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    Panini | Editora anuncia aumento gradual nos preços dos quadrinhos para o mercado brasileiro

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    Em um comunicado no Instagram, a editora Panini, responsável por publicar as edições da DC Comics aqui no Brasil, anunciou que haverá um aumento de preços gradual em seus produtos. Confira:

    Na justificativa principal da editora, o ajuste nos preços se deve por causa da alta no dólar.

    Mulher-Maravilha 1984 | Caso seja confirmado o lançamento em dezembro, Warner Bros. pretende lançar o filme na HBO Max já em janeiro

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    Faltam seis semanas para “Mulher-Maravilha 1984” estrear nos cinemas e os executivos da Warner Bros. estão considerando se devem adiar a tão esperada sequência para o verão americano de 2021, ou manter o filme com sua estreia nos cinemas para o dia 25 de dezembro e depois colocá-lo no serviço de streaming HBO Max, no início de janeiro, de acordo com fontes reportadas pela Variety.

    A estreia vem sendo adiada devido a pandemia de Covid-19, que empurrou seu lançamento de 5 de junho para 14 de agosto, depois para 2 de outubro, e finalmente para 25 de dezembro.

    Mas com os casos de Covid-19 aumentando nos EUA, a Warner Bros. está diante de outra paralisação generalizada, especialmente nas grandes áreas urbanas que impulsionam a grande maioria dos negócios de cinema. Um lançamento cinematográfico sem um grande público poderia deixar os expositores à beira da falência. Ainda sim, o crescimento de assinantes da HBO Max é visível. O streaming tem lutado para construir uma audiência grande o suficiente para competir contra Netflix, Amazon e Disney Plus.

    “Mulher-Maravilha 1984”, no entanto, deveria ser uma sensação global com um faturamento bilionário; qualquer lançamento cinematográfico no próximo mês tem chances de fracassar, uma lição que o estúdio já aprendeu da maneira mais difícil com “Tenet”, que não obteve bons resultados. Com a notícia de que uma vacina da Covid-19 poderia estar pronta até o primeiro semestre de 2021, os chefes da Warner Bros. ainda estão considerando empurrar “Mulher-Maravilha 1984” de volta para uma data de lançamento no verão americano, possivelmente em junho (batendo com um título de terror da New Line) ou julho (batendo com o novo filme “Space Jam” de LeBron James).

    Vamos ficar atentos a possíveis novas mudanças na data de estreia de “Mulher-Maravilha 1984”.

    Generations: Forged #1 | Detalhes da edição são revelados

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    Escrito por Dan Jurgens, Andy Schmidt e Robert Venditti, “Generations” começou com uma história na edição especial “Detective Comics #1027”, apresentando uma equipe diferente de heróis, incluindo o Batman, Kamandi, Aço, Estelar, Sinestro, Gladiador Dourado e Dr. Luz.

    No entanto, no mês passado, Jurgens disse ao site Newsarama que outro herói anônimo também fará parte do elenco “desempenhando um papel fundamental na história, servindo como uma surpresa muito agradável e divertida para os leitores”.

    Esse personagem, de acordo com a solicitação para “Generations: Forged #1”, é o Superboy. E se sua aparição for como a capa de Liam Sharp (imagem acima), parece que será uma versão adolescente, Clark Kent de Smallville – em oposição a Kon-El ou ao atual Jonathan Kent. A carreira de Clark como Superboy adolescente foi, por vezes, escrita dentro e fora da continuidade da DC.

    A solicitação da DC para a primeira edição também manteve a identidade do vilão em segredo, e ele também foi revelado recentemente. Será o “Dominus”, um vilão do Superman de 1998, que apareceu principalmente em um arco de história em todos os títulos do Superman não oficialmente chamado “O Efeito Dominus”.

    Como você pode ver nessa capa de “Superman #138” daquele ano, ‘The Dominus Effect’ envolveu manipulação de tempo e versões do Superman de diferentes linhas temporais/eras de continuidade e foi co-escrito por Jurgens.

    Confira a sinopse de “Generations: Forged #1”:

    “Dispersado através do tempo pelo vilão Dominus, nossa equipe de heróis geracionais — com Batman, Kamandi, Superboy, Aço, Estelar, Sinestro, Gladiador Dourado e Dr. Luz — devem encontrar uma maneira de restaurar a linha do tempo… e o que eles finalmente descobrem é algo muito, muito maior. Você vai ter que ler para acreditar quando o tempo morre… e gerações se erguem!”

    Essa última frase sugere que Forged pode não ser o fim do evento Generations, o que é interessante considerando os detalhes da capa. Há uma clara referência à série ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’ de Frank Miller, na metade superior da capa.

    “Generations: Forged #1” será lançada nos EUA no dia 23 de fevereiro.

    Via: [Newsarama]

    Aquaman 2 | Amber Heard confirma seu retorno para a sequência

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    Apesar de grande especulação sobre o papel de Amber Heard em ‘Aquaman 2′, a atriz garante para a EW que não só continua na franquia, mas está super animada para as gravações que devem acontecer no próximo ano.

    Enquanto fãs de seu ex-marido, Johnny Depp, criam petições online pedindo a demissão da atriz, Amber responde que tais ações não causam qualquer mudança, e que segue firme com seu cronograma de filmagens em algum momento de 2021.

    “Estou super animada com a quantidade de amor dos fãs e a quantidade de apreciação dos fãs que Aquaman adquiriu e que gerou tanta empolgação para Aquaman e Mera, significando que voltaremos. Estou tão animada para filmar isso.”, afirma Heard.

    A movimentação contra a permanência de Heard na produção ganhou força nos últimos dias após seu ex-marido ter sido demitido pela Warner Bros. da produção de ‘Animais Fantásticos 3‘, decisão tomada após o resultado do julgamento em que Depp saiu como perdedor. Depp processou o jornal The Sun por difamação, mas falhou ao provar que não abusava de Heard durante seu breve casamento. No início deste mês, um juiz rejeitou a reclamação de Depp, decidindo que a alegação do jornal contra Depp era “substancialmente verdadeira“.

    “Rumores pagos e campanhas pagas nas redes sociais não ditam decisões de elenco porque não têm base na realidade“, acrescentou Heard. “Apenas os fãs realmente fizeram Aquaman e Aquaman 2 acontecerem. E estou animada para começar as filmagens no próximo ano.”

    Amber afirma que foi uma decisão difícil assumir que foi vítima de violência doméstica, ouvindo de muitas pessoas a sua volta que ela poderia perder muitos papeis devido a exposição do caso.

    “Amigos e conselheiros me disseram que eu nunca mais trabalharia como atriz – que estaria na lista negra. Cheguei a ser dispensada de um filme que fui contratada e meu papel foi reformulado. Eu tinha acabado de filmar uma campanha de dois anos como o rosto de uma marca de moda global e a empresa me dispensou.”  – Contou Heard em uma edição de 2018 para o Washington Post.

    No que parece ser uma resposta ao veredito do The Sun na semana passada, a Warner Bros. pediu a Depp que se retirasse da franquia Harry Potter, e já sondam o ator de Hannibal, Mads Mikkelsen, para assumir o papel como o mago das trevas Grindelwald. Amber Heard pode ser vista a seguir na nova adaptação do clássico de Stephen King, “The Stand”, onde ela interpreta Nadine Cross, uma sobrevivente de uma pandemia com um destino sombrio.

    Além, claro, como a Rainha Mera em “Aquaman 2”, que chega aos cinemas no dia 16 de dezembro de 2022.

    Raio Negro | Série spin-off focada no Painkiller é encomendada pela The CW

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    A The CW confirmou para a Variety que está desenvolvendo um spin-off de “Raio Negro” centrado em Khalil Payne, o vilão conhecido como Painkiller, na série interpretado pelo ator Jordan Calloway desde a primeira temporada.

    Confirmando que o piloto irá ao ar durante a quarta temporada do programa, no sétimo episódio, “Painkiller” marcaria a nona produção da DC para o canal americano.

    Durante a primeira temporada, Khalil Payne era um astro do time de atletismo no colégio até que uma bala perdida atinge sua espinha durante uma protesto pacífico em Freeland. Khalil é recrutado por Tobias Whale (Marvin “Krondon” Jones III), que lhe oferece a cura e habilidades especiais em troca de favores, assim se tornando o vilão Painkiller.

    Uma pequena sinopse foi divulgada referente ao piloto que chega ao ar no ano que vem pelo canal americano, confira:

    Khalil Payne (Jordan Calloway) é um jovem dominado pela culpa de seu passado conturbado de sua antiga vida em Freeland, onde, como uma máquina de matar super aprimorada conhecida como Painkiller, ele era membro da gangue de Tobias Whale e uma arma do Agente Odell e o sombrio ASA. Depois de tentar enterrar a parte mais escura e letal de Painkiller em sua personalidade, Khalil se distanciou de todos que conhece e recomeça a vida em uma nova cidade, o Vale Akashic, a fim de encontrar a paz … mas a paz nunca é fácil para homens com um passado como Khalil Payne. Enquanto sua história violenta e destrutiva quebra seu novo começo idílico, Khalil é empurrado de volta à ação com uma nova missão – trazer justiça onde antes punia – mas para fazer isso, ele primeiro terá que lidar com seu lado mais sombrio.

    ”Raio Negro” retorna no dia 8 de fevereiro para a sua quarta temporada pela CW.

    #TBT do Terraverso | Racismo e violência policial foram destaques em Lucifer

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    Como de praxe, em toda quinta-feira as redes sociais ficam repletas de postagens assinaladas com “#tbt“.

    Um momento “TBT” é aquele dedicado para que as pessoas relembrem momentos passados e que gostariam de de reviver e/ou compartilhar e aqui no Terraverso também gostaríamos de trazer momentos que nos marcaram de alguma forma. Hoje, por exemplo, iremos falar sobre um episódio específico de “Lucifer“, precisamente o oitavo episódio da quarta temporada da série da Netflix, intitulado “Super Bad Boyfriend”.

     Na quarta temporada de “Lucifer” vimos Amenadiel (D.B. Woodside) enfrentando alguns dilemas pessoais e ao mesmo tempo entrando em contato com um jovem negro e morador de uma área periférica chamado Caleb.

    Se você caro leitor e cara leitora é um fã assíduo da série, pode continuar lendo o texto, mas se vocês ainda não viram este episódio, tomarei cuidado para não dar muitos spoilers.

    No episódio em questão, vemos o anjo Amenadiel questionando-se sobre como seria a paternidade, já que a Dra. Linda (Rachael Harris) está esperando um filho seu. Ele então decide seguir um jovem negro, Caleb. O garoto, por coincidência (ou vontade de Deus) é um dos envolvidos em um dos casos de Chloe (Lauren German) e Lúcifer (Tom Ellis).

    Como prometido, não darei muitos spoilers, por isso gostaria de chamar a atenção para duas cenas específicas. A primeira mostra uma conversa entre Amenadiel e Caleb, que é parada por uma abordagem policial e você confere abaixo:

    “Por que está apontando a arma, eu não fiz nada de errado.”

    Podemos notar a forma violenta que os policiais brancos abordaram os personagens, Caleb estava apenas com um sorvete na mão e Amenadiel, que também estava desarmado, só não leva um tiro por que Daniel (Kevin Alejandro) chega no momento certo e diz que ele é seu amigo.

    Ainda falando de Daniel, em outra cena vemos ele e Amenadiel conversando sobre o sistema policial estadunidense e o racismo estrutural presente na sociedade.

    “Por que aqueles policiais não me ouviram? Eu tentei argumentar com eles, mas eles não me escutavam.”

    Escolhi estas duas pequenas cenas para comentar em nosso momento TBT porque acredito que ambas dão conta de retratar a mensagem que o episódio queria passar para o público, principalmente sobre a violência policial e o racismo existente na sociedade como um todo. Em um primeiro momento vemos policiais agredindo pessoas negras sem nem ao menos escutarem o que elas tem a dizer, literalmente quase “atirando antes e perguntando depois”. Na sequência vemos as pessoas envolvidas na situação refletindo que poderiam se opor sobre o modo que os policiais agiram, porém chegam à conclusão de que uma simples denúncia não resolveria este problema que é sistêmico.

    Devemos ressaltar a importância de vermos temas sociais sendo retratados em produções que a princípio não teriam motivos para isso. Se alguém me perguntasse o porquê de uma série que fala sobre “as férias de Lucifer” tratar sobre o racismo em um dos seus episódios, eu responderia que a principal causa para isso é a “responsabilidade social”.  A série estrelada por Tom Ellis tem uma enorme base de fãs e capacidade de gerar engajamento nas redes sociais e os produtores certamente veem nisso uma oportunidade de utilizar o grande alcance de “Lucifer” como uma plataforma para gerar debates sobre diversos assuntos.

    Sobre o episódio em si, publicamos uma declaração de Woodside, onde ele fala sobre como se sentiu nas gravações e ainda destacou o modo como a quarta temporada da série abordou temas diversos, leia mais aqui.

    Pessoalmente eu espero que estes assuntos voltem a ser retratados em séries como “Lucifer”, porque isso faz com que um maior número de pessoas entrem em contato com o tema e reflitam sobre.

    Lembram de algum outro episódio ou série que marcaram vocês de alguma forma? Mande sua sugestão para nós, ele pode virar nosso próximo #TBT.

    Arlequina Quebrando Vidraças | Uma história com Xexelentos, Anjos e Demônios

    Harleen quando nasceu era tão pequena e doce como um pêssego, mas a vida é uma droga, pessoas boas pagam pelas ações de pessoas ruins. E Mariko Tamaki procurou ilustrar ao máximo todas as questões sociais, a gentrificação e como ricos ficam cada vez mais ricos enquanto pobres ficam ainda mais pobres. 

    Mas não está tudo perdido, ainda há pessoas dos mais diversos lugares que se preocupam uns com os outros, pode ser em uma escola, um comício e até um show de drag queens. 

    Tamaki ficou responsável por dar uma nova origem para Harleen Quinzel e ela não mostrou somente como ela se tornou a Arlequina e sim da infância conturbada até a jovem Harleen colegial excêntrica e cheia de energia. A personalidade de Harleen foi muito bem trabalhada, não um enlatado de informações e personalidade jogado goela abaixo, onde temos que aceitar que ela é assim e ponto. Vemos toda uma construção da personagem. Parece complexo falando dessa forma, mas lembre-se que Arlequina Quebrando Vidraças é um título do selo DC Teens, de publicações destinadas ao público jovem. A linguagem fala com o público jovem e os personagens foram repensados para serem inclusivos. Não é lacração, é uma necessidade real para conversar com um público de mudanças sociais significativas. 

    Depois que sua mãe conseguiu emprego em um cruzeiro, Harleen chega em Gotham com uma mochila de 5 dólares, as roupas do corpo e uma caixa de sucrilhos para morar com sua avó já idosa e com um gosto peculiar por palhaços, mas a jovem é surpreendida com a notícia que sua avó havia falecido. Sem alternativas ela implora para Mama, um homem gay orgulhoso que se torna sua “Fade Madrinhe”, para ficar, ele aceita com a condição que ela continue fofa e vá para escola. 

    É interessante notar como é o usado gênero neutro na tradução, é feito com naturalidade própria do dialeto Queer, mais como uma forma carinhosa de tratamento do que como uma questão de gênero, uma vez que Mama se identifica como homem. Mama representa também uma categoria artística, está a frente de um show de Queens que agora será a nova família de Harleen. 

    As cores escassas das ilustrações de Steve Pugh provocam uma reação de imersão na leitura e são um apontamento dos sentimentos da narradora. A introdução em preto e branco como o início de “O Mágico de Oz” e aos poucos cores são inseridas na narrativa, sinalizando que nossa “Dorothy” não está mais no Kansas. Os cenários de Gotham são em escala de cinza capitalista e urbano, com o céu em vermelho opressor; a Boate Mama’s em detalhes rosa neon divertido e feminino; o roxo suave, que por vezes indica melancolia e outras realeza pela presença das queens; cenas do passado amarelo açafrão; as cores mais abundantes e naturais da horta comunitária, o local preferido da primeira melhor amiga de Harleen, Hera. 

    Hera é uma jovem Preta, vegetariana, politicamente e socialmente engajada, ativista e que está de saco cheio do sistema e dos Kane, a família que é dona de vários negócios e que está colocando todo o bairro como área condenada para tomar as propriedades e construir mais prédios e empreendimentos. Harleen acha Hera a pessoa mais incrível do mundo, e começa a apoiá-la em todas as suas empreitadas. 

    Harleen está feliz com sua nova família e sua amiga, seus anjos pessoais e está disposta a tudo para ajudá-los mediante a “xexelentos” e as ameaças dos Kane, a primeira ameaça acontece durante o show beneficente organizado no Mama’s após a subida exorbitante do aluguel, e junto com essa ameaça, a primeira vidraça da história é quebrada, um tijolo atinge o Mama’s durante o show, o chão pichado imperando que eles saiam dali com uma pista, um copo enorme da cafeteria Kane, um aviso. Mas Harleen quer defender sua família, se vingar, vai até a cafeteria com a “vara de condão” como é chamado o taco de baseball e agora é sua vez de quebrar a vidraça. E é ali que conhece “O Coringa”, ele a toma pela mão para fugir da polícia que foi acionada rapidamente pelo alarme, a leva para um bueiro, a toca do coelho, que em vez de a levar para o mundo das maravilhas terá que se contentar com o esgoto e com seu coelho branco, um “enigma” que em um segundo momento se apresenta como um agente do caos, as cores falam conosco novamente. O fundo em vermelho vivo aponta o perigo. 

    O Coringa é diferente do que estamos acostumados, a apresentação do personagem parece uma colagem de arte pop e lembra de longe o que vemos em “Batman – Morte em Família”, usando um rosto como máscara. O rosto da máscara foi arrancado de um dos milhares de outdoors dos Kane, um sorriso plastificado, falso, de quem não sorri com os olhos, e talvez por esse motivo os olhos não sejam da mesma fonte, um recorte de outro cartaz, de um dos milhares de Gotham. O Coringa parece uma mistura com tudo de ruim, um contraponto a criação da Arlequina pela Harleen, que cria seu alter ego com suas experiências, as cores tem relevância novamente e se misturam durante o nascimento da Arlequina. 

    Harleen não aceita ser o que foi entregue a ela em uma caixa, e ao se “montar” tudo o que ela é está lá, de bom e de ruim,  o perigo está lá, o passado, a melancolia, a sua nova família e uma referência direta a sua avó, que da coleção de palhaços sua peça favorita era uma pequena arlequina.

    Com uma narrativa levemente confusa e fofa, afinal a narradora é a própria Harleen que narra no presente e no passado ao mesmo tempo, assim como se trata em primeira e terceira pessoa, cheia de referências a contos de fadas. Quebrando Vidraças é a jovem Harleen contando uma história, a história de como ela chegou onde está, como o mundo é cheio de xexelentos e o que devemos fazer com eles. Não só isso, que ainda existem anjos, e que eles valem a pena. 

    Nota:

    Aquaman 2 | Petição para remover Amber Heard do filme alcança mais de 900 mil assinaturas

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    Uma petição para remover Amber Heard do filme ‘Aquaman 2’ atinge a marca de mais de 900 mil assinaturas. Heard apareceu pela primeira vez como Mera, a Princesa de Xebel, um dos reinos subaquáticos, no filme Liga da Justiça de 2017. Ela passou a reprisar seu papel ao lado de Jason Momoa em Aquaman de 2018, até agora o filme de maior bilheteria da DC de todos os tempos. Heard está programada para retornar em Aquaman 2 em 2022.

    Heard tem sido o centro de uma controvérsia envolvendo o ex-marido Johnny Depp. Depp e Heard, que se conheceram no set do filme “The Rum Diary” de 2011, se casaram na ilha privada de Depp, nas Bahamas, em 2015. Após pedir o divórcio em 2016, Heard obteve uma ordem de restrição contra Depp, acusado de abusar físicamente e verbalmente dela. Outras alegações contra o ator incluíram Depp tentando fazer com que Heard fosse demitida de Aquaman e impedi-la de ser contratada em outros projetos da Warner Bros.

    Todas as alegações preocupantes levaram a críticas sobre Depp ser escalado como Grindelwald na franquia “Animais Fantásticos” em 2016. Depp processou Heard por difamação em 2019, depois que ela escreveu um artigo para o The Washington Post alegando ser vítima de violência doméstica durante seu casamento de curta duração. Depp também processou a publicação britânica The Sun depois que o chamaram de “espancador de esposas” em um de seus artigos.

    O caso foi a julgamento em julho, e na última segunda-feira o juiz decidiu contra Depp, afirmando que ele desmentia evidências suficientes para apoiar as alegações de Heard. Recentemente, Depp anunciou que foi convidado a se retirar de “Animais Fantásticos 3”, com o estúdio confirmando que seu personagem seria reformulado.

    Essa recente decisão levou à indignação os fãs de Deep, que lançaram uma petição online exigindo que Heard fosse demitida de Aquaman 2, acreditando que Heard deveria enfrentar as mesmas consequências de Depp. A petição localizada no Change.org intitulada “Remov Amber Heard from Aquaman 2” alcançou mais de 900 mil assinaturas. A petição diz:

    “Amber Heard foi exposta como uma abusadora doméstica por Johnny Depp. Em seu processo de US$ 50 milhões, Johnny Depp descreve muitos incidentes de abuso doméstico que ele sofreu nas mãos de sua (então) esposa Amber Heard, incluindo um incidente em que ela lhe deu dois socos no rosto e outro onde ela quebrou o dedo com uma garrafa de vodca, e seu dedo teve que ser cirurgicamente recolocado. Ele vai suportar a cicatriz disso para o resto de sua vida.”

    A petição também aponta que Heard foi presa em 2009 por abuso doméstico contra seu ex-parceiro. Também afirma que Heard tentou arruinar a carreira de Depp desde o divórcio, fazendo falsas alegações de abuso e fazendo com que ele fosse retirado de projetos.

    Com a petição alcançando quase 1 milhão de assinaturas, é claro que Depp tem muitos apoiadores que querem ver Heard enfrentar o mesmo destino do ator. Mas ao que parece, Amber Heard segue exercendo um papel fundamental dentro do universo compartilhado de filmes da DC. Recentemente a atriz participou das gravações de novas cenas para a versão de “Liga da Justiça” do diretor Zack Snyder e segue confirmada para “Aquaman 2” em 2022.

    Via: [ScreenRant].

    Peacemaker | James Gunn confirma que a série acontece no DCEU

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    Em um post no Instagram anunciando um trio de novos membros do elenco se juntando a série “Peacemaker” da HBO Max, o diretor de “O Esquadrão Suicida”, James Gunn, confirmou para quem ainda está se perguntando que, sim, “Peacemaker” se passa no universo compartilhado dos filmes interconectados da DC.

    “E, sim, para aqueles que estão perguntando, essa série é conectada ao Universo Estendido da DC. Acho que seremos a primeira série a ir ao ar que fará parte do DCEU“. disse Gunn.

    A “revelação” de Gunn era realmente uma formalidade; embora a cada novo projeto da DC desde “O Homem de Aço” tenha vindo perguntas sobre seu nível de conexão com o que alguns fãs chamam de “DCEU”. Está bem claro desde o início que “O Esquadrão Suicida” se passa nesse universo, e como “Peacemaker” é um spin-off, é lógico que também se passará.

    ‘O Esquadrão Suicida’ tem previsão de estreia para agosto de 2021.

    Batman: O Cavaleiro das Trevas | Zack Snyder deseja fazer um filme baseado na HQ de Frank Miller

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    Descrevendo-se como “obcecado” com a aclamada minissérie de quadrinhos de Frank Miller, o cineasta Zack Snyder disse aos fãs durante uma live esta semana que ele ainda gostaria de fazer uma adaptação cinematográfica live-action de Batman: O Cavaleiro das Trevas.

    Jay Oliva, que já trabalhou com Snyder em Liga da Justiça, além de dirigir uma série de filmes animados da DC, brincou certa vez com Snyder, comentando que não havia outras histórias do Batman além de O Cavaleiro das Trevas, e sugeriu que, em vez de colocá-la em um universo compartilhado, ele gostaria de revisitar a ideia como um filme independente.

    Batman: O Cavaleiro das Trevas conta a história de um Batman aposentado há anos, mas é chamado de volta à ação por uma crise em Gotham.

    “Vi um tweet recentemente que dizia ‘Snyder precisa parar de ler O Cavaleiro das Trevas, ele precisa ler outro quadrinho do Batman. Eu quase twittei de volta, tenho certeza que Jay [Oliva] respondeu como ‘não há nenhum outro!’ Eu sempre pensei que talvez um dia na estrada com um Batman único, assim como um velho e duro Batman, nós faríamos isso. É um sonho que eu tenho.”, disse Snyder.

    Oliva dirigiu uma adaptação animada em duas partes de O Cavaleiro das Trevas que é uma das favoritas entre os fã. Elementos de O Cavaleiro das Trevas podem ser vistos no filme Batman vs Superman de Snyder . O exemplo mais óbvio é o traje blindado usado por Bruce Wayne (Ben Affleck) durante a grande batalha contra o Superman.

    Via: [ComicBook].