A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
52 é considerada a HQ mais ambiciosa da DC Comics por sua publicação semanal, foco em personagens secundários e uma narrativa que redefiniu o conceito de universo compartilhado.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
52 é considerada a HQ mais ambiciosa da DC Comics por sua publicação semanal, foco em personagens secundários e uma narrativa que redefiniu o conceito de universo compartilhado.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
A terceira temporada de Preacher estreará em 24 de junho, conforme informações do Deadline. Depois de anunciar a data, a emissora AMC divulgou algumas imagens do novo ano. Confira:
Na nova temporada, a jornada de Jesse Custer o leva para a sua cidade natal, onde encontra obrigações mortais, inimigos e alguns amigos. Ele tentará escapar do seu passado para salvar o futuro do mundo. A temporada terá 13 episódios inéditos.
No Brasil, o canal pago AXN e o serviço de streamingCrackle transmitem o seriado.
O ator Nicolas Cage demonstrou interesse em interpretar o palhaço do crime. Em entrevista ao JoBlo, Cage afirma que “ficaria ótimo” na papel do Coringa. Confira o que disse:
“Eu estou envolvido em outras coisas nesse momento, mas sempre pensei que ficaria ótimo como Coringa. Seria o papel perfeito para sair dos trilhos do que fiz anteriormente e, sabe, seria muito divertido”
Já pelo lado da Marvel, Cage disse que gostaria de viver um vilão como o Doutor Destino.
“Olha, sempre pensei que seria um bom vilão na Marvel, como Doutor Destino. Precisaria usar uma máscara, mas penso que sua história é muito interessante. Se retornasse a esse formato em algum momento, provavelmente teria que ser como um desses vilões”
Então…o ator seria um bom Coringa? Diga nos comentários!
A Warner Bros. anunciou que Christina Hodson (Bumblebee: The Movie) é a nova roteirista do filme solo da Batgirl, de acordo com o Hollywood Reporter.
No final de fevereiro, Joss Whedon deixou a produção do filme alegando que não tinha uma história para contar, mas rumores apontam que ele queria adaptar o arco “The Million Dollar Debut of Batgirl!”.
Ainda de acordo com o Hollywood Reporter, a Warner está em busca de uma diretora para comandar o filme. E rumores apontam o filme da Batgirl como o próximo longa da DC a começar a produção.
Na continuação de nossa análise sobre as páginas e quadros de A Piada Mortal, continuaremos do exato ponto onde paramos, na página 70 do roteiro de Moore, que será a página 25 na sua edição de luxo da Graphic Novel. Caso você não tenha visto ainda a primeira parte, você a encontra aqui. Você também pode ler mais sobre a criação de A Piada Mortal aqui, em outra parte do nosso especial de 30 anos.
Temos início a mais um flashback, onde o homem jovem recebe a notícia da morte de sua esposa e de seu filho. Esse é o flashback menos colorido por Bolland, que reforça o luto e a sensação de enclausuramento do personagem e vai ressaltar as cores da sequência do passeio de Gordon, que virá a seguir, e as do último flashback. O último quadro se encerra com um eco da posição do homem jovem e de Gordon, que também apresentam estes homens cercados por figuras de ar grotesco, agentes da loucura.
Acompanhamos a viagem de Gordon no trem-fantasma, enquanto o Coringa faz sua performance musical e mostra as fotos de Bárbara para o comissário. Aqui, mais uma vez, retomamos o tema da relação do Coringa com a imagem. Apesar de todo o mal e tortura que o Coringa afligiu a Gordon, era necessário que a imagem fosse usada como a ponte que cria a ruptura na realidade e induz a loucura. Se, ao final de suas lembranças, vemos o Coringa ocultando sua própria face, tomado pelo medo e pelo sofrimento, aqui ele se revela em grandes painéis. A figura central da página 25 apresentava uma violência gráfica muito maior no roteiro de Moore, que Bolland amenizou em sua primeira versão, que mostrava também um nu frontal de Bárbara. Esta também foi amenizada ao ser levada para a graphic novel, focando na expressão de dor de Bárbara e em detalhes de suas pernas. Os caminhos prováveis sobre o acontecido com Bárbara deixarei-os em aberto para livre interpretação, mesmo que o roteiro de Moore e uma declaração dada pelo autor já tenham dado a resposta. A página seguinte nos apresenta o final do tour de Gordon, ao mesmo tempo que mostra a busca de Batman pelo Coringa. Isso não só explica rapidamente onde o herói esteve como também faz uma pequena ode ao lado detetive do Homem-Morcego. Esses quadros também mostram que Batman falhou em salvar o comissário Gordon a tempo. Isso vai criar um atrito maior entre o Batman e o Coringa e cria uma tensão maior para a história, reforçada pelo aumento do som do trem-fantasma passando pelas portas. “Bdump“. Se acompanhamos o som ao ler a história, veremos que ela formará o som de batidas de coração.
Já vimos que algumas falas dos personagens, quando direcionadas a outros, falam mais sobre o personagem em questão do que quem as está ouvindo. A partir deste ponto isto ficará mais presente até o fim da hq. O Coringa recebe um catatônico Gordon e Huguinho, Zezinho e Luisinho na saída do trem-fantasma. Enquanto olha para uma poça, vamos para o último flashback da história, com o homem jovem olhando seu reflexo na água. Essa água que liga o futuro com o passado também liga passado com o futuro, pois será desta água tóxica que o homem jovem, que agora vê sua imagem pela última vez, sairá já transformado em Coringa. Vemos aqui que todos as pequenas colorizações de Bolland eclodiram na apresentação do Capuz Vermelho. A visão do homem jovem, ao colocar o capacete, se torna dupla. Os caminhos que ele toma, agora, são moralmente ambíguos e confusos. É assim que ele também verá Batman antes de pular no ácido da Ace Chemicals, uma figura duvidosa e dúbia. Batman, que aqui aparece no começo de sua carreira de vigilante, interrompe a ação dos seguranças para cuidar das coisas a seu “modo”. O “modo” do Batman é justamente um dos últimos elementos necessários para a criação do Coringa. Após sair do rio poluído, em meio a dor, o homem jovem tira o capacete do Capuz Vermelho e enxerga seu novo rosto em uma poça. É, no confronto com a imagem, que o homem jovem deixa de existir. Nasce o Coringa.
Acervo John Higgins (artofjohnhiggins.com)
Do mesmo HAHAHAHA visto no último painel do passado, voltamos ao presente com as figuras do circo rindo de Gordon, que está preso em uma jaula. Enquanto o Coringa fala da sua visão sobre o homem comum, faróis se aproximam. Batman finalmente chegou, como a luz que espanta o mal, com poder e imponência. Não é a toa que o maior quadro da história é reservado para o Homem-Morcego e para o Batmóvel. Apesar do tom heróico, é como se dois demônios estivessem se encarando. É a primeira vez na graphic novel que o Batman se encontra com o verdadeiro Coringa. “Olá, eu vim conversar”. As legendas retomam as falas de Batman para o falso Coringa das primeiras páginas, no Arkham. Porém, diferente de antes, Batman não precisa repeti-las. Os rostos não estão mais encobertos por sombras. Ambos se conhecem, ambos são íntimos. Não há nada que precisem dizer um ao outro que já não seja do conhecimento de ambos. Normalmente, quando se fala na Piada Mortal, sempre são citados alguns momentos icônicos da graphic novel, mas dificilmente estes quadros das páginas 34, 35 e 36 são lembrados. Eles são importantíssimos pra reforçar a relação do Batman e do Coringa e o aspecto cíclico da hq. Todas as ações do Coringa são um caminho para que a história chegue exatamente neste ponto: o embate entre as duas forças que representam.
O Coringa foge para a Casa de Diversões e Batman ajuda Gordon a sair da jaula onde está preso. Em menos de uma página Moore/Bolland nos mostram a força e a sanidade de Gordon, que apela para que Batman vá atrás do Coringa e o traga “pela lei”. Batman atravessa a porta, que já reconhecemos como um símbolo da loucura, para encontrar um ambiente de profanação e armadilhas, onde as imagens são traiçoeiras e confusas. O Coringa nos fala sobre sua teoria do dia ruim, e traça paralelos entre seus destinos. Os espelhos refletem o Príncipe Palhaço de várias formas, as formas e passados que o Coringa diz constantemente se lembrar. Enquanto conta sua piada, a piada do título, a piada que é a própria vida em si, Batman quebra o espelho e aparece atrás do Coringa. É a quebra das imagens distorcidas que o Coringa constrói, assim como a da barreira que os distanciava. É a primeira vez que vemos uma linha, um muro metafórico entre os dois personagens, desaparecendo. Esse limite quebrado por Batman também nos apresenta uma sequência de quadros onde o rosto dos personagens aparecem ao mesmo tempo, durante uma feroz luta. Até esse momento, e excluindo os quadros com o falso Coringa, os rostos dos personagens haviam dividido de forma clara o mesmo quadro apenas uma vez (o primeiro da página 36). O Batman, então, retruca os comentários do Coringa a respeito de Gordon.
Batman: “por acaso, eu falei com o comissário Gordon antes de entrar aqui. Ele está muito bem.”
Batman: “apesar de suas brincadeiras doentias ele esta tão equilibrado como sempre foi.”
Batman: “talvez pessoas comuns não quebrem á toa.”
Batman: “talvez as pessoas não precisem ficar caídas no chão só porque levaram um tombo.”
Batman: “talvez a fraqueza seja só sua.”
Aqui, também falando a si mesmo, Batman vê em Gordon a sanidade que faltou ao garoto Bruce Wayne. Ambos, Coringa e Batman, sabem que não são “pessoas comuns”, como o próprio Batman diz. Ambos são seres danificados e quebrados, por isso Batman se exclui da definição. É por isso que Coringa escolhe Gordon para testar sua teoria, pois é o homem justo e são de Gotham. Que força é essa de Gordon, a força do homem comum, que faltou aos humanos mais formidáveis da Terra?
O Coringa é jogado para fora da Casa de Diversões, fora do ambiente de loucura, e é trazido para uma noite escura e marginalizada. É o ambiente do real. Foi numa noite parecida com essa que o homem jovem perdeu sua vida, que os pais de Bruce Wayne foram assassinados e que o Comissário Gordon foi torturado. Em uma sequência rápida, o Coringa saca a mesma arma usada para aleijar Bárbara Gordon para atirar em Batman. Há uma repetição de quadros que relembra os segundos que antecederam a tragédia de Bárbara. “Click, click, click“. A arma, porém, está vazia.
Diferente do que aconteceria normalmente, Batman e Coringa começam a conversar sobre as escolhas e sobre os caminhos que podem percorrer. Durante toda a graphic novel, Moore/Booland nos deram pequenos momentos onde o Coringa perdia seu semblante psicótico e seu característico sorriso. Agora, por duas páginas e meia, a dupla nos entrega um momento de pura humanidade e sentimento do vilão, onde por um breve momento a vontade de voltar a ser o homem jovem possa ter surgido. Porém, o Coringa sabe que não há saída. É tarde demais para que ele possa voltar a ser uma pessoa normal, assim como é tarde demais para que o Batman deixe de vestir seu uniforme e caçar bandidos de noite. Ambos estão presos a esse ciclo onde o caos e a ordem se colidem, deixando feridos pelo caminho, e que se iniciará na noite seguinte. Um ciclo interminável e irreversível. Antes mesmo que a piada do Coringa acabe, Batman já entende o que ela significa. No roteiro de A Piada Mortal Moore frisa que Batman está triste pelo Coringa. O palhaço, então, entrega o punchline. Com o rosto molhado de chuva, lágrimas ou ambos, o Coringa começa a rir de forma desenfreada, e é seguido por Batman. O som das risadas se mistura ao som das viaturas do GCPD que estão chegando. Batman apoia suas mãos no Coringa. As luzes dos carros fazem linhas de luz nas poças, entre os dois inimigos. A luz desaparece em seguida, quebrando a linha que existe entre eles, permanecendo apenas a imagem dos pingos na poça. O último quadro não possui legenda de final, nem nada que indique o fim da história. A história apenas apresenta um eco com o começo, como se pudesse ser lida em looping.
Independente do final que você pense para a obra (que iremos discutir na próxima parte), o importante é pensar nesse ciclo criado por Moore/Bolland e na busca por retratar o mito destes dois personagens, assim como o símbolo que constroem quando estão sozinhos e em relação. Em poucas páginas, a dupla conseguiu aprofundar ainda mais na psiquê destas figuras e revelou facetas do Coringa que, até então, nunca haviam sido exploradas com convicção. Independente se Batman matou ou não o Coringa, ou o que signifique de fato a piada do vilão, o que importa é que por um breve momento Bruce Wayne e o Homem Jovem compartilharam um raro momento de cumplicidade e riram, juntos, na chuva, enquanto se apoiavam um no outro. E se esse não for um dos momentos mais poderosos das histórias em quadrinhos e não fizer você abrir pelo menos um sorriso de canto de boca é porque, muito provavelmente, você só está em um dia ruim.
Mais uma vez, Amanda Waller tem um problema que só pode ser resolvido pelos melhores dos piores. A Força-Tarefa X, mais conhecida comoEsquadrão Suicida, volta a ação depois de já terem feito sua estréia nas animações e no Universo Cinematográfico da DC. E além de terem a missão de superar a qualidade do filme antecessor da equipe, Batman: Assalto em Arkham (animação que se passa no Arkhamverse), e de se livrarem da má reputação deixada por sua versão live-action, desta vez os vilões convocados precisam encontrar um objeto misterioso, um cartão com propriedades supostamente místicas.
Com direção de Sam Liu, sempre a frente de grandes animações, e com roteiro do já experiente Alan Burnett (Batman: a Máscara do Fantasma, Liga da Justiça Deuses e Monstros e participações em episódios das principais animações para tv da DC desde Batman: A Série Animada), Suicide Squad: Hell to Pay é o décimo filme do Universo de Filmes Animados da DC, iniciado com Liga da Justiça: Ponto de Ignição, e prova ser uma história divertida e com bons momentos, apesar de cometer alguns deslizes. É importante perceber que a animação espera atingir principalmente o público adolescente, sendo este o mais contemplado. Esta escolha pode acabar distanciando o público que busca uma obra final mais adulta e reflexiva. Porém, entendendo esta escolha, o filme se torna uma viagem muito interessante, principalmente pra quem é consumidor assíduo de animações da DC Comics. Hell to Pay faz diversas ligações com os outros filmes e personagens presentes neste universo. O mesmo acontece com os traços e a identidade da animação, que busca manter a mesma qualidade mas optando por novos caminhos e elementos para construir sua identidade própria. Um destes elementos é a violência. Sangue, vísceras e ossos são explorados na animação, mas de forma quase cartunesca, evitando que sejam graficamente fortes ou agressivas. A linguagem e algumas incitações sexuais, com direito a cenas de nudez não-explícitas, também ajudam a construir esse universo onde não há heroísmo, só vilões lutando por seus próprios objetivos. A ação também é bem presente, e a animação é bem dinâmica e cheia de vitalidade, assim como a dublagem americana e brasileira, que estão muito bem ajustadas aos personagens.
Outro grande acerto é a escolha dos personagens trabalhados em Hell to Pay. Dispondo de personagens famosos e e em ascensão, aos poucos somos apresentados a outros grandes heróis e vilões da DC que são desconhecidos do grande público, mas nem por isso menos interessantes. A formação do Esquadrão Suicida conta com Pistoleiro, Arlequina e Capitão Bumerangue (aproveitando o embalo do sucesso dos personagens no filme de David Ayer), Nevasca, Cobra Venenosa e Tigre de Bronze. Estes últimos dois merecem uma atenção especial por seu design, sequências de ação e/ou desenvolvimento no filme. Com o passar da trama, somos apresentados a outros personagens, mas cabe aqui preservar as possíveis surpresas e adição de conflitos ocorridas até o final do segundo ato, que são um dos pontos positivos do filme. É interessantes ressaltar apenas que, logo nos 5 primeiros minutos, há uma pequena aparição de uma antiga formação do Esquadrão nos quadrinhos.
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A relação dos personagens também é algo a observar em Hell to Pay. Apesar de mais ajustada que no famigerado filme do DCEU (faço a comparação apenas para usarmos como base, não que ela necessariamente precise ser feita ou que essas plataformas precisem ser comparadas entre si), ainda encontramos aqui uma tentativa muito superficial de aproximar os personagens e conquistar o carisma do público. Em vez de simplesmente mostrá-los como os vilões que são (e que queremos ver), o filme busca ressaltar suas virtudes e boas ações. Se o filme explorasse e nos mostrasse em tela essas camadas poderia ser mais efetivo, o problema é que tudo é mais falado do que executado. Os diálogos expositivos não nos permitem acreditar de fato e absorver o que a animação possui de mais dramático. Porém, se o filme falha em aproxima-los, distância-los se torna muito mais fácil e prazeroso. Quando o filme se permite entregar ao caos que é uma equipe formada por egóicos, mercenários, sociopatas e lunáticos, o resultado é prazeroso e imprevisível. Por isso, mesmo se o espectador começar a se cansar, recomenda-se continuar assistindo. Em sua primeira meia hora a animação pode parecer um trabalho sem muitas pretensões, mas em sua última hora (e especialmente no final) o resultado é realmente divertido e nos proporciona momentos empolgantes, plot twists e muita sujeira. Tudo isso com a participação de personagens difíceis de se ver normalmente e que trazem um frescor para aqueles que já estão cansados de ver sempre os mesmos rostos e uniformes em filmes, animações e quadrinhos da DC Comics.⠀⠀⠀⠀⠀⠀
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Enfim…
⠀⠀⠀⠀⠀ Suicide Squad: Hell to Pay é uma animação divertida, repleta de gore leve e que busca ser justa com todos os personagem que dispõe, dando-os espaço na história, desenvolvendo seus poderes e habilidades e apresentado-os a boa parte do público. Continuando a boa qualidade que o Universo de Filmes Animados da DC vem construindo, Suicide Squad: Hell to Pay acerta ao optar por uma trama muito menos grandiosa e megalomaníaca que sua versão em filme, explorando o caráter operacional e paramilitar da equipe. Apesar de cometer deslizes no aprofundamento de seus personagens e construção de relação, e abusar do “falar, não mostrar”, a animação ainda é um resultado final agradável para assistir despreocupado e uma boa inserção do Esquadrão Suicida neste novo universo – e, quem sabe, um bom material de estudo para Gavin O’Connor e os roteiristas de Esquadrão Suicida 2…⠀⠀⠀⠀⠀
Stephen Amell, nosso Oliver Queen, falou na Awesome Con sobre um crossover de Arrow com Raio Negro, e deu esperança para o fãs que querem ver isso acontecendo!
“Todo mundo finge que não vamos, eventualmente, fazer um crossover com Raio Negro. Mas nós provavelmente vamos, porque é assim que o mundo funciona” afirmou o ator. E continuou dizendo que “Eu amaria. Acho que tudo que você pode fazer para expandir o universo e construir em cima do que já construímos seria ótimo. Então, eu fico feliz que a série vai bem, espero que seja muito bem-sucedida, e espero fazer parte disso, de alguma maneira”.
Anteriormente, o produtor executivo de Raio Negro disse que a série não faz parte do Arrowverso, e explicou o motivo. Mas todo mundo ainda tem esperança de que um crossover aconteça!
Segundo o portal That Hashtag Show a Warner Bros. tem avançado na produção do roteiro do filme Liga da Justiça Sombria. Em agosto, Jon Spaihts que trabalhou em A Múmia e Doutor Estranho foi designado para trabalhar no roteiro, com ele no projeto foi anunciado que alguns dos personagens que deverão aparecer no filme teriam ligações com os personagens como Papa Meia-noite, Abby Arcane (a esposa do Monstro do Pantano), Madame Xanadu e Klarion o menino Bruxo. A ultima informação trazida pelo portal foi que no roteiro atual veremos a dimensão de bolso de Eddie Deacon, Oblivion onde temos oPacto das Sombras!
Oblivion Bar é um lugar aberto apenas para os que possuem habilidades em magia e as portas para ele vagam pelo universo. Os frequentadores são diversos e o Pacto das Sombras, grupo formado por Magia, Retalho, Detective Chimp e Demônio Azul, usa como seu QG. Os membros do grupo variaram desde sua estréia em 2005.
Em um rascunho recente do roteiro, o Pacto das Sombras seria composto de 5 membros, e apareceriam no Oblivion. Bar que está sendo mantido por Eddie Deacon. E essa versão da equipe traria em sua formaçãoDetective Chimp, Senhor Destino, Orquídea Negra, Pandora e Vingador Fantasma. A fonte foi clara que esta é realmente uma ponta e não esperar que os personagens interajam com a Liga da Justiça Sombria.
Essa sem dúvida seria uma adição especial ao filme, mas como ainda é incerto não vamos por todas as nossas fichas nessa aparição, já que os “mestres” de edição adoram cortar cenas. Além disso devemos considerar que mesmo que o filme tenha tido inicio de sua produção em 2012 passou por mudança de diretores e roteiristas até finalmente ser anunciado na lista oficial de produções cinematográficas da DC no ano passado.
No início desta semana, Ben Affleck ficou sabendo de um caso muito especial, um menino refugiado de 11 anos chamado Mukuta, que é muito fã do Batman, atualmente está lutando contra um câncer em estado terminal.
Durante sua estada no Hospice Atlanta, Mukuta demonstrou amar muito o personagem. Como resultado, a equipe fez um pedido para que um animador vestido de Batman fosse ajudar a levantar o ânimo do garoto. Sabendo disso ninguém menos que o Shazam (Zachary Levi) fez um pedido especial para o Batman (Ben Affleck) via Twitter.
I don’t have an official Bat Signal, but I’ll boost this for all its worth. @BenAffleck, this lil dude could really use some caped crusading right about now. 🙏 @jimmykimmelhttps://t.co/j1aNoKINWm
“Não tenho nenhum Batsinal oficial, mas vou incentivar isso porque vale a pena. Ben Affleck, esse carinha realmente precisa de um Batman agora”.
De acordo com o E! Online, Affleck fez uma pausa nas filmagens de ‘Triple Frontier’ no Havaí para falar com o fã através de uma ligação em vídeo. o Hospice Atlanta descreveu o dia como memorável. O Ator também se ofereceu para ajudar a levar a mãe de Mukuta do Zimbábue para Atlanta e ficar ao lado de seu filho durante esse período difícil.
#HospiceAtlanta & Mukuta’s family are so thankful to @BenAffleck, who following his FaceTime conversation w/Mukuta yesterday, has graciously offered 2 fly his mother from Zimbabwe to reunite with her son. A true superhero in action! #Batman4Mukuta@DabneyHollis@VNHS 404.215.6011
— Visiting Nurse | Hospice Atlanta (@VNHS) April 6, 2018
“A família de #HospiceAtlanta & Mukuta são muito gratos a @BenAffleck, que depois de sua conversa através do FaceTime com Mukuta ontem, ofereceu duas vezes para trazer a mãe do Zimbábue para se reunir com seu filho”, revelou o centro. “Um verdadeiro super-herói em ação!”.
Zachary Levi também agradeceu ao gesto do ator via Twitter.
Not all heroes wear capes. Though, coincidentally, some do. 🤗 Bravo, @BenAffleck. And continued prayers for Mukuta. 🙏 https://t.co/ZWTpzDqsM2
“Nem todos os heróis usam capas. Embora, coincidentemente, alguns façam isso. Bravo, @BenAffleck. E continuemos com as orações por Mukuta.”
Ben Affleck é um defensor dos refugiados do Congo. Em 2010, ele ajudou a fundar a Iniciativa do Congo Oriental, que luta por concessão de subsídios, focada em trabalhar com e para o povo do leste do Congo.
Tony Isabella, o criador de Raio Negronos quadrinhos junto ao artista Trevor Von Eeden, gostaria de ter a chance de escrever um episódio da série de TV baseado no personagem. Isabella deu a declaração em resposta a uma fã que o questionou quanto à possibilidade no Twitter – confira:
I would love to write an episode for the show. I’m looking into how I might be able to make that happen. https://t.co/h0gx2pd5pL
— Tony Isabella (@thetonyisabella) 4 de abril de 2018
“Eu adoraria escrever um episódio para o programa“, disse Isabella. “Estou estudando como eu poderia fazer isso acontecer“.
Raio Negro foi renovada recentemente para a segunda temporada. Embora Isabella não esteja diretamente ligado ao roteiro do primeiro ano, seu nome aparece nos créditos e ele tem acompanhado de perto a atração.