O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
Batman Cruzado Encapuzado é a segunda temporada da animação antológica que estreou em 2024 acompanhando as aventuras do Homem Morcego em um universo noir.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
Batman Cruzado Encapuzado é a segunda temporada da animação antológica que estreou em 2024 acompanhando as aventuras do Homem Morcego em um universo noir.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
Frank Miller está retornando ao mundo de sua aclamada série de quadrinhos “Dark Knight Returns” para uma nova história em quadrinhos especial estrelada por Carrie Kelley. A Robin cresceu e se tornou a Batwoman.
“O Retorno do Cavaleiro das Trevas: A Criança de Ouro” irá co-estrelar Lara Kent, a filha de Superman e Mulher Maravilha, introduzida já em outras edições.
Além de Lara e Carrie Kelley, a edição apresenta Jonathan Kent como um dos protagonistas. Miller comentou a proposta:
“Agora estamos vendo a próxima geração de heróis em ação, e Rafael foi a escolha óbvia para eu apresentar esses heróis que são vigorosos, não testados ainda e cheios de promessas. Acho que Jonathan Kent, em particular, surpreenderá a todos com suas habilidades imprevisíveis e mente extraordinária. ”
Miller está escrevendo “Dark Knight Returns: The Golden Child”. O gaúcho Rafael Grampá será o responsável pelas artes da edição, retornando para o universo dos quadrinhos depois de seis anos. Outras capas para a edição terão a assinatura de Paul Pope, Andy Kubert e Joelle Jones.
Quando a DC resolveu encerrar o selo Vertigo, acho que fui um dos primeiros a ir até as redes sociais e dizer: “Naaaãão, vocês estão matando a minha Vertiguinho, homens maus!” Era o calor do momento. Justamente a Vertigo, que já trouxe histórias necessárias e revolucionárias, das quais vibrei, chorei, me emocionei e passei raiva é claro. Virar as costas para um selo adulto, para um público fiel que consome esse tipo de material, poderia ser um tiro no pé. Mas agora, pensando bem, a decisão foi acertada.
A DC apresentou o novo selo adulto chamado “DC Black Label” em meados do ano passado. Algo como se fosse a “nova” casa da Vertigo, e como primeiro título “Batman Damned” de Brian Azzarello e Lee Bermejo em três volumes.
Por muito tempo queria ler uma narrativa do Batman que não fosse pragmático as raízes heroicas do Homem-Morcego. Era como se nesse momento minha preferência de bebida fosse Whisky e não mais Coca-Cola com gelo e limão. Talvez o último “grande whisky” do Morcegão que tenha remetido em mim tal sentimento tenha sido o clássico Morte em Família.
Batman Condenado não fala sobre o super-herói que veste um uniforme de morcego e combate o crime. Essa edição fala sobre o quanto um humano é vulnerável não só fisicamente, mas psicologicamente as angústias que envolvem o passado, o presente e o desconhecimento do futuro que o aguarda.
Na edição, o passado do Batman é a família, na figura da sua mãe, Martha Wayne. Impossível imaginar que o casal Martha e Thomas Wayne tivessem tantas brigas, problemas na relação, idas e vindas durante o período da juventude de Bruce.
O presente por sua vez, é retratado por uma perseguição clássica ao Coringa. Uma morte que envolve o Palhaço do Crime atormenta o Homem-Morcego durante toda a história. A busca implacável pelo vilão, torna o Batman e também Bruce Wayne condenado pelos fantasmas do passado e presente. Seja sua família ou seja a criminalidade de Gotham, Batman está atormentado o tempo todo. Durante as 3 edições, a presença da Liga da Justiça Sombria no enredo funciona como a linha que costura toda essa narrativa. Constantine é o “Mestre dos Magos” nesta proposta. Por vezes, adota uma postura de um espectador, que usava sua visão de fora da situação para orientar o Morcegão nas suas ações.
Em muitos momentos, a edição de Batman Condenado me causou certo desconforto por não conseguir prever as ações ou adivinhar as sequências da história. Talvez seja essa a real função de uma boa história em quadrinhos, despertar surpresa e sensações a cada página.
Impossível também não ler Batman Damned sem lembrar do clássico Coringa de Brian Azzarello. Depois que conclui a edição de Condenado, busquei novamente a edição do Coringa de Azarello para encontrar pontos que talvez conectassem uma narrativa a outra. Encontrei. Talvez seja uma visão de fã, algo proposital ou não, mas há uma conexão clara de cenários e enredos entre uma e outra.
A edição em seu roteiro é um soco no estômago. Propõe reflexões e potencializa a todo momento o quanto os fatores externos, que rodeiam e atingem o personagem, constrói a sua personalidade e molda o caráter do Batman que conhecemos. De forma necessária, esse é o Batman menos “Batman” que já vi, porque ele deixa a roupagem do estrategista para trás e se torna um ser atordoado e atormentado pelo completo caos.
A Liga da Justiça Sombria cumpre um papel crucial em toda a história. Necessária para tirar o Homem-Morcego do caos e leva-lo para o fundo do poço. Pois essa é a real forma do Batman lutar. Ele precisa estar no seu limite para somente assim emergir e combater seus inimigos.
Batman Damned é a edição lado B daquele seu disco clássico favorito. Vale cada página! E sobre a Vertigo? Não seja saudosista demais. DC Black Label chegou com uma proposta que vale a pena de verdade!
Nota:
Batman: Amaldiçoado (Batman: Damned, EUA – 2018/19) Edições:Batman: Amaldiçoado #1 a 3 Roteiro: Brian Azzarello Arte: Lee Bermejo Letras: Jared K. Fletcher Capa: Lee Bermejo Editoria: Mark Doyle Editora original: DC Comics (selo DC Black Label) Data original de publicação: 19 de setembro e 12 de dezembro de 2018 e 26 de junho de 2019 Páginas: 156.
Em 1992 chegava a televisão pela primeira vez, nossa amada Palhaça do Crime, e, para comemorar os 27 anos de história, apresentamos a sua origem, como surgiu a personagem vivida por Margot Robbie nas telonas.
Criada por Paul Dini e Bruce Timm para a série “Batman: The Animated Series” de 1992, onde teve primeira aparição no episódio “Um favor para o Coringa” lançado em setembro. A ideia inicial era para ser apenas uma coadjuvante nesse episódio, mas não imaginavam a popularidade que a personagem teria. Participou em vários outros momentos da série até sua conclusão.
Seus criadores basearam seu nome, Arlequina, no Arlequim, um personagem da Commedia Dell”Arte, a tradicional comédia italiana do século XV, envolvendo apresentações circenses e de improviso, sendo o Arlequim responsável por entreter a plateia no intervalo entre as apresentações. Outro fato curioso é que Bruce Tim juntamente com Paul Dini tiveram a ideia baseada na personagem que Arleen Sorkin fez na novela “Days of our lives” em que ela se veste de boba da corte em um dos episódios, curiosamente, é a própria Arleen que dubla a personagem na animação em Inglês.
Na imagem: A atriz Arleen Sorkin.
Seu nome original era Dra. Harleen Frances Quinzel, e o Coringa usando um jogo de palavras dá o nome Harley Quinn, (Arlequina no português) entretanto, ela revela que outras pessoas já a chamaram assim devido ao seu nome incomum, inclusive ela mesma pede para ser identificada dessa forma.
Curiosidade: na dublagem brasileira, ela é apresentada inicialmente como Marlene Quinzel. Sua origem só seria contada anos depois, em 1994, seus criadores escreveram a HQ Mad Love para mostrar a origem definitiva da personagem. Na história, a Dra. Quinzel é uma estudante de psiquiatria que vai trabalhar no Asilo Arkam e lá conhece o famigerado palhaço do crime. Pouco a pouco ela vai sendo envolvida até que se apaixona loucamente por ele, e no final surge a nova personalidade da doutora, a Arlequina.
Conheça suas HQ’s mais icônicas no Universo DC:
MAD LOVE
Essa história levou dois prêmios de destaque, o Eisner como melhor “Single Issue” (melhor publicação individual), indicando Bruce Timm como melhor desenhista, onde também ganhou o Harvey na mesma categoria.
BATMAN ARLEQUINA
Sua introdução ao universo canônico do Batman aconteceu na época da mega-saga Terra de Ninguém, encadernada no Brasil pela Eaglemoss, sua primeira aparição se deu num especial chamado Batman Arlequina, com a tão conhecida capa de Alex Ross que foi referenciada no filme do Esquadrão Suicida.
GOTHAM CITY SIRENS
Ela continuou fazendo sucesso, ganhando inclusive uma serie própria de 2000 a 2004 que durou 38 edições, entre as principais histórias vale ressaltar o desenvolvimento da própria Arlequina, mas sobretudo, o fortalecimento da amizade entre ela, Hera Venenosa e Mulher Gato, que culminaria algum tempo depois na HQ “Gotham City Sirens” sendo que o desfecho da série, onde acontece sua rendição e o retorno voluntario ao Asilo Arkam.
NOVOS 52
Na reformulação dos Novos 52, a personagem foi introduzida como um dos membros do Esquadrão Suicida, e adotando um visual na qual o filme foi baseado. Posteriormente também ganhou série solo. A origem aqui é contada praticamente como em Mad Love, mas com algumas modificações, sendo a principal delas quando decide se juntar ao Coringa. Ele a leva para as indústrias ACE e a joga num tanque químico, semelhante ao que aconteceu originalmente com o próprio palhaço do crime, fazendo assim sua pele ter a tonalidade pálida e dando a coloração capilar semelhante a que conhecemos. A reação química também alterou sua personalidade, tornando-a completamente louco igual seu par romântico.
HARLEY QUINN POWER GIRL
Na sua própria HQ, há um desenvolvimento maior da personagem. Nela é introduzido seu esquadrão de arlequinas e alguns outros coadjuvantes que a ajudam em suas aventuras, com uma pegada voltada para a comédia e não tanto para a ação como nas HQs do Batman. Na edição, a personagem sai até de Gotham City e busca parcerias como por exemplo, a Poderosa.
RENASCIMENTO
Na fase DC Renascimento existe apenas a continuação do que havia saído anteriormente, mas não é necessário a leitura das fases que antecederam para o entender e compreender o arco da personagem. Os roteiristas se mantiveram e a temática é a mesma. No decorrer das histórias é revelada algumas referências, mas nada que deixe a HQ impossível de ser apreciada.
A sérieKrypton estreou em meados de 2018 como uma das produções com maior audiência do canal SyFy no ano, e surpreendentemente após a confirmação de uma segunda temporada e um spin off, a série foi cancelada.
A segunda temporada do seriado foi ao ar entre 12 de junho e 14 de agosto contando com 10 episódios e retomando os acontecimentos do final da temporada anterior na qual vimos Seg-El, interpretado por Cameron Cuff, desaparecer na Zona Fantasma em um sacrifício digno de seu neto Superman, para evitar a queda da cidade de Kandor diante do vilão Brainiac.
A temporada trouxe boas novidades como o mercenário intergalático Lobo, interpretado por Emmett J. Scanlan, a afirmação do temido General Zod como o grande ditador de Krypton, com uma promessa de levar seu povo ao status de grandeza que ele considera digno.
KRYPTON — “Light-Years From Home” Episode 201 — Pictured: Colin Salmon as General Zod — (Photo by: Steffan Hill/SYFY)
Apesar da produção ter procurado trazer mais elementos a narrativa da temporada, o grande foco de Krypton continua sendo a trama política que a série abordou em sua estreia, agora centrada na figura de um ditador que coloca todos que se opõem contra a sua ideologia de joelhos. A interpretação de Colin Salmon como Dru Zod ganha grande destaque mostrando que o ator entendeu a essência do personagem e o seu significado, se tornando um dos ótimos momentos dessa nova leva de episódios.
Outro a proporcionar grandes momentos foi Lobo, mesmo que sua participação tenha sido curta ao longo da temporada, tivemos a oportunidade de ver um pouco do Maioral em live action pela primeira vez e não foi decepcionante. Irônico, debochado e irreverente na mesma proporção de um personagem extremamente violento, a versão de Scanlan para o bastardo definitivo foi algo que nos faz pensar como seria o spin-off de seu personagem e quais aventuras loucas seriamos brindados por este anti-herói tão querido dos fãs de quadrinhos.
Krypton dedica todo o tempo de sua narrativa em enfatizar a batalha entre o ditador Zod e a resistência liderada por Val-El em um combate que se torna interessante por ser abordado em diversas frentes, seja nos campos de batalha e na luta pela conquista de postos, ou nos bastidores na busca por novas alianças para fortalecer ambos os lados.
Este conflito talvez seja o grande erro da temporada, em não dar a devida atenção a Lyta Zod de Georgina Campbell, uma personagem que tem um crescimento interessante na primeira temporada e acaba sendo limitada a uma coadjuvante em uma proposta narrativa tão complexa ao ter um fim trágico no episódio “A Better Yesterday” sendo a baixa mais sentida nesta temporada.
Se por um lado não se teve o mesmo cuidado com alguns personagens, por outro tivemos um momento digno de fãs clássicos de quadrinhos do Superman com a aparição de Apocalypse, cuja a caracterização já chamou a atenção na primeira temporada, tendo uma boa parte de um episódio contando a sua origem de uma forma mais semelhante ao que conhecemos da versão do nêmesis do Homem do Amanhã, uma criatura que sofreu com diversos experimentos de cientistas kryptonianos culminando no monstro conhecido pelos fãs.
Mesmo com um final que deixa muitas questões em aberto que seriam respondidas em uma temporada seguinte, Krypton se despede de seus espectadores mostrando que poderia ter fôlego para uma terceira temporada, buscando trazer respostas a muitos elementos que ficaram em aberto no roteiro da série fazendo a conexão entre o passado alienígena e o presente heroico do Homem de Aço.
Novos personagens são confirmados em Crise nas Infinitas Terras, o mega crossover que unirá as séries de super-herói produzidas pelo canal CW.
O primeiro confirmado é John Wesley Shipp, que viveu o Flash na série de TV dos anos 1990. Atualmente, o ator também interpretou Henry Allen, pai de Barry (Grant Gustin) e Jay Garrick, o Flash original dos quadrinhos dentro do Arrowverse.
Outro personagem que retorna às telas é Johnaton Schaech, que reprisará seu papel de Legends of Tomorrow como Jonah Hex.
Crise nas Infinitas Terras envolverá seis séries da CW: Arrow, The Flash, Supergirl, Batwoman, Raio Negroe Legends Of Tomorrow. Os três primeiros episódios do especial serão exibidos em dezembro deste ano e a história se completa em janeiro, com a transmissão dos dois últimos.
Foram divulgadas novas imagens do próximo episódio de Titãs, e nelas podemos ver novos rostos, e outros conhecidos também.
Com o retorno da serie recebendo elogios, o segundo episodio parece focar em uma nova personagem, Rose. Pra quem não esta familiarizado, Rose Wilson é filha de ninguém mais que Slade Wilson, o Exterminador.
Pouco se sabe sobre sua personagem, mas sua participação pode dificultar ainda mais o treinamento dos novos Titãs em sua jornada.Com as novas imagens também conhecemos Shimmer, interpretada pela atriz Hanneke Talbot, que brevemente aparece no trailer de anuncio da temporada, confira:.
A nova temporada de Titãs ainda não tem data para chegar na Netflix do Brasil.
Neste mês de Bienal e da censura do prefeito do Rio de Janeiro com um beijo gay entre dois personagens em uma história em quadrinhos da Marvel, é de imensa importância falarmos sobre um dos casais mais conhecidos das HQ’s no meu primeiro textinho aqui no Terraverso. Começo falando do meu casal favorito dos quadrinhos porque essas mulheres incríveis têm muita história desde os anos 90 e sim, vamos falar da Harley e da Pamela Isley, nossa querida Hera Venenosa. Nem sempre tudo foram flores e essas personagens tiveram uma evolução maravilhosa nos últimos anos. Se você não conhece a história delas juntas e do desenvolvimento ao longo do tempo, vem cá que o Terraverso te explica direitinho.
A ORIGEM
Tudo começou em 1993, durante a série animada chamada “Batman: A Série Animada” no episódio #56. Nesse episódio é apresentado ao público o começo de uma parceria que duraria muitos e muitos anos, tornando-se um episódio clássico para quem é fã da Harley de carteirinha.
O episódio basicamente se passa com Harley indo roubar um diamante do Museu de Gotham, e por obra do destino ou dos roteiristas a Ivy também estava tentando roubar toxinas por ali, então automaticamente as duas viram amigas. Nesse mesmo ato, a Ivy injeta um soro na Harley que deixa ela imune a qualquer tipo de toxinas e venenos, isso já faz a gente observar o companheirismo e cuidado que a Hera sempre teve com a Harley, principalmente em relação ao Coringa, já que desde os anos 90 ela tentava desvincular a sua então amiga daquele relacionamento abusivo que todos já conhecem.
Agora que já conhecemos o início, vamos falar de algo importante na história das duas… a evolução e o relacionamento.
O RELACIONAMENTO
Em 1998, é lançada por Paul Dini e Rick Burchett a edição “Batgirl Adventures”. Nessa HQ algo específico chama a atenção dos fãs; Quando em uma conversa, a Batgirl quer saber qual o tipo de “amizade” da Harley e da Ivy, já deixando subentendido, o que sempre foi notável desde quando as personagens foram criadas. E esse foi um dos momentos essenciais para que se intensifique uma história muito interessante das personagens que saiu da cabeça dos fãs para se confirmar nos quadrinhos.
A DC viu como uma possibilidade nos anos posteriores de mostrar um lado mais humano da Harley, utilizando uma das poucas coisas que ela realmente ama de verdade, a própria Hera. O aspecto romântico entrou no momento certo há muito tempo como “mensagens subliminares” e vem evoluindo até hoje nas obras, se tornando um relacionamento em algumas edições como poligâmico e em outras monogâmico. A editora tenta não perder a característica de melhores amigas que as duas personagens têm e isso se desenvolve da maneira correta, com a Ivy ajudando a Harley nos momentos de dificuldade e tentando livra-la de um relacionamento que a corrompeu por muitos anos nesse universo.
Antes era só algo que os fãs achavam devido as declarações de ambas personagens nos quadrinhos, até a confirmação vir da própria editora com o lançamento de Harley #15 e então, não dava mais para disfarçar. A DC Comics publicou em seu twitter a confirmação do relacionamento das duas ressaltando que elas tem um relacionamento sem o ciúmes monogâmico, algo que define as personagens muito bem.
A notícia não chocou muito os fãs, que já desconfiavam de toda essa situação, e o próprio Paul Dini e o Bruce Timm quiseram desenvolver a relação das duas, mas escolheram deixar subentendido por um tempo. Só em 2015, foi confirmado toda essa relação maravilhosa que as duas tiveram ao longo dos anos. A gente observa que a DC espera a Arlequina se desconstruir do Coringa, espera uma mudança com o tempo e a personagem vem se firmando dentro do universo dos quadrinhos, para poder introduzir de verdade o relacionamento das duas em algo futuramente também monogâmico e mais direto, já que até em um arco recente as personagens se casam em Las Vegas, na edição #70 da saga prequel aos acontecimentos do game Injustice 2. Onde Hera conta que ela e a Harley se casaram em Vegas.
É visto então que o Coringa foi uma pessoa importante na vida da Harley nas HQ’s, muito mais de forma negativa do que positiva, já que bastante da sua personalidade foi moldada pelo Palhaço, algo que a DC vem tentando desconstruir com o passar dos anos, e a Hera, foi essencial para o crescimento da personagem. O que ajudou a mesma a se destacar mais ainda nas edições e ganhar um arco solo pelo seu jeito sério e contrário da Harley, com todo o seu cuidado com a natureza e proteção ao meio-ambiente.
Atualmente nos quadrinhos, muitos consideram as personagens mais como “anti-heroínas” do que vilãs, já que em muitos arcos a DC levou a aposta de mostrar ao leitor um lado mais humano e admirável da Harley, com as pessoas e coisas que ela ama, sem perder o foco e a personalidade da personagem que vem conquistando o coração de cada vez mais pessoas no cinema e nos quadrinhos, mostrando assim, que o Universo da DC Comics está sempre propenso a mudanças e fases de cada personagem.
POR FIM, O OUTRO LADO QUE PRECISAMOS SABER!
Em 2007, Paul Dini, Bruce Timm e Judd Winick lançam uma edição dividida em 3 partes chamada “Batman Harley and Ivy” onde vemos uma HQ com muitas cores, lembrando bastante a animação dos anos 90, algo que agradou muitos fãs. Porém, essa edição gera muita controvérsia até hoje, sobre como esse relacionamento foi desenvolvido, e muitos usam o argumento de que a Hera é tão tóxica quanto o Coringa nesse quadrinho. Para compreender um pouco dessa polêmica, explico brevemente do que se trata essa edição, que visualmente muito bonita, mas não nem de perto uma das minhas favoritas.
Nessa HQ vamos ter uma Hera um pouco diferente do que somos acostumados hoje em dia, ela aborda Harley e Ivy em muitas aventuras, se metendo em problemas como já estamos acostumados, porém, sem uma Ivy cuidadosa e amorosa com a Harley. Na história, ela continua uma mulher séria e mais fechada que a Quinn, o que torna as situações engraçadas ao longo da trama, mas incomoda quem se acostumou com as versões recentes da personagem, pois a Pamela está sem um ponto principal no relacionamento das duas: a proteção.
Escolho mostrar para vocês 2 momentos da edição que não condiz com o que vemos hoje, provando como a editora com o passar dos anos, vem se edificando e melhorando o tratamento com a Harley, valorizando o fato que a personagem tem sentimentos e merece alguém que se importe e cuide dela
Em muitos momentos da trama, a Ivy se imagina matando a Harley por conta da personagem ter cometidos erros atrapalhados, como por exemplo, maltratar uma planta para poder salva-las do perigo, isso causa um excesso de raiva fazendo com que ela tente se livrar da Harley, e ter pensamentos absurdos.
Para muitos, esses momentos foram um grande erro ao longo da HQ, pois a Pamela tem um sonho ruim com a Harley e acaba a agredindo. Isso lembra a vocês um personagem específico? Pois é…
Esse trabalho visualmente lindo do Bruce Timm, gera muitas controvérsias mas algo é fato: A DC melhorou no tratamento da personagem, e a maioria dos arcos atuais tratam a Ivy como o que ela realmente é, amiga da Harley que faz de tudo para sua melhora pessoal, sempre a protegendo e cuidando, algo que nesse quadrinho em específico não acontece como um todo.
A ideia de uma relação saudável entre duas mulheres que sempre foram amigas foi só evoluindo com o passar do tempo, a Ivy surgiu de volta na vida da Harley no momento certo, em uma fase que as pessoas não admiravam e nem achavam tão engraçado o relacionamento dela com o Coringa como antes. A nossa rainha das plantas não surgiu na vida da personagem para “tapar buraco”, surgiu para desenvolver algo que desde os anos 90 estava planejado pelos criadores. É importante frisar que essa HQ não é a favorita de muitas pessoas, apesar de amarem o trabalho do Bruce Timm e do Paul Dini nesta obra e os autores as conhecerem muito bem, mas realmente os tempos mudaram.
Os arcos dos Novos 52 e Renascimentoda Harley estão cheios de conteúdo que nos apresentam a verdadeira personagem que a DC aposta agora, a verdadeira relação que a atriz Margot Robbie já deixou claro que quer ver nas telonas em entrevistas, que é da amizade e o relacionamento verdadeiramenteromântico. Com isso, concluo que apenas um arco não define toda situação de personagens que tem se adaptado e evoluindo cada dia mais com autores diferentes que buscam compreender a relação, e adaptar para o seu jeito de ver as duas, respeitando a personalidade individual. Sendo assim, Arlequina e Hera Venenosa é o casal com uma das maiores trajetórias da DC, com bastantes pontos positivos e representatividade LGBT no universo dos quadrinhos, onde as duas personagens atualmente se respeitam e a na maioria das vezes, sempre se salvam, mantendo além de um relacionamento romântico, acima de tudo uma amizade respeitosa.
Com essas personagens cada vez mais exploradas nas HQs, neste mês de Setembro estreou uma nova série das duas pós eventos da saga “Heróis em Crise” do Tom King, com também o anúncio de uma série animada da Arlequina que conta com a presença da Hera acompanhando a protagonista.
“Harley Quinn (Arlequina: Série Animada)” estreia dia 23 desse mês no streaming DC Universe.
Nova temporada de Titãs já começou pelo DC Universe, e seu material de divulgação foca no elenco de heróis e seus super trajes.
Com a adição de novos rostos, o segundo ano da serie com os sidekicks mais famosos da DC acrescenta personagens de peso em seu arsenal, e com eles, novos trajes que chamam atenção pelos seus detalhes e fidelidade ao material de origem, confira:
Exterminador (Deathstroke), interpretado por Esai Morales
Já aparecendo no episodio de retorno, nova imagem de Slade Wilson apresenta mais detalhes de seu traje de trabalho, com a adição da famosa espada .
Rapina e Columba (Hawk e Dove), interpretados por Alan Ritchson e Minka Kelly
Destaques do primeiro ano, Rapina e Columba retornam com poucas mudanças para a nova temporada, mas dessa vez, finalmente conseguimos uma visão melhor do traje de Columba e seus detalhes.
Robin (Jason Todd), Interpretado por Curran Walters
Jason Todd ganhara mais destaque nessa temporada, integrando o time principal, sua personalidade forte promete bater de frente com seu novo mentor, Dick Grayson. Seu traje permanece o mesmo.
Slade, Rose (Ravager), Conner (Superboy) e Krypto
Começando os novos rostos, temos Chelsea T. Zhang como Rose Wilson (Devastadora), ainda não sabemos muito sobre ela, ou seu super traje, mas já conseguimos destacar o famoso tapa-olho.
Ao seu lado vemos Joshua Orpin como Kon-El, ou Conner, com sua famosa camisa que parece ter sido retirada dos quadrinhos, e seu inseparável companheiro Krypto e sua coleira.
Jericho, Interpretado por Chella Man
Já na primeira imagem oficial de Jericho, o outro filho de Slade Wilson, vemos apenas o visual do dia a dia do personagem, sua participação se mantem um mistério.
Titãs é exibido pelo serviço de Streaming DC Universe toda sexta-feira, com a segunda temporada já confirmada, porém sem data, para chegar no Brasil pela Netflix.
Robert DeNiro, Todd Phillips, Joaquin Phoenix, Zazie Beetz e Bradley Cooper no Festival de Toronto.
Com destaque para a atuação de Joaquin, os elogios ao filme do ano pelo festival de Veneza continuam no TIFF, confira as melhores reações de jornalistas e críticos que compareceram ao festival de cinema em Toronto:
JOKER: Not your daddy’s #Joker movie. Riveting & engrossing, unnerving & disturbing, intense & very violent. A cross between Taxi Driver, King of Comedy & Network. #JoaquinPhoenix is haunting, very different from Jack & Heath. Need to stew on this one. #TIFF19pic.twitter.com/L1ySwUgzDO
“Não é um filme comum: Revitalizante e envolvente, desconcertante, perturbador, intenso e muito violento. Uma mistura de Taxi Driver, King of Comedy, e Network. Joaquin Phoenix é assombroso, muito diferente de Jack (Nicholson) e Heath (Ledger). “
#Joker is DARK. Really violent, and Joaquin Phoenix’s performance is astounding. Crowd gasped and said “oh my god” several times. Need some time to think about this psychological thriller. #TIFF19
“Coringa é PESADO. Muito violento, e a atuação de Joaquin é brilhante. O publico ficou chocado inúmeras vezes. Preciso de um tempo para pensar sobre esse filme.”
Joaquin Phoenix gives a twisted & darkly stunning performance. Rife with social commentary on mental health, violence, social classes & more. It builds upon the discomfort of the audience to really bring home the message behind it. #JokerMovie#Joker#TIFF19pic.twitter.com/RIlDCcGnHZ
“Joaquin apresenta algo lindamente pesado e distorcido, recheado com criticas sociais e comentários sobre saúde mental, violência, classes sociais e mais. Ele (o filme) trabalha com o desconforto da audiência para fazer a mensagem ter efeito.”
Saw #Joker. It is DARK. Think Network as a comic book movie. Freakily relevant to right now. Nicely twisty though familiar too. Joaquin makes the thing – we’re gonna have MANY convos about this flick. #TIFF19pic.twitter.com/pcgx1J1UyD
“Coringa é PESADO. Pense no filme “Network” como se fosse um filme baseado em quadrinhos. Super relevante para os tempos atuais. Vamos ter muitas conversas sobre esse filme no futuro. “
#Joker is an extremely ultra violent tale but it’s also a concerning commentary on mental illness, class, feeling ostracized from society. It’s really chilling to watch. #TIFF19pic.twitter.com/pX6z0DdlI9
“Coringa é um filme extremamente violento mas também um preocupante comentário sobre doença mental, classes, se sentir excluído da sociedade. É realmente assustador de assistir.”
JOKER is phenomenal. Joaquin Phoenix’s performance is next level. No other performance this year will be able to top this one. There is so much to digest with this film too including its exploration of humanity & mental illness. A Flawless Masterpiece. #JokerMovie#Jokerpic.twitter.com/uNIQ11aShV
“Coringa é FENOMENAL. A atuação de Joaquin esta em outro nível. Nenhum ator esse ano vai conseguir superar ele. Tem tanto nesse filme para explorar, incluindo a exploração da humanidade e saúde mental. Uma maravilhosa obra de arte.”
“Coringa” chega aos cinemas brasileiros no dia 6 de Outubro.
Certa vez, Stan Lee, lenda da Marvel, foi convidado a imaginar histórias da Liga da Justiça com a sua abordagem. Na edição recente de Lanterna Verde, sua interpretação sobre o agente esmeralda retorna as páginas da revista. Confira a prévia:
Para salvar o mundo de uma destruição, Hal Jordan recebe ajuda de vários Lanternas Verdes de realidades alternativas. A aparição do personagem se dá após a pergunta: E se Indiana Jones fosse um Monstro do Pântano místico? É assim aparece o arqueólogo Len Lewis.
Lembrando que a Terra-6 é o lar de todos os outros heróis reimaginados por Stan Lee. A edição Lanterna Verde #11 está disponível nas bancas.