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    Batwoman | Série dá pistas de que Luke Fox poderá se tornar o Batwing

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    Quem acompanha as HQs relacionadas ao personagem Luke Fox certamente, ao assistir a série Batwoman, deve esperar que ele se torne o herói conhecido como Batwing. Podemos perceber que sua história foi reinventada quase por completo.  Até o momento, Luke (Camrus Johnson) tem se mostrado como um coadjuvante das histórias e missões de Kate Kane e Ryan Wilder.  

    Em contraponto com a versão nerd tímida e perita em tecnologia da série, Luke, nos quadrinhos, foi apresentado em 2013 como um lutador profissional de MMA durão que desejava sair pela cidade trazendo criminosos à justiça. 

    Apesar de aparentemente não existirem semelhanças entre ambos, devemos ressaltar que a essencia do personagem ainda é a mesma, ele ainda está intimamente ligado ao Batman por meio de seu pai, Lucius Fox, e o fato de ele ser um gênio é consistente com os quadrinhos. 

    Desde o início da série, não houveram indicativos explícitos de que Luke futuramente venha a se tornar um vigilante assim como Kate e Ryan, porém existem alguns momentos ao longo das 2 temporadas de Batwoman que merecem atenção.  

    No 12° episódio da primeira temporada, intitulado “Take Your Choice“, vemos Luke deixando a Batcaverna para ajudar Kate na missão de proteger a versão de Beth Kane de uma Terra paralela. No episódio ele troca a cadeira e os aparatos tecnológicos pela pilotagem de uma moto, na tentativa de levar Beth a um local seguro. É inegável que ele seja um membro fundamental para a equipe da Batwoman  (seja ela Kate ou Ryan), porém ver Luke em um outro papel, desta vez em missões de campo acaba revelando um outro lado do personagem, que ainda é desconhecido na TV.

    Já na segunda temporada da série, precisamente no 10° episódio, intitulado Time Off for Good Behavior“, novamente vemos Luke em ação, desta vez portando uma arma elétrica e aaprecendo de surpresa para salvar Ryan de uma emboscada.

    Outro momento que merece menção é o crossover “Crisis on Infinite Earths”, pois nele vemos um Luke descamisado, ao contrário dos ternos e do visual “mais alinhado” em que estamos acostumados. Fico me perguntando se seus músculos seriam oriundos de treinos e missões ao lado do Batman e da Batwoman e se nesta versão ele acabou assumindo sua identidade heróica em algum momento.

    Apesar do Luke na TV não aparentar ser tão durão quanto sua contraparte quadrinhos, algumas peças de sua história de origem estão presentes, como sua ligação com o Batman e sua inclinação para fazer justiça, ou seja, teoricamente, ele poderia se tornar o Batwing a qualquer momento.

    A caracterização como o “garoto da cadeira” dá aos escritores uma liberdade para delinear traços mais humanos e introspectivos do personagem. Em vez de colocá-lo atrás de uma máscara e partindo para a ação, o público pode aprender quem ele é como pessoa primeiro, para no futuro compreender todas as motivações que podem levá-lo a tornar-se um herói.  

    Via: [CBR]

    Justice Con 2021 | Confira o que rolou nos painéis da convenção digital de fãs da DC Comics

    Entre os dias 16 à 18 de Abril, foi realizada a segunda edição de Justice Con, uma convenção online sobre os projetos do diretor Zack Snyder, incluindo o universo cinematográfico da DC Comics.

    Com concursos de cosplayers e workshops, a Justice Con 2021 trouxe painéis exclusivos com alguns atores de “Liga da Justiça de Zack Snyder”. O evento não trouxe nenhum anúncio bombástico, justamente por ser organizado de fãs para fãs, o que não impediu de termos curiosidades durante os dias de programação.

    O ator Ray Fisher trouxe uma fala que pode ser considerada animadora. Ele estaria disposto a se reconciliar com a Warner Bros, se isso significasse que ele poderia voltar a interpretar o Cyborg no filme “The Flash”. Acontece que, para isso, Fisher ainda quer uma responsabilidade do estúdio, sobre os eventos relatados por ele.

    “Acho que podemos começar com um reconhecimento, um pedido de desculpas, do que é publicamente conhecido como um problema… Acho que é aí que começa a responsabilidade.” disse Ray.

    Joe Manganiello, o Exterminador, também teve seu próprio painel e trouxe muitas curiosidades sobre o projeto que desenvolveu para Deathstroke e o roteiro cancelado de “The Batman”, produzido por Ben Affleck.

    “Alguns dos personagens regulares de Batman que aparecem não iriam sobreviver. Teria sido uma limpeza de casa em muitos aspectos.” disse Joe.

    Manganiello também revelou que Ben Affleck vazou o teste de câmera do Exterminador sem pedir autorização a ninguém. O ator liberou antes de embarcar em um avião, para que ele pudesse ficar longe do telefone por horas sem que ninguém pudesse “gritar com ele”.

    Joe Manganiello descreveu como seria o seu projeto solo de Slade Wilson com o diretor Gareth Evans: “Deathstroke seria a versão de Tom Clancy de (Rambo) First Blood”. Seria uma espécie de história de vingança sobre o que aconteceu em Washington DC e no governo dos EUA. Além de relevar os personagens estariam na produção, como: Talia Al Ghul, Wintergreen, Adaline, Grant e Jericho.

    O roteirista Chris Terrio falou sobre o projeto “The Batman” (Ben Affleck). Além de afirmar que o roteiro é incrível, falou que veríamos uma versão diferente do que já vimos do personagem.

    “Estou desapontado por não termos visto essa versão do Batman.” – Disse Terrio, em sua participação no painel do diretor Zack Snyder.

    Os dois falaram sobre “Batman vs. Superman” e como o título foi escolhido pelo estúdio, e não por eles. Zack tinha em mente algo mais poético, ou até mesmo mais simples, como: Man of Steel: Battle of Knight; Man of Steel: Knight Falls; Justice League: Foundation; ou Justice League: Rising. Mas o estúdio considerou “agressivo”.

    Chris e Zack não entenderam o motivo de colocar “Batman vs Superman” no título, pois o filme não era resumido a isso e sim à origem da Liga da Justiça.

    Snyder afirmou que se, algum dia, ele fizer a adaptação de The Dark Knight Returns, faria o Batman exatamente do jeito que Frank Miller o desenhou: “Com a cueca inclusa!”.

    O diretor que Wayne T. Carr seria o Lanterna Verde John Stewart, em “Liga da Justiça”. A cena foi substituída pela aparição do Caçador de Marte, pois o estúdio não permitiu o uso do personagem, alegando possuir outros planos para ele no live-action. O plano original era que John Stewart (Wayne T. Carr) e Kilowog aparecessem juntos para Bruce, na cena final.

    Após ser questionado sobre o movimento massivo #RestoreTheSnyderVerse nas redes, Zack foi sincero e disse que nunca ignoraria a devoção dos fãs pelo seu trabalho. Nunca diria para “esquecê-lo”, pois tudo o que aconteceu para tornar #SnyderCut uma realidade era “impossível”. Ao ser perguntado se aceitaria restaurar seu universo, Zack respondeu:

    Não sei quem me perguntaria, mas se fossem vocês os responsáveis pela WB, claro que sim.

    O roteirista Chris Terrio também mostrou disposição em retomar para uma continuação. Basicamente, Zack mostrou que não depende dele a decisão da continuação do Snyderverse, mas se mostra disponível para retomar, caso receba o sinal verde.

    Jay Oliva também teve seu próprio painel e entregou que, após a finalização do arco de cinco filmes que seriam entregues por Zack Snyder, o diretor estava contemplando um filme Flashpoint (como havia sido anunciado na época), muito semelhante aos eventos dos quadrinhos, com uma guerra entre Atlantes e Amazonas, que exigiria que o Flash voltasse no tempo para reiniciar.

    Liga da Justiça de Zack Snyder esteve disponível no Brasil pelas plataformas digitais entre 18 de março à 07 de abril, para aluguel. E retornará com a estreia do streaming HBO Max, em junho.

    Batman Secret Files | Nova HQ irá explorar a Bat-Família

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    A DC divulgou algumas prévias da HQ Batman Secret Files. A série derivada do universo do morcego estará de volta em edições de 40 páginas destacando um membro da família Bat-família por edição, começando com o Sinal e a Caçadora nas duas primeiras.

    Nessa primeira edição, o escritor de Batman & O Sinal, Tony Patrick, contará uma história do Sinal desenhada por Christian Duce que traz o protegido de Batman de volta a Gotham City pela primeira vez desde que ele se juntou aos Outsiders.

    A sinopse da história do Sinal diz:

    “Durante o período sabático de sua cidade natal, tudo sobre a cidade e as pessoas mais próximas a ele mudou. E o mistério do Mercado Branco, uma fonte mortal de armas traficadas para Gotham City que nem mesmo o Batman consegue rastrear, só vai empurrar o Sinal para mais longe de tudo que ele conhece e para um novo mundo de perigo.”.

    Abaixo, as capas divulgadas:

     

    A atual escritora de Detective Comics, Mariko Tamaki, faz parceria com o artista David Lapham para a história solo da Caçadora, que mostrará a heroína adquirindo uma habilidade meta-humana.

    “Caçadora passou por MUITO ultimamente … incluindo seu cérebro sendo invadido por um parasita violento decidido a enviá-la para um jogo mortal. Se isso não bastasse, agora ela tem que lidar com habilidades aprimoradas também, graças a um vilão chamado Vile. Este parasita deu a ela a capacidade de ver através dos olhos de suas vítimas, e isso não é o que ela tinha em mente! Caçadora não está para brincadeira, e ela agora está à caça de Vile.”, diz a sinopse.

    Abaixo, as capas divulgadas:

     

    A DC não revelou quantas edições de Batman Secret Files estão planejadas – a editora a descreve como uma série “mensal”, embora as duas primeiras edições sejam lançadas em julho.

    Batman Secret Files: The Signal # 1 estará à venda em 7 de julho, com Batman Secret Files: Huntress # 1 em 27 de julho.

    Via: [Newsarama].

    Batman/Catwoman | Tom King e John Paul Leon se reúnem para um especial do título em julho

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    ‘Batman/ Catwoman Special #1’ terá o escritor da série ‘Batman/Catwoman’, Tom King, o artista John Paul Leon e o colorista Dave Stewart para uma história que explora as conexões mais profundas compartilhadas por Bruce Wayne e Selina Kyle antes mesmo de eles assumiram suas identidades de Batman e Mulher-Gato.

    Situado em uma linha do tempo alternativa, onde Bruce Wayne e Selina Kyle permaneceram juntos, e edição segue os acontecimentos em que Selina deixa Bruce no altar na run do Batman comandada por Tom King. A adição do Batman ao passado de Selina seria algo novo para a continuidade.

    Esse one-shot de julho tomará o lugar da edição mensal regular da série Batman/Mulher-Gato no mês de publicações nos EUA.

    “A série Batman/Mulher-Gato mostrará aos leitores o romance entre Bruce Wayne e Selina Kyle conforme a mudança ao longo de suas vidas, mas e suas conexões de antes de se tornarem aventureiros fantasiados?” diz o anúncio da DC. “Seja o destino ou coincidência, esta história dá ainda mais razões pelas quais a conexão de Selina e Bruce é um dos casos de amor mais duradouros dos quadrinhos.”

    ‘Batman/Catwoman Special #1’ será lançado nos EUA no dia 20 de julho, com capas de John Paul Leon, Lee Weeks e Bill Sienkiewicz.

    Via: [DC Comics].

    Especial Crises | Death Metal: O concerto do Omniverso

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    A última parada do #EspecialCrises, pelo menos até o próximo grande evento do Multiverso, não carrega em seu título o nome pelo qual conhecemos a famosa saga cósmica, mas possui todos os elementos e as grandes alterações que costumam acontecer. Não considero que essa história seja particularmente um reboot… ela tem mais uma forma de um retcon, abrindo espaço para que tudo criado na DC ao longo de sua existência seja levado em conta.

    A saga Noites de Trevas: Death Metal recebeu uma enorme produção por parte da sessão de quadrinhos da DC, com direito a trilha sonora com as músicas Broken Dreams da banda Rise Against e Warship My Wreck de Marilyn Manson, esta última retirada do ar após as acusações feitas contra o cantor por parte da atriz Evan Rachel Wood.

    Além de músicas, foi lançado em formato de web série a ‘Dark Nights: Death Metal -Sonic Metalverse’ uma animação utilizando as páginas do próprio quadrinho contando com as vozes de artistas do cenário do metal como Andy Biersack da banda Black Veil Brides, Chelsea Wolf, os atores Jason R. Moore e David Hasselhoff -interpretando o Batman, Mulher-Maravilha, Cavaleiro Mais Sombrio e Superman respectivamente, além do próprio Scott Snyder como Rei Robin. Os episódios ainda estão em lançamento e você pode conferir clicando aqui.

    Após os eventos de ‘Noites de Trevas: Metal’, fica estabelecido a existência de uma versão oposta do Multiverso, um Multiverso Sombrio, contando com uma infinidade de versões das Terras como conhecemos mas repleta de pesadelos e tragédias. Para conhecer mais sobre este mundo sombrio, foram publicados os Contos do Multiverso das Trevas, revisitando algumas sagas conhecidas dos leitores DC e reimaginando seus acontecimentos na perspectiva deste mundo. Aqui no Terraverso já realizamos um especial sobre a primeira fase destes contos, clique aqui e confira.

    Entre junho de 2020 e janeiro de 2021, foram lançados ao todo 24 edições, entre as 7 focadas na história principal escrita por Scott Snyder e outros 17 especiais detalhando uma enorme quantidade de acontecimentos em paralelo, roteirizodas por Joshua Williamson, Magdalene Visaggio, Kyle Higgins, James Tynion IV, Marguerite Bennett, Matthew Rosenberg, Justin Jordan, Geoff Johns, Jeff Lemire, Mariko Tamaki, Gail Simone, Christopher Sebela, Cecil Castellucci, Mark Waid, Peter J. Tomasi, Frank Tieri, Daniel Warren Johnson, Garth Ennis,Chip Zdarsky
    Becky Cloonan, Vita Ayala, Christopher Priest, Sam Humphries, Jeff Lemire  e outras contribuições na arte com artistas como Greg Capulo, Joëlle Jones, Xemanico, Jesus Merino entre outros.

    A reunião de um grupo tão qualificado de artistas do cenário da DC mostra a importância do evento, tanto como narrativa quanto no aspecto de refinamento de arte.

    A trama é sobre a primeira anti-crise do universo DC. Mas, afinal, o que Death Metal teria haver com todas as outras Crises que mudaram os rumos da editora? A resposta passa pelo próprio conceito de Crise que nos foi apresentado a partir do primeiro molde de realidade, que ocorreu em Crise nas Infinitas Terras.

    Após o primeiro fim do mundo, o Multiverso DC como um todo começa a acumular a energia de Crise, um elemento que desagrega a energia que mantém este universo em harmonia, a energia de conectividade. Todas as crises de alguma forma tiveram influência da divindade cósmica Perpétua, a mãe do Multiverso DC, que desejava subjugar os seres vivos para a sua adoração. No arco o ‘Ano do Vilão’ em Liga da Justiça, a divindade obtém a vitória com a ajuda do Batman-Que-Ri ao utilizar toda a energia de Crise do Multiverso Sombrio, dando mais poder a Perpétua, que acaba destruindo cada uma das 52 Terras que não se curvarem ao seu poder, e neste contexto, encontramos os heróis derrotados em uma versão de mundo dominada por aquele que ri.

    A primeira crise é sobre o Universo DC em contexto geral e amplo, a segunda é focada na figura do Superman, a terceira temos o Batman sendo o destaque, mas nesta anti-crise, a protagonista é a Mulher-Maravilha que guia todo o Multiverso em direção a vitória pelo seu caminho mais virtuoso, a busca pela verdade e o sentimento de todo o heroísmo, enquanto do outro lado o Batman-Que Ri evolui para uma criatura que esta muito além das divindades cósmicas que conhecemos.

    O grande antagonista da história é ele, o Batman-Que-Ri, o pesadelo sobreviveu as Noites de Trevas e conseguiu se infiltrar no Multiverso convencional, ganhando força em um plano para se tornar um criador de um Multiverso alimentado eternamente pelos pesadelos do Multiverso Sombrio. O vilão consegue a confiança de Perpétua, gerando uma infinidade de energia de Crise, o que foi capaz de vencer os heróis com toda a energia conectiva existente em seu poder e, enquanto a divindade se preocupa em destruir o Multiverso convecional, aquele que ri conquistou força o suficiente para rivalizar com a criadora do Multiverso e tomar o seu lugar.

    As narrativas para contar a história da primeira anti-crise surgem de vários pontos do Multiverso enquanto a Trindade tenta parar os planos do Batman-Que-Ri que passa a se denominar de O Cavaleiro Mais Sombrio, que se tornou poderoso o suficiente para criar 52 Terras de um Multiverso Sombrio. Ao longo desta narrativa, passamos por diversas histórias incríveis como a luta dos Lanternas para destruir torres de energia de crise, uma clara referência a Crise nas Infinitas Terras, ou a visita da versão sombria das três grandes Crises em que reencontramos o Superboy Primordial sendo convencido pela Mulher-Maravilha que ele pode ter uma nova chance de ser um herói.

    O segundo grande momento se passa no especial “As Últimas Histórias do Multiverso”, quando vemos os heróis se preparando para a batalha final podemos testemunhar momentos tocantes daqueles que sobreviveram ao fim de tudo até aquele momento. Outro destaque do desfecho do evento é o sacrifício do agora herói Superboy Primordial em Origem Secreta, que literalmente destrói com seus punhos o Multiverso criado pelo Cavaleiro Mais Sombrio até a sua aparente morte e uma quebra da quarta parede onde o Clark Kent Primordial estava lendo a história em sua Terra natal, próximo das pessoas que ama.

    No final da narrativa temos a maior batalha de heróis do Multiverso, liderada pela Mulher-Maravilha que usou os poderes do Laço da Verdade combinados com o metal especial encontrado por Luthor e Lobo ao longo da história. Ela conseguiu recuperar as memórias de todos os personagens ao longo de sua existência no universo DC, pois assim teriam a energia para vencer o vilão que ri e a batalha entre a grande divindade cósmica Diana de Themiscera e o Cavaleiro Mais Sombrio os leva ao começo da própria história do universo e, assim que ela derrota o vilão, um novo Multiverso surge criando expectativas para novas histórias.

    Após terem vencido o grande pesadelo e o universo ter renascido, houveram grandes mudanças e o conceito de Multiverso deixa de ser a base, se tornando agora o Omniverso. Agora o que conhecíamos como Multiverso se ampliou em uma infinidade de realidades, infinitos futuros e o centro deste Omniverso não é apenas em uma Terra mas em duas, uma denominada Alpha e outra chamada Elseworld. Com todas estas mudanças, podemos interpretar que diversas histórias que conhecemos que eram não canônicas como ‘O Reino do Amanhã’, por exemplo, passaram a integrar esta infinidade que agora se tornou o universo DC.

    ‘Noites de Trevas: Death Metal’ não carrega a palavra Crise em seu título, mas seguiu fielmente todos os elementos de uma crise, inclusive referenciando diversos elementos destas histórias anteriores. Acredito que essa talvez seja a última vez que veremos este termos Crise de fato nas nossas histórias pelos próximos anos, porém, o conceito de anti-crise poderá ser as portas para um Multiverso de grandes aventuras dos nossos heróis.

    Supergirl | Zona Fantasma foi transformada em um local ainda mais perigoso após a Crise nas Infinitas Terras

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    Nos primeiros episódios da última temporada de Supergirl, vimos Kara Danvers sendo aprisionada na Zona Fantasma por Lex Luthor, deixando sua equipe com a missão de resgatá-la, porém, o que eles não imaginavam é o fato do lugar não ser mais o mesmo que eles estavam familiarizados.

    Após os eventos do crossover Crise nas Infinitas Terras, o Arrowverso mudou radicalmente, unindo diversos elementos de Terras paralelas em um único lugar e o mesmo aconteceu com a Zona Fantasma. Agora todas as suas ameaças e perigos foram multiplicados, porque a Crise misturou todas as Zonas Fantasmas que existiam anteriormente, criando um Multiverso dentro de um espaço extradimensional.

    Supergirl 6×2

    Quando J’onn J’onzz e os outros abrem temporariamente um portal para a Zona, Brainy percebe que o conhecimento que eles possuíam sobre ela é praticamente irrelevante. Esta Zona Fantasma não é mais a prisão intergalática unidimensional que eles esperavam, mas um lugar ainda mais perigoso.

    A Zona Fantasma é um lugar criado para abrigar os piores criminosos Kryptonianos e a Supergirl tem sua história intimamente conectada com ela. A heroína já esteva lá em 4 ocasiões distintas ao longo das diversas adaptações sobre a personagem, seja no cinema ou na televisão. A primeira vez foi no filme de 1984 que leva seu nome, a segunda foi durante Smallville e no Arrowverso, Kara Danvers foi enviada ou presa na Zona Fantasma mais duas vezes.

    [Via: ScreenRant]

    Liga da Justiça Snyder Cut | Canal brasileiro abre financiamento coletivo para projeto de minissérie que visa finalizar a história de Zack Snyder

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    O canal de edições e fan-filmes, ‘SDN Editions’, sob responsabilidade do editor Alessandro Santos, abriu financiamento coletivo (acesse aqui) para seguir com o projeto de universo presente no filme ‘Liga da Justiça Snyder Cut’, com a criação de uma minissérie independente. Confira a descrição do projeto abaixo:

    JUSTIÇA PARA TODOS!!!

    A minissérie “SDN Editions’ The Justice League” foi criada no intuito de poder termos a chance de restaurarmos toda a saga da Liga da Justiça proposto desde 2017. Esse projeto possui o objetivo de fazer, em minissérie, uma adaptação de como seria a chegada de Darkseid a Terra, os Lanternas Verdes com a Liga, e toda a sequencia do Knightmare, no intuito de finalizar a historia feita por Zack Snyder! E com isso, gostaríamos de pedir uma pequena ajuda sua com o nosso projeto. Mas antes, gostaríamos de dizer que essa serie estará disponível para TODO MUNDO de forma 100% gratuita, o intuito de fazermos essa vaquinha é levantarmos dinheiro para pagarmos melhores equipamentos, artistas 3D e de efeitos especiais, e muito mais! Quanto mais conseguirmos essa ajuda, mais completo conseguiremos deixar a série, com os melhores efeitos e muito mais. Espero contar com a ajuda de todos vocês :3 para quem quiser ficar por dentro das recompensas que vocês ganham, só ir na parte de “Novidades” e acompanharem tudo lá 😀

    Mais informações no Twitter (@LdJ_Serie).

    A minissérie será totalmente em live action (assim como nos filmes, o SDN Editions usará CGI para recriar algumas cenas, com o uso de 3D outras certas cenas também). Serão ao todo entre 11 a 13 episódios, todos com legenda. A produção apresentará plots do plano original como detalhes das cenas Knightmare, viagem no tempo e o Darkseid como vilão.

    Mais informações sobre a produção, acesse o Twitter @LdJ_Serie.

    DC Filmes | O roteirista Chris Terrio comenta sobre ‘Batman vs Superman’ e ‘Liga da Justiça’

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    O roteirista dos filmes “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” e “Liga da Justiça” Chris Terrio, em entrevista a Vanity Fair, comentou sobre as produções cinematográficas em que esteve envolvido na DC Filmes.

    Ele descreveu os filmes que a Warner Bros. lançou nos cinemas em 2016 e 2017 como falhas incoerentes, minadas por intromissões corporativas, planejamento pobre de franquia e decisões surdas que priorizavam sequências em computação digital caras em vez de narrativas coerentes.

    “O corte de 2017 foi um ato de vandalismo. Zack [Snyder] pode ser muito cavalheiro para dizer isso, mas eu não sou.” disse Terrio.

    Sobre ‘Batman vs Superman’ ele comentou sobre as diferenças entre a versão cinematográfica e a edição estendida, com 30 minutos a mais.

    “Eu estava orgulhoso do roteiro quando o concluí, mas acontece que quando você remove os 30 minutos que dão aos personagens motivação para o clímax, o filme simplesmente não funciona”, disse Terrio. “Como aprendemos com as duas versões de Liga da Justiça, você não pode pular o personagem e pensar que o público vai priorizar o VFX. Esse material foi restaurado mais tarde na versão estendida.”

    Referindo-se a versão estendida, ele continuou:

    “Portanto, este castelo de cartas que foi construído para motivar este confronto entre os dois heróis favoritos da América não fazia sentido algum. Foi o que aconteceu com Batman/Superman . O filme sempre foi para ficar no escuro. Sempre haveria pessoas que simplesmente não queriam ver aquela versão do mundo dos quadrinhos, e eu entendo. Mas o que doeu foi a crítica de que o roteiro não era coerente, porque quando eu entreguei o roteiro ao estúdio – com o qual eles, segundo todos os relatos, ficaram felizes – fazia sentido. O público tem que saber que está em boas mãos”, acrescentou. “No minuto em que você os perde do ponto de vista da história, eles perdem o desejo de olhar para ela com generosidade.”

    Durante a entrevista, Terrio comentou que se reuniu com o diretor e estrela de Argo, Ben Affleck, para ajudar a revisar o roteiro de ‘Batman vs Superman’ e dar mais profundidade.

    “Ben [Affleck] me ligou e disse que estava trabalhando neste filme, que era um filme do Superman no qual ele interpretaria o Batman. Então ele perguntou se eu leria o roteiro e consideraria fazer uma reescrita. Ele perguntou se eu faria algum trabalho sobre o personagem. Então, já estava determinado e feito um storyboard de que o Batman tentaria matar o Superman e que o Batman teria pego um caminho sombrio. Ele estava marcando criminosos, e isso tinha certos elementos sombrios que eram inegociáveis ​​e já estavam na história.” disse Terrio.

    Um fato interessante é que Terrio mesmo tendo escrito o roteiro de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’, o título do filme não foi dado por ele.

    “Eu escrevi rascunhos do filme Batman/Superman, que não foi chamado de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ por mim. Eu não dei o nome do roteiro. Na verdade, descobri como o filme se chamava junto com o resto do mundo na internet. Não fui consultado sobre o título do filme e fiquei tão surpreso quanto qualquer um. Não o teria chamado de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’. Não sei exatamente quem deu o nome, mas suspeito que foi o estúdio e suspeito que foi marketing, para ser honesto com você. Pode ter sido o primeiro passo para criar um ambiente de má vontade com o filme. Eu suspeito que colocar as palavras ‘Batman’ e ‘Superman’ no título teve algum componente de marketing .”

    Sobre ‘Liga da Justiça’, Terrio comentou quanto o diretor Joss Whedon acabou mudando o filme que Zack Snyder vinha construindo.

    “Eu só ouvia relatos ocasionais sobre a refilmagem. Eu não percebi o quanto do filme seria mudado – ou vandalizado, na minha opinião. Ficou claro enquanto eu falava com vários atores que era um desmantelamento total do que estava lá antes. Não ouvi de ninguém que disse que foi uma experiência agradável.”

    Terrio expressou seu sentimento sobre a ‘Liga da Justiça Snyder Cut’ ter sido lançado recentemente.

    “Estou muito feliz e aliviado que todos os milhares de artistas e artesões em todo o mundo finalmente possam ter seus trabalhos vistos pelo público, e todo o trabalho que Zack e os atores colocaram nisso agora podem ser vistos. É uma espécie de presente que recebemos da HBO Max, porque não seria possível alguns anos atrás.” disse Terrio.

    Sobre a saída de Zack Snyder do filme ‘Liga da Justiça’ e a necessidade de regravações, Terrio comenta;

    “Eu entrei em depressão quando o filme foi reescrito. Mas eu nem me sentia no direito de ficar deprimido, porque Zack e Debbie [Snyder], (esposa de Zack e co-produtora] estavam lidando com a tragédia de sua família . Comparado com isso, perder o filme que você escreveu não parece nada. Mas doeu. Dói pensar que me importei tanto com esses personagens e não trabalhei em mais nada por muito tempo.”.

    Terrio também foi questionado sobre como era a relação entre ele e Geoff Johns e Jon Berg no set de ‘Liga da Justiça’.

    “Olha, eu admiro Geoff como escritor de quadrinhos da DC. Ele tem sido legal comigo e é um relacionamento perfeitamente cordial. Como executivo, você entra em um território muito espinhoso quando tem uma pessoa que é um escritor que também está tomando decisões executivas e se sentando na cadeira onde em outros filmes o escritor estaria. Então eu acho que é um milagre que Zack filmou tanto [meu] roteiro quanto ele, porque eu sei que havia uma pressão constante para simplificar, mudar, fazer tudo o que o estúdio queria porque havia rumores que eles não fizeram.”.

    Chris Terrio falou também sobre os desafios de escrever ‘Liga da Justiça’ e abordou se o então presidente da Warner Bros., Kevin Tsujihara, ordenou que o filme “tivesse menos de duas horas ou mais de comédia”.

    “Sim, foi o que eu também ouvi”, Terrio compartilhou. “Eu nunca tive nada direto com ele. Tsujihara, pelo que eu sei, e os chefões do topo decidiam a ordem dos filmes. Eu não fui consultado sobre a ordem dos filmes, embora eu fosse a pessoa escrevendo ‘Liga da Justiça’. Eles apenas determinaram que seria o Batman/Superman, depois a Mulher-Maravilha, depois a Liga da Justiça e depois o Aquaman. Então, nunca pensaram em como o mundo foi construído antes de publicarem essa ordem. Eles disseram , ‘Cumpra com este cronograma. O roteiro de ‘Mulher-Maravilha’ nem estava terminado quando escrevi ‘Liga da Justiça’. Então, eu não tinha base para escrever ‘Mulher-Maravilha’ além de Batman [vs.] Superman . Themyscira nem existia. Nunca vi nenhuma página dele. Eu não sabia se as pessoas podiam falar debaixo d’água. Isso foi algo que eu tive que perguntar porque eu não sabia se poderia fazer cenas subaquáticas com o Aquaman e Atlantes. Foi tudo do zero porque não houve filmes de personagens [solo]. Então, Liga da Justiça precisava estabelecer três dos personagens; tive que criar uma longa mitologia de jogo para o Universo DC. Tive que ressuscitar o Superman porque ele estava morto no final do último filme. Só não sei como você poderia fazer tudo isso em menos de duas horas. Talvez o lançamento de 2017 tenha provado que você não pode.”

    Leia a entrevista completa na Vanity Fair.

    Canário Negro: Combustão | A descoberta de uma voz para arrasar nas festas e acabar com os vilões

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    O selo DC Kids apresenta novas versões das histórias de origens dos personagens que conhecemos há tempos, mas voltado para o público infantil. A ideia é que os pequenos tenham seus primeiros contatos com os heróis por essas HQ’s, e Canário Negro: Combustão traz toda a leveza para o público alvo, assim como uma história muito gostosa de ler, independente da idade.

    Dinah já tem muito para ocupar a cabeça, como as aulas e as notas na escola, sua banda com as melhores amigas, discutir com o pai sobre ser da polícia de Gotham ou não. Mas o que ela não esperava era começar a destruir as coisas com sua voz. A jovem não sabe o que está acontecendo, mas se sente envergonhada pelas coisas que quebra quando aumenta sua voz.

    E não bastasse isso, uma vilã está na sua cola para descobrir o paradeiro da antiga Canário Negro. E assim acompanhamos Dinah em sua jornada de descobrir seus poderes e mais sobre sua própria família.

    Essa HQ tem uma arte bem leve, com traços fluídos e definidos que agradam na hora de ler. E as cores são bem fortes e vibrantes, com certeza para prender ainda mais a atenção dos mais novos. Mas combina com o tom da história, dando realmente essa pegada bem jovial que o selo pede.

    Dinah é a própria pré-adolescente que quer fazer tudo do seu jeito, fácil de se identificar, bem divertida e espontânea, mas que também está passando pelas mudanças da idade, só que no seu caso, é por conta dos poderes. É bem legal acompanhar essa jornada dela, e ver como as amigas e a família tentam apoiá-la da forma que sabem e conseguem lidar com a situação.

    Reforçando, é importante ter em mente qual é o público alvo da HQ, mas Canário Negro: Combustão é uma nova história de origem para essa poderosa heroína, que desde pequena quer salvar o mundo, seja como seu pai na polícia, ou com seus novos poderes. E ela não vai poupar esforços para proteger aqueles que ama, e ainda se divertir com as amigas no final do dia!

    E para quem se interessou pela HQ, ela está por menos de 20 reais na Amazon! Confira no link abaixo:

    Liga da Justiça | Gal Gadot recebeu ameaças de Joss Whedon durante produção do filme

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    Em matéria do THR, Ray Fisher e outras fontes revelam que ator não foi a única estrela da Liga da Justiça que estava infeliz com a produção de Joss Whedon.

    Fontes que trabalharam na produção do filme de 2017, afirmam que Whedon entrou em confronto com todas as estrelas do filme antes dirigido por Zack Snyder.

    Entre elas, Jeremy Irons, que interpretou o mordomo Alfred em dois longa do universo estendido da DC, acabou levando suas reclamações não apenas ao chefe do estúdio de cinema, mas também ao presidente da Warner Bros.

    Uma fonte bem informada dita pelo site afirma que Gadot tinha várias preocupações com a versão revisada do filme, incluindo “questões sobre sua personagem sendo mais agressiva do que no filme ‘Mulher-Maravilha’. Ela queria fazer a personagem fluir de um filme para o outro.”

    O maior conflito, dizem as fontes, aconteceu quando Whedon pressionou Gadot a gravar falas de que ela não gostava, ameaçou prejudicar a carreira de Gadot, e desacreditou o trabalho da diretora do primeiro ‘Mulher-Maravilha’, Patty Jenkins. Enquanto Fisher se recusou a discutir o que aconteceu com Gadot no set, uma testemunha da produção que mais tarde conversou com os investigadores diz que, após um confronto:

    “Joss estava se gabando de ter desabafado com Gal. Ele disse a ela que é o roteirista do filme e ela vai calar a boca dela e dizer as falas que ele escreveu, pois ele pode fazer ela parecer incrivelmente estúpida neste filme.”

    Uma fonte bem informada afirma que após o incidente, Gadot buscou ajuda com Jenkins, que juntas foram para a batalha, culminando em uma reunião com o então presidente da Warner, Kevin Tsujihara. Questionado sobre o comentário, Gadot disse em um comunicado:

    “Tive meus problemas com [Whedon] e a Warner Bros. lidou com isso em tempo hábil”.

    Gal Gadot e Patty Jenkins trabalharam juntas novamente em ‘Mulher-Maravilha 1984’, pouco tempo depois do lançamento de Liga da Justiça nos cinemas.