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The Joker | Fã brasileiro cria curta-metragem com o Coringa de Joaquin Phoenix e o Batman de Robert Pattinson

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O editor de vídeo brasileiro, Alessandro Santos, usou o seu talento em edição e manipulação de vídeos para criar um curta-metragem do Palhaço do Crime. Nele, vemos ainda o Batman de Robert Pattinson em cena. Confira abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=htbEuGv7AZU

A produção é da SDN Editions que já conta com outras edições no catálogo. Em “The Joker”, Alessandro usa cenas de filmes icônicos como “O Cavaleiro das Trevas”, “Coringa”, “Nós Possuímos a Noite”, “Esquadrão Gangster” entre outros.

Gotham High | Nova graphic novel apresenta drama adolescente com personagens icônicos da DC

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Recentemente a DC lançou um trailer inédito da graphic novel do selo DC Ink intitulada Gotham High“, de Melissa De La Cruz, Thomas Pitilli, Miquel Muerto e Troy Peteri. A história é ambientada em uma versão adolescente de Bruce Wayne e amigos. Confira:

Confira a sinopse:

Depois de ser expulso de um colégio interno, Bruce Wayne, de 16 anos, retorna a Gotham City para descobrir que nada está como ele deixou. O que antes era a casa de sua família agora é uma casca vazia, solitária, mas assombrada pela lembrança do assassinato de seus pais. Selina Kyle, uma vez a garota inocente, agora governa a Gotham High School com um toque perigoso, auxiliada pelo palhaço da classe, Jack Napier.

Quando um sequestro sacode a escola, Bruce procura respostas como um cavaleiro sombrio e problemático. Nada é o que parece, especialmente em Gotham High, onde as festas e os romances são das mais altas apostas … e onde todos são suspeitos.

Com a arte encantadora de Thomas Pitilli, esta nova graphic novel é tão inebriante quanto assustadora, na qual amigos queridos se transformam em maiores inimigos – tudo dentro dos corredores de Gotham High!

Lembrando que em 2013, uma série animada de mesmo nome da HQ sobre o universo do Batman em ambiente escolar esteve nos planos, mas jamais foi lançada. Ela mostraria o jovem Bruce Wayne e vários outros personagens do universo do Homem-Morcego juntos no colegial em seus tempos de adolescência e estava sendo desenvolvido por Celeste Green e Jeffrey Thomas.

A edição está prevista para ser lançada nas lojas dos EUA no dia 7 de abril.

Batwoman | Série estreia no Brasil na HBO em abril

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Em breve, a HBO nos levará à sombria cidade de Gotham. BATWOMAN, cuja adaptação contará com 22 episódios, estreia na sexta-feira, dia 17 de abril, às 22h, na HBO e na HBO GO. A produção se soma aos demais conteúdos do canal inspirados nos quadrinhos da DC Comics, como WATCHMEN, KATY KEENE, MONSTRO DO PÂNTANO e DOOM PATROL (este último estreou no dia 19 de março, no CINEMAX).

Com paixão pela justiça e força para não se calar, Kate Kane – interpretada pela atriz Ruby Rose – chega à sombria Gotham como BATWOMAN, uma lutadora treinada que está pronta para acabar com o ressurgimento do crime na cidade. Mas antes de se tornar um símbolo de esperança, deverá superar seus próprios demônios.

Três anos depois do misterioso desaparecimento de Batman, a polícia não consegue enfrentar tantas gangues de criminosos. É neste momento que chega Jacob Kane (Dougray Scott) com seu serviço de segurança particular “Crows Private Security”, que agora protege a cidade com sua tropa de nível militar onipresente.

Anos antes, a primeira mulher de Jacob e a filha dele foram vítimas de fogo cruzado em um crime. Para proteger a sua filha sobrevivente, Kate Kane, ele a tira de Gotham. Depois de anos de treinamento numa escola militar, Kate volta para casa, quando uma gangue coloca seu pai e o seu serviço de segurança contra a parede ao sequestrar a melhor oficial dos Crows, Sophie Moore (Megan Tandy). Jacob além dos problemas com sua empresa, tenta lidar com fantasmas do passado e se esforça para manter sua filha à distância.

Mas Kate é uma mulher determinada. Para ajudar sua família e sua cidade, ela vai se tornar o que seu pai mais temia: uma justiceira. Com a ajuda da filha da madrasta, Mary Hamilton (Nicole Kang), e de Luke Fox (Camrus Johnson), o filho do guru tecnológico da Wayne Enterprises, Lucius Fox, Kate dá continuidade ao legado do seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como BATWOMAN. Ela fará de tudo para combater a psicótica vilã Alice (Rachel Skarsten), que oscila entre a lucidez e a loucura.

BATWOMAN ainda traz no elenco Rachel Skarsten (‘Aves de Rapina’), Meagan Tandy (‘Survivor’s Remorse’, ‘Teen Wolf’), Nicole Kang (‘Você’, ‘The Code’, ‘Swallow’), Camrus Johnson (‘O Sol também É uma Estrela’, ‘Luke Cage’), Elizabeth Anweis (‘The Affair’) e Dougray Scott (‘Missão Impossível’).

Os produtores executivos de BATWOMAN são Greg Berlanti (‘Arrow’, ‘The Flash’, Supergirl’), Caroline Dries (‘The Vampire Diaries’, ‘Smallville’), Geoff Johns (‘Titans’, ‘Mulher-Maravilha’) e Sarah Schechter (‘Blindspot’, ‘Riverdale’). O episódio piloto foi produzido por David Nutter (GAME OF THRONES) e Marcos Siega (The Vampire Diaries, Você), que também participou da direção. Este drama cheio de ação é uma produção da Berlanti Productions em associação com a Warner Bros. Television.

Texto: Assessoria de Imprensa HBO Latin America.

Aves de Rapina | Diretora revela algumas curiosidades da produção

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A diretora de “Aves de Rapina“, Cathy Yan, através do seu perfil no Twitter revelou algumas curiosidades sobre o processo de gravação e outros detalhes sobre o filme. Confira:

1- Propor uma discussão sobre a potencialidade da cocaína não foi algo que eu esperava fazer neste filme.

2- Sim, aquele é o rosto de Ewan [McGregor] em seus pijamas. Eu amo Erin Benach, nosso designer de figurinos, mais do que qualquer coisa.

3- A cena da Arlequina e Casandra andando com “Hit Me With Your Best Shot” é uma referência à uma famosa cena de “O Profissional”.

4- Ella (Cassandra) fez sua própria escalação para o filme porque ela é uma pessoa maravilhosa e multitalentosa.

5- Jurnee (Canário Negro) arrasou naquela música. Eu tive a ideia louca da Canário ser uma cantor e a Jurnee fez meu sonho se tornar realidade.

6- Tivemos que fazer um grande buraco no chão para a cena das armas da Arlequina. Foi bastante satisfatória quando acertamos o jeito de gravar.

7- A cena do corte de cabelo da Arlequina foi feita em um único take porque só tínhamos uma peruca e pouco tempo. É claro que a Margot mandou ver.

8- Sim, aquela família da cena de tortura do Máscara Negra ficou pendurada bastante tempo. E foi minha ideia. Toda vez que cortávamos, havia uma plataforma que era colocada abaixo deles. Também usamos ótimos bonecos quando não precisávamos de pessoas reais.

9- A pochete foi um item que eu vi e imediatamente e sabia que deveria estar no filme. Margot entrou no set e rapidamente pegou sem saber que estava em produção.

10- Muitos detalhes da cena do taco foi melhorada. Queríamos criar uma vibe casual com todas as garotas se aproximando. Amei a estranheza da Caçadora.

Sobre o filme

Você já ouviu aquela da policial, do pássaro que canta, da psicopata e da princesa da máfia? Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa) é um conto distorcido contado pela própria Arlequina, como somente a própria pode contar. Quando o vilão mais narcisista de Gotham, Roman Sionis, e seu zeloso braço direito, Zsasz, têm como alvo uma jovem chamada Cass, a cidade fica de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Arlequina, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya se cruzam e o improvável quarteto não tem escolha a não ser se unir para derrubar Roman.

Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa) já está disponível nas plataformas digitais.

Stargirl | Em carta aberta, o produtor Geoff Johns revela história pessoal sobre a série

Em maio, a série Stargirl estreará no DC Universe e na CW, assim, a Warner Bros. Television enviou algumas cópias dos três primeiros episódios para a imprensa, juntamente com uma carta aberta escrita pelo co-showrunner Geoff Johns, para que os espectadores pudessem ler antes de assistir à nova série da DC.

Na carta, Geoff Johns fala sobre sua conexão pessoal com Stargirl, que ele criou para os quadrinhos, inspirado em sua falecida irmã, Courtney. O relato pessoal é repleto de histórias emocionantes e por fim, Johns agradece a todos por darem vida à Stargirl.

Confira a tradução da carta na íntegra:

“Para todo mundo prestes a assistir Stargirl – Sei que você tem preocupações com a vida real, como todos nós, por isso, se você está assistindo a elas, espero que seja uma pausa e encorajo você a assistir Stargirl com sua família. É para isso que o programa foi criado e para que serve o programa – e, francamente, agora é a hora de estar com a família.

Toda a minha carreira começou com heróis. Em uma ligação fria para o escritório do diretor de Superman, Richard Donner, consegui um estágio que acabou me tornando assistente de Dick em 1996. Durante o primeiro ano de trabalho para ele, minha irmã – Courtney – foi morta no desastre do voo 800 da TWA. Courtney estava a caminho da França como estudante de intercâmbio. Ela tinha 18 anos. Era inteligente, engraçada e infinitamente entusiasmada. Dick comprou minha passagem para Detroit e me disse que eu teria um emprego me esperando em Los Angeles sempre que estivesse pronta para voltar. Naquele outono, filmamos um filme chamado ‘Teoria da Conspiração’ em Nova York. Ele convidou meus pais para o set e os colocou no filme. Foi a primeira vez que me lembro deles sorrindo e se divertindo desde a morte da minha irmã. Dick era meu herói por isso.

Um ano depois, vendi minha primeira proposta de quadrinhos para a DC Comics. Chamava-se  ‘Stars & STRIPE’. A premissa, que também é a premissa do programa, era que a mãe da adolescente Courtney Whitmore, Barbara, se casa com o mecânico Pat Dugan e Courtney (com relutância) se muda com eles de Los Angeles para Nebraska. Em Nebraska, Courtney descobre que seu novo padrasto costumava ser um ajudante de super-heróis e rouba coisas antigas de seu parceiro, levando-o para um passeio de alegria. Por fim, Courtney assume o manto de Stargirl e Pat é forçado a sair da aposentadoria e se torna um ajudante de sua enteada como STRIPE. É uma história sobre como a família é criada por vínculo, não por sangue. Obviamente, Stargirl recebeu esse nome e foi inspirada por minha irmã, Courtney. É seu espírito e energia otimista que eu queria colocar de volta no mundo com Stargirl. É comemorativo, prospectivo e positivo. E eu espero que isso aconteça quando você assistir esses episódios.

Eu escrevi muitas histórias de super-heróis em minha carreira, mas essa é de longe a mais pessoal em todos os níveis. O elenco, a equipe e todos os envolvidos deram seu talento e paixão para dar vida a Stargirl e eu não poderia estar mais agradecido por eles. Eu acho que o trabalho deles valeu a pena e, no mínimo, espero que você sorrie algumas vezes enquanto assiste Brec Bassinger, interpretando Courtney, e Luke Wilson, interpretando Pat, pegando seus mantos individualmente e juntos.

Peço desculpas pelo comprimento desta nota “introdutória”. Semanas atrás, eu pensei que seria um simples parágrafo ou dois. Mas agora, eu quase sinto desculpas por supor que você tem tempo para assistir Stargirl . Mais uma vez, obrigado, e se alguém quiser falar mais sobre o programa, eu ficaria feliz.

O melhor para você e sua família.

-Geoff Johns”

Confira o trailer da nova série:

Lanterna Verde | A força de vontade em tempos difíceis

“Eu gostaria de direcionar estas palavras a todos os leitores da nossa Terraverso e aos membros desta equipe que estimo tanto. Que vocês consigam superar esta sensação de tristeza pelo isolamento e possam superar o grande medo. Que a luz que torna cada um de vocês seres extraordinários brilhe nesta noite tão densa”.

O mundo sofre atualmente um duro golpe na idade contemporânea, uma crise que nos abala em todos os campos da nossa vida, nos traz a rotina incômoda do isolamento e nela, vemos a real face do mundo, em que boa parte dele o egoísmo surge como uma marca terrível.

Muitos são os confinados em suas casas e temendo pelo futuro, por outro lado, existem aqueles que são obrigados a sair por motivos além do seus poderes e temem por fazer algum mal aos seus entes queridos. Destas pessoas, muitos sentem medo do que o amanhã pode trazer para suas vidas; mais dor e sofrimento ou sairemos desta acreditando que tudo isso é apenas um pesadelo? A ambivalência entre o medo e a esperança dentro de um prognóstico tão triste mostra que até mesmo o ser humano mais preparado carrega a sensação de angústia.

Em momentos difíceis, questionamos por onde andam alguns valores humanos, dentre eles a solidariedade, e com tão poucos exemplos inspiradores na realidade, a ficção nos ajuda a pensar positivamente nos tempos difíceis. Em meio a tantos heróis, a Tropa Esmeralda é um exemplo inspirador nestes momentos de dor.

Sou declaradamente fã do Lanterna John Stewart, por toda a representatividade que ele possui em minha vida, mas não irei apenas usa-lo como um único exemplo de superação do medo, mas também outros guerreiros portadores do anel esmeralda podem nos inspirar a superar este período de tamanha descrença com o futuro.

Mesmo a Tropa dos Lanternas Verdes sendo uma obra totalmente da ficção, todos os heróis tem aspectos muito humanos que podemos transferir para a realidade. Eles são personagens com virtudes e defeitos exatamente como nós, aprendendo com seus erros e evoluindo como indivíduos.

Dentre os exemplos porque não citar inicialmente Hal Jordan, conhecido por ter a maior força de vontade da Tropa, suas falhas são evidentes inclusive como um personagem que reconhece ter o medo de perder as pessoas que ama, mas ao mesmo tempo, a força de superar este sentimento e encarar tudo o que for necessário.

John Stewart, o herói que salvou a minha infância, também encara seus medos e imperfeições de frente pensado sempre em todos ao seu redor e como protege-los. Seja inocentes ou seus colegas de Tropa, ele é um exemplo de companheirismo e solidariedade, utilizando a sua força de vontade aliada ao seu senso estratégico tão característico para superar as dificuldades.

Outro que gostaria de lembrar é o Lanterna Kyle Rayner, aquele com a maior imaginação da Tropa, um personagem que viveu tantos traumas e perdas na sua trajetória desde que foi escolhido para ser um guerreiro esmeralda. Impossível não reconhecer que a sua força de vontade é o pilar que o mantém firme diante de cada crise que surge em seu caminho.

Uma última guerreira esmeralda que eu gostaria de lembrar é a Jessica Cruz, alguém que com certeza na nossa realidade estaria assustada com a situação que vivemos por, dentre outros fatores, ter síndrome do pânico e viver isolada em sua casa. Acredito que ela seria capaz de sair nas ruas e enfrentar os seus desafios porque mesmo possuindo dentro de si um grande medo, ela também possui uma força de vontade que lhe permite não ser apenas uma heroína para os outros mas também para si mesma.

Além destes personagens existem Guy Gardner, Simon Baz e a Jo Mullen que possuem grandes desafios em suas trajetórias. Esta é uma qualidade em comum em todos os Lanternas Verdes; superar o grande medo. Suas personalidades de alguma forma nos inspiram a encarar a nossa realidade.

Todos os Lanternas, independente do que lhes causa medo, são capazes de ter a força de vontade necessária para supera-lo. Que este exemplo seja um guia para nós neste momento difícil e, mesmo como seres humanos capazes de falhar, possamos ter a nobreza de afirmar que nós precisamos tanto um do outro.

Espero que falando destes heróis que são capazes de superar seus medos e desafios, possamos lembrar como algo que amamos tanto como os quadrinhos é capaz de nos tornar melhores como seres humanos e, mesmo estando isoladas em suas casa ou no exercício de suas funções, também é possível para todos nós superar o medo do que está por vir, nos tornando uma luz forte neste mundo que passa por esta noite tão densa.

Kids Camp | DC lança programa de atividades para as crianças em época de quarentena

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O programa DC Kids Camp oferece vídeos, páginas para colorir e muitas outras atividades disponíveis diariamente nos canais de mídias sociais da editora. A ideia é apresentar atividades para os pais que tentam fazer malabarismos cuidando de seus filhos e trabalhando via home-office em época de quarentena devido a pandemia do COVID-19.

O DC Kids Camp é um programa de atividades em casa, com curadoria de alguns criadores de graphic novels dos selos jovens da DC. Os vídeos serão postados sempre às 10h da manhã nas contas @dccomicskids no Twitter e @dckids no Instagram, começando com o primeiro vídeo na quarta-feira: “Faça um anel de Lanterna Verde com Minh Lê”, posteriormente na quinta “Origami do Superman com Gene Luen Yang”, e na sexta-feira “Faça seu próprio super-herói com Dustin Hansen”.

Entre os criadores que farão parte do DC Kids Camp estão: Shannon e Dean Hale, autores de “Diana: Princess of the Amazons”, Ridley Pearson, da trilogia ‘Super Sons’ e Brittney Williams, artista de “Lois Lane and the Friendship Challenge.”

Além disso, folhas de atividades, desenhos para colorir e outros conteúdos estarão disponíveis nas contas do Twitter e Instagram, com um boletim enviado duas vezes por semana – às segundas e sextas-feiras – e também disponível para inscrição.

O DC Kids Camp é o primeiro serviço desse tipo criado por uma editora de quadrinhos dos EUA, mas que os fãs no mundo toda também podem aproveitar!

Jovens Titãs | Um novo Judas no Multiverso Sombrio

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O último conto do Multiverso Sombrio traz um clássico dos Jovens Titãs, porém comparado aos outros contos que vimos anteriormente, não é uma história tão empolgante como a origem da Erradicadora Lois Lane ou a ascensão de Ted Kord, pois trabalha em cima de uma personagem já instável em nosso Multiverso comum e, mesmo utilizando um clássico muito querido pelos fãs da DC, não consegue trazer o impacto que a minissérie procura representar.

A história inverte os eventos da narrativa do Contrato de Judas, em que a Terra trai os Titãs em favorecimento do Exterminador, após o encerramento do seu contrato com a Colmeia, tendo em seu desfecho a morte da heroína soterrada por uma montanha. Na história original, Marv Wolfman trabalha bem este vínculo da heroína com a equipe, portanto, a sensação de traição é mais incômoda do que nesta versão mais obscura.

No Multiverso Sombrio, Terra se convence de que pode ser muito mais que uma assistente graças a uma conversa com Dick Grayson, e o herói pensa que ela se refere ao seu irmão, Geoforça, mas na verdade era sobre a sua relação com Slade Wilson, e assim o trai assassinando-o. Terra utiliza em si o soro do Exterminador, aumentando seus poderes e destruindo a equipe dos Jovens Titãs, o Superman e se auto denominando como Gaia para estabelecer o seu domínio sobre a humanidade.

Esta é a única história das que acompanhei do Multiverso Sombrio que não consigo sentir uma desconstrução como foi a proposta da minissérie. O contexto de traição da Terra ainda é mantido, porém, sem muitas surpresas. A cena de destruição da Torre Titã, e posteriormente a morte da equipe, me parece apenas uma solução fácil ao invés da construção de um momento de tensão na narrativa.

Nas últimas páginas vemos a vilã surpreendentemente ferir o Superman com uma avalanche de kryptonita, e lentamente envenena-lo até a morte. A chegada do Mutano que é perdidamente apaixonado por Tara tenta trazer um efeito de emoção que ficou ausente em todo o one-shot, culminando com uma cena de execução, entretanto, não existe uma construção do evento para que essa morte tivesse algum significado mais profundo.

O ponto que chama a atenção é como a instabilidade de Terra modifica a sua perspectiva, sendo necessária poucas palavras de incentivo para que ela se sentisse motivada a trair o Exterminador e assassina-lo.

Ela passa de uma mulher insegura para uma pessoa controladora de forma muito rápida, e talvez a pressa não deixe aquela sensação angustiante das outras edições em que vemos a decadência do personagem principal, o que torna essa história sem muito compromisso com o que vem sendo apresentado nas outras edições.

A história que encerra os Contos do Multiverso Sombrio não fica a altura do que toda a série significou de um modo geral, mas procura aproveitar um clássico da DC e propor uma nova construção de personalidade para uma personagem muito conhecida do nosso universo.

Nota:

30/52 – Mediano

Mulher-Maravilha 1984 | Estreia do filme é adiada para agosto

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Conforme o Deadline, devido ao surto de coronavírus no mundo, Mulher-Maravilha 1984 de Patty Jenkins está mudando a data do seu lançamento. De 5 de junho para 13 de agosto nos cinemas do Brasil.

“Quando demos sinal para WW 1984, foi com toda a intenção de ser visto nas telonas e estamos animados em anunciar que a Warner Bros. Pictures levará o filme aos cinemas no dia 14 de agosto. Esperamos que o mundo esteja em um lugar mais seguro e saudável até então.”, disse Toby Emmerich, presidente da Warner Bros. Motion Picture Group, em um comunicado hoje.

A diretora Patty Jenkins falou sobre o cancelamento em seu perfil no Twitter.

“Fizemos a Mulher-Maravilha 1984 para as telonas e acredito no poder do cinema. Nestes tempos terríveis, quando os proprietários de cinemas estão lutando como muitos, estamos empolgados por voltar a data do nosso filme para o dia 14 de agosto de 2020 em um cinema perto de você e orar por tempos melhores para todos até lá.”

A expectativa é que o filme alcance uma boa recepção nas bilheterias no mundo todo. O rumor sobre exibição do longa no streming já havia sido desmentido pelo próprio Toby.

Crise Infinita | De salvador a déspota no Multiverso Sombrio

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A quarta história dos Contos do Multiverso Sombrio se trata de um evento que seria possível prevenir uma Crise, mas se tornou uma outra muito pior e a probabilidade de dar errado multiplica-se em uma tragédia de proporções infinitas.

O conto do Multiverso Sombrio de Crise Infinita tem a sua guinada antes do próprio evento que culminou com a recriação do Multiverso. A morte de Ted Kord ao descobrir os planos de Maxwell Lord em Contagem para a Crise Infinita é o ponto de partida para a crise, mas a mudança deste evento cria-se uma cadeia de novos fatos resultando em um desfecho muito mais catastrófico.

Este Ted Kord do Multiverso Sombrio convive com o sentimento de inferioridade pelo fato de ser ignorado pela Liga da Justiça e a própria trindade quando o herói avisa a respeito da existência da sociedade secreta cheque mate e a IA Irmão Um. Após matar Lord, ele decide que apenas ele pode evitar a crise que está chegando, mas na verdade ele passa a ser o ponto de partida da destruição como é revelado na sinopse.

É muito incômodo para alguém que conhece e tem carinho pelo Besouro Azul ver a desconstrução da personalidade do herói. Assim que ele assume o poder do Irmão Um ele gradativamente passa de uma pessoa altamente espirituosa e nobre em que o protagonismo é efêmero, como ele mesmo diz em ‘Heróis em Crise’ “irmãos antes de heróis”, para um indivíduo egoísta e altamente arrogante construindo assim uma versão completamente diferente do que conhecemos.

Esta arrogância é o que posteriormente o leva a ruína passando do papel de um herói para um vilão absoluto neste Multiverso de possibilidades negativas. Nem mesmo a chegada do Lex Luthor da Terra 3 muda o rumo dos planos de Kord, culminando com a morte do casal Superman e Lois da Terra 2 e o próprio desfecho trágico do vilão da história escrita por Geoff Johns.

Além do egoismo, fica claro como a percepção entre certo e o errado do Besouro Azul se altera a partir do momento em que ele adquire um poder suficiente para derrotar qualquer herói da Terra, utilizando pedaços do Anti-Monitor para criar um traje fundido com o Irmão Um. Ele passa a utilizar de nanotecnologia passa a absorver os heróis tornando-os seus escravos até um confronto com o seu amigo de longa data, o Gladiador Dourado. Esse é o ponto final da ruptura do personagem com a pouca bondade que ainda restava em si.

Na conclusão da história, Kord assassina seu grande amigo e se deixa absorver pela inteligência artificial abdicando de uma vez das suas emoções e seguindo de vez com seu plano de “proteger” a Terra.

Um final como este é esperado dentro da proposta da história, mas ainda sim é perturbador tornando ambíguo o destino do Besouro Azul na crise do nosso Multiverso, a ponto de pensar se realmente ele faria isto no nosso mundo caso sobrevivesse.

Mesmo condensando em uma edição esse desenrolar dos fatos, o Conto do Multiverso Sombrio de Crise Infinita abre uma possibilidade diferente e muito assustadora em relação ao nosso Multiverso, trazendo uma desconstrução de um personagem muito querido e sendo capaz de torna-lo um inimigo com poder para destruir todo o heroísmo como conhecemos.

Nota:

Nota: 50/52 – Ótimo