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    Liga da Justiça Snyder Cut | Zack Snyder revela trecho de nova música de Junkie XL para a trilha sonora da produção

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    O diretor Zack Snyder liberou um trecho de uma música do compositor Junkie XL (Tom Holkenborg) que estará na sua versão final de “Liga da Justiça”. O diretor também brincou que eles começaram a exibir o filme para algumas pessoas da Warner, um bom indicador de que eles estão cada vez mais próximos de terminar o trabalho. Você pode ouvir o breve clipe da música abaixo:

    “É legal porque ele realmente fez um trabalho insano”, disse Snyder sobre o trabalho de Junkie XL. “Recentemente, acabamos de exibir o filme para publicidade e o supervisor musical da Warner Bros. estava dizendo que o som era como “Caramba, a música é inacreditável”. Junkie acabou de destruir. Eu questionei ‘Estamos fazendo um álbum? Porque eu quero uma caixa desse vinil, quatro horas de música.” Eu não sei se estamos fazendo isso, eu quero, mas quem sabe…”

    Zack participou do evento  “Deck the Hall of Justice” ao lado de Ray Fisher (Cyborg) e todos os detalhes revelados você pode conferir -neste link-.

    A Liga da Justiça de Zack Snyder estreará no streaming HBO Max em março do próximo ano.

    Lanterna Verde | Descrições de Simon Baz e Jessica Cruz para a série da HBO Max são reveladas

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    Surgem novas descrições de personagens da série ‘Lanterna Verde’ da HBO Max, detalhando as histórias de Jessica Cruz e Simon Baz na produção.

    De acordo com o The Illuminerdi, os dois heróis se juntarão ao demais Lanternas que vão compor o elenco da série espacial. Como o site relatou anteriormente, Guy Gardner, Bree Jarta e o primeiro Lanterna Verde, Alan Scott vão estrelar a série, com Cruz e Baz, dois personagens mais novos dos quadrinhos, também aparecendo. E pelas descrições fornecidas, eles vão ficar muito perto de seus colegas. Confira os detalhes abaixo:

    Jessica Cruz: Proteger a galáxia já é difícil o suficiente. É ainda mais difícil quando você é o tipo de pessoa que se sente desconfortável em sair do apartamento. A vida forçou Jessica a se tornar auto confiante em uma idade jovem. Ela trabalhou na escola, enquanto cuidava da irmã mais nova. Ela é brilhante. Determinada. Olhando para ela, você nunca saberia a luta interna que ela tem. Jessica vive com um transtorno de ansiedade. Ela luta contra o medo há mais tempo do que qualquer um dos nossos outros Lanternas.

    Simon Baz: Desde que ele se lembra, Simon amou os Lanternas Verdes. Usando seu charme inato, ele trabalha em Detroit como vendedor. No entanto, os negócios não têm sido bons ultimamente. Depois dos acontecimentos do 11 de Setembro, a América ficou desconfiada dos jovens vindos do Oriente Médio.

    Nos quadrinhos, Cruz estreou em “Liga da Justiça #30” de 2014. A descrição da personagem provoca sua ansiedade e o medo de sair do seu apartamento, trama que vem dos quadrinhos ao assistir mafiosos massacrarem seus amigos.  A descrição de Baz é de forma similar baseada nos quadrinhos. Estreando em “The New 52: FCBD Special Edition #1″, Baz é um libanês-americano cuja história aborda o medo pós-11 de setembro dos muçulmanos americanos.

    Produzida por Geoff Johns e escrita por Seth Grahame-Smith e Marc Guggenheim, a série “Lanterna Verde” da HBO Max ainda não possui uma data de estreia.

    Via: The Illuminerdi

    Mulher-Maravilha 1984 | Filme abraça a década de 1980 com canções, figurinos e referências ao período

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    Em cartaz nos cinemas brasileiros desde o dia 17 de dezembro, Mulher-Maravilha 1984 traz às telonas a atriz Gal Gadot novamente no papel da super-heroína Diana, em novo longa inspirado na década de 1980, com figurinos, ambientações e trilha sonora que refletem a época.

    Com direção de Patty Jenkins, a produção revisita os anos 80 e foi cuidadosamente pensada para transpor o espectador à realidade do período. Além de maximizar a ação com um desafio global de alto risco físico e emocional para a super-heroína da DC, os anos 1980 também ofereceram à produção empolgantes oportunidades de design para o visual e a identidade do filme, da ambientação aos figurinos e, claro, uma trilha sonora inspirada na época.

    Para Patty Jenkins, o período foi uma escolha pessoal e profissional.

    “A ideia inicial de situar a história em 1984 veio do desejo de ver a Mulher-Maravilha na minha época, que para mim é sinônimo da heroína, em termos de popularidade cultural da personagem. O que então se tornou realmente divertido e desafiador sobre a ambientação foi tentar fazer um filme que não fosse uma mera referência ao período, mas que realmente recriasse a sensação de assistir a um filme nos anos 1980”.

    Para recriar o visual encantador, vívido e autêntico dos anos 1980 e provocar a sensação de imersão naquele tempo, a diretora recorreu aos seus colaboradores superpoderosos e suas equipes de confiança, lideradas pelo diretor de fotografia Matthew Jensen, pela designer de produção Aline Bonetto, pela figurinista Lindy Hemming e pelo editor Richard Pearson.

    “Encontramos tantas fotos incríveis. Elas se tornaram um tesouro de informações para os sets e para os figurinos, além de ilustrar detalhes sobre como as pessoas estavam se comportando, como comiam, se sentavam, falavam ao telefone”, diz a designer de produção Aline Bonetto.

    Em nenhum outro momento isso foi mais importante do que na sequência do shopping. Para a locação de uma cena de assalto a uma joalheria, a produção alugou o quase vazio Landmark Mall, situado em Alexandria, na Virgínia (EUA). Originalmente construído em 1965, o shopping estava em funcionamento até 2017, então a designer e sua equipe tiveram que mudar tudo, desde as luminárias até as placas de sinalização nos corredores do shopping. “Quando pesquisamos o Landmark Mall, ficamos entusiasmados em encontrar um shopping vazio que ainda funcionasse”, lembra o produtor Charles Roven.

    Mas, como um dos temas do filme avisa, é preciso ter cuidado com o que se deseja.

    “Depois de conversar com nossa equipe de design, percebemos que essa bênção também podia ser um pouco de maldição, porque a ação acontece em três andares. Cada um desses andares tinha lojas para decorar, ainda com nomes de empresas que podem ou não existir mais”. Comenta Roven.

    Já a trilha sonora foi um dos elementos mais importantes para a diretora Patty Jenkins, que já tinha uma abordagem muito específica para captar o que muitos consideram uma das décadas mais memoráveis em termos de produção musical da história recente. “Como queríamos que a experiência de ver o filme fizesse com que o espectador se sentisse assistindo a um filme nos anos 1980, foi muito rico explorar algumas das melhores músicas, também da minha vida, fazer referências a elas, mas sem usá-las muito”, diz a diretora.

    Para ela, Hans Zimmer é um dos grandes compositores de filmes de todos os tempos e o colaborador perfeito para a trilha sonora de Mulher-Maravilha 1984, não apenas por ter vivido essa época, mas porque ele era membro da banda Buggles, a primeira a ter um videoclipe exibido na MTV.

    “Para este filme, as imagens eram incríveis e começamos realmente abraçando os anos 1980, para depois então nos dedicarmos à história maior que estávamos contando, atemporal, para que eu pudesse fazer a minha parte e colaborar para que o público tivesse uma maravilhosa experiência que pudesse realmente tocar o coração de cada espectador”, afirma o compositor Hans Zimmer.

    As primeiras sessões de “Mulher-Maravilha 1984” entraram em exibição nos cinemas do Brasil na última semana. Confira nossa crítica sem spoilers sobre a produção -neste link-.

    Texto: Assessoria de Imprensa Warner Bros.

    Batman: Soul of the Dragon | Warner libera cena inédita da animação

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    O Homem Morcego está indo para a década de 1970 para sua mais recente aventura animada, BATMAN: SOUL OF THE DRAGON.

    O filme é um conto original, em vez de um enredo específico baseado nos quadrinhos. Ele vê Bruce Wayne enfrentar uma ameaça mortal de seu passado, com a ajuda de três ex-colegas de classe: os renomados lutadores marciais Richard Dragon, Ben Turner e Lady Shiva. Confira abaixo a cena de Bruce chegando a um templo:

    “Batman: Soul of the Dragon” será lançado em formato digital no dia 12 de janeiro e em Blu-ray no dia 26 de janeiro de 2021.

    Mulher-Maravilha 1984 | Patty Jenkins comenta sobre o lançamento da atual produção e as possibilidades para um terceiro filme

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    A diretora de “Mulher-Maravilha 1984”, Patty Jenkins, resistiu as investidas da Warner Bros. para uma data de lançamento no inverno americano de 2019, dizendo que sua sequência teria sido um “filme pior” se não fosse transferida para o verão de 2020.

    “Eu nunca quis que ele saísse no inverno. Eu estava lutando contra o estúdio porque deveríamos lançar no verão de 2020, e então eles não tiveram um grande filme para 2019.”, disse Jenkins ao The New York Times. “Eu estava no meio de uma série limitada, e de repente eles anunciaram que tinham adiantado a data de lançamento em sete meses, o que ia me dar muito menos tempo para fazer o filme que eu tinha planejado para a Mulher-Maravilha. Eu estava dizendo: ‘Pessoal, por que vocês garantiriam que eu não posso fazer um filme tão bom fazendo isso muito rápido?

    Então, discutimos sobre isso o ano todo, e eu tive que desistir de fazer uma série limitada inteira e apenas fazer os dois primeiros episódios, e correr para escrever um tratamento de 80 páginas ao mesmo tempo que estava tentando dirigir a série”

    Jenkins se refere sobre sua série limitada na TNT, estrelada por Chris Pine, ‘I Am the Night’.

    “Finalmente tivemos a sorte de ter voltado. Teria sido um filme muito pior se tivesse saído então.”, conclui Jenkins.

    A cineasta disse também ao The New York Times, sobre a possibilidade de dirigir um terceiro filme da heroína.

    “Vamos ver o que acontece. Eu realmente não sei. Eu sei que adoraria fazer o terceiro se as circunstâncias estivessem certas e ainda houvesse um modelo para os cinemas possível. Eu não sei se faria se não houvesse.” disse Jenkins.

    Patty se refere ao modelo proposto pelos executivos da WarnerMedia, como um plano de um ano devido ao fechamento dos cinemas em meio à pandemia da COVID-19. Jenkins, que fez um considerável sucesso de bilheteria global quando “Mulher-Maravilha” arrecadou US$ 822 milhões em 2017, duvida que o modelo da HBO Max seja apenas uma medida temporária.

    “Eu gostaria de acreditar que é temporário, mas eu não tenho certeza. Mas vou te dizer, algum estúdio vai voltar ao modelo tradicional e causar uma tremenda reviravolta na indústria, porque todo grande cineasta vai trabalhar lá.”, disse Jenkins. “E os estúdios que fazem essa mudança radical [de mover seus lançamentos dos cinemas para um serviço de streaming], particularmente sem consultar os artistas, acabarão com uma lista muito vazia de cineastas de qualidade trabalhando lá.”

    Jenkins recebeu a notícia que “Mulher-Maravilha 1984” teria a sua estreia de forma simultânea no streaming cerca de “duas ou três semanas” antes de ser anunciado publicamente.

    “Foi estranho, porque o ano todo eu estava com medo disso, e todo mundo no estúdio ficava dizendo: ‘De jeito nenhum, nunca vamos fazer isso’, porque você tem que ganhar muito dinheiro com essa coisa. Então, quando sugeriram, fiquei chocada.”, disse Jenkins. “Não concordamos imediatamente – foi um processo muito, muito longo, e não sei se eles nos deixariam discordar com base no que eles têm feito agora. Mas eu estava de forma conveniente nisso para este filme.”

    As primeiras sessões de “Mulher-Maravilha 1984” entraram em exibição nos cinemas do Brasil na última semana. Confira nossa crítica sem spoilers sobre a produção -neste link-.

    Checklist DC | Conheça as novidades da editora que chegam ao Brasil no mês de janeiro/2021

    No checklist Panini do primeiro mês de 2021, temos algumas novidades e republicações interessantes. Destaque para o início dos encadernados da fase do Tom King no Batman (nos mesmos moldes dos encadernados da fase Scott Snyder), republicação de Batman – Cavaleiro Branco, agora em formato de luxo, continuidade de Lendas Quarto Mundo, além do inédito Os Ômega Men de Tom King (finalmente!). Fora do mundo dos heróis, temos Cesto de Cabeças, de Joe Hill. Confira a lista abaixo:

     

    CESTO DE CABEÇAS (HILL HOUSE)

    June Branch está encurralada! Ela está isolada em Brody Island com quatro criminosos sanguinários e não tem para onde fugir. Eles já sequestraram o namorado dela e agora são capazes de qualquer coisa para capturá-la. Tudo que June tem para se defender é um estranho machado viking com o  assustador poder de decapitar uma pessoa com um só golpe… e manter a cabeça da vítima ainda consciente e capaz de falar. O tempo está correndo e,  e quiser salvar Liam e sobreviver, June terá que manter a cabeça fria… ou encher um cesto com elas!

    Contém: Basketful of Heads 1-7

    Formato: 17×26 cm • 184 páginas
    • Miolo couchê • Capa dura •
    Lombada quadrada
    R$ 69,90 • Periodicidade: especial

     

    BATMAN POR TOM KING VOL.01

    Há dois novos heróis na cidade, uma dupla de metahumanos mascarados com os mesmos poderes do Superman. Eles chamam a si próprios de Gotham e Gotham Girl. Mas o que aconteceria se os novos guardiões da cidade se tornassem maus? E se eles culpam o Cavaleiro das Trevas pela escuridão que ameaça engolir a metrópole? Quando forças estranhas são liberadas e podem mudar a mente das pessoas, transformando heróis em monstros, é chegada a hora do Batman e seus aliados definirem de vez: Gotham é uma força do bem… ou um mecanismo do mal?

    Contém: Batman Rebirth 1, Batman (2016) 1-6

    Formato: 17×26 cm • 184 páginas •
    Miolo couchê • Capa dura •
    Lombada quadrada
    R$ 69,90 • Periodicidade: especial

     

    O TÚMULO DO BATMAN VOL. 01 (DE 2)

    O Túmulo do Batman Vol. 01

    O Maior Detetive do Mundo deve tentar adentrar a mente de uma vítima de assassinato para resolver um caso – sem sucumbir e passar a ocupar o túmulo vazio ao lado dos de seus pais. O Batman é capaz de imaginar a vida de um cadáver em decomposição sem abrir mão da própria vida? Um homem foi assassinado e o Batman está em sua cabeça – e ele sabe como isso aconteceu. Tudo o que ele precisa fazer agora é sobreviver à sua própria dedução. Warren Ellis e Bryan Hitch, uma das parcerias criativas mais lendárias da era moderna, se reúnem neste conto sobre vida, morte e as perguntas que a maioria de nós tem medo de fazer.
    Contém: Batman’s Grave 1-6

    Formato: 17×26 cm • 160 páginas
    • Miolo couchê • Capa cartão •
    Lombada quadrada
    R$ 34,90 • Periodicidade: especial

     

    OS ÔMEGA MEN VOL.01 (DE 2)

    Os Ômega Men sempre foram párias espaciais, com uma reputação que variava de acordo com onde se pergunta sobre eles. Mas agora… agora eles mataram Kyle Rayner, o Lanterna Branco. E o universo exige que eles paguem por isso! Quem são esses criminosos intergalácticos… e por que suas ações são muito mais do que parecem ser?
    Contém: The Omega Men 1-6, Convergence – Batman & Robin 2

    Formato: 17×26 cm • 144 páginas • Miolo couchê • Capa cartão • Lombada quadrada
    R$ 31,90 • Periodicidade: especial

     

    QUARTO MUNDO: LENDAS DO UNIVERSO DC VOL.08 (DE 9)

    Nesta edição, cinco histórias do maior escapista de todos os tempos: Senhor Milagre! Scott Free e Barda podem ter conseguido fugir de Apokolips, mas Darkseid e seus aliados não estão prontos para desistir deles. Conseguirá o maior artista de fugas dos quadrinhos se livrar das armadilhas que o aguardam? E ainda: a volta do Homem Infinito pode marcar para sempre o futuro do Povo da Eternidade! E, no novo confronto entre Órion e Kalibak, o único vencedor pode ser… o Corredor Negro, arauto da morte dos Novos Deuses!
    Contém: Mister Miracle 11-15; The Forever People 11; New Gods 11

    Formato: 17×26 cm • 168 páginas
    • Miolo offset • Capa cartão •
    Lombada quadrada
    R$ 34,90 • Periodicidade: especial

     

    NOVOS TITÃS – LENDAS DO UNIVERSO DC VOL.01 (REIMPRESSÃO)

    O aclamado desenhista George Pérez – ao lado da lenda dos roteiros Marv Wolfman – põe no papel a mais revolucionária e marcante fase dos Novos Titãs! Estelar, Ravena, Robin, Moça-Maravilha, Kid Flash, Cyborg e Mutano se reúnem para enfrentar uma ameaça cósmica muito além da  compreensão humana, mas sempre ancorando os heróis em um ambiente repleto de dificuldades e anseios do cotidiano de todos os jovens.
    Contém: DC Comics Presents 26, The New Teen Titans (1980) 1-6

    Formato: 17×26 cm • 176 páginas •
    Miolo offset • Capa cartão •
    Lombada quadrada
    R$ 39,90 • Periodicidade: especial

     

    TRANSMETROPOLITAN VOL. 02 (REIMPRESSÃO)

    Depois de ser arrastado de volta para a cidade que o tornou famoso (e que quase o deixou maluco), o jornalista renegado Spider Jerusalém está voltando à velha forma. É bom demais pra durar, claro. O aclamado roteirista Warren Ellis (Planetary, Frequência Global) e o artista Darick Robertson (The Boys, Wolverine) transformam a cabeça congelada da ficção científica em pedacinhos com Transmetropolitan – Tesão Pela Vida.
    Contém: Transmetropolitan 7-12

    Formato: 17×26 cm • 144 páginas
    • Miolo couchê • Capa dura •
    Lombada quadrada
    R$ 57,90 • Periodicidade: especial

     

    LIGA DA JUSTIÇA ANTOLOGIA

    Justice League Anthologie - La plus grande équipe de super-héros - eBook - Walmart.com - Walmart.com

    Os maiores super-heróis do mundo das HQs se unem para enfrentar os perigos mais ameaçadores de todos os tempos. Batman, Superman, Mulher-Maravilha, Flash, Arqueiro Verde e diversos outros heróis da DC Comics compõem a superequipe Liga da Justiça, principal fronte de defesa da Terra  contra ameaças de todos os tipos. Esta antologia reúne diversas histórias da equipe, dos primórdios aos dias atuais, feitas por icônicos artistas e  roteiristas que passaram pelos variados títulos dos heróis, como Gardner Fox, Grant Morrison, Geoff Johns, Keith Giffen e J.M. DeMatteis, Jim Lee e  outros!
    Contém: The Brave and The Bold (1955) 28, Justice League of America (160) 4, 105-106, 135-137, 200, Justice League (1987) 1, JLA (1997) 5-50, Justice League of America (2006) 0, Justice League (2011) 13-14

    Formato: 17×26 cm • 432 páginas • Miolo couchê • Capa dura • Lombada quadrada • Edição remanejada
    R$ 154,90 • Periodicidade: especial

     

    INJUSTIÇA: MARCO ZERO – EDIÇÃO COMPLETA

    Injustice: Ground Zero Vol. 2 | Amazon.com.br

    Dando continuidade aos eventos finais de Injustiça: Deuses Entre Nós – Ano Cinco, os heróis de uma Terra paralela chegaram para colocar um fim na tirania do déspota Superman, mas além de encarar o Homem de Aço e seus asseclas, terão que lidar com o caos criado por Arlequina, a protagonista dessa nova fase. Revoltada pelos eventos recentes, a Dama do Delírio forma sua própria gangue inspirada no Coringa, mas nem mesmo ela estava preparada para a volta do Palhaço do Crime! Será que a Arlequina consegue sedimentar seu papel como verdadeira heroína desse caótico universo?
    Contém: Injustice: Ground Zero 1-12

    Formato: 17×26 cm • 256 páginas •
    Miolo couchê • Capa dura •
    Lombada quadrada
    R$ 94,90 • Periodicidade: especial

     

    CONTOS DO MULTIVERSO DAS TREVAS VOL 1

    REVIEW: CONTOS DO MULTIVERSO SOMBRIO: QUEDA DO MORCEGO - nada de novo!!

    Apresentando um encadernado com alguns dos melhores autores e artistas da atualidade, Contos do Multiverso das Trevas ultrapassa os limites do Multiverso e mergulha fundo na escuridão com novas linhas do tempo, com novas perspectivas para momentos decisivos na história da DC. Quais terríveis consequências podem trazer pequenas mudanças no multiverso? Uma bala, uma risada, uma vida, uma morte. Tenha uma nova, e sombria,
    perspectiva da realidade!
    Contém: Tales from the Dark Multiverse: Batman Knightfall (2019), Tales from the Dark Multiverse: Death of Superman (2019), Tales from the Dark Multiverse: Blackest Night (2019), Tales from the Dark Multiverse: Infinite Crisis (2019), Tales from the Dark Multiverse: The Judas Contract (2019)

    Formato: 17×26 cm • 256 páginas
    • Miolo couchê • Capa cartão •
    Lombada quadrada •
    Edição remanejada
    R$ 62,90 • Periodicidade: especial

     

    BATMAN: CAVALEIRO BRANCO – EDIÇÃO DE LUXO

    A minissérie escrita e desenhada por Sean Murphy, agora reunida numa edição de luxo! Batman: O Cavaleiro Branco acompanha a transformação do Coringa no cidadão comum Jack Napier. Depois de se reconciliar com a parceira de que tanto abusou, a Arlequina, ele coloca em ação uma campanha
    meticulosamente planejada para derrubar aquele que acredita ser o verdadeiro inimigo de Gotham City: o Batman!
    Contém: Batman: White Knight 1-8

    Formato: 17×26 cm • 248 páginas •
    Miolo couchê • Capa dura •
    Lombada quadrada
    R$ 89,90 • Periodicidade: especial.

    Outros títulos que sairão no mês incluem Superman de Smallville e Jovens Titãs – Mutano, ambos do selo DC Kids, além das mensais Batman 46, Detective Comics 5, Lanterna Verde 9, Liga da Justiça 46/01 e Superman 46.

    Confira o checklist completo -neste link-.

    Deck the Hall of Justice | Zack Snyder e Ray Fisher participam de evento e revelam alguns detalhes sobre “Liga da Justiça”

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    O diretor Zack Snyder e o ator Ray Fisher, o Cyborg, participaram do “Deck the Hall of Justice” no último domingo (20/12), um evento feito por alguns Youtubers dos EUA para conversar sobre a “Liga da Justiça Snyder Cut” e outros detalhes de suas carreiras.

    Abaixo, listamos os principais pontos do evento.

    Snyder revelou pela primeira vez que estava pensando em criar uma história nos quadrinhos que contaria com o Batman de Ben Affleck e o Coringa de Jared Leto, como um material que acompanha sua produção, “Liga da Justiça”. Ele então continuou dizendo que o Príncipe Palhaço do Crime é realmente essencial na garantia de uma Caixa-Materna, que permite que o Flash viaje de volta no tempo usando a esteira cósmica.

    “[…] O Coringa de alguma forma estaria envolvido no roubo de uma Caixa-Materna e a usa para criar a esteira. Porque, na minha mente, Cyborg sempre ia fazer as contas e descobrir: “Isso é o que temos. Precisamos fazer para voltar no tempo e avisar o Bruce da forma correta.”

    Essa seria uma grande redenção do Palhaço do Crime, vivendo em um mundo devastado por Darkseid, onde vilões e heróis precisariam lutar juntos para sobreviver. Sobre essa ideia de expandir o universo dos filmes para os quadrinhos, Snyder disse:

    “Eu não acho que qualquer coisa vai acontecer agora, mas Jim [Lee] e eu falamos sobre isso um bocado. Eu falei muito sobre talvez fazer um livro, ou um quadrinho, mais à frente para encerrar isso. Ainda não fechamos nada. Nós também contaríamos a história do Coringa matando o Robin. O Coringa estaria envolvido de alguma forma com o roubo da Caixa Materna. Boa parte do conflito seria o Bruce reviver a morte do Robin e o que isso envolveu.” conclui.

    Zack comentou também que a partir de janeiro haverá um anúncio forte e divertido, que talvez ninguém esteja esperando. E antecipou que teremos um grande trailer no início do ano da “Liga da Justiça Snyder Cut”.

    A data de ontem também foi importante, pois o movimento #ReleaseTheSnyderCut chegou a marca de mais de meio milhão de dólares arrecadados para a Fundação Americana de Prevenção do Suicídio.

    Snyder comentou que ele e sua equipe foram convidados a supervisionar algumas cenas de “Mulher-Maravilha 1984” com a diretora Patty Jenkins mostrando a ele vários cortes do filme, para ter certeza de que estava de acordo com sua visão. O diretor falou sobre “Mulher-Maravilha 1984”:

    “Assisti o filme duas vezes e adorei, gostaria que o filme fosse bem recebido por todos, espero que as pessoas vejam e se sintam encorajadas por ele. Isso seria incrível.”

    Zack também revelou que apoia e gostaria de ver a versão do diretor David Ayer do filme ‘Esquadrão Suicida’ de 2016.

    “Eu não falei com David sobre isso, mas eu tenho certeza que eu vou. Eu o conheço muito bem. Eu só estava cheio de coisas, você sabe, por causa de Covid, mas está na minha lista de coisas para falar com ele. Tipo, eu apoio qualquer cineasta que precise ter a sua versão do seu próprio filme, porque eu tive, você sabe, um apoio tão generoso. Então, eu realmente espero que outras pessoas possam obter a mesma coisa.” disse Snyder.

    Zack Snyder também comentou que “adoraria” ver Ben Affleck fazer o seu próprio filme do Batman colocando o Cavaleiro das Trevas contra o Exterminador de Joe Manganiello.

    “Olha, eu adoraria que Ben fizesse aquele filme do Exterminador. Isso seria incrível. Eu não sei se ele vai, ou se eles [estúdio Warner Bros.] querem, mas eu adoraria que ele fizesse isso. Isso seria tão legal. E Joe é incrível.”, disse Snyder ao John Doe Movie Reviews.

    Snyder afirma que o seu corte de Liga da Justiça é muito diferente da versão que foi aos cinemas. Sua produção é composta por 80% de cenas nunca antes vistas. O diretor confirmou que a minissérie em 4 partes irá estrear em março de 2021, mas ainda não possui um dia específico. Snyder ainda não revelou oficialmente a classificação etária do filme mas disse: “…meu sentimento é que será R-Rated.” (+16 à +18).

    Zack ressaltou que estão estudando uma forma viável de levar a obra original para todos que não possuem a assinatura do streaming HBO Max.

    Outra participação importante no ‘Deck the Hall of Justice’  foi do ator Ray Fisher, o Cyborg. Ele revelou que existe a possibilidade do lançamento de produtos colecionáveis de “Liga da Justiça Snyder Cut”.

    Ray confirmou que o filme solo do Cyborg não está mais em desenvolvimento, e muito menos nos planos da Warner para um futuro próximo.

    Falando sobre o processo criativo de Joss Whedon, que substituiu Zack Snyder no final das gravações, Ray Fisher disse que em uma das primeiras conversas com o novo diretor foi que ele comentou que as pessoas não entenderam seu filme, ‘Vingadores: A Era de Ultron’. Então Ray percebeu que isso era menos sobre Liga da Justiça e mais uma questão de ego para Whedon. Joss colocou elementos de “Vingadores: A Era de Ultron” em “Liga da Justiça”.

    Fisher também falou sobre a investigação concluída na semana passada da Warner Media;

    “Mais de 80 pessoas foram entrevistadas para a investigação da Liga da Justiça na WarnerMedia”, explicou Fisher. “Um processo justo, minucioso e protegido para as testemunhas. Foi o primeiro (e mais importante) passo. Garantir que as medidas sejam tomadas é o próximo. Obrigado a todos que emprestaram sua voz! A>E”

    Ray confirmou também durante a entrevista que veremos o Cyborg com a armadura de 4 braços no Snyder Cut. “A visão de Zack [Snyder] era fazer o Cyborg ser o mais poderoso metahumano”.

    A versão de Zack Snyder do filme “Liga da Justiça” chegará ao streaming HBO Max em março de 2021.

    Mulher-Maravilha 1984 | Abertura na bilheteria internacional fica abaixo do esperado

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    O filme Mulher-Maravilha 1984 foi projetado para ganhar cerca de US$ 60 milhões em sua estreia nas bilheterias internacionais, mas vai ficar abaixo disso devido a uma abertura suave na China, onde arrecadou apenas US$ 18,8 milhões.

    O filme estreará na HBO Max e nos cinemas dos EUA no dia de Natal, mas neste fim de semana a produção estreou em 32 mercados internacionais. França, Holanda, Itália e Alemanha, não tiveram a estreia devido as restrições da COVID-19. O número decepcionante se deve, em parte, ao fechamento dos cinemas de última hora em alguns países. Mulher-Maravilha 1984 fecha em US$ 38,5 milhões arrecadados em sua estreia internacional.

    Conforme números do Box Office, o Brasil foi o 4° maior mercado do filme. A produção arrecadou mais de US$ 1.7 milhões de dólares em sua estreia, o equivalente a 8.7 milhões de reais. Ao todo, 494 mil pessoas foram conferir o filme nas telonas dos cinemas, sendo que 77 mil compraram ingressos para as sessões antecipadas de quarta-feira, 16 de dezembro.

    A expectativa é que o filme termine sua bilheteria em torno de US$140 milhões a US$190 milhões em todo o mundo.

    Via: [ComicBook].

    Batman | O Homem Morcego sempre foi violento

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    Bandidos povoam um galpão abandonado aprisionando uma mulher, também conhecida como mãe do Superman. O Batman se propõe a salvá-la. Pilotando seu batplane, metralha seus inimigos. O morcego invade o prédio e antes de uma luta, propõe um terror psicológico nos seus inimigos. Antes do confronto direto, desativa suas armas. Agora, inicia uma dança mortal, onde cada passo é cronometrado. Cada baile, um bandido no chão, esmagado, destruído.

    Um dos bandidos ousa dar uma facada no herói. A facada é sentida e revidada logo em seguida. O Batman, planeja, pensa e então disfere o golpe. A lâmina penetra seu inimigo e não há menor sinal de culpa. Segundos depois, enfrenta o último inimigo do recinto. Sem pudor, não se entrega e salva Martha Kent com o peso de vários capangas derrotados.

    Esse é o Batman de Ben Affleck, também conhecido como o “Batman mais violento dos cinemas”. Essa alcunha foi dada por fãs, jornalistas e outros que só conhecem o personagem por algumas poucas exibições que acompanharam. Essa definição, não é mentirosa. O Batman do Ben Affleck é realmente o mais violento dos cinemas, mas, diferente do que muitos disseram, essa não é uma descaracterização do personagem.

    A violência para os heróis sempre foi influenciada pelo seu público. Quadrinhos são um retrato de uma época. O herói que foi criado no passado já não é mais o mesmo e isso é lógico: quadrinhos são atemporais, heróis, não. Precisamos falar isso com calma. Muitos confundem heróis com quadrinhos e isso tem um porque. Heróis são um gênero bem desenvolvido de quadrinhos, mas não é o definidor. Existem quadrinhos sobre tudo. Literalmente, sobre tudo. Quadrinhos são o meio, não a história. Por muito tempo só existia quadrinhos de heróis, até que o próprio gênero questionou isso.

    Watchmen, nos anos 80, questionava esses personagens como sendo os tais “salvadores da pátria”. O que aconteceu a seguir, foi uma revitalização do conceito. Se antes a ideia de herói era sempre um bom moço, (oi homem de cueca por cima da calça) agora a questão era: quem são esses heróis? Quem vigia eles? São diferentes de nós? Watchmen foi uma revolução ao conceito de heroísmo. Esquece o bem contra o mal, agora, é, o bem não é lá tão heroico e o mal não é tão distante de qualquer herói.

    Anos se passaram e Frank Miller soube explorar isso muito bem com outros personagens. O Batman se tornou violento, tanto quanto seu principal vilão, o Coringa. Violento, guarde essa palavra. A visão de mundo para o Batman, saiu de um herói que queria fazer o bem para Gotham, para um homem que estava cansado e derrotado.

    Essa visão é a que Zack Snyder quis adotar para os cinemas. Você pode se questionar se essa é a melhor e nesse ponto, podemos discordar, mas não há discordância quando usaram o argumento de que o Bat-Affleck não pode ser considerado o Batman de verdade. Você com certeza se lembra desses gritos:

    “O BATMAN NÃO MATA”.

    “O BATMAN NÃO USA ARMAS DE FOGO”.

    Se você concordou com esses argumentos, eu entendo. Essa é a lógica criada e repetida muitas vezes. Mas, nunca se esqueça, nada está escrito em pedra quando se trata de quadrinhos. SUPERMAN, ARQUEIRO VERDE, MULHER-MARAVILHA e sim, O BATMAN, matam. Eles usam armas de fogo. Eles passam dos limites. Porquê tudo isso causa tanto alvoroço quando se trata do Batman?

    • Batman é muito conhecido. Sua vó conhece o Batman. Pergunte a ela. Agora pergunte se ela conhece o Homem de Ferro. Homem de que? Pois é. O Batman está presente de verdade em diversas gerações. Ele não está sendo vendido agora para alcançar um novo público.
    • Todo mundo gosta do Batman. Pois é, isso é um fato que nem precisa explicar.
    • O Batman é o maior personagem da DC. Esqueça gosto ou opinião pessoal, é um fato que o Batman seja elevado a esse posto. Com inúmeras adaptações, o Batman é tão rentável quanto admirado.

    Tudo isso, faz da violência do Batman, algo sempre espantoso. Como já disse, outros personagens tidos como heróis, também são violentos. Para exemplificar, numa cena em Vingadores (algum deles, eu realmente não lembro) o Capitão América chuta um capanga para fora do avião da Shield. Você acha que magicamente aquele homem conseguiu um paraquedas e pousou em paz?

    Também em Vingadores (dessa vez o primeiro, eu me lembro), praticamente toda a Nova York é destruída na tentativa dos heróis em combater o mal. Boa parte da cidade. Prédios. Empresas. Pessoas. Mortos. Destruição. Isso também não seria violência?

    O fator determinante ao que parece para alcançar espanto é como essa violência é retratada e não se ela existe ou não. O Batman do Nolan não era exatamente um santo, sabe? “Eu não vou matar você… mas também não tenho nenhuma obrigação de salvá-lo”, diz o Bat-Bale ao Ra’s al Ghul antes de deixa-lo a caminho da morte no metrô de Gotham. Escolher não salvar não seria o mesmo que provocar a morte do vilão nesse caso? Ter o poder para salvar e se recusar a fazer não seria algo totalmente injusto?

    Curiosamente, em Cavaleiros das Trevas, o Coringa questiona exatamente essa moralidade do Batman. “A única forma sensata de viver nesse mundo é sem regras. E hoje você irá quebrar sua única regra”, ele diz ao Batman quando está sendo interrogado. O Coringa tenta a todo tempo mostrar que as pessoas são ruins por natureza e apenas um grande evento ruim ou uma série de eventos, pode de fato, expor o que há de pior em nós. Para o Coringa, o que o Batman precisa quebrar é a sua moralidade e para isso, o faz questionar as suas esperanças.

    Esse mesmo Batman, se interliga ao Batman do Snyder. Enquanto o Batman do Nolan luta para manter a esperança, mesmo que isso o consuma, o Batman do Snyder está cansado, destruído. “Vinte anos em Gotham, Alfred, sabemos que promessas não valem nada. Quantos homens bons restaram? Quantos continuaram bons?”, pergunta Bruce ao seu mordomo/pai/melhor amigo.

    Vinte anos em Gotham lutando contra o crime. Vilões presos, heróis mortos. Justiça? Parece algo muito pouco provável. O Coringa matou Robin. Não temos muitos detalhes de como, mas é um fato de que ele está morto. O Bat-Affleck presenciou essa morte. Morte de alguém que ele criou como filho e obviamente, se culpa por isso. No meio de tudo isso existe algo que não falamos: Bruce Wayne.

    Bruce Wayne conheceu a morte – a forma mais destacada de violência – bem cedo. Viu seus pais sendo mortos na sua frente quando criança. Cresceu em Gotham, nunca se sentindo em casa, seja por ser um órfão, seja pela pressão da sociedade no garoto mais rico do mundo. Para Bruce, a violência sempre esteve presente. Quando pensa em ajudar Gotham, a forma que ele vê como possível de ajuda é usando a violência. Porque isso? Costumamos oferecer aquilo que recebemos e nos habituamos. Bruce oferece essa violência, numa justificativa de luta pela justiça, porque é tudo aquilo que tem a oferecer ou ao menos, o que acredita ter.

    Tudo isso nos leva ao novo Batman, esse que já veio cheio de questionamentos. “Batman não é um herói. Ele é um personagem complicado, acho que nunca poderia ser um herói de verdade. Ele não é o garoto de ouro, ao contrário de quase todos os outros personagens de quadrinhos. Há uma simplicidade em sua visão de mundo, mas onde ela fica é estranha, o que permite que você tenha mais alcance com o personagem”. Essa afirmação foi dada por Robert Pattinson numa entrevista para o The New York Times.

    O que o Pattinson queria dizer, era que o Batman era um personagem dúbio e sua moralidade, questionável. O Batman não é um herói porque suas escolhas vão além disso. Se o objetivo que o fez vestir a capa foi a morte dos seus pais, facilmente julgaríamos como alguém egoísta. Mas aqui vemos um garoto que cresce sem o apoio familiar, isolado, tendo como amigo apenas o seu fiel mordomo. Na sua conta bancária, todo o dinheiro do mundo, no seu coração, toda a solidão do universo.

    Bruce escolhe e escolhe certo e errado. Se transforma em algo a ser temido ao mesmo tempo que impulsiona o surgimento de loucos. Acolhe jovens enquanto os permite estar rodeado de violência. Luta contra o crime a noite, mas não usa todos os seus recursos para melhorar Gotham durante o dia. O Batman é passível de julgamento e em alguns questionamentos ele está totalmente errado, porquê naturalmente, o Batman é humano.

    Essa visão mais realista e moderna do personagem fica claro no trailer de The Batman. Começamos com um clima de suspense, num filme que evoca o sentimento de thrillers como Seven – Os sete pecados capitais ou Zodíaco. Numa narração em off, acompanhamos o Charada que parece questionar a moralidade do Batman e sua luta a favor da “justiça” em Gotham. O Charada, ao que parece está caçando políticos corruptos de Gotham e isso pode acabar envolvendo o passado da família Wayne.

    Mas, após aquela cena que fez todos nós pular da cadeira, há dois detalhes interessantes: O Batman está sendo gravado através de um celular dos capangas, que ainda não sabemos de quem são e o olhar de aterrorizado de um homem jovem. O Batman acabou de espancar, foco nisso, ESPANCAR. Nós vibramos com essa cena e podemos honestamente reconhecer isso, mas existe o outro lado.

    Gotham não é só violenta, é desigual. Acompanhamos isso muito bem em Coringa (2019). Existe um mundo além das propriedades da Mansão Wayne e esse mundo é bem cruel. Não se trata só de vilões, mas sim de pessoas. O que podemos aprender claramente nesse período de pandemia é como o mundo é bastante desigual e que bilionários não são exatamente heróis.

    Essa cena no trailer, não está ali só para ressaltar como o Batman pode ser poderoso ou preparado, nem mesmo, para mostrar como ele é forte. Essa cena retrata como a violência do Batman é impactante e o ponto mais importante quando falamos da violência do Batman, é que ela jamais pode ser justificável, mas pode ser compreendida.

    O mundo não é preto e branco. O Batman matar não pode ser visto como algo correto, mas é compreensível de acordo com o que acompanhamos do personagem. Isso significa que está tudo bem o Batman matar vilões? Claro que não. Isso nos dá uma camada maior de profundidade. Nós não podemos achar normal e aceitável que o Batman mate, mas, não podemos esquecer que violência é mais do que ossos quebrados e o Batman não é o único herói violento.

    Como fãs, devemos e precisamos questionar a violência do herói. Heróis precisam ser responsabilizados pelos seus atos, senão, serão apenas deuses no Olimpo. Gotham, precisa julgar o morcego e definir se ele é mesmo um herói ou um mal necessário e se for esse mal, ele deveria mesmo existir?

    ‘The Batman’ caminha para ser o filme que abordará as camadas mais complexas do personagem com todo o seu questionamento. Matt Reeves fez mais do que o dever de casa, parece, por tudo o que disse, que mais uma vez ira repetir suas críticas sociais através de personagens fictícios de blockbusters, como fez em Planeta dos Macacos.

    Tudo isso, parece revelar um filme perfeito, ao mesmo tempo que pode deixar fanboys bem estressados. Eu não poderia estar mais feliz.

    Batman | George Clooney aconselhou Ben Affleck a não assumir o papel do Homem Morcego

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    O astro do filme “Batman & Robin”, George Clooney, disse a Ben Affleck para não assumir o papel do Batman nos cinemas quando lhe fosse oferecido. O ator explicou a história a Howard Stern, em seu programa de rádio Sirius XM. Felizmente para os fãs da DC, Affleck não deu atenção ao aviso e foi uma excelente adição ao universo live-action.

    “Eu acho que também porque eu estive por perto, e também porque eu fiz [o personagem]. Eu fui um grande fracasso e eu o bombardeei de coisas. E, eu tive grandes sucessos e isso não significa que eles ouviram. Ben não me escutou e acabou fazendo um ótimo trabalho e eu estava errado. Mas só posso transmitir minha sabedoria pela minha experiência. Eu só disse para não ter mamilos no traje.” disse Clooney.

    “Batman & Robin” estreou em 1997 e arrecadou U$238,2 milhões de dólares no mundo todo. Ben Affleck atuou como o Homem Morcego em “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”. Veremos novamente o ator em cena em março do próximo ano, em “Liga da Justiça Snyder Cut”, no streaming HBO Max.

    Via: [ComicBook].