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Especial Crises | Death Metal: O concerto do Omniverso

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A última parada do #EspecialCrises, pelo menos até o próximo grande evento do Multiverso, não carrega em seu título o nome pelo qual conhecemos a famosa saga cósmica, mas possui todos os elementos e as grandes alterações que costumam acontecer. Não considero que essa história seja particularmente um reboot… ela tem mais uma forma de um retcon, abrindo espaço para que tudo criado na DC ao longo de sua existência seja levado em conta.

A saga Noites de Trevas: Death Metal recebeu uma enorme produção por parte da sessão de quadrinhos da DC, com direito a trilha sonora com as músicas Broken Dreams da banda Rise Against e Warship My Wreck de Marilyn Manson, esta última retirada do ar após as acusações feitas contra o cantor por parte da atriz Evan Rachel Wood.

Além de músicas, foi lançado em formato de web série a ‘Dark Nights: Death Metal -Sonic Metalverse’ uma animação utilizando as páginas do próprio quadrinho contando com as vozes de artistas do cenário do metal como Andy Biersack da banda Black Veil Brides, Chelsea Wolf, os atores Jason R. Moore e David Hasselhoff -interpretando o Batman, Mulher-Maravilha, Cavaleiro Mais Sombrio e Superman respectivamente, além do próprio Scott Snyder como Rei Robin. Os episódios ainda estão em lançamento e você pode conferir clicando aqui.

Após os eventos de ‘Noites de Trevas: Metal’, fica estabelecido a existência de uma versão oposta do Multiverso, um Multiverso Sombrio, contando com uma infinidade de versões das Terras como conhecemos mas repleta de pesadelos e tragédias. Para conhecer mais sobre este mundo sombrio, foram publicados os Contos do Multiverso das Trevas, revisitando algumas sagas conhecidas dos leitores DC e reimaginando seus acontecimentos na perspectiva deste mundo. Aqui no Terraverso já realizamos um especial sobre a primeira fase destes contos, clique aqui e confira.

Entre junho de 2020 e janeiro de 2021, foram lançados ao todo 24 edições, entre as 7 focadas na história principal escrita por Scott Snyder e outros 17 especiais detalhando uma enorme quantidade de acontecimentos em paralelo, roteirizodas por Joshua Williamson, Magdalene Visaggio, Kyle Higgins, James Tynion IV, Marguerite Bennett, Matthew Rosenberg, Justin Jordan, Geoff Johns, Jeff Lemire, Mariko Tamaki, Gail Simone, Christopher Sebela, Cecil Castellucci, Mark Waid, Peter J. Tomasi, Frank Tieri, Daniel Warren Johnson, Garth Ennis,Chip Zdarsky
Becky Cloonan, Vita Ayala, Christopher Priest, Sam Humphries, Jeff Lemire  e outras contribuições na arte com artistas como Greg Capulo, Joëlle Jones, Xemanico, Jesus Merino entre outros.

A reunião de um grupo tão qualificado de artistas do cenário da DC mostra a importância do evento, tanto como narrativa quanto no aspecto de refinamento de arte.

A trama é sobre a primeira anti-crise do universo DC. Mas, afinal, o que Death Metal teria haver com todas as outras Crises que mudaram os rumos da editora? A resposta passa pelo próprio conceito de Crise que nos foi apresentado a partir do primeiro molde de realidade, que ocorreu em Crise nas Infinitas Terras.

Após o primeiro fim do mundo, o Multiverso DC como um todo começa a acumular a energia de Crise, um elemento que desagrega a energia que mantém este universo em harmonia, a energia de conectividade. Todas as crises de alguma forma tiveram influência da divindade cósmica Perpétua, a mãe do Multiverso DC, que desejava subjugar os seres vivos para a sua adoração. No arco o ‘Ano do Vilão’ em Liga da Justiça, a divindade obtém a vitória com a ajuda do Batman-Que-Ri ao utilizar toda a energia de Crise do Multiverso Sombrio, dando mais poder a Perpétua, que acaba destruindo cada uma das 52 Terras que não se curvarem ao seu poder, e neste contexto, encontramos os heróis derrotados em uma versão de mundo dominada por aquele que ri.

A primeira crise é sobre o Universo DC em contexto geral e amplo, a segunda é focada na figura do Superman, a terceira temos o Batman sendo o destaque, mas nesta anti-crise, a protagonista é a Mulher-Maravilha que guia todo o Multiverso em direção a vitória pelo seu caminho mais virtuoso, a busca pela verdade e o sentimento de todo o heroísmo, enquanto do outro lado o Batman-Que Ri evolui para uma criatura que esta muito além das divindades cósmicas que conhecemos.

O grande antagonista da história é ele, o Batman-Que-Ri, o pesadelo sobreviveu as Noites de Trevas e conseguiu se infiltrar no Multiverso convencional, ganhando força em um plano para se tornar um criador de um Multiverso alimentado eternamente pelos pesadelos do Multiverso Sombrio. O vilão consegue a confiança de Perpétua, gerando uma infinidade de energia de Crise, o que foi capaz de vencer os heróis com toda a energia conectiva existente em seu poder e, enquanto a divindade se preocupa em destruir o Multiverso convecional, aquele que ri conquistou força o suficiente para rivalizar com a criadora do Multiverso e tomar o seu lugar.

As narrativas para contar a história da primeira anti-crise surgem de vários pontos do Multiverso enquanto a Trindade tenta parar os planos do Batman-Que-Ri que passa a se denominar de O Cavaleiro Mais Sombrio, que se tornou poderoso o suficiente para criar 52 Terras de um Multiverso Sombrio. Ao longo desta narrativa, passamos por diversas histórias incríveis como a luta dos Lanternas para destruir torres de energia de crise, uma clara referência a Crise nas Infinitas Terras, ou a visita da versão sombria das três grandes Crises em que reencontramos o Superboy Primordial sendo convencido pela Mulher-Maravilha que ele pode ter uma nova chance de ser um herói.

O segundo grande momento se passa no especial “As Últimas Histórias do Multiverso”, quando vemos os heróis se preparando para a batalha final podemos testemunhar momentos tocantes daqueles que sobreviveram ao fim de tudo até aquele momento. Outro destaque do desfecho do evento é o sacrifício do agora herói Superboy Primordial em Origem Secreta, que literalmente destrói com seus punhos o Multiverso criado pelo Cavaleiro Mais Sombrio até a sua aparente morte e uma quebra da quarta parede onde o Clark Kent Primordial estava lendo a história em sua Terra natal, próximo das pessoas que ama.

No final da narrativa temos a maior batalha de heróis do Multiverso, liderada pela Mulher-Maravilha que usou os poderes do Laço da Verdade combinados com o metal especial encontrado por Luthor e Lobo ao longo da história. Ela conseguiu recuperar as memórias de todos os personagens ao longo de sua existência no universo DC, pois assim teriam a energia para vencer o vilão que ri e a batalha entre a grande divindade cósmica Diana de Themiscera e o Cavaleiro Mais Sombrio os leva ao começo da própria história do universo e, assim que ela derrota o vilão, um novo Multiverso surge criando expectativas para novas histórias.

Após terem vencido o grande pesadelo e o universo ter renascido, houveram grandes mudanças e o conceito de Multiverso deixa de ser a base, se tornando agora o Omniverso. Agora o que conhecíamos como Multiverso se ampliou em uma infinidade de realidades, infinitos futuros e o centro deste Omniverso não é apenas em uma Terra mas em duas, uma denominada Alpha e outra chamada Elseworld. Com todas estas mudanças, podemos interpretar que diversas histórias que conhecemos que eram não canônicas como ‘O Reino do Amanhã’, por exemplo, passaram a integrar esta infinidade que agora se tornou o universo DC.

‘Noites de Trevas: Death Metal’ não carrega a palavra Crise em seu título, mas seguiu fielmente todos os elementos de uma crise, inclusive referenciando diversos elementos destas histórias anteriores. Acredito que essa talvez seja a última vez que veremos este termos Crise de fato nas nossas histórias pelos próximos anos, porém, o conceito de anti-crise poderá ser as portas para um Multiverso de grandes aventuras dos nossos heróis.

Supergirl | Zona Fantasma foi transformada em um local ainda mais perigoso após a Crise nas Infinitas Terras

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Nos primeiros episódios da última temporada de Supergirl, vimos Kara Danvers sendo aprisionada na Zona Fantasma por Lex Luthor, deixando sua equipe com a missão de resgatá-la, porém, o que eles não imaginavam é o fato do lugar não ser mais o mesmo que eles estavam familiarizados.

Após os eventos do crossover Crise nas Infinitas Terras, o Arrowverso mudou radicalmente, unindo diversos elementos de Terras paralelas em um único lugar e o mesmo aconteceu com a Zona Fantasma. Agora todas as suas ameaças e perigos foram multiplicados, porque a Crise misturou todas as Zonas Fantasmas que existiam anteriormente, criando um Multiverso dentro de um espaço extradimensional.

Supergirl 6×2

Quando J’onn J’onzz e os outros abrem temporariamente um portal para a Zona, Brainy percebe que o conhecimento que eles possuíam sobre ela é praticamente irrelevante. Esta Zona Fantasma não é mais a prisão intergalática unidimensional que eles esperavam, mas um lugar ainda mais perigoso.

A Zona Fantasma é um lugar criado para abrigar os piores criminosos Kryptonianos e a Supergirl tem sua história intimamente conectada com ela. A heroína já esteva lá em 4 ocasiões distintas ao longo das diversas adaptações sobre a personagem, seja no cinema ou na televisão. A primeira vez foi no filme de 1984 que leva seu nome, a segunda foi durante Smallville e no Arrowverso, Kara Danvers foi enviada ou presa na Zona Fantasma mais duas vezes.

[Via: ScreenRant]

Liga da Justiça Snyder Cut | Canal brasileiro abre financiamento coletivo para projeto de minissérie que visa finalizar a história de Zack Snyder

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O canal de edições e fan-filmes, ‘SDN Editions’, sob responsabilidade do editor Alessandro Santos, abriu financiamento coletivo (acesse aqui) para seguir com o projeto de universo presente no filme ‘Liga da Justiça Snyder Cut’, com a criação de uma minissérie independente. Confira a descrição do projeto abaixo:

JUSTIÇA PARA TODOS!!!

A minissérie “SDN Editions’ The Justice League” foi criada no intuito de poder termos a chance de restaurarmos toda a saga da Liga da Justiça proposto desde 2017. Esse projeto possui o objetivo de fazer, em minissérie, uma adaptação de como seria a chegada de Darkseid a Terra, os Lanternas Verdes com a Liga, e toda a sequencia do Knightmare, no intuito de finalizar a historia feita por Zack Snyder! E com isso, gostaríamos de pedir uma pequena ajuda sua com o nosso projeto. Mas antes, gostaríamos de dizer que essa serie estará disponível para TODO MUNDO de forma 100% gratuita, o intuito de fazermos essa vaquinha é levantarmos dinheiro para pagarmos melhores equipamentos, artistas 3D e de efeitos especiais, e muito mais! Quanto mais conseguirmos essa ajuda, mais completo conseguiremos deixar a série, com os melhores efeitos e muito mais. Espero contar com a ajuda de todos vocês :3 para quem quiser ficar por dentro das recompensas que vocês ganham, só ir na parte de “Novidades” e acompanharem tudo lá 😀

Mais informações no Twitter (@LdJ_Serie).

A minissérie será totalmente em live action (assim como nos filmes, o SDN Editions usará CGI para recriar algumas cenas, com o uso de 3D outras certas cenas também). Serão ao todo entre 11 a 13 episódios, todos com legenda. A produção apresentará plots do plano original como detalhes das cenas Knightmare, viagem no tempo e o Darkseid como vilão.

Mais informações sobre a produção, acesse o Twitter @LdJ_Serie.

DC Filmes | O roteirista Chris Terrio comenta sobre ‘Batman vs Superman’ e ‘Liga da Justiça’

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O roteirista dos filmes “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” e “Liga da Justiça” Chris Terrio, em entrevista a Vanity Fair, comentou sobre as produções cinematográficas em que esteve envolvido na DC Filmes.

Ele descreveu os filmes que a Warner Bros. lançou nos cinemas em 2016 e 2017 como falhas incoerentes, minadas por intromissões corporativas, planejamento pobre de franquia e decisões surdas que priorizavam sequências em computação digital caras em vez de narrativas coerentes.

“O corte de 2017 foi um ato de vandalismo. Zack [Snyder] pode ser muito cavalheiro para dizer isso, mas eu não sou.” disse Terrio.

Sobre ‘Batman vs Superman’ ele comentou sobre as diferenças entre a versão cinematográfica e a edição estendida, com 30 minutos a mais.

“Eu estava orgulhoso do roteiro quando o concluí, mas acontece que quando você remove os 30 minutos que dão aos personagens motivação para o clímax, o filme simplesmente não funciona”, disse Terrio. “Como aprendemos com as duas versões de Liga da Justiça, você não pode pular o personagem e pensar que o público vai priorizar o VFX. Esse material foi restaurado mais tarde na versão estendida.”

Referindo-se a versão estendida, ele continuou:

“Portanto, este castelo de cartas que foi construído para motivar este confronto entre os dois heróis favoritos da América não fazia sentido algum. Foi o que aconteceu com Batman/Superman . O filme sempre foi para ficar no escuro. Sempre haveria pessoas que simplesmente não queriam ver aquela versão do mundo dos quadrinhos, e eu entendo. Mas o que doeu foi a crítica de que o roteiro não era coerente, porque quando eu entreguei o roteiro ao estúdio – com o qual eles, segundo todos os relatos, ficaram felizes – fazia sentido. O público tem que saber que está em boas mãos”, acrescentou. “No minuto em que você os perde do ponto de vista da história, eles perdem o desejo de olhar para ela com generosidade.”

Durante a entrevista, Terrio comentou que se reuniu com o diretor e estrela de Argo, Ben Affleck, para ajudar a revisar o roteiro de ‘Batman vs Superman’ e dar mais profundidade.

“Ben [Affleck] me ligou e disse que estava trabalhando neste filme, que era um filme do Superman no qual ele interpretaria o Batman. Então ele perguntou se eu leria o roteiro e consideraria fazer uma reescrita. Ele perguntou se eu faria algum trabalho sobre o personagem. Então, já estava determinado e feito um storyboard de que o Batman tentaria matar o Superman e que o Batman teria pego um caminho sombrio. Ele estava marcando criminosos, e isso tinha certos elementos sombrios que eram inegociáveis ​​e já estavam na história.” disse Terrio.

Um fato interessante é que Terrio mesmo tendo escrito o roteiro de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’, o título do filme não foi dado por ele.

“Eu escrevi rascunhos do filme Batman/Superman, que não foi chamado de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ por mim. Eu não dei o nome do roteiro. Na verdade, descobri como o filme se chamava junto com o resto do mundo na internet. Não fui consultado sobre o título do filme e fiquei tão surpreso quanto qualquer um. Não o teria chamado de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’. Não sei exatamente quem deu o nome, mas suspeito que foi o estúdio e suspeito que foi marketing, para ser honesto com você. Pode ter sido o primeiro passo para criar um ambiente de má vontade com o filme. Eu suspeito que colocar as palavras ‘Batman’ e ‘Superman’ no título teve algum componente de marketing .”

Sobre ‘Liga da Justiça’, Terrio comentou quanto o diretor Joss Whedon acabou mudando o filme que Zack Snyder vinha construindo.

“Eu só ouvia relatos ocasionais sobre a refilmagem. Eu não percebi o quanto do filme seria mudado – ou vandalizado, na minha opinião. Ficou claro enquanto eu falava com vários atores que era um desmantelamento total do que estava lá antes. Não ouvi de ninguém que disse que foi uma experiência agradável.”

Terrio expressou seu sentimento sobre a ‘Liga da Justiça Snyder Cut’ ter sido lançado recentemente.

“Estou muito feliz e aliviado que todos os milhares de artistas e artesões em todo o mundo finalmente possam ter seus trabalhos vistos pelo público, e todo o trabalho que Zack e os atores colocaram nisso agora podem ser vistos. É uma espécie de presente que recebemos da HBO Max, porque não seria possível alguns anos atrás.” disse Terrio.

Sobre a saída de Zack Snyder do filme ‘Liga da Justiça’ e a necessidade de regravações, Terrio comenta;

“Eu entrei em depressão quando o filme foi reescrito. Mas eu nem me sentia no direito de ficar deprimido, porque Zack e Debbie [Snyder], (esposa de Zack e co-produtora] estavam lidando com a tragédia de sua família . Comparado com isso, perder o filme que você escreveu não parece nada. Mas doeu. Dói pensar que me importei tanto com esses personagens e não trabalhei em mais nada por muito tempo.”.

Terrio também foi questionado sobre como era a relação entre ele e Geoff Johns e Jon Berg no set de ‘Liga da Justiça’.

“Olha, eu admiro Geoff como escritor de quadrinhos da DC. Ele tem sido legal comigo e é um relacionamento perfeitamente cordial. Como executivo, você entra em um território muito espinhoso quando tem uma pessoa que é um escritor que também está tomando decisões executivas e se sentando na cadeira onde em outros filmes o escritor estaria. Então eu acho que é um milagre que Zack filmou tanto [meu] roteiro quanto ele, porque eu sei que havia uma pressão constante para simplificar, mudar, fazer tudo o que o estúdio queria porque havia rumores que eles não fizeram.”.

Chris Terrio falou também sobre os desafios de escrever ‘Liga da Justiça’ e abordou se o então presidente da Warner Bros., Kevin Tsujihara, ordenou que o filme “tivesse menos de duas horas ou mais de comédia”.

“Sim, foi o que eu também ouvi”, Terrio compartilhou. “Eu nunca tive nada direto com ele. Tsujihara, pelo que eu sei, e os chefões do topo decidiam a ordem dos filmes. Eu não fui consultado sobre a ordem dos filmes, embora eu fosse a pessoa escrevendo ‘Liga da Justiça’. Eles apenas determinaram que seria o Batman/Superman, depois a Mulher-Maravilha, depois a Liga da Justiça e depois o Aquaman. Então, nunca pensaram em como o mundo foi construído antes de publicarem essa ordem. Eles disseram , ‘Cumpra com este cronograma. O roteiro de ‘Mulher-Maravilha’ nem estava terminado quando escrevi ‘Liga da Justiça’. Então, eu não tinha base para escrever ‘Mulher-Maravilha’ além de Batman [vs.] Superman . Themyscira nem existia. Nunca vi nenhuma página dele. Eu não sabia se as pessoas podiam falar debaixo d’água. Isso foi algo que eu tive que perguntar porque eu não sabia se poderia fazer cenas subaquáticas com o Aquaman e Atlantes. Foi tudo do zero porque não houve filmes de personagens [solo]. Então, Liga da Justiça precisava estabelecer três dos personagens; tive que criar uma longa mitologia de jogo para o Universo DC. Tive que ressuscitar o Superman porque ele estava morto no final do último filme. Só não sei como você poderia fazer tudo isso em menos de duas horas. Talvez o lançamento de 2017 tenha provado que você não pode.”

Leia a entrevista completa na Vanity Fair.

Canário Negro: Combustão | A descoberta de uma voz para arrasar nas festas e acabar com os vilões

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O selo DC Kids apresenta novas versões das histórias de origens dos personagens que conhecemos há tempos, mas voltado para o público infantil. A ideia é que os pequenos tenham seus primeiros contatos com os heróis por essas HQ’s, e Canário Negro: Combustão traz toda a leveza para o público alvo, assim como uma história muito gostosa de ler, independente da idade.

Dinah já tem muito para ocupar a cabeça, como as aulas e as notas na escola, sua banda com as melhores amigas, discutir com o pai sobre ser da polícia de Gotham ou não. Mas o que ela não esperava era começar a destruir as coisas com sua voz. A jovem não sabe o que está acontecendo, mas se sente envergonhada pelas coisas que quebra quando aumenta sua voz.

E não bastasse isso, uma vilã está na sua cola para descobrir o paradeiro da antiga Canário Negro. E assim acompanhamos Dinah em sua jornada de descobrir seus poderes e mais sobre sua própria família.

Essa HQ tem uma arte bem leve, com traços fluídos e definidos que agradam na hora de ler. E as cores são bem fortes e vibrantes, com certeza para prender ainda mais a atenção dos mais novos. Mas combina com o tom da história, dando realmente essa pegada bem jovial que o selo pede.

Dinah é a própria pré-adolescente que quer fazer tudo do seu jeito, fácil de se identificar, bem divertida e espontânea, mas que também está passando pelas mudanças da idade, só que no seu caso, é por conta dos poderes. É bem legal acompanhar essa jornada dela, e ver como as amigas e a família tentam apoiá-la da forma que sabem e conseguem lidar com a situação.

Reforçando, é importante ter em mente qual é o público alvo da HQ, mas Canário Negro: Combustão é uma nova história de origem para essa poderosa heroína, que desde pequena quer salvar o mundo, seja como seu pai na polícia, ou com seus novos poderes. E ela não vai poupar esforços para proteger aqueles que ama, e ainda se divertir com as amigas no final do dia!

E para quem se interessou pela HQ, ela está por menos de 20 reais na Amazon! Confira no link abaixo:

Liga da Justiça | Gal Gadot recebeu ameaças de Joss Whedon durante produção do filme

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Em matéria do THR, Ray Fisher e outras fontes revelam que ator não foi a única estrela da Liga da Justiça que estava infeliz com a produção de Joss Whedon.

Fontes que trabalharam na produção do filme de 2017, afirmam que Whedon entrou em confronto com todas as estrelas do filme antes dirigido por Zack Snyder.

Entre elas, Jeremy Irons, que interpretou o mordomo Alfred em dois longa do universo estendido da DC, acabou levando suas reclamações não apenas ao chefe do estúdio de cinema, mas também ao presidente da Warner Bros.

Uma fonte bem informada dita pelo site afirma que Gadot tinha várias preocupações com a versão revisada do filme, incluindo “questões sobre sua personagem sendo mais agressiva do que no filme ‘Mulher-Maravilha’. Ela queria fazer a personagem fluir de um filme para o outro.”

O maior conflito, dizem as fontes, aconteceu quando Whedon pressionou Gadot a gravar falas de que ela não gostava, ameaçou prejudicar a carreira de Gadot, e desacreditou o trabalho da diretora do primeiro ‘Mulher-Maravilha’, Patty Jenkins. Enquanto Fisher se recusou a discutir o que aconteceu com Gadot no set, uma testemunha da produção que mais tarde conversou com os investigadores diz que, após um confronto:

“Joss estava se gabando de ter desabafado com Gal. Ele disse a ela que é o roteirista do filme e ela vai calar a boca dela e dizer as falas que ele escreveu, pois ele pode fazer ela parecer incrivelmente estúpida neste filme.”

Uma fonte bem informada afirma que após o incidente, Gadot buscou ajuda com Jenkins, que juntas foram para a batalha, culminando em uma reunião com o então presidente da Warner, Kevin Tsujihara. Questionado sobre o comentário, Gadot disse em um comunicado:

“Tive meus problemas com [Whedon] e a Warner Bros. lidou com isso em tempo hábil”.

Gal Gadot e Patty Jenkins trabalharam juntas novamente em ‘Mulher-Maravilha 1984’, pouco tempo depois do lançamento de Liga da Justiça nos cinemas.

Batman: O Longo Dia das Bruxas: Parte 1 | Trailer da animação e release oficial são revelados

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A animação ‘Batman: O Longo Dia das Bruxas: Parte 1’ teve seu primeiro trailer revelado. Confira:

Abaixo o release liberado pela Warner Bros. sobre a produção:

Produzido pela Warner Bros. Animation, DC e Warner Bros. Home Entertainment. Inspirado pela icônica história da DC em meados da década de 1990, de Jeph Loeb e Tim Sale, ‘Batman: O Longo Dia das Bruxas, Parte Um’ começa com um assassinato brutal no Halloween, que leva o jovem vigilante de Gotham, o Batman, a formar um pacto com os dois únicos homens da lei não corruptos (o Capitão de Polícia James Gordan e o Promotor Distrital Harvey Dent), a fim de derrubar ‘The Roman’, chefe da notória e poderosa Família do Crime, Falcone. Mas quando mais mortes ocorrem no Dia de Ação de Graças e no Natal, fica claro que, em vez da violência comum de gangues, eles também estão lidando com um assassino em série – cuja identidade, a cada pista conflitante fica mais difícil de discernir. Poucos casos testaram a inteligência do Maior Detetive do Mundo como o mistério por trás deste Assassino de Feriados.

Elogiado por sua atuação como Capuz Vermelho/Jason Todd em ‘Batman Contra o Capuz Vermelho’ de 2010, Jensen Ackles (Supernatural, Smallville) retorna ao Universo DC como o personagem-título Batman/Bruce Wayne.

Naya Rivera (Glee), que faleceu em 2020, apresenta uma de suas últimas atuações como a Mulher-Gato/Selina Kyle. O elenco de vozes inclui Josh Duhamel (Transformers, Las Vegas) como Harvey Dent, Billy Burke (Twilight, Revolution, Zoo) como James Gordon, Titus Welliver (Bosch, Deadwood, The Town) como Carmine Falcone, David Dastmalchian (The Suicide Squad, Ant-Man, Dune, The Dark Knight) como Homem-Calendário, Troy Baker (The Last of Us, Batman: Arkham Knight) como Coringa, Amy Landecker (Your Honor, Transparent) como Barbara Gordon, Julie Nathanson (Call of Duty : Black Ops Cold War, Suicide Squad: Hell To Pay) como Gilda Dent, Jack Quaid (The Boys, The Hunger Games) como Alberto, Fred Tatasciore (American Dad! Franquia Batman Unlimited) como Alfred.

Vozes adicionais fornecidas por Frances Callier. Chris Palmer (Superman: Man of Tomorrow) dirige ‘Batman: O Longo Dia das Bruxas, Parte Um’ com um roteiro de Tim Sheridan (Reign of the Supermen, Superman: Man of Tomorrow). Os produtores são Jim Krieg (Batman: Gotham de Gaslight) e Kimberly S. Moreau (Batman vs. Teenage Mutant Ninja Turtles). Butch Lukic (Sociedade da Justiça: Segunda Guerra Mundial, Superman: Man of Tomorrow) é o supervisor de produção supervisor. Michael Uslan e Sam Register são produtores executivos.

A animação será lançada no formato digital e Blu-ray no segundo semestre deste ano.

Krypton | Regé-Jean Page quase interpretou o avô do Superman na série do canal Syfy

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Em uma matéria expositora para o THR, várias fontes afirmaram que os criadores da série da DC para o canal Syfy, Krypton, sofreram pelas direções criativas de Geoff Johns.

Criada em 2018, Krypton foi uma série de televisão americana criada por David S. Goyer e Damian Kindler. A série se passa no planeta que dá nome a produção, aproximadamente 200 anos antes do nascimento de Kal-El, o Superman, e a eventual destruição do lugar.

Como revelado pelo THR,  Regé-Jean Page, ator que viria a se tornar uma estrela por seu papel em ‘Bridgerton‘, havia feito o teste para o papel de avô do Superman. Mas Johns, que supervisionava o projeto, disse que o Superman não poderia ter um avô negro. Os criadores também queriam fazer Adam Strange, gay ou bissexual. Mas fontes dizem que Johns vetou a ideia.

 

 

“Geoff celebra e apoia personagens LGTBQ, incluindo Batwoman, que em 2006 foi reintroduzida como LGBTQ em uma série de quadrinhos co-escrita por Johns.”, disse um representante de Johns para o portal. Johns também sugeriu à Warner o desenvolvimento de um programa de televisão em torno da primeira série de super-heróis LGBTQ+ da DC, acrescenta. Quanto ao papel do avô do Superman, o representante diz que Johns acreditava que os fãs esperavam que o personagem se parecesse com um jovem Henry Cavill, assim dando o papel a Cameron Cuffe, que comandou a série por suas duas temporadas.

Outros problemas na série foram destacados por membros da produção. Entre eles estava a escritora Nadria Tucker, que tuitou:

“Não falo com Geoff Johns desde o dia em Krypton quando ele tentou me dizer o que é e o que não é uma coisa negra.” diz Tucker ao THR. Johns se opôs quando o penteado de uma personagem negra foi mudado em cenas que aconteceram em dias diferentes. “Eu disse que mulheres negras, como nós, tendemos a mudar nosso cabelo com frequência. Não é estranho, é uma coisa negra”, ela diz. “E ele disse: ‘Não, não é’.”

A série Krypton foi cancelada em 2020.

Liga da Justiça | Ray Fisher revela detalhes sobre produção conturbada do filme de 2017

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Em entrevista exclusiva para o THR, Ray Fisher, o intérprete do Cyborg em ‘Liga da Justiça‘ (2017), revela mais detalhes sobre a produção conturbada e suas recentes declarações contra os executivos do estúdio.

Ray está pronto para falar.

Começando em junho de 2020, o ator vem soltando vários tweets acusatórios no seu perfil contra Joss Whedon, diretor que assumiu a produção de 2017 após a saída de Zack Snyder, afirmando conduta “grosseira, abusiva, não profissional e completamente inaceitável” no set. Para Fisher, a questão não é mais tanto o que aconteceu no set em 2017, embora ele esteja pronto para explicar isso também, mas sim sobre seu foco implacável nos últimos meses em expor a maneira como os executivos, no estúdio Warner e em toda WarnerMedia, lidaram com as acusações levantadas por ele e outros.

Em declaração oficial, a WarnerMedia disse anteriormente que uma “ação corretiva” foi tomada como resultado de sua investigação, mas não deu mais detalhes. Em ações oficiais, Joss Whedon foi demitido do estúdio após a conclusão das investigações, deixando totalmente uma minissérie no meio de suas gravações.

Para Fisher, a oportunidade de interpretar o Cyborg – o primeiro super-herói negro no universo DC dos cinemas – foi tanto uma grande porta para sua carreira quanto uma grande responsabilidade. Infelizmente tudo chegou a um fim prematuro, com Ray lutando por justiça e relutando a dar nomes para não prejudicar as pessoas erradas.

“Estou tentando fazer com que nenhuma testemunha perca o emprego.”, afirma o ator durante sua conversa com o THR.

Fisher conseguiu que a Warner iniciasse uma investigação com mais de dois anos após o lançamento da primeira versão do filme nos cinemas, mas o ator afirma que estúdio estava focado em proteger os seus principais executivos durante o processo.  O ator se sentiu forçado a aumentar a pressão de maneira pública (via suas redes sociais), forçando o estúdio a responder com afirmações que o ator estaria tentando chamar atenção em forma de difamação deliberada.

O ator ainda espera um simples pedido de desculpas.

Fisher relembra todos seus encontros e conversas com Whedon, que era sempre recheadas de momentos desconfortáveis e cansativos da parte do diretor.

“Tudo o que ele procurava eram elogios generosos para o seu próprio roteiro.” afirma o ator, que lamentava os cortes de cenas e material do Cyborg no filme. Fisher diz que sempre era interrompido pelo cineasta; “Parece que estou fazendo anotações agora, e não gosto de fazer anotações de ninguém – nem mesmo de Robert Downey Jr.“, teria afirmado Joss Whedon. Outras fontes do projeto dizem que Whedon desprezou Gal Gadot e Jason Momoa quando eles também questionaram o diretor sobre o roteiro.

Mas a tensão só aumentou quando surgiu a famosa cena em que Cyborg diz “Booyah“. Essa frase se tornou uma assinatura do personagem graças a serie animada de Jovens Titãs, mas o personagem nunca havia dito nos quadrinhos ou no roteiro original. Fisher diz que Johns abordou Snyder sobre a inclusão da fala, mas o diretor não queria bordões. Ele administrou a situação colocando a palavra em alguns sinais em sua versão do filme, como se fosse um easter egg. Mas o representante de Johns disse que todo o estúdio acreditava que a frase Booyah era “um momento divertido de sinergia”. Com as refilmagens em andamento, Fisher diz que Whedon tentou incluir a fala novamente: “Geoff me disse que Cyborg tem um bordão.”, disse ele. Fisher diz que expressou suas objeções e parecia que o assunto foi abandonado – até que Berg, o co-presidente da DC Films e produtor do projeto, o levou para jantar.

Este é um dos filmes mais caros que a Warner já fez”, disse Berg, de acordo com Fisher. “E se o CEO da AT&T tiver um filho ou filha, e esse filho ou filha quiser que Cyborg diga ‘Booyah’ no filme e não tivermos essa cena? Eu posso perder meu emprego.” Fisher respondeu que sabia que se filmasse a linha, ela acabaria no filme. E no fim se provou certo quando Cyborg aparece no longa de 2017 dizendo a infame palavra.

Quando ele chegou ao set, ele diz que Whedon esticou os braços e disse uma linha de Hamlet em tom de zombaria: “Fale o discurso, eu imploro, como eu o pronunciei para você.” Fisher respondeu: “Joss – não. Não estou com vontade.” Ao sair do set depois de dizer apenas aquela frase para as câmeras, ele diz, Whedon gritou: “Bom trabalho, Ray.” Após representantes de Ray levantarem questões de má conduta no set com o estúdio, Ray foi chamado para uma conversa com Geoff nos escritórios da DC. Nessa conversa, Fisher disse para Geoff que se desculpou com Whedon por sua participação no conflito, Johns respondeu que os agentes de Ray ligando para Emmerich não era legal. Fisher relembra:

“Ele disse: ‘Eu nos considero amigos’ – o que ele sabia que não éramos – ‘e eu simplesmente não quero que você se faça mal no negócio’. “Fisher interpretou isso como uma ameaça.

O filme foi lançado com reações negativas e um péssimo retorno em bilheteria para o estúdio. Ray havia seguido em frente com outros projetos, mas o gosto amargo deixado em sua boca foi validado quando meses depois, duas pessoas ligadas a produção da serie de TV, Krypton, também da DC, reafirmaram problemas que estariam enfrentando com Geoff Johns durante as gravações da produção. E foi ai que Ray começou a insistir em investigações.

Várias fontes que falaram com Fisher nessa época estavam dispostas a falar com um investigador da Warner. Entre eles estava a escritora Nadria Tucker, que tuitou em 24 de fevereiro: “Não falo com Geoff Johns desde o dia em Krypton, quando ele tentou me dizer o que é e o que não é uma coisa negra.” Tucker diz ao THR que Johns se opôs quando o penteado de uma personagem negra foi mudado em cenas que aconteceram em dias diferentes. “Eu disse mulheres negras, nós tendemos a mudar nosso cabelo com frequência. Não é estranho, é uma coisa negra.”, diz ela. “E ele disse: ‘Não, não é’.”

Pelo final de junho de 2020, Fisher revelou sua insatisfação com o tratamento da Warner sobre suas queixas. Mas fontes afirmaram que a Warner acreditava que Fisher estava sendo manipulado por Zack Snyder, que esperava retomar o controle do universo cinematográfico da DC.

Fisher diz que “a afirmação de que um homem negro não teria sua própria necessidade é tão racista quanto as conversas que [a liderança da Warner] estavam tendo sobre as refilmagens da Liga da Justiça. Fui subestimado a cada passo durante este processo e é isso que nos levou a este ponto. Se eles tivessem me levado tão a sério quanto deveriam desde o início, não teriam cometido tantos erros tolos quanto no processo.” Snyder nega qualquer papel em influenciar Fisher.

No início de julho, Fisher falou com Walter Hamada por telefone, que assumiu as rédeas da DC Films pouco após o lançamento desastroso de ‘Liga da Justiça’. Ele disse que Hamada “chamou Joss de idiota” e disse: “Só estou tentando superar qualquer coisa relacionada à Liga da Justiça. Joss não está mais aqui e não pretendo contratá-lo novamente“.

Mas, de acordo com Fisher, Hamada disse não acreditar que Johns tivesse feito algo errado. “Sei que Joss foi difícil. Mas Geoff-Ray, ele está realmente sendo arrastado pela lama e tenho certeza de que você está recebendo sua cota de ódio também.” Fisher respondeu: “Estou bem com o ódio porque sei que estou dizendo a verdade.” Embora logo em seguida tenha acusado Hamada de “adulterar” a investigação em suas redes sociais, Ray reflete e afirma para o site THR que não acredita que o mesmo tenha realmente tentado interferir na investigação. Mas fontes no estúdio apontam os tweets de Fisher como evidência de rancores inconstantes e falta de credibilidade por parte do ator, que estaria motivado em colocar Hamada no mesmo círculo que Johns e Whedon.

“Em nenhum momento o Sr. Hamada ‘jogou alguém debaixo do ônibus’, como o Sr. Fisher falsamente alegou, ou fez qualquer julgamento sobre a produção da Liga da Justiça, na qual o Sr. Hamada não teve nenhum envolvimento.” declarou um representante da Warner.

Fisher diz que pediu por desculpas do estúdio repetidamente nas semanas que se seguiram. WarnerMedia desconversou e isso fez Ray sentir que falhou. Pouco em seguida, Fisher libera em seu Twitter que não trabalharia mais em filmes comandados por Walter Hamada. Anteriormente, o ator estava escalado para participar do filme The Flash, mas publicamente sua participação nas filmagem de foi descrita como uma “participação especial”. O ator era o coadjuvante no filme e chegou a conversar com o diretor Andy Muschietti. Fisher receberia apenas uma fração do que ele deveria ser pago para reaparecer como Cyborg. No final de setembro, ele estava chateado com notícias da imprensa de que estava exigindo o dobro de seu salário e decidiu não aceitar.

No final, o estúdio removeu o papel do filme.

“Quando falei pela primeira vez, presumi que não havia nenhuma maneira desses caras me permitirem fazer meu trabalho em paz”. Contou Fisher. “Eu não acredito que essas pessoas deveriam ser chefes; não acho que eles deveriam ser responsáveis ​​pela contratação e demissão de outras pessoas. “

Ray Fisher tem um papel de destaque em ‘Liga da Justiça Snyder Cut’, disponível para locação até o dia 7 de abril, em plataformas digitais selecionadas.

Titãs | Imagens dos bastidores da terceira temporada revelam novos detalhes sobre o Capuz Vermelho de Curran Walters

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Uma nova remessa de fotos dos bastidores da terceira temporada de ‘Titãs’ sugere um ponto importante da trama e o papel de Curran Walters como o Capuz Vermelho na série da HBO Max. 

A terceira temporada ainda está sendo filmada em Toronto, e foi revelado no DC FanDome que a série iria para Gotham City. Jason Todd, de Curran Walters, deverá ser o vilão Capuz Vermelho. Não está claro o quão próximo a terceira temporada dos Titãs seguirá a história dos quadrinhos ‘Morte em Família’ , mas agora temos uma ideia melhor do papel que o Capuz vai desempenhar na próxima temporada, graças a algumas novas fotos do set.

A Toronto Filming compartilhou algumas novas imagens do set de Titãs no Twitter, e nelas, vemos os cartazes de procurados para nossos heróis e também da vilã Estrela Negra. Também há um pôster do Capuz Vermelho de Curran Walters, que parece sugerir que ele iniciou uma espécie de movimento revolucionário em Gotham City. Você pode conferir as fotos do conjunto de Titãs abaixo:

 

A série é estrelada por Brenton Thwaites como Asa Noturna, Anna Diop como Estelar, Teagan Croft como Ravena, Ryan Potter como Mutano, Minka Kelly como Columba, Alan Ritchson como Rapina, Joshua Orpin como Superboy, Chelsea Zhang como Rose, Curran Walters como Capuz Vermelho, Iain Glen como Bruce Wayne e Damaris Lewis como Estrela Negra.

Até o momento, não há data de estreia definida para a 3ª temporada.