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Batman #93 | Prévia indica vitória da Punchline contra a Arlequina em nova edição

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Em Batman #93, à venda a partir do dia 23 de junho nos EUA, o vilão The Designer finalmente cruza espadas (literalmente) com o Batman enquanto ele revela seu grande plano para os piores criminosos de Gotham tomarem o controle da cidade! E se isso não for suficiente, ainda teremos o confronto entre Punchline e Arlequina. Confira a prévia:

No ano passado, Batman perdeu mais do que ele poderia imaginar, e agora, ele enfrenta algo que pode mudar o curso de sua vida. Em meio a todo o horror, ele pode sentir a queda da batalha. “A Guerra do Coringa” está chegando, e Gotham City nunca mais será a mesma!

Batman #93 é escrita por James Tynion IV e as artes ficam por conta de Guillem March e Javier Fernandez. Edição chegará no dia 23 de junho nos EUA.

Superman | Henry Cavill em negociações para seu retorno como o herói

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Henry Cavill não está pronto para aposentar a capa!

De acordo com o Deadline, Henry Cavill, que interpretou Clark Kent pela primeira vez em 2012 para “O Homem de Aço”, está em negociações para reprisar o papel em um futuro próximo para a Warner Bros.

A fonte afirma para o site que um filme solo do Homem do Amanhã ainda não está nos planos para o estúdio, apontando que o grande retorno do ator pode acontecer nas próximas produções da DC como Shazam 2, Adão Negro ou Aquaman 2.

Curiosamente, Dwayne Johnson, o intérprete do Adão Negro, chegou a compartilhar sua vontade em enfrentar o Superman de Cavill nos cinemas. Com artes feitas pelo BossLogic, The Rock ilustrou como o grande confronto pode acontecer:

Por enquanto, Henry e seu Superman já estão confirmados para retornar em 2021 na produção de Liga Da Justiça do Zack Snyder, no streaming HBO Max.

Liga da Justiça | Zack Snyder libera imagem em cores do Darkseid e dá detalhes sobre o personagem

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O diretor de ‘Liga da Justiça’, Zack Snyder, liberou recentemente uma imagem em cores do Darkseid na sua versão do filme. A imagem é a mesma que ele já havia divulgado em novembro de 2019 na rede social Vero. Desta vez, ele divulgou ela em cores. Confira abaixo:

Lembrando que antes de adquirir a Força Ômega, Darkseid tinha uma aparência mais próxima da humana e era chamado de Uxas. Provavelmente na versão de Zack Snyder, pela aparência da imagem, veremos a acensão de Darkseid como o tirano de Apokolips.

Visual de Uxas/Darkseid

Zack respondendo a um fã no Vero que gostaria de um visual fiel aos quadrinhos, comentou que a aparência se trata de uma cena situada no passado de Darkseid, antes dele se transformar do tradicional vilão que conhecemos.

‘Não se preocupe. Ele é um bebê nessa parte.”

A versão do filme Liga da Justiça de Zack Snyder chegará no streaming HBO Max em 2021.

Batman Beyond | A Batcaverna ganha um upgrade em nova edição

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AVISO: O texto abaixo contém spoilers de ‘Batman Beyond #43’ de Dan Jurgens, Sean Chen, Sean Parsons, Norm Rapmund e Chris Sotomayor, lançado recentemente nos EUA. Via: [CBR].

Por anos, Terry McGinnis serviu como o Batman do Futuro, e ele teve que aprender a se adaptar aos eventos do futuro e a todas as ameaças que possam surgir. Embora ele se dedique a continuar o legado do Batman, ele não pode proteger tudo isso. Por exemplo, a Batcaverna foi destruída recentemente após uma batalha. Mesmo que Terry e seus aliados tenham se afastado da luta, a Batcaverna ficou em ruínas.

Assim como o Batman fez quando a caverna foi destruída no passado, Batman do Futuro se mudou para uma nova base no coração de Neo-Gotham, na edição Batman Beyond #43.

Depois de um período afastado de seus deveres de proteger Gotham, graças a False-Face que apagou brevemente sua memória, Terry McGinnis retornou ao seu papel de Batman de Neo-Gotham. No entanto, ainda existem grandes mudanças às quais o jovem herói precisa se adaptar. Notavelmente, a Batcaverna original foi amplamente destruída durante uma recente batalha com a praga radioativa. Isso forçou Batman a se mudar, com Bruce Wayne revelando que ele estabeleceu uma nova base de operações no coração de Gotham City.

Um dos edifícios da Wayne Tech é revelado como o novo lar do Batman, com Bruce surpreendendo Terry e Matt com a localização. A sede está escondida de olhares indiscretos, graças a uma parede falsa projetada em torno da base, que ajudará muito a disfarçar as idas e vindas do Batman.

Isso poderia ajudar a impedir as pessoas de rastrear os movimentos do Homem Morcego, e até manter a identidade de Terry em segredo. Os hologramas fazem todas as aberturas parecerem apenas uma parede, permitindo que o Batman surpreenda as pessoas de qualquer direção. Os prédios vizinhos também são de propriedade da Wayne Industries, que também recebeu projetores holográficos, algo que ajudará a esconder ainda mais as atividades do Batman, como sua próxima parceria com Damian Wayne.

A nova Batcaverna também não é uma caverna escondida. Em vez disso, fica em um arranha-céu elegante e maciço, com vista de toda a cidade. O irmão de Terry, Matt, até nomeia a base de Bat-Suite, argumentando que não é mais apropriado chamar o arranha-céu de “caverna”.

Essa não é a primeira vez que Batman muda sua base de operações no centro de Gotham. Depois que Dick Grayson foi para a faculdade, Batman e Alfred se mudaram para a Wayne Tower Penthouse, que ficava no topo da Batcaverna II, nos anos 80. Depois que essa ideia foi adaptada para as telas de cinema em ‘O Cavaleiro das Trevas’, com o herói estabelecendo sua base perto do local da morte de seus pais durante os primeiros eventos de Batman: Ano Zero, permitindo que ele se aproximasse do “campo de batalha”.

Mas, graças à paisagem em constante mudança de Neo-Gotham, Bruce conseguiu transformar quase um quarteirão inteiro da cidade em uma ferramenta para a guerra de Batman contra o crime. Com os prédios ao redor, todos com tecnologia que pode ajudar a ocultar seus movimentos e ações, eles podem até ser mais adequados às necessidades que estão em constante mudança na vida de Terry. Eles poderiam até fornecer acesso a possíveis laboratórios ou armaduras, o que daria a Terry entrada fácil a todas e quaisquer adições futuras que pudessem facilitar seu papel como o protetor de Gotham.

#Especial80Anos | Lex Luthor: uma personalidade moldável ao longo do tempo

Os canalhas também envelhecem! E, para comprovar isso, temos Lex Luthor em sua melhor forma, com 80 anos num corpinho de 40. Em comemoração ao octogenário vilão, separamos uma lista de todas às vezes que Lex Luthor teve sua personificação do mal estampada e interpretada em live-action. Acompanhe a linha do tempo para relembrar, e talvez até conhecer, quem já interpretou um dos vilões mais odiado e amado da DC Comics na telinha.

Alexander Joseph Luthor, ou apenas Lex Luthor, teve sua primeira aparição na Action Comics, em 23 de abril de 1940. Criado por Jerry Siegel e Joe Shuster, é um personagem de intelecto genial, bilionário, corrupto, magnata, cientista, filantropo e, não menos importante, inimigo direto de Superman, pois acredita que o Azulão é um perigo ao mundo dos mortais.

LYLE TALBOT
Atom Man vs. Superman (1950)

Aqui, temos a primeira aparição em live-action de Lex Luthor, interpretado pelo ator Lyle Talbot, no seriado “Atom Man vs. Superman”. O seriado produzido pela Columbia Pictures, em 1950, foi uma sequência da série Superman de 1948 e, a contrário do que parece, não era um seriado de TV. A produção era exibida semanalmente nos cinemas, em preto e branco.

Atom Man era o alterego de Lex Luthor, um cientista louco numa época em que isso realmente significava algo. Na trama, utilizava um sotaque alemão e uma máscara ameaçadora quando assumia a forma de Atom Man. Não é fácil ser o primeiro, mas o ator veterano é uma representação muito precisa de um Lex Luthor pós Segunda Guerra Mundial.

Uma das curiosidades, para a época, é que Talbot usava um couro cabeludo de borracha para criar o aspecto de calvície do personagem.

GENE HACKMAN
Superman: O Filme (1978) | Superman II (1981) | Superman IV: A Busca da Paz (1987)

Mas o debut de Lex Luthor em um longa nos cinemas, foi feito por Gene Hackman, facilmente o ator mais conhecido por interpretar o vilão. Apesar de vermos uma versão de Luthor mais ligado ao esquema imobiliário, vemos seu lado cientista em “Superman IV: A Busca da Paz”, quando Luthor cria o Homem Nuclear a partir de um material genético de Superman.

Hackman trouxe um charme arrogante que funcionou perfeitamente contra o Superman, de Christopher Reeve. Entregou um Lex, confiante e ardiloso, que serviu como base preparatória para outros atores que interpretaram Luthor, posteriormente.

Gene recusou ficar careca para o papel, o que exigiu que essa versão de Lex Luthor ostentasse uma variedade de apliques capilares elaborados, dando um efeito cômico para o personagem. A última cena que o ator aparece careca é por uso de uma touca de borracha, assim como Talbot usou para interpretar o vilão.

SCOTT JAMES WELLS
Superboy (1988)

Em 1986, a DC Comics reinventou Lex Luthor. O personagem deixou de ser um cientista louco que pretendia destruir o Superman a qualquer custo e tornou-se um bilionário respeitado, que escondia suas más ações atrás de obras de caridade. Após esta mudança, Scott Wells foi o primeiro ator a assumir o papel, em live-action, na primeira temporada da série televisiva “Superboy”.

O Luthor de Wells, que enfrentou um jovem Superman durante seus anos na faculdade, era um detestável garoto de fraternidade, envolvido em tudo, desde pequenos crimes no campus universitário até negócios no mercado negro. Infelizmente, este Lex, muitas vezes, se parecia mais com um personagem do filme “A Vingança dos Nerds” do que um inimigo realmente digno do jovem Superman. Após a primeira temporada, tanto o ator que interpretou o Superboy (John Haymes Newton), como Wells, foram substituídos.

SHERMAN HOWARD
As Aventuras do Superboy (1989-1992)

Sherman Howard substituiu Scott Wells no papel de Lex Luthor, na segunda temporada da série de TV “Superboy”. Howard presenteou os fãs com um Luthor mais familiar. Foi-se o grandalhão do campus universitário e deu-se a vez para um cientista louco sem nada a perder.

No início, Howard exagerou na interpretação, levando Lex a picos de alegria psicóticas, semelhantes e mais adequado ao Coringa, talvez inspirado pelo personagem de Jack Nicholson, que dava vida ao Joker no primeiro longa-metragem de Batman, dirigido por Tim Burton em 1989.

Na terceira e quarta temporadas, Howard cresceu no papel. Combinando sensibilidades clássicas de Luthor e com a base de Gene Hackman, Howard entregou uma das representações mais fiéis do personagem.

JOHN SHEA
Lois & Clark: As Novas Aventuras do Superman (1993-1997)

John Shea, apesar de pouco citado, entregou um Lex Luthor formidável em live-action. Na primeira temporada, interpretou um Luthor charmoso e espirituoso, não sendo apenas um rival do Superman, como também concorrente de Clark Kent, em relação ao amor de Lois Lane.

Um típico Luthor urbano, de humor gélido, acompanhado sempre de um charuto e/ou um copo de conhaque ou uma bela mulher ao seu lado. Foi impossível não gostar dessa versão interpretada por Shea!

MICHAEL ROSENBAUM
Smallville (2001-2011)

Sim, eu sei que a maioria de vocês estava ansioso pela aparição dele, nesta lista. E, cá estamos com um dos melhores Lex Luthor já visto em live-action, cantarolando “somebody saaaave me”, neste exato trecho, ao lembrarmos de “Smallville”

Embora o Luthor, de John Shea, tenha sido um personagem agradável ao público, sem dúvidas o Lex, interpretado por Michael Rosenbaum, fez você se questionar se queria vê-lo seguir o caminho da vilania, que todos sabíamos que era inevitável atingir.

Mesmo que a série de TV, fosse sobre a trajetória do adolescente Clark Kent, o show era, também, sobre Luthor. Lex, de “Smallville”, era confiante o suficiente para criar um destino diferente daquele do seu notório pai, Lionel Luthor (John Glover) e, frequentemente, leal ao seu melhor amigo, Clark Kent.

Muitos fãs ainda sonham em ver Rosenbaum interpretando o vilão em algum novo momento, já que o mesmo abraçou, com maestria, o destino inevitável do personagem.

KEVIN SPACEY
Superman: O Retorno (2006)

O retorno de um Lex Luthor obcecado pelo lucro do ramo imobiliário, já que “Superman: O Retorno” se trata da sequência de eventos de “Superman II”, de 1981. Lex, agora interpretado por Kevin Spacey, não se opôs em ficar careca para o personagem, diferente de Gene Hackman.

Spacey trouxe um lado mais sombrio de Luthor para os filmes, devido aos anos na prisão. Deixou sua marca no cinema, ao protagonizar a cena memorável da surra de kriptonita que dá em Superman.

JESSE EISENBERG
Batman vs. Superman (2016) | Liga da Justiça (2017)

Chegando quase no fim, temos Jesse Eisenberg, que deu vida ao vilão nos últimos filmes do DCEU. Apesar de dividir os fãs pela escolha do ator ao papel, Eisenberg trouxe ao personagem ares de um maníaco: um jovem gênio que se encaixou dentro da narrativa apresentada ao Lex da trama de “Batman vs. Superman”, longa ao qual foi apresentado ao público.

Em “Liga da Justiça”, retornou ao papel numa versão mais tradicional de Lex Luthor, com vestimentas sociais, deixando de lado o aspecto CEO despojado, que foi apresentado em primeiro momento. Embora tenha aparecido apenas na cena pós-crédito, tivemos um vislumbre de um Lex querendo montar uma Sociedade Secreta de super-vilões, para combater a Liga da Justiça.

JON CRYER
Supergirl (2019)

A série televisiva “Supergirl” flertou tanto com a família Luthor, que conseguiu ter um Lex para chamar de seu. Jon Cryer entra para o elenco para interpretar o irmão de Lena Luthor, o próprio Lex. Coincidentemente, Cryer tem uma história com a família Luthor. Interpretou o sobrinho de Lex, Lenny Luthor, no filme “Superman IV: A Busca da Paz”, de 1987.

Felizmente, não há nada de Lenny no Lex Luthor, de “Supergirl”. Cryer interpreta um Luthor mau e calculista, que lembra o desempenho de Gene Hackman. Sendo a primeira aparição do vilão no Arrowverse, com participações além de “Supergirl”, como no crossover “Crise nas Infinitas Terras”. É possível que sua participação se estenda para a nova série televisiva do Homem de Aço, interpretado por Tyler Hoechlin, chamada “Superman & Lois”, ainda sem data de estreia definida.


Agora, sabemos como fica fácil manter a jovialidade de 80 anos: mudando de corpos ao longo do percurso. Brincadeiras à parte, Lex Luthor é um dos vilões mais icônicos da cultura pop e sempre será um desafio para aqueles que o interpretarão.

Depois desta linha do tempo, de vários Lex Luthor em carne e osso, você seria capaz de escolher o seu preferido?

Supergirl | Melissa Benoist comenta sobre a vida amorosa da personagem

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A vida amorosa de Kara Danvers sempre impactou a Supergirl. A quinta temporada não foi uma exceção, com o repórter investigativo da CatCo, William Dey (Staz Nair) se juntando à vida de Kara.

Ao longo da temporada, Kara e William se acertaram após um começo cheio de atritos. A protagonista da série ‘Supergirl’, Melissa Benoist, disse ao TVLine que sua atração vai se desenrolar mais na sexta temporada. “O que é realmente divertido na TV é assistir as queimaduras lentas do romance, então acho que as pessoas podem esperar isso.”, disse ela.

Benoist disse: “O que é emocionante para Kara é a quantidade de possibilidades. Ela teve um tempo para si mesma sem nenhum interesse amoroso, então eu acho ótimo que houvesse uma possibilidade na 5ª temporada”.

James Olsen (Mechad Brooks) serviu como o interesse amoroso na primeira temporada, mas as coisas fracassaram e ele deixou Metropolis durante o quinto ano da série. Também durante a primeira temporada, Kara teve um caso com Adam Foster (Blake Jenner). Na segunda temporada, Mon-El (Chris Wood) foi apresentado, mas foi forçado a deixar a Terra para sua segurança e saúde no final da terceira temporada. Uma Kara de coração partido se concentrou em ser uma heroína, colocando o romance em segundo plano durante a quarta temporada.

A nova temporada da série não possui previsão de estreia. Lembrando que a protagonista, Melissa Benoist, atualmente está em período de gestação.

Batman | HELL YEAH – A balada do Homem Pipa!

O universo entorno dos personagens que formam a Trindade é muito rico. De Amazonas a Kryptonianos passando pela cidade que o crime nunca descansa, os heróis batalham contra uma infinidade de inimigos que crescem a cada nova aventura ou ameaça que surge ao horizonte.

Em um universo particular, mais precisamente no do Batman, a diversidade entre os vilões é rica, apresentando personagens como um homem vestido de mariposa, grandes chefes do crime organizado, psicopatas, assassinos e até sociedades secretas muito antigas como no caso da Corte das Corujas. Esses são desafios que o Cruzado Encapuzado encontrou nos seus 81 anos de existência e, no meio de tantos, está o Homem Pipa, um vilão peculiar mas que recentemente ganhou uma nova versão de si mesmo.

A sua primeira aparição foi em Batman #133, lançada em agosto de 1960 apresentado por Bill Finger e Dick Sprang causando um caos por onde passava, cometendo crimes e utilizando diversos tipos de pipas e outros apetrechos como bombas. Agindo desse forma, ele foi capaz até de libertar outros colegas criminosos. Inclusive, a batalha final com o Cavaleiro das Trevas aconteceu em cima de uma pipa gigante, sendo apenas uma edição divertida da mensal do protetor da cidade de Gotham.

Dez anos depois o Homem Pipa retornaria na edição #315 em uma nova onda de assaltos por meio de pipas engenhosamente fabricadas, porém, o Homem Morcego mostra sua criatividade e derrota o vilão voador com uma Bat-Pipa, colocando-o novamente atrás das grades e o tirando de circulação por mais algumas décadas. Apesar de não ser um vilão do primeiro escalão, era sempre lembrado como um alívio cômico por sua engenhosidade no desenvolvimento de pipas para realizar suas maldades.

Ainda houveram breves aparições do vilão como em Crise Infinita, em que foi jogado do topo da Torre Wayne sem a sua pipa pelo Exterminador, ao se negar em participar da sociedade de super-vilões. Ainda sim, o Homem Pipa consegue sobreviver apenas por tempo suficiente de ser uma das vítimas do chefe da Intergang Bruno Mannheim, no arco 52. Desse momento até o rebirth da editora, nunca mais ouvimos falar do personagem.

Em sua outras aparições, já se sabia alguns detalhes do vilão como a sua identidade civil cuja o nome é Charles Brown, uma possível homenagem ao personagem de Peanuts , e que era fascinado por pipas. Ao longo de suas breves aparições, alguns detalhes do personagem foram melhorados, como a utilização de um visor em seu capacete, mas sempre mantendo seu uniforme nas cores verde e amarela.

Ok, mas por que motivos escrever uma matéria sobre um vilão da prateleira bem debaixo da galeria de vilões do Batman? Porque Inferno, sim.

Durante o lançamento das revistas do arco Renascimento que iniciou em 2016, Tom King retorna o vilão as histórias do Batman com o mesmo tom de alívio cômico que era utilizado anteriormente. O escritor tem uma característica peculiar de relembrar personagens esquecidos pelos leitores ou não utilizados há muito tempo, como Silver Saint Cloud em Batman vs Hortelino no crossover entre DC e Looney Tunes, e assim o Homem Pipa retornou ao universo do Batman como uma risada entre as histórias mais sérias do roteirista até A Guerra de Piadas e Charadas que iniciou-se na edição #26 até #32.

Neste arco, narrando uma guerra entre Coringa e Charada que colocou toda a cidade de Gotham em um estado de calamidade, Charles Brown é apenas um personagem do final da prateleira de vilões que acaba sendo levado para o epicentro deste furacão. Em duas edições, especificamente nos números #28 e #30, King conta uma nova origem do personagem que consegue ser cativante o suficiente para torna-lo atraente para os leitores.

Particularmente, eu considero o arco um dos melhores momentos do roteirista na mensal do Cavaleiro das Trevas e muito se deve a este cuidado em colocar um vilão que é tratado praticamente como um capanga tanto pelo Coringa quanto pelo Charada, dando uma origem tão profunda ao personagem que é impossível não conectar-se a ele. Muito da origem do Homem Pipa se passa pela a relação com seu filho, ambos tem o mesmo nome, sua brincadeira preferida de soltar pipas e a tragédia do envenenamento de uma linha por ordem do Charada, levou a trágica morte de seu filho.

Em todo o arco ele é visto como uma peça sem muito valor no grande tabuleiro da guerra, até mesmo Charles se enxerga desta forma, mas ainda sim, dentro das suas limitações, ele decide que quer ir além e, mesmo como um peão neste jogo de peças tão importantes, irá fazer o que puder para derrubar o rei.

Inspirado a homenagear seu filho e se vingar do vilão que o matou, Charles desenvolve uma pipa gigante e um traje, assim se denominando o Homem Pipa. A frase “Hell Yeah” (Inferno, Sim ou Isso aí em tradução livre) que o personagem sempre fala após dizer seu nome, também é relacionada as suas tardes soltando pipas com seu filho e a fala que ele sempre dizia quando concordava com alguma afirmação. Talvez se tornar o Homem Pipa foi uma forma de Charles elaborar o luto de alguém que ele ama e fazer algo a respeito, coincidentemente semelhante ao que Bruce Wayne fez ao se tornar adulto e lutar contra o crime em Gotham.

O vilão se torna peça chave no plano que derrota o Charada, mostrando assim seu primeiro momento de triunfo em sua história nos quadrinhos e ganhando um espaço especial nos corações dos fãs, inclusive até ganhando participações na animação de uma personagem muito querida que ganhou sua própria série animada, a Arlequina.

Na animação ele tem participações constantes, sempre sendo um alívio cômico não fugindo tanto de sua função nos quadrinhos, porém, também é contado um passado triste a respeito de sua origem mas não com a mesma densidade vista nos quadrinhos. Nos episódios mais recente ele estaria em um relacionamento com a Hera Venenosa formando assim um triângulo amoroso entre Pamela Isley, Charles e a própria Arlequina, protagonista da animação.

Pensando em toda a sua nova origem e o respeito que o personagem vem ganhando, espero que futuramente possamos ver uma aparição do Homem Pipa em live action, seja em um seriado do Arrowverso, DC Universe ou na HBO Max, sendo possível pensar nele como um personagem que faça parte de uma formação do Esquadrão Suicida, nem que seja para ser apenas um alivio cômico, contanto que ele seja retratado da mesma forma carismática que foi apresentada recentemente nos quadrinhos.

HELL YEAH!

#Especial80Anos | Lex Luthor, um homem de ações e a sua biografia não autorizada

Não é uma simples tarefa escrever sobre Lex Luthor, figura que em 2020 completa 80 anos desde a sua primeira aparição nas páginas dos quadrinhos, e o jornalista Peter Sands vai sentir isso na pele em ‘Lex Luthor: Biografia Não Autorizada’. Lex Luthor é um nato exemplo de que para uma biografia sua ser publicada é importante que ela cumpra alguns requisitos, como destacar seu apurado faro de empreendedor desde a juventude, sua carreira nos negócios, seu papel como o maior filantropo do país e que ela seja escrita por si mesmo, afinal, quem melhor para colocar no papel a vida de um homem ‘Simplesmente Brilhante’.

Não, essa não é minha definição sobre Lex Luthor, e sim o título da sua autobiografia, ‘Simplesmente Brilhante’. Mas como não se deve confiar nas aparências, esse é o tipo de livro que merece ser julgado pela capa.

Antes, cara leitora e leitor, segundo o dicionário uma biografia é: uma narração oral, escrita ou visual dos fatos particulares das várias fases da vida de uma pessoa ou personagem. Então, é importante ressaltar que ao longo da história nem todo mundo está disposto a tornar sua vida um livro aberto ou, ao menos, sem fazer uma edição ou outra em um fato aqui, uma ação ali e, com isso, tornar público apenas aquilo que glorifica a si mesmo.

Quando o jornalista Peter Sands é procurado para um novo trabalho, em um momento decadente da sua vida que tudo o que lhe resta é aceitar ou aceitar, ele, levado pelo acaso, se compromete com a produção de uma biografia não autorizada do poderoso Lex Luthor, que estampa a capa do Planeta Diário sobre a sua mesa. E aqui começamos a saga de um jornalista pela vida de um homem de muitos negócios, egocêntrico e com muita história para contar.

Em sua busca por fontes, Sands inicia sua jornada pela leitura de matérias de jornal e a obra ‘Simplesmente Brilhante’, de Lex Luthor sobre Lex Luthor, e, assim, percebe pontas soltas no enredo autobiográfico, como por exemplo o seu enriquecimento meteórico. “Ele não tem nenhum parente vivo. Nenhum registro escolar depois da sétima série”, diz Sands enquanto perambula pelas ruas do bairro de infância de Luthor até encontrar com a sua última professora, Sra. Anderson, com quem obtém os dois primeiros adjetivos do menino que ele deseja saber mais: gênio e cruel.

Nesse tempo do passado, seu único amigo é um menino chamado Perry White. Outros garotos implicam com o jovem Luthor no colégio, até serem parados pela força de alguns adultos motivados por uma certa genialidade mesmo que com elementos de crueldade. Da conversa, um fato que parece mais relevante para o repórter, a morte dos pais de Luthor e o seguro milionário de US$ 300 mil que o garoto de treze anos recebeu.

Tomado por esse rumo em sua investigação, Sands vai em busca da companhia de seguro e encontra o corretor que efetuou a apólice, um processo inesquecível para o homem, pelo alto valor e por um inusitado contratempo. No dia em que o velho Luthor foi informado em sua residência sobre a aprovação do negócio, Bryant, o corretor, foi expulso com xingamentos e ameaça de morte caso retornasse. Passado um tempo, foi procurado via correspondência para um pedido de desculpas e um aviso de uma viagem que Luthor faria com a sua esposa.

Luthor: Um milionário aos treze anos

Para Lex Luthor, seus pais eram odiosamente medíocres, patéticos e desde muito criança já pensava em um fim para eles. Armado com o seu intelecto, Luthor já era próximo de um ou outro homem de índole questionável que rondavam o cortiço em que morava. Impressionados e convencidos pelo menino, essas amizades já se ocupavam de alguns serviços ordenados por Luthor, provavelmente o mais importante deles foi o de convencer um mecânico a escrever um relatório falso após o acidente de carro que matou os pais de Luthor. O veículo que estavam os Luthors foi sabotado, antes disso Lex havia se passado pelo seu pai e contratado à distância um valioso seguro, com os US$300 mil em mãos pôde começar um novo capítulo da sua história, o de um homem de negócios.

Luthor: Um homem de negócios

Mais tarde, ainda em um processo de captar recursos para fundar sua gigante empresa no ramo de tecnologia, Luthor, para não se comprometer, usou de laranjas para se beneficiar mais do que todo mundo em um esquema de tráfico de drogas. Com dificuldades para a importação, Lex Luthor foi o “criador das primeiras drogas sintéticas e mostrou aos chefes do crime como os laboratórios poderiam ser instalados por todo o país”. Ainda segundo a fonte de Sands, Luthor “colocou suas fórmulas e o sistema de distribuição à venda por dois milhões de dólares”.

Lexcorp: ‘Ações falam mais alto do que palavras’

Não se trata de mais uma empresa, a Lexcorp tinha o objetivo de revolucionar todo o conceito de tecnologia já existente até se transformar em um império corporativo. Mas todo esse processo não se deu de forma natural, afinal para Lex Luthor “Ações falam mais alto do que palavras”. Diante de mais uma fonte, uma jovem recém-formada e na sequência contratada pela Lexcorp, que viu com os seus próprios olhos outras facetas de Luthor, Sands toma conhecimento de algumas atitudes do empresário que ao mesmo tempo acumula o cargo de dono do Planeta Diário. “Ele (Lex Luthor) usava o jornal para ficar mais rico. Contratava repórteres para encontrarem evidências que incriminassem seus concorrentes. Os artigos eram publicados antes de algum acordo ser fechado com o governo, com isso os concorrentes acabavam num mar de processos jurídicos”, diz a mulher que conheceu inclusive o lado mais sombrio e abusivo de Luthor.

Um Deus

Quando a Tinsel Town Publicações procura Sands, a ambição é por uma obra que vá além do livro de Trump, na época ainda apenas empresário, com ingredientes do tipo sexo selvagem e negócios escusos. Sands descobre além disso, um homem com aspiração divina e disposto a usar sempre o seu poder, “escolhi me tornar um Deus, controlo vidas humanas ao invés de ser controlado. Posso destruir uma pessoa com um telefonema. Um Deus deve ser severo.”, afirma Lex Luthor.

Capítulos Extras

Um breve parênteses sobre a versão do vilão apresentada em ‘Lex Luthor: Biografia Não Autorizada’ para destacar dois momentos em que ele se lançou por fontes inusitadas para sentir outros gostos do poder.

Presidente dos EUA

No inicio do século, a DC Comics investiu em um arco nos quadrinhos que apresentava Lex Luthor candidato ao cargo de presidente dos EUA. Entre as suas ações de campanha, defendeu Metrópolis de um ataque de Brainiac, fez promessas para recuperar Gotham e, até mesmo, sofreu um atentado que alavancou sua popularidade. Eleito, e com desdobramentos desse evento em outras mídias, como a animação ‘Superman – Batman: Inimigos Públicos’, Luthor consegue ter a Liga da Justiça à serviço do seu governo e investe em planos para desmoralização da dupla de heróis. Dono de informações sigilosas, sua ambição torna-se uma adversária e o seu posto como presidente não vai longe.

O desejo pela política é recorrente no histórico do oponente do Homem de Aço. Em 2011, a série ‘Smallville’ apresentou no seu capítulo final um salto temporal, dentre o futuro de alguns personagens, Lex Luthor, interpretado pelo ator Michael Rosenbaum, é o presidente dos EUA eleito em 2018.

Já na animação ‘Lego Batman – O Filme – Super-Heróis se Unem’ (2013), o vilão em formato de bonequinho almeja uma candidatura mesmo que desacreditado, para elevar sua aprovação perante os eleitores e fortalecer sua chapa aposta em um nome de peso como o seu vice, o Coringa.

Herói

Durante a fase de ‘Os Novos 52’, Lex Luthor encontrou uma brecha para ser visto como herói, e ele parece ter gostado da coisa. Em um momento que a Liga da Justiça estava impossibilitada de defender a Terra, Luthor vestiu sua armadura para enfrentar o Sindicato do Crime. Em um lugar que ainda não havia provado, encontra resistência entre o grupo de heróis, mas mostrou-se vez ou outra uma ajuda daquelas difícil de se recusar.

O veredito de “Lex Luthor: Biografia Não Autorizada” e o primeiro encontro do vilão com o Superman 

Lex Luthor: Biografia Não Autorizada é uma obra com os trabalhos de James D. Hudnall no roteiro, arte de Eduardo Barreto e cores de Adam Kubert. Muito dinâmica, que através do seu ritmo e apresentação pode ser imaginada e adaptada para o cinema, acompanhamos uma história envolvente em que seguimos os passos do repórter Peter Sands desde o momento em que flerta de perto com a decadência na carreira até o seu envolvimento completo e sem volta em um ato de puro compromisso ou de intensa sedução pelo jornalismo investigativo. Na HQ, os criadores apresentam Sands como alguém que consegue através de uma bem sucedida apuração se transformar em um homem que sabe demais. Pena não ter super-poderes para lutar de igual com o inimigo que vai encontrar na página final, e o repórter já previa isso: “Eu já estou morto”.

Ao mesmo tempo a narrativa envolve Clark Kent em uma história embaraçosa, um atalho orquestrado por Lex Luthor para que num futuro próximo esteja melhor preparado para um novo encontro com o Superman, desses que acontecem desde abril de 1940, mais precisamente na ‘Action Comics’ #23. Levado às páginas por Jerome Siegel e Joe Shuster, há 80 anos, Lex Luthor já tinha um plano, tornar-se o mestre supremo do mundo, colocando países em guerra e os tornando mais fracos, porém em seu caminho havia o jornalismo e o Superman. A história em que tudo começou para Luthor integra os extras do encadernado ‘Lex Luthor: Biografia Não Autorizada’, republicada em 2017 pela Panini, e que foi originalmente lançada em 1989.

Se para Lex Luthor, só há lugar para um Deus no Planeta, muitas páginas ainda serão escritas.

Coringa: Um Sorriso para Matar | Panini Brasil adia a publicação da edição e muda seu formato

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Recentemente, a editora Panini informou que a edição “Coringa: Um Sorriso para Matar” de Jeff Lemire e Andrea Sorrentino, que estava programada para ser lançada a partir de abril com 3 edições mensais, mudará seu formato e data de lançamento, agora previsto para setembro em edição única.

A editora avisou aos consumidores que já haviam comprado edições individuais na pré-venda, que garantirá o reembolso dos valores no prazo de 15 dias.

A mudança ocorre devido as medidas de isolamento causada pela pandemia do coronavírus.

Recentemente foi anunciado nos EUA um epílogo one-shot de “Coringa: Um Sorriso para Matar”. A edição intitulada Batman: The Smile Killer’, será lançada no dia 23 de junho de 2020 nos EUA e não possui previsão de lançamento no Brasil até o momento. -Confira detalhes aqui-

Batman #93 | Prévia revela ciúmes da Punchline entre Arlequina e Coringa

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Recentemente, a DC divulgou a prévia da edição Batman #93, e nela, foi revelado que a Punchline, o novo interesse amoroso do Coringa não terá uma boa convivência com a ex do super-vilão, a Arlequina.

Em uma conversa inteira entre Punchline e o Coringa, a nova vilã fica bastante incomodada e com ciúmes ao ver todas as fotos e recordações da Arlequina guardadas pelo Palhaço do Crime. Em uma crise de raiva, ela queima as fotos e promete caçar a ex-namorada do vilão a todo o custo. Ela mata um dos capangas do Coringa que falava que “sentia falta” da Arlequina.

A edição Batman #93 será lançada no dia 24 de junho no mercado americano e até o momento não possui previsão de publicação no Brasil.