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#EspecialLigaSombria | Conheça mais sobre o Vingador Fantasma!

Um personagem não tão popular e extremamente enigmático, sua origem é um mistério ou simplesmente ignorada. Nesse especial sobre a Liga da Justiça Sombria ele está em pauta e vamos destrinchar a história desse personagem. 

Como o próprio nome sugere, seu início nos quadrinhos o mostrava como um personagem soturno criado por John Broome e Camine Infantino, em 1952. No início o Vingador Fantasma não demonstrava ter poderes, além de aparecer quando necessário e desaparecer misteriosamente. Suas histórias o mostravam como um homem perspicaz desvendando supostos eventos sobrenaturais que não passavam de ações criminosas, em uma série de seis edições com pouca evidência do que o personagem era capaz. Anos depois, isso muda quando o Vingador Fantasma aparece em “Showcase #80’’ (1969), onde ele se encontra o “Dr. Treze” o famoso Ghostbreaker. A volta do personagem pelos traços de Neal Adams, resultou em uma nova série que desenvolve o gênero de terror e aquele que até então parecia um homem comum agora recebe o aspecto uma entidade mística. Súbito como uma espada vingadora feita de relâmpagos dividindo os céus em pranto. 

A arte de Neal Adams garantiu o necessário para tornar o personagem uma referência em mistério e magia. Mesmo mantendo o sobretudo, terno, gravata e chapéu, os cabelos e olhos brancos e enigmáticos na escuridão deram a atmosfera que precisava. E futuras mudanças do guarda roupa como a capa, gola alta e o medalhão dourado foram se ajeitando como peças em um quebra-cabeças de personagens de mistério. 

Inimigos, Aliados e Cassandra Craft

Como um agente do sobrenatural, as histórias mantinham sua origem em segredo enquanto traziam poderosos vilões ao seu encalço, tais como a feiticeira Tala, o alquimista Tannarak, e a organização criminosa mística; o Círculo Negro. E por vezes chegaram perto de dar fim a humanidade mas foram impedidos pelo Vingador Fantasma e Cia. Tais como  “Dr. Treze” que comumente dividia publicações das brochurinhas e aparecia como um cético das capacidades do Vingador Fantasma.

Provavelmente o mais problemático dos aliados é Cassandra Craft. Cega e com poderes sensitivos, apareceu como um potencial par romântico e igualmente um alvo. Comumente é sequestrada e usada como isca para atrair o Vingador Fantasma. Em seu primeiro arco ela é alvo nada menos que três vezes. Sofrendo lavagem cerebral pelo Círculo Negro, seguido de um ataque por uma sanguessuga psíquica e usada como portal para deuses inferiores adentrarem na realidade.  

Com a evolução das eras dos quadrinhos, começou a ter papéis mais atuantes nas histórias, se torna comerciante (e por vezes falsificadora) de itens mágicos. Em “Superman #344 – Os Monstros entre Nós!”, Cassandra é chamada para guiar uma sessão espiritual que acaba liberando  Drácula e o Monstro de Frankenstein de sua prisão dimensional. Eles tentam sequestrar e matar Cassandra para que não sejam aprisionados novamente, mas são detidos por Superman que é ajudado pelo Vingador Fantasma. 

A poderosa feiticeira demoníaca Tala também teve sua vez de usar Cassandra como joguete, aliada a Tannarak, sequestraram Cassandra e a prenderam em uma dimensão alternativa, Tala se personifica e toma seu lugar para forçar o Vingador a participar de um ritual de invocação dos Senhores do Caos.

Cassandra é a personagem que parece estar presa em um purgatório eterno da mocinha em perigo, regada de demônios e homines magi. Em “Trinity of Sin: The Vingador Fantasma – The Crack in Creation” é possuída pelos feitiços e encantamentos dos livros em sua loja, quando finalmente é  salva por um beijo do Vingador, que absorve os feitiços em seu próprio corpo. Um salvamento clássico de romances para o ponto fraco do herói.

Origens 

Para um personagem de quadrinhos com quase 70 anos, o Vingador Fantasma coleciona algumas origens peculiares. 

Em janeiro de 1987 a DC Comics lançou a 10ª edição de “Secret Origins”, nela, o Vingador Fantasma estava em foco e nada menos que quatro origens foram reveladas sobre o personagem. Cada história foi elaborada por nomes de peso dos quadrinhos, Mike Barr e Jim Aparo, Paul Levitz e José Luis Garcia López,  Dan Mishkin e Ernie Colon , Alan Moore e Joe Orlando, praticamente o Dream Team dos quadrinhos. 

Barr e Aparo contam a história de um homem chamado Isaac que estava em Belém com sua esposa e filho na hora errada. Quando o Rei Herodes soube que havia nascido aquele que seria o Rei dos Judeus ele ordena o massacre de inocentes. Grávidas e crianças mortas, entre elas a esposa e filho de Isaac. Com raiva, Isaac passa 30 anos guardando um ódio mortal. Durante a Paixão de Cristo, suborna um guarda para deixá-lo tomar seu lugar e participar da flagelação de Jesus, que o condena a “ficar neste mundo – até eu voltar”. Séculos após a crucificação, Isaac se arrepende e decide passar sua vida ajudando a humanidade, até que nos dias atuais (no final dos anos 80, lançamento da edição), recusa a oferta de Deus para libertá-lo de sua penitência.

Levitz e Garcia López descrevem o Vingador Fantasma como o homem que nos tempos bíblicos foi poupado da ira de Deus sobre a cidade do pecado por um anjo. Questionando as ações de Deus, ele comete suicídio. Mas o anjo proíbe seu espírito de entrar na vida após a morte, reanimando seu corpo e o condenando a andar pelo mundo para sempre como parte da humanidade, mesmo que para sempre separado dela. O anjo também apaga todas as memórias do homem, que entende sua carga divina é desviar a humanidade do mal, uma alma de cada vez. Em algumas versões desta história sugerem que o anjo foi a encarnação do Espectro daquele período. 

Talvez a mais diferente das origens, foi a criada por Dan Mishkin e Ernie Colon. Perto do fim do universo, o Vingador Fantasma se aproxima de um grupo de cientistas que estão tentando transferir energia do Big Bang para prolongar a vida do universo. O Vingador percebe que um dos cientistas é, na realidade, um Avatar da Anti-Vida, e que seus esforços impedirão a existência do universo. O Vingador passa uma parte de si para um cientista, que mergulha através do portal para o Big Bang, intercepta o raio que teria drenado o Big Bang e se torna o Vingador Fantasma, criando o looping infinito de vida e morte.

Para Moore e Orlando, o Vingador Fantasma era um anjo caído que não escolheu lado na rebelião com Lucifer, nem Céu nem do Inferno, portanto, foi condenado a andar na Terra sozinho pela eternidade. Essa origem é citada na minissérie de quadrinhos “A Brigada dos Encapotados”, Mister Io fala que “Eu não sei a história dele. E sei que ninguém sabe, embora eu já tenha ouvido muitas conjecturas: Ele é o Judeu Errante, ou um anjo que não caiu  do céu com Lucifer, mas também não quis lutar ao lado de Miguel pelas forças da luz, ou… bem, há muitas outras hipóteses. Alguns dizem que ele jurou manter a ordem… ou o caos… ou o equilíbrio, mas tudo isso são especulações. Eu não sei o que ele é, e talvez ele já tenha vagado tanto pelo universo para esquecer quem é que nem ele mesmo se lembra mais.”. Já em “Vertigo Visions: Vingador Fantasma #1”  (1993) é afirmado que ele é um anjo caído e se relacionou com uma mulher chamada Naomi, gerando um filho, o demônio Asmodeus. 

Em “Hipertempo”, série de quadrinhos de nome original “The Kingdom”, continuação de “Reino do Amanhã”,  é sugerido que o filho do Superman e Mulher-Maravilha, Jonathan Kent, ao crescer se tornaria o Vingador Fantasma.

Em “Os Novos 52”  o Vingador Fantasma é Judas Iscariotes. Sua história o mostra sendo julgado pelo Círculo da Eternidade e condenado a andar na Terra para sempre como um agente de Deus. Em seu pescoço carrega um colar feito das 30 moedas de prata que ele recebeu por trair Jesus. As moedas caem e evaporam conforme completa “missões” a caminho da redenção. No julgamento, o Vingador Fantasma está acompanhado de mais duas pessoas, Pandora e mais um homem, que se tornaria o Questão. Os três cometeram os maiores crimes da humanidade e a condenação os uniu, formando a equipe Trindade do Pecado.

Seria um Deus ex-machina o Vingador?

Um ser de poder difícil de mensurar, devido a inconsistência de origem e o alcance de seu poder muda conforme a narrativa.

Imortalidade é uma constante em suas histórias, assim como sua habilidade de aparecer e desaparecer misteriosamente. Ele se transporta por enormes distâncias, bem como viagens no tempo como por dimensões místicas, entre elas, céu e inferno, porém, é proibido entrar diretamente no céu.

O Vingador Fantasma possui uma misteriosa onisciência, como se tivesse a visão de todo o universo em mínimos detalhes que o permite prestar auxílio em diversos momentos e poder declarar que “nada permanece oculto para ele”.

Entre os poderes mais ofensivos está a capacidade de disparar raios de energia de grande força e conjurações, mas suas habilidades mágicas são poderosas o suficiente para dissipar a magia, revelar ilusões, poderosos escudos de proteção e até sobreviver no espaço sem qualquer tipo de suporte.

Mesmo com tanto poder e conhecimento sua política o impede de ser um deus ex-machina, ele afirma que não está autorizado a encerrar uma crise diretamente, toma uma posição de observador e por vezes aparece para orientar os outros. Em “DC: Uma Nova Fronteira” convida diversos heróis mágicos para um banquete na Lua, onde ele os orienta a não interferirem na batalha dos novos heróis com O Centro.

Liga da Justiça Sombria

A entrada do Vingador Fantasma na Liga Sombria foi turbulenta, ainda em “Os Novos 52” John Constantine tenta convencer o Vingador a se juntar à Liga da Justiça Sombria, ele rejeita a oferta, mas Constantine é persuasivo e reforça que mais cedo ou mais tarde o Vingador Fantasma fará parte da equipe. E o destino se encarrega disso, a Lança do Destino para ser mais preciso. Questão manipula o Doutor Treze para empalar o Vingador Fantasma com a Lança do Destino. Ele é deixado na porta da Casa do Mistério, e a Liga da Justiça Sombria o socorre, no momento em que recobra a consciência afirma que está em dívida e pede à Liga da Justiça Sombria para ajudá-lo a entrar no Inferno para salvar sua família. Porém adentrando ao inferno ele nunca poderá entrar no Céu novamente, e se tentar que se ele tentar,  será apagado do tempo e da história para sempre. 

Liga da Justiça 

Conhecido como um assistente mágico em momentos propícios, é difícil dizer  que tipo de membro da Liga da Justiça o Vingador Fantasma é. No crossover entre Marvel e DC Comics, Superman declara o Vingador como membro da Liga, porém ele sai antes de aceitar.

Em outros momentos afirmou seu status de membro, quando contestaram sua opinião, durante a votação da re-admissão da Liga da Mulher-Maravilha em ‘Mulher-Maravilha #222’ (1976) e durante o crossover com a Marvel. 

 Na revista “Back Issue!” de agosto de 2012, Len Wein comentou sobre o status de membro do Vingador Fantasma com a JLA, afirmando que o personagem “apenas meio que ingressou. Ele foi oferecido como membro, mas desapareceu, como sempre, sem realmente aceitar a oferta. Ao longo dos anos, outros escritores apenas assumiram que [ele] era um membro, mas no meu mundo, ele nunca disse realmente que sim. ” 

Livros da Magia e a Brigada dos Encapotados

Na série de quadrinhos de Neil Gaiman publicada entre 1990 e 1991, Livros da Magia, tivemos a primeira aparição da Brigada dos Encapotados. Quatro grandes magos, Vingador Fantasma, John Constantine, Doutor Oculto e Mister Io, unidos para proteger e orientar aquele que será o futuro Mago Supremo da Terra, o jovem e inexperiente Tim Hunter. 

O Vingador Fantasma é um dos primeiros a se pronunciar, influencia a equipe a ter uma atitude ponderada para ajudar Tim a conhecer o mundo mágico e tomar boas decisões. É ele quem inicia a jornada de Tim mostrando a magia através das eras desde a queda a terça parte dos anjos e o apresentando a grandes magos como Merlin, Zatara e Kent Nelson, o detentor do elmo do Senhor Destino. 

A Brigada dos Encapotados ganhou uma minissérie própria. Com roteiro de John Ney Rieber e arte de John Ridgway. Os quatro magos se unem novamente para impedir um futuro desastroso causado por um ancestral de John Constantine. Nas notas do fim de edição são chamados “Os Quatro Cavaleiros do Antiapocalipse”. Os personagens são bem explorados e comentam sobre a origem do Vingador, que Constantine afirma que “Se esse cara é humano eu sou uma torradeira”.

O Fantasma na TV

Com algumas aparições em animações, como Batman: Bravos e Destemidos no episódio “Justiça Contra Vingança!”, onde ele e o Espectro observam e apostam em qual será o caminho que Batman escolherá ao encontrar com o assassino de seus pais. Em 2020, o Vingador Fantasma ganhou sua própria animação lançada juntamente com a animação “Superman: Red Son”. A Warner Bros. Animation lançou um curta da linha DC Showcase sobre o Vingador Fantasma “DC Showcase: The Vingador Fantasma”. No curta animado com direção e produção de Bruce Timm, O Vingador em toda sua essência aparece misteriosamente para intervir em em um possível futuro trágico que aguarda a jovem Jess. A história se passa no auge dos anos 70 e possui toda a atmosfera psicodélica e pós caso Tate-LaBianca.

Em Monstro do Pântano (2019), série exibida no Brasil pela HBO; O ator Macon Blair vive o personagem, fazendo sua primeira aparição no episódio “Drive All Night”. Ele surge para o Monstro do Pântano e diz a ele que as visões que ele teve de fato são eventos testemunhados pelas árvores no passado, introduzindo o conceito de “Comunhão com o Verde”. 

Seja ele Judas, anjo, ou um looping de vida e morte, o Vingador Fantasma é um dos personagens que possui uma quantidade grande de ligações invejáveis no Universo DC. Por vezes, considerado invencível esse herói paladino segue criando vínculos e direcionando a humanidade pelo caminho, seja ele qual for, pois ele já esteve lá.

Shazam! | Diretor comenta por que usou o tema do Superman de John Williams no filme

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O diretor de Shazam!’, David F. Sandberg, revelou por que ele optou por usar a trilha do Superman de John Williams no filme. Aquela cena final com o Homem de Aço foi um grande fanservice para muitos fãs da DC. No entanto, alguns fãs perceberam as diferenciações entre a versão do tema de Henry Cavill do personagem e o tema clássico do Superman apresentado no filme. O diretor então foi ao Twitter explicar a escolha, e seu raciocínio é bem simples quando você pensa sobre isso.

A partitura de Hans Zimmer é comovente e emocional também, mas os fãs poderiam não ser capazes de adivinhar imediatamente como o trabalho de Williams é fundamental. Comunicar esse sentimento heroico sem esforço, rapidamente vai levar a mensagem para o público. Sandberg salienta que não houve nenhuma má vontade com o trabalho de Zimmer em Homem de Aço.

“É um grande tema que te anima, mas meu pensamento era que não é seria tão reconhecível para tantas pessoas quanto Williams. Especialmente quando você toca tão poucas notas disso. Se tivesse sido uma cena apropriada com o Superman aparecendo para lutar, teria sido um chute na bunda com Zimmer.”, escreveu ele no Twitter.

“Para ser honesto, quando fiz meu vídeo de piada de pescoço comprido e usei o tema do Zimmer, eu realmente gostei do sentimento que deu, mas teríamos que ter o Cavill para realmente fazê-lo funcionar.” disse o diretor.

“Shazam!” estreou em 2019 e arrecadou U$366 milhões em bilheterias no mundo todo.

Stargirl | Luke Wilson revela que a série possui grandes planos para a 2ª temporada

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A série Stargirl, da DC, ainda não completou sua primeira temporada — novos episódios estão chegando ao DC Universe todas as segundas-feiras e à The CW as terças-feiras — mas a série de sucesso já foi renovada para uma segunda temporada que irá ao ar exclusivamente na The CW.

Uma segunda temporada significa que a série terá a chance de expandir alguns dos tópicos da história apresentada ao longo da 1ª temporada e, embora ainda restem três episódios, o astro da série Luke Wilson diz que já viu acidentalmente alguns dos elementos da trama para a 2ª temporada – embora ele não saiba qual o plano ou como tudo isso funcionará junto.

Em entrevista à TVLine, Wilson falou sobre o final da temporada, “Stars & S.T.R.I.P.E. Part Two”, que será lançado no dia 10 de agosto no DC Universe. Ele observou que haveria uma batalha épica e algum encerramento – mas haverá mais por vir para a 2ª temporada.

“Eu acho que você vai aprender muito mais sobre o plano da Sociedade da Injustiça – não apenas para Blue Valley, mas para a dominação mundial”, disse ele. “E há uma batalha épica no final… Da melhor maneira, é uma mistura de um grande final e também algum encerramento, mas quando você olha para a situação como um todo, ainda há grande tumulto sob a superfície.”

O ator também observou que ele já tinha visto notas no quadro do escritório do criador da série Geoff Johns, que mostrava alguns dos elementos da 2ª temporada – elementos que os fãs da série já reconhecerão a partir de coisas apresentadas durante a 1ª temporada.

“Lembro-me de quando estávamos fazendo a série, eu ia ao escritório do Geoff Johns e sentava no sofá para ler, e um dia, quando eu estava lá, havia uma grande tela branca ao meu lado. Olhei para o quadro, e há toda essa escrita e todos esses pontos de enredo.”, disse Wilson. “Na época, eu já estava meio sobrecarregado com a Sociedade da Justiça, a Sociedade da Injustiça, os Sete Soldados da Vitória… lembrando todos esses nomes… então eu disse: “Ok, que diabos é isso? Como vou aprender tudo isso [para a 1ª temporada]? E então Geoff entrou, tipo, ‘Oh, isso é a 2ª temporada. E eu disse: “Graças a Deus!”. Então, sim, esses caras já têm tudo planejado. Não sei qual é o plano, mas…”

A série Stargirl da DC vai ao ar às terças-feiras na The CW, nos EUA. Novos episódios da série estreiam as segundas-feiras no streaming DC Universe.

Titãs | Brenton Thwaites, o Asa Noturna, comenta sobre o traje do herói para a 3ª temporada da série

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O ator Brenton Thwaites comentou recentemente sobre possíveis upgrades para o traje do Asa Noturna na próxima temporada de Titãs. Via: [Heroic Hollywood.]

“Lançamos algumas ideias para mudar o traje de uma forma que ainda podemos usar o contorno da roupa original, porque eles são tão demorados e caros de fazer. É melhor para nós evoluir o que já temos. Estamos trabalhando em diferentes maneiras para o Asa Noturna ter mais dispositivos.” disse o ator.

No final da primeira temporada dos Titãs, a roupa do Robin de Dick Grayson foi destruída e não vimos Brenton Thwaites se vestir como Asa Noturna, até o final da segunda temporada. Como a maioria dos trajes do universo DC, o uniforme do Asa Noturna é incrivelmente fiel ao material de origem, embora não tenhamos visto muito dele no série até o momento.

Titãs é estrelado por Brenton Thwaites como Asa Noturna, Anna Diop como Estelar, Teagan Croft como Ravena, Ryan Potter como Mutano, Minka Kelly como Columba, Alan Ritchson como Rapina, Joshua Orpin como Superboy, Chelsea Zhang como Rose Wilson, e Iain Glen como Bruce Wayne.

As duas primeiras temporadas estão disponíveis no streaming Netflix.

Bat-Família | Artista transforma personagens do universo do Homem Morcego em Power Rangers

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O artista Dan Mora imaginou os clássicos super-heróis da Bat-Família como membros dos Power Rangers. Confira abaixo:

O projeto atraiu muitos elogios dos fãs, incluindo o editor da DC, Ben Abernathy que disse: “Vamos fazer isso acontecer, Dan”.

Lembrando que em 2017, ocorreu o crossover Liga da Justiça/Power Rangers, unindo os personagens de ambos os universos em uma minissérie de seis edições escrita por Stephen Byrne.

Day Time Emmy | Animação “Batman: Silêncio” vence prêmio na categoria Melhor Mixagem de Som

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A animação “Batman: Silêncio” venceu o ‘Day Time Emmy’ na categoria ‘Melhor Mixagem de Som para Animações.”. O prêmio é uma gratificação americana concedido pela Academia Nacional de Artes e Ciências da Televisão de Nova York, em reconhecimento à excelência na programação televisiva dos EUA no dia a dia.

-Leia nossa crítica de ‘Batman: Silêncio’ aqui-

A animação ‘Batman Silêncio’ está disponível no catálogo da Prime Video nos EUA. O próximo longa animado da DC que será lançado é ‘Superman: Man of Tomorrow”, que será lançado no dia 23 de agosto. -Mais detalhes aqui-.

Rorschach #1 | Jae Lee divulga declaração sobre a acusação e retratação de Tom King

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O desenhista Jae Lee emitiu uma declaração em sua conta no Instagram sobre a acusação do escritor Tom King e da subsequente retratação de sua declaração -Leia aqui- ligando o artista Jae Lee ao movimento Comicsgate,

Os pensamentos de Lee sobre o assunto fazem parte de um post maior que Lee fez em homenagem ao seu cão de estimação, Loki, que faleceu duas semanas antes. “Nós íamos levá-lo para a praia e nos confortar compartilhando nossas histórias favoritas sobre nosso garotinho. Em vez disso, uma parte da internet que eu evito como uma praga surgiu invadindo.” Confira abaixo:

Há duas semanas, June e eu levamos Loki a San Diego para ver um especialista. Ele não sobreviveu devido a complicações da cirurgia. Na sexta-feira passada deveria ser um dia de luto. Voltamos a San Diego para pegar suas cinzas. Íamos levá-lo à praia e nos confortar, compartilhando nossas histórias favoritas sobre o nosso menino.

Em vez disso, uma parte da Internet que eu evito, como uma praga, surgiu. Eu tinha empresas para as quais eu estava trabalhando, amigos entrando em contato comigo. Estou vendo o ódio saindo da boca de estranhos, me acusando de coisas das quais não tenho conhecimento. Estou vendo em primeira mão a rapidez com que as mentiras estão se espalhando. Deixe-me ser claro, eu não faço parte de nenhum grupo.

Nós nunca chegamos à praia. Passamos as seis horas inteiras de volta para casa em uma montanha-russa emocional. Estou escrevendo isso porque estou com raiva. Esses tweets irresponsáveis ​​não são inofensivos. Eles não simplesmente uma expulsão. Eles têm consequências no mundo real. Eles podem tirar seu trabalho. Sua vida. Suas memórias. June e eu fomos roubados de um dia especial.

Então, não, não somos “todos bons”. Este não é o começo de uma conversa. Esse é o fim. Então, por favor, não me arraste para um mundo do qual nunca quis fazer parte, nem jamais desejarei fazer parte. Quero homenagear Loki voltando a produzir arte feita com amor. Para pessoas que gostam do que é. Algo que, esperançosamente, traz alegria para suas vidas. Mamãe e papai sentem muita falta de você, Loki, nosso amor.

A edição “Rorschach #1”, que conta com capa variante de Jae Lee, será lançada nos EUA no dia 13 de outubro.

Justice Con | Painel fala sobre diversidade nos filmes do diretor Zack Snyder

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Participantes do painel: Sheraz Farooqi, editor-chefe do site ComicBook, Jornalista do Hollywood Reporter; Jonita Davis, professora universitária, jornalista e crítica de cinema; Chris Wong-Swenson, repórter e youtuber.

Apresentadora – Quando eu estava montando este painel, imediatamente pensei em vocês três. Tem tópicos que adoraria que vocês discutissem. Sheraz, você fez um trabalho incrível com Superman e sua história de imigrante. Por que não começamos por aí?

Sheraz – Claro. Engraçado que “The Ultimate Immigrant Story” foi minha estreia, o primeiro artigo que escrevi, em 2017. Gostaria de começar agradecendo a todos que me apoiaram. Teve muito ódio quando escrevi isso. Quando se trata do Superman, o personagem sempre teve essa história de imigrante. Se você conhece o Superman, então você sabe que ele foi criado por dois filhos de imigrantes judeus. A palavra Kal-el é hebreu e mesmo em arábico, é uma palavra que significa amigo. Se você cresceu com os filmes do Christopher Reeve, você sabe que o Superman é tipo “Eu sou um amigo”. Superman tem esse senso de pertencimento, mas também ressoa com as pessoas que sentem que não pertencem. E acho que a próxima pergunta é “Como você leva isso para a tela?” E eu acho que Zack Snyder começou muito bem com Homem de Aço. A ideia de balancear entre diferentes culturas; a ideia de alguém que nasceu em uma cultura que não é familiar e crescer em uma cultura diferente. Então, qualquer um que esteja em duas culturas, como eu criado e nascido em Nova Iorque, mas que tem família no Paquistão. Então imediatamente você está dividido entre duas culturas, duas diferentes ideias. E achar onde você se encaixa nisso é meio que a jornada, não importa de onde você venha, todos tem uma jornada similar nesse sentido. Eu senti isso imediatamente com Superman, eu vi isso na tela. Eu pude ver o que estava acontecendo. O próprio Zack Snyder disse em entrevistas que o Superman era o Ultimate Imigrante, por isso que escolhi esse título. Quando vemos isso e avançamos para Batman vs Superman, é isso que eu sinto quando aquela história se torna a história sobre a sociedade, e o que a sociedade significa para as pessoas de cor, para as minorias. Agora temos Superman, o mesmo personagem que vimos em Homem de Aço, que encontra sua identidade e escolhe a Terra para lutar por ela, se sacrifica por ela ao matar Zod. Isso está estabelecido, é sua fundação.

Agora em BvS, o que você vê? Você vê Batman vs Superman, e você precisa olhar de onde o Batman veio. Se você pegar a fala do Batman onde “Se houver 1% de chance de ele ser inimigo, então temos que encarar isso como certeza absoluta”, não é uma coincidência que essa é a fala exata que Dick Cheney [ex vice-presidente dos EUA] usou para invadir o Oriente Médio. Ele disse “Se tem 1% de chance de um terrorista atacar…” e vimos o que aconteceu, especialmente com os civis inocentes daquela região. Quem sabe isso pode alcançar esse vão entre Batman e Superman e dizer “Ok, Batman está tomando essa perspectiva”. Nós temos um Batman quebrado, não é quem deveria ser, ele foi desconstruído. Então o próximo passo é construir um histórico. Nós temos a cena da Martha, que divide opiniões, mas faz parte da cultura agora. É um tema muito simples, vocês têm a “mesma” mãe, o que isso significa? O alien se conectando com o humano. Eu achei isso muito interessante. Notei que ninguém estava escrevendo sobre isso, especialmente quando as criticas e reviews saíram. Na época eu não estava nessa área, eu trabalhava na parte financeira. Eu pensei “Por que ninguém está falando sobre isso?” Então eu comecei a escrever sobre isso, tive muitas conversas sobre isso. E Zack Snyder compartilhou ele no Vero, dizendo que era uma escrita linda e precisa.

Chris – Posso falar algo? Quando li o artigo de Sheraz, isso foi o primeiro artigo que li que diz algo diferente, que ficou na minha mente. Eu sou um fã de Dragon Ball, e Goku e de certa forma… bem, ele não é japonês, ele é um alien! Nesse aspecto, quando Superman é uma raça diferente onde existe racismo, onde Batman olha de forma diferente, pensando que ele é perigoso. Tirando o aspecto dos quadrinhos, mergulhando em algo muito mais profundo, Superman se torna algo muito mais internacional. Porque não tem que ser só o jeito americano, todo mundo está procurando pelo Superman. Indianos, australianos, todos procuram por Superman como eles mesmo, tentando se aceitarem. Eu amo esse aspecto de se aprofundar ainda mais neste entendimento do personagem.

Apresentadora – Acho que minha parte favorita no jeito que ele está sendo retratado recentemente é mostrar que Superman, se ele chegasse na Terra hoje, existiriam pessoas chamando ele de aberração e outras o chamando de Deus, similar ao filme.

Jonita – Isso alcança a nossa mitologia. Superman está por aí há tanto tempo, nós sabemos a história de origem dele e existe a idealização da origem, é tipo a mitologia grega. O jeito que os deuses eram todos poderosos e ótimos, mas tem as histórias de quando eles visitam a Terra e são horríveis. Acho que meio que chegam ao mesmo lugar. Quando você tem um deus entre os humanos, o que acontecerá? Nem sempre será um domingo ensolarado tomando sorvete. Coisas aconteceriam porque é o jeito que nosso mundo é. É algo que nós não estamos preparados. Algumas pessoas irão agarrar essa mitologia e outras pessoas não serão capazes de fazer isso, porque elas não conseguem idealizar isso. Quando você cresce com pessoas te dizendo que tem certas coisas que você não pode fazer, certos lugares que você não pode ir, certas coisas que você não pode dizer ao redor de certas pessoas, você cresce com essas restrições. Eu não sei como a vida é sem essas restrições. Existe uma diferença enorme. Nós nem mesmo somos unidos, nós não nos damos bem, como conviver com um alien? Acho que as pessoas não ficariam confortáveis.

Apresentadora – Sheraz, eu queria sua opinião para quando as pessoas pegam o trabalho do Zack e transformam em algo negativo, digamos racismo ou homofobia.

Sheraz – A primeira coisa que vem na mente é a ignorância. Eu tento introduzir materiais de leitura para as pessoas. Eu encontro muitas pessoas que são contra os personagens, mas quando sento e explico as coisas, eles meio que entendem. Mas é claro que existem as causas perdidas, pessoas que não importa o que você fala, a pessoa sempre vai contra argumentar. Também existem pessoas que no geral não gostam do Zack Snyder e vem com uma noção pré-concebida. Nós vimos isso em Sucker Punch, em 300, vimos em BvS, chamando o Superman de fascista. E eu fico tipo “De onde você está tirando isso? Onde está esse contexto?”, se você vai falar algo, você precisa de contexto. Você também tem que aprender a ignorar algumas coisas, sempre existem os trolls e as pessoas que vão odiar as minorias só porque são as minorias.

Chris – É frustrante quando você vê essas coisas negativas para algo que o Zac fez, ao meu ver, como positivo. Você vê inclusão, você vê mulheres poderosas. Quando eu vi Liga da Justiça, mesmo sendo Liga da Justiça dos cinemas [disse zombando], você vê as amazonas. E você vê tipo “Ela é asiática!”, mas ela é uma amazona. Você vê negras como amazona. Não são apenas uma cor. Então foi incrível, é algo que eu apoio.

Apresentadora – Continuando no tópico sobre raça, queria Jonita falasse um pouco mais. Ela tem trabalhado com Ray Fisher, e também queria que falasse sobre o White Washing (embranquecimento) que vimos recentemente em Liga da Justiça.

Jonita – Tudo que eu escrevi sobre o Ray, acho que ele falou e expandiu ainda mais ontem aqui na Justice Con. Ele fez muito melhor do que eu poderia fazer. Começando pelo White Whasing, eu na verdade não vi o filme Liga da Justiça. Eu vi as amazonas e achei muito diversificado. Geralmente é um grupo de garotas brancas correndo atrás da Mulher-Maravilha. Então quando você as vê [as amazonas no filme], você fica “Ok, eu sempre soube que poderia ter mias que garotas brancas”. Eu não estou realmente por dentro do grupo, mas alguns fãs me procuraram há um ano atrás, e falaram que eu precisava ver umas coisas. Foram coisas que o Zack divulgou e eu fiquei “Certo, esses são negros e eu não vi nada disso no filme”. Vi foto do Ray com os pais, Ray com a comunidade jogando futebol, todas essas pessoas em volta, essa diversidade. E eu fiquei “Para onde essas pessoas foram?”. Aí eu comecei a procurar e vi que todas essas pessoas foram deixadas de fora na versão do Whedon, e eu comecei a tentar saber o porquê. E aí eu cheguei até o Ray. Quando falei com ele, e ele disse que esse personagem Cyborg, um cara negro, era parte da história principal. E Zac sempre fala “Cyborg é o coração do filme” e isso era diferente. Nós não costumamos ver um personagem negro, ou marginalizado, como uma peça principal em um filme tão grande. Ray disse que eles conversaram, antes mesmo de fazer o roteiro, e que seria sobre esse personagem negro. Então por que esse personagem foi jogado para o escanteio nessa versão de Liga da Justiça? Ele deveria ser o filme inteiro.

As pessoas deveriam ver o que ele significa. Crianças procuram a imagem do Cyborg como exemplo, porque ele é, de certa forma, deficiente e ele é negro. E a história dele é fenomenal. Mas o que teria acontecendo se ele estivesse no filme inteiro, sabe? Antes de Pantera Negra ter sido lançado. Eu sei que as pessoas ficam “Vocês têm a representatividade em Pantera Negra”, mas isso foi um ano antes. E nós poderíamos ter isso um ano antes. E o fato deles não terem fé nisso, ou qualquer que seja o motivo… Nós não estamos falando de apenas alguns cortes, foi a história toda desse personagem. Eu só estou pensando no garotinho vendo isso e dizendo “Racismo!”, porque é racismo. Pode falar para todo mundo, isso é racismo! Eu estou feliz por Ray estar falando sobre isso. Não é só sobre ele ser negro, ele também é deficiente. É sobre um personagem amputado que tem partes artificiais no corpo dele, quantas pessoas nesse país não são assim? São pessoas que tem algum tipo de trauma e precisam superar isso. Tinha tantas lições sobre isso. Minha frustação é essa, como isso ainda não é uma história importante?

Apresentadora – Chris, você esteve por dentro dessa comunidade do Snyder Cut desde o início, especialmente no YouTube. Nos diga como essa comunidade realmente é e nos diga se ela é diversificada, por que existe essa história só tem gente branca.

Chris – Acho que é muito diversificada. A principio você não sabe, porque é só um monte de nome, mas aí quando nos reunimos e fizemos um vídeo sobre o #ReleaseTheSnyderCut, você vê rostos diferentes, diferentes pessoas, diferentes sotaques e pensa “Isso é lindo!”, é um arco-íris de cultura que querem a Liga da Justiça de Zack Snyder. Todos sentem que existe um pouco deles ali. E acho que isso é maravilhoso de se ver. Você não costuma ver isso, é algo que marca pessoas de diferentes partes do mundo, de diferentes formas, mas elas amam igualmente. Acho que é algo mágico.

Sheraz – Exatamente! Na Liga nós temos o Superman, mas também tem a Mulher Maravilha, o Aquaman, o Cyborg e cada um se enxerga em um deles. E não podemos falar apenas das pessoas que falam inglês. Nós vimos como o fandom é gigantesco no Brasil quando falamos da DC. A Warner recentemente percebeu isso, foi tipo “Espera um pouco! Esse continente enorme que estamos praticamente ignorando, estão obcecados com a DC Comics. Por que não alcançamos mais?” Aí você vê como foi com Mulher-Maravilha 1984 lá [na CCXP]. Você vê pessoas na Arábia Saudita, no Oriente Médio, que são obcecados com o Homem de Aço e querem o Snyder Cut. São pessoas de diferentes culturas querendo a mesma coisa, por isso é frustrante quando as pessoas são ignoradas. Nós somos os fãs. É aí que o racismo pode entrar, porque estamos apagando eles.

“Zack Snyder’s Liga da Justiça” estreia no streaming HBO Max em 2021.

Tradução: Rayanne Matos

 

Injustice | Tom Taylor provoca o retorno a saga em nova publicação

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Depois de uma série de tweets provocando algo grande no horizonte relacionado a DC, Tom Taylor insinuou em uma recente publicação uma continuação de seu quadrinho de 2017, Injustice 2.

Taylor postou uma imagem do logotipo “Eu” da linha do nome Injustice, seguido de uma citação do Batman presente no livro de 2017. O tweet simplesmente diz: “Acho que poderia ter sido diferente.”. Confira abaixo:

Injustice se passa em um universo alternativo onde o grupo de guerreiros do Batman derrotou o regime totalitário do Superman. A narrativa da saga também serve como base para o jogo de sucesso Injustice: Gods Among Us, lançado em 2013.

Ainda não há detalhes sobre o novo projeto de Injustiçe com Tom Taylor.

Batman Begins | Roteirista do filme descarta teoria envolvendo Ra’s al Ghul

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O roteirista de ‘Batman Begins’, David Goyer, descartou uma teoria que afirmava que Ra’s al Ghul (Liam Neeson) poderia ter sobrevivido aos acontecimentos do filme. A declaração foi feita durante participação na Comic-Con At Home.

“Acho que é uma teoria muito além.”, diz Goyer. “Certamente nunca houve qualquer discussão entre Chris [Nolan] ou eu sobre isso. Mas se você pensar, foi uma abordagem bastante realista. Eu acho que se você introduzir algo como o Poço de Lázaro nisso (eu não estou dizendo que você não poderia contar uma história legal com o Poço de Lázaro; Eu acho que você poderia), eu só não acho que o Poço teria validado essa abordagem da teoria.”

Goyer também discutiu alguns dos desafios na criação de uma nova visão cinematográfica do Batman em 2005. “Acho que minha primeira conversa com Chris foi quando ele estava interessado em fazer uma história de origem.”, lembra Goyer. “Ele estava interessado em contar uma história que aconteceu antes do Bruce Wayne voltar para Gotham, então isso foi algo que realmente me empolgou quando conversamos. É engraçado, não é? Acho que a maior oportunidade e o maior desafio para Batman Begins foi a mesma coisa: A única razão pela qual Batman Begins aconteceu foi porque a franquia tinha sido jogada fora.”

“Eu acho que quando você está adaptando uma propriedade muito conhecida, ter uma lacuna ou anos perdidos é realmente emocionante. Houve algumas pequenas tentativas em algumas das histórias em quadrinhos para preencher isso, mas nada que fosse considerado cânone e certamente nada que tivesse sido feito muito no cinema ou na televisão. Isso é emocionante porque é uma oportunidade de colorir dentro das linhas – sabemos que seus pais vão levar um tiro no Beco do Crime e você sabe que há um período que pelo menos foi adaptado por Frank Miller quando ele voltou para Gotham – então você sabe que tem o seu A e seu B, e você tem toda essa pista livre no meio. Isso é emocionante porque é uma habilidade de esticar as asas criativamente sem correr contra e ter que mudar o canhão.” conclui Goyer.

“Batman Begins” apresentou Christian Bale no papel principal e arrecadou US$ 371 milhões em bilheterias no mundo todo.