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Batman/Catwoman #1 | Revelada a prévia da edição escrita por Tom King

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A DC divulgou uma prévia das páginas internas da aguardada edição “Batman/Mulher-Gato #1” do escritor Tom King e dos artistas Clay Mann e Tomeu Morey, que será lançada nos EUA no dia 1º de dezembro.
A HQ marcará a primeira aparição nos quadrinhos de Andrea Beaumont, também conhecida como Fantasma, a vilã da animação “Batman: A Máscara do Fantasma”.

Confira a sinopse:

“Gotham City. Hoje. Bruce Wayne e Selina Kyle reacenderam seu longo relacionamento, acreditando que todos os obstáculos foram removidos do seu caminho, mais uma vez eles começam a operar como uma dupla em suas vidas secretas: Batman e Mulher-Gato, trabalhando juntos para combater o crime. Em uma história criminal contada em três linhas temporais separadas, Tom King, Clay Mann e Tomeu Morey retornam à saga no romance entre Batman e Mulher-Gato, continuando a história que começaram nas páginas do Batman!

Há o passado, quando Batman e a Gata se apaixonaram pela primeira vez. Eles se encontraram na rua? Ou foi em um barco? Telhados, muralhas e gárgulas em mais de 80 anos de fãs que leram seus quadrinhos, são suas únicas testemunhas. Há um futuro distante, onde depois de um longo e feliz casamento Bruce Wayne faleceu. Selina Kyle decide acertar uma velha conta sem se preocupar com a objeção do Batman. A Mulher-Gato está servindo um prato muito frio: a Vingança.

E no presente, a união de Bruce e Selina está ameaçada pela chegada de um dos últimos casos do Batman, Andrea Beaumont, também conhecida como Fantasma. O retorno de Beaumont coloca em questão como cada personagem escolhe operar em suas vidas fantasiadas e pessoais, e qualquer movimento da Fantasma poderia mudar o destino do futuro de Bruce e Selina.”

Originalmente programada para estrear em janeiro de 2020, Batman/Mulher-Gato é uma continuação do trabalho de Tom King no título principal do Batman, entre 2016-2019. A DC agora definiu a série para ser lançada de forma mensal de dezembro de 2020 a novembro de 2021, fazendo uma pausa em junho de 2021 para uma edição especial.

A primeira edição terá a capa principal de Mann e Tomeu Morey, junto com variantes de Travis Charest, Jim Lee / Scott Williams/Alex Sinclair.

Lembrando que o escritor da mensal do Batman, James Tynion IV, afirmou anteriormente que essa série está “saindo dos limites da continuidade” e não terá nenhum efeito em sua publicação contínua no título principal. -Leia mais aqui-

Batman/Mulher-Gato #1 estará à venda no dia 1º de dezembro, nos EUA.

Mulher-Maravilha 1984 | Novos comerciais de TV apresentam algumas cenas inéditas do filme

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O filme ‘Mulher-Maravilha 1984’ ganhou novos comerciais de TV para o Japão, que revelam algumas cenas inéditas da produção. Confira:

https://twitter.com/graysonrobin1/status/1332712148586336259?s=19

Na China, ‘Mulher-Maravilha 1984’ estreia no dia 19 de dezembro. No Brasil, as primeiras sessões de cinema do filme ocorrem no dia 16 de dezembro. Nos EUA, a produção tem estreia simultânea no streaming HBO Max, onde ficará disponível na plataforma durante um mês. -Confira detalhes-.

The Other History of the DC Universe | John Ridley comenta sobre o estilo de arte da edição

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Lançada recentemente nos EUA, “The Other History of the DC Universe” tem como objetivo reformular momentos icônicos da história da DC a partir da perspectiva dos heróis de grupos minoritários, com a primeira edição começando com o Raio Negro. Em recente entrevista ao site CBR, Ridley comenta sobre o estilo único dos quadrinhos e como o artista Giuseppe “Cammo” Camuncoli foi fundamental para dar vida ao projeto.

“Oh, ele chegou mais cedo”, disse Ridley sobre Camuncoli. “E ele tem sido o único artista em toda a série. Seu trabalho é tão fenomenalmente instrumental para tudo o que está acontecendo. Primeiro, é ótimo. Quero dizer, é simplesmente incrível. Quando entrei neste livro, não queria um livro que fosse apenas uma arte sequencial. Não tenho nada contra a arte sequencial, mas sempre soubemos que seria um formato mais prestigiado. E então, obviamente, isso se tornou [DC] Black Label. Mas queríamos que parecesse algo mais do que uma história em quadrinhos normal. Falamos sobre ter prosa e apenas uma obra de arte. E então isso pareceu um pouco limitador. E então, quando Cammo veio a bordo, ele fez o layout.”

Diferente de um quadrinho tradicional, a trama apresenta artes maiores, ocupando boa parte da página e em alguns momentos, toda a página, com um texto em bloco dialogando no contorno da cena.

Ridley continuou:

“Então, já tinha 30 páginas de texto, e então Cammo veio com esses layouts e disse: ‘Você tem esse texto, mas funcionaria um pouco melhor se fosse assim.’ E eu disse, “Tudo bem”. E então a DC, para seu crédito, teria um livro de 30 páginas, e de repente era um livro de 45 páginas. E então a DC leu e disse: “Isso é ótimo. Então esse vai ser de 45 páginas.” Mas Cammo era tão metódico porque ele pegava o texto, colocava para fora, nós colocávamos os layouts de volta, eu mudava o texto e devolveria para ele. Nós chegamos na letra, e então isso era uma coisa totalmente diferente. Como as letras iam ficar? Isso era algo que não pensamos até a obra retornar. Porque, novamente, queríamos algo diferente que não são bolhas. É tudo um diálogo interno. São caixas de legenda, é texto na imagem? Se é texto na imagem, como vai ser essa cor? Então, este foi um projeto em constante evolução.”

Escrito por John Ridley e ilustrada por Giuseppe Camuncoli com cores de Andrea Cucchi, Jose Villarrubia e letras de Steve Wands, ‘The Other History of the DC Universe #1′ está à venda nos EUA.

The Flash | George Clooney afirma que não foi questionado sobre aparecer no filme do velocista

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Com o ator Michael Keaton e Ben Affleck prontos para vestir o uniforme do Batman mais uma vez no filme solo do Flash, a dúvida que fica é se George Clooney, do filme “Batman e Robin” de 1997, fará o mesmo. O astro, que disse que o retorno de Keaton “seria fantástico”, agora foi perguntado se ele se juntaria também aos seus colegas veteranos de Batman em The Flash.

Falando com a Empire, Clooney respondeu:

“[risos] É engraçado – você vai notar que eles não me ligaram! De alguma forma eu não recebi essa ligação. Eles não pediram meus mamilos. Ouça, há certas coisas que você nunca sabe. Essa, eu sei [risos].”

Recentemente, Clooney falou sobre sua participação no filme “Batman e Robin”, concordando com os fãs e emitindo duras críticas envolvendo elementos da produção -Leia mais aqui-.

“The Flash” tem lançamento previsto para os cinemas no dia 4 de novembro de 2022.

Batman Beyond #49 | DC apresenta novos elementos para a história de origem do Batman do Futuro

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Aviso: Alerta d spoilers da edição “Batman Beyond #49″ de Dan Jurgens e Paul Pelletier lançada recentemente nos EUA. 

Como Amanda Waller disse certa vez a Terry McGinnis, você não pode ser o Batman sem uma tragédia. Isso provou ser verdade quando o assassinato do pai de Terry, Warren McGinnis, foi a principal motivação para Terry assumir o manto do Batman do Futuro. Graças ao Gladiador Dourado e seu conhecimento sobre viagens no tempo, Terry teve a oportunidade de conhecer seu pai quando criança e este encontro não apenas salvou a linha do tempo de Terry, mas ajudou a DC a reescrever sua história de origem, para garantir que ele sempre se tornaria o Batman.

Na série de televisão “Batman Beyond”, Warren McGinnis descobriu por um colega que Derek Powers, o líder do conglomerado Wayne-Powers, estava se preparando para fabricar armas biológicas ilegais e queria então denunciá-lo. Enquanto isso, o filho rebelde de Warren, Terry, teve um terrível encontro com a gangue de Neo-Gotham chamada ‘Jokerz’, que foi parada pela intervenção de Bruce Wayne. Voltando para encontrar sua casa vandalizada e seu pai assassinado, Terry originalmente culpou a gangue Jokerz, acreditando que era algum tipo de vingança. Ao saber a verdade, Terry roubou um protótipo do uniforme do Batman e vestiu para trazer o verdadeiro assassino de seu pai à justiça. Com a morte de seu pai vingada e o plano de Derek Powers frustrado, Terry mais tarde aceitou a oferta de Bruce para ser seu assistente pessoal durante o dia e posteriormente sucedê-lo como o Batman, sob sua supervisão.

Agora, no enredo dos quadrinhos “Canceled by Yesterday”, Gladiador Dourado salva Terry McGinnis de um Bruce Wayne enlouquecido. A mudança violenta de personalidade de Bruce é graças a um elemento telecinético plantado em seu cérebro anos atrás por um supervilão. Terry e o Gladiador viajam de volta para a Gotham moderna para evitar que isso aconteça, evitando qualquer encontro com o Bruce Wayne ou qualquer coisa que coloque em risco a linha do tempo. Naturalmente eles não resistem a ser um herói e Terry acaba salvando uma criança. Criança essa que é a versão jovem de seu pai, Warren. Enquanto Batman e o Gladiador lutam contra o vilão Blanque, um poderoso ser telecinético que é supostamente responsável por tudo, Terry busca para proteger seu pai sem revelar o que sabe de seu futuro.

Em tão pouco tempo, o autor Dan Jurgens usa um de seus personagens mais conhecidos para apresentar um dos desafios mais difíceis sobre a viagem no tempo – querer usar seu conhecimento de futuro para mudar seu passado para algo melhor. Embora as intenções de Terry sejam boas e compreensíveis, sua obrigação como herói o fez superar qualquer desejo egocêntrico de salvar o dia. Como os incêndios ao redor agem como uma cortina de fumaça, ele ajuda o Gladiador a derrotar Blanque. Depois de dizer adeus ao pai, Terry retorna a uma linha do tempo alterada onde Bruce está bem e os leitores descobrem que toda a situação teve um propósito específico.

Como Bruce explica a um Gladiador Dourado mais velho e muito mais responsável, toda a situação teve que ser inventada para que Terry voltasse no tempo e conhecesse seu pai. A experiência positiva ensinou Warren sobre a importância de fazer a coisa certa, independentemente de seus custos pessoais, algo que ele confidenciou em seus diários, e que mais tarde, acabou em posse de Bruce Wayne. Terry McGinnis estava sempre destinado a se tornar o Batman do Futuro e mudar isso agora exigiria literalmente uma mudança no tempo.

Via: [ScreenRant]

Troféu HQMix 2020 | Coleção ‘Batman Noir’ lançada pela Panini vence na categoria ‘Projeto Editorial’

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Recentemente saiu a lista dos premiados do Troféu HQMix 2020, o maior prêmio do Brasil para os projetos relacionados a 9ª arte. E a DC marcou presença com a coletânea ‘Batman Noir’, vencendo na categoria ‘Projeto Editorial’, lançada aqui no país pela Panini.

O Troféu HQ Mix é uma das mais tradicionais premiações dos quadrinhos brasileiros, criado em 1989 por João Gualberto Costa, o Gual, e José Alberto Lovetro, o Jal da Associação dos Cartunistas do Brasil. O nome faz referência à seção sobre quadrinhos que os dois possuíam no programa TV Mix 4, da Gazeta.

Confira a lista completa dos vencedores -neste link-.

CCXP Worlds | Animação ‘Batman: Soul of the Dragon’ terá um painel exclusivo no evento com Bruce Timm

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O Omelete anuncia que a animação “Batman: Soul of the Dragon” terá um painel na CCXP Worlds. A Warner Bros. Home Entertainment reunirá o elenco e a equipe para discutir a nova aventura animada do Homem-Morcego, ambientada na década de 1970. O painel contará com as vozes originais do longa, que são Mark Dacascos como Richard Dragon, Kelly Hu como Lady Shiva e Michael Jai White como Tigre de Bronze, papel que já interpretou em Arrow.

O elenco se reúne com a equipe, liderada pelos produtores Bruce Timm –  criador de Batman: A Série Animada -, Sam Liu (Reign of the Supermen), e também o roteirista Jeremy Adams (Mortal Kombat Legends: A Vingança de Scorpion). A mediação do painel será da apresentadora Valentina Pulgarin, da Warner Channel.

O painel, que contará com discussões e também imagens inéditas do filme animado, acontece no sábado, 6 de dezembro, às 17h no site da CCXP Worlds.

Confira o trailer da animação abaixo:

O filme é um conto original, em vez de um enredo específico dos quadrinhos. Ele vê Bruce Wayne enfrentar uma ameaça mortal de seu passado, com a ajuda de três ex-colegas de classe: os renomados artistas marciais Richard Dragon, Ben Turner e Lady Shiva.

O lançamento de’ Batman: Soul of the Dragon’ está marcado para 14 de janeiro de 2021 nas plataformas digitais, e 28 de janeiro de 2021 em DVD.

Liga da Justiça Snyder Cut | Jared Leto merece uma segunda chance como o Coringa?

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Jared vai reinterpretar o Coringa de novo no Snyder Cut. É isso aí, sem mais nem menos, conforme noticiou o The Hollywod Reporter. Como isso vai acontecer de fato, não sabemos. Ao que parece, novas cenas foram gravadas com Leto e algumas não incluídas na versão final de ‘Esquadrão Suicida’, podem entrar nesse pacote.

Jared interpretou o Coringa mais odiado dos cinemas e o Coringa do Joaquin serviu para alicerçar ainda mais essa ideia. Agora, o ator voltará a interpretar o personagem com a possibilidade ser canônico para os vindouros futuros projetos da DC. Jared Leto merece essa segunda chance? Ele não estragou o personagem e se tornou o pior Coringa? Para responder, vamos analisar muitas cartas desse imenso baralho.

1) Leto é um bom ator. Isso é um fato consumado. Tendo um Oscar como ator coadjuvante e um Globo de Ouro e inúmeros outros prêmios e indicações, não dá para questionar sua qualidade. E claro, você não precisa gostar dele para deixar de reconhecer seu talento.

2) Leto sempre escolhe seus papéis. Sejamos sinceros, isso não é necessariamente um ponto positivo, tendo em vista que ele fez escolhas questionáveis, mas declara sobre a seriedade que encara sua carreira.

3) A culpa do filme ‘Esquadrão Suicida’ ser o que é, não é dele. Nenhum ator consegue se sustentar se a história não for boa o suficiente. Acrescente a isso, as diversas interferências da Warner no projeto e a decisão criativa de incluir o Coringa como vilão secundário.

4) Leto se guiou pelos quadrinhos. Algo muito comentando é que aquele Coringa não era o Coringa dos quadrinhos, uma grande mentira. Ele era, o problema é que essa versão não é a sua melhor versão. Sim o Coringa já foi um mafioso nos quadrinhos a la cafetão. Sim, ele já teve tatuagens ou dentes de ouros. O grande problema é que essas versões nunca fizeram sucesso nos quadrinhos e usá-las nas telonas, com certeza não seria a melhor ideia.

5) Jared possuía um plano de fundo maravilhoso estabelecido pelo Snyder. Em ‘Batman vs. Superman’, o Coringa matou o Robin e culminou na derrota total do Batman como herói. Esse é o plano de fundo como personagem. Isso nos faz refletir sobre como esse personagem foi pensado para ser sombrio e calculista, não um mero mafioso ou um funkeiro amante. Do que o Snyder pensou até o que vimos em ‘Esquadrão Suicida’, existe simplesmente um mundo de distância.

Agora um veredito? Não é tão fácil assim. Eu me arrepiei com o trailer de Esquadrão Suicida e aquele Coringa com cara de louco psicopata. O David Ayer afirmou que nesse trailer, toda a sua visão do filme estava exposta. Um drama profundo com várias camadas. Verdade ou não, após o fracasso de bilheteria de Batman vs. Superman e o sucesso de Deadpool, a Warner decidiu meter a mão no filme. Aquilo que parecia ser um filme pé no chão, se tornaria um
filme bem mais aventuresco.

Como podemos perceber isso? É simples. É só olhar como os atos parecem não combinar ou os cortes serem bruscos demais e todas as cenas deletadas. Quem mais sofreu com isso? Obviamente, o Coringa. Todas as cenas onde o personagem aparece, há uma desconexão. Isso porque a Warner questionou a sua agressividade e tentou suavizar o personagem. Um exemplo disso é uma cena deletada onde o Coringa agrediu a Arlequina. A cena foi deletada e como consequência, muitos casais usaram o relacionamento de Coringa com a Arlequina como um modelo, afinal, tudo o que ele fez era por amor. Tem como não amar um pudizinho desses?

Um questionamento importante precisa ser feito. Como seria esse Coringa sem cenas deletadas, suavizadas ou cortadas? Não sabemos e provavelmente, nunca iremos saber. Então, quando falamos sobre o Coringa do Jared Leto, o quanto estamos falando do Leto de verdade? Foram ao todo cerca de oito minutos em cena. Oito minutos de cenas cortadas e desconexas.

Podemos realmente definir que o Jared Leto é o culpado pelo seu fracasso como Coringa? Não, mas podemos afirmar que o direcionamento que ele teve para o personagem não foi exatamente o melhor. Leto se entregou a questão louca do personagem. Questão louca mesmo porque foi algo simplório ao ponto de enviar animais mortos para seus colegas de elenco, ficar isolado praticamente todo o tempo no set e se comunicar pouco com outros profissionais na gravação. O ator tentou encarnar a questão psicológica do personagem fora das telas, mas tudo o que alcançou foi uma visão rasa no cinema.

A loucura do Coringa não é uma visão de mão única, possui muitas camadas. Mesmo que ele não tivesse a oportunidade de abordar o personagem como o Joaquin que teve um filme só para ele, a falta de um norte onde o Coringa não fosse só um vilão louco, ignorou as características mais importantes e que transforma o personagem em algo único. A própria ideia do diretor/roteiristas de colocar o vilão como secundário na trama, rendeu ao personagem uma característica que ele não se encaixa. O Coringa não nasceu para sutilezas, ele precisa estar no palco dominando todos os seus atos.

De qualquer forma, Jared Leto irá regressar interpretando o personagem. Será que agora veremos aquilo que ele pretendia para o personagem? Saberemos em breve, até lá, vamos torcer para que essa próxima piada seja mortal.

O Esquadrão Suicida | Filme terá painel especial durante a CCXP Worlds

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Pela primeira vez desde o DC FanDome, realizado em agosto, “O Esquadrão Suicida” revelará mais detalhes do que está por vir em um painel exclusivo na CCXP Worlds, em dezembro. James Gunn e o elenco do filme vão apresentar novos conteúdos. Confira o anúncio:

O painel ocorrerá no dia 6 de dezembro, às 17h, de forma totalmente online. Acompanhe a cobertura completa da CCXP Worlds aqui no Terraverso.

Challenge of the Super Sons #1 | Edição reúne Superboy e Robin para novas aventuras em série de publicações digitais

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O Superboy (Jonathan Kent) e o Robin (Damian Wayne) se reunirão na edição “Challenge of the Super Sons”, escrita por Peter J. Tomasi (Detective ComicsSuper Sons, Batman & Robin) e ilustrada pelo artista Max Raynor (Batman/Superman).

Challenge of the Super Sons é uma nova série de quadrinhos digitais que estreia no dia 14 de dezembro, nos EUA.

“Histórias sobre Jon e Damian neste momento de suas vidas me permitem voltar aos primeiros anos da minha própria vida de ser uma louca criança, ao mesmo tempo em que me permitem minar o terreno fértil das aventuras atuais do meu próprio filho. […] Jon e Damian são tão diferentes, o anjo e o diabo em seu ombro, por assim dizer, com cada um tendo uma história e perspectiva tão distintas que o drama entre eles é orgânico e muito fácil de dar vida nas páginas. O melhor de tudo, é uma diversão!” disse Tomasi.

Juntando-se a Raynor estão os artistas Jorge Corona (We Are Robin) e Evan Stanley (Sonic the HedgehogSonic Boom). O artista original de Super Sons, Jorge Jiménez (Batman), apresenta a capa da edição. Confira:

Sinopse:

“Continuando de onde os sensacionais Superfilhos de Tomasi e as Aventuras dos Superfilhos pararam, Damian e Jon – o filho treinado por assassinos como o Batman e o filho do vizinho, do Superman – enfrentam sua maior ameaça de todos os tempos: o mortal DOOM SCROLL. Quem quer que seja (quem quer que seja? Nunca podemos dizer) tem seu nome inscrito neste pergaminho antigo e mágico será morto imediatamente. Agora, os maus poderes escreveram os nomes da Liga da Justiça sobre o documento mortal, e o Superboy e Robin são os únicos que podem salvar seus pais de certo destino! A pegadinha? Ninguém pode saber que foram os rapazes que os salvaram.”

Super Sons de Tomasi e Jiménez foi lançado em 2017 e fez parte da iniciativa de publicações Renascimento da DC. Challenge of the Super Sons chega logo após As Aventuras dos Superfilhos de 2018, em que os meninos estão, de fato, de volta à cidade.

Challenge of the Super Sons #1 estará à venda digitalmente no dia 14 de dezembro. Ao todo, serão 14 publicações.

Via: [CBR].