Início Site Página 323

Far Sector | DC apresenta sua nova Lanterna Verde

0

Apresentada em novo título, a DC introduz uma nova Lanterna para a o seu selo, DC’s Young Animal.

Jo Mullein, recente escolhida para proteger a grande City Enduring, uma enorme metrópole interestelar que mantem a paz tirando a habilidade de seus moradores de ter sentimentos, se encontra no meio dos primeiros problemas da grande metrópole em 500 anos, debatendo éticas sobre o quanto eficaz esse método realmente é.

Com lançamento marcado para 13 de novembro, Far Sector é escrita por N.K. Jemisin, com arte e capa de Jamal Campbell.

The Batman | A Mulher-Gato de Zoë Kravitz e o racismo disfarçado de “opinião” na cultura pop

0

A atriz Zoë Kravitz foi escolhida recentemente para interpretar a Mulher-Gato no filme “The Batman”, o novo filme do Homem-Morcego dirigido por Matt Reeves. Grande parte dos comentários dos fãs sobre a escolha da atriz foi uma grande infestação de chorumes e críticas por ela ser negra e escolhida para o papel de Mulher-Gato, que já teve nos cinemas a consagrada Michelle Pfeiffer e mais recentemente Anne Hathaway no longa “O Cavaleiros das Trevas Ressurge”.

Em um primeiro momento, lembro ao desavisado leitor que este texto não é direcionado a você que não concorda com a escolha da atriz pelo repertório de atuações que ela já apresentou. Esse texto não é para você que questiona a profissional Zoë Kravitz por sua capacidade de atuação em outros papéis nos cinemas. Desde que seus argumentos apresentem um conteúdo relevante e embasado, que os justifiquem de forma clara, toda e qualquer crítica deve ser respeitada, sendo ela dentro dos limites éticos e livres de ofensas.

Agora, se você critica a escolha da atriz para o papel, onde a escolha da cor de sua pele para interpretação da personagem é o maior problema, esse texto é para você.

Zoe Kravitz

O grande questionamento necessário a se levantar é justamente sobre a capacidade de alguns fãs de entender e assimilar os seus próprios limites ao julgar uma pessoa para determinado papel fictício somente por sua aparência. E isso não acontece somente quando um casting de cinema é divulgado. Não é um fato corriqueiro. Esse impacto e repulsa ao ver uma mulher negra chegar até um posto almejado por boa parte de Hollywood reflete suas atitudes como um indivíduo dentro do contexto social. O debate sobre isso ultrapassa a barreira de mero comentário no meio nerd. É o famoso e lamentável preconceito disfarçado de “é a minha opinião”.

Sempre penso que diariamente o mundo nos ensina algo para evoluir. Nos torna pessoas melhores e mais compreensíveis com a sociedade e o ambiente em que estamos inseridos. Todo dia há coisas externas que nos decepcionam e por algum momento, nos enfraquece como ser humano. Seja um assalto, uma morte, um triste acidente, ou até mesmo os rumos que o país toma politicamente. A arte e a cultura devem acalentar corações e mentes já fartas do nosso acelerado cotidiano de tragédias.

Diariamente o Terraverso está envolvido com notícias, boatos, rumores e tudo que circunda o universo da DC Comics. Há comentários excelentes e outros que chegam a embrulhar o estômago ou estragar totalmente o seu dia. Considero que hoje, principalmente no universo da cultura pop, há uma grande falta de empatia entre as relações humanas. Poucas são as pessoas que se colocam no lugar do outro antes de criticar ou proferir qualquer tipo de ofensa. Poucas.

Em 1969, a atriz Eartha Kitt assumiu o papel na terceira e última temporada da série clássica do Batman de Adam West. A escolha na época não agradou os fãs justamente por ela ser negra. Aliás, aquele período histórico se assemelha e muito com o nosso atual momento. Na década de 60, a atriz precisou sair dos Estados Unidos, depois de se mostrar contra a guerra do Vietnã, publicamente, durante um almoço na Casa Branca.

Eartha Kitt

Nossa sociedade adoece repetindo os mesmos erros do passado. Parece que ficamos estagnados na proposta evolucionista do ser. Agora as guerras não são com armas, como era antigamente, mas sim com palavras, ofensas, que transtornam a vida de qualquer pessoa, seja ela pública ou não. É um caos silencioso e com um teor psicológico de dano imenso e por vezes irreversível. Relembro aqui o que aconteceu no ano passado, ao vazarem imagens da atriz Anna Diop, a Estelar de Titãs. O ataque a ela nas redes sociais e as críticas foram depreciativas e ofensivas. Leia mais sobre o caso aqui.

No ano de 2004, foi a vez de Halle Berry interpretar a Mulher-Gato. Desta vez numa narrativa que colocava a anti-heroína lutando pelo bem da sociedade em um filme solo. A produção não agradou o público e recebeu pesadas críticas na época. Realmente o filme era extremamente fraco. Pela sua narrativa, por questões de atuação, direção e figurinos que ficavam bem abaixo das expectativas. Ele certamente está entre os filmes mais fracos da DC, mas ainda sim, algumas pessoas colocaram a culpa do fracasso da produção pelo perfil da atriz não ser semelhante ao de sua antecessora, Michelle Pfeiffer.

Halle Berry

Considero a escolha de Zoë Kravitz para o papel uma excelente opção. Além dela ser uma atriz gata (perdão pelo trocadilho de tiozão), ela teve um excelente trabalho recente na série da HBO, Big Little Lies, interpretando a personagem Bonnie. Acho mais do que necessário avaliar sempre os últimos trabalhos de cada ator, porque a evolução profissional na área é sempre constante.

Quanto aos comentários depreciativos disfarçados de opiniões, torço pela evolução da espécie. Espero que essas pessoas em um futuro próximo, possam criar a capacidade empática para compreender o quanto é difícil lidar com questões tão delicadas que envolvem o ambiente profissional, a existência, a ética e o respeito ao indivíduo.

The Batman | 10 anos de Batman Arkham e como o game pode servir de base para o filme

0

Há 10 anos atrás, a série Arkham ganhava vida e todos os fãs do morcegão conseguiriam experimentar a ideia de ser o Batman. Anos depois a série de jogos lançados pela Rocksteady, continua relevante. Com bastante ousadia, dedicação e qualidade, a série Arkham mostrou como se pode inovar nas histórias do Homem-Morcego e ainda assim, ter bastante personalidade. Como os jogos da Warner poderia servir de inspiração para o futuro longa dirigido por Matt Reeves?

Ousadia

Batman é um personagem universal que transcende diversas mídias. Nos videogames, não é exatamente novidade um jogo do personagem. O primeiro game foi lançado em 1986 e muitos outros foram produzidos desde então. A Rocksteady queria fazer algo novo e para isso, convidou Paul Dini, apenas o cara por trás da animação clássica dos anos 90. Paul concebeu um roteiro original, que mesmo tendo como base as ideias principais da HQ Asilo Arkham de Grant Morrison, ousou em explorar novas ideias. Um exemplo claro disso foi transformar o Batmóvel em tanque de guerra completo que destrói inimigos enquanto faz drift. (sdds NFS Underground). Usar ótimas referências sem a necessidade de recriar exatamente igual, foi o que Nolan fez na trilogia Cavaleiro das Trevas e já sabemos o resultado.

Liberdade

Para se criar algo único, é mais do que necessário dar liberdade aos criadores. Na série Arkham, a Warner Bros. deu liberdade e poder para os desenvolvedores investirem pesado na criação dos games, incluindo nomes consagrados como Paul Dini e Mark Hammill. Em The Batman, a liberdade pode ser decisiva para criar uma nova história, sem medo de ir além (beijos Coringa).

Personagens fortes

O Batman é o herói com os melhores vilões já criados. Isso pode ser uma armadilha para roteiristas ruins, o que não foi o caso em Batman Arkham. Arlequina, Pinguim, Charada, Duas Caras, Bane, Ra’s Al Ghul, Victor Zsasz, Hera Venenosa, Vagalume, Mr. Freeze (ufa!) e muitos outros foram introduzidos de forma simples a série, provando que nem sempre é preciso explorar as origens do vilão ou como vários vilões podem habitar a mesma cidade. Gotham City deve ser ótimo no verão.

Bom Roteiro

O Batman sempre foi um destaque por ter várias histórias muito bem escritas nos quadrinhos. A Rocksteady soube usar muito bem isso e nos deu um mundo complexo, cheio de reviravoltas. Tudo bem pensado e fugindo de soluções fáceis. Se tudo isso foi possível nos games, imagina nos cinemas.

Aspectos Técnicos

O cuidado que a Warner tratou os jogos do Batman é visível nos detalhes técnicos. Fotografia, Música, Design de personagens, tudo foi muito bem feito para nos dar a imersão necessária. Ter Michael Giacchino na trilha sonora para The Batman, já é um indicio que a parte técnica será muito bem cuidada.

Coreografia das lutas

Eu já vi isso em outro lugar.

Sempre soubemos que o Batman é um ninja mortal que quebraria o Chuck Norris usando O PREPARO(™) enquanto põe o Damian de castigo e toma uma limonada feita pelo Alfred. Felizmente a Rocksteady tornou tudo isso possível e lutar com o Batman é como uma dança da morte, onde se ouve ossos quebrando e gritos de dor. Snyder já tinha percebido isso, agora é a sua vez Sr. Reeves

Agora, só nos resta esperar que Matt Reeves e toda a sua produção, tenham jogado Batman Arkham ou ao menos, tenha visto uns vídeos no youtube, porque ninguém é de aço, ou não.

O novo filme solo do Homem-Morcego tem previsão de estreia para junho de 2021. Confira aqui os nomes já confirmados no elenco.

Watchmen | David Bowie queria interpretar personagem importante da obra de Alan Moore

0

O roteirista Alan Moore, escritor de Watchmen, uma das obras mais famosas do mundo dos quadrinhos, revelou em entrevista ao Paperback Writers que o cantor David Bowie desejava interpretar o anti-herói Rorschach em uma adaptação cinematográfica da história.

Segundo Moore, o diretor Terry Gilliam tinha planos para realizar um filme sobre a obra sendo prontamente procurado pelo cantor para conseguir o papel. “Existe um mundo alternativo onde isso acontece que só podemos imaginar” disse o roteirista sobre a possibilidade do Camaleão do Rock ter vivido o detetive.

No ano de 2009, Bowie foi homenageado no filme Watchmen dirigido por Zack Snyder quando vemos Ziggy Stardust, um famoso personagem de Bowie, em frente ao estúdio 54. O cantor faleceria em 2016 vitima de um câncer de figado.

Neste ano, Watchmen novamente ganha a atenção com uma série que irá ao ar a partir do dia 20 de outubro na HBO.

Martin Scorsese | Se “filmes da Marvel são como um Parque de Diversões”, o que sobra para a DC?

0

Foi em 28 de dezembro de 1895 que aquilo conhecido posteriormente como “cinema” começou a ganhar forma. Os irmãos franceses Lumière apresentaram dez filmes de três a quatro minutos. O preço do ingresso custava um franco. Cerca de três dúzias de visitantes acompanharam a exibição. Ali, se criava a ideia de cinema que se desenvolveria por muito tempo. 

Dentre os sortudos que estavam presentes a apresentação, George Méliès que futuramente contribuiria muito para o desenvolvimento de técnicas cinematográficas, havia sido um dos convidados. Anos depois, Méliès relatou o convite que recebeu de Antoine Lumière: “”‘Monsieur Méliès, o senhor tem o hábito de maravilhar seu público. Gostaria de vê-lo esta noite no Grand Café.’ Por quê?, perguntei. “O senhor verá algo que o deixará maravilhado.”

Os irmãos Lumière.

Ver algo que nos deixe maravilhados, talvez seja o que faz do cinema uma arte tão única. Todas as imagens que vemos, o som, a música, a fotografia, tudo isso gera uma espiral de emoções que em muitos casos, nem conseguiríamos imaginar o que poderíamos sentir. Além do mais, o cinema tem dado luz a assuntos que de outra forma, poderiam não chegar a determinados públicos. Sem contar todo o efeito de transformação dos filmes para a sociedade.

Cinema molda, desconstrói, emociona, irrita, provoca, anima, entristece, entretém, educa. Tudo isso é cinema e definir o que exatamente não é cinema, não é uma tarefa exatamente fácil.

Na semana passada, durante uma entrevista divulgando o seu filme, Martin Scorsese falou sobres os filmes da Marvel: “Eu tentei, sabia? Mas isso não é cinema. Honestamente, o mais próximo que consigo pensar deles, e por mais bem feitos que sejam, com os atores fazendo o melhor que podem sob as circunstâncias, são os parques temáticos. Não é o cinema de seres humanos tentando transmitir experiências emocionais e psicológicas a outro ser humano”, afirmou o diretor.

Como já era de se esperar, suas falas renderam um monte de críticas. Na internet, adolescentes descobriram quem é Martin Scorsese e postaram um monte de imagens de filmes da Marvel tentando mostrar que Martin estava errado. Vendo essa reação, fica difícil não concordar com Scorsese, mas vamos analisar o que disseram alguns integrantes do MCU.

Robert Downey Jr. 

“É a opinião dele. Isso é exibido nos cinemas. Respeito a opinião dele como a de qualquer pessoa. Precisamos ter opiniões diversas para seguir adiante”.

Interessante que quando questionado se Martin Scorsese talvez estivesse ressentido por conta do lucro que os filmes da Marvel tem obtido, ele argumentou: “Ele é Martin Scorsese, não precisa disso. Na verdade, ainda há muito o que se dizer sobre se esse gênero desmerece a arte do cinema.”

Robert foi bem medido nas suas palavras e demonstrou grande sensatez em sua resposta. Com certeza, ter opiniões diferentes é essencial até mesmo para se fazer cinema. Downey Jr. também foi inteligente em destruir um argumento pífio de que Scorsese pudesse estar se sentindo enciumado com a bilheteria dos filmes da Marvel. Está claro na sua filmografia que a busca por filmes mais fáceis de serem comercializados não é seu objetivo. 

James Gunn

“Martin Scorsese é um dos meus 5 cineastas vivos favoritos. Fiquei indignado quando as pessoas criticaram “A Última Tentação de Cristo” sem ter assistido ao filme. Estou triste por ele estar julgando os meus filmes da mesma maneira”, afirmou.

Gunn se referiu a reação de alguns religiosos que criticaram veemente o filme de Scorsese na época do lançamento e tentaram boicotá-lo, mesmo que muitos não tivessem assistido. 

Samuel L. Jackson

“Sabe, nem todo mundo gosta dos filmes dele também. Digo, nós gostamos, mas nem todo mundo gosta. Existem vários ítalo-americanos que não acham que ele deveria fazer filmes sobre eles dessa forma. Todo mundo pode ter uma opinião, então está tudo bem. Isso não vai parar ninguém de fazer filmes”, disse.

Jackson levantou um grande ponto quando mencionou o fato de alguns italianos repudiaram a forma como Scorsese retrata uns personagens do seu país. Em alguns casos, os personagens são retratados como violentos e instáveis, embora, personagens assim sejam a fascinação de Scorsese independente da nacionalidade.  

É digno de nota o que o próprio Samuel L. Jackson disse ao ser convidado para ler comentários sobre Vidro pela IGN: “Cara, vocês têm que superar os Vingadores e as porras da Marvel em algum momento”, disparou. “Outros caralhos de pessoas também fazem filmes”

Dentre ‘outros caralhos de pessoas que fazem filmes’, está Martin Scorsese, e o que as suas falas realmente representam? Alguns argumentaram que Martin estava sendo elitista e querendo desmerecer os filmes de herói, mas vamos analisar os argumentos do diretor. Quando Scorsese afirma que os filmes da Marvel parecem um “parque de diversão”, existe uma lógica bem clara. O que você espera quando vai a um parque de diversão? Refletir, ter emoções profundas, questionamentos importantes? Só se estiver sobre efeito de drogas.

Os filmes da Marvel são pautados na ideia de divertir o seu público. Para isso, há uma mistura constante entre humor e ação. Nesse patamar, a história e personagens são colocados de escanteio. É isso o que muitos chamam de fórmula Marvel e adivinha, dá certo.

Sabe quando o Homem de Ferro faz uma piada a cada cena onde a câmera foca nele? Isso é um recurso utilizado a exaustão para fazer com que o público se divirta e opte por focar onde o filme quer que você vá. Nesse momento, boa parte do público acaba não se importando muito com o roteiro, o que funciona totalmente por não exigir muito do público, tornando os filmes universais.

Isso não quer dizer que esses filmes não emocionam as pessoas. Após Vingadores Ultimato, muitos se emocionaram com as mortes de alguns personagens e por se lembrarem de toda a trajetória dos 500 filmes já produzidos até chegar ao Apocalipse. O mesmo se pode dizer sobre como diversas pessoas se sentiram representadas com Pantera Negra.

A grande questão sobre considerar esses filmes como “cinema” está ligado ao que se espera exatamente deles. Isso é muito diferente do que se espera por exemplo, do que pensamos quando vamos ler um quadrinho pela primeira vez. Você espera ser SURPREENDIDO.

Cinema é isso. Ficar “maravilhado” lembra? Mas analisar o quanto alguém se sente maravilhado ao assistir Vingadores Ultimato e ao assistir O Lobo de Wall Strett (dirigido por Martin Scorsese) por exemplo, é algo impreciso. Por isso que tudo envolve as expectativas. Quando Scorsese afirma que esses filmes não são “cinema de seres humanos” está claro como ele compartilha a ideia de que cinema deveriam ser sempre algo a mais.

Deveriam ser, mas nem sempre são. E quanto aos motivos? São muitos. Em tempos onde a crítica é volátil e está mais interessada em julgar um filme por motivos ideológicos e não tanto pelo próprio filme, em tempos onde são dada notas à obras e muitos definem sua qualidade por tais notas, como se uma valor pudesse realmente descrever um filme. Em tempos onde Hollywood investe mais em franquias do que filmes originais, sim, o cinema está sem dúvidas, menos humano.

E para aqueles que querem argumentar que Martin estava se referindo aos filmes de herói em geral, isso não faz muito sentido. Por um certo tempo, Scorsese chegou a estar ligado na produção de Coringa e segundo o The Hollywood Reporter, o próprio quase dirigiu o filme. Como prova do interesse de Scorsese, Emma Tilinger Koskoff, uma das suas produtoras, participou do filme.

Porque Scorsese se interessou por Coringa? Porque Coringa é puramente cinema. E não, isso não é elitista. Coringa é cinema porque quebra expectativas e  desafia todos os conceitos já criados quando se pensa em filmes de quadrinhos. Coringa é ainda mais cinema pelo tanto que ele nos provoca, incomoda, faz pensar, sentir e ainda se mantém como um filme de quadrinho.

A DC, mesmo com seus erros, tem se esforçado para unir a ideia de filmes de herói com muito mais do que o cinema pode oferecer.  Mas isso tem agradado ao público, a crítica e arrecadado tanto dinheiro quanto os filmes da Marvel tem conseguido? Claro que não. Mas, se o cinema é uma expressão humana, o erro e o próprio aprendizado estão completamente ligados.

A Marvel não faz cinema e provavelmente, não precise fazer. Está claro o quanto sucesso obteve sem se preocupar com o quanto seus filmes são originais e possivelmente, continuaram fazendo muito $uce$$o por um longo tempo. Embora a própria Disney faça campanha regulares por alguns dos filmes da Marvel, recentemente, Robert Downey Jr. admitiu ter de recusado a campanha para a premiação de melhor ator no Oscar 2019. 

A discussão sobre o que é ou não “cinema” é com certeza muito maior do que apenas os comentários de Scorsese. O cinema sempre foi uma arte ligada a tecnologia e a tecnologia não para. Nos últimos anos por exemplo, vimos um novo fenômeno surgir. Filmes produzidos por serviços de streaming como Netflix e Amazon Prime. A Academia acabou aceitando esses filmes com algumas condições. O fato é que com o passar do tempo, isso se tornará ainda mais comum.

O cinema como conhecemos mudará ainda mais. No final das contas, tudo o que já vimos tudo como “filme de herói“, será apenas uma onda em meio a um tsunami que pode ser abordado. Blockbusters não precisam ser vazios, filmes de heróis não precisam necessariamente escolher o caminho mais fácil. 

Felizmente, estamos acompanhando um momento que pode ser uma luz no fim do túnel. Se a Marvel conseguiu fazer um império com seus zilhões de filmes, a DC parece ter encontrado seu lugar ao sol com filmes que se assemelham a proposta do selo DC Black Label das HQ’s. Filmes “baratos”, mas autorais e com possibilidade de histórias totalmente novas, sem necessidade de recriar os quadrinhos.

Isso talvez seja realmente o cinema ganhando vida. Um avanço, onde poderemos ter filmes que não precisem flertar com a Academia para ganhar prêmios questionáveis e que ao mesmo tempo, tenham a coragem de ir além.

Como já disse um velho lobo solitário, “Charles, o mundo não é mais o mesmo”. Ainda bem.

The Batman | Mattson Tomlin foi o co-roteirista do longa, afirma site

0

Conforme o Deadline, o diretor Matt Reeves contou com a ajuda de Mattson Tomlin como co-roteirista no próximo filme do Homem-Morcego, intitulado “The Batman”.

O primeiro grande projeto na carreira de Tomlin será “The Batman”. Ele é descrito por críticos e especialistas na área como “um jovem promissor e talentoso”. Atualmente, ele é um dos roteiristas de “Power“, série de ficção científica da Netflix.

The Batman tem previsão de lançamento para 25 de junho de 2021, com direção de Matt Reeves. Recentemente, teve a confirmação de Zoe Kravitz como Mulher-Gato.

Arrow | Stephen Amell relembra sua trajetória como o Oliver Queen na série

0

Próximo de estrelar a sua última temporada como o Arqueiro Verde, o ator Stephen Amell concedeu uma entrevista para a Entertainment Weekly e falou sobre a sua jornada ao longo de oito anos sendo o protagonista da série. Confira alguns destaques da entrevista do ator:

“Eu estava quase a caminho da sexta temporada quando eu liguei para Greg [Berlanti] e disse: ‘Eu fui contratado para a sétima temporada mas eu eu gostaria que fosse o fim’. E ele disse ‘Okay, me dê um segundo para pensar sobre isso, eu irei te ligar em uma semana e veremos’. Em uma semana ele me ligou e disse: ‘Como esta se sentindo?’ eu respondi ‘Okay, é a hora’. Eu estou com medo e legitimamente apavorado sobre o fim e estou muito emocionado e melancólico desta vez.”, comenta o ator sobre como se desenhou o final da série.

“Eu estou com 38 anos e estive neste trabalho desde que eu tinha 30. E eu nunca tive um trabalho por mais de um ano. O fato é que eu fiz isso por quase uma década e eu não farei mais é um pouco assustador. Mas eu lembro que eu pude me mudar para Los Angeles em 2010 porque meu avô me emprestou 15 mil e eu não tinha cidadania, eu não tinha nada. Então eu tento relativizar estar assustado (com o que virá no futuro)” diz Amell sobre o que pode esperar após encerrar sua participação como Arqueiro.

Quando questionado sobre em qual o melhor momento do personagem na série, o ator responde:

Seu melhor momento é na segunda temporada quando Sara reaparece. Eu pensava quando li o roteiro ‘Okay legal, ela está voltando e a grande revelação acontece quando ela e seu pai Quentin (Paul Blackthorne) se encontram novamente’. Para muitos fãs a melhor temporada de Arrow é de fato a segunda, por todas as reviravoltas que ocorrem ao longo da trama e as atuações do elenco.

Veremos Stephen Amell pela última vez ao longo dos 10 últimos episódios de Arrow, que começam a ser transmitidos neste mês. Também teremos a participação do herói no crossover “Crise nas Infinitas Terras” em dezembro.

The Batman | Zoe Kravitz é confirmada no papel de Mulher-Gato

0

Grandes notícias continuam a sair sobre a próxima produção do Homem-Morcego, e desta vez foi a escolha da Mulher Gato, com a atriz Zoe Kravitz sendo escalada para o papel.

De acordo com a Variety, a atriz já estava sendo cotada para o papel há meses, tendo problemas na agenda que impediam sua participação no longa. Há tempos atrás, a informação que chegou na imprensa era que Matt Reeves, o diretor do filme, ainda estava interessada em uma atriz negra para a personagem, usando Zoe como exemplo.

Zoe teve um bom ano recentemente, “Big Little Lies“, sua série na HBO, rendendo ótimos números na audiência. A atriz também protagonizou a sequência de ”Animais Fantásticos” em 2018. O diretor Matt Reeves confirmou a escalação da atriz em um tweet:

Nas redes sociais, Zoe chegou a mexer com seus fãs ao postar uma imagem vestindo uma camiseta do Homem-Morcego, mas sem muitas informações:

Atriz é escalada para o papel da Mulher Gato

The Batman começa a ser filmado no início de 2020, com lançamento marcado para 25 de junho de 2021.

Coringa | Produção ganhará um SteelBook

0

A empresa Solutions 2 GO, distribuidora dos filmes da Warner aqui no Brasil, confirmou que o país vai receber uma edição física SteelBook do filme Coringa no próximo ano.

A edição especial já encontra-se em pré-venda na Best Buy. A previsão de lançamento no Brasil é para 5 de fevereiro de 2020

Coringa está em exibição nos cinemas.

Crise nas Infinitas Terras | Imagem promocional de Tom Cavanagh como Pária é revelada

0

Através da DC Television em parceria com o canal CW, divulgaram hoje a primeira imagem promocional do ator Tom Cavanagh como o Pária no crossover “Crise nas Infinitas Terras“.

Confira:

O crossover Crise nas Infinitas Terras estreia no dia 8 de dezembro e será um evento de 5 horas.