afinal para Lex Luthor “Ações falam mais alto do que palavras”. Diante de mais uma fonte, uma jovem recém-formada e na sequência contratada pela Lexcorp, que viu com os seus próprios olhos outras facetas de Luthor, Sands toma conhecimento de algumas atitudes do empresário que ao mesmo tempo acumula o cargo de dono do Planeta Diário. “Ele (Lex Luthor) usava o jornal para ficar mais rico. Contratava repórteres para encontrarem evidências que incriminassem seus concorrentes. Os artigos eram publicados antes de algum acordo ser fechado com o governo, com isso os concorrentes acabavam num mar de processos jurídicos”, diz a mulher que conheceu inclusive o lado mais sombrio e abusivo de Luthor.

Um Deus

Quando a Tinsel Town Publicações procura Sands, a ambição é por uma obra que vá além do livro de Trump, na época ainda apenas empresário, com ingredientes do tipo sexo selvagem e negócios escusos. Sands descobre além disso, um homem com aspiração divina e disposto a usar sempre o seu poder, “escolhi me tornar um Deus, controlo vidas humanas ao invés de ser controlado. Posso destruir uma pessoa com um telefonema. Um Deus deve ser severo.”, afirma Lex Luthor.

Capítulos Extras

Um breve parênteses sobre a versão do vilão apresentada em ‘Lex Luthor: Biografia Não Autorizada’ para destacar dois momentos em que ele se lançou por fontes inusitadas para sentir outros gostos do poder.

Presidente dos EUA

No inicio do século, a DC Comics investiu em um arco nos quadrinhos que apresentava Lex Luthor candidato ao cargo de presidente dos EUA. Entre as suas ações de campanha, defendeu Metrópolis de um ataque de Brainiac, fez promessas para recuperar Gotham e, até mesmo, sofreu um atentado que alavancou sua popularidade. Eleito, e com desdobramentos desse evento em outras mídias, como a animação ‘Superman – Batman: Inimigos Públicos’, Luthor consegue ter a Liga da Justiça à serviço do seu governo e investe em planos para desmoralização da dupla de heróis. Dono de informações sigilosas, sua ambição torna-se uma adversária e o seu posto como presidente não vai longe.

O desejo pela política é recorrente no histórico do oponente do Homem de Aço. Em 2011, a série ‘Smallville’ apresentou no seu capítulo final um salto temporal, dentre o futuro de alguns personagens, Lex Luthor, interpretado pelo ator Michael Rosenbaum, é o presidente dos EUA eleito em 2018.

Já na animação ‘Lego Batman – O Filme – Super-Heróis se Unem’ (2013), o vilão em formato de bonequinho almeja uma candidatura mesmo que desacreditado, para elevar sua aprovação perante os eleitores e fortalecer sua chapa aposta em um nome de peso como o seu vice, o Coringa.

Herói

Durante a fase de ‘Os Novos 52’, Lex Luthor encontrou uma brecha para ser visto como herói, e ele parece ter gostado da coisa. Em um momento que a Liga da Justiça estava impossibilitada de defender a Terra, Luthor vestiu sua armadura para enfrentar o Sindicato do Crime. Em um lugar que ainda não havia provado, encontra resistência entre o grupo de heróis, mas mostrou-se vez ou outra uma ajuda daquelas difícil de se recusar.

O veredito de “Lex Luthor: Biografia Não Autorizada” e o primeiro encontro do vilão com o Superman 

Lex Luthor: Biografia Não Autorizada é uma obra com os trabalhos de James D. Hudnall no roteiro, arte de Eduardo Barreto e cores de Adam Kubert. Muito dinâmica, que através do seu ritmo e apresentação pode ser imaginada e adaptada para o cinema, acompanhamos uma história envolvente em que seguimos os passos do repórter Peter Sands desde o momento em que flerta de perto com a decadência na carreira até o seu envolvimento completo e sem volta em um ato de puro compromisso ou de intensa sedução pelo jornalismo investigativo. Na HQ, os criadores apresentam Sands como alguém que consegue através de uma bem sucedida apuração se transformar em um homem que sabe demais. Pena não ter super-poderes para lutar de igual com o inimigo que vai encontrar na página final, e o repórter já previa isso: “Eu já estou morto”.

Ao mesmo tempo a narrativa envolve Clark Kent em uma história embaraçosa, um atalho orquestrado por Lex Luthor para que num futuro próximo esteja melhor preparado para um novo encontro com o Superman, desses que acontecem desde abril de 1940, mais precisamente na ‘Action Comics’ #23. Levado às páginas por Jerome Siegel e Joe Shuster, há 80 anos, Lex Luthor já tinha um plano, tornar-se o mestre supremo do mundo, colocando países em guerra e os tornando mais fracos, porém em seu caminho havia o jornalismo e o Superman. A história em que tudo começou para Luthor integra os extras do encadernado ‘Lex Luthor: Biografia Não Autorizada’, republicada em 2017 pela Panini, e que foi originalmente lançada em 1989.

Se para Lex Luthor, só há lugar para um Deus no Planeta, muitas páginas ainda serão escritas.

Coringa: Um Sorriso para Matar | Panini Brasil adia a publicação da edição e muda seu formato

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Recentemente, a editora Panini informou que a edição “Coringa: Um Sorriso para Matar” de Jeff Lemire e Andrea Sorrentino, que estava programada para ser lançada a partir de abril com 3 edições mensais, mudará seu formato e data de lançamento, agora previsto para setembro em edição única.

A editora avisou aos consumidores que já haviam comprado edições individuais na pré-venda, que garantirá o reembolso dos valores no prazo de 15 dias.

A mudança ocorre devido as medidas de isolamento causada pela pandemia do coronavírus.

Recentemente foi anunciado nos EUA um epílogo one-shot de “Coringa: Um Sorriso para Matar”. A edição intitulada Batman: The Smile Killer’, será lançada no dia 23 de junho de 2020 nos EUA e não possui previsão de lançamento no Brasil até o momento. -Confira detalhes aqui-

Batman #93 | Prévia revela ciúmes da Punchline entre Arlequina e Coringa

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Recentemente, a DC divulgou a prévia da edição Batman #93, e nela, foi revelado que a Punchline, o novo interesse amoroso do Coringa não terá uma boa convivência com a ex do super-vilão, a Arlequina.

Em uma conversa inteira entre Punchline e o Coringa, a nova vilã fica bastante incomodada e com ciúmes ao ver todas as fotos e recordações da Arlequina guardadas pelo Palhaço do Crime. Em uma crise de raiva, ela queima as fotos e promete caçar a ex-namorada do vilão a todo o custo. Ela mata um dos capangas do Coringa que falava que “sentia falta” da Arlequina.

A edição Batman #93 será lançada no dia 24 de junho no mercado americano e até o momento não possui previsão de publicação no Brasil.

Esquadrão Suicida | James Gunn manifesta apoio ao diretor David Ayer

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Recentemente, o diretor David Ayer comentou que seria extremamente fácil finalizar e liberar a sua versão de ‘Esquadrão Suicida’, chamada popularmente de ‘Ayer Cut’.

O diretor alega que o filme sofreu com cortes de cenas e mudanças de tons na versão final que foi para os cinemas. Leia mais aqui.

Com isso, um novo movimento nas redes se inicia, e atualmente ele ganhou o apoio de James Gunn, o diretor do novo filme do Esquadrão Suicida.

Ao responder a um fã, James Gunn disse: ‘Ficaria feliz com qualquer coisa que David Ayer e a Warner decidissem lançar sem nenhum problema.’

Até o momento, não há previsão de lançamento desta nova versão do Esquadrão Suicida. O streaming HBO Max, que estreou hoje nos EUA, divulgou recentemente a versão de Liga da Justiça do diretor Zack Snyder para 2021.

Batman: The Smile Killer! | Liberada a prévia da nova edição de Jeff Lemire

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A DC divulgou a prévia da HQ Batman: The Smile Killer!’ escrita por Jeff Lemire e com as artes de Andrea Sorrentino, que serve como um epílogo one-shot para “Joker: Killer Smile #3″, lançada em fevereiro. A edição de 32 páginas se concentra no amor de Bruce por The Mr. Smiles Show. De acordo com a DC, a edição do selo DC Black Label “apresenta uma perspectiva diferente do Palhaço Príncipe do Crime, através dos olhos de um jovem Bruce Wayne e seu desenho animado de TV favorito”. Confira a prévia:

“Bruce Wayne cresceu assistindo ‘The Mr. Smiles Show’ – e o programa pode estar assistindo ele de volta! E não apenas o jovem Bruce estava assistindo, ele estava ouvindo … ouvindo enquanto o Sr. Smiles falava através das ondas de rádio apenas para ele … Lemire e Sorrentino dão um último golpe nos mitos do Batman, virando-o de ponta cabeça no truque mais devastador que o Coringa já inventou!”

‘Batman: The Smile Killer’, será lançada no dia 23 de junho de 2020 nos EUA e não possui previsão de lançamento no Brasil até o momento.

HBO Max | ‘Estamos fechando negócios toda semana’, afirma Kevin Reilly, chefe de conteúdo do streaming

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O novo serviço de streaming da WarnerMedia, o HBO Max, será lançado nesta quarta-feira (amanhã), e de acordo com seu chefe de conteúdo, Kevin Reilly, a HBO Max vem “fechando negócios toda semana.”. Via: [Business Insider].

Além de contar com todo o catálogo de produções da Warner, incluindo a clássica série Friends, os Looney Tunes e a saga Harry Potter, a DC terá um papel fundamental na nova plataforma. Projetos de alto nível estão em andamento, incluindo uma série dos Lanternas Verdes e outra da Liga da Justiça Sombria, essa última comandada por J.J. A Abrams. A produtora de Abrams, a Bad Robot, fechou um acordo lucrativo com a WarnerMedia no ano passado. Reilly espera o mais alto nível com valores de produções cinematográficas”. para esses programas.

Questionado sobre as séries do DC Universe e o futuro da outra plataforma de streaming, Reilly respondeu:

Houve discussões extensivas em torno do DC Universe porque a DC é uma entidade muito valiosa para nós e a profundidade do fandom é importante. Então, realmente queremos descobrir como seguimos com essa linha, onde temos um profundo envolvimento dos fãs, e foi por isso que o DC Universe foi projetado, para contar com um envolvimento mais amplo dos fãs.

Isso está evoluindo, mas houveram séries refinadas que o DCU produziu e que, sobre valores, poderíamos lidar melhor no nosso modelo de negócios para atender essa faixa de fãs. “Patrulha do Destino” foi um programa que identificamos que tinha um profundo amor e seria interessante ter em nosso portfólio.

Um representante da HBO Max disse ao Business Insider que “não há planos atuais para qualquer outro show do DCU mudar para o HBO Max.

Questionado sobre o que as pessoas podem esperar das produções originais da DC na HBO Max, ele respondeu: “Greg [Berlanti, que está produzindo uma série dos Lanternas Verdes no streaming] cumpriu uma tarefa e tanto para a DC e de qualidade para a CW. Porém, aqui não será dessa forma. O próximo passo é investir no valor das produções. Você pode esperar o mais alto nível de investimento, comparado a produções cinematográficas para esses programas. O mesmo vale para os projetos que anunciamos com J.J. Abrams.

Sobre a versão de Liga da Justiça, do diretor Zack Snyder, Reilly disse: “Eu esqueço quando Zack e Deborah [Snyder] nos deram a sensação de onde estavamos indo, mas mesmo a partir dessa reunião, eu e minha equipe sentimos que era algo que realmente queríamos fazer. Havia muitas questões envolvidas para descobrir como poderíamos cumprir sua visão e uma infinidade de questões legais. Estamos nisso há algum tempo, trabalhando nisso. Obviamente era um projeto secreto, dado o alto nível de interesse, mas estávamos nos empenhando pedaço por pedaço. Havia alguma estratégia, mas também um acaso no modo como superamos algumas dessas questões pouco antes do lançamento [da HBO Max].

Ainda sobre o Snyder Cut, Bob Greenblatt, o presidente da WarnerMedia e chefe do serviço de streaming HBO Max, comentou no podcast Vox’s Recode, sobre as complexidades orçamentárias envolvidas na criação da versão de Liga da Justiça de Zack Snyder:

“… não é tão fácil entrar no cofre e encontrar um Snyder Cut ali para exibir.”, explica Greenblatt. “Ele não existe. O Zack está construindo e é complexo, incluindo novos efeitos visuais, uma repensação radical desse filme, algo complicado e muito caro … direi que gostaria que fosse somente U$30 milhões e parasse por ai. É um empreendimento enorme e muito complexo.”.

O streaming HBO Max estreia nos EUA nesta quarta-feira, 27 de maio.

Batman Giant | Edição apresenta uma nova história de origem para o Coringa

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Conforme o site Bleeding Cool, a nova edição ‘Batman Giant #5’ chegou às prateleiras dos supermercados Wal-Mart nos Estados Unidos e apresentou um novo capítulo surpreendente para o cânone da DC Comics. O site relata que a história “Joker’s Wild aka Whacha Got in the Trunk?” na nova edição Giant, de Mark Russell, Christopher Mooneyham e David Aaron, apresenta uma nova origem “secreta” para o Palhaço do Crime.

Embora os detalhes da história não sejam revelados, a narrativa em si segue um conto alto sobre “a lenda de um jovem lutador que ficou sob a pressão para ser alguém grandioso, mas o que realmente aconteceu? Ninguém sabe ao certo.” Confira algumas imagens:

A história apresenta elementos de “A Piada Mortal” com o filme “Coringa”, mostrando o personagem sendo maltratado por algumas pessoas. Depois que fazem piadas com ele, o personagem comete um ato de terrorismo e diz: ‘De certa maneira, vocês estavam certos. Um mundo cruel assim, não precisa de piadas…’.

A edição está disponível nos EUA.

Esquadrão Suicida | Diretor confirma a existência do seu corte e revela novos detalhes

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E aqui vamos nós…

O diretor David Ayer, do filme ‘Esquadrão Suicida’, confirmou que sua versão do filme existe e também está quase completa. Ayer twittou sobre a existência do filme na rede social. Ele disse: “Claro que existe. E está quase completo, exceto por alguns efeitos visuais”.

Seguindo o embalo, Ayer revelou uma imagem inédita do Coringa no longa, com a legenda ‘Sonho’.

Além da existência do corte, alguns detalhes adicionais foram revelados.

O diretor foi questionado sobre a participação da Katana em sua versão do filme. David Ayer afirmou que: “Um bom roteiro significa arcos completos que culminam com algum tipo de encerramento para cada personagem principal.” Indicando que a personagem teria um desfecho diferente.

Outra informação revelada ainda sobre a Katana é que em algum momento do filme ela seria possuída pela Magia e atacaria o próprio Esquadrão.

Sobre o El Diablo, Ayer salienta que foi a “única batalha” que venceu. Os demais produtores não queriam a cena que ele mata sua própria família. O diretor comenta ‘morte, culpa, redenção e emancipação de relacionamentos tóxicos são temas que eu exploro como cineasta.’.

Sobre a Magia, o diretor comenta que ela foi a personagem que mais sofreu com os cortes. Ao que parece, haveria uma cena de +ou- 3 minutos dedicados a explorar mais sobre a origem da personagem.

Por fim, a revelação de uma cena que também não foi para a versão dos cinemas. O ator Adam Beach, o Amarra de Esquadrão Suicida, revelou que há uma cena que mostra uma sequência de como ele foi pego e recrutado para a equipe de vilões.

“Esquadrão Suicida” foi lançado em 2016 e arrecadou US$745 milhões nas bilheterias ao redor do mundo.

Harley Quinn | Showrunner afirma que a terceira temporada ainda não está confirmada

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Os produtores da série “Harley Quinn”, Patrick Schumacker, Justin Halpern e Dean Lorey se juntaram recentemente ao Comicbook para uma Watch Party assistindo dois episódios da animação exibidos recentemente. Durante o evento, os criadores responderam a algumas perguntas dos fãs, e parece que eles seguiram os questionamentos através do Twitter. Recentemente, foi questionado se haveria uma aparição futura do Máscara Negra na série, e Schumacker respondeu:

“Olá! @PMSchumacker, eu queria saber se o Máscara Negra estará presente na terceira temporada de Harley Quinn ?,” @Sivara____ perguntou.

“Ainda não fomos apanhados na terceira temporada! Você pode, por favor, pedir a alguém para nos buscar? ”, respondeu Schumacker.

Posteriormente com a divulgação da matéria do Comicbook, o showrunner Patrick Shumacker levantou uma hasthtag para que a série seja renovada para uma nova temporada.

Sim, isso soa como um plano. #RenewHarleyQuinn para uma terceira temporada.”

Harley Quinn‘ segue em exibição todas as sextas-feiras no streaming DC Universe.