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Superman | Em nova edição, herói revelará sua identidade secreta ao mundo

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Um dos maiores segredos do universo DC será revelado em Superman #18, que será lançada em dezembro nos EUA. Superman revelará que é na verdade Clark Kent. Essa é uma decisão que mudará o rumo da vida de Clark, e de sua esposa Lois Lane, para sempre. Confira a capa:

“Com a família do Superman espalhada pela galáxia, nosso herói precisa confrontar algumas das maiores preocupações sobre si mesmo e seu lugar na galáxia. O lendário artista Ivan Reis se junta ao roteirista Brian Michael Bendis para introduzir a maior mudança na vida do Homem de Aço” diz a sinopse.

A revelação da identidade do Superman para o mundo será escrita por Brian Michael Bendis e ilustrada por Ivan Reis. A edição será lançada em 11 de dezembro nos EUA.

Patrulha do Destino | Produtor revela detalhes sobre a 2º temporada da série

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Patrulha do Destino é uma das produções mais conceituadas da atualidade, o que muito se dá pela identidade adotada pela própria série, que buscou a todo momento se aproximar da essência dos personagens dos quadrinhos e levar para o DC Universe toda a “estranheza” desses personagens problemáticos, seja no âmbito físico ou psicológico.

O importante é que Patrulha do Destino com toda sua gama de bizarrice conquistou milhões de fãs para uma equipe até então “desconhecida” e para muitos (inclusive eu mesmo) é a melhor série da DC na atualidade. Contudo, após o cancelamento inesperado de Monstro do Pântano, o medo era que o mesmo se repetisse com a Patrulha, o que (ainda bem!) não aconteceu, já que foi confirmado o retorno da equipe para uma nova temporada no DC Universe.

Em entrevista ao TV Insider, o produtor executivo da série falou um pouco do que está por vir na próxima temporada. Confira:

Está cru e mal resolvido no momento. Todos eles tem que lidar com esses sentimentos na segunda temporada. Agora eles tem uma criança entre eles que é muito desgastante por conta dos superpoderes que ela tem que são meio incontroláveis. Ela é igualmente amável e uma força mortal. Eles e Niles vão ter que encontrar uma maneira de manter o mundo a salvo de Dorothy.

Apesar do final feliz (e bizarro) da primeira temporada, os ânimos da equipe ainda estarão alterados devido as revelações de Niles, contudo, a chegada de Dorothy a equipe propõe um novo elo e assim a equipe mais bizarra da DC segue em atividade.

A nova temporada deve chegar no DC Universe em 2020.

The Suicide Squad | HQ’s dos anos 80 podem ter influenciado o diretor

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O diretor James Gunn, ao publicar uma imagem com a confirmação do elenco de Esquadrão Suicida, revelou que sua inspiração para roteirizar o filme surgiu das antigas histórias da equipe, assim podemos concluir que as HQs emblemáticas do Esquadrão serviram de base para o desenvolvimento da trama. Nota-se isto também pelo logo utilizado por Gunn, que remete às artes dos anos 80. Como você confere abaixo:

Entre os nomes destacam-se  a brasileira Alice Braga,  John Cena,  Nathan FillionSean Gunn (irmão de James Gunn), Pete DavidsonTaika Waititi, conhecido como o diretor de Thor: Ragnarok, Peter Capaldi, de Doctor WhoIdris Elba e Michael Rooker, o Yondu de Guardiões da Galáxia. Como também Jai Courtney, Margot Robbie e Viola Davis, que reprisam seus papeis como Capitão Bumerangue,  Arlequina e Amanda Waller, respectivamente.

Algo que poderia ser descrito no filme são as histórias de Jon Ostrander, que serviram para como colocar o título no mapa dos quadrinhos mais lidos da DC Comics no final dos anos 1980. O Esquadrão Suicida surgiu quando Amanda Waller não podia recorrer aos heróis e então reuniu uma equipe de supervilões, que estavam presos, para impedir o ataque da criatura Enxofre.  Parte desta história já foi adaptada no primeiro longa, mas seria interessante vermos outras façanhas da equipe, como missões de resgate na até então União Soviética ou invasões em Apokolips, além disso, Ostrander utilizava as narrativas para discutir sobre temas que envolviam racismo e machismo.

Batman do Futuro | Versão feminina do personagem será lançada em nova edição

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Na edição “Batman Beyond #39” , uma mulher assumirá o manto do Homem Morcego. Na fase recente, Terry McGinnis está desaparecido. Confira:

O roteiro da edição é de Dan Jurgens, e as artes de Scot Eaton. Confira a sinopse abaixo:

O mistério envolvendo o novo protetor de Neo-Gotham segue! Com Terry McGinnis desaparecido, uma pessoa misteriosa decidiu assumir essa missão, e nem mesmo Bruce Wayne não consegue identifica-la. Será que essa heroína tem o que é necessário para enfrentar Derek Powers? Ou seu tempo sob a máscara acabará em tragédia?

Batman Beyond #39 chegará às bancas norte-americanas em janeiro de 2020.

Mulher-Maravilha | Heroína ganhará edição solo pelo selo DC Black Label

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A DC Black Label publicará uma história sombria da Mulher-Maravilha, escrita e desenhada por Daniel Warren Johnson. Em Wonder Woman: Dead Earth, Diana acorda em um futuro pós-apocalíptico com seus poderes alterados. Confira a declaração de Johnson:

Eu gosto da audácia de um herói imortal dizendo para um humano: eu faço isso porque te amo. Esta fala está na primeira edição, eu estava pensando, que melhor maneira teríamos de explorar o quanto um personagem ama uma humanidade indigna do que testar os limites de onde este amor vai, quando confrontado com a realidade daquilo que a humanidade é capaz de fazer? Dentro deste mundo, os humanos estão fazendo seu melhor para sobreviver e quando eles tentam sobreviver, muitas vezes a pior parte de nós aparece. Então é o que veremos em Wonder Woman: Dead Earth.

Confira imagens da edição:

Edição chegará nos Estados Unidos em dezembro deste ano!

Watchmen | Divulgado um novo trailer da série

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Nesta sexta-feira (13) foi divulgado um trailer completo da série Watchmen da HBO. Confira:

A data de estreia da atração já havia sido revelada anteriormente, será no dia 20 de outubro.

A série de Watchmen se passará no futuro após os eventos da história em quadrinhos escrita por Alan Moore e David Gibbons. A direção e o roteiro ficam por conta de Damon Lindelof e no elenco nomes conhecidos como Jeremy Irons, Regina King e Yahya Abdul-Mateen II tornam a atração uma das mais aguardadas neste ano.

Watchmen será transmitido pelo canal HBO.

Dark Knight Returns: The Golden Child | Frank Miller anuncia nova edição da saga “Cavaleiro das Trevas”

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Frank Miller está retornando ao mundo de sua aclamada série de quadrinhos “Dark Knight Returns” para uma nova história em quadrinhos especial estrelada por Carrie Kelley. A Robin cresceu e se tornou a Batwoman.

O Retorno do Cavaleiro das Trevas: A Criança de Ouro” irá co-estrelar Lara Kent, a filha de Superman e Mulher Maravilha, introduzida já em outras edições.

Além de Lara e Carrie Kelley, a edição apresenta Jonathan Kent como um dos protagonistas. Miller comentou a proposta:

Agora estamos vendo a próxima geração de heróis em ação, e Rafael foi a escolha óbvia para eu apresentar esses heróis que são vigorosos, não testados ainda e cheios de promessas. Acho que Jonathan Kent, em particular, surpreenderá a todos com suas habilidades imprevisíveis e mente extraordinária. ”

Miller está escrevendo “Dark Knight Returns: The Golden Child”. O gaúcho Rafael Grampá será o responsável pelas artes da edição, retornando para o universo dos quadrinhos depois de seis anos. Outras capas para a edição terão a assinatura de Paul Pope, Andy Kubert e Joelle Jones.

Batman Damned | O “Lado B” de um Homem-Morcego completamente atormentado

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Quando a DC resolveu encerrar o selo Vertigo, acho que fui um dos primeiros a ir até as redes sociais e dizer: “Naaaãão, vocês estão matando a minha Vertiguinho, homens maus!” Era o calor do momento. Justamente a Vertigo, que já trouxe histórias necessárias e revolucionárias, das quais vibrei, chorei, me emocionei e passei raiva é claro. Virar as costas para um selo adulto, para um público fiel que consome esse tipo de material, poderia ser um tiro no pé. Mas agora, pensando bem, a decisão foi acertada.

A DC apresentou o novo selo adulto chamado “DC Black Label” em meados do ano passado. Algo como se fosse a “nova” casa da Vertigo, e como primeiro título “Batman Damned” de Brian Azzarello e Lee Bermejo em três volumes.

Por muito tempo queria ler uma narrativa do Batman que não fosse pragmático as raízes heroicas do Homem-Morcego. Era como se nesse momento minha preferência de bebida fosse Whisky e não mais Coca-Cola com gelo e limão. Talvez o último “grande whisky” do Morcegão que tenha remetido em mim tal sentimento tenha sido o clássico Morte em Família.

Batman Condenado não fala sobre o super-herói que veste um uniforme de morcego e combate o crime. Essa edição fala sobre o quanto um humano é vulnerável não só fisicamente, mas psicologicamente as angústias que envolvem o passado, o presente e o desconhecimento do futuro que o aguarda.

Na edição, o passado do Batman é a família, na figura da sua mãe, Martha Wayne. Impossível imaginar que o casal Martha e Thomas Wayne tivessem tantas brigas, problemas na relação, idas e vindas durante o período da juventude de Bruce.

O presente por sua vez, é retratado por uma perseguição clássica ao Coringa. Uma morte que envolve o Palhaço do Crime atormenta o Homem-Morcego durante toda a história. A busca implacável pelo vilão, torna o Batman e também Bruce Wayne condenado pelos fantasmas do passado e presente. Seja sua família ou seja a criminalidade de Gotham, Batman está atormentado o tempo todo. Durante as 3 edições, a presença da Liga da Justiça Sombria no enredo funciona como a linha que costura toda essa narrativa. Constantine é o “Mestre dos Magos” nesta proposta. Por vezes, adota uma postura de um espectador, que usava sua visão de fora da situação para orientar o Morcegão nas suas ações.

Em muitos momentos, a edição de Batman Condenado me causou certo desconforto por não conseguir prever as ações ou adivinhar as sequências da história. Talvez seja essa a real função de uma boa história em quadrinhos, despertar surpresa e sensações a cada página.

Impossível também não ler Batman Damned sem lembrar do clássico Coringa de Brian Azzarello. Depois que conclui a edição de Condenado, busquei novamente a edição do Coringa de Azarello para encontrar pontos que talvez conectassem uma narrativa a outra. Encontrei. Talvez seja uma visão de fã, algo proposital ou não, mas há uma conexão clara de cenários e enredos entre uma e outra.

A edição em seu roteiro é um soco no estômago. Propõe reflexões e potencializa a todo momento o quanto os fatores externos, que rodeiam e atingem o personagem, constrói a sua personalidade e molda o caráter do Batman que conhecemos. De forma necessária, esse é o Batman menos “Batman” que já vi, porque ele deixa a roupagem do estrategista para trás e se torna um ser atordoado e atormentado pelo completo caos.

A Liga da Justiça Sombria cumpre um papel crucial em toda a história. Necessária para tirar o Homem-Morcego do caos e leva-lo para o fundo do poço. Pois essa é a real forma do Batman lutar. Ele precisa estar no seu limite para somente assim emergir e combater seus inimigos.

Batman Damned é a edição lado B daquele seu disco clássico favorito. Vale cada página! E sobre a Vertigo? Não seja saudosista demais. DC Black Label chegou com uma proposta que vale a pena de verdade!

Nota:

Batman: Amaldiçoado (Batman: Damned, EUA – 2018/19)
Edições: Batman: Amaldiçoado #1 a 3
Roteiro: Brian Azzarello
Arte: Lee Bermejo
Letras: Jared K. Fletcher
Capa: Lee Bermejo
Editoria: Mark Doyle
Editora original: DC Comics (selo DC Black Label)
Data original de publicação: 19 de setembro e 12 de dezembro de 2018 e 26 de junho de 2019
Páginas: 156.

Arlequina | Personagem comemora 27 anos de história

Em 1992 chegava a televisão pela primeira vez, nossa amada Palhaça do Crime, e, para comemorar os 27 anos de história, apresentamos a sua origem, como surgiu a personagem vivida por Margot Robbie nas telonas.

Criada por Paul Dini e Bruce Timm para a série “Batman: The Animated Series” de 1992, onde teve  primeira aparição no episódio “Um favor para o Coringa” lançado em setembro. A ideia inicial era para ser apenas uma coadjuvante nesse episódio, mas não imaginavam a popularidade que a personagem teria. Participou em vários outros momentos da série até sua conclusão.

Seus criadores basearam seu nome, Arlequina, no Arlequim, um personagem da Commedia Dell”Arte, a tradicional comédia italiana do século XV, envolvendo apresentações circenses e de improviso, sendo o Arlequim responsável por entreter a plateia no intervalo entre as apresentações. Outro fato curioso é que Bruce Tim juntamente com Paul Dini tiveram a ideia baseada na personagem que Arleen Sorkin fez na novela “Days of our lives” em que ela se veste de boba da corte em um dos episódios, curiosamente, é a própria Arleen que dubla a personagem na animação em Inglês.

Na imagem: A atriz Arleen Sorkin.

Seu nome original era Dra. Harleen Frances Quinzel, e o Coringa usando um jogo de palavras dá o nome Harley Quinn, (Arlequina no português) entretanto, ela revela que outras pessoas já a chamaram assim devido ao seu nome incomum, inclusive ela mesma pede para ser identificada dessa forma.

Curiosidade: na dublagem brasileira, ela é apresentada inicialmente como Marlene Quinzel. Sua origem só seria contada anos depois, em 1994, seus criadores escreveram a HQ Mad Love para mostrar a origem definitiva da personagem. Na história, a Dra. Quinzel é uma estudante de psiquiatria que vai trabalhar no Asilo Arkam e lá conhece o famigerado palhaço do crime. Pouco a pouco ela vai sendo envolvida até que se apaixona loucamente por ele, e no final surge a nova personalidade da doutora, a Arlequina.

Conheça suas HQ’s mais icônicas no Universo DC:

MAD LOVE

Essa história levou dois prêmios de destaque, o Eisner como melhor “Single Issue” (melhor publicação individual), indicando Bruce Timm como melhor desenhista, onde também ganhou o Harvey na mesma categoria.

BATMAN ARLEQUINA

Sua introdução ao universo canônico do Batman aconteceu na época da mega-saga Terra de Ninguém, encadernada no Brasil pela Eaglemoss, sua primeira aparição se deu num especial chamado Batman Arlequina, com a tão conhecida capa de Alex Ross que foi referenciada no filme do Esquadrão Suicida.

GOTHAM CITY SIRENS

Ela continuou fazendo sucesso, ganhando inclusive uma serie própria de 2000 a 2004 que durou 38 edições, entre as principais histórias vale ressaltar o desenvolvimento da própria Arlequina, mas sobretudo, o fortalecimento da amizade entre ela, Hera Venenosa e Mulher Gato, que culminaria algum tempo depois na HQ “Gotham City Sirens” sendo que o desfecho da série, onde acontece sua rendição e o retorno voluntario ao Asilo Arkam.

NOVOS 52

Na reformulação dos Novos 52, a personagem foi introduzida como um dos membros do Esquadrão Suicida, e adotando um visual na qual o filme foi baseado. Posteriormente também ganhou série solo. A origem aqui é contada praticamente como em Mad Love, mas com algumas modificações, sendo a principal delas quando decide se juntar ao Coringa. Ele a leva para as indústrias ACE e a joga num tanque químico, semelhante ao que aconteceu originalmente com o próprio palhaço do crime, fazendo assim sua pele ter a tonalidade pálida e dando a coloração capilar semelhante a que conhecemos. A reação química também alterou sua personalidade, tornando-a completamente louco igual seu par romântico.

HARLEY QUINN POWER GIRL

Na sua própria HQ, há um desenvolvimento maior da personagem. Nela é introduzido seu esquadrão de arlequinas e alguns outros coadjuvantes que a ajudam em suas aventuras, com uma pegada voltada para a comédia e não tanto para a ação como nas HQs do Batman. Na edição, a personagem sai até de Gotham City e busca parcerias como por exemplo, a Poderosa.

RENASCIMENTO

Na fase DC Renascimento existe apenas a continuação do que havia saído anteriormente, mas não é necessário a leitura das fases que antecederam para o entender e compreender o arco da personagem. Os roteiristas se mantiveram e a temática é a mesma. No decorrer das histórias é revelada algumas referências, mas nada que deixe a HQ impossível de ser apreciada.

Krypton | Um fim apocalíptico para a série do planeta do Homem de Aço

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A série Krypton estreou em meados de 2018 como uma das produções com maior audiência do canal SyFy no ano, e surpreendentemente após a confirmação de uma segunda temporada e um spin off, a série foi cancelada.

A segunda temporada do seriado foi ao ar entre 12 de junho e 14 de agosto contando com 10 episódios e retomando os acontecimentos do final da temporada anterior na qual vimos Seg-El, interpretado por Cameron Cuff, desaparecer na Zona Fantasma em um sacrifício digno de seu neto Superman, para evitar a queda da cidade de Kandor diante do vilão Brainiac.

A temporada trouxe boas novidades como o mercenário intergalático Lobo, interpretado por Emmett J. Scanlan, a afirmação do temido General Zod como o grande ditador de Krypton, com uma promessa de levar seu povo ao status de grandeza que ele considera digno.

KRYPTON — “Light-Years From Home” Episode 201 — Pictured: Colin Salmon as General Zod — (Photo by: Steffan Hill/SYFY)

Apesar da produção ter procurado trazer mais elementos a narrativa da temporada, o grande foco de Krypton continua sendo a trama política que a série abordou em sua estreia, agora centrada na figura de um ditador que coloca todos que se opõem contra a sua ideologia de joelhos. A interpretação de Colin Salmon como Dru Zod ganha grande destaque mostrando que o ator entendeu a essência do personagem e o seu significado, se tornando um dos ótimos momentos dessa nova leva de episódios.

Outro a proporcionar grandes momentos foi Lobo, mesmo que sua participação tenha sido curta ao longo da temporada, tivemos a oportunidade de ver um pouco do Maioral em live action pela primeira vez e não foi decepcionante. Irônico, debochado e irreverente na mesma proporção de um personagem extremamente violento, a versão de Scanlan para o bastardo definitivo foi algo que nos faz pensar como seria o spin-off de seu personagem e quais aventuras loucas seriamos brindados por este anti-herói tão querido dos fãs de quadrinhos.

Krypton dedica todo o tempo de sua narrativa em enfatizar a batalha entre o ditador Zod e a resistência liderada por Val-El em um combate que se torna interessante por ser abordado em diversas frentes, seja nos campos de batalha e na luta pela conquista de postos, ou nos bastidores na busca por novas alianças para fortalecer ambos os lados.

Este conflito talvez seja o grande erro da temporada, em não dar a devida atenção a Lyta Zod de Georgina Campbell, uma personagem que tem um crescimento interessante na primeira temporada e acaba sendo limitada a uma coadjuvante em uma proposta narrativa tão complexa ao ter um fim trágico no episódio “A Better Yesterday” sendo a baixa mais sentida nesta temporada.

Se por um lado não se teve o mesmo cuidado com alguns personagens, por outro tivemos um momento digno de fãs clássicos de quadrinhos do Superman com a aparição de Apocalypse, cuja a caracterização já chamou a atenção na primeira temporada, tendo uma boa parte de um episódio contando a sua origem de uma forma mais semelhante ao que conhecemos da versão do nêmesis do Homem do Amanhã, uma criatura que sofreu com diversos experimentos de cientistas kryptonianos culminando no monstro conhecido pelos fãs.

Mesmo com um final que deixa muitas questões em aberto que seriam respondidas em uma temporada seguinte, Krypton se despede de seus espectadores mostrando que poderia ter fôlego para uma terceira temporada, buscando trazer respostas a muitos elementos que ficaram em aberto no roteiro da série fazendo a conexão entre o passado alienígena e o presente heroico do Homem de Aço.

Nota: