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Justice Con | Produtora Deborah Snyder participa da convenção digital

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A produtora Deborah Snyder começou elogiando a organização da Justice Con, “Nós estávamos, eu acho, planejando ir para a Comic Con este ano, e com a pandemia e não ser capaz de ir lá foi muito decepcionante. Eu não sei se já vi uma organização não corporativa criar este evento. Sabe, é dirigido por fãs, para os fãs, é incrível. Obrigada por fazerem isso”.

Pergunta – Qual conselho você daria para a próxima geração de líderes femininas e como se empoderar?

Deborah – Nós precisamos liderar com exemplos. Acho que começar dando suporte para outras mulheres e não querer derruba-las, não ser negativa. Dar suporte, seja o conteúdo, se você for criadora de conteúdo, dar suporte para cineastas mulheres. Dar suporte para empresárias, donas de negócios. Acho que é exemplo de liderança. Acho que a maior coisa que podemos fazer é aconselhar. Porque eu acho que realmente ver o que é possível, quais as possibilidades, é o que ajuda as pessoas a acreditarem que eles conseguem.

Apresentadora – Acho que o que você disse sobre dar suporte em vez de depreciar é tão importante hoje em dia. Especialmente online, onde tem isso de no gênero de super-herói tem aquilo de “Um é melhor que o outro” e não precisa ser desse jeito. Não é questão de quem é mais poderoso, nós precisamos dar suporte para todos.

Deborah – Eu sinto que é além disso. Quando é sobre quadrinhos, todos costumavam perguntar tipo “Prefere DC ou Marvel?” e eu fico “Não podemos ter os dois?”. Acho que agora, especialmente neste país que tem tanta negatividade, e as pessoas tem o anonimato para acharem que podem dizer o que querem. Não tem um rosto para o que foi dito, então eles falam o que não diriam se fosse uma conversa cara-a-cara. Então acho que precisamos de uma pouco mais de bondade e suporte. Também acho que os movimentos provaram que se vocês se juntarem para o que importam, independente do que seja, vocês conseguem mudanças. Vocês conseguem quando estão unidos.

Pergunta – Como você se sente trabalhando em Hollywood junto desses grandes nomes? E o que significa para você ser uma mulher ao qual todas nós podemos escutar?

Deborah – É meio inacreditável. Eu cresci em Nova Jersey, meu pai era um ferreiro e minha mãe ficava em casa conosco até irmos para a escola, ela trabalhava como gerente de escritório em algumas empresas. Eu fui a primeira pessoa em casa a ir para a faculdade. Então, Hollywood sempre pareceu tão distante. Eu não conhecia ninguém, nada. Mas por viver perto de Nova Iorque, era uma hora de trem, eu lembro de um amigo do meu pai trabalhar com propagandas, eu fiquei fascinada. Na época, a indústria de comerciais mudava tanto. Os comerciais de televisão era realmente a linha de frente. Tinham grandes diretores trabalhando em comerciais para contar essas pequenas histórias. E eles gastavam muito dinheiro nessas propagandas. Então foi algo que eu me interessei em fazer quando fui estudar. Ter um estágio em Nova Iorque. Fui em grandes agencias de publicidade, me lembro de me formar e tive que fazer o teste de digitação. E eu não conseguia digitar para salvar minha vida [disse rindo], me lembro de ter falhado no teste de digitação e eles ficaram “Não pode ter o trabalho de assistente” e eu fiquei “Eu tenho um diploma da faculdade em produção de vídeo”, mas mesmo assim eu não sabia digitar. Então, eu me lembro que nas férias em família, eu trouxe uma maquina de digitar e eu ficava praticando. Eu meio que consegui uma oportunidade quando fui em uma entrevista e a pessoa do RH tinha uma reunião, eu tinha falhado no teste de digitação, mas eles deixaram eu me encontrar com o chefe de produções mesmo assim. Então eu me encontrei com o chefe de produções e consegui o emprego. Eu fiquei trabalhando como assistente para cinco produtores. Mas mesmo assim, Hollywood parecia muito distante. Eu conheci Zack trabalhando em um comercial de desodorante, na Nova Zelândia. Ele tinha acabado de conseguir o trabalho em Madruga dos Mortos, que é o único filme que eu oficialmente não trabalhei com ele. Nós começamos a namorar, ficamos noivos e quando fui para a Califórnia eu ainda não pensava que trabalharia na indústria de filmes. Eu pensei que seria freelancer em propagandas, porque era isso que eu sabia. Mas quando eu percebi que as coisas que aprendi trabalhando com propagandas, tendo ideias. Porque muito disso é sobre ser capaz de expressar ideias, de vender ideias. Como produtora e comerciais, é sempre como fazer esses pequenos filmes, é sempre as mesmas etapas só que em uma escala muito maior. Então eu ainda não pensava que a indústria de filmes estaria no meu futuro, mas Zack queria que fizéssemos 300. Nós tínhamos esses parceiros de produção incríveis, mas a vantagem de vir dos comercias é que sabíamos como apresentar ideias, como vender. Então apresentamos essa incrível ideias, que eram maquetes de com o visual dos personagens.

Também apresentamos livros de artes. E nós vendemos e eu pude ser produtora executiva desse filme. Enquanto fazíamos isso a Warner disse “Nós realmente gostamos de trabalhar com vocês” e eu me lembro de pensar “Eu não acredito nisso!”… tipo, como essa garota de Nova Jersey, sabe? Aqui! E então fazer esses filmes que pessoas do mundo todo assistem. Eu me lembro quando começamos a fazer Sucker Punch, que foi uma ideia original que desenvolvemos, eu me lembro de estar no set e sentir a mesma coisa. Tipo “Você acredita que isso estava na sua cabeça, que veio do nada?”. Acho que meu ponto é que, na metade do tempo, eu ainda não acredito. E eu acho que cada projeto, seja trazer Mulher-Maravilha pela primeira vez, ou seja… eu ainda não acredito que somos capazes de fazer o que fazemos. Mas acho que meu maior ponto é que não importa, você não precisa ter conexões para ter tenacidade. Se você se esforçar. Hollywood estava tão distante que eu realmente amava produzir, amava o que fazia. Eu aceitei qualquer trabalho. Eu fui recepcionista, trabalhei para produtores. Eu trabalhei até onde estou e eu aprecio isto. Eu acredito que você pode fazer o que sua mente diz que você quer fazer. Mesmo que muita gente fale “Não”, você não pode aceitar isso como resposta.

Apresentadora – Você disse que quando você e Zack estão trabalhando em um filme, você traz mais mulheres para participar. Para poder ter mais mulheres na indústria. Você poderia nos dizer um pouco mais sobre isso, porque é interessante e incrível.

Deborah – Uma mulher que eu realmente admiro é Geena Davis. Ela é uma atriz incrível, mas para aqueles que não sabem, ela é o Institute on Gender in Media. Eles fazem muita pesquisa sobre gêneros nas mídias, por na frente e atrás das câmeras. Mas o que eles também fazem são essas reuniões, e o ditado dela é “If she can see it, she can be it” (Se ela pode ver, ela pode ser) e eu tive a oportunidade, enquanto trabalhava em Mulher-Maravilha, de participar de uma dessas reuniões. E trabalhamos no filme. Mas a filosofia, se não é na sua frente, se você não está vendo… acho que muitas vezes quando falamos sobre gêneros, nós falamos sobre o que podemos enxergar na tela, seja a atriz ou a diretor, porque são mais visíveis. Seja o conteúdo do roteiro. Mas eu acho que também é importante sobre quem está por traz da câmera, garantir que temos igualdade por trás das câmeras é um longo caminho. Por isso eu sempre senti que poderíamos buscar essas jovens, estudantes ou meninas que estão em programas sociais governamentais. Nós buscamos elas para mostrar, nós temos uma variedade de coisas. Quando na Inglaterra gravando Liga da Justiça, eu tinha duas meninas que trabalharam comigo por duas semanas cada uma, elas trabalharam uma semana comigo e depois escolhiam outro departamento, seja de dublês, áudio visual, produção. E aí elas ficavam uma semana no que escolheram para ver exatamente o que eles fazem. E então elas iam para outros departamentos que elas não conheceram, para passar um tempo lá e aprender também. Patty também fez isso quando ela fez Mulher-Maravilha.

Mostrar para as pessoas que existem oportunidades que eles podem nem saber que existem. E nós temos a tendência de ter muitas mulheres no set, nossa assistente de direção é uma mulher, a Misha Bukowski, que vem trabalhando conosco desde Watchmen. Nós trabalhamos com mulheres na coordenação de dublês. Essas são posições que geralmente não permitem que mulheres estejam no topo. Eu adoraria ver mais mulheres nas áreas técnicas, por trás das câmeras. Mas acho que as pessoas não sabem que existem essas oportunidades. Eu não acho que eu tive um mentor, alguém que me impactou como meu guru de carreira para me aconselhar. Mas eu sinto que eu estou tentando mudar isso.

Apresentadora – Como uma mulher na indústria de filmes, quando você entra no set, qual é a coisa mais importante que você quer ver.

Deborah – Eu gostaria de encontrar diversidade, isso é muito importante. Como produtora, eu estou sempre querendo isso, quem contratamos. Mas acho que outra coisa importante é que estamos criando algo do nada, as vezes. Contratar essas pessoas importantes de cada área, eu sinto que é importante criar um ambiente de trabalho que possa ser colaborativo, segura para o processo de criação fluir. As vezes tem egos envolvidos, então sempre estamos tentando nos cercar de pessoas que são melhores que nós. Muita na nossa equipe de arte são as mesmas pessoas com que trabalhamos há 10 anos, e algumas delas, eu vi que vocês conversaram com Clay e Kristine e Clay é um dos meus amigos mais queridos da faculdade. Acho que quando estamos na escola nós ficamos “Não seria legal algum dia nós fazermos isso juntos?” e o fato de conseguirmos fazer isso é incrível. Nós passamos muito tempo com as pessoas no set, então queremos gostar delas também. Sempre digo que é como viajar em um circo, e tem as crianças, estamos na estrada as vezes. Ficamos na Inglaterra por um ano, e é bom ter esses relacionamentos porque eles se tornam sua família. Acho que isso também alcança a tela, sabe? Quando existe confiança, não tem medo de arriscar, acho que você quer pessoas corajosas.

Uma coisa que eu preciso dizer é que eu não quero só trabalhar com mulheres. Tem que existir um balanço. Eu gostaria de ver mais mulheres, porque até nos níveis mais altos, tem sempre outra mulher e eu. Acho que precisa balancear um pouco mais.

Apresentadora – Eu achei uma citação do Dr. Marston que diz “Mulher-Maravilha foi meio que um exercício psicológico para a mulher que deveria governar o mundo”. Qual foi o primeiro pensamento que voce teve quando soube que Mulher-Maravilha iria entrar no mundo?

Deborah – Quando fazíamos Batman vs Superman, Zack começou com a sequencia do Superman e adicionou o Batman, e aí virou Batman vs Superman. E ele disse “Quer saber o que seria muito animador? Ver a trindade no cinema pela primeira vez”. Então, desse jeito nós trouxemos a Mulher-Maravilha para o cinema pela primeira vez. Eu acho ela é uma personagem tão gostável porque ela tem valores que são sobre justiça, lutar para o que é certo, e são valores que são compreensíveis nos dias de hoje. A mitologia desses personagens permite isso. E eles mudam! Se olharmos a história da Mulher-Maravilha através do tempo, ela reflete a nós [mulheres]. Acho que é o que esses personagens fazem, quem nós éramos naquela época, então eles mudam e evoluem. Eu cresci assistindo Lynda Carter, saber que nós poderíamos fazer isso foi muito animador. Mas também senti que foi uma grande responsabilidade, porque muitas pessoas, mulheres e homens, ela é adorada por todos. Ela não é uma personagem só para as mulheres, ou só para os homens, ou só para as meninas. Escalar Gal foi um processo, foi uma busca mundial para encontrá-la. Mas igualmente importante que seja lá quem interpretasse a personagem também carregasse algumas dessas mesmas características. Eu acho que as crianças, as minhas crianças ficam tipo “Ei, você está trabalhando com o Batman hoje? Quando eu posso ver a Mulher-Maravilha?”. Eles sabem que o nome dela é Gal, mas ela ainda é a Mulher-Maravilha, ela não é uma atriz. Acho que sabermos que para parte da audiência não existe essa separação entre a personagem e a atriz, elas são meio que a mesma pessoa. Acho que a escalação se torna ainda mais crítica em que escolhemos. Depois dessa busca extensiva, nós testamos acho que quatro mulheres e Gal era realmente a nossa Mulher-Maravilha. E o pessoal do estúdio ficou “Ela é tão gentil”, todos ficaram meio enamorados pelo o que ela era como pessoa. Então no filme nós já sabíamos que ela tinha aquela coisa que é indescritível, aquela mágica. Enfim, voltando… eu sei que é uma grande responsabilidade, eu lembro da primeira vez que ela usou o uniforme eu chorei. Eu não conseguia acreditar. Algumas pessoas da equipe levaram os filhos, e uma menininha desenhou ela [Gal], e ela foi tão gentil. Eles tentaram fazer o filme da Mulher-Maravilha por tanto tempo, houveram vários obstáculos. Mas fazer parte desse momento histórico foi muito emotivo. Acho que muitas pessoas choraram no set naquele dia.

“Zack Snyder’s Liga da Justiça” estreia no streaming HBO Max em 2021.

Tradução: Rayanne Matos

Justice Con | Clay Enos e Kristine Cabanban participam da convenção digital

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Clay Enos e Kristine Cabanban se descrevem como um casal de criação artística. Clay é um fotógrafo que participa de superproduções de Hollywood, com uma carreira consolidado na DC, participando desde Watchmen até Mulher-Maravilha. Kristine é joalheira e, mesmo que ainda não tenha colocado as peças dela nos filmes da DC, ela já participou de Batman vs Superman.

Pergunta para Clay – Você pode elaborar seu método para capturar uma cena perfeita?

Clay – Como todas as coisas artísticas, você precisa ter um pouco de sorte para antecipar isso em um estúdio de filme. Vamos dizer que tem uma cena perfeita para alguém. Mas certamente é feito com muita sorte e as habilidades e talentos de todos ao redor. Eu não sei se meu método é descrito além de ser o que amo fazer. Mas uma cena perfeita é uma coisa rara, é preciso muitas cenas. Também não depende só de mim para qual imagem você verá, tem milhões de imagens para fazer um filme e você verá uma pequena parte disso. Uma outra pessoa que faz essa escolha. Eu posso tentar encaminhar algumas favoritas, mas no final não sou eu que escolho. Também acontece de apagar as imagens. Depois de um dia de gravação, metade dessas imagens serão apagadas.

O casal falou sobre como cada um começou a trabalhar em seus respectivos meios artísticos e como eventualmente se conheceram. Enquanto Kristine falava sobre o sonho de fazer peças de joias com referências mais tailandesas, ela decidiu responder uma pergunta feita no Twitter sobre os filmes do Snyder.

Kristine – As pessoas provavelmente pensam que eu fiz peças para os filmes do Zack. Eu não fiz. Tem ótimos… eu conheci as pessoas que fazem essas peças incríveis. Eles são incríveis. Eu consegui conhece-los quando Clay me levou até o departamento de figurinos e artes.
Clay apontou para o colar que Kristine estava usando e falou que Patty Jenkins, diretora de Mulher Maravilha, usou um colar idêntico feito por ela. Depois disso, uma das apresentadoras disse que ouviu dizer que Zack Snyder usava um bracelete que foi confeccionado por Kristine, então Clay mostrou que era uma cópia exata do bracelete que ele estava usando no momento.

Pergunta para Clay – Como você conheceu o Zack?

Clay – Bem, a esposa dele [Deborah Snyder], nós fomos a faculdade juntos. Essa amizade começou no primeiro ano. Então foi um encontro incrível e aleatório. Foi aí que essa amizade surgiu e continua até hoje. Um final de semana fomos para Montreal, e ele estava lá filmando 300. Eu pude ir até o set, eu estava começando com esse negócio de fotografia, e lá pude conhecer os profissionais incríveis. E eu pensei “Uau, seria divertido tentar isso”. Então Zack me chamou para tentar fazer Watchmen.

Apresentadora – Vocês tiveram alguma chance de aparecer em algum filme?

Clay – Nós dois conseguimos aparecer. A minha primeira vez foi em Watchmen, estou no fundo como um soldado no Vietnã. Lá quando o Comediante e Dr. Manhatthan… quando o Comediante está lá queimando os “inimigos”. E em BvS! A gravação do funeral do Superman foi ultrassecreta, então só usamos a equipe e amigos muito próximos. Então no corte definitivo vocês conseguem me ver, com minha esposa e filhos de mentira.

Apresentadora – Você me lembrou que Debbie [Snyder] está lá.

Kristine – E eu estou em BvS também. Porque Zack foi muito gentil em me deixar participar e foi muito divertido. Acho que essa foi uma questão lá do Twitter, “Como foi estar em BvS?”. Foi incrível, foi muito divertido. Eu fui a garota refém número 3. E foi muito divertido porque eu visitei o set, não tinha muita coisa naquele ponto. Mas só de ter um papel por uma noite foi divertido. Foi como ir em um casamento, com as pessoas me arrumando e me maquiando, mesmo que elas estivessem me fazendo parecer que eu estava chorando 12 horas. Teve um rumor que eu fiz uma participação como amazona. Eu queria ser uma amazona, mas não sou alta o suficiente.

“Zack Snyder’s Liga da Justiça” estreia no streaming HBO Max em 2021.

Tradução: Rayanne Matos

Batwoman Beyond | Personagem ganha um novo uniforme nos quadrinhos

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Na edição “Batwoman Beyond”,  Elainna Grayson está de volta a ação, agora com a bênção de seu pai e um novo traje que se assemelha aos clássicos do Asa Noturna, que seu pai usava há anos. Elainna apareceu pela primeira vez como Batwoman quando Terry McGinnis estava fora de serviço, e ela assumiu seu lugar por um curto período de tempo.

Quando Terry se recuperou de seus ferimentos, ele voltou como Batman e os dois trabalharam juntos contra Blight. Agora, na edição desta semana lançada nos EUA – Batman Beyond #45 (do escritor Dan Jurgens e do artista Paul Pelletier) – Terry recebe a ajuda de Damian Wayne e Golias para alertar a Bat-Família de uma nova ameaça, a Liga dos Assassinos, que deseja matar Damian após destroná-lo do comando do clã. Sem nenhum reforço adicional, os três decidem lidar com a Liga sozinhos.

Aí é quando a Batwoman aparece, usando uma versão de seu terno ‘Batman Beyond’, que apresenta um bastão azul e destaques azuis em sua capa, em vez da versão vermelha que Terry usa. Parece que depois dos treinamentos com a Barbara Gordon, Elainna convenceu Dick não só a deixá-la vestir um traje de novo, mas se juntar a ela nessa luta. Ele não usa mais seu traje, afinal, ele é o prefeito de New Gotham agora. Agora a Batwoman do Futuro está usando um conjunto azul e preto, que obviamente evoca o traje do Asa Noturna. Confira abaixo:

Batman Beyond  #45 está disponível nas lojas de quadrinhos nos EUA e ainda não possui previsão de chegar ao Brasil.

Justice Con | Ray Fisher comenta sobre a “Liga da Justiça” do diretor Zack Snyder em convenção digital

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Ray Fisher, o Cyborg do filme ‘Liga da Justiça’ foi uma das atrações da convenção Justice Con. Confira abaixo os principais pontos abordados na conversa.

Sobre a existência do Snyder Cut, Ray disse: “A verdade é que eu estive em diversas convenções nos últimos anos e as pessoas me perguntavam se o Snyder Cut é real e eu ficava apenas… Eu não poderia dizer mas do jeito que eu olhava já se dizia muita coisa.”

Sobre o Cyborg e seu processo de criação:

Chris não escreveu o Cyborg como um “homem negro”, mas como um personagem interessante e quando não procura uma caracterização seja como a linguagem colocando apóstrofos nas frases dizendo como uma pessoa negra fala, é extremamente importante para um ator quando ele está no processo de criação e o que quer que o ator traga para o personagem seja um estilo ou alguma característica isso fala por si mesmo e existiu muito respeito nisso.

Sobre Joss Whedon / Zack Snyder:

Não existe uma comparação que eu possa fazer entre eles (Snyder / Whedon) mas o que eu quero dizer sobre Joss Whedon é que foram palavras fortes e comentários fortes sobre ele e eu quero dizer que cada uma destas palavras é verdade. A verdade é que eu sou um homem negro em Hollywood no período mais discriminatório que existe e eu estou neste negócio há 14 anos e eu dediquei cada minuto da minha vida perseguindo isto. O que ninguém sabe é que há 10 anos atrás eu deixei um trabalho porque não humanizava os empregados no ambiente de profissional e eu não levo na brincadeira quando acontece este tipo de coisa. Eu não me importo de fazer o que for necessário para trazer justiça para a situação, o que eu tenho a dizer sobre isso é que o cara deve estar assustado e com razão porque vamos até o coração do que aconteceu e pode fazer o que quiser comigo, eu estou bem com isso mesmo com um processo.

Eu estive em projetos que eu artisticamente não concordava mas fazia meu trabalho, mas existe um certo tipo de abuso, um comportamento que não pode ser tolerado então você leva essas diferenças para as pessoas que são responsáveis e eles não fazem nada sobre isso, mas eventualmente você tem que dizer algo e demorou dois anos e meio para que eu pudesse coletar toda informação e construir algo forte o suficiente que não poderia ser ignorado. Em outros tempos,  se alguém me chamasse para falar sobre isso confidencialmente se eu iria? Sim eu iria e estamos no processo das pessoas falarem de forma anônima para não receber nenhum tipo de retribuição, e se eu disse algo sobre este homem que não foi verdade eu o convido a me processar por calunia ou difamação.

E da parte do Jon Berg, ele renegou a situação se fazendo de surdo e foi completamente desrespeitoso em relação ao que aconteceu e confirmou que ‘nós’ referindo-se a ele e ao Geoff Johns, não permitiriam qualquer comportamento não profissional. Esta é a declaração de alguém que esta claramente assustado.

Sobre um possível crossover com o Cyborg de Patrulha do Destino:

Depende de como estes opostos iriam se encontrar. Eu não faria se não fosse algo que fosse o melhor para os dois. Não pode ser algo que eles se encontram e dizem ” Hey e aí”. Tem que ser um encontro sobre duas pessoas que perderam metade de si tem um encontro e dividem um momento sentindo-se completas, alguma coisa profunda assim ai me chamem.

Sobre a identificação do Cyborg com pessoas deficientes:

Sabe eu recebo mensagens de algumas pessoas as vezes dizendo ‘ eu não quero que você reposte isso mas eu gostaria de dizer que o Cyborg é o meu herói por causa disso ou daquilo’ existem muitas crianças que eu conheci nestas convenções com implantes cocleares e vem até mim e dizem ‘ eu sou um Cyborg também’ quando eu vejo esse tipo de coisa eu penso que é disso que se trata (interpretar um herói).

“Zack Snyder’s Liga da Justiça” estreia no streaming HBO Max em 2021.

Tradução: Ricardo dos Santos

Justice Con | Zack Snyder revela detalhes sobre a sua versão do filme “Liga da Justiça”

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Zack Snyder, o diretor do filme ‘Liga da Justiça’ foi a principal atração da convenção Justice Con. Confira abaixo os principais pontos abordados na conversa.

Zack – Obrigada por me receberem. Obrigado aos fãs, a quem está assistindo. Especialmente a vocês [organizadores] por fazerem isto porque é muito divertido, sem a San Diego. Não vou mentir, eu pensei em, talvez ano passado ou dois anos atrás eu tinha um trailer, um trailer pessoal do meu corte de Liga da Justiça. E eu pensei em enfia-lo na programação, tipo subornar o cara do áudio e vídeo para mostrar durante alguma apresentação. Nunca fiz. Pensei que seria legal para agitar um pouco as coisas.

Teria sido legal colocar no meio do painel da Marvel, eles ficariam tipo “meu deus, o que é isso?”

Zack – Vocês saberiam imediatamente, porque seria em preto e branco. Um pouco dramático.

Então vamos começar, você tem essa coisa lançando ano que vem…e…

Zack – Sabe, eu tenho esse filme lançando ano que vem na HBO Max. Minha rotina diária é que editamos, é mais como uma restauração porque tem muitos efeitos visuais. É muito mais como, juntar os efeitos visuais e ver como funcionaria, porque estamos colocando o Lobo de Estepe original. Então é muito trabalho, somente nisto. E também temos essas cenas adicionais com efeitos visuais enormes. O filme foi terminado, o corte que estou trabalhando foi finalizado em fevereiro de 2017. O corte estava pronto. E então foi para esta gigantesca, super longa, versão do filme, meio que versão definitiva. Quero dizer, o trabalho que tivemos nos meses seguintes foi de encurtar para o que o estúdio pediu. Mas nós nunca, sabe, tivemos isso. Mas é realmente aquela versão gigante de diretor. E todo mundo estava superanimado para essa versão e é estranho que esse filme poderia nunca ser lançado. Eu serei honesto, mesmo naquela época eu tive essa ideia, talvez tivesse um jeito de mostrar essa versão gigantesca do filme com HBO ou qualquer lugar, onde poderia literalmente dizer que estava tudo bem, que poderia ter 4 horas de duração.

Eu quero falar um pouco mais sobre esse processo de restauração. Quando originalmente gravei o filme, deixa eu voltar. Quando estávamos trabalhando em Batman vs  Superman, nós gravamos muitas sequencias em IMax, e eu estava obcecado com os cinemas que mostram os aspectos 1,3 (ou 4:3) na tela. Fora do IMax é só uma grande versão da sua TV. Então assistindo BvS e essas sequencias aparecerem e fiquei tipo “Puta merda, isso é insano”. Realmente me deixou obcecado com o grande quadrado. E eu estava tipo, seria legal, porque os filmes estão ficando “Mais widescreen, mais widescreen” e eu fiquei “Foda-se isso”. Então filmamos tudo em um aspecto de 1,3. O filme tinha que ser capaz de passar em um quadrado enorme de tela IMax. Foi assim que começou, foi aí que me apaixonei por esse conceito. Mas sabe, filmes de super-herói, como figuras eles tendem a ser menos horizontais. Talvez Superman quando está voando, mas quando está em pé ele é vertical. Então tudo estava composto, e gravado desse jeito. E muito dessa restauração é tentar trazer isto de voltar, trazer de volta esse quadrado. Você pode ver o frame da Mulher Maravilha que eu liberei, aquele era o aspecto original que foi gravado. Aquilo veio direto da câmera, não é um corte de Instagram. Aquela é fotografia. E você pode dizer, olha o corte e olhe a versão completa. É uma estética completamente diferente. Ficou com uma qualidade diferente. Muito do trabalho que estamos fazendo é restaurar o frame inteiro. É literalmente um trabalho de restauração. Porque certas cenas ficaram ferradas com o corte, então tivemos que consertar. Eu diria que essa é a maior parte do trabalho.

Tem pessoas meio desinformadas sobre a diferença entre o seu filme e o filme que lançou em 2017. E algumas pessoas estão dizendo que você usará algumas cenas de Whedon.

Zack – Não tem chance algum de que eu usarei uma filmagem feita depois que deixei o filme. Eu prefiro destruir o filme, tacar fogo nele, do que usar um único frame que eu não fotografei. Esse é um puta fato. Eu, literalmente, explodiria essa merda se eu pensasse por um segundo. Se alguma coisa nesse filme lembrar a versão que foi para o cinema, que eu nunca vi, foi porque isso era algo que eu já tinha feito.

Você já escutou a soundtrack do Junkie XL?

Zack – Já escutei bastante! Ele está trabalhando como um maníaco agora. Tem muita coisa que já temos prontas, mas tem outras que ainda precisam serem feitas para o filme. Eu estava conversando com ele no telefone hoje de manhã, e estávamos tipo “Oh, precisamos fazer assim, naquela cena!”, “Vai ser doido! E acontece isso”. Nós estamos trabalhando como maníacos. Ele está tão inspirado, é tão incrível escuta-lo no telefone.

Então quando você estava no set com todo mundo, você já tinha o traje preto feito ou teve que colorir depois?

Zack – Exato! Na época o estúdio disse “Sem chances”, eu tive que discutir pelo traje preto o tempo todo e eles estavam “Eu não acho que seja uma boa ideia”. E eu fiquei tipo “Certo, tudo bem. Não se preocupem com isso”. Nós gravamos o traje do jeito que é (azul), mas com alguns ajustes no traje ficaria um pouco mais fácil tingi-lo, fazer o contraste fica mais… nós fizemos uns experimentos no Photoshop, então nós sabíamos como fazer essa transformação. Então, fizemos vários experimentos anteriores para ter certeza que conseguiríamos trocar. E no início eu pensei que fosse uma grande ideia. Eu sabia que sabia que seria a evolução correta dele, quando ele se levantasse dos mortos, ele usaria o traje preto. Fazia sentindo. Então, tinha essa obsessão por ser engraçado, gostável, coisa assim. E por alguma razão a percepção do traje preto era “Urgh, isso parece que você está tentando fazer o filme sombrio, assustador. Sem graça”. Me ajuda com isso, vai ser hilário quando ele ressuscitar [disse zombando].

E o traje azul vai se costurar sozinho.

Zack – Sabe, até onde eu sei, eu não entendo de tecnologia kriptoniana pessoalmente. Mas tenho certeza que pode gerar o traje se quiser. Então veremos sobre isso no futuro. Quero dizer, espero que vejamos. Como eu disse, eu acredito na posição do Superman no panteão. No topo. Por isso sou obcecado com ele, no seu bom e ruim, feliz e triste, vivo e morto. Eu quero ele no seu espectro total de emoção. Não quero ele como um único tom de “escoteiro”, do tipo estou aqui para ajudar todo mundo. Escutar as palavras de Jor-El, e escutar as palavras do Senhor Kent soando nos ouvidos dele, tentando se manter no caminho.

Às vezes você colocava algo no Vero e saía ou você olhava a bomba detonar?

Zack – Eu gosto de olhar algumas respostas, fazer umas discussões quando posso. Se eu tenho tempo. Mas tem vezes que eu saio imediatamente. A coisa boa do Vero, do jeito que eu consigo interagir lá, eu posso ser franco e falar “Oh, isso é uma coisa boa”. Eu acho que essa relação é muito protegida, eu sinto que recebo respostas genuínas das coisas que posto, seja foto do Henry ou de desenhos do tipo “É isso, seria desse jeito”. Mas a discussão que tenho com as pessoas que se importam com isso, isso é uma ótima interação. Teve alguns dias que meus amigos falavam “Vocês estão nos trends mundial” e eu ficava tipo “Com o que? Nós não temos nada”. Eu gosto dessa ideia de que, naquela época, a hashtag ReleaseSnyderCut somou as hashtags ou presenças nas redes sociais de qualquer outro filme da Warner. Se eu tivesse um estúdio, eu veria isso como um problema. Acho que eu tentaria resolver isso, chamar aquele cara e resolver.

“Zack Snyder’s Liga da Justiça” estreia no streaming HBO Max em 2021.

Tradução: Rayanne Matos

Joker War | Criadores envolvidos na Bat-Família comentam sobre o impacto da Guerra do Coringa nos quadrinhos

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Durante o segundo dia do painel da DC, na Comic-Con At Home, o editor do grupo Batman da DC, Ben Abernathy, se juntou ao escritor da mensal do Homem-Morcego, James Tynion IV, ao artista da edição Jorge Jimenez, ao artista de Detetive Comics Brad Walker, a escritora da Batgirl, Cecil Castellucci e ao escritor do Asa Noturna, Dan Jurgens para discutir o novo evento do Batman, Joker War.

O artista de Esquadrão Suicida, Bruno Redondo, também esteve presente no papel de tradutor para o espanhol Jorge Jimenez.

O painel começou com Ben Abernathy perguntando a James Tynion IV como a Guerra do Coringa começou a se tornar algo verdadeiramente tangível.

James, eu estava pensando em nossa mini cúpula em Burbank em dezembro passado, quando a Guerra do Coringa realmente começou a surgir. O que você se lembra daquela reunião?

James:  Honestamente, esse foi realmente o momento em que eu sinto que tudo começou a pegar vapor. Eu tinha sido anunciado como responsável pelo  título do Batman apenas alguns meses antes e eu tinha feito alguns trabalhos, mas o tamanho e a forma da história continuou mudando, e houve algumas coisas que aconteceram em rápida sucessão: Você [Ben] entrou como editor do grupo do Batman, descobrimos que íamos nos juntar ao livro com o incrível Jorge Jimenez , e percebemos que ok, este elemento do Coringa para a história que estávamos construindo vai ser um enredo de tamanho de evento completo. E isso significava que nós realmente seriamos capazes de deixar todas as peças respirarem.

Então foi nesse momento que começamos a falar sobre pequenas coisas sobre as quais tive conversas. Como, ok se o Coringa vai ter capangas, então precisamos de um capanga de topo, e percebendo que nós realmente teríamos espaço para desenvolver cada uma dessas peças. Foi aí que uma personagem como a Punchline começou a ser desenvolvida e eu me lembro bem perto daquela cúpula que estávamos escrevendo os resumos dos personagens e depois enviando-os para Jorge.

Jorge estava terminando Liga da Justiça e  prestes a começar a desenhar os personagens e esse momento emocionante, emocionante onde percebemos que a Guerra do Coringa vai ser uma grande história e eu estou realmente animado que estamos em um ponto onde está prestes a sair e as pessoas estão animadas para vê-la.

Jorge, o que achou quando James veio até você com o conceito de Guerra do Coringa?

Jorge:  Batman é um dos meus personagens favoritos, então meu primeiro sentimento foi um de “Obrigado!” Então, quando James veio até mim com um grande evento envolvendo o Batman e esta Guerra do Coringa eu senti que este poderia ser um grande momento para um personagem importante. Grande emoção!

Brad Walker é o atual artista da Detective Comics, outro livro do Batman e que é fortemente impactado pelos eventos ocorridos com a Guerra do Coringa.

Agora se juntando a nós está o atual artista da edição “Detective Comics”, Brad Walker. Ei Brad!

Brad: Ei todo mundo!

Então Brad, sobre seu arco na Dectetive ajudou a elaborar a preparação do Coringa para a Guerra. Pode nos contar um pouco sobre essa armação?

Brad: Nós já tínhamos começado um grande arco do Duas Caras, então provavelmente foi um pouco mais íntimo inicialmente. Mas quando as coisas começaram a aumentar para a Guerra do Coringa e o plano de James começoram a se desenvolver, acho que todo mundo meio que viu uma oportunidade de trazer outros livros para a mistura e fazer o evento se sentir maior. Enquanto Pete e eu discutimos mais a história, começamos a ver áreas na história do Duas Caras que poderiam ser ajudadas incluindo o Coringa de qualquer maneira, e eu não consegui desenhar o Coringa realmente. Então, a ideia de colocá-lo lá neste tipo de papel de planejador mestre que facilitaria o tipo de coisas que o James queria fazer era uma espécie de oportunidade perfeita e fez nossa história se sentir maior e mais épica.

Bem, posso dizer Brad que tenho pesadelos 7 dias por semana com o seu Coringa…

Brad: Ele é tão divertido de desenhar e você pode ir em tantas direções diferentes com ele apenas falando visualmente. Ele pode ter um momento em que ele é um personagem bobo e, em seguida, na queda de um chapéu apenas ser aterrorizante e é um assento visual divertido para virar para frente e para trás e ser um esquizofrênico como ele é como um personagem.

Coringa envolve quase todos os títulos da Bat-Família que a DC tem agora, incluindo o Asa Noturna de Dan Jurgens e Batgirl de Cecil Castellucci. Jurgens e Castellucci se juntaram à transmissão para compartilhar seus pensamentos sobre a Guerra do Coringa e como isso impacta em seus livros.

Diga-me brevemente o que vocês pensaram sobre o conceito de Guerra do Coringa e como cada título se encaixará:

Dan: Para mim, é algo que funcionou muito, muito bem porque estávamos chegando a um ponto em que estávamos lidando com Rick Grayson, que tinha amnésia e não se lembrava de seu tempo como Robin, como sendo parte do mundo do Batman. Então, ter o Coringa disponível para ajudá-lo a trazê-lo de volta ao mundo era absolutamente ideal.

Castellucci: Sinto que a Batgirl tem passado por um enorme crescimento desde o Ano do Vilão e então eu acho que ter a oportunidade porque o Coringa é obviamente uma ferida central na vida da Batgirl, chega na Guerra do Coringa foi como arrombar uma porta. Eu sabia que precisava me dirigir a ela e ao Coringa. Então Jessica Chen e eu, minha editora, tivemos uma ótima conversa sobre tentar torná-lo uma espécie de espelho dessa questão clássica, mas onde temos Barbara um pouco mais no poder da situação e recuperar o momento de uma certa maneira. Então foi uma grande oportunidade porque eu tenho tentado fazer Batgirl crescer de novas maneiras e este foi um grande presente para abordar diretamente essa ferida central em sua história.

O arco ‘Joker War’ está em lançamento nos EUA e ainda não possui previsão das publicações chegarem ao Brasil.

Liga da Justiça Snyder Cut | Novo teaser do filme é revelado e mostra o Superman com o clássico uniforme preto

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Durante a live da convenção digital #JusticeCon, o diretor Zack Snyder revelou uma cena inédita onde o Superman aparece vestindo o tradicional uniforme preto e se encontrando com o Alfred. Confira abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=2kNOdSyf2JE

A versão de Zack Snyder do filme “Liga da Justiça” chegará ao streaming HBO Max em 2021.

Dark Nights: Death Metal | Scott Snyder revela como o Rei Robin vai atormentar os heróis da DC

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O Batman-Que-Ri foi assustador o suficiente, e sua transformação no Darkest Knight, visto recentemente em Dark Nights: Death Metal #2, de Scott Snyder e Greg Capullo, pode ser ainda mais sinistro. Mas isso não quer dizer que seu novo discípulo, o Rei Robin, não será menos aterrorizante. Via: [CBR]

Falando no painel virtual “DC@Home Day Two” da Comic-Con At Home, Snyder afirma que ele será igualmente aterrorizante com uma natureza demente, quando o Rei Robin encontra os heróis da DC pela primeira vez e explica exatamente como ele pretende atormentá-los.

“Eu realmente desenterrei sua mãe morta e a enfiei em um de seus pequenos anéis estilo Flash.”, disse  Snyder falando sobre o Rei Robin, citando uma semelhante função sobre o uniforme de Barry Allen, guardado em um anel. “Você quer ver o corpo dela?” brinca o autor.

“Ele é muito mau.”, reconhece Snyder. “Ele é definitivamente uma de nossas criações mais sombrias, mas eu o amo porque representa algo que heróis vão contra e que diz: ‘Tudo o que você acredita que somos, tudo o que você espera que sejamos, você sabe que não somos.'”

O Rei Robin terá sua primeira oportunidade de mostrar sua natureza horrível na edição “Dark Nights: Death Metal #3″. A HQ será lançada nos EUA no dia 11 de agosto.

Constantine | Produtor do filme de 2005 revela desejo de fazer uma sequência para maiores

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Durante o painel de 15 anos do filme na Comic-Con At Home, o produtor de ‘Constantine’, Akiva Goldsman, foi perguntado sobre os planos para uma possível sequência do longa.

https://youtu.be/m_0GjFxy9ZE

“Eles infinitamente surgiram.”, disse ele. “Queríamos fazer uma sequência para maiores, acho que provavelmente poderíamos fazer isso amanhã.”

Goldsman continuou: “Sim, tentamos de muitas maneiras diferentes… Foi sempre, para o estúdio parecia ser um peixe emplumado. Sua estranheza, a maneira como é igualmente confortável com uma cena de personagem entre Keanu e Rachel [Weisz], como é com demônios atirando-se em um homem que vai acender o punho em chamas e expulsá-los. É estranho, não é? Não é exatamente cheio de ação, mas tem ação… Essas produções parecem ficar cada vez mais difíceis de fazer.”

Havia até uma ideia que teria trazido um pouco mais do céu de inferno para o processo – enquanto literalmente teria Jesus Cristo na mesma cena que Keanu Reeves. “Nós conversamos sobre isso e tivemos ideias, e eu adoraria que, se ele acordasse em uma cela, ele teria que identificar o colega prisioneiro. A ideia do co-escritor Frank Cappello seria Jesus… Sim, já falamos sobre uma sequência.”, lamentou Goldsman.

O diretor Francis Lawrence revelou, no entanto, que as conversas nunca atingiram níveis oficiais por causa da reação da crítica bilheteria do filme em 2005: “Falamos mais sobre a sequência do que o estúdio… Não foi um grande sucesso ou aclamado pela crítica na época”, admitiu Lawrence.

Produção estreou em 2005 e arrecadou pouco mais de U$230 milhões em bilheteria com orçamento de U$100 milhões.

The Sandman | Produção da série deverá iniciar em outubro deste ano

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Durante participação em um painel da “Comic-Con At Home”, David Goyer  (O Homem de Aço) revelou que existem conversas para a produção de “The Sandman”, nova série da Netflix, começar em outubro deste ano.

Criado por Gaiman ao lado dos artistas Sam Keith e Mike Dringenberg, The Sandman estreou em janeiro de 1989 pelo selo Vertigo da DC.  A primeira temporada contará com 11 episódios e deve chegar na Netflix em 2021.