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    Margot Robbie | Atriz confirma envolvimento em filme solo de Arlequina

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    Em entrevista ao canal MTV News, Margot Robbie confirmou estar envolvida em um novo filme protagonizado pela Arlequina. A atriz diz que é um projeto “completamente distinto” de Arlequina e Coringa Gotham City Sirenspossivelmente um filme solo da personagem. Confira:

    Na entrevista, Robbie revela que o projeto está em desenvolvimento há dois anos, e dá uma ideia do que podemos esperar:


    “Ninguém sabe o que acontecerá, mas todos estão ansiosos para ver Arlequina de volta as telas. Eu gostaria de vê-la com outras mulheres. Ela precisa de uma gangue de garotas”.

    Leia mais sobre Arlequina.

    Liga da Justiça | Mechas loiras de aquaman é referência aos quadrinhos, afirma Momoa

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    No Justice League: The Art of the Film, Jason Momoa afirma que as mechas loiras no cabelo do Aquaman em Liga da Justiça foi uma maneira de referenciar o clássico e icônico visual do personagem nos quadrinhos (via Heroic Hollywood).

     

    “Zack [Snyder] teve a ideia das tatuagens. Todo mundo queria que ele tivesse um pouco de loiro nos cabelos. Para os olhos, sempre gostei daquele verde do Van Gogh no qual você consegue se perder, mas que também te assusta. Queria ter esse visual”, afirmou o ator.

     

    O clássico Aquaman loiro 😀

    Leia mais sobre Liga da Justiça.

    Arrow | Arqueiros Verdes se encontram e deixam os fãs emocionados

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    Stephen Amell e Justin Hartley, se encontraram em uma convenção chamada Heroes & Villains Fanfest San José, na California.

    Os atores são conhecidos por interpretarem o famoso Oliver Queen, o Arqueiro Verde. Hartley deu vida ao personagem na série Smallville, aparecendo na sexta temporada. Já Amell – atualmente – interpreta o herói na série Arrow, transmitida pelo canal Warner, no Brasil.

    Os dois aproveitaram para tirar uma foto, registrando o nostálgico momento. A foto foi publicada no Twitter de Stephen Amell com a seguinte legenda: “Vocês deveriam ver a cena deletada de ‘Crise na Terra X’”, referenciando o último crossover que ocorreu nas séries da DC, Crise na Terra X.

    Arrow é exibida pelo canal Warner toda as quintas, às 21:40.

    CCXP 2017 | Guia de sobrevivência no Artist Alley

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    CCXP 2017 está chegando, e é hora saber como sobreviver à este evento épico quando o assunto é o a origem de tudo que vemos nas telinhas e telonas: as HQs.

    E por falar em quadrinhos, esse ano o evento terá a maior Artist Alley do mundo! Batendo New York e San Diego com quase 500 artistas, e muitos deles com trabalhos para a DC.

    Planejamento

    Tudo começa por aí. Planejar o que você irá fazer na convenção é a chave entre aproveitar plenamente, e ser mais um na multidão desnorteado.

    O primeiro passo é um planejamento financeiro, sobretudo, é extremamente válido, senão obrigatório, definir prioridades de gastos e um limite para tal. Assim você evita uma dor de cabeça com o cartão de crédito, ou aquela bronca lá em casa. Portanto, faça conforme seu orçamento PERMITE, um teto de gastos total e também para cada área especifica se possível, pois se você for primeiro na loja da DC e sair com roupa pra usar até 2030, dificilmente vai sobrar algum recurso para comprar aquele Print do seu artista favorito :/ Pesquise com antecedência, pergunte nos canais de cada lugar e nas redes sociais, o custo daquela peça que você tanto quer para evitar surpresas.

    Ordem de prioridade

    É preciso frisar que a noção básica de economia se aplica aqui. Recursos são escassos, portanto, se o que você quer tem muita procura, a chance de você não conseguir algo se não der a devida prioridade é grande. Liste quais são os artistas e estandes de quadrinhos que você quer visitar primeiro.

    Minha dica, caso você seja um colecionador ou leitor assíduo, é correr primeiro na loja da Panini. Por que isso? Primeiro, pois todos os eventos ela traz novidades que chegam primeiro à CCXP, antes das lojas e comic shops. Segundo, pois ela aproveita artistas internacionais para lançar material do mesmo, assim você consegue um autografo, como foi ano passado em que ela trouxe de volta o Evangelho Segundo o Lobo, na ocasião da vinda do Simon Bisley. E em terceiro lugar, pois além de um desconto em materiais de banca, que com muito custo você consegue comprar ao preço de capa, teremos como todos os anos ,desde a primeira edição, capas exclusivas da Comic Con. Ou seja, capas variantes que remetem aos artistas presentes na convenção, um verdadeiro item de colecionador!

    Alem é claro das Sketchs covers, capas em branco dos principais títulos pra você conseguir um desenho de algum artista e garantir uma capa única, só sua!

    Artist Alley

    O beco dos artistas, no bom português, é o local que, desde a ultima edição, mora no coração do evento, e conta com uma galeria gigantesca de ilustradores, desenhistas, coloristas entre outros, que estão lá com o intuito de divulgar seu trabalho, vender seu quadrinho e interagir com seus fãs.

    Caso seja seu primeiro evento, é muito importante frisar que os artistas são divididos em duas categorias: os que terão mesas, e os que estarão no estande da Chiaroscuro, uma das organizadoras do evento.

    Aqueles com mesa, na sua grande maioria, ficarão nela direto, ou seja, então não será difícil encontrar seu desenhista favorito, como Bernard Chang para pegar aquele Sketch maroto. Ao contrario do pessoal da Chiaro, que terá um horário especifico para autógrafos, ainda não divulgados pelo evento.

    Sabendo disso vamos à algumas terminologias para você saber diferenciar o que você pode trazer pra casa vindo de um artista:

    Autografo – A assinatura pura e simples do artista. Você leva um quadrinho em que ele trabalhou, e autografa para você. 99% deles não cobram por isso, visto que o fato de você prestigiar sua obra faz o mesmo ter ganhos sobre isso. Em casos raros de desenhistas muito famosos, como Frank Miller, tem a cobrança por autógrafos, mas são casos isolados. É muito provável que não irão cobrar para autografar o seu gibi.

    O que pode ocorrer com artistas concorridos, é o limite a uma ou duas obras por vez. Ou seja, caso leve um run inteiro do Lanterna Verde pro Bernard Chang, provável que vá precisar pegar algumas vezes a fila.

    Sketch – Um rabisco de algum personagem no próprio gibi, ou em um caderno de sketchs próprio para isso. Não são todos que dão, ainda mais se tiver uma fila considerável atrás de você, e alguns inclusive cobram para tal, podendo variar muito de preço.

    Uma dica de ouro, não chegue do nada pedindo um desenho do artista, ele vai gastar seu tempo e recursos, uma vez que a caneta, a tinta, o nanquim que ele vai usar custam dinheiro. Portanto pelo menos compre um print ou um quadrinho dele, e só ai peça um desenho, assim muito provavelmente ele fará com  muito mais boa vontade.

    Commision – Uma arte original, um desenho que é encomendado, normalmente com antecedência, ou que pode ser pedida no evento para ser retirada mais tarde. Nesses casos, é sim cobrada dependendo da sua complexidade, quanto mais simples e com menos elementos mais barato. Nem todos os artistas aceitam encomendas, mas os que estão la para tal, costumam ter uma tabela com os valores de cada especificação, corpo inteiro, tamanhos maiores encarecem a arte, mas com certeza vai ficar lindão na sua parece 😉

    Arte Original – Sabe a página que você lê em Batman? Então, essa página foi um dia desenhada, passado a arte final e pintada para depois ser letreirada e inserida num gibi em escala industrial. Você tem oportunidade de ter um pedaço literalmente da historia da sua HQ favorita, mas claro que tudo isso tem um preço bem salgado na maioria das vezes.

    Uma arte original tem preço que varia desde quem é o artista, quanto a obra em si e também o que tem dentro da página. Se você pegar um título B, com um artista novo, numa cena sem muitos detalhes ou personagens importantes, é provável que você pague menos de 200 reais nela. Mas um Ivan Reis, desenhando Hal Jordan na mega saga Noite Mais Densa, não vai sair menos de cinco dígitos, em dólares.

    Resumindo, planeje-se, leve dinheiro para chorar um desconto e evitar problemas tecnológicos, vista sua melhor camiseta super heroica e viva o épico !

    Asa Noturna | Nick Jonas mostra interesse em viver o herói em seu filme solo

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    Durante uma entrevista com o ComicBook, o ator Nick Jonas foi perguntado o que acharia de interpretar Asa Noturna no filme solo do herói que vem por aí. E não é que ele se empolgou com a ideia?!

    “Eu toparia. Eu super toparia! Eu não sabia que tem pessoas pedindo para que eu faça esse papel, mas mantenham o falatório vivo, pessoal! Se vocês votarem por mim, talvez eles me escolham.”

    Nick e The Rock no filme novo Jumanji

    Na verdade, existem, sim, algumas pessoas que pensaram no ator e cantor para o papel, e um movimento surgiu nas redes sociais. E ele disse que seria incrível ser o parceiro do Batman.

    O diretor do filme, Chris McKay, já deixou avisado que nada está definido. Mas Nick, que está em Jumanji: Bem-vindo à Selva, pode estar no páreo para o papel, junto com o ator de Stranger Things, Dacre Montgomery.

    O que acham da ideia?

    Batmóvel | Agora você pode pilotar o veículo do Batman! Ou quase isso…

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    Pilotar o Batmóvel… quem nunca sonhou com isso? Bom, agora esse sonho pode ser realizado com o lançamento do Ultimate Justice League Batmobile.  Fabricado pela Mattel, esse Batmóvel vem na escala 1/10 e com uma câmera acoplada no cockpit, onde toda ação pode ser vista na tela do seu celular, que também controla todas as funções do carro. Isso mesmo, o controle remoto do Batmóvel é o seu celular!

    O veículo conta também com armas giratórias que, além de utilizarem a realidade aumentada pelo celular, acompanham a direção das rodas. Ou seja, para onde o veículo fizer uma curva, a mira estará sempre acompanhando a direção do Batmóvel. O “brinquedo de adultos” vem com o chamado “Jump Mode” que faz o veículo aumentar a distância entre o assoalho do carro e o chão para que você possa fazê-lo pular de rampas e obstáculos sem danificar o modelo. E, como um belo detalhe, o escapamento solta uma fumaça, pra tornar tudo bem real.

    Para arrematar as maravilhas desse Batmóvel, ele conta com o Super Speed Battery System, com o qual você pode se divertir por 30 minutos após uma recarga de 30 minutos, e o veículo emite os sons de motores e armas iguais aos do filme.

    O Ultimate Justice League Batmobile está sendo vendido nos EUA por módicos 249,90 dólares (pouco mais de R$ 810,00), mas com aqueles descontos camaradas, é possível achá-lo por até 189 dólares.

    Batman Ninja | Vozes de personagens de animes estarão na animação

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    Para aqueles que amam os animes, assistir Batman Ninja’ vai trazer boas lembranças. Com uma produção japonesa/americana, a animação conta com vozes originais muito especiais. Para você que gosta de assistir tudo legendado é bom prestar atenção nessas vozes…

    Batman terá a voz de Koichi Yamadera. Ele é conhecido por fazer a voz de Isaac McDougall (Full Metal Alchemist: Brotherhood), Tenshinhan (Dragon Ball Z) e Togusa (Ghost in the Shell). Wataru Takagi será a voz do Coringa. Ele é conhecido pelas vozes de: Hammerhead (One Punch Man), Shiba Ganju (Bleach) e Obito Uchiha (Naruto Shippuden). Ai Kakuma será a Mulher-Gato. A voz dela pode ser ouvida como Chino (Naruto Shippuden). Como Arlequina, Rie Kugimiya que é conhecida como a voz original de Alphonse Elric (Full Alchemist Metal), Happy (Fairy Tail) e Kagura (Gitama).

    O ano de lançamento será em 2018. Nos Estados Unidos ainda há dúvidas com respeito a equipe de dublagem. No Brasil, temos menos informações ainda. É claro que queremos a equipe mais conhecida das animações. Mas por ser uma animação atípica só nos resta saber quais os planos da DC Animation para o nosso país.

     

    Confira o trailer de Batman Ninja!

    Renascimento | Review de Titãs Annual Vol.1

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    Tempest está sozinho em um lugar vazio com várias câmaras e tuneis. Logo é encontrado por Wally West e Flash. Depois de uma breve conversa, Aquaman surge seguido por Asa Noturna. Em uma breve busca, os Flashes encontram Donna Troy e Mulher Maravilha numa discussão. Nas sombras, acompanhando tudo está o Batman. Quatro Titãs e quatro membros da Liga da Justiça, quatro pupilos e quatro mentores, presos em um lugar deserto e cheio de ameaças.

    É esse o inicio da trama de Titãs Annual #1, trazido pelos roteiros de Dan Abnett (veterano, escreve para DC desde 1997) e pelos desenhos do novato Minkyu Jung (artista sul-coreano graduado na Kubert School, tem aqui trabalhado exclusivamente para DC) essa história é uma boa exploração das relações entre dois grupos de heróis e seus membros.

    Dan Abnett apresenta uma história redonda, com começo, meio e fim bastante fluidos. O plot dos mentores e pupilos já foi explorado em várias histórias, mas é sempre um bom tema a se abordar. Nessa história em especifico é evidente que existe certa rivalidade entre eles, enquanto os mentores tem o ímpeto de proteger seus pupilos e pensar que eles ainda não são totalmente bons para serem independentes, o ex-protegidos tem aquela vontade de provar que eles são totalmente capazes de cuidar das próprias vidas e provar aos seus ex-protetores que são heróis e não meros parceiros mirins. Isso se reflete na busca pela liderança na história, logo assumida por um herói da Liga, mas sempre questionada por um heróis dos Titãs.

    Além disso, a relação entre os membros dos dois grupos é muito bem delineada, mostrando que enquanto os Titãs tem entre eles a amizade como aquilo que une o grupo, a Liga da Justiça tem o perfil do respeito mutuo. A Liga é vista como companheiros que se unem para realizar coisas, enquanto que os Titãs são amigos reunidos para enfrentar problemas. Toda a trama do Chave e do sequestro dos heróis serve apenas para trazer a tona essa relação, seus problemas e suas mágoas.

    Quanto à arte Minkyu Jung tem um traço bastante correto, limpo e com dinamismo. Os personagens são bem desenhados, com anatomia correta. Devido ao ambiente no qual a história se passa (um bunker deserto), incomoda um pouco a repetição de cenários, e até mesmo a falta deles em várias cenas. Muitos quadros de luta tem apenas a cena de luta e como fundo um efeito de luz ou um degradé escuro. Espero ver mais trabalho desse artista nos títulos regulares da DC futuramente.

    Conclusão: É uma HQ interessante, de leitura rápida e fluida com boas cenas de ação e com uma boa profundidade nas personalidades dos heróis, mas com um vilão e uma ameaça que só servem mesmo de pano de fundo.

    Leia mais resenha sobre HQ’s aqui!

    The Flash | Grant Gustin elege responsável por mudança na quarta temporada

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    Uma nova temporada de uma série além de apresentar novos desafios e transformações para o super-herói e os personagens que estão no seu entorno, também pode ficar marcada pela mudança de tom. A quarta temporada de The Flash se encaixa nesse exemplo, mais leve e dinâmica a série parece ter deixado os episódios sombrios no passado.

    Em entrevista ao ScreenRant, Grant Gustin, que interpreta o Flash, levantou possíveis acontecimentos que colaboraram para essa mudança e tornou o ambiente de gravação e o resultado mais divertido.

    “Filmar esta temporada foi muito mais divertida do que podíamos imaginar. Não quero que pense que o ano anterior não foi bom, porque foi. Mas quando tudo fica muito sério, é bom poder retroceder e brincar um pouco mais, nos divertirmos de outra maneira. Acho que o grande responsável por isto é Ralph Dibny.”

    O ator ainda teceu elogios ao seu parceiro de trabalho Hartley Sawyer, o Homem-Elástico.

    “Hartley, que faz o papel de Ralph, e eu, tivemos uma ótima química desde o início. É possível que muitos tenham notado, ele é como uma versão jovem de Jim Carrey. Dissemos isso à ele no set. Ele tem esse tipo de comédia física, somado ao seu grande talento como ator. É incrível tê-lo conosco”.

    The Flash atualmente está na quarta temporada e é exibido no Brasil pelo Warner Channel.

    Crise na Terra X | Crossover é o melhor momento já visto sobre séries de super-heróis

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    Antes de escrever esse texto, tenho a obrigação de ser o mais claro e objetivo com você, caro leitor. Quando a série Arrow estreou, confesso que estava mega motivado em assistir esse universo da DC proposto pela CW. Minha motivação durou 3 temporadas, talvez porque essa proposta sobre o vilão da semana e a insistência em forçar romances em meio a situações heróicas não me agradava nem um pouco. Pelos mesmos motivos, deixei de acompanhar The Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow.

    Mas eu sou um DCnauta. E como todo fã da editora azul, nós gostamos de acompanhar grandes histórias. É o que nos prende. É o que nos faz gastar nosso precioso dinheiro em HQ’s e produtos que custam muita grana. Eu decidi acompanhar os 4 episódios de Crise na Terra X de forma despretensiosa, apenas parei para assistir uma boa história. Como se parasse em uma banca de revistas para pegar a graphic novel do momento. Mas confesso também que a lembrança anterior, dos momentos que não me agradavam sobre essas séries, estariam presentes nesse crossover. E eles estavam, mas sem nenhuma forçação de barra que prejudicasse o decorrer da trama, até porque o mote principal da história girava em torno do amor.

    Iris West e Felicity Smoak: Destaques sensacionais nesse mega crossover

    O amor está no ar. Destaque para os casais Iris West e Barry Allen, Overgirl e o Arqueiro da Terra x, Oliver Queen e Felicity Smoak, Sara Lance e Alex Danvers, Ray e Capitão Frio. Esses dois últimos, casais homossexuais (inclusive com direito a beijo gay e tudo!), o que mostra a vanguarda e o destaque da DC Comics em assuntos e questões LGBT+.

    A trama inicia com a invasão dos personagens da Terra X na Terra 1. A explicação que a série dá pela existência da Terra X é inédita, pois, de acordo com o que já conhecemos do multiverso de 52 universos em referência nas Hq’s, consideremos a Terra X como a Terra 10, e o crossover apresenta ela como a Terra 53, ou seja, uma terra a par da contagem tradicional dos 52 universos. A explicação é dada pelo Dr. Harrison Wells, nos Laboratórios Star.

    Os personagens e suas motivações dentro da história são as mesmas para ambas as terras: Salvar suas versões da Supergirl. E, durante a trama, há referências históricas e também sobre o universo DC para todos os cantos. Destaque para o retorno do vilão da 1º temporada de The Flash e também para a versão Supergirl da Terra X, a Overgirl. Por parte dos heróis, as cenas emocionantes são entre Jefferson Jackson e Martin Stein, apresentando verdadeiramente a essência de um relacionamento entre pai e filho.

    Pontos fortes: A construção e apresentação dos personagens, o roteiro e as ligações possíveis sobre a existência de outras versões de personagens dentro do multiverso.

    Pontos fracos: Alguns efeitos visuais sem refinamento e a ausência de personagens em outros momentos do enredo. (Ray Palmer e Wally West, principalmente.)

    Em resumo, Crise na Terra X é como parar em uma banca de revistas e ler uma Graphic Novel. Posso afirmar com toda a certeza que esse é o melhor momento de todas as séries de super-heróis presentes no mercado. Vale a pena conferir e deixar se envolver por Crise na Terra X. A ordem dos episódios é Supergirl, Arrow, The Flash e Legends of Tomorrow.